10 SINTOMAS DA GRIPE (e suas complicações)

Contents
  1. PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE GRIPE / INFLUENZA
  2. O que é Influenza?
  3. Qual o microrganismo envolvido?
  4. Quais os sintomas da Gripe?
  5. Qual a diferença entre Gripe e Resfriado?
  6. Como se transmite?
  7. Quais são as condições e grupos de risco para complicações?
  8. Como tratar a Gripe?
  9. Quais os sinais de agravamento e as complicações da Gripe?
  10. Como se prevenir da Gripe ?
  11. Quais são os tipos de vacinas contra Influenza disponíveis?
  12. 10 coisas que deve saber sobre a gripe
  13. 1 – O que provoca o virus da gripe?
  14. 2 – Como acontece o contágio da gripe e como evitá-lo?
  15. 3 – Quais são os sintomas?
  16. 4 – A gripe é diferente da constipação e do catarro?
  17. 5 – Em que condições meteorologicas que manifestam as gripes?
  18. 6 – A vacinação é eficaz?
  19. 7 – Como se trata a gripe?
  20. 8 – Medidas preventivas e paliativas
  21. 9 – Remédios naturais
  22. 10 – Homeopatia: o Oscillococcinum
  23. Gripe | SNS24
  24. Em que altura do ano surge?
  25. O que é uma epidemia de gripe?
  26. A gripe só existe quando chove e está muito frio?
  27. O que é a síndrome gripal?
  28. Como se transmite a gripe?
  29. Qual é o período de incubação?
  30. Qual é o período em que uma pessoa infetada pode contagiar outras?
  31. Quais são os sinais e os sintomas da gripe?
  32. O que devo fazer se estiver com gripe?
  33. A gripe e a constipação são a mesma doença?
  34. A gripe é muito grave?
  35. Como se diagnostica a gripe?
  36. Como posso evitar a gripe?
  37. Acho que tenho gripe. O que devo fazer?
  38. Conheça as diferenças entre resfriado e gripe e saiba como se prevenir – Secretaria da Saúde
  39. Gripe
  40. Resfriado
  41. Diagnóstico
  42. Transmissão e prevenção
  43. Gripe e Prevenção
  44. O que é a gripe?
  45. Quais são os grupos de risco?
  46. Complicações da Gripe
  47. Prevenção
  48. Alguns mitos sobre a Gripe

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE GRIPE / INFLUENZA

10 SINTOMAS DA GRIPE (e suas complicações)

Colaboração: Dra. Rená Simões Geraidine Clemente, pneumologista, Secretária de Divulgação da SOPTERJ

O que é Influenza?

A Influenza ou gripe é uma doença viral, aguda do aparelho respiratório, que provoca febre, tosse, dor de garganta, dores no corpo e mal estar. Geralmente benigna e autolimitada, pode em alguns casos apresentar complicações, levando à internação hospitalar e até mesmo ao óbito em casos extremos.

Qual o microrganismo envolvido?

A Gripe é causada pelos vírus Influenza que compreendem 3 tipos de vírus A, B e C. Os mais importantes são os vírus Influenza A e B. Nos vírus Influenza A se destacam os subtipos A/H1N1 e A/H3N2. Os Vírus Influenza B apresentam 2 subtipos.

Quais os sintomas da Gripe?

O inicio da doença, é em geral súbito com febre alta (temperatura acima de 37,8) e tosse. Em seguida podem surgir dores musculares, dor de garganta, dor de cabeça, coriza, mal estar intenso, e tosse seca. Diarréia e vômitos podem aparecer em crianças.

A febre é o sintoma mais importante e dura em torno de três dias. Os sintomas respiratórios como a tosse e outros se mantêm em geral de três a cinco dias após o desaparecimento da febre.

Alguns casos podem apresentar complicações graves, como pneumonia, podendo necessitar de internação hospitalar.

Qual a diferença entre Gripe e Resfriado?

Gripe e resfriado são doenças distintas, como os sintomas são muito semelhantes as pessoas tendem a achar que são a mesma doença.

Ambos são causados por vírus, porém de tipos diferentes, a Gripe é causada pelos vírus da família Influenza, já o Resfriado, é causado por vírus diferentes como o Rinovírus, os vírus parainfluenza e o vírus sincicial respiratório que geralmente acomete crianças.

O resfriado é uma doença mais branda, com sintomas mais leves, a febre é menos comum e, quando presente, as temperaturas são baixas, o paciente costuma apresentar, coriza, espirros, congestão nasal, tosse, dor no corpo e dor de garganta leve, mas encontra-se mais ou menos bem disposto, apenas incomodado com estes sintomas. As complicações não são comuns.

A gripe é uma infecção mais grave e na prática costuma-se dizer que a Gripe costuma “derrubar” a pessoa, podendo deixá-la de cama sem a menor condição de exercer suas atividades habituais e de sair de casa para estudar ou trabalhar.

Como se transmite?

De forma direta por meio das secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada, ao espirrar, tossir ou falar, ou por meio indireto pelas mãos que após contato com superfícies recentemente contaminadas por secreções respiratórias de um indivíduo infectado podem carrear o vírus diretamente para a boca, nariz e olhos.

Quais são as condições e grupos de risco para complicações?

Grávidas, puérperas (incluindo as que tiveram aborto ou perda fetal), adultos a partir de 60 anos, crianças menores que 5 anos, população indígena aldeada, indivíduos menores de 19 anos de idade em uso prolongado de ácido acetilsalicílico (risco de síndrome de Reye, uma doença rara e grave (por isso também, na suspeita de gripe NÃO SE DEVE, SEMELHANTE AO QUE ACONTECE NA DENGUE, TOMAR REMÉDIOS PARA ABAIXAR A FEBRE À BASE DE ÁCIDO ACETIL SALICÍLICO COMO POR EXEMPLO AAS, MELHORAL, ASPIRINA E OUTROS). E ainda Indivíduos que apresentem: Doenças pulmonares crônicas (incluindo Asma e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica – DPOC), doenças cardíacas, doenças renais, hepáticas, hematológicas, distúrbios metabólicos (incluindo Diabetes Mellitus), Obesidade mórbida, doenças neurológicas, imunossupressão associada a medicamentos, neoplasias, HIV/AIDS ou outros.

Como tratar a Gripe?

Não havendo complicações, o primeiro passo é manter uma boa hidratação e alimentação, fazer uso de medicação sintomática como antitérmicos por exemplo, e repouso.

Nos casos em que os fatores de risco citados anteriormente estão presentes com possibilidades de complicações, ou na vigência de sinais de agravamento, independentemente da situação vacinal, mesmo em atendimento ambulatorial, a critério médico, está indicado, o uso de fosfato de oseltamivir (Tamiflu®).

Antibióticos não são indicados no tratamento da Gripe, eles são úteis em doenças causadas por bactérias, como a gripe não é causada por bactérias mas por vírus, os antibióticos não são eficazes.

Quais os sinais de agravamento e as complicações da Gripe?

As complicações mais comuns são: Pneumonia bacteriana e por outros vírus, Sinusite, Otite, Desidratação, piora de doenças crônicas como insuficiência cardíaca, asma ou diabetes, Pneumonia primária por Influenza, que ocorre predominantemente em pessoas com doenças cardiovasculares (especialmente doença reumática com estenose mitral) ou em mulheres grávidas.

São sinais de agravamento: Aparecimento de falta de ar, taquicardia, persistência ou aumento da febre por mais de três dias e PIORA de doenças preexistentes. Na ocorrência destes sinais os pacientes com síndrome gripal devem retornar imediatamente ao serviço de saúde para reavaliação.

Como se prevenir da Gripe ?

Medidas gerais de prevenção são úteis e não devem ser esquecidas , são elas:

  • Lavar e higienizar frequentemente as mãos, principalmente antes de consumir algum alimento.
  • Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
  • Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
  • Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
  • Manter os ambientes bem ventilados. Evitar aglomerações e ambientes fechados;
  • Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de gripe;
  • Ter hábitos saudáveis, com alimentação balanceada e ingestão de líquidos em abundância.

A vacinação anual contra influenza para grupos-alvos é a principal medida de prevenção, sendo recomendada pelo Ministério da Saúde com o apoio de diversas sociedades e entidades médicas. Ela está indicada mesmo para aqueles que receberam a vacina na temporada anterior, pois se observa queda progressiva na quantidade de anticorpos protetores.

De acordo com recomendações do Ministério da Saúde os grupos prioritários a serem vacinados são:

  • Crianças acima de 6 meses a menores de 5 anos;
  • Gestantes;
  • Puérperas;
  • Trabalhador de saúde;
  • Povos indígenas;
  • Indivíduos com 60 anos ou mais de idade;
  • População privada de Liberdade;
  • Funcionários do sistema prisional;
  • Pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis;
  • Pessoas portadoras de outras condições clínicas especiais (doença respiratória crônica, doença cardíaca crônica, doença renal crônica, doença hepática crônica, doença neurológica crônica, Diabetes, imunossupressão, obesos, transplantados e portadores de trissomias).

Quais são os tipos de vacinas contra Influenza disponíveis?

Há 2 tipos diferentes de vacinas : a trivalente, e a tetravalente.

trivalente está disponível na rede pública para os grupos prioritários e imuniza contra três tipos de vírus tipo, duas cepas A, A/H1N1 e A/H3N2 e uma cepa B.

tetravalente, disponível apenas em clínicas particulares, contempla, além dessas três, uma segunda cepa B ou seja duas linhagens B e por isto confere uma maior proteção. Em ambos os casos está inclusa a imunização contra o vírus influenza do tipo A/ H1N1, que é o mais temido.

Ambas as vacinas são seguras , elaboradas com vírus inativos, com eficácia igual e com as mesmas indicações, contraindicações e esquema de dose.

“É importante reforçar que principalmente os grupos de maior risco para as complicações e óbitos por influenza, devem ser vacinados utilizando a vacina que estiver disponível e ao alcance.”

Источник: http://www.sopterj.com.br/respirar/perguntas-frequentes/o-que-e-o-gripe-influenza/

10 coisas que deve saber sobre a gripe

10 SINTOMAS DA GRIPE (e suas complicações)

Anualmente, a intensidade da gripe é imprevisivel, sendo em alguns anos mais intensa e duradoura. Ainda estamos a tempo de saber como preveni-la, tratar os sintomas e evitar contágios e recaídas, reforçando o nosso sistema imunitário.

1 – O que provoca o virus da gripe?

A gripe é uma doença respiratória contagiosa provocada pelo vírus influenza. Este vírus pode ser de três tipos: A, B e C. A maior parte das epidemias de gripe devem-se ao vírus do tipo A; os vírus do tipo B e C causam gripes mais benignas.

2 – Como acontece o contágio da gripe e como evitá-lo?

O vírus transmite-se através de partículas de saliva, expulsas ao espirrar, falar ou tossir. Se se está próximo de alguém infetado, facilmente o vírus, presente no ar, chega aos pulmões, quando se respira.

Para evitar o contágio, é necessário permanecer afastado das pessoas doentes – pelo menos 2 metros; se estamos nós doentes, deveremos permanecer no domicílio até melhoria dos sintomas.

Por outro lado, é muito importante lavar com frequência as mãos, com água e sabão, ao longo do dia, assim como limpar bem e desinfetar as superfícies expostas ao contacto com os doentes.

Os períodos de contágio são variados: os adultos podem contagiar outra pessoa, ainda um dia antes da manifestação dos sintomas e até três a sete dias depois do início da doença.

Os sintomas começam entre 1 a 4 dias depois de o contrair a infeção pelo vírus. Isto significa que se pode ser fonte de contágio da gripe antes de saber que se está doente.

3 – Quais são os sintomas?

  • Febre ou arrepios (algumas pessoas não apresentam este sintoma)
  • Tosse
  • Dor de garganta
  • Congestão nasal
  • Dores musculares ou corporais
  • Dores de cabeça
  • Fadiga ou cansaço
  • Vómitos e diarreias (mais frequente em crianças).

4 – A gripe é diferente da constipação e do catarro?

Sim, a gripe é diferente das constipações. A constipação também se deve à infeção por um vírus – Rinovirus ou Coronavirus – e manifesta-se por uma infeção leve do nariz e garganta, associada a febre ligeira.

Os sintomas aparecem em dois ou três dias e duram entre três a cinco dias. O alívio dos sintomas acontece rapidamente.

As crianças sofrem mais de resfriados do que os adultos, devido ao maior contacto fisico entre eles e à imaturidade do próprio sistema imunitário.

5 – Em que condições meteorologicas que manifestam as gripes?

Segundo um artigo publicado na revista National Geographic, foram realizados estudos científicos que revelam que os vírus da gripe se transmite e contagia-se mais nos períodos de frio e de pouca humidade.

As condições para as epidemias da gripe são os periodos em que as temperaturas rondam os 5ºC centígrados e um índice de humidade entre 20 a 35%.Vários investigadores defendem que “o segredo para os sintomas da gripe se manifestarem durante o ano passa por condições plenas de frio e humidade”.

Nas regiões temperadas, o vírus da gripe alcança o seu máximo nível de contágio durante o inverno; em regiões tropicais, coincide com as temporadas de chuvas. Além disso, quando está frio, perdem-se as barreiras físicas que nos protegem dos microorganismos, principalmente a membrana mucosa do nariz.

Para além da proteção com agasalhos, um humidificador pode ser a chave na prevenção de gripes nestes periodos.

6 – A vacinação é eficaz?

É consensual na área da saúde que a melhor forma de combater a gripe é a vacina antigripal. As campanhas para a vacinação procuram evitar que que o vírus se propague, que se infete um grande número de pessoas e, particularmente, que sejam infetadas as pessoas de maior risco, que poderão sofrer complicações graves.

7 – Como se trata a gripe?

Se não recorrermos a fármacos antivirais, o nosso próprio sistema imunitário encarrega-se da tarefa; no entanto, é necessário tratar os sintomas. Na maior parte dos casos, basta um tratamento sintomático da febre, das dores musculares e das dores de cabeça.

Este alívio sintomático permite levar uma vida relativamente normal e ativa enquanto o nosso sistema imunitário trata de eliminar o vírus. Tanto as contipações como a gripe são causadas por vírus e, como tal, os antibióticos são desnecessários.

Os fármacos mais utilizados, tanto de forma exclusiva como em associação, são os analgésicos antipiréticos, os descongestionantes e os anti-histamínicos. Está demonstrado que as melhores opções são as associações para se evitar tomar medicamentos para cada sintoma, sendo mais cómodo e mais barato.

Analgésicos antipiréticos: usam-se para aliviar a febre, a cor de cabeça, de garganta e o mal-estar geral. O mais utilizado é o paracetamol, pela sua eficácia e segurança, em doses de 500 mg e 1 grama.

Também se pode usar Ibuprofeno ou Ácido Acetilsalicilico, mas, com menor frequência. Há que ter em atenção que o Ácido Acetilsalicilico está contraindicado para menores de 12 anos.

Descongestionantes: podem ser aplicados localmente, em forma de aerosol ou nebulizadores nasais, ou por via sistémica com formas orais. A sua ação prende-se pela vasoconstrição da mucosa nasal de forma a desinflamar e permitir respirar melhor. As formas orais têm uma ação menos intensa e mais lenta, porém, mais duradoura.
Anti-histamínicos: o motivo do seu uso nas associações destes medicamentos é a sua ação e alívio da rinorreia, diminuindo a quantidade de muco segregado. Um inconveniente, ou efeito secundário, que pode vir associado é a sonolência, mas pode também facilitar o repouso necessário.

Também se podem usar antitússicos, mucolíticos, expetorantes e antissépticos bucais.

Estes são, essencialmente, usados como medicamentos singulares, sem associação com qualquer outro, sempre que sejam necessários.

De qualquer forma, consultar o seu médico ou farmacêutico antes pode ser necessário e aconselhável. Em casos concretos, reduzir o número de fármacos a tomar por um doente pode facilitar o cumprimento do tratamento.

8 – Medidas preventivas e paliativas

  • Lavar as mãos frequentemente.
  • Proteger-se do frio e evitar mudanças bruscas de temperatura
  • Evitar ambientes saturados e com muita gente.
  • Usar lenços de papel, ao tossir ou espirrar, para evitar a propagação do vírus pelo ar.
  • O descanso é imprescindível. Aproveite para ficar em casa e não sair da cama. Um bom descanso ajuda a que o sistema imunitário atue melhor, acelerando o processo de recuperação. Em repouso, o corpo dedica mais energia à recuperação.
  • Beber líquidos abundantemente, pelo menos, 2 litros por dia.
  • Fazer lavagens nasais com soro fisiológico ou água marinha para aliviar a congestão nasal.
  • Fazer corretamente a medicação prescrita pelo médico e evitar a automedicação.

9 – Remédios naturais

Frutas cítricas: A vitamina C fortalece o sistema imunitário, ajuda a combater a gripe e a evitar complicações, como a pneumonia. A melhor forma de obter esta vitamina é através dos citrinos.

Infusão de mel e limão: uma infusão quente de mel e limão ajuda a combater os sintomas da gripe. O mel é um expetorante natural, ajuda a eliminar a mucosidade e é útil para controlar e combater as infeções da garganta, graças às suas propriedades antisépticas.

O limão tem vitamina C, é antiséptico e antipirético.

Inalações de vapor de eucalipto: abre as vias respiratórias e alivia a irritação da garganta, com vapor de eucalipto, o qual tem propriedades expetorantes.

Coloca-se água a ferver uns minutos com folhas de eucalipto; depois, faz-se as inalações, com respirações profundas do vapor libertado.

Líquidos quentes: um estudo da Universidade de Cardiff, em Inglaterra, afirma que “bebidas quentes proporcionam alívio imediato do fluxo nasal, tosse, espirros e irritação da garganta”.
Limpar o nariz com soluções salinas: segundo a Dra. Ann Mullen, da Associação de Educadores de Asma, irrigar o nariz com uma solução salina ajuda a limpar a mucosidade, melhorar a respiração e também ajuda a eliminar as substâncias alergénicas, assim como a combater as bactérias e virus que se alojam no nariz.

10 – Homeopatia: o Oscillococcinum

Existem estudos que demonstram que o remédio homeopático Oscillococcinum encurta e ajuda a reduzir os sintomas da gripe. Segundo esses estudos, 63% dos pacientes que tomam este remédio melhoram claramente após as 48 horas.

Conclusão: é difícil libertarmo-nos da gripe todos os invernos, contudo, podemos prevenirmo-nos através da vacinação, evitando os contágios, tratando os sintomas, repousando e reforçando o nosso sistema imunitário.

Источник: https://www.csaudeboavista.com/10-coisas-que-deve-saber-sobre-a-gripe/

Gripe | SNS24

10 SINTOMAS DA GRIPE (e suas complicações)

A gripe é uma doença aguda viral que afeta principalmente as vias respiratórias. Os vírus da gripe estão em constante alteração e a imunidade provocada pela vacina não é duradoura. Por este motivo as pessoas devem vacinar-se todos os anos.

Em que altura do ano surge?

A gripe ocorre, habitualmente, entre novembro e março no hemisfério norte e entre abril e setembro no hemisfério sul. Em Portugal, nos anos recentes, tem-se verificado que a maior atividade gripal tem sido registada entre dezembro e fevereiro.

O que é uma epidemia de gripe?

É a ocorrência de casos de gripe em número superior ao que era previsto numa determinada região ou comunidade.

A gripe só existe quando chove e está muito frio?

Não. A gripe existe mesmo durante invernos mais amenos, menos frios e chuvosos.

O que é a síndrome gripal?

O termo síndrome gripal é utilizado para referir o conjunto de sinais e sintomas que permitem caracterizar as manifestações do vírus da gripe no corpo humano.

Como se transmite a gripe?

O vírus da gripe é transmitido através de partículas de saliva de uma pessoa infetada, expulsas sobretudo através da tosse e dos espirros, mas também por contacto direto com partes do corpo ou superfícies contaminadas com o vírus, por exemplo através das mãos.

Qual é o período de incubação?

O período de incubação, isto é, o período entre o momento em que a pessoa é infetada e o aparecimento dos primeiros sintomas, é vulgarmente, de 2 dias, mas pode variar entre 1 e 5 dias.

Qual é o período em que uma pessoa infetada pode contagiar outras?

O período de contágio começa 1 a 2 dias antes do início dos sintomas aparecerem e vai até 7 dias depois. Nas crianças, este período pode ser maior.

Quais são os sinais e os sintomas da gripe?

Nos adultos os sintomas são:

  • mal-estar e cansaço
  • febre alta
  • dores musculares e articulares
  • dores de cabeça
  • tosse seca
  • inflamação dos olhos

Em crianças mais velhas os sintomas são semelhantes aos do adulto.

Nos bebés os sintomas da gripe são:

  • febre
  • sonolência
  • náuseas
  • vómitos
  • diarreia
  • dificuldades respiratórias
  • otites

Nas crianças os sintomas dependem da idade.

O que devo fazer se estiver com gripe?

Em caso de gripe:

  • fique em casa em repouso
  • não se agasalhe demasiado
  • meça a temperatura ao longo do dia
  • se tiver febre pode tomar paracetamol (mesmo as crianças)
  • em situação alguma deve dar ácido acetilsalicílico (aspirina) às crianças
  • se está grávida ou amamenta não tome medicamentos sem falar com o seu médico
  • utilize soro fisiológico para tratar a congestão nasal
  • não tome antibióticos sem recomendação médica, uma vez que não atuam nas infeções virais, não melhoram os sintomas nem aceleram a cura
  • beba muitos líquidos (água e sumos de fruta)
  • se viver sozinho, especialmente se tiver limitações de mobilidade ou estiver doente, deve pedir a alguém que lhe telefone regularmente para saber como está

A gripe e a constipação são a mesma doença?

Não. Os vírus na origem da gripe e da constipação são diferentes. Ao contrário da gripe, os sintomas/ sinais da constipação são limitados às vias respiratórias superiores:

  • nariz entupido
  • espirros
  • olhos húmidos
  • irritação da garganta
  • dor de cabeça

Na constipação, raramente ocorre febre alta ou dores no corpo. Para além disso, os sintomas e sinais da constipação surgem de forma gradual, enquanto que na gripe o início é súbito.

A gripe é muito grave?

Geralmente a gripe não é uma doença muito grave. Contudo, pode provocar complicações.

A gripe é habitualmente uma doença de curta duração (3 a 4 dias), com sintomas de intensidade ligeira ou moderada e evolução benigna, sendo que a recuperação completa demora cerca de 1 a 2 semanas.

Nos grupos de risco – pessoas com doenças crónicas e idosos – a recuperação pode ser mais longa e o risco de problemas e complicações é maior, nomeadamente, pneumonia ou descompensação da doença de base (asma, diabetes, doença cardíaca, pulmonar ou renal).

Como se diagnostica a gripe?

O diagnóstico é essencialmente clínico, através da identificação dos sintomas e sinais.

Como posso evitar a gripe?

A gripe pode ser evitada através da toma anual da vacina contra a gripe. Também se deve evitar o contacto com pessoas infetadas. Estas são outras medidas de prevenção:

  • proteja-se do frio
  • reduza, na medida do possível, o contacto com outras pessoas
  • lave frequentemente as mãos com água e sabão (caso não seja possível, utilize toalhetes)
  • use lenços de papel de utilização única (deite nos sanitários ou no lixo comum)
  • ao espirrar ou tossir, proteja a boca com um lenço de papel ou com o antebraço (não utilize as mãos)

Acho que tenho gripe. O que devo fazer?

Fonte: Direção-Geral da Saúde (DGS)

Источник: https://www.sns24.gov.pt/tema/doencas-infecciosas/gripe/

Conheça as diferenças entre resfriado e gripe e saiba como se prevenir – Secretaria da Saúde

10 SINTOMAS DA GRIPE (e suas complicações)

Assessoria de Comunicação do HM
Repórter: Jéssica Fortes
Arte gráfica: Jeorge Farias

Com a chegada da quadra chuvosa em nosso estado, aumentam os casos de gripes e resfriados. Apesar de serem causadas por vírus e terem sintomas parecidos, as doenças são diferentes. A infectologista do Hospital de Messejana Dr.

Carlos Alberto Studart Gomes, Tânia Mara Araújo, detalha os sintomas, as formas de transmissão, prevenção e passos simples que ajudam a evitar as doenças que nesta época do ano afetam, principalmente, pacientes com doenças crônicas, idosos, crianças e gestantes.

“Alguns sintomas são comuns e saber identificá-los é importante para buscar o tratamento correto e evitar complicações”, explica a infectologista.

Gripe

A gripe é mais grave do que o resfriado. Causada pelo vírus Influenza, que pode ser de vários tipos, desde os mais comuns até os mais temidos, como Influenza A e B. Neste período de sazonalidade, os subtipos H1N1 e H3N2 merecem atenção especial, pelo risco de complicações, principalmente para pacientes idosos e indivíduos vulneráveis.

Seus principais sintomas são febre alta, dor no corpo, tosse com secreção e dor de garganta. “O paciente com gripe, fica mais indisposto e sente maior necessidade de procurar auxílio médico”, lembra.

Geralmente os sintomas duram sete dias, mas vão diminuindo com o passar do tempo,já que se trata de uma doença auto-limitada. Quando os sintomas se arrastam muito, é bom ficar em sinal de alerta.

“Pacientes que evoluem de forma mais arrastada ou com piora do quadro inicial podem ter desenvolvido complicações bacterianas secundárias ao quadro viral inicial, como a sinusite, otite e pneumonia, por exemplo”, lembra Tânia Mara.

A pneumonia também é uma complicação grave e frequente, principalmente em pacientes com doença pulmonar crônica (asma e doença pulmonar obstrutiva crônica – DPOC), cardiopatias (insuficiência cardíaca crônica), doença metabólica crônica (diabetes, por exemplo), imunodeficiência ou
imunodepressão, gravidez, doença crônica renal e hemoglobinopatias”, detalha a infectologista.

Resfriado

Esta outra infecção respiratória, apresenta sintomas mais amenos, diferencia a infectologista. “É comum coriza, tosse seca, espirros e eventualmente febre baixa. A recuperação também é mais rápida, em geral, não impossibilita o paciente de executar suas atividades, não atrapalha a rotina. Recomendamos repouso e a ingestão de líquidos”, ressalta.

Diagnóstico

O diagnóstico e o tratamento das duas doenças, começam com a avaliação dos sintomas. Nos casos simples, repouso e a ingestão de bastante líquido são suficientes. Em outros casos, o tratamento é baseado nos sintomas, onde o médico receitará analgésicos para o controle das dores e antitérmicos para controle da temperatura, por exemplo.

O paciente pode procurar os Postos de Saúde nos casos mais simples de
gripe e alívio dos sintomas. Em casos suspeitos de gripe com potencial mais grave, é necessário recorrer a exames para confirmar a presença do vírus Influenza, que requer um tratamento mais específico.

“Por isso, é tão importante ficar alerta aos sintomas e procurar um médico se perceber que os sintomas não evoluem com melhora, ou se surgirem outros sintomas como desconforto respiratório e dor torácica.”, lembra Tânia Mara.

O paciente deve procurar as unidades de maior complexidade como as UPAs e hospitais secundários, se sintomas mais graves, como desconforto respiratório, por exemplo, surgirem. O Hospital de Messejana e o Hospital São José, são as unidades terciárias de referência para o tratamento dos casos mais graves das
doenças.

Transmissão e prevenção

Tanto em gripe, quanto em resfriados, a transmissão ocorre quando gotículas de saliva do indivíduo infectado entram em contato com as vias aéreas de outra pessoa, por meio de espirros, tosse, fala, ou através do contato com objetos contaminados.

“Uma forma de evitar a propagação desses vírus, seria evitar a aglomeração em ambientes fechados. Se o paciente já estiver doente, recomendamos que ele fique em casa, não vá para a escola, ou para o trabalho, ao tossir, ele deve cobrir a boca com um lenço de papel descartável, ou com a parte interna do cotovelo”, orienta.

Lavar sempre as mãos com água e sabão, usar álcool gel, evitar tocar as mucosas como a boca, olhos e nariz, não compartilhar objetos de uso pessoal como talheres, copos ou garrafa, higienizar os alimentos antes de comer, também são formas de prevenir doenças.

“Mas, pelo risco de complicações e óbito, a gripe pede uma proteção adequada”, enfatiza a especialista, referindo-se à vacinação. A vacina é gratuita e protege contra duas cepas de Influenza A e uma cepa de Influenza B. “A vacina contra a gripe diminui a situação endêmica dos vírus respiratórios em todo o país”, enfatiza a infectologista Tânia Mara.

Источник: https://www.saude.ce.gov.br/2020/03/16/conheca-as-diferencas-entre-resfriado-e-gripe-e-saiba-como-se-prevenir/

Gripe e Prevenção

10 SINTOMAS DA GRIPE (e suas complicações)

A gripe é uma doença altamente contagiosa e por isso todos podemos estar em risco.Todos os anos, a nível mundial, o vírus influenza atinge em média 5 a 10% dos adultos e 20 a 30% das crianças1. Na Europa, é responsável por 4 –50 milhões de casos sintomáticos de gripe sazonal e por 15.000 a 70.000 mortes2.

A gripe é, responsável por uma morbilidade e mortalidade significativas, existindo um maior risco em adultos mais idosos, em parte relacionado com imunosenescência (o envelhecimento do sistema imunitário), nas crianças com menos de 5 anos, em especial nas que têm menos de 2 anos, nas mulheres grávidas e nas pessoas de qualquer idade que apresentem certas condições clínicas subjacentes, tais como doenças crónicas, sejam elas do foro cardíaco, pulmonar, renal, hepático, doenças sanguíneas ou endócrinas (como a diabetes)3.

O que é a gripe?

A gripe sazonal é uma infeção viral aguda, provocada pelo vírus influenza, que se transmite facilmente de pessoa para pessoa.

A gripe transmite-se predominantemente através de gotículas de saliva e através do contacto com pessoas que tossem ou espirram e por transmissão indireta através de secreções respiratórias nas mãos, lenços, etc2.

O período de incubação varia entre um a cinco dias, com uma média de dois dias. O período de contágio pode começar 1 a 2 dias antes do início dos sintomas e vai até 7 dias depois, sendo que nas crianças este período pode ser maior4.

A gripe sazonal no adulto é caracterizada por início súbito de mal¬estar, febre alta, dores musculares e articulares, dores de cabeça e tosse seca. Pode também ocorrer inflamação dos olhos4.

Nas crianças, os sintomas dependem da idade. Nos bebés, a febre e prostração são as manifestações mais comuns. Os sintomas gastrintestinais (náuseas, vómitos, diarreia) e respiratórios (laringite,bronquiolite) são frequentes. A otite média pode ser uma complicação frequente no grupo etário até aos 3 anos. Em crianças mais velhas os sintomas são semelhantes aos do adulto4.

A gripe é, habitualmente, uma doença de curta duração (3 a 4 dias) com sintomas de intensidade ligeira ou moderada, evolução benigna e recuperação completa em 1 ou 2 semanas4. No entanto, a gripe pode causar problemas graves ou até mesmo a morte, sobretudo em grupos de risco.

O maior risco de complicações ocorre em mulheres grávidas, crianças, idosos, indivíduos com condições médicas crónicas específicas, como asma, doenças crónicas cardíacas ou pulmonares, diabetes, HIV/SIDA, doenças oncológicas e doenças neurológicas3.

Em todo o mundo, as epidemias anuais de gripe provocam entre três a cinco milhões de casos de doença grave e 290.000 a 650.000 mortes5.

Quais são os grupos de risco?

Todos estamos em risco.

No entanto, há grupos de maior risco de contrair gripe, tais como as pessoas com mais de 65 anos, doentes crónicos com diabetes, doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC), doenças cardíacas, entre outras, crianças e grávidas. Os profissionais de saúde, por estarem em contacto directo com doentes, têm grande probabilidade de contrair a infeção, e por isso a vacinação contra a gripe também é aconselhada3,4,6,7.

Pessoas com mais de 65 anos

A gripe é uma doença imprevisível, mas depois dos 65 anos tudo se pode complicar mais, devido à idade e ao envelhecimento do nosso corpo.

As defesas imunitárias ficam mais fracas levando a que as pessoas fiquem mais suscetíveis e tenham maior risco de sofrer complicações associadas à gripe.

Cerca de 70 a 85% das mortes relacionadas com a gripe sazonal ocorrem em pessoas com 65 ou mais anos de idade e 50% a 70% das hospitalizações relacionadas com a gripe ocorrem nesta faixa etária8.

Crianças

As crianças com menos de 5 anos, em especial as que têm menos de 2 anos têm maior risco de desenvolver complicações associadas à gripe, como pneumonia, desidratação, agravamento de outras doenças existentes como asma ou doença cardíaca, disfunção cerebral e problemas sinusais ou infeções dos ouvidos 9.

Grávidas

No que se refere às grávidas, também a prevenção da gripe através da vacinação é aconselhada, uma vez que as alterações no sistema imunitário, cardíaco e pulmonar podem gerar maior risco em consequência da doença4 .

Simultaneamente, com a vacinação contra a gripe, estamos a dara possibilidade da grávida produzir anticorpos específicos, que são defesas passadas ao feto e que poderão proteger o bebé nos primeiros meses de vida, enquanto não pode ser vacinado10.

Profissionais de saúde

Os profissionais de saúde contactam diretamente com doentes, aumentando a probabilidade de contrair e transmitir a doença. Através da vacinação, os profissionais de saúde protegem-se a si e aos seus doentes contra a gripe6,7.

Doentes Crónicos

O vírus da gripe em doentes crónicos, como pessoas com diabetes, com doenças respiratórias ou cardiovasculares, pode potenciar os sintomas dessas doenças e levar a uma diminuição da resistência às infeções2.

Complicações da Gripe

Algumas complicações de saúde que podem ser originadas ou agravadas com a gripe, permanecem ainda desconhecidas por parte da população.

A gripe, apesar de ser uma infeção respiratória, pode originar complicações cardiovasculares. Nos 3 dias seguintes à infeção por gripe, o risco de sofrer um enfarte agudo do miocárdio pode aumentar até 10 vezes e o risco de sofrer um AVC (Acidente Vascular Cerebral), pode aumentar até 8 vezes12.

A gripe pode ainda agravar outras condições subjacentes, e por isso, as pessoas com asma, doença obstrutiva crónica, doenças cardíacas e diabetes, por exemplo, têm um risco aumentado de desenvolver complicações mais graves quando contraem gripe3.

No caso da população com 65 ou mais anos de idade, cerca de 70 a 85% das mortes relacionadas com a gripe sazonal e 50% a 70% das hospitalizações relacionadas com a mesma doença ocorrem nesta faixa etária8.

Prevenção

A vacinação anual é a melhor forma de prevenção da gripe e das suas complicações13. Só com o esforço de todos podemos diminuir o impacto individual, social e económico que a gripe tem todos os anos. Ao nível da prevenção, temos disponível desde 2018 em Portugal, tal como na maioria dos países europeus, vacinas contra quatro estirpes de gripe que conferem uma proteção mais alargada.

Após a administração da vacina, o desenvolvimento de anticorpos que vão proteger contra o vírus da gripe, acontece em cerca de 2 semanas. Contudo, enquanto o vírus da gripe estiver em circulação, nunca é demasiado tarde para se vacinar11.

Alguns mitos sobre a Gripe

A GRIPE NÃO É UMA DOENÇA PERIGOSA
A gripe pode tornar-se uma doença grave e fatal. A nível mundial, registam-se aproximadamente 650 000 mortes por ano associadas a esta doença4.

A GRIPE NÃO É CONTAGIOSA
A gripe é uma doença contagiosa. Apesar de geralmente se curar de forma rápida, as complicações, quando surgem, ocorrem sobretudo em pessoas com doenças crónicas ou com mais de 65 anos e em mulheres grávidas4,14.

SE SOU SAUDÁVEL, NÃO PRECISO DE ME VACINAR CONTRA A GRIPE
Todos podem ser infetados! Além disso, ficar doente também significa tornar-se portador do vírus e ser capaz de contagiar outras pessoas15.

QUEM FOI VACINADO O ANO PASSADO, NÃO PRECISA DE SER VACINADO ESTE ANO
Uma vez que a imunidade desenvolvida pela vacina contra a gripe diminui ao longo do tempo, vacinar- se anualmente é a melhor forma de se proteger. O mesmo se justifica devido às alterações constantes que o vírus Influenza sofre e que, por isso, requer uma vacina adaptada anualmente11.

A VACINA PROVOCA GRIPE
A vacina inativada contra a gripe não contém vírus vivos, pelo que não pode provocar a doença. No entanto, as pessoas vacinadas podem contrair outras infeções respiratórias virais que ocorrem durante a época de gripe e para as quais não há vacina4.

AS MULHERES GRÁVIDAS NÃO SE PODEM VACINAR CONTRA A GRIPE
A vacinação na gravidez está recomendada pela Direção-Geral da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde 4,14 .

Lançado em 2009 em Portugal, o Vacinómetro™, permite monitorizar em tempo real, a taxa de cobertura da vacinação contra a gripe em grupos prioritários recomendados pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

Источник: https://www.sanofi.pt/pt/atividade-portugal/Sanofi-Pasteur/gripe

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