20 opções de métodos anticoncepcionais

Conheça todas as opções de contracepção hormonal

20 opções de métodos anticoncepcionais

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*Tradução: Mariana Rezende

Coisas importantes a saber:

  • A anticoncepção hormonal apresenta-se em seis formatos diferentes.
  • Todos os tipos de contraceptivos hormonais impedem a gravidez de maneira eficaz e o melhor método para você será o que melhor se adequa ao seu estilo de vida e necessidades.
  • O monitoramento com o Clue pode ajudar a determinar se o anticoncepcional hormonal que você está usando é adequado para você.

Os métodos hormonais de contracepção contêm progestina ou uma combinação de progestina e estrogênio. As opções hormonais incluem o implante, o dispositivo intrauterino (DIU), a injeção, a pílula, o anel e o adesivo. Esses métodos têm altas taxas de eficácia, mas eleger um método que seja difícil para você usar corretamente poderá levar à gravidez indesejada (1).

Toda contracepção hormonal trabalha para prevenir a gravidez, impedindo a ovulação ou o espessamento do muco cervical, e muitos fazem as duas coisas (1). Dependendo do método de controle da natalidade hormonal, alguns fatores adicionais podem ajudar a prevenir contra a gravidez (1).

Já as opções de contracepção não hormonais incluem o DIU de cobre e métodos de barreira, como preservativo, capuz cervical, diafragma, esponja e esterilização.

Como escolher um anticoncepcional hormonal

O melhor método para você é aquele que funciona para o seu estilo de vida e que você poderá usar de maneira correta e consistente (1). É provável que, ao longo da sua vida, você queira experimentar mais de um método de anticoncepcional hormonal, por isso é bom se familiarizar com os métodos disponíveis e seus riscos e benefícios (1).

A primeira pergunta que a maioria das pessoas faz ao investigar as opções de controle de natalidade é: “Esse método vai funcionar?”, mas também existem outras considerações, incluindo custo, conveniência e discrição.

Monitorar o uso do controle de natalidade em conjunto com os sintomas físicos e emocionais pode ajudar a determinar se um anticoncepcional hormonal é adequado para você.

Caso você esteja usando um método que precisa ser trocado como o adesivo ou o anel, o Clue poderá enviar uma notificação de que está na hora da troca.

Se você usa a pílula, pode ativar um lembrete diário no Clue para não se esquecer de tomá-las.

Use o Clue app para monitorar e acompanhar seus métodos contraceptivos

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Se você planeja engravidar nos próximos dois anos, confirme quando pode voltar à fertilidade com base no método que está usando (os métodos variam de retorno imediato à fertilidade a menos de um ano).

Lembre-se também de que nenhuma forma de contracepção hormonal oferece proteção contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), mas o uso de um preservativo junto com a contracepção hormonal reduz ainda mais o risco de gravidez e ao mesmo tempo protege contra as ISTs (6).

Vamos dar uma olhada nos diferentes métodos de anticoncepcionais hormonais, como se apresentam e qual é sua eficácia.

A pílula

Gravidez não intencional no primeiro ano de uso: 9% de uso típico, 0,3% de uso perfeito (1)

Usada por cerca de 23% das pessoas entre 15 e 44 anos com risco de gravidez nos EUA (1)

Os anticoncepcionais orais também são conhecidos como “pílula”. As pílulas anticoncepcionais estão em uso desde a década de 1960 (1) e são a forma mais comum de contracepção hormonal nos Estados Unidos (2).

Existem três tipos de pílulas com diferentes combinações de hormônios. O primeiro é o anticoncepcional oral de combinação cíclica (AOC).

As pessoas que usam esta pílula conforme prescrito têm sangramento mensal que imita uma menstruação. O segundo tipo é a pílula AOC de uso uso prolongado.

Quando tomada de acordo com as instruções, o sangramento parecido com a menstruação é reduzido. Há também a pílula à base somente de progestagênio, que não contém estrogênio (3).

Os benefícios da pílula incluem a rápida reversibilidade (os ciclos voltam ao normal em poucos meses), a regulação do fluxo menstrual, a redução da perda de sangue menstrual, da dor menstrual, da frequência da enxaqueca menstrual e dos sintomas da endometriose (1). Como os hormônios na pílula suprimem a ovulação, seu uso também está associado à redução da síndrome pré-menstrual (TPM) e de cistos ovarianos, risco reduzido de câncer de ovário e de alterações e cistos fibrocísticos da mama (1).

As pílulas anticoncepcionais devem ser tomadas todos os dias para atingir o mais alto nível de eficácia (1). Algumas pessoas sentem que essa é uma das desvantagens desse método.

Pesquisas mostram que mais da metade das pessoas que tomam a pílula esquecem de tomar uma ou mais a cada mês (4).

Devido ao uso diário de embalagens de comprimidos, esse método pode não ser uma boa opção para pessoas que precisam ocultar seu uso de contraceptivos (1).

O adesivo e o anel

Gravidez não intencional no primeiro ano de uso: 7% de uso típico, 0,3% de uso perfeito (1)

Usada por 2,3% das pessoas de 15 a 44 anos em risco de gravidez nos EUA (1)

O adesivo é semelhante à pílula por conter estrogênio e progesterona (1). Ao contrário da pílula, que deve ser tomada em doses diárias, o adesivo é feito de um plástico fino que é colocado na pele das nádegas, braço, abdômen ou parte superior do tronco e libera hormônios pela pele. O adesivo deve ser colocado sobre a pele limpa e seca e deve ser substituído semanalmente (5).

Normalmente, o adesivo é usado por três semanas consecutivas, seguidas de uma semana sem adesivo (1). Os benefícios do adesivo incluem a conveniência de uma dose semanal e um rápido retorno à fertilidade para quem interrompe o método para engravidar (1). Alguns efeitos colaterais relatados do adesivo incluem reações na pele, desconforto nas mamas, dor de cabeça e náusea (1).

O anel distribui estrogênio e progesterona através de um pedaço circular de plástico que é inserido na vagina (1). Geralmente, o anel é inserido e deixado dentro da vagina por três semanas, seguido de uma semana sem o uso do anel (1).

Algumas vantagens do anel incluem o rápido retorno à fertilidade para pessoas que desejam engravidar, a conveniência da inserção semanal e a capacidade de removê-lo por um breve período de tempo (3 horas) sem comprometer sua eficácia (1). Algumas pessoas que usam o anel relatam desconforto vaginal e outras experimentam náusea, sensibilidade mamária ou alterações na libido.

Tal como acontece com alguns outros contraceptivos hormonais, o anel pode oferecer um risco de coágulos sanguíneos, mas são necessárias mais pesquisas.

A injeção

Gravidez não intencional no primeiro ano de uso: 4% de uso típico, 0,2% de uso perfeito (1)

Usada por 3,5% das pessoas de 15 a 44 anos em risco de gravidez nos EUA (1)

A injeção também é chamada de contracepção injetável. Uma versão comumente usada desse contraceptivo contém apenas o acetato de medroxiprogesterona do depósito de progestina e é administrada a cada três meses (1). A injeção é reversível, mas o retorno à fertilidade pode demorar até que o efeito da última injeção passe (1).

Algumas pessoas gostam da injeção porque há uma opção sem estrogênio disponível, pode ser tomada apenas a cada um a três meses e não requer a cooperação de parceiros sexuais (1).

Alguns outros benefícios incluem sangramento ausente ou leve, redução de cólicas e sintomas da TPM, redução da dor na endometriose e diminuição do risco de doença inflamatória pélvica (PID) e câncer de endométrio e ovário (1).

A injeção tem algumas possíveis desvantagens. Algumas pessoas acham que a menstruação se torna imprevisível o suficiente para interromper o uso da injeção (1), outras podem não gostar que a menstruação pare completamente.

A relação entre a injeção e alterações e no peso não é clara, e pode ser que algumas pessoas tenham maior probabilidade de ganhar peso do que outras (1).

Mais pesquisas são necessárias para determinar se e como a injeção afeta o humor (as pessoas interessadas neste método, mas preocupadas com o papel da contracepção hormonal nos sintomas depressivos, podem mencionar isso ao(á) seu(ua) médico(a)) (1).

As pessoas que usam a injeção a longo prazo podem experimentar uma perda na densidade óssea, mas isso geralmente é reversível (1). Algumas pessoas acham difícil retornar a uma clínica ou farmácia a cada três meses para receber a próxima dose (1).

O implante

Gravidez não intencional no primeiro ano de uso: 0,1% de uso típico, 0,1% de uso perfeito (1)

Usado por 3,5% das pessoas de 15 a 44 anos em risco de gravidez nos EUA (1)

O implante hormonal é a forma mais eficaz de controle da natalidade hormonal (1). O implante é uma haste fina que é inserida sob a pele no braço (1). Ele tem duração de três anos e, findo este prazo, um novo implante pode ser inserido novamente em uma clínica ou consultório (1). O implante contém somente progesterona e não contém estrogênio (1).

As vantagens potenciais incluem a conveniência desse método, que permite às pessoas que o usam não precisarem pensar nele diariamente, sua aparência discreta, a redução da dor menstrual e a rápida reversibilidade (1). Por ser eficaz por três anos, o implante é econômico (1).

Em pesquisas, menos de 20% das pessoas remove o implante precocemente devido a efeitos colaterais (1).

A inserção do implante é um procedimento em consultório que causa algum inchaço, hematomas e dor em um pequeno grupo de pessoas (1). A remoção do implante também é um procedimento em consultório e geralmente leva em média menos de dois minutos (1).

Algumas desvantagens do implante incluem a possibilidade de sangramento imprevisível, dor de cabeça, ganho de peso, acne e dor nas mamas (1).

Algumas pesquisas mostram que seu uso está associado à redução do interesse pelo sexo, mas outro trabalho mostra que ele está relacionado à melhoria da função sexual (1).

DIU hormonal

Gravidez não intencional no primeiro ano de uso: 0,1-0,8% de uso típico, 0,1-0,6% de uso perfeito (dependendo da dose) (1)

Nos EUA, 10,5% das pessoas com idades entre 15 e 44 anos em risco de gravidez usam DIU hormonal ou de cobre (1)

O DIU é um pequeno implante em forma de T inserido no útero. Ele deve ser inserido por um profissional de saúde em um procedimento em consultório.

O DIU é altamente eficaz, não contém estrogênio, é um método conveniente, discreto, rapidamente reversível, duradouro e com altos índices de satisfação entre as pessoas que o utilizam (1).

Também reduz a dor e o sangramento menstrual e pode oferecer proteção contra a doença inflamatória pélvica (DIP) (1). Os DIUs hormonais vêm com doses diferentes de hormônios e a duração de seu uso varia de três a sete anos com base na dose (1).

Algumas desvantagens potenciais incluem alterações imprevisíveis na menstruação, cólicas no momento da inserção e algumas preocupações com o ganho de peso (1). Em casos raros, uma infecção pélvica pode ocorrer após a inserção do DIU e há uma pequena chance de o DIU “cair”, com uma chance ainda menor de perfurar (cutucar) a parede do útero (1).

Источник: https://helloclue.com/pt/artigos/sexo/conheca-todas-as-opcoes-de-contracepcao-hormonal

Anticoncepcionais: Principais métodos contraceptivos

20 opções de métodos anticoncepcionais

Contracepção é o nome dado a qualquer método que impeça a fertilização do óvulo ou a implantação do ovo na parede do útero – portanto, a qualquer método utilizado para se evitar a gravidez.

A escolha do método contraceptivo deve considerar que alguns são mais eficazes e seguros do que outros. Além disso, apenas aqueles que constituem uma barreira física também impedem que as pessoas contraiam doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) como, por exemplo, a Aids e o HPV.

  • Alguns métodos contraceptivos: camisinha masculina, pílula anticoncepcional, DIU e diafragma.

Camisinha

A camisinha, ou preservativo masculino, é um método de contracepção que fornece uma barreira física, impedindo que os espermatozóides atinjam o óvulo. Registros históricos apontam a camisinha como um dos métodos mais antigos de contracepção. Acredita-se que, durante a Idade Média, o preservativo era feito a partir da membrana do intestino de carneiros.

Atualmente, as camisinhas são feitas de látex e possuem a forma de um pequeno capuz, que deve ser colocado sobre o pênis. Elas apresentam, em sua extremidade, um pequeno reservatório, cuja função é armazenar o sêmen e impedir que o esperma atinja a vagina.

O risco de falha desse método encontra-se entre 2% a 18%. Sua eficácia está, em grande parte, relacionada à qualidade do preservativo e à sua correta utilização.

Preservativo feminino e diafragma

Assim como a camisinha masculina, o preservativo feminino é uma barreira física feita de látex.

Ele recobre o canal vaginal, impedindo a entrada dos espermatozóides no útero e a conseqüente fertilização dos óvulos, além de proteger contra as DSTs.

Muitas mulheres têm dificuldade na colocação correta do preservativo feminino, fazendo com que o índice de falha deste método fique entre 15% a 25%.

O diafragma é uma membrana côncava, feita de borracha, que a mulher coloca no interior da vagina e que recobre o colo do útero, impedindo a passagem dos espermatozóides. O diafragma é fabricado em diversos tamanhos, para se adequar ao corpo de cada mulher.

Um ginecologista deve ser consultado para orientar a paciente quanto ao tamanho adequado e à forma correta de utilização. Os índices de falha deste método variam de 2% a 25%. Porém, por não impedir o contato do pênis com a vagina, o diafragma não previne contra as DSTs.

Métodos hormonais

Atualmente, existe uma grande diversidade de métodos contraceptivos hormonais, que podem ser administrados por via oral – como as pílulas anticoncepcionais -, injetados ou mesmo implantados sob a pele.

Em todos os métodos hormonais de contracepção o princípio é o mesmo: o anticoncepcional possui hormônios sintéticos que impedem a ovulação. A pílula anticoncepcional deve ser ingerida por 21 dias consecutivos. Ao final deste período, ocorre a menstruação e, após uma pausa de 7 dias, a mulher deve recomeçar a tomar o medicamento.

No que se refere ao anticoncepcional injetável, ele geralmente é aplicado a cada três meses. Quanto ao implante subcutâneo, este libera os hormônios lentamente na corrente sanguínea, podendo durar até cinco anos.

Os anticoncepcionais hormonais possuem uma baixa taxa de falha, cerca de 1% a 5%, quando utilizados corretamente. Porém, não impedem a transmissão de DSTs. Por isso, recomenda-se o uso conjunto de barreiras físicas, como a camisinha.

Dispositivo intra-uterino

O dispositivo intra-uterino é um pequeno aparelho em forma de T, colocado, por meio de intervenção médica, no interior do útero da mulher. Ele pode conter sais de cobre ou hormônios.

Nos dois casos, a liberação de tais substâncias impede a fertilização do óvulo ou a sua implantação no útero. É um método contraceptivo reversível e com uma taxa de falha entre 0,5% e 3%.

No entanto, não protege contra a transmissão de DSTs.

Esterilização

A esterilização masculina é chamada de vasectomia. Consiste numa cirurgia simples, na qual os canais que conduzem os espermatozóides dos testículos até o pênis são bloqueados por meio de um pequeno corte. Desta forma, o líquido ejaculado deixa de conter espermatozóides, o que impede a fecundação.

A esterilização feminina é chamada de laqueadura. Neste tipo de cirurgia, as tubas uterinas (anteriormente chamadas de trompas de falópio) são bloqueadas por meio de um pequeno corte, de uma cauterização ou da colocação de anéis cirúrgicos. Assim, os óvulos produzidos no ovário não conseguem atingir o útero e não há fecundação.

O índice de falha da vasectomia é de cerca de 0,15%. Para a esterilização feminina, o nível de falha está entre 0,04% e 0,1%. Embora esses métodos sejam seguros, eles não protegem contra DSTs.

Tabelinha e coito interrompido

O método contraceptivo da tabelinha consiste em não manter relações sexuais durante o período fértil. Para isso, a mulher marca os dias do seu ciclo menstrual e, como a ovulação ocorre por volta do 14o dia, não mantém relações entre o 10o e o 20o dia de seu ciclo.

Como muitas mulheres possuem ciclos irregulares e – incluindo aquelas com ciclos constantes – estão sujeitas a eventuais alterações, este não é um método seguro, sendo que a probabilidade de falha encontra-se entre 5% e 15%. Este método contraceptivo também não previne contra as DSTs.

O coito interrompido apresenta uma porcentagem alta de falha, entre 12% e 40% – e não impede o contágio de DSTs. Consiste na retirada do pênis da vagina no momento da ejaculação. No entanto, pode haver liberação de espermatozóides antes mesmo da ejaculação.

Há também a dificuldade de se calcular o momento exato no qual o homem deve retirar o pênis. Por essas razões, tanto a tabelinha quanto o coito interrompido não são considerados métodos seguros para evitar a gravidez ou impedir a transmissão de DSTs.

Veja também

Источник: https://educacao.uol.com.br/disciplinas/biologia/anticoncepcionais-principais-metodos-contraceptivos.htm

Como escolher o melhor método contraceptivo?

20 opções de métodos anticoncepcionais

As soluções evoluíram e foi na década de 1960 que surgiu a primeira pílula anticoncepcional, remédio que combinava os hormônios estrogênio e o progestágeno, marcando uma fase de revolução sexual e independência feminina.

Embora a pílula anticoncepcional tenha se popularizado com sucesso e atualmente haja diversas opções de marcas disponíveis no mercado, o uso diário requer disciplina e boa memória.

Quem não toma a pílula no mesmo horário ou se esquece de tomá-la por um ou mais dias, acaba comprometendo a eficácia do método e corre o risco de engravidar. Segundo uma pesquisa sobre uso da pílula com 4.500 jovens mulheres de nove países, as brasileiras lideram o ranking das esquecidas.

O estudo TANCO – Think about Needs in Contraception (Pensando nas Necessidades em Contracepção, em português) encomendado pela Bayer, revelou que 58% das brasileiras se descuidam com frequência, enquanto a média global do esquecimento ficou em 39%.

Qual é o melhor método anticoncepcional?

Cada mulher é única e a solução contraceptiva não deve ser a mesma para todas. É importante buscar orientação de um médico ginecologista para encontrar a opção de contracepção que se encaixe na sua rotina e seja bem aceita pelo seu organismo. A busca por um novo método anticoncepcional pode surpreender, especialmente as opções para a contracepção de longo prazo.

Em vez de cuidar da rotina de tomar pílula todos os dias, que tal apostar em uma solução para ficar protegida e despreocupada durante vários anos? Os métodos contraceptivos reversíveis de longa duração (LARC, sigla em inglês para Long-Acting Reversible Contraception) englobam o dispositivo intrauterino (DIU), o sistema intrauterino (SIU, que é mais conhecido como DIU hormonal) e os implantes hormonais.

Esses métodos são alternativas mais seguras para a contracepção, que não causam aumento de peso e não prejudicam a fertilidade da mulher no futuro. Segundo um estudo da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, o índice de falha da pílula é de 9%, enquanto o DIU é mais eficaz, com falha que varia de 0,2 a 0,8%, divulgou a revista Saúde.

DIU

O DIU é um pequeno dispositivo plástico em forma de “T” que contém um fio de cobre.

Ele deve ser inserido dentro do útero da mulher por um ginecologista, durante procedimento que dura cerca de 15 minutos.

O fio de cobre provoca alterações no endométrio, o tecido que reveste o interior do útero. Com isso, o muco dessa região passa a ter características tóxicas para os espermatozoides, impedindo a fecundação.

O DIU de cobre não interrompe a ovulação e age como contraceptivo por até dez anos. Como desvantagem, pode gerar um aumento do fluxo menstrual e cólicas mais frequentes. Por isso, não é indicado para mulheres com menstruação intensa, pois pode causar problemas como a anemia.

SIU

O SIU, ou DIU hormonal, é uma estrutura plástica que também deve ser inserida no útero e age liberando pequenas doses do hormônio levonorgestrel por até cinco anos.

Uma das vantagens é que a dosagem reduzida de hormônio e com ação bem localizada não causa reação sistêmica no organismo da mulher.

A ação local do SIU provoca alterações no muco cervical, impedindo que o óvulo se fixe no útero.

Além de ser eficaz e seguro, o DIU hormonal reduz muito ou até mesmo pode interromper a menstruação. Por isso, há, inclusive, DIU hormonal com indicação para tratamento do Sangramento Uterino Anormal (SUA).

Eles também podem tratar a endometriose, uma doença que se manifesta com a presença do endométrio em outros órgãos como os ovários e trompas.

Com a liberação de hormônio dentro do útero, o SIU inibe o desenvolvimento do tecido endometrial e, com isso, ajuda a aliviar os sintomas da endometriose.

Implantes hormonais

Já os implantes hormonais são pequenas cápsulas em formato de bastão, medindo cerca de 4 centímetros, com ação que varia de seis meses a três anos. O implante é subcutâneo, sendo então inserido debaixo da pele do braço da mulher.

Ele funciona liberando o hormônio etonogestrel, que impede a liberação do óvulo do ovário e dificulta a entrada de espermatozoides no colo do útero por alterar a secreção de muco. Leia mais sobre os implantes no Portal Gineco, da Bayer.

Quer tirar dúvidas sobre os métodos anticoncepcionais de longo prazo? Confira as verdades e mitos sobre essas soluções com a Dra. Thais Ushikusa, ginecologista, obstetra e líder da área médica de saúde feminina da Bayer no vídeo abaixo.

Источник: https://www.bayer.com.br/pt/blog/como-escolher-o-melhor-metodo-contraceptivo

9 métodos contraceptivos: vantagens e desvantagens

20 opções de métodos anticoncepcionais

Existem vários métodos anticoncepcionais que ajudam a evitar uma gravidez indesejada, como a pílula anticoncepcional ou o implante no braço, porém apenas a camisinha evita a gravidez e protege contra doenças sexualmente transmissíveis ao mesmo tempo e, por isso, deve ser usado em todas as relações, especialmente quando não se conhece o parceiro ou parceira.

Antes de escolher e usar um método anticoncepcional é importante consultar o ginecologista para decidir qual a opção mais adequada, sendo que o melhor método é sempre o mais adequado às condições da mulher e do homem, como idade, uso de cigarro, doenças ou alergias, por exemplo.

1. Pílula anticoncepcional

O anticoncepcional oral, também conhecido como pílula anticoncepcional, é o método mais utilizado pelas mulheres para evitar a gravidez, pois possui hormônios que são semelhantes àqueles produzidos pelos ovários, fazendo com que a ovulação não ocorra e não exista um óvulo pronto para ser fecundado.

Os tipos de anticoncepcional oral existentes são a pílula combinada, que contém estrogênio e progestogênio, e a minipílula, que tem apenas progestogênio, que é mais comum durante a amamentação, em mulheres fumadoras ou naquelas com mais de 35 anos.

A pilula anticoncepcional pode ser adquirida de forma gratuita em um posto de saúde, porém depende da marca do anticoncepcional pois algumas têm de ser compradas na farmácia. As marcas mais comuns da pilula anticoncepcional são Selene, Yasmin, Ciclo 21 e Diane 35. Além disso, existem outras marcas como Yaz, Minima, Microvlar ou Cerazette, por exemplo.

  • Vantagens: além de ajudar a prevenir a gravidez, também pode ser usada para diminuir os sintomas de TPM, reduzir o fluxo menstrual e a dor durante a menstruação, regular o ciclo menstrual, melhorar a acne e o excesso de pelo e ajudar a evitar a doença inflamatória pélvica, cistos ou câncer do ovário;
  • Desvantagens: embora seja um método bastante eficaz e seguro, a mulher precisa ser responsável e tomar um comprimido todos os dias à mesma hora, sem esquecimentos, para evitar a gravidez;
  • Possíveis efeitos colaterais: os mais comuns incluem náuseas, dor nas mamas, pequenas perdas de sangue fora da menstruação, diminuição do fluxo de sangue e sintomas de depressão.

Como tomar a pilula anticoncepcional corretamente

Na maioria dos casos tem de se tomar 1 comprimido por dia, sempre no mesmo horário, durante 21 dias até ao final da cartela e quando terminar fazer uma pausa de 7 dias, que é quando a menstruação deve descer e no 8º dia, iniciar uma nova cartela. Se é este o seu método anticoncepcional leia tudo sobre a pílula anticoncepcional.

2. Implante anticoncepcional

O implante anticoncepcional, como o Implanon ou Organon, é um método que ajuda a prevenir a gravidez através de um pequeno tubo de plástico que é introduzido na parte interna do braço, embaixo da pele, pelo ginecologista e que libera hormônios para o sangue de forma lenta, impedindo a ovulação e dificultando a entrada dos espermatozoides no útero da mulher.

Este dispositivo pode permanecer no braço da mulher até 3 anos, porém só pode ser colocado e tirado pelo ginecologista e, depois de remover a fertilidade volta ao normal após 1 mês.

  • Vantagens: além de evitar a gravidez pode ser usado para diminuir a dor abdominal causada pela menstruação. Além disso, o implante não interfere com o contato íntimo, nem com a amamentação e, é um excelente método para mulheres que se esquecem com frequência de tomar o comprimido, têm doenças mentais ou problemas gastrointestinais.
  • Desvantagens: é um método mais caro e precisa de um profissional de saúde para ser colocado debaixo da pele.
  • Possíveis efeitos colaterais: pode causar perdas de sangue irregulares, surgimento de manchas na pele, náuseas, dor de cabeça e variações de humor.

Quando e como colocar o implante

O implante precisa ser colocado no hospital pelo ginecologista até aos 7 primeiros dias do ciclo menstrual, ou em qualquer momento do ciclo caso se tenha certeza que a mulher não está grávida.

Para colocar e tirar o implante é necessário fazer uma pequena cirurgia com anestesia local que é aplicada no braço, sendo normal nos primeiros 3 dias depois da intervenção ter dor ou ficar com uma pequena mancha roxa.

Saiba mais sobre o implante para evitar uma gravidez indesejada.

3. Dispositivo intrauterino (DIU)

O dispositivo intrauterino, conhecido por DIU, é um método contraceptivo de plástico em forma de T que é introduzido no útero pelo ginecologista e que pode permanecer durante cerca de 5 anos mantendo a sua eficácia.

Esta técnica anticoncepcional é muito eficaz e não causa desconforto, impedindo a gravidez por ação do cobre ou libertação de hormônios que dificultam a fecundação.

  • Vantagens: é um método que não interfere no ato sexual e é um bom método para quem esquece de tomar o comprimido todos os dias e à mesma hora, pois pode permanecer no útero por vários anos.
  • Desvantagens: precisa ser colocado por um profissional de saúde e em alguns casos pode levar ao aparecimento de anemia.
  • Possíveis efeitos colaterais: pode causar dor durante alguns dias depois da colocação, levar a pequenas perdas de sangue nos meses seguintes e pode ainda aumentar o risco de infecções vaginais.

Veja como o DIU impede a gravidez.

4. Camisinha masculina e feminina

O preservativo é um método anticoncepcional excelente para evitar a gravidez, além de ser o único método que protege do contágio de doenças sexualmente transmissíveis, como Aids ou sífilis.

Porém, para ser eficaz é necessário colocar a camisinha corretamente antes de cada contato intimo, impedindo o contato direto entre o pênis e a vagina, evitando que os espermatozoides chegam ao útero.

  • Vantagens: geralmente são baratos, fáceis de colocar, não causam qualquer tipo de alteração no corpo e protegem contra doenças sexualmente transmissíveis.
  • Desvantagens: algumas pessoas podem apresentar alergia ao material do preservativo, que normalmente é de látex. Além disso, o preservativo pode causar desconforto em alguns casais ou rasgar durante o contato íntimo, aumentando as chances de engravidar.
  • Possíveis efeitos colaterais: além do risco de alergia ao tipo de material do preservativo, não existem efeitos colaterais para o uso do preservativo.

5. Diafragma vaginal

O diafragma é um método contraceptivo de borracha em forma de anel que impede a entrada dos espermatozoides no útero, evitando a fecundação do óvulo. O diafragma pode ser usado várias vezes durante cerca de 2 anos e, por isso, depois de usar deve-se lavar e guardar num local limpo.

  • Vantagens: não interfere com o contato íntimo e pode ser inserido até 24 horas antes da relação. Além disso, ainda reduz o risco de doença inflamatória pélvica.
  • Desvantagens: precisa ser colocado no máximo até 30 minutos antes do contato íntimo e retirado 12 horas após a relação, devendo ser repetida todas as vezes que tiver contato íntimo, caso contrário não é eficaz.
  • Possíveis efeitos colaterais: não existem efeitos colaterais associados ao uso do diafragma vaginal.

Entenda melhor o que é o diafragma e como colocar.

6. Anel vaginal

O anel é um dispositivo de borracha que é introduzido na vagina pela mulher e a sua colocação é semelhante à introdução de um absorventes interno. A mulher deve permanecer com o anel durante 3 semanas e depois deve retirar e fazer uma pausa de 7 dias para a menstruação descer, voltando a colocar um anel novo.

  • Vantagens: é fácil de utilizar, não interfere com o contato íntimo, é um método reversível e não altera a flora vaginal.
  • Desvantagens: não protege contra DST's, pode levar a aumento do peso e não pode ser usado em vários casos, como problemas no fígado ou pressão alta.
  • Possíveis efeitos colaterais: em algumas mulheres pode causar dor abdominal, náuseas, diminuição da libido, períodos menstruais dolorosos e aumentar o risco de infecções vaginais.

Veja mais sobre o anel vaginal, como colocar e possíveis efeitos colaterais.

7. Anticoncepcional injetável

A injeção anticoncepcional, como Depo-Provera, deve ser aplicada no músculo do braço ou perna 1 vez por mês ou de 3 em 3 meses por um enfermeiro no posto de saúde.

A injeção vai libertando lentamente hormônios que impedem a ovulação, porém o seu uso prolongado pode provocar atraso na fertilidade, aumento do apetite, o que pode conduzir ao aumento de peso, além de dores de cabeça, acne e queda de cabelo, por exemplo. É um ótimo método para mulheres com doença mental, com tuberculose ou epilepsia que não podem tomar comprimidos anticoncepcionais ou têm muitas infecções vaginais e não podem usar anel ou diu.

8. Laqueadura ou Vasectomia

A cirurgia é um método contraceptivo definitivo, impedindo a mulher ou o homem de ter filhos para o resto da vida, por isso, na maioria dos casos este método só é utilizado depois de decidir não ter mais filhos, sendo mais frequente em mulheres ou homens com mais de 40 anos.

No caso da mulher é feita a laqueadura das trompas com anestesia geral, onde é feito um corte ou um torniquete nas trompas, que são fechadas, impedindo o encontro do espermatozoide com o óvulo. A esterilização definitiva da mulher exige internamento por cerca de 2 dias e, normalmente a recuperação demora cerca de 2 semanas.

A vasectomia é a cirurgia realizada no homem, com anestesia geral que demora cerca de 20 minutos, sendo feito um corte no canal por onde passam os espermatozoides dos testículos até às vesículas seminais, porém o homem embora deixe de ser fértil, continua ejaculando e não desenvolve impotência.

Existem outros métodos que também podem ajudar a evitar a gravidez, porém não devem ser usados individualmente porque não são totalmente eficazes e pode ocorrer gravidez. Assim, alguns métodos, podem ser:

  • Método do calendário: este método exige saber calcular o período fértil, por subtração de 11 dias ao ciclo mais longo e de 18 dias ao ciclo mais curto.
  • Método da Temperatura: a temperatura do corpo é mais elevada após a ovulação e, para saber o momento do mês que a mulher é mais fértil deve medir a temperatura com um termômetro sempre no mesmo local;
  • Método do muco: durante o período mais fértil a mulher tem muco mais grosso, semelhante a clara de ovo, que indica que as chances de engravidar são maiores.
  • Método do coito interrompido: este método implica retirar o pênis do interior da vagina no momento em que o homem vai ejacular. No entanto ele não é seguro e é desaconselhado. Entenda porque clicando aqui.

Segundo estes métodos é necessário evitar contato intimo durante o período fértil, que é quando a mulher tem maiores chances de poder engravidar e, para entender qual o perfil da mulher, geralmente são necessários 3 a 6 ciclos.

Veja como calcular o seu período fértil e evite engravidar:

Источник: https://www.tuasaude.com/metodos-contraceptivos/

Métodos Contracetivos | Associação para o Planeamento da Família

20 opções de métodos anticoncepcionais

O Planeamento Familiar (PF) representa uma componente fundamental na prestação de cuidados em Saúde Sexual e Reprodutiva (SSR) e refere-se a um conjunto variado de serviços, medicamentos e produtos essenciais que possibilitam às pessoas, individuais e em casal, alcançar e planear o número de filhos desejados e o espaçamento dos nascimentos. A decisão de ter ou não filhos, assim como a escolha do momento para ter filhos, é um direito que assiste a todos os indivíduos e famílias.

Os serviços de PF incluem a prestação de cuidados de saúde, aconselhamento, informação e educação relacionados com a SSR. 

Numa perspetiva mais abrangente, o PF deve:

  • Promover uma vivência sexual gratificante e segura;
  • Preparar uma maternidade e paternidade saudáveis; 
  • Prevenir a gravidez indesejada;
  • Reduzir os índices de mortalidade e morbilidade materna, perinatal e infantil;
  • Reduzir o número de Infeções Sexualmente Transmissíveis (IST).

O Direito ao PF está baseado internacionalmente nos Direitos Humanos, enquadrando-se no:

  • Direito à vida;
  • Direito ao padrão mais elevado de saúde;
  • Direito de decidir o número e espaçamento de filhos que se deseja ter;
  • Direito à privacidade;
  • Direito à informação;
  • Direito à igualdade e não discriminação.

Estes direitos humanos têm estatuto de lei internacional e encontram expressão nas declarações políticas e planos de ação internacionais, tais como a Declaração de Viena sobre os Direitos Humanos (1993), a Declaração e Plataforma de Ação da IV Conferência Mundial Sobre a Mulher (1995) e a Declaração do Milénio, com os denominados Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (2000).

De acordo com o preceituado na Lei nº 3/84 de 24 de Março, compete ao Estado, para proteção da família, promover, pelos meios necessários, a divulgação dos métodos de PF e assegurar e organizar as estruturas jurídicas e técnicas que permitam o exercício de uma maternidade e paternidade conscientes. Ademais, o Estado garante a Educação Sexual, como componente fundamental do Direito à Educação.

Quanto aos serviços, é assegurado a todos, sem excepção, o livre acesso às consultas e outros meios de PF. Através das consultas, todos os indivíduos têm o direito à informação, a conhecimentos e a meios que lhes permitam tomar decisões livres e responsáveis.

Os Centros de Saúde devem garantir consultas de PF e dispor de equipas multiprofissionais para o esclarecimento de dúvidas e questões no domínio da SSR. Neste contexto, devem existir serviços com pessoal técnico devidamente habilitado para o aconselhamento, bem como os recursos materiais necessários para o fazer com a qualidade devida. 

As consultas de PF e uma vasta panóplia de métodos contracetivos proporcionados por entidades públicas são gratuitos.

Nos termos da Lei nº 120/99, de 11 de Agosto, os jovens podem aceder a qualquer consulta de PF, ainda que o façam em Centro de Saúde ou Serviços Hospitalares que não sejam da área da sua residência.

Consultas de Planeamento Familiar

Em todos os hospitais do Serviço Nacional de Saúde com serviço de ginecologia e/ou obstetrícia, devem funcionar consultas de PF, de forma a garantir a prestação de cuidados, nos seguintes casos:

  • Mulheres em situação de risco (designadamente, diabetes, cardiopatias e doenças oncológicas);
  • Homens e mulheres com indicação para contraceção cirúrgica (laqueação de trompas ou vasectomia);
  • Mulheres com complicações resultantes de aborto;
  • Puérperas de alto risco; e
  • Adolescentes .

Em todos os Centros de Saúde devem existir equipas multidisciplinares que promovam e garantam:

  • O atendimento imediato emsituações que o justifiquem;
  • O encaminhamento adequado para consulta a realizar no prazo máximo de 15 dias, ponderado o grau de urgência;
  • Consultas de PF para utentes que delas não disponham; e
  • Métodos contracetivos para distribuição gratuita aos/às utentes.

Como escolher o método adequado

O sucesso na escolha de um método contracetivo depende de decisão voluntária e esclarecida sobre a segurança, a eficácia, os custos, os efeitos secundários e reversibilidade dos métodos disponíveis.

Há um conjunto de questões que devem ser colocadas quando se pretende escolher um método contracetivo:

  • É eficaz? 
  • Está adequado ao meu estilo de vida?
  • É reversível?
  • É acessível?
  • Existem riscos para a saúde? 

Apenas um Médico pode aconselhar o método mais adequado para cada mulher ou casal em particular. Assim, deve consultar o seu Clínico antes de iniciar a utilização de qualquer método contracetivo.

Quadros Comparativos

Consulte as tabelas:

  • tabela de métodos hormonais e
  • tabela dos métodos barreira 

e compare características, vantagens e desvantagens.

Legislação

  • Resolução da Assembleia da República nº 27/2007, de 21 de Junho – Recomenda ao Governo medidas no sentido de prevenir a gravidez na adolescência;
  • Lei nº 12/2001, de 29 de Maio  – Contraceção de emergência;
  • Lei nº 90/2001, de 20 de Agosto – Define medidas de apoio social às mães e pais estudantes;
  • Decreto-lei nº 259/2000, de 17 de Outubro – Promoção da Educação Sexual em meio escolar; Saúde Reprodutiva; Planeamento Familiar;
  • Lei nº 120/99, de 11 de Agosto – Reforça as garantias do direito à SSR;
  • Portaria nº 52/85, de 26 de Janeiro – Regulamento das consultas de PF e Centros de Atendimento a jovens;
  • Lei nº 4/84, de 5 de Abril – Proteção da maternidade e paternidade; e
  • Lei nº 3/84, de 24 de Março – Estabelece o direito à Educação Sexual e define as formas de acesso ao PF.

Outros documentos

  • Consenso sobre Contraceção 2020- Documento de orientações técnicas produzido em conjunto pela Sociedade Portuguesa de Ginecologia, a Sociedade Portuguesa da Contracepção e a Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução.
  • Site informativo sobre contraceção e métodos contracetivos

Источник: http://www.apf.pt/metodos-contracetivos

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