21 Sintomas da DENGUE (clássica e hemorrágica)

O que é a dengue hemorrágica?

21 Sintomas da DENGUE (clássica e hemorrágica)

Embora ainda seja chamada de dengue hemorrágica pela população, a versão mais ameaçadora dessa doença agora tem o nome de dengue grave, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Além dos sintomas clássicos (febre, enjoo e dores no corpo), ela envolve sangramentos, palidez, sudorese, dificuldade de respirar e comprometimento de alguns órgãos. Isso tudo pode matar.

Existem quatro tipos de vírus da dengue e qualquer um pode causar esse problema pra lá de perigoso. Mas tem um detalhe: os quadros graves são mais comuns em quem já foi atacado por um desses agentes infecciosos anteriormente. Isso porque, na segunda agressão, o sistema imunológico do próprio paciente tende a disparar uma reação excessivamente forte.

A mudança de nome da dengue hemorrágica

De acordo com a infectologista Melissa Barreto Falcão, da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), desde 2014 o Brasil passou a utilizar o termo “dengue grave”, seguindo a classificação da OMS.

“Isso aconteceu devido à falta de precisão na identificação dos pacientes em nível crítico segundo a rotulação anterior”, esclarece Melissa. “Muitos casos mais perigosos passavam despercebidos, porque o nome sugeria que, para ser grave, tinha que ter hemorragia, o que não é verdade”, completa.

Desde então, a dengue é classificada em três categorias, de acordo com os sintomas:

Dengue sem sinais de alarme

  • Febre
  • Enjoo
  • Vômito
  • Vermelhidão no corpo
  • Dores de cabeça, nos músculos, nas articulações e ao redor dos olhos

Só não pense que essa situação dispensa cuidados do médico. Embora de fato ela seja menos preocupante, não deixe de buscar apoio dos especialistas.

Dengue com sinais de alarme

Após a melhora da febre, aparecem um ou mais dos sinais abaixo:

  • Dor intensa na barriga
  • Vômitos persistentes
  • Acúmulo de líquidos nas cavidades do corpo (abdômen, coração e pulmão)
  • Sangramentos
  • Apatia ou irritação
  • Tontura ao levantar
  • Aumento do fígado
  • Aumento da concentração do sangue

Aqui você não pode vacilar. Vá depressa para o pronto-socorro – quanto mais precoce o diagnóstico, menor o risco de ele progredir para a dengue hemorrágica (ops, para dengue grave).

Dengue grave

Além do agravamento dos sintomas anteriores, é definida pela presença de uma ou mais das seguintes manifestações:

Continua após a publicidade

  • Choque: prostração, palidez das mucosas e da pele, sudorese, aceleração do pulso e queda acentuada da pressão arterial
  • Dificuldade de respirar: ocorre devido à saída de líquidos dos vasos sanguíneos (processo chamado de extravasamento plasmático)
  • Sangramento intenso
  • Comprometimento severo de coração, rins, fígado e cérebro

“É na forma grave que há maior risco de morte”, alerta Melissa.

Quanto tempo a dengue grave dura?

O choque em geral ocorre entre o quarto e quinto dia de doença. Ele é comumente precedido por aqueles sinais de alarme.

“O extravasamento plasmático e o choque são de rápida instalação e duram entre 24 e 48 horas. Se não forem tratados adequadamente, em um intervalo de 12 a 24 horas podem levar ao óbito”, informa a infectologista.

Como é o diagnóstico?

Ele é feito da mesma maneira para todos os casos da chateação: por análise do médico ou por exame de sangue específico.

Como funciona o tratamento?

Não há um remédio específico para dengue. O tratamento é realizado, principalmente, com hidratação direto na veia e varia de acordo com as manifestações que cada paciente apresenta.

Ou seja, a meta é controlar os sintomas e dar condições de o próprio corpo combater a dengue.

Já tem vacina para se proteger contra a dengue grave?

Sim. É a mesma utilizada para se proteger da forma mais leve. Mas ela não está disponível na rede pública e só deve ser aplicada em quem já foi infectado uma vez por algum dos vírus da dengue.

Outros tipos de vacina estão sendo estudados no momento, inclusive no Brasil.

Tem cura?

“Quase todos os óbitos por dengue são evitáveis e dependem, na maioria das vezes, da qualidade da assistência prestada e da organização dos serviços de saúde”, conclui a especialista.

Ao sinal de qualquer sintoma grave, consulte o médico quanto antes.

Continua após a publicidade

  • Dengue
  • Dores
  • Febre
  • Vacinação
  • Vacinas
  • Vírus

Источник: https://saude.abril.com.br/medicina/o-que-e-a-dengue-hemorragica/

Dengue

21 Sintomas da DENGUE (clássica e hemorrágica)

A Dengue é uma doença viral, causada por um flavivírus da família Flaviviridae, cujo vetor é um mosquito do género Aedes, que se reproduz em ambiente peri doméstico, com uma vasta dispersão a nível das regiões tropicais e subtropicais.

Enquanto a maioria dos casos clínicos se apresenta como uma doença febril, também se registam formas graves incluindo febres hemorrágicas e choque com fatalidades associadas. Visto a dengue tratar-se duma doença hemorrágica viral, está sob vigilância europeia.

É a doença viral transmitida por mosquitos com maior importância a nível mundial uma vez que ocorrem dezenas de milhões de casos todos os anos que resultam em cerca de 20.000 a 25.000 mortes, sobretudo em crianças.

Existem 4 serotipos distintos do vírus da dengue (DEN-1, DEN-2, DEN-3, DEN-4), todos de origem asiática e sem imunidade cruzada, logo as pessoas que vivem em determinada região endémica da doença podem ter várias infeções por dengue durante a sua vida. Atualmente não existe vacina disponível.

A dengue é endémica na maioria dos territórios europeus ultramarinos localizados nas regiões tropicais. Na Europa continental podem ocorrer surtos limitados em zonas infestadas por Aedes albopictus, uma espécie invasora de mosquito que aumentou a sua dispersão nos últimos 20 anos.

Caraterísticas clínicas

Entre 40 a 80% de todas as infeções por dengue são assintomáticas.

Sintomas clínicos mais comuns incluem febre elevada de início súbito, dores de cabeça fortes e dor retro orbital, mialgia, artralgia, exantema maculopapular e hemorragias menores. A febre e os outros sintomas geralmente seguem uma sequência, com uma breve remissão após o terceiro dia. A doença raramente dura mais do que 10 dias, mas a convalescença pode ser prolongada e debilitante.

Uma proporção dos casos, geralmente inferior a 5%, pode ser grave e uma fração destes pode ser fatal. A maioria dos casos graves e das mortes ocorre em crianças e adolescentes.

A dengue grave – geralmente referida por Dengue hemorrágica/Febre Hemorrágica de dengue/Síndrome de Choque de Dengue, para distinguir da clássica febre de dengue – é caraterizada por um aumento da permeabilidade vascular que pode levar a choque hipovolémico potencialmente fatal.

Transmissão

O período de incubação da infeção no homem é de 3 a 21 dias, com uma média de 4 a 7 dias.

A virémia atinge as titulações mais elevadas no dia anterior ao início dos sintomas e geralmente permanece suficientemente elevada para infetar mosquitos durante os quatro dias seguintes.

A imunidade a qualquer um dos quatro serotipos é provavelmente vitalícia, mas tal não confere imunidade aos outros três serotipos.

Os humanos são o principal hospedeiro amplificador do vírus. Nas áreas urbanas tropicais e subtropicais, os vírus são mantidos num ciclo humano/mosquito.

A única forma de transmissão da doença é através da picada de um mosquito infetado.

Os mosquitos adquirem o vírus quando se alimentam de um hospedeiro em estado de virémia, após o que (numa espécie suscetível) o vírus infeta vários tecidos, incluindo as glândulas salivares.

Apesar de poder levar semanas (e muitas refeições sanguíneas) para um mosquito se tornar infecioso, os mosquitos ficam infetados para a vida. As novas infeções em humanos ocorrem quando a saliva que contém o vírus é injetada num hospedeiro não imune durante refeições sanguíneas subsequentes.

O período de incubação extrínseco, ou seja, o tempo necessário para o mosquito se tornar infecioso, é cerca de 10 dias a 27°C.

Existem algumas evidências que os macacos da floresta estão envolvidos num ciclo silvático em que os mosquitos são vetores no sudeste asiático e África ocidental. Contudo, não existem provas de que estes vírus sejam responsáveis por grandes epidemias.

A dengue é sobretudo uma doença de aldeias e zonas urbanas porque o seu principal vetor, Aedes aegypti, é abundante no ambiente peri doméstico.

A espécie é um vetor altamente eficaz: alimenta-se quase exclusivamente de humanos, reproduz-se em pequenos contentores feitos pelo homem que contêm água, descansa no interior dos edifícios e raramente se encontra a mais de 50 metros de habitações humanas. Os seus hábitos de picada tendem a ser diurnos.

Uma segunda espécie, o mosquito tigre asiático, Aedes albopictus, pode ser comum no ambiente peri doméstico, sobretudo em áreas urbanas com vegetação abundante.

É considerado, contudo, como um vetor secundário porque não tem um hospedeiro específico; as refeições sanguíneas podem ser realizadas em animais que não são suscetíveis ao vírus de dengue e portanto não participam no ciclo de transmissão.

Todavia, já ocorreram epidemias em locais onde este mosquito era a única espécie de vetor presente.

O mosquito Aedes albopictus presente no sul da Europa está bem adaptado às temperaturas do inverno, e é provável que expanda a sua distribuição para norte. Já constitui um grande incómodo em vários países mediterrânicos e foi responsável por casos autóctones de dengue em França e na Croácia em 2010.

Epidemiologia

A dengue é endémica em mais de 100 países em África, continente americano, sudeste asiático, Pacífico ocidental e leste do Mediterrâneo.

Os vírus de dengue são extremamente móveis e transportados por passageiros infetados e todos os quatro serotipos podem co circular em muitas cidades em todo o mundo. O número de casos de dengue tem vindo a aumentar de forma dramática nas últimas décadas e têm-se registado grandes surtos.

É frequente registarem-se casos importados de dengue por viajantes que regressam à UE, de zonas endémicas e que podem vir a gerar uma transmissão local em áreas onde o vetor está presente. Em agosto de 2010, registaram-se vários casos autóctones (de gravidade moderada) na Croácia e na França, em áreas infestadas por Aedes albopictus.

O Aedes aegypti já esteve presente na Europa, onde foi responsável por grandes epidemias de febre-amarela e dengue. O seu desaparecimento após a II Guerra Mundial nunca foi explicado. Atualmente está presente na Madeira e é possível que se venha a reestabelecer na Europa.

A última epidemia de dengue no continente europeu data de 1927/28 na Grécia, com elevada taxa de mortalidade e o mosquito Aedes aegypti como vetor.

O risco de transmissão de dengue através de transfusões sanguíneas está sob investigação.

Medidas de controlo da saúde pública

Os mosquitos vetores colonizam sobretudo coleções de água, como por exemplo os pratos sob os vasos de flores, contentores de água que não estão bem fechados, poços e tanques de armazenamento, buracos em árvores e rochas. Assim, a remoção destes criadouros através do esvaziamento de águas estagnadas dentro e à volta das casas, semanalmente, é a forma mais eficiente de evitar a proliferação do mosquito.

A aplicação de inseticidas aerossolizados através de máquinas portáteis, veículos automóveis ou aviões é dispendiosa e ineficaz. Para além disso, mesmo que se atinja uma elevada taxa de mortalidade, o impacto nas populações adultas é demasiado curto para ter um impacto eficaz a nível da transmissão.

Medidas de proteção pessoal e prevenção

Não existem grupos de risco em particular: qualquer pessoa exposta ao vetor infetado pode ficar infetada com o vírus. Contudo, os casos mais graves são registados em crianças nos países endémicos.

A prevenção da dengue baseia-se atualmente na proteção pessoal contra a picada do mosquito. Muitas autoridades recomendam medidas de proteção pessoal (camisas de manga comprida, calças metidas dentro das meias, repelente de insetos, etc.) mas a abordagem é pouco prática em países quentes, sobretudo por causa dos hábitos de picada do vetor.

Não existe vacina para a dengue, mas este é um campo ativo de investigação e há várias vacinas candidatas em fase de testes clínicos.

Источник: https://doc.iasaude.pt/Mosquito/index.php/doencas/dengue

Sintomas de dengue clássica e hemorrágica (com teste online)

21 Sintomas da DENGUE (clássica e hemorrágica)

Os primeiros sintomas da dengue geralmente são pouco específicos e incluem febre alta e mal estar geral, que surgem cerca de 3 dias após a picada do mosquito Aedes aegypti.

Dessa forma, além dos sinais que surgem, é muito importante ficar atento para a evolução dos sintomas da dengue e assim ajudar o médico a distinguir de outras doenças como gripe, resfriado, malária ou meningite, por exemplo, iniciando o tratamento adequado rapidamente.

Como saber se é dengue

Se acha que pode estar com dengue, selecione os seus sintomas, para saber qual o risco:

Em caso de suspeita de deve-se beber bastante líquidos e ir ao médico para confirmar a infecção. Nesse caso, o único medicamento que pode ser tomado é o Paracetamol para aliviar as dores e a febre, já que a aspirina pode causar hemorragia.

Confira uma lista com os medicamentos que não devem ser usados para alivia os sintomas de dengue.

1. Dengue clássica: sintomas específicos

Sintomas da Dengue Clássica

Os sintomas da dengue clássica são semelhantes aos da Zika, mas normalmente são mais intensos e duram cerca de 7 a 15 dias, enquanto a Zika costuma desaparecer em até 1 semana. No entanto, em qualquer um dos casos, é importante ir ao médico para que faça o diagnóstico adequado da doença e dê orientações do tratamento a ser seguido.

Os sintomas da dengue clássica geralmente incluem:

Febre Alta

A febra alta tem início súbito e a temperatura corporal fica em torno de 39 a 40ºC. A febre significa que o corpo está começando a combater o vírus através da produção de anticorpos, e, por isso, é importante iniciar o repouso para que as energias do corpo sejam concentradas em eliminar o vírus.

Como aliviar: deve-se utilizar remédios que regulem a febre, como o Paracetamol, de preferência indicados pelo médico. Além disso, também pode ajudar colocar panos úmidos na testa, na nuca e nas axilas ou tomar banhos levemente frios, para diminuir a temperatura corporal.

Náuseas e vômitos

As náuseas e vômitos são outros sintomas comuns da dengue, que acontecem devido ao mal estar geral causado pela doença, que também provoca falta de apetite, especialmente perante cheiros fortes.

Como aliviar: deve-se consumir apenas pequenas quantidades de alimentos de cada vez, evitando consumi-los muito quentes ou muito gelados, pois eles pioram o mal estar. Além disso, deve-se preferir alimentos fáceis de mastigar e digerir, evitando o excesso o sal, pimenta e temperos em geral.

Dor de cabeça e no fundo dos olhos

A dor de cabeça costuma afetar principalmente a região dos olhos e tende a piorar com o movimento e esforço da vista.

Como aliviar: tomar remédios contra a dor, como paracetamol, colocar compressas de água morna na testa ou tomar chás de gengibre, erva doce, alfazema ou camomila. Veja outras opções de remédios caseiros para dor de cabeça.

Manchas vermelhas na pele

As manchas vermelhas são parecidas com as do sarampo, mas surgem principalmente na região do tórax e nos braços. A doença pode ser confirmada através da prova do laço, na qual é observada o surgimento de manchas vermelhas na pele após amarrar um fio no dedo.

No posto médico, a prova do laço pode diferenciar os sintomas da dengue e da Zika, pois na dengue ocorre formação de mais manchas vermelhas na área avaliada pelo médico. Veja mais sobre como é feita a prova do laço.

Como aliviar: as manchas da dengue desaparecem com o evoluir do tratamento e, por isso, não precisam de tratamento específico. No entanto, é importante evitar pancadas na pele, já que podem causar sangramento.

Mal-estar e cansaço extremo

Devido à luta para combater o vírus, o corpo gasta mais energia e provoca a sensação de cansaço extremo. Além disso, como normalmente o paciente passa a se alimentar mal durante a doença, o corpo fica ainda mais fraco e cansado.

Como aliviar: Deve-se descansar o máximo possível, beber bastante água para facilitar a eliminação do vírus e evitar ir para o trabalho, para a aula ou fazer atividades que exigem esforços em casa.

Dor abdominal, nos ossos e nas articulações

A dor abdominal ocorre principalmente em crianças, enquanto a dor nos ossos e nas articulações costuma afetar todos os pacientes. Além de dor, a região afetada também pode ficar levemente inchada e avermelhada.

Como aliviar: Usar medicamentos como o Paracetamol e Dipirona para aliviar a dor e colocar compressas frias na região para ajudar a desinchar as articulações.

2. Dengue hemorrágica: sintomas específicos

Os sintomas podem aparecer até 3 dias após os sintomas da dengue clássica e incluem sangramentos pelo nariz, gengiva ou olhos, vômitos persistentes, urina com sangue, agitação ou confusão.

Sintomas da dengue hemorrágica

Além destes sintomas, em alguns casos, também é possível o surgimento de outros sinais como pele úmida, pálida e fria, assim como diminuição da pressão arterial.

O que fazer se suspeitar de dengue hemorrágica: Deve ir imediatamente para o hospital para receber o atendimento adequado, porque esta é uma situação grave que pode levar à morte se não for devidamente tratada no ambiente hospitalar.

Como é feito o tratamento

O tratamento da dengue é feito com analgésicos e antitérmicos, sob orientação médica, tais como Paracetamol e Dipirona para aliviar os sintomas. Não se deve tomar nenhum medicamento à base de Ácido Acetilsalicílico, como aspirina ou AAS, porque podem provocar hemorragia.

Para completar o tratamento é recomendado também repouso e ingestão de líquidos mas o tratamento da dengue hemorrágica deve ser feito no hospital, com o uso de medicamentos e, se necessário, transfusão de plaquetas.

Veja outras dicas para se recuperar mais rápido depois da picada do mosquito Aedes aegypti.

Porém, nos casos mais graves, que necessitam de internamento hospitalar, a dengue pode complicar, podendo ser observado desidratação problemas no fígado, no sangue, coração ou respiratórios. Veja quais as 5 Doenças que podem ser Causadas pela Dengue.

Sintomas da Dengue em bebês

Em bebês e crianças pode ser mais difícil de diferenciar esta doença de outras infecções comuns, por isso se o bebê apresentar febre alta repentina deve ser levado ao posto de saúde mais próximo ou pediatra, para que ele possa solicitar um exame de sangue e indicar o tratamento que poderá incluir a toma de Paracetamol ou Dipirona.

Os sintomas em bebês podem ser:

  • Febre alta, de 39 ou 40ºC;
  • Prostração ou irritabilidade;
  • Falta de apetite;
  • Diarreia e vômito.

O que fazer se suspeitar que o bebê está doente: Deve levar o bebê ao pediatra, ao posto de saúde ou Unidade de Pronto Atendimento – UPA para que a doença seja diagnosticada por um médico.

Geralmente, o tratamento é feito em casa, oferecendo muitos líquidos ao bebê ou a criança, como água, chá e sucos. Além disso, é importante oferecer um alimentação de fácil digestão, como legumes e frutas cozidas, e frango ou peixe cozido. No entanto, a criança também pode não apresentar sintomas, dificultando seu diagnóstico. Saiba como saber se a criança está com dengue.

Saiba tudo o que se pode fazer para não ser picado pelo Aedes Aegypti:

Para saber a diferença, veja quais são os sintomas da gripe.

Para evitar e prevenir a dengue é muito importante virar todas as garrafas com a boca para baixo, colocar terra nos pratos das plantas ou manter o quintal sem poças de água parada, uma vez que este são ótimos ambientes para o desenvolvimento de larvas do mosquito. Saiba mais em Saiba como é Feita a Transmissão da Dengue. 

Источник: https://www.tuasaude.com/sintomas-da-dengue/

Sobre a Medicina
Deixe uma resposta

;-) :| :x :twisted: :smile: :shock: :sad: :roll: :razz: :oops: :o :mrgreen: :lol: :idea: :grin: :evil: :cry: :cool: :arrow: :???: :?: :!: