25 SINTOMAS DA MENOPAUSA E CLIMATÉRIO

Contents
  1. MENOPAUSA – Causas, sintomas e tratamento
  2. Menopausa e climatério
  3. Idade
  4. Por que a menopausa ocorre?
  5. Sintomas
  6. Fogachos
  7. Sintomas urogenitais
  8. Depressão e alterações do humor
  9. Problemas a longo prazo
  10. Tratamento
  11. Reposição hormonal
  12. Estrogênio vaginal
  13. Antidepressivos em doses baixas
  14. Controle da osteoporose
  15. Referências
  16. Menopausa: 10 dicas médicas para aliviar os sintomas
  17. 1. Menos café, por favor
  18. 2. Coma mais vegetais
  19. 3. Vitamina C nunca é demais
  20. 4. Cuide do intestino
  21. 5. Terapia de reposição hormonal
  22. 6. Mais hormônios
  23. 7. Mantenha-se hidratada
  24. 8. Xô, ansiedade
  25. 9. Invista em terapias alternativas
  26. 10. Ame-se!
  27. Menopausa antes dos 40: impactos não são só físicos, mas psicológicos, dizem mulheres
  28. Relação entre menstruação e 'papel da mulher'
  29. Sinais de menopausa aos 25 anos
  30. Falência dos ovários
  31. Causas e tratamento
  32. Menopausa: quais são os sintomas e tratamentos
  33. O que é menopausa?    
  34. Mas, afinal, com quantos anos começa a menopausa?
  35. Quais são as causas da menopausa?
  36. Quais são os sintomas da menopausa?
  37. Quais os tipos de menopausa?
  38. Pré-menopausa
  39. Perimenopausa
  40. Pós-menopausa
  41. O que é climatério?
  42. Qual a diferença entre climatério e menopausa?
  43. Quais são os sinais de menopausa precoce?
  44. Quanto tempo dura a menopausa?
  45. Qual é o tratamento para menopausa?
  46. Estrogênio
  47. Remédios não hormonais
  48. Terapias alternativas
  49. Novos hábitos
  50. Terapia e a menopausa
  51. Menopausa: sintomas mais comuns e como diagnosticar
  52. O que é menopausa precoce?
  53. Confira alguns dados sobre a menopausa precoce:
  54. Os estágios da menopausa
  55. Pré-menopausa
  56. Perimenopausa
  57. Pós-menopausa (climatério)
  58. Sintomas da menopausa
  59. Como diagnosticar a menopausa? 

MENOPAUSA – Causas, sintomas e tratamento

25 SINTOMAS DA MENOPAUSA E CLIMATÉRIO

Menopausa é o nome que damos à última menstruação da mulher, evento ocasionado pela falência dos ovários, caracterizada pela interrupção da ovulação e da produção de estrogênio. É um processo inevitável, irreversível e universal para todas as mulheres. O termo menopausa é muitas vezes empregado erradamente, sendo confundido com climatério.

Neste texto abordaremos o que é a menopausa, quais são os seus principais sintomas e qual é a diferença entre menopausa e climatério.

Menopausa e climatério

Há muita confusão, principalmente entre o público leigo, com os termos menopausa e climatério. Menopausa, como descrito na introdução, é a última menstruação da vida da mulher.

O período em que a mulher inicia a transição da sua fase reprodutiva para não reprodutiva, que engloba os anos logo antes e após a cessação da menstruação é chamado de climatério.

Portanto, apesar de ser muito comum ouvirmos dizer que uma mulher está na menopausa, o mais correto seria dizer que ela teve a menopausa e agora está no climatério.

A vida reprodutiva da mulher apresenta dois importantes marcos: a menarca, que é a primeira menstruação, e a menopausa, sua última menstruação. A primeira é o sinal de que a vida fértil da mulher está sendo iniciada, enquanto a segunda é o sinal de que o período fértil chegou ao seu fim.

Idade

A menopausa é causada pelo envelhecimento dos ovários e pela depleção dos seus folículos, que são um agregado de células que dão origem aos óvulos. As mulheres nascem com cerca de 450.000 potenciais óvulos estocados nos folículos ovarianos.

Esses óvulos começam a ser eliminados pelo organismo desde antes do nascimento, um processo progressivo que se completa, em média, quando a mulher atinge os 50 anos. Na verdade, 90% das mulheres têm sua menopausa entre os 45 e 55 anos. Cerca de 5% podem tê-la mais próximo dos 40 anos e outros 5% mais próximo dos 60 anos.

Esta continua e lenta degeneração dos folículos do ovário é chamada de atresia folicular.

Vários fatores influenciam na idade na menopausa. Os mais importantes são:

  • Genética.
  • Origem étnica: a menopausa costuma ocorrer mais cedo em mulheres latinas e mais tardiamente em asiáticas.
  • História de tabagismo: mulheres que fumam apresentam a menopausa, em média, dois anos antes das não-fumantes (leia: Malefícios do cigarro – Tratamento do tabagismo)
  • História reprodutiva: mulheres que nunca engravidaram apresentam menopausa mais cedo.

Obviamente, mulheres que têm seus ovários removidos cirurgicamente apresentam menopausa imediatamente. O tratamento com radioterapia ou quimioterapia também pode levar a uma menopausa precoce.

Por que a menopausa ocorre?

A mulher no climatério, isto é, após a menopausa, não mais ovula e também não é mais capaz de produzir os seus hormônios sexuais, principalmente o estrogênio e a progesterona.

A menopausa não é um evento que acontece abruptamente logo após o último folículo sofrer atresia. Muito antes da menopausa o organismo das mulheres já começa a mudar.

A partir dos 35 anos os folículos ovarianos ainda viáveis já dão sinais de envelhecimento, tornando-se menos responsivos às ações hormonais que estimulam a ovulação, como o aumento da concentração sanguínea do Hormônio Folículo Estimulante (FSH).

Sem querer entrar em mecanismos hormonais complexos, vale a pena explicar que o FSH, produzido pela glândula hipófise dentro do sistema nervoso central, é o hormônio responsável pela produção de estrogênio e progesterona, além da maturação dos folículos ovarianos, o que, em última análise, leva à ovulação.

Como os ovários com o passar do tempo vão ficando cada vez menos responsivos ao FSH, a hipófise precisa aumentar a sua produção para manter a mulher ovulando e produzindo estrogênio e progesterona.

Após a menopausa, quando todos os folículos já sofreram atresia, os ovários estão tão envelhecidos que por mais que a hipófise produza FSH em grandes quantidades, já não há mais a produção de estrogêneos.

Mulheres com climatério plenamente estabelecido, portanto, apresentam elevados níveis de FSH, estrogênio baixo e ausência de períodos menstruais.

Para um melhor entendimento do ciclo ovulatório, sugerimos a leitura do texto: Ciclo menstrual & período fértil.

Sintomas

Quando a época da menopausa se aproxima, os ciclos menstruais vão ficando irregulares, podendo ser maiores ou menores que o habitual. O tempo de sangramento costuma estar mais curto, mas a quantidade de sangue perdida pode ser maior.

É comum passar dois ou mais meses sem menstruar, o que torna muito difícil saber antecipadamente qual será a sua última menstruação.

Para se definir a data da menopausa e afirmar que a mulher entrou no climatério é preciso que ela esteja pelo menos doze meses (um ano) sem menstruar.

Fogachos

As famosas ondas de calor da menopausa, também chamadas de fogacho, são os sintomas mais comuns do climatério. Iniciam-se quando a menopausa se aproxima e permanecem pelos primeiros anos do climatério. As ondas de calor costumam durar de um a cinco anos, mas há algumas mulheres desafortunadas mantém os fogachos até os 70 anos.

Os fogachos geralmente começam com uma súbita sensação de calor no tórax e no rosto que rapidamente torna-se generalizada.

A sensação de calor dura dois a quatro minutos, frequentemente associada com transpiração abundante e, ocasionalmente, palpitações.

Muitas vezes a onda de calor é seguida por calafrios e tremores, e às vezes, crises de ansiedade. As ondas de calor geralmente ocorrem várias vezes por dia e são particularmente comuns à noite.

Para mais informações sobre os calores da menopausa: FOGACHO | Calor da menopausa.

Sintomas urogenitais

A camada de tecido que recobre a vagina, chamada de epitélio vaginal, é muito sensível ao estrogênio. Após a menopausa, a deficiência de estrogênio leva ao afinamento deste epitélio vaginal, resultando em atrofia da vagina (também chamada de vaginite atrófica), que leva a sintomas de secura vaginal, coceira e dor durante o ato sexual.

A ausência de estrogênio também causa uma diminuição do fluxo sanguíneo para a vagina e vulva. Esta diminuição causa redução da libido e da lubrificação vaginal. A falta de estrogênio também pode causar redução da elasticidade da parede vaginal, tornando a vagina mais curta e mais estreita.

A uretra, canal que drena a urina da bexiga, também sofre com a baixa produção de estrogênio após a menopausa. A atrofia da uretra pode levar à incontinência urinária (leia: INCONTINÊNCIA URINÁRIA | Causas, tipos e diagnóstico).

Infecções urinárias recorrentes também são um problema para muitas mulheres no climatério. A deficiência de estrogênio pode aumentar o pH vaginal e alterar a flora bacteriana, eliminado as bactérias naturais da vagina que protegem a mulher das infecções urinárias (leia: INFECÇÃO URINÁRIA | CISTITE).

Depressão e alterações do humor

Durante a transição da fase reprodutiva para o climatério, algumas mulheres podem desenvolver alterações do humor, como tristeza, irritabilidade, dificuldade de concentração e desinteresse por atividades normais. Alterações do sono são comuns, podendo a mulher passar a dormir demais ou ter problemas para iniciar e/ou manter o sono.

Problemas a longo prazo

A dramática redução da produção de estrogênio após a menopausa também provoca consequências a longo prazo. Entre as mais comuns estão a perda da elasticidade da pele, aumento da incidência de osteoporose (leia: Osteoporose – Sintomas e tratamento) e aumento da incidência de doença cardiovasculares.

Outras alterações comuns do corpo devido a menopausa são a perda de elasticidade dos seios, perda de força e brilho dos cabelos, redução da saúde dos dentes e gengivas, dores nas costas e em algumas articulações.

Para saber mais sobre os sintomas da menopausa e do climatério, acesse o seguinte link: 25 SINTOMAS DA MENOPAUSA.

Tratamento

A menopausa não é uma doença, é um processo natural do organismo da mulher. Portanto, não é preciso tratar a menopausa em si. Quando dizemos tratamento da menopausa, estamos nos referindo ao controle dos sintomas inconvenientes da falência dos ovários e à prevenção de problemas crônicos, como a osteoporose.

Entre as opções de tratamento para a menopausa, podemos citar:

Reposição hormonal

A reposição de estrogênio (geralmente com progesterona) continua a ser, de longe, a opção mais eficaz de tratamento para aliviar boa parte dos sintomas da menopausa, incluindo fogachos, insônia, irritação, dores articulares e perda de massa óssea.

Antigamente, recomendava-se a reposição hormonal por vários anos, mesmo para mulheres idosas no climatério. Após estudos demonstrando aumento do riscos de doenças cardíacas, AVC, trombose e câncer da mama com a reposição prolongada de estrogênios, a forma de repor hormônios mudou radicalmente.

Hoje em dia indicamos hormônios apenas para combater os sintomas da pré-menopausa em mulheres ao redor dos 40 e 50 anos. O tratamento é feito por no máximo 5 anos, período no qual os estudos mostram haver pouco risco de efeitos adversos.

Estrogênio vaginal

Para aliviar a secura vaginal, o estrogênio pode ser administrado diretamente na vagina, usando um comprimido vaginal, anel ou creme . Este tratamento ajudar a aliviar a secura vaginal, o desconforto com a relação sexual e alguns sintomas urinários.

Antidepressivos em doses baixas

Certos antidepressivos da classe de medicamentos chamados inibidores da recaptação da serotonina (ISRS) podem diminuir os calores da menopausa e reduzir a incidência de depressão.

Controle da osteoporose

Não se usa mais estrogênio a longo prazo para prevenir a osteoporose. Atualmente o tratamento é feito com reposição de cálcio, vitamina D e bifosfonatos (alendronato ou risedronato).

Referências

Источник: https://www.mdsaude.com/ginecologia/menstruacao/menopausa/

Menopausa: 10 dicas médicas para aliviar os sintomas

25 SINTOMAS DA MENOPAUSA E CLIMATÉRIO

A menopausa é caracterizada pelo declínio natural dos níveis de hormônios sexuais produzidos pelo organismo feminino. Segundo especialistas, a idade média para o surgimento da menopausa é de 51 anos, mas em algumas mulheres pode começar ainda mais cedo (40 anos), sendo, portanto, denominada menopausa precoce.

Os sintomas mais comuns são ondas de calor, secura vaginal, distúrbios do sono e dores nas articulações. Devido à combinação de manifestações, algumas mulheres ainda desenvolvem ansiedade ou depressão.

Essas ocorrências são tão debilitantes que 25% das mulheres na menopausa consideram reduzir as horas de trabalho, segundo pesquisa britânica recente.

Essa necessidade de redução também pode refletir na vida pessoal.

No entanto, especialistas indicam que é possível lidar com os efeitos colaterais de maneira simples, incluindo mudanças alimentares e práticas terapêuticas, como ioga. Aliás, o site especializado Daily Mail preparou uma lista com 10 dicas para reduzir os sintomas da menopausa. Confira.

1. Menos café, por favor

O café é uma das bebidas favoritas do mundo. Entretanto, para mulheres na menopausa, ele pode ser prejudicial. Isso porque o café promove a dilatação dos vasos sanguíneos, piorando os sintomas.

Além disso, a cafeína presente na bebida interfere na atuação da adenosina – hormônio calmante que ajuda a reduzir o stress. Esse efeito negativo pode aumentar os níveis de ansiedade.

Portanto, o recomendado é reduzir a ingestão de café (e sempre que possível optar pela versão descafeinada) e substituí-lo por chá de ervas como camomila e menta.

Especialistas ainda recomendam que a redução se estenda também ao consumo de bebidas alcoólicas já que apresentam efeito vasodilatador da mesma forma que o café.

2. Coma mais vegetais

Quando o assunto é menopausa, especialistas advertem para a necessidade de mudanças na dieta e no estilo de vida, pois ajudam a controlar muitos sintomas.

Entre as mudanças sugeridas está o acréscimo de maiores porções de vegetais, especialmente aqueles que contêm isoflavonas e lignanas.

Também conhecidos como fitoestrogênios, esses hormônios vegetais apresentam ação semelhante ao estrogênio – um dos principais hormônios reprodutivos da mulher, cujas taxas caem drasticamente ao longo da menopausa.

Essas substâncias são encontradas na batata doce, grão de bico, lentilha, repolho, nabo, brócolis e couve-rábano. Produtos derivados da soja também são excelentes opções, incluindo tofu e edamame. Outras boas fontes são semente de linhaça e de abóbora. Também é possível adquirir esses fitoestrogênios em forma de suplementos. 

3. Vitamina C nunca é demais

De acordo com especialistas, a vitamina C possui antioxidantes, substância que combate os radicais livres – moléculas que aceleram o envelhecimento. Ela também estimula a produção de colágeno na pele, reduzindo rugas e linhas de expressão.

Ou seja, temos aí uma excelente fonte de substâncias com efeito anti-idade. Além disso, ela ajuda na produção de energia e reduz o cansaço e a fadiga. Portanto, a dica é investir em frutas ricas em vitamina C, como frutas vermelhas (morango, cereja, amora, framboesa), frutas cítricas (laranja, limão, pêssego, caju), goiaba, kiwi, mirtilo e manga.

Na família das verduras, ela pode ser encontrada nos vegetais de folhas verdes.

Vale lembrar que frutas e verduras ainda fornecem polifenóis antioxidantes, que promovem efeito protetor contra hipertensão, colesterol alto, diabetes tipo 2, câncer, doenças cardíacas e acidente vascular cerebral (AVC).

4. Cuide do intestino

Cada vez mais saem estudos ressaltando a importância das bactérias intestinais e os efeitos negativos que o desequilíbrio delas pode causar.

Isso acontece porque elas são extremamente importantes para a saúde geral, incluindo para os níveis hormonais.

Especialistas indicam que manter um equilíbrio saudável das bactérias intestinais ajuda a aumentar a produção de hormônios vegetais (fitoestrogênios) obtidos através da alimentação.

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Esse equilíbrio não só tem efeitos positivos no equilíbrio hormonal, ajudando a minimizar a gravidade de alguns sintomas da menopausa (ondas de calor e suores noturnos), como auxilia na melhora do humor e redução da ansiedade, além de estimular a produção da serotonina – conhecida como hormônio do bem estar.

A melhor forma de garantir esses efeitos é cuidar a dieta. Isso significa:

  • Optar por dietas que contenham muitas frutas, vegetais, legumes e alguns peixes, os oleosos (salmão, sardinha, cavala e atum); 
  • Ingerir alimentos fermentados, como bebidas lácteas fermentadas, chucrute, kefir, tempeh (comum na culinária da Indonésia) e kimchi (famoso na culinária coreana). Se não forem do seu gosto, a dica é optar por probióticos;
  • Limitar o consumo de alimentos com açúcar e sal adicionados, como alimentos industrializados;
  • Comer refeições caseiras, evitando processados;
  • No caso de vegetarianos e veganos, que preferem iogurte e leite à base de soja, é preciso ingerir cálcio de outras fontes, como grãos integrais e folhas verde-escuras, como couve.

5. Terapia de reposição hormonal

Segundo especialistas, a terapia de reposição hormonal é a maneira mais rápida de resolver os sintomas da menopausa. Apesar disso, dados indicam que esse tratamento pode aumentar o risco de câncer e problemas cardíacos.

No entanto, o Instituto Nacional de Saúde e Cuidado do Reino Unido esclarece que para cada 1.000 mulheres que realizam a terapia combinada (estrogênio e progesterona) por 7,5 anos após os 50 anos de idade, há cerca de cinco casos extras de câncer de mama.

Para a entidade, esse número não interfere no risco de morte uma vez que há diversas formas de rastrear e tratar precocemente a doença, caso ela apareça. 

Ainda assim, a decisão de recorrer à terapia de reposição hormonal deve ser feita com auxílio de um especialista, principalmente porque, para algumas mulheres, essa intervenção pode não ser recomendada.

6. Mais hormônios

Na menopausa, o sexo pode deixar de ser satisfatório e se tornar apenas doloroso. Entre os motivos da dor está a secura vaginal ou a baixa elasticidade da pele devido à queda nos níveis de estrogênio. Esses problemas podem ser resolvidos através da terapia de reposição hormonal.

Caso essa opção não seja viável, a recomendação é utilizar estrogênio vaginal – que pode ser necessário mesmo com a reposição hormonal. O produto, que pode ser prescrito pelo médico, está disponível nos formatos de creme, anel vaginal e pessário (dispositivo inserido na vagina para administração de medicamentos).

Essas são boas opções para as mulheres com receio de que os tratamentos hormonais possam aumentar os riscos de câncer de mama.

Ainda há outras opções, como hidratantes à base de hialuronato e aloe e vera, e o óleo de espinheiro marinho. De acordo com especialistas, este último é rico em ômega-7 – importante elemento de reconstrução da pele e das membranas mucosas. 

7. Mantenha-se hidratada

Na menopausa, a secura não se manifesta apenas na vagina; outras partes do corpo, como pele e cabelos, podem ficar ressecadas com o declínio hormonal. Esse ressecamento causa coceira e deixar a pele escamosa.

Para contornar este sintoma, é preciso investir em hidratação. E não basta apenas beber água.

Além dos hidratantes corporais (item obrigatório), as mulheres podem optar por suplementos como óleo de prímula, que ajuda a melhorar a elasticidade, firmeza e suavidade da pele.

8. Xô, ansiedade

A ansiedade costuma ser um dos primeiros sintomas da menopausa. Para mantê-la sob controle existem opções que incluem terapia de reposição hormonal, medicamentos à base de magnésio, óleo de canabidiol e erva de São João.

Mas há também opções não medicamentosas. Estudos indicam que o ioga ajuda a melhorar sintomas psicológicos, como depressão e ansiedade.

Outros atividades físicas são recomendadas já que liberam endorfinas, que ajudam a melhorar o humor.

Outra alternativa é o aconselhamento psicológico, especialmente aqueles com base na terapia cognitivo-comportamental (TCC). Durante estudo, pesquisadores perceberam que 65% das mulheres que fizeram apenas quatro sessões dessa terapia experimentaram uma redução significativa em sintomas como ondas de calor e suores noturnos. 

9. Invista em terapias alternativas

Algumas terapias alternativas podem ser uma excelente opção para mulheres que desejam controlar os sintomas da menopausa sem precisar de muita medicação. Uma das opções aqui é o sal de Epsom no banho.

Esse produto é rico em magnésio, elemento que ajuda a evitar o cansaço e fadiga, reduzir cãibras musculares e promover melhor função intestinal.

  Ou seja, essa é uma maneira simples de se livrar da constipação, insônia e ansiedade. 

10. Ame-se!

Pesquisa recente descobriu que 46% das mulheres na menopausa tem níveis de confiança mais baixos. Os resultados ainda mostraram que mulheres mais satisfeitas com a própria aparência relatam menos sintomas. Portanto, invista em você: compre roupas novas, viaje, cerque-se de pessoas que te admirem e não perca a auto-confiança.

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  • Alimentação
  • Envelhecimento
  • Hormônio
  • Menopausa

Источник: https://veja.abril.com.br/saude/menopausa-10-dicas-medicas-para-aliviar-os-sintomas/

Menopausa antes dos 40: impactos não são só físicos, mas psicológicos, dizem mulheres

25 SINTOMAS DA MENOPAUSA E CLIMATÉRIO

RIO – No filme libanês “Caramelo” (2007), a personagem Jamale, com seus 40 e poucos anos, passa na frente de uma fila de mulheres que aguarda para ir ao banheiro. Na cabine, ela pega um absorvente, coloca um líquido vermelho nele e joga no lixo.

A cena irônica e cruel escancara o medo feminino de envelhecer e a simbologia da menstruação.

Esse aspecto emocional pode ser ainda mais difícil de enfrentar quando o climatério — o período que antecede a menopausa — chega de maneira precoce, o que ocorre com entre 1% e 5% das mulheres.

A menopausa é precoce quando acontece antes dos 40. Se ela chega entre 40 e 45, não é precoce, mas é considerada uma “menopausa cedo” porque ocorre bem antes da média, algo em torno dos 49 anos. Após os 53, é tardia. Vale esclarecer que a menopausa é a data em que a mulher menstrua pela última vez. E só vai ser considerada assim se ficar doze meses sem sangrar depois.

Geralmente, antes desse dia derradeiro, há um período de transição, em que a menstruação fica irregular e começa a falhar: é o climatério. A tríade dos sintomas é: calores, alteração do sono e de humor. O que varia de mulher para mulher é a intensidade e a frequência desses sintomas, de acordo com a ginecologista Maria Celeste Osório Wender, da Comissão Nacional Especializada de Climatério.

Relação entre menstruação e 'papel da mulher'

Também varia entre as mulheres a reação à notícia de uma menopausa precoce. Para algumas, a perda da fertilidade é a grande questão. Para outras, a simbologia da entrada num outro momento da vida feminina mexe mais.

A psicóloga Thaiana Brotto, especialista em psicoterapia comportamental, afirma que o inesperado dificulta a aceitação do tema.

— Quando a menopausa chega mais cedo é complicado porque a questão psicológica da preparação é muito importante. A mulher vai pensando no assunto, vai elaborando, mas quan-do é pega de surpresa, é um susto, tem que lidar com uma situação que a deixa muito vulnerável.

A subjetividade do feminino no seu papel de mulher. São muitas reflexões e sentimentos. Ela pode questionar sobre se sentir desejada, atraente, seu papel na sociedade, como o parceiro(a) vai se relacionar com isso e como é vista pelo outro(a) — destaca a especialista.

Sinais de menopausa aos 25 anos

Com 25 anos, a mineira Jéssica Andrade estava com a menstruação bem irregular. Engordou 20 quilos em menos de um ano, teve perda de memória, calores à noite, queda de cabelo e picos emocionais.

O médico pediu exames, pensando que se tratava de um problema na tireóide. A ultrassonografia transvaginal mostrou diminuição no tamanho de um ovário (o outro havia sido retirado aos 10 anos de idade).

Novos exames.

— Acho que nem ele estava acreditando, mas constatou que eu estava com menopausa precoce.

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Ela começou a rir. De nervoso. Hoje toma repositor hormonal, mas o ginecologista já avisou: tem até os 30 anos para engravidar, e só por fertilização in vitro.

— Não durmo à noite, fico muito estressada. O repositor ajuda com os calorões, mas não melhorou a parte emocional, nem a perda de peso.

Eu tinha um namorado, mas a vontade de fazer sexo mudou e a lubrificação também. Os homens não entendem e eu não tenho mais paciência, então preferi terminar.

Vou tentar a fertilização com ajuda de algum amigo ou doador anônimo. Não vou desistir sem tentar — diz ela.

A falta de acolhimento não vem só do parceiro, mas da própria sociedade, criando uma sensação ainda maior de solidão. A própria reportagem teve dificuldade em encontrar profissionais que lidassem com a menopausa para além do aspecto fisiológico.

Falência dos ovários

Esta é uma das principais queixas de Lucia (nome fictício). Ela tomou pílula anticoncepcional por mais de 20 anos e, aos 40, quando parou, não menstruou. Voltou a tomar sem investigar o que estava acontecendo.

Mas, aos 42, quando parou de novo e viu que não havia menstruação, procurou um médico e foi diagnosticada com falência dos ovários.

Embora, em termos numéricos, ela não se encaixe no termo “precoce”, o impacto emocional em Lúcia foi imenso e ela não encontrou ajuda para trabalhar o assunto.

— Eu achei que aconteceria aos 50. Fiquei chocada — lembra Lucia. — Não esperava que tivesse uma reação tão ruim, mas tive porque a gente acha que vai influenciar a vida sexual, a libido…

Não era questão de fertilidade porque eu não queria filhos, mas era a coisa de envelhecer, perder minha atratividade. Procurei grupo de apoio, não achei nada. Na internet, só matérias falando sempre as mesmas coisas.

Acho que é um assunto pouco falado. Tem um tabu muito grande.

Com o tratamento e um ritmo de estilo de vida saudável, ela conseguiu evitar sintomas como calores ou ganho de peso. Mas sente mudança na lubrificação vaginal e na textura da pele. Agora, a cada mês, ela espera a menstruação descer com ansiedade.

— Se eu ficar 12 meses sem menstruar, estou mesmo na menopausa. Falhou em dezembro, falhou em abril… Eu fico nessa agonia. Quando menstruo, fico super feliz, olha que ironia. Ao mesmo tempo, eu estou numa fase ótima.

Mas será que isso é o fim? Não quero ser como a minha avó que nessa idade estava de vestidão preto. Dizem que as mulheres hoje podem transar até os 80 anos. Sei, tudo bem, eu quero, mas preciso de ajuda da medicina.

Causas e tratamento

Lucia até agora não sabe o que provocou o envelhecimento dos ovários. Ela não se encaixa nas causas apontadas pelos médicos, como herança genética (é bom saber com que idade a mãe parou de menstruar), cigarro (que adianta o processo em até dois anos) ou aspectos médicos como retirada de útero, ovários, infecção grave ou quimioterapia.

A técnica de enfermagem Ilza Silva entrou no climatério com 34 anos. Só então descobriu que a família tinha esse histórico.

— Eu já tinha dois filhos, queria ter mais uma menina, fiquei frustrada. Me senti menos mulher por não poder ser mãe de novo. Me senti impotente. Só então eu fiquei sabendo que minha mãe também tinha tido menopausa precoce, lá pelos 35 anos. Ela não era muito de falar. Só depois que fui ao médico é que ela contou que também passou por isso — diz Ilza.

Para a ginecologista Maria Celeste Osório Wender, controlar os sintomas é uma boa maneira de mostrar que a vida continua e que essa mulher pode seguir suas relações e atividades como estava acostumada.

— Quanto mais ela entende que aquilo é um processo fisiológico e a reposição hormonal pode trazer o retorno da estabilidade, melhor ela lida.

Se ela tem medos e falsas ideias de que tem que aguentar no osso aí é um sofrimento duplo.

As mulheres têm que pedir para o seu médico, ou então fica essa coisa de ‘a senhora se aguenta porque daqui a pouco vai passar o calor’. Isso tem que ser reinvindicado.

Segundo ela, é importante manter peso adequado, dieta saudável, fazer atividade física e continuar com as atividades familiares e profissionais.

— Uma mulher que não tenha pressão alta, diabete, nao seja fumante, pode continuar até os 50 com a pílula. Depois, se não tiver histórico de câncer de mama, infarto ou derrame, tudo pode ser individualizado numa reposição hormonal — afirma Maria Celeste.

O gincecologista Paulo Gallo de Sá, que é professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), alerta que a mulher com menopausa precoce precisa de mais cuidado, porque ela para antes de produzir estrogênio — e fica sem essa produção por mais tempo.

A falta do hormônio afeta não apenas a pele — deixando-a mais ressecada — e a lubrificação da vagina, mas também aumenta o risco de osteoporose, obstrução de artérias, infarto, Alzheimer e depressão.

Источник: https://oglobo.globo.com/celina/menopausa-antes-dos-40-impactos-nao-sao-so-fisicos-mas-psicologicos-dizem-mulheres-23819668

Menopausa: quais são os sintomas e tratamentos

25 SINTOMAS DA MENOPAUSA E CLIMATÉRIO

Os ciclos de transformação fazem parte da vida das mulheres, onde a cada nova etapa, lidamos com mudanças no nosso corpo e na nossa mente. Mas, sem dúvida, a mais temida dessas transformações na idade adulta é a menopausa.

No entanto, pode ser confuso entender o que de fato é a menopausa. Mas, chegou a hora de separar o que é informação relevante de verdade e o que é mito sobre o assunto. Por isso, separamos um guia completo que vai te ajudar a entender o que é menopausa, quais os sintomas e as formas de tratamento médico e psicológico.

O que é menopausa?    

A menopausa é quando há a interrupção dos ciclos menstruais. Isso acontece porque nosso corpo produz menos hormônios responsáveis pela fertilidade nessa fase da vida.

Mas, afinal, com quantos anos começa a menopausa?

A menopausa pode ter início após os 40 anos, mais especificamente entre os 45 e os 55 anos de idade. Ou seja, quando a menstruação passa a ser mais irregular e surgem sintomas como ondas de calor, pele ressecada e maior produção de suor, por exemplo.

Quais são as causas da menopausa?

A principal causa da menopausa é a idade. Além disso, ela também pode aparecer por conta de cirurgias ginecológicas, como a histerectomia, a exposição a quimioterapia e a radioterapia, e a falência ovariana precoce, que é quando os ovários deixam de produzir hormônios reprodutivos.

Quais são os sintomas da menopausa?

Os sintomas podem ser tanto físicos quanto emocionais, já que os nossos hormônios são responsáveis por boa parte das funções do nosso corpo. Por isso, confira alguns dos mais comuns:

  • Alterações no ciclo menstrual
  • Ondas súbitas de calor na pele
  • Vermelhidão na pele causadas por esse calor
  • Aumento do suor, principalmente, durante a noite
  • Palpitações e sensações de desmaio
  • Coceiras e secura vaginal
  • Diminuição da libido
  • Insônia e problemas para dormir
  • Mudanças de humor, com características de ansiedade, depressão e irritabilidade
  • Diminuição da autoestima
  • Redução no metabolismo
  • Ganho de peso
  • Dores de cabeça
  • Calafrios
  • Diminuição da memória
  • Perda de elasticidade da pele
  • Secura na pele e cabelos
  • Crescimento dos níveis de porosidade dos ossos
  • Incontinência urinária

Vale lembrar que nem todos os sintomas aparecem ao mesmo tempo e são obrigatórios em todas as mulheres. Ou seja, eles podem mudar de pessoa para pessoa e em níveis diferentes. Além disso, o diagnostico demenopausa só pode ser dado por um especialista em saúde íntima.

Quais os tipos de menopausa?

Podemos dividir a menopausa em três tipos ou períodos:

  • Pré-menopausa
  • Perimenopausa
  • Pós-menopausa

Pré-menopausa

Período assintomático onde o corpo começa a se preparar para não ser mais fértil. Isso acontece a partir da redução da produção de hormônios.

É também, a fase do climatério, que é quando a mulher ainda menstrua e seu corpo está caminhando para a fase em que os primeiros sintomas aparecem.

Perimenopausa

Essa é a fase quando os primeiros sintomas começam aparecer, como a irregularidade da menstruação, alterações de humor e calores, por exemplo.

Ou seja, o período tem início quando os sintomas resultantes da pré-menopausa aparecem e se encerra após um ano sem menstruação.

Pós-menopausa

Tem início um ano após a última menstruação e dura até o final da vida. Durante essa fase, acontecem várias mudanças no corpo e na estrutura hormonal das mulheres. Por exemplo, existe um risco maior para doenças cardiovasculares e osteoporose.

Além disso, alguns outros sintomas costumam ocorrer nessa fase, como por exemplo a secura vaginal, dores durante as relações sexuais, entre outros.

Vale lembrar que todas essas etapas são mais fáceis quando acompanhadas por um médico e com tratamento adequado. Além disso, os sintomas podem ser reduzidos, e a mulher tem uma melhor qualidade de vida.

O que é climatério?

O termo climatério é o período quando a mulher sai da fase reprodutiva e entra na pós-menopausa. Ou seja, essa fase é caracterizada pelas ondas de calor, sintoma bastante comum e que afeta entre 60% e 80% das mulheres.

Qual a diferença entre climatério e menopausa?

Isso por ser confuso e o climatério é geralmente confundido com menopausa, já que ambos acontecem durante o mesmo período da vida da mulher. Porém, a menopausa, que é a última menstruação, acontece durante o climatério.

Quais são os sinais de menopausa precoce?

A menopausa precoce é quando o corpo da mulher diminui a produção dos hormônios e a menstruação começa a parar antes da idade regular. Isso pode acontecer por muitos motivos, como:

  • Alterações genéticas
  • Histórico familiar de menopausa precoce
  • Doenças autoimunes
  • Deficiências enzimáticas
  • Grande exposição a radiações, como na radioterapia, e após tratamento de quimioterapia
  • Doenças infecciosas como a Caxumba e Malária
  • Doença pélvica inflamatória ou endometriose

Os sintomas da menopausa precoce são os mesmos da menopausa regular, mas podem ser sentidos mais facilmente devido a queda brusca de hormônios sexuais e irregularidade na menstruação.

Por isso, o diagnóstico de menopausa em mulheres abaixo dos 40 anos deve ser feito por um médico que vai pedir exames de sangue, para avaliar os níveis hormonais.

Além disso, vale lembrar que também existe menopausa tardia, que é aquela que só ocorre após a mulher completar 50 anos. Mas, os sintomas são os mesmos.

Quanto tempo dura a menopausa?

A menopausa (ou seja: o fim da menstruação) acontece, em média, aos 40 anos. O período de pós-menopausa, porém, dura até o fim da vida.

Qual é o tratamento para menopausa?

A menopausa pode parecer assustadora, mas é um processo natural do organismo feminino e nem sempre é um período tão terrível como parece.

Mas, se o seu caso for incômodo e cheio de sintomas, o tratamento deve ser feito para que você tenha mais qualidade de vida. Por isso, confira algumas opções de tratamento para a menopausa:

  • Reposição hormonal
  • Remédios não hormonais
  • Terapias alternativas

Estrogênio

O hormônio estrogênio alivia os problemas de secura vaginal e pode ser recomendado pelo médico como uso tópico, ou seja, um creme na própria região vaginal. É frequentemente indicado para mulheres com problemas para praticar sexo na menopausa, por dores, atrofia vaginal e problemas uroginecológico.

Remédios não hormonais

Se você se enquadra nas restrições de reposição hormonal, há opções de tratamento de acordo com os seus sintomas, como antidepressivos, antidopaminérgicos e hipno-sedativos.

Terapias alternativas

Há ainda quem não precise das terapias medicamentosas e é possível recorrer a outros tratamentos como a homeopatia, a fitoterapia e acupuntura.

Novos hábitos

Para conviver melhor tanto com os sintomas quanto com o tratamento recomendado, há também uma série de novas atitudes que você poderá tomar para o seu dia a dia que irão contribuir, e muito, para que você leve uma vida menos sintomática:

  • Beber bastante água;
  • Praticar atividades físicas;
  • Use roupas leves e frescas;
  • Evite o álcool, o fumo e outras drogas;
  • Tome sol regularmente;
  • Tenha uma alimentação balanceada.

Terapia e a menopausa

Assim como para diversos momentos da nossa vida é preciso cuidar também do nosso bem-estar emocional, junto com os tratamentos físicos. A ajuda de um psicólogo irá proporcionar momentos de diálogos e de aprendizados para os novos e mais difíceis momentos que poderão surgir.

O autoconhecimento e o trabalho da autoestima se faz bastante necessário, por exemplo, pois você irá perceber o quanto é importante ter domínio da sua mente para reverter as sensações da menopausa.

Não vale a pena deixar de lado o nosso bem-estar emocional em mais essa etapa importante das nossas vidas, por isso, procure ajuda e converse com o seu médico sobre a possibilidade de terapias adicionais ao seu tratamento.

No Zenklub, é possível encontrar profissionais que podem te ajudar a passar por este momento levando em consideração a sua saúde emocional.

Источник: https://zenklub.com.br/blog/saude-bem-estar/menopausa/

Menopausa: sintomas mais comuns e como diagnosticar

25 SINTOMAS DA MENOPAUSA E CLIMATÉRIO

A menopausa é um período natural que vem logo após a última menstruação espontânea de uma mulher. Nessa fase, são encerrados dois ciclos simultaneamente: o menstrual e o ovulatório. Os sintomas da menopausa causam diversas alterações no organismo da mulher.

Só é considerada menopausa quando a mulher fica mais de 1 ano sem menstruar. Por outro lado, alguns fluxos irregulares podem ocorrer.

A menopausa não tem como ser prevenida ou impedida, afinal ela é um processo natural e normalmente acontece entre os 40 e os 50 anos de idade. Logo, não existe uma maneira exata de prever quando os sintomas da menopausa irão aparecer, pois eles se diferenciam de mulher para mulher.

No entanto, alguns anos antes é possível sentir os sinais característicos dessa fase, como as intensas ondas de calor que podem persistir por anos.

O que é menopausa precoce?

Com os exames certos e acompanhamento, é possível viver com mais tranquilidade, sem os sintomas da menopausa.

A menopausa é natural em determinado período da vida das mulheres, mas quando ela se dá antes dos 40 anos de idade é chamada de menopausa precoce.

Os sintomas da menopausa precoce ocorrem devido a algum fator que impeça os ovários de funcionarem corretamente. Eles são os mesmos de uma menopausa comum e acontecem, principalmente, por causa do histórico familiar positivo.

A menopausa precoce surge quando a mulher já nasce com uma reserva menor que a esperada de folículos ovarianos. Além disso, ela também ocorre quando esses folículos ovarianos são consumidos muito mais rápido que o normal ao longo da vida.

Muitas vezes, as causas não são muito bem definidas, mas podem ser explicadas por anormalidades genéticas, exposição a toxinas ou doenças autoimunes.

Confira alguns dados sobre a menopausa precoce:

  • 0,1% das mulheres sofrem de menopausa precoce antes dos 30 anos;
  • 0,25% das mulheres têm menopausa precoce antes dos 35 anos;
  • 1% das mulheres entram em menopausa precoce antes dos 40 anos.

Os estágios da menopausa

A menopausa ocorre apenas após a última menstruação da mulher, mas muitas pessoas acabam chamando de menopausa os períodos que antecedem e precedem esse evento. Para que não haja mais dúvidas, confira abaixo o que é e o que caracteriza cada um dos estágios:

Pré-menopausa

A pré-menopausa é o período que conduz ao último período antes da menopausa acontecer. Ou seja, ela acontece quando os níveis dos hormônios sexuais da mulher (estrogênio e progesterona) começam a ficar instáveis e um pouco antes dos fluxos menstruais se tornarem irregulares de verdade.

Perimenopausa

Perimenopausa é o período “em torno da menopausa”. Portanto, ela é o período que vai de alguns anos antes do fenômeno até alguns anos depois. Segundo a Sociedade Norte-Americana de Menopausa, essa transição pode levar de quatro a oito anos.

Essa mudança da perimenopausa para a menopausa acontece, geralmente, entre os 45 e 55 anos de idade, podendo ter uma pequena variação, conforme o organismo da mulher. Normalmente, a menopausa de uma mulher acontece mais ou menos na mesma época em que aconteceu a de sua mãe.

Pós-menopausa (climatério)

Esse tempo de transição que antecede a menopausa é chamado de climatério. Ele representa a passagem da fase reprodutiva da mulher para a não reprodutiva. O organismo deixa de produzir, de forma lenta e gradativa, os hormônios Estrogênio e Progesterona.

Sintomas da menopausa

Além da irregularidade dos ciclos menstruais, alguns outros sintomas podem aparecer num período de um ano antes da menopausa se efetivar. Veja:

  1. Ausência da menstruação;
  2. Ressecamento vaginal (secura);
  3. Ondas de calor;
  4. Suores noturnos;
  5. Insônia;
  6. Diminuição no desejo sexual;
  7. Diminuição da atenção e memória;
  8. Perda de massa óssea (osteoporose);
  9. Aumento do risco cardiovascular;
  10. Alterações na distribuição da gordura corporal;
  11. Depressão.

Como diagnosticar a menopausa? 

A melhor forma de identificar os sintomas da menopausa é por meio de acompanhamento médico. A paciente deverá questionar o seu ginecologista sobre possíveis causas. Se o especialista suspeitar de que ela está na transição da menopausa, um exame de sangue poderá ser realizado para medir os níveis dos hormônios:

  • Hormônio folículo-estimulante (FSH) e estrogênio: na menopausa, os níveis de FSH aumentam, enquanto os do estrogênio diminui.
  • Hormônio estimulante da tireoide (TSH): o hipotireiodismo pode causar sintomas muito parecidos com os da menopausa.

O mais indicado é que a mulher realize consultas rotineiras ao ginecologista para verificar sempre sua saúde.

Gostou do nosso conteúdo? Então não deixe de ler a nossa matéria Saúde da Mulher: tudo começa com o autocuidado! 

Источник: https://drogariasantoremedio.com.br/menopausa-sintomas/

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