4 Ótimos motivos para comer Sushi

Grávidas podem comer sushi? Especialistas esclarecem

4 Ótimos motivos para comer Sushi

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Para as mulheres amantes da culinária japonesa, uma das primeiras dúvidas que surgem no início da gestação é: grávida pode ou não pode comer sushi?

O dilema em torno deste assunto acontece pelo fato dos pratos da culinária japonesa levarem, em sua maioria, peixes crus – e esses serem bastante conhecidos pelo risco de contaminação.

Porém, basta parar para pensar que o peixe não é o único alimento que está sujeito à contaminação. Dessa forma, com alguns cuidados é possível, sim, comer sushi na gravidez, entre outras comidinhas japonesas. Confira o esclarecimento e as orientações das profissionais abaixo:

Comida japonesa na gravidez: pode ou não pode?

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Erica Mantelli (CRM-SP 124.315), ginecologista e obstetra, graduada pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro e pós-graduada em Medicina Legal e Perícias Médicas e Sexologia/Sexualidade Humana pela USP, responde que sim.

A médica destaca, porém, que o ideal é tomar alguns cuidados para que a grávida não corra nenhum risco:

  • Escolher um estabelecimento adequado para o consumo da comida japonesa;
  • Saber a origem do peixe;
  • Ter atenção ao manuseio do peixe e aos cuidados de higiene no estabelecimento;
  • Escolher um bom peixe para ser consumido;
  • Limitar a quantidade de peixe consumida durante a semana.

“O ideal é que esse consumo de peixe seja realizado no máximo duas vezes por semana, para não aumentar o risco do aumento dos níveis de mercúrio. E, de preferência, o consumo deve ser de salmão, pois este é um peixe rico em proteínas e ômega-3, que ajudam no desenvolvimento do sistema nervoso do bebê”, orienta Erica.

A especialista também esclarece que o peixe cru não faz parte do ciclo parasita que leva à toxoplasmose, por isso, mulheres que não têm imunidade contra a toxoplasmose, podem sim ingerir peixe cru.

“Vale destacar que o problema do consumo de peixe cru não está relacionado à toxoplasmose e, sim, com a possível transmissão de bactérias (caso esse esteja contaminado) e também com os altos níveis de mercúrio.”, explica Erica.

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Uma orientação importante, porém, é consumir o peixe após ele ser congelado.

Erica esclarece que o consumo do peixe cru pode levar ao aumento de riscos de parasitoses, quando esse peixe for contaminado por algum tipo de parasita.

“Por isso que é importante consumir esse peixe após ele ser congelado, porque o processo de congelamento elimina as chances de um risco de contaminação por algum parasita”, explica.

Erica alerta ainda que o mesmo cuidado vale para a ingestão de outros alimentos, como frutas e saladas, que também exigem cuidados em relação ao manuseio e preparo.

Dicas e alternativas para o consumo da comida japonesa na gravidez

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Sim, grávidas que gostam de comer comida japonesa, inclusive peixe cru, podem fazer a ingestão durante a gestação.

Mas é essencial que conversem com seu obstetra sobre isso e outras dúvidas e, também, que deem preferência para restaurantes ou locais dos quais já conheçam a procedência.

“Ou seja, locais em que a grávida já comia antes da gravidez e em que nunca tenha tido nenhum problema. Além disso, a dica é optar por peixes com menor concentração de mercúrio”, diz Erica.

Geralmente, destaca a ginecologista e obstetra, peixes de águas mais profundas ou peixes maiores tendem a ter mais mercúrio, como é o caso do atum.

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Um cuidado importante também é com o shoyu! “É interessante evitá-lo, porque o shoyu tem uma grande quantidade de sódio e, se consumido em excesso, pode levar a problemas cardiovasculares e até ao aumento da pressão arterial”, explica Erica.

Então, uma alternativa, sugere a ginecologista e obstetra, é fazer um molho diferente: em vez do shoyu, usar azeite e limão.

“É uma alternativa bem mais saudável e saborosa também, e assim a grávida poderá fazer o consumo do seu sushi sem problemas”, acrescenta.

Outra alternativa interessante, de acordo com a especialista, é a gestante optar pelos pratos quentes da culinária japonesa. “Sempre tomando cuidado principalmente com frituras, que podem prejudicar a saúde quando consumidas em excesso. Então, a dica é preferir os cozidos em vez dos fritos, além dos crus, desde que este consumo esteja dentro do limite de duas vezes pode semana”, ressalta.

Na culinária japonesa há também algumas opções de sushis sem peixe, por exemplo, contendo pepino, cenoura, abobrinha ou até frutas. Esses tornam-se também boas opções para intercalar com o consumo do sushi de salmão.

É bom saber ainda que as algas, utilizadas para preparar sushis e o temaki, são inclusive muito saudáveis – ricas em proteínas, fibras, vitaminas A, C e do complexo B.

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Mais alimentos que não são recomendados na gravidez

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Agora você já sabe que não está proibido consumir sushi na gravidez e nem mesmo outros alimentos da culinária japonesa. Mas confira abaixo alimentos que merecem atenção especial nesta fase:

  • Carne crua: Adriana de Góes, especialista em Reprodução Humana Assistida, Ginecologia e Obstetrícia, ressalta que alguns alimentos podem transmitir doenças por estarem contaminados, podendo prejudicar o bebê. Por isso, é recomendado evitar especialmente carnes cruas. Erica Mantelli acrescenta que a carne crua, principalmente a bovina e a suína, pode estar relacionada com doenças, principalmente cisticercose, por isso evitá-la é tão importante.
  • Ostras: Erica destaca que não é recomendado o consumo porque a ostra pode estar contaminada e levar a problemas de saúde importantes.
  • Embutidos e alimentos industrializados: Erica explica que a grávida deve evitar o consumo de embutidos (presunto, peito de peru, salsicha etc.), alimentos com uma quantidade elevada de sódio e alimentos industrializados.
  • Álcool: como não há ciência sobre um “limite seguro”, o consumo de álcool não é recomendado na gravidez. Qualquer dúvida neste sentido, porém, deve ser discutida em particular com o médico obstetra de cada paciente.

Cuidados que vão além da alimentação

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Erica Mantelli ressalta que a gestação faz parte dos primeiros 1.000 dias da vida de um bebê, ou seja: os primeiros dias que são vividos durante a gravidez são fundamentais para o desenvolvimento desta criança, da sua saúde, da sua imunidade, das suas alas de memória.

“Tudo aquilo que a mãe ingere, que a mãe sente, vai transferir para o bebê. Então nada mais importante do que essa gestante se preparar, estar com uma equipe médica de confiança – que tenha uma visão holística desta grávida, que se preocupe tanto com a saúde física, como com a saúde emocional dela”, explica.

“É muito importante evitar estresse e situações que deixem a grávida muito ansiosa e preocupada. É interessante ainda a gestante fazer caminhadas, alguma atividade física, sessões de relaxamento… Porque, com tudo isso, além dela ter uma melhora na sua saúde física, a melhora na saúde emocional também repercute em uma gravidez mais saudável”, destaca Erica.

Dessa forma, a gestante deve fugir dos mitos que cercam a gravidez e não se preocupar exclusivamente com uma única questão (como, por exemplo, “pode ou não pode comer sushi na gravidez?”), mas procurar informações adequadas e seguir todas as orientações passadas pelo seu médico ginecologista/obstetra.

Além dos cuidados com a alimentação, vale lembrar, realizar o pré-natal adequadamente é muito importante para que a gestante esteja preparada emocionalmente para toda essa mudança em sua vida (que, quando é feita de maneira planejada, é muito mais saudável e tranquila).

Источник: https://www.dicasdemulher.com.br/gravida-pode-comer-sushi/

12 erros que você comete ao comer sushi e sashimi

4 Ótimos motivos para comer Sushi

Não queria te dar uma notícia ruim, mas ei, se você gosta de comida japonesa, saiba que, provavelmente, está fazendo tudo errado. Desculpe, mas se você costuma molhar o sushi com bastante shoyu, gosta de temakis gigantes e come o missoshiro como entrada, você está estragando a experiência real da comida japonesa.

Ninguém aqui está falando sobre regras de etiqueta, mas sobre como aproveitar do alimento em sua melhor forma, respeitando a delicadeza do prato e podendo sentir as texturas e a intensidade. Tudo isso exige alguns conhecimentos para que cada ingrediente possa ser percebido.

“A qualidade que era pra pessoa estar degustando aquele sushi, se perde se você, por exemplo, exagera no shoyu”, ensina o chef George Koshoji, que comanda o Kosushi, em São Paulo, e que conquistou – e vem mantendo há três anos – uma estrela no conceituado Guia Michelin, seleção dos melhores restaurantes do mundo.

Pode parecer besteira ou preciosismo, mas seguindo alguns padrões, a comida japonesa pode ficar ainda mais gostosa – sim, isso é possível! Só queremos que você curta ainda mais o que está comendo!

Bom, descanse o hashi aí do lado e vamos conversar um pouco.

Ile Machado/MdeMulher

Erro 1: só gostar de rodízios

Rodízios são sim gostosos e a fartura é um atrativo, sabemos bem. Mas como você deve imaginar, o caráter fast food deste tipo de restaurante faz com que a qualidade da comida não seja primorosa e muitas invenções apareçam na sua mesa.

Sim, os chefs e sushimans mais tradicionais desaprovam o uso de chocolate, frutas e até salgadinhos, mas relevam o uso de maionese, usado até no Japão, e cream cheese, influência americana, que foram bem aceitas pelo paladar brasileiro. “A qualidade dos materiais e dos fornecedores utilizados também são diferentes.

Por isso que o rodízio fica mais barato do que o à la carte. Mas sushi tem a ver com simplicidade também”, indica o chef.

Acerte: Teste os menus do dia, estilo kaiseki (seleção mais formal de pequenos pratos do dia) ou os pedidos omakase, em que o sushiman monta pra você a combinação com o que tem de fresco no dia. Geralmente são servidos de 7 a 10 peças. Pode ser menor do que o barcão do rodízio, mas o sabor vai te surpreender!

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Erro 2: tomar o missoshiro como sopinha de entrada

Diferente dos restaurantes ocidentais, onde o caldo é geralmente consumido como entrada, a sopa de missô é perfeita para encerrar a refeição.

Acerte: Peça o seu apenas no fim, porque ele é pra ser consumido quentinho mesmo. E fica a dica: “A sopa de missô é ótima pra curar uma ressaca no dia seguinte da bebedeira, viu?”, aconselha George. Anotadíssimo!

Erro 3: comer gengibre com a entrada de pepino, em cima do peixe ou só no final

O sunomono, a conserva de pepino, é a entrada. O gengibre tem função de limpar o paladar entre os pratos, por isso não tem finalidade comê-lo antes ou apenas no final. “Por ser ácido, o gengibre – ou gari- também aguça o paladar”, ensina o chef.

Acerte: Deixe ele no cantinho e vá comendo aos poucos, entre um sushi e outro. Isso faz com que o peixe ou ingrediente seguinte seja degustado corretamente.

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Erro 4: demorar para comer o temaki

Se você pedir um sushi que venha com alga, melhor consumí-lo assim que chegar a mesa. Conversa vai, papo vem, e a comida fica ali parada, grandes chances do peixe ressecar por causa do ar condicionado e da alga umedecer por conta do contato com o arroz. Sem crocância e com peixe seco, o sushi perde metade da graça.

Acerte: Menos papo, mais comida! “Até mesmo o tempo que vem do sushibar para a mesa precisa ser certinho para que a qualidade não se perca. Comer no balcão é outro sabor!”, ensina o chef, que tem 30 anos de experiência com comida japonesa. Fica a dica para pedir menos delivery!

Erro 5: temakis gigantes não são bacanas. Infelizmente!

Desculpa quebrar o seu , mas aquele temakão despencando recheio pra fora, não é a mellhor forma de comer este tipo de sushi. É que o peixe e o arroz podem amolecer a alga.

Acerte: “O temaki deve ter um tamanho que possa ser consumido em 3 bocadas. Dessa maneira, a alga permanece crocante e perfeita”, ensina George. “Você também precisa sentir todos os ingredientes na mesma mordida”.

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Erro 6: lotar o potinho de shoyu

Você é do tipo que mal sentou e já está lotando o potinho de shoyu, antes mesmo da comida chegar? Primeiro, segura essa ansiedade! Já reparou como você sempre volta com sede do restaurante japonês? É que você está exagerando no sódio, amiga.

Acerte: “Uma quantidade do tamanho de uma moeda ou de uma colher de chá, já é o suficiente pro jantar inteiro”, explica o chef. E isso nos leva ao próximo erro…

Erro 7: mergulhar o arroz do sushi no shoyu e deixá-lo encharcado

Se você mergulhar o arroz virado pra baixo no molho de soja, ele ficará tão encharcado e empapado, que quebrará todo. Além do mais, isso altera a percepção do gosto real do peixe.

Acerte: Molhe apenas a pontinha do peixe no shoyu e coma em uma bocada só. O certo também é que o peixe entre primeiro em contato com a língua para uma melhor experiência do sabor do pescado. E lembre-se: os sushis que já vem pincelados com molhos em cima não precisam do shoyu.

Erro 8: misturar o wasabi no shoyu e fazer um “molhinho”

Você ama a ardência do wasabi, certo? Sem problemas, mas não misture no shoyu. Para que ele seja sentido em toda sua potência, mas sem mascarar o gosto do peixe ou fruto do mar, é o sushiman que passa o wasabi entre o arroz e o peixe.

Acerte:  Se ainda assim, você gostar de mais picante, passe uma camada extra – com o dedo – em cima do peixe.

O wasabi também tem uma função importante, já que por ter propriedades antibacterianas, ajuda a prevenir a infecção alimentar. E fica a dica: se um dia você for no Japão, saiba que o wasabi usado lá é ralado direto do caule.

Aqui no Brasil, não há importação da planta e todos os restaurantes usam a versão em pó (misturado com água) ou em pasta.

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Erro 9: segurar o sushi com o peixe virado pra cima

Sim, o sushi tradicional vem com o peixe em cima do arroz. Mas se você molhar no shoyu nesta posição, você comete o pecadinho que já citamos de encharcar o bolinho.

Acerte: o jeito correto é tombar o niguiri de ladinho, segurá-lo com o hashi e molhar apenas o peixe como já explicamos. Todo ingrediente que não estiver temperado deve ser consumido desta maneira, como polvo, camarão e ovas de peixe, por exemplo.

Erro 10: ir mordendo o sushi aos pouquinhos

Não é nem preciso explicar muito: você vai morder e ele vai desmontar. Simples assim.

Acerte: os sushimans mais experientes costumam fazer a peça do sushi ou do sashimi no tamanho exato de uma mordida. “Existe um termo em japonês pra isso: hitokuchi (uma bocada). O sushi tem que entrar na boca e ter o tamanho perfeito pra você mastigar e desmanchar”, explica o chef.

Erro 11: achar feio comer com a mão

Você sabia que não é falta de educação comer com as mãos no restaurante japonês? “Com o hashi ou com as mãos, tanto faz. É por isso que os restaurantes disponibilizam aquela toalhinha quente para que os clientes limpem as mãos antes e após a comida”, conta o chef.

Acerte: pegue o sushi com os dedos, coloque no shoyu e coma. Não tem segredo. Depois é só lavar as mãos ou limpar com as toalhinhas. Já o sashimi pede o uso do hashi, tá?

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Erro 12:achar que apenas sakê harmoniza com a comida japonesa

Ok, por um lado você está certa: o saquê realmente cai muito bem com o sushi e o sashimi, claro. No entanto, os restaurantes mais modernos já oferecem uma carta de drinques e vinhos que também ressaltam o sabor do sushi.

Acerte: No Kosushi, o mixologista Márcio Silva criou uma seleção de drinques com ingredientes como gengibre e umê (conserva de ameixa japonesa), que combinam muito com o menu japonês. Vinho branco, que todo mundo sabe que vai bem com peixe, e até vinho tinto- SIM!- também fazem parte do que o bartender oferece como harmonização perfeita.

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Источник: https://claudia.abril.com.br/cozinha/gastronomia/12-erros-que-voce-comete-ao-comer-sushi-e-sashimi/

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