5 opções de tratamento para pedra na vesícula

6 remédios caseiros para pedra na vesícula

5 opções de tratamento para pedra na vesícula

A presença de pedra na vesícula causa sintomas que incluem vômitos, náuseas e dor no lado direito do abdome ou nas costas, sendo que essas pedras podem ser pequenas como um grão de areia ou ter o tamanho de uma bola de golfe.

As pedras na vesícula que são muito grandes, só podem ser removidas com terapia de ondas de choque ou cirurgia, mas as pedras pequenas podem ser eliminadas com tratamento natural, desde que o clínico geral ou gastroenterologista esteja de acordo.

Para auxiliar na eliminação da pedra na vesícula é importante beber bastante água, mantendo o hábito de tomar 100 ml de água a cada hora, para que chegue aos 2 litros ao longo do dia. Isto pode facilitar o movimento da pedra dentro da vesícula e ajudar que seja eliminada pelo intestino.

Desta forma, alguns remédios caseiros para eliminar pequenas pedras na vesícula são:

1. Suco de rabanete preto

O rabanete preto é uma raiz que possui substâncias em sua composição que impedem o acúmulo de colesterol na vesícula biliar, ajudando a prevenir e a eliminar as pedras que se formam neste local. Também pode ser usado para diminuir a gordura do fígado e como agente antioxidante, diminuindo os efeitos do envelhecimento.

Ingredientes:

  • 3 rabanetes pretos;
  • 1 copo de água;
  • 1 colher (de chá) de mel natural.

Modo de preparo:

Lavar os rabanetes, colocar junto com água gelada e o mel dentro do liquidificador, bater até a mistura ficar totalmente líquida. Em seguida, servir o suco batido em um copo e beber até 2 vezes ao dia.

2. Chá de dente-de-leão

O dente-de-leão é uma planta conhecida por combater problemas digestivos, atuando principalmente no fígado, e como diurético, aumentando a frequência urinária. Entretanto, o chá desta planta também pode ser usado para ajudar a eliminar a pedra na vesícula, pois favorece o aumento do fluxo biliar.

Ingredientes:

  • 10 g de folhas secas de dente-de-leão;
  • 150 ml de água;

Modo de preparo:

Ferver a água e colocar as folhas secas de dente-de-leão, tampar e deixar repousar por cerca de 10 minutos. Depois disso, é preciso coar e beber ainda morno. Pode ser usado até 3 vezes ao dia.

3. Alcachofra

Popularmente, a alcachofra é uma planta utilizada para tratar vários problemas de saúde como anemia, hemorroidas, reumatismo e pneumonia. Alguns estudos mostram que também é uma planta utilizada para eliminar a pedra na vesícula.

Ingredientes:

  • 2 a 5 ml de tintura de alcachofra;
  • 75 ml de água.

Modo de preparo:

Diluir a tintura de alcachofra na água e tomar a mistura até três vezes ao dia.

4. Óleo de hortelã-pimenta

O óleo de hortelã-pimenta pode ajudar na eliminação de pedra na vesícula e deve-se beber 0,2 ml deste óleo, 1 vez ao dia, para que esse benefício possa ser alcançado. No entanto, é possível fazer o chá de hortelã-pimenta, pois também é recomendado para auxiliar no tratamento deste tipo de problema de saúde.

Ingredientes:

  • 2 colheres de chá de folhas secas inteiras ou trituradas de hortelã-pimenta ou 2 a 3 folhas frescas;
  • 150 ml de água fervente.

Modo de preparo:

Colocar as folhas de hortelã-pimenta numa xícara de chá e encher com água fervente. Deixar a infusão repousar durante 5 a 7 minutos e coar. Este chá deve ser bebido 3 a 4 vezes por dia e de preferência após as refeições.

5. Cardo mariano

O cardo mariano é um remédio natural muito usado para problemas no fígado e pedra na vesícula, sendo que o principal composto desta planta é a silimarina. Em geral, os extratos desta planta são vendidos em farmácias homeopáticas, como cápsulas, mas pode ser usado o chá do fruto de cardo mariano.

Ingredientes: 

  • 1 colher (de chá) de frutos de cardo mariano esmagados;
  • 1 xícara de água.

Modo de preparo:

Ferver a água e colocar o fruto de cardo mariano esmagado, em seguida deixar descansar por 15 minutos, coar e beber de 3 a 4 xícaras de chá por dia.

6. Açafrão-da-índia

O Açafrão-da-índia, também conhecido como açafrão-da-terra ou tumérico, é uma outra planta medicinal que pode auxiliar a eliminar as pequenas pedras e por ter ação anti-inflamatória ainda ajuda a combater a dor e a inflamação da vesícula. A curcumina presente nessa planta ainda auxilia a regeneração dos tecidos depois da cirurgia.

Como usar: Consumir diariamente 40 mg de curcumina em forma de cápsulas. Essa quantidade é capaz de reduzir em 50% o volume da vesícula biliar em poucos dias.

O que comer quando tiver pedra na vesícula

Saiba mais sobre a alimentação nesse vídeo da nutricionista Tatiana Zanin:

Este tratamento caseiro não garante a cura e a eliminação total das pedras na vesícula, principalmente se forem grandes, por isso, é importante consultar o médico para orientar o tratamento mais adequado. Conheça mais sobre o tratamento para pedra na vesícula.

Источник: https://www.tuasaude.com/remedio-caseiro-para-pedra-na-vesicula/

Tudo sobre a Cirurgia para Pedra na Vesícula

5 opções de tratamento para pedra na vesícula

A colecistectomia – ou, como é popularmente conhecida, cirurgia para pedra na vesícula, é um procedimento realizado para remover a vesícula biliar. A primeira vez que uma cirurgia deste tipo foi feita no Brasil foi na década de 1980. E, nos últimos 30 anos, houveram avanços significativos na área.

Hoje, ela é feita por via minimamente invasiva. Ou seja: o órgão é retirado por meio de pequenas incisões na pele. Com um corte que pode variar de 3 a 10 mm, um bom resultado estético é garantido, além da facilidade de controle da dor no pós-operatório.

Existem duas formas de realizar uma colecistectomia:

  • Cirurgia por vídeo ou laparoscopia: mais conhecida como cirurgia a laser. O médico faz quatro furos no abdômen para passar uma pequena câmera, que fará a cirurgia com menos cortes e menor manipulação. É o método mais rápido, menos doloroso e com cicatriz discreta.
  • Cirurgia convencional ou aberta: a vesícula é retirada através de um corte maior no abdômen. O processo de recuperação tende a ser mais demorado, além de deixar uma cicatriz visível. Lembrando que essa alternativa é pouco utilizada nos dias atuais.

Quando o procedimento ocorre de forma programada e sem complicações, costuma durar em média 45 minutos. Exigindo apenas de um a dois dias de repouso e uma recuperação de uma a duas semanas para atividades normais.

Quer saber mais? Acompanhe a leitura!

Quando a cirurgia para pedra na vesícula é indicada?

Em casos de pedras na vesícula, em especial quando há complicações destes cálculos, como crises de dor, inflamação do pâncreas gerada pela saída de um dos cálculos (pancreatite aguda) e inflamação da vesícula (colecistite aguda).

A colecistectomia também é indicada quando há presença de pólipos na vesícula biliar, já que existem casos em que eles podem evoluir para um câncer da vesícula biliar.

Como o procedimento é realizado?

O processo de cirurgia para pedra na vesícula consiste na remoção não apenas dos cálculos, mas de toda vesícula. Porque não é possível remover somente as pedras (ocorre recidiva em 100% dos pacientes).

O procedimento cirúrgico é feito por meio de quatro pequenos cortes, sendo o maior, de 10mm,  na região da cicatriz umbilical e outros de 5 mm.

Há também o processo minilaparoscopia, no qual furos ainda menores são feitos, de 3 mm, gerando um excelente resultado estético, com cicatrizes quase imperceptíveis no pós-operatório.

Quais os riscos da cirurgia para pedra na vesícula?

Apesar da cirurgia para pedra na vesícula ter um baixíssimo índice de complicação, como em qualquer procedimento invasivo a taxa nunca é zero. Sendo assim, é imprescindível procurar um profissional habilitado para realizá-la.

O maior risco de complicação é a lesão da via biliar, que pode ser evitada com exames complementares no intraoperatório, como colangiografia. E com dissecção cuidadosa das estruturas. As possibilidades de complicações aumentam em casos mais graves. Logo, é muito importante que o tratamento seja feito na fase em que os sintomas ainda são mínimos. 

Vale destacar que os pacientes que adiam o procedimento correm o risco da piora do quadro, o que pode levá-los a uma cirurgia de emergência. Sem a devida assistência e o acompanhamento de diabetes, doenças cardíacas, etc. (que poderia ter sido feito em uma cirurgia planejada). Em outras palavras, o procedimento se torna de alto risco – principalmente em idosos.

Cuidados após a cirurgia

Nos dias posteriores à cirurgia, é primordial que o paciente siga as orientações médicas da forma correta. Para funcionar sem a vesícula, o corpo passará por um processo de adaptação. Portanto, é recomendável uma alimentação balanceada e com baixo teor de gordura.

Depois da cirurgia, é comum que alguns pacientes tenham diarréia após comerem alimentos mais gordurosos. Contudo, o sintoma é raro e tende desaparecer em até seis meses depois do procedimento.

O paciente pode receber alta no mesmo dia da operação, mas deve providenciar alguns de repouso no pós-operatório. Podendo retornar ao trabalho em dois a três dias após o procedimento.

Lembrando que deve-se evitar esforço físico por três semanas e, é claro, manter o acompanhamento médico por segurança!
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Источник: https://guilhermenamur.com.br/cirurgia-para-pedra-na-vesicula/

Tratamentodos Cálculos na Vesícula Biliar (Colecistolitíase)

5 opções de tratamento para pedra na vesícula

A vesícula biliar está localizada na parte superior direita do abdome direito, abaixo do fígado. A sua função pode ser descrita de uma forma simples: armazenar a bile produzida no fígado e liberá-la para o intestino em quantidade adequada para facilitar a digestão e a absorção de gordura através solubilização fornecida pelos ácidos biliares.

Como são formados os cálculos biliares?

As pedras são precipitações de componentes da bile. O desequilíbrio destes componentes biliares pode ser causado por:

– Alterações na produção e excreção da bile pelo fígado;

– Alimentos ricos em gordura e colesterol;

– Alteração na concentração da bile na vesícula biliar;

– Perda de ácido biliar devido a outras doenças intestinais;

– Colonização da vesícula biliar por bactérias intestinais.

Quais os tipos de cálculos?

Apesar das manifestações clínicas não depender do tipo de cálculo (apesar do tamanho interferir), temos predominância dos cálculos de colesterol (70% a 90%), seguidos dos pigmentados (10% a 30%).

Quais as principais manifestações clínicas?

Em geral, os cálculos biliares são assintomáticos. Estima-se que entre os pacientes assintomáticos 2% a 4% irão manifestar sintomas a cada ano.

Quando a saída vesícula biliar é obstruída por cálculos, ela torna incapaz de contrair e esvaziar normalmente, com isso a dor no abdômen superior direito irradiando para as costas e ombro direito pode ocorrer.

Náuseas, vômitos e calafrios podem estar presentes de acordo com a intensidade da crise ou presença de infecção. Se ocorre uma obstrução no ducto biliar comum (que drena o fígado e a vesícula), icterícia (amarelamento da pele), urina escura (cor de Coca-Cola) e fezes claras podem ocorrer.

Essa circunstância, associada à febre e calafrios exige internação imediata e tratamento. Pancreatite biliar é outra manifestação dos cálculos biliares, sendo esta uma das complicações mais temidas. Cálculos biliares também estão associados à neoplasia de vesícula, mas esta enfermidade é de ocorrência rara.

Quem está em risco de desenvolver cálculos biliares?

– Mulheres multíparas acima de 40 anos é o grupo mais prevalente. Durante a gravidez, o desequilíbrio hormonal e diminuiu esvaziamento da vesícula biliar. As mulheres têm mais cálculos biliares do que os homens, provavelmente por causa do metabolismo hormonal feminino.

– Indivíduos obesos também são mais acometidos por cálculos biliares.

– Pessoas que se submetem a longos períodos de jejum, em dietas restritivas para emagrecer (inclusive pós-cirurgia de obesidade) ou dieta rica em gorduras também podem apresentar esta doença.

– Pacientes com doenças metabólicas (diabetes, cirrose hepática), intestinais (doença de Crohn, retocolite ulcerativa, intestino curto) e doenças hematológicas (anemia falciforme, esferocitose).

Como é realizado o diagnóstico?

A ultrassonografia abdominal é o exame mais importante neste diagnóstico, sendo a ressonância nuclear magnética reservada para casos especiais. Exames de sangue para excluir complicações são sempre necessários.

Qual o tratamento?

O tratamento para cálculos biliares é a cirurgia da vesícula biliar (colecistectomia).

Apenas seu médico pode avaliar a necessidade de cirurgia.

Ela é realizada através de via laparoscópica (pequenas incisões na pele), sendo considerada uma das cirurgias mais seguras do mundo.

A recorrência de cálculo biliar nas vias biliares é observada em cerca de 5% dos pacientes operados. Os sintomas são os mesmos do período pré-cirurgia, acompanhado com maior frequência de icterícia (amarelamento da pele) devido a obstrução do ducto biliar comum.

Se esta recorrência é diagnosticada, os cálculos biliares podem ser tratados com sucesso por endoscopia (remoção dos cálculos biliares pela boca, através de uma abertura da saída do ducto biliar principal para o intestino).

Como existe um defeito na formação e a solubilização dos componentes da bile, novos cálculos podem se formar no ducto biliar mesmo sem a vesícula.

ATENÇÃO! INDICAÇÕES ATUAIS DA COLECISTECTOMIA (RETIRADA DA VESÍCULA)

Complicações associadas à presença de colecistolitíase (pedra na vesícula):

dor biliar típica (cólica biliar),

colecistite aguda (inflamação/infecção da vesícula),

migração de cálculos para os canais biliares (coledocolitíase)

e pancreatite biliar (inflamação do pâncreas decorrente da coledocolitíase).

– Suspeita ou risco de malignidade:

cálculos maiores que 3 cm,

pólipos maiores que 1 cm

ou vesícula escleroatrófica.

Pacientes sem sintomas associados aos cálculos na vesícula, porém com:

Expectativa de vida maior que 20 anos,

microcálculos (pedras menores que 0,3 cm),

doença hemolítica crônica (por ex: esferocitose, anemia falciforme)

candidatos à transplante de órgãos

ou desejo do paciente.

Fonte:  Federação Brasileira de Gastroenterologia

Источник: https://medigest.com.br/tratamentodos-calculos-na-vesicula-biliar-colecistolitiase/

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