7 Formas de reprogramar a mente para emagrecer mais rápido

Psicóloga ensina como emagrecer “através” da mente e impedir a autossabotagem

7 Formas de reprogramar a mente para emagrecer mais rápido
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Mudar a mente é o primeiro passo para mudar o corpo. Isso porque o processo de emagrecimento em si não é complicado: você provavelmente já sabe tudo o que precisa fazer para eliminar calorias. Porém, ele te obriga a entrar em contato com questões difíceis de encarar.

Não consigo emagrecer

Se você vem tentando emagrecer há algum tempo e não consegue se firmar no peso ideal, possivelmente vive algumas das seguintes situações:

  • Toda vez que se pega pensando em um problema, você corre para a comida para sentir conforto imediato;
  • Você culpa o sobrepeso pela maior parte dos seus problemas (solidão, falta de sucesso no trabalho, etc.);
  • Você acha que seu maior problema é estar acima do peso;
  • Você sente muita culpa quando come algo fora da dieta, e isso te leva a “chutar o balde” de vez e comer ainda mais;
  • Você vive imaginando como será sua vida quando você emagrecer: as coisas que você irá fazer, pessoas que irá conhecer, etc. Mas, até lá, você se esconde.

Esse tipo de pensamento mostra como você coloca o peso à frente dos seus reais problemas para que não tenha de encará-los.

Isso significa que, uma vez que essa questão for resolvida, será necessário entrar em contato com dificuldades ainda maiores e mais dolorosas – e você provavelmente não quer fazer isso.

É por isso que o maior sabotador do seu emagrecimento é você mesmo, que usa o peso como justificativa para todos os problemas da vida.

“A grande sacada é descobrir o que te impede de emagrecer. Descobrir, por exemplo, o que faz você se colocar em segundo plano, burlar a dieta ou não ter pique de ir à academia”, expõe a psicóloga especialista em emagrecimento Cintia Seabra em seu e-book “Descubra Seus Sabotadores do Emagrecimento”.

A profissional lista uma série de questões cruciais para qualquer pessoa que deseja mudar de vez o estilo de vida e atingir o peso ideal. Elas vão desde conselhos práticos sobre como manter o foco na dieta até dicas para te ajudar a descobrir por que seu subconsciente está te impedindo de alcançar seus objetivos. Veja quais são:

Como emagrecer de vez

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Transforme sonho em realidade: sonhos são vagos e distantes. Torne o emagrecimento algo real e possível. Para isso, estabeleça exatamente quanto você quer pesar e uma data-limite para chegar lá.

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Seja realista. “Descobri que não existem objetivos impossíveis, o que existem são prazos irreais”, diz Cintia, pontuando que é justamente aí que muita gente se frustra e desiste do processo. Estabeleça uma meta de tempo realista e que não vá colocar sua saúde em risco.

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Descubra o SEU segredo do emagrecimento. Para algumas pessoas, é aprender a ter foco; para outras, mudar os hábitos. Procure descobrir qual mudança você precisa fazer em si para conseguir atingir seu objetivo.

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Pense por outro ângulo. “Pare e pense: ‘perder’ é uma palavra positiva ou negativa?”, questiona Cintia. Ela pontua que o verbo está associado a prejuízos ou danos e, por isso, é melhor abandonar a expressão “perder peso”.

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Ao invés disso, pense em tudo o que irá ganhar ao emagrecer. “A sua meta de emagrecimento pode tornar-se uma realidade, desde que você tenha claro os ganhos que o peso ideal irá te proporcionar”, afirma.

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Anote os ganhos que você terá. “Você não quer emagrecer.

O que você quer é o que o emagrecimento vai te trazer de bom”, afirma a psicóloga, defendendo que ter consciência disso te deixará mais firme no objetivo.

Portanto, escreva em um papel quais serão seus ganhos: resgatar autoestima, se sentir desejada, ter mais saúde, usar as roupas que mais gosta, etc., e releia quantas vezes for preciso.

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Arme-se contra as tentações. “A grande maioria dos sabotadores oferece fácil acessibilidade e prazeres imediatos, enquanto que, para ter o peso desejado, é preciso fazer sacrifícios”, diz a especialista. É por isso que você precisa ter plena consciência do que irá ganhar com o emagrecimento e comparar esses ganhos com os oferecidos pelos sabotadores.

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Pegue um papel e caneta e responda à seguinte pergunta: para emagrecer definitivamente, do que terei de abrir mão? Podem ser suas roupas, que terão de ser recicladas por inteiro, os almoços de família aos domingos, a cervejinha com os amigos, etc. Estes são sabotadores, ou seja, motivos conscientes ou subconscientes pelos quais você não quer se comprometer com o emagrecimento.

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Há também outra categoria de sabotadores: aqueles que te trazem prazer. Ou seja, em algum nível, você é feliz por estar acima do peso. Pode parecer absurdo, mas pense bem: o único responsável pelo seu emagrecimento é você mesmo. Se quisesse realmente, já não o teria conquistado? Algum tipo de ganho você tem na situação atual.

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“Exemplos comuns de sabotadores pelo prazer, ou “ganhos secundários”, são pessoas que adoecem e intimamente têm o desejo de permanecer doentes para ter atenção da família e amigos”, descreve Cintia no ebook. Ou seja, você se beneficia da situação, mesmo que ela, a olho nu, não seja saudável para você.

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No caso do emagrecimento, o ganho secundário pode ser mais difícil de reconhecer. Pode ser que seus relacionamentos sempre deem errado e você coloque a culpa disso no seu peso. Ao emagrecer, não terá mais esse álibi. Pode ser também que você seja uma pessoa tímida e não acha que irá conseguir suportar toda a atenção que receberá se for magra.

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Para vencer os sabotadores, é preciso ter claro o que você irá ganhar ao emagrecer e o que irá perder se não emagrecer. Além disso, busque fontes alternativas de prazer. Por exemplo, você pode continuar indo ao bar com os amigos, mas busque alternativas light do que comer ou beber. Assim, você não perde a diversão.

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Negocie consigo: do que você pode abrir mão, o que precisa permanecer, mas com moderação, e o que é absolutamente essencial para você? A partir disso, busque um equilíbrio. Você terá, sim, de fazer sacrifícios, mas o resultado deve compensar o esforço.

Emagrecimento pela mente

Источник: https://www.vix.com/pt/bdm/corpo/psicologa-ensina-como-emagrecer-atraves-da-mente-e-impedir-a-autossabotagem

É possível treinar a mente para emagrecer? Conheça algumas técnicas

7 Formas de reprogramar a mente para emagrecer mais rápido

Todo mundo que já fez uma dieta sabe: perder peso não é uma tarefa fácil. Tem que ter força de vontade, determinação e muita disciplina. Mas, e se pudéssemos usar a força do pensamento para dar uma mãozinha?

De acordo com uma nova teoria, isso é possível! Com a “dieta do cérebro”, conseguimos treinar a mente para emagrecer e atingir o objetivo desejado na balança. Quer descobrir mais sobre o assunto? Nosso post de hoje conta tudo!

O papel do cérebro no emagrecimento

O cérebro pode ser encarado como um computador central, que comanda todo o funcionamento do nosso organismo, mesmo quando não temos consciência disso. Diversas pesquisas de diferentes áreas da psicologia já provaram que aquilo acontece na mente tem o poder de influenciar em nosso organismo.

Para citar um exemplo sem ir muito longe: quando você está assistindo a um filme de terror, você se assusta de verdade, correto? O coração dispara, a respiração fica mais rápida, as pupilas dilatam. Tudo isso ocorre porque o cérebro interpretou aquela como uma situação de perigo — um perigo real.

Se ele é capaz de fazer isso, era claro pensar que também teria um papel central no emagrecimento. Agora, os cientistas estão conseguindo estabelecer melhor essa relação, que é demonstrada em livros como “Pense magro“, da terapeuta cognitiva Judith Beck, e “A dieta da meditação“, do nutricionista português Alexandre Fernandes.

Como treinar a mente para emagrecer

Algumas das técnicas ensinadas pelos autores dessas e outras obras podem ser facilmente reproduzidas por você, no seu dia a dia. Veja algumas dicas:

Faça um diário alimentar

Mantenha um caderninho (ou use um app, se você for mais tecnológico) com as anotações de tudo que você ingere durante o dia. Anote também os horários. Esse registro vai ajudá-lo a racionalizar melhor as escolhas que tem feito dos alimentos e a enxergar onde e quando estão acontecendo os excessos. 

Além disso, colocar no papel o seu plano alimentar ajuda a planejar melhor a distribuição das refeições durante o dia e a moderar o que está fora de lugar.

Aprenda a controlar as porções

Quando estamos com muita fome, tendemos a colocar no prato mais do que realmente precisamos. Na hora de se servir, principalmente em restaurantes do estilo self-service, controle seus impulsos de pegar um pouco a mais.

Caso você ainda esteja com fome quando terminar seu prato, sempre há a possibilidade de servir-se novamente.

Use as palavras corretas

A neurolinguística é a ciência que estuda a relação entre o cérebro e a linguagem. As palavras nos remetem a sensações. “Dieta”, por exemplo, traz a ideia de escassez, de privação. Substitua-a por expressões mais positivas, como “reeducação alimentar”.

O mesmo vale para “perder peso”. O verbo perder tem um significado negativo: quando se perde algo, deseja-se encontrar. E a última coisa que você quer é encontrar de volta os quilos que deixou para trás! Use “eliminar peso” no lugar. 

Aprenda a evitar os gatilhos de comida

Alguns estímulos externos provocam pensamentos que levam você a comer de maneira inadequada — escolher alimentos gordurosos, servir porções grandes demais, apelar para os doces etc. 

Identifique quais estímulos são esses e aprenda a contorná-los. Quando não for possível evitá-los, você conseguirá lidar melhor com eles.

Livre-se da culpa

A comida tem uma dimensão afetiva muito forte. Muitas vezes, um determinado prato funciona como um abraço de conforto. Ao comer, mesmo que alimentos mais calóricos, não se sinta culpado.

A culpa fará você se sentir mal consigo mesmo e desencadeará a vontade de uma comfort food, que são os alimentos aos quais você recorre quando está frustrado ou chateado.

Lembre-se que você pode comer

É muito comum pessoas que estão em processo de emagrecimento colocarem todas as coisas em duas categorias: “posso comer” e “não posso comer”. No entanto, é importante pensar que você pode comer de tudo. Mas não deseja, pois tem um objetivo maior.

O fato de não poder comer algo gera vontade. E a frustração da privação dispara a ansiedade, que é ruim para o processo do emagrecimento.

Permita-se uma ou outra indulgência

Quando se sente agredido, o organismo reage acumulando gordura — é um processo de sobrevivência básico. Quando você olha para aquele brigadeiro e morre de vontade de comê-lo, mas se controla, o corpo se sente agredido. O resultado? Acertou: acúmulo de gordura (justamente o contrário do que você queria!).

Por isso, permita-se um ou outro pequeno prazer de vez em quando (mas de vez em quando mesmo!).

Evite comer cansado

Chega do trabalho morto de fome e já vai logo abrir a geladeira e os armários procurando um lanche? Pois está na hora de mudar isso já! Quando cansado, você tende a escolher os alimentos mais calóricos.

Portanto, ao chegar do trabalho, vá tomar um banho, leia um pouco e descanse. Só depois vá à cozinha e prepare sua refeição.

Encontre alternativas para relaxar

É muito comum que as pessoas usem a comida como uma válvula de escape para o estresse e a ansiedade. Um pedaço de chocolate, uma taça de vinho, um copo de cerveja “só para relaxar”.

Encontre outras formas de liberar as tensões, como fazer artesanatos, dedicar-se a um hobby ou praticar meditação. Dessa forma, você vai gerir o estresse e a ansiedade sem recorrer aos alimentos.

Ajude sua mente na missão

Antes de sair sonhando acordado enquanto devora um hambúrguer, muita calma nessa hora: o mindset correto é um aliado forte na perda de peso. Mas, sozinho, não faz milagre!

Treinar seu cérebro para o emagrecimento certamente fará com que você tenha mais facilidade para alcançar seu objetivo. Mas essa programação mental precisa vir acompanhada do comprometimento com novos hábitos de vida.

Uma alimentação equilibrada e uma rotina de atividades físicas, pelo menos, três vezes por semana sempre terão seu lugar e seu papel na perda de peso. Aliás, esse é o único caminho para uma perda de peso saudável e eficiente.

Agora que você já descobriu como treinar a mente para emagrecer, compartilhe este post nas redes sociais e faça a informação chegar longe. Quanto mais pessoas tiverem o mesmo objetivo que você, mais fácil será manter a linha!

Источник: https://blog.runway.com.br/e-possivel-treinar-a-mente-para-emagrecer-conheca-algumas-tecnicas/

12 hábitos para emagrecer e não engordar nunca mais

7 Formas de reprogramar a mente para emagrecer mais rápido

Se você está disposta a comer melhor, vá com calma: alterar o cardápio da noite para o dia não funciona. O pulo-do-gato é fazer uma mudança por vez. Só depois que a primeira modificação vira hábito, você coloca a próxima em prática.

Para ajudar você nessa empreitada, a nutricionista Rosana de Oliveira, de Natal, preparou um programa de três meses.

Na primeira semana, você começa a beber mais água até chegar a 2 litros por dia. Fácil demais? A regra que comanda esse jogo é: devagar e sempre.

Na segunda semana, você investe em mais uma mudança e treina durante sete dias, sem abandonar o hábito saudável conquistado na semana anterior.

 1ª semana: água antes de comer

Você já sabe que o corpo precisa de oito a dez copos todo dia. O truque é quando tomar. Anote: dois copos de água uma hora antes do café da manhã, do almoço e do jantar. Antes de cada lanche, mais um copo. “Nosso corpo nem sempre identifica bem a sede”, diz Kristine Clark. “Por causa disso, às vezes confundimos a falta de hidratação com fome e exageramos na comida.”

Tática: você pode deixar lembretes do tipo “não se esqueça da água” na agenda ou no alarme do celular. Manter uma garrafinha cheia na mesa de trabalho ou na bolsa dá certo.

2ª semana: café da manhã todos os dias

Pesquisas comprovam que quem toma um café da manhã nutritivo corre menos risco de comer muito nas outras refeições. Além disso, você garante mais pique e concentração. Uma fruta, uma xícara de café com leite desnatado e uma fatia de pão integral com presunto magro ou peito de peru é uma ótima pedida para começar bem o dia.

Tática: se não tem apetite quando acorda, comece com a fruta e, aos poucos, acrescente outros alimentos. Quem vive correndo pode optar por produtos prontos e saudáveis, como iogurte desnatado, suco natural, torrada integral e barrinha de cereais.

3ª semana: mais refeições

“Quem divide o que come em cinco refeições por dia acelera o metabolismo entre 5 e 15%”, diz a nutricionista Heloísa Guarita, especialista em fisiologia do exercício. Imagina se você ainda maneirar nas porções: é emagrecimento na certa porque você evita os picos de fome.

Tática: o ideal é comer a cada três ou quatro horas. Se você toma o café da manhã às 7h, faça um lanche às 10h, almoce às 13h, lanche às 16h e jante às 20h.

4ª semana: refrigerante uma vez por semana

Aproveite que você já adquiriu o hábito de beber mais água e reduza o refrigerante, que não acrescenta nada de bom ao organismo. Light ou normal, tanto faz: consumidos com a comida, diluem o suco gástrico e prejudicam a digestão.

Tática: nas refeições, tome no máximo meio copo de água. No barzinho ou no restaurante, vá de sucos pouco calóricos, como maracujá e limão com adoçante.

5ª semana: mais fruta, menos fome

As frutas frescas são cheias de vitaminas, minerais e fibras. Ou seja, alimentam e enganam a fome. Coma de três a quatro porções por dia, variando os tipos e inclua sempre uma cítrica (laranja, mexerica, limão) para melhorar a absorção do ferro presente nos outros alimentos.

Tática: substitua o doce da sobremesa por uma fruta e economize um montão de calorias. Se detesta fruta, comece com as desidratadas, que são bem docinhas.

6ª semana: a vez dos integrais

Seu organismo gasta mais calorias para digerir os produtos integrais do que os refinados. Quer mais? As fibras presentes especialmente nos grãos e nas farinhas integrais melhoram o funcionamento do intestino, varrem as toxinas do corpo e aumentam a sensação de saciedade, já que tornam a digestão mais lenta.

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Tática: troque o pão branco pelo integral, de centeio ou de aveia, de preferência, light. Depois, faça o mesmo com o arroz e o macarrão. Acrescente grãos (soja, cevadinha, grão-de-bico) nas saladas; aveia nas sopas; granola no iogurte; gérmen de trigo nos sucos ou nas frutas picadas.

7ª semana: chocolate pela metade

Esse é o tipo de alimento que na medida certa faz bem: a todo momento surgem estudos comprovando que o polifenol, substância presente no chocolate, protege o coração, reduz o colesterol ruim, combate o envelhecimento precoce. Em excesso, a gente já sabe…

Tática: em vez de comer uma barra inteira, coma metade mais uma maçã ou uma fatia de mamão. A fruta vai ajudá-la a chegar a poucos quadradinhos por dia. Barrinhas de cereais e frutas secas cobertas com chocolate também matam o desejo e têm inúmeras calorias a menos.

8ª semana: lanches mais saudáveis

A mania de comer biscoito, bala e docinhos o tempo inteiro é um perigo para a dieta. Veja só: 1 bombom + 50 g de ovinhos de amendoim + 3 balas + 3 biscoitos recheados = 553 calorias, mais de 1/3 do que deveria consumir num dia inteiro.

Tática: se você ama doce, na hora do lanche procure trocar o biscoito recheado por ameixa, banana ou damasco seco. Se não vive sem salgado, vá de sanduíche de pão integral com peito de peru assado. Outras opções gostosas: iogurte light com frutas; um punhado de amêndoas cruas sem sal; 1 água de coco com 2 torradas integrais; um capuccino com leite desnatado.

9ª semana: mastigue, mastigue e mastigue

Quanto mais você mastigar os alimentos, melhor para a digestão e para espantar os quilos extras. A saciedade tem a ver com o tempo que levamos para comer. A partir de 20 minutos de mastigação, o cérebro começa a receber mensagens de que o corpo já está satisfeito. Se terminar a refeição antes desse tempo, vai querer repetir o prato.

Tática: a cada garfada, descanse os talheres ao lado do prato enquanto mastiga. Você também pode contar o quanto mastiga cada garfada: 20 vezes é um bom número.

10ª semana: 50% menos gordura

Você não vive sem batata frita? Não precisa eliminá-la da sua vida, mas também não leve-a ao prato todo dia. Reserve as frituras para os fins de semana e corte a quantidade pela metade.

Tática: em casa, mude a forma de preparo. No lugar de mergulhar os alimentos na frigideira, leve-os ao forno. A dica serve para o bife e os filés de peixe e de frango.

11ª semana: verde antes de tudo

Você pode comer folhas à vontade: são levíssimas e têm um montão de vitaminas e fibras. Um prato só delas antes do almoço vai ocupar seu estômago e diminuir as chances de atacar alimentos que engordam. Para temperar, use uma colher de chá de azeite com limão e pouco sal; mostarda; shoyu light, vinagre ou molho de iogurte.

Tática: rúcula, agrião, escarola, acelga e alface podem ser consumidos refogados, picadinhos nas sopas, na carne moída, no frango de panela, no recheio das tortas, massas e panquecas e até nos sucos – só evite coá-los para manter as fibras intactas.

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12ª semana: jantar até as 20h

Quando dormimos, o metabolismo desacelera e a gente consome menos energia. Quanto mais próximo da hora de dormir você jantar, maior o risco de armazenar gorduras. O ideal é comer pelo menos duas horas antes de ir para a cama: se isso acontece por volta das 22 h, jantar às 20h é uma boa pedida.

Tática: quando for impossível comer mais cedo, faça um prato mais leve, com salada, vegetais cozidos e carnes brancas magras, de preferência grelhadas ou tome uma sopa de legumes – mas nunca deixe de jantar.

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Источник: https://boaforma.abril.com.br/dieta/12-habitos-para-emagrecer-e-nao-engordar-nunca-mais/

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