8 Alimentos que causam gases

9 alimentos que incham a barriga e você não fazia ideia

8 Alimentos que causam gases
Foto Shutterstock

Às vezes, a razão do inchaço pode ser facilmente identificada por aquela porção de fritura que você comeu. Às vezes, os alimentos que incham a barriga e deixam você pesado são difíceis de detectar, uma vez que os organismos são muito individuais.

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Na verdade, o inchaço pode acontecer mesmo se você se alimenta com saladas e lanches leves.

Por isso, é importante saber que você não deve evitar alimentos super saudáveis apenas porque eles podem te deixar inchada.

É só evitá identificar o que pesa no seu organismo e evitá-los em ocasiões específicas, como aquele fim de semana em que você tem uma prova (ou uma festa) e quer estar se sentindo leve.

Contudo, se você está em casa no sofá, não há razão para não estourar a pipoca se tiver vontade – principalmente porque que o inchaço geralmente some pela manhã

Vale lembrar que algumas pessoas têm uma intolerância mais forte a leguminosas e outros alimentos chamados FODMAPS (sigla para Fermentable Oligo-, Di-, Mono-saccharides And Polyols).

Estes alimentos são uma família de carboidratos, monossacarídeos, dissacarídeos, oligossacarídeos e polióis que podem causar problemas digestivos mais sérios e evidentes para algumas pessoas.

Se você desconfia que é o caso, procure um nutricionista para investigar melhor.

Ficou curiosa para saber quais podem ser os culpados? Estes são alguns dos alimentos que incham a barriga e você não fazia ideia:

1. Chiclete sem açúcar

A principal razão pela qual algo tão pequeno pode causar grande inchaço? Duas palavras: álcoois de açúcar. Um deles, aliás, anda na moda no universo das dietas no Brasil: o xilitol.

Feitos de carboidratos que não absorvidos pelo corpo, em algumas pessoas especialmente sensíveis eles podem causar gases, dor de estômago e até diarréia. Além do xilitol, alguns dos nomes mais comuns para os álcoois de açúcar são o manitol, o sorbitol, o maltitol e o eritritol. Por isso, fique atenta às listas de ingredientes.

2. Água com gás

Todo mundo sabe que refrigerantes provocam inchaço. Mas as bolhas que estão em algumas bebidas também são um fator agravante. Mesmo sem qualquer adoçante, esse gás pode inflar sua barriga como um balão.

Para ver se este é o culpado, você pode tentar comer a mesma refeição ou lanche com água normal e, depois, com água com gás para comparar como se sente.

3. Alimentos que incham a barriga: Alho

O alho é um exemplo de alimento mal absorvido do trato gastrointestinal para o sangue, ou totalmente não absorvido. Este tipo de alimento arrasta a água para o intestino e é fermentado por bactérias, que acumulam gás dentro do intestino.

No entanto, isso não significa que você precisa cortar o pão de alho. Até porque algumas pessoas são mais sensíveis do que outras. Então, da próxima vez que você comer algo temperado com alho, fique de olho em como se sente.

4. Alimentos que incham a barriga: Pipoca

Este lanche também pode fazer algumas pessoas se sentirem um pouco inchadas. Tão injusto, né? Uma porção equivale a três ou quatro xícaras. Essa quantidade contém a mesma quantidade de carboidratos que uma fatia de pão.

Porém, irá ocupar muito mais espaço em seu estômago, que pode fazer com que sua barriga aumente temporariamente. Palavra chave: temporariamente.

Portanto, se você não tem para onde ir esta noite, não existem preocupações! E a pipoca feita em casa com um fio de azeite e pouco sal é ótima: milho é um cereal integral e a pipoca é rica em antioxidantes e fibras (aliás, são elas que enchem a barriga). Portanto, não abra mão desse lanche por causa da barriguinha cheia.

5. Saladas grandes

O primeiro problema é um não-problema (como o da pipoca): a salada é rica em fibras e água. Então uma saladona vai ocupar mais espaço em seu estômago e, portanto, expandi-lo mais do que uma refeição pequena – mesmo que a salada tenha menos calorias.

A outra questão é que alguns vegetais têm o mesmo “problema” citado no caso do alho, como repolho, pimentão, cogumelos e cebola. Portanto, se você é mais sensível, comer uma salada grande pode ser um golpe duplo para o inchaço. Tente ir isolando-os até descobrir quais os alimentos que incham a barriga que estão normalmente na sua salada.

6. Café

Obviamente, se você é intolerante à lactose, você sabe que adicionar creme ou leite ao seu café deixará seu estômago inflado. Mas o café preto também pode desencadear alguns problemas próprios de inchaço.

Como o café é ácido, se você tem um estômago sensível, ele pode ser irritante e causar inchaço imediato. Se você adicionar açúcar ou um adoçante artificial, o efeito pode ser ainda pior.

Portanto, na hora de tomar seu café, mantenha a dose pequena e fique de olho em como você se sente bebendo.

7. Feijão

Você já deve ter ouvido alguma vez na vida que feijões são os campeões dos alimentos que incham a barriga. Mas deixar de comê-los por isso é um erro: eles são cheios de proteína, fibras e um monte de outros nutrientes. Assim como outras leguminosas: grão-de-bico, lentilha e favas, por exemplo.

Para reduzir o excesso de amido indutor de inchaço, você deve deixá-los de molho por no mínimo duas horas. Se puder deixar a noite toda para cozinhar o dia seguinte, com algumas gotas de vinagre, sua digestão dele será muito melhor. Ah, descarte a água do molho. A ingestão frequente tende a ajudar a microbiota do seu intestino a se adaptar e isso também ajuda a reduzir o inchaço.

8. Alimentos que incham a barriga: Leite

O leite, por melhor que seja para os nossos ossos, pode ser mais complicado para o nosso organismo do que seus “primos” mais gordurosos, como creme, manteiga e ghee.

Muitas pessoas são intolerantes ao soro de leite, lactose e caseína. Nestes casos, apostar em leite sem lactose pode não ser suficiente. E se você é alérgico a laticínios, você pode sentir inchaço como um sinal de inflamação na pele.

Se os laticínios não servem para você, uma boa substituição são leites de amêndoas e de coco como ótimas alternativas.

9. Cerveja

Se alguém não tolerar as proteínas, lectinas ou pesticidas no trigo ou nos grãos usados na cerveja, então o corpo responderá com uma inflamação no corpo e no sistema imunológico.

Então, não, você não está imaginando coisas quando sai do bar jurando que seu estômago se parece com o de Homer Simpson. Mas isso não precisa ser um motivo para você excluir totalmente as cervejas do cardápio. Se realmente gosta, beba apenas de vez em quando e prefira se possível vinho ou destilados.

Источник: https://gooutside.com.br/alimentos-que-incham-a-barriga/

8 alimentos que causam gases

8 Alimentos que causam gases

Os alimentos que causam gases, como o feijão e o brócolis, por exemplo, têm uma grande quantidade de fibras e carboidratos que são fermentados pela flora intestinal durante a digestão, causando flatulência e inchaço, sendo que a intolerância do intestino a esses alimentos varia de pessoa para pessoa.

Por esse motivo, é importante que o nutricionista faça uma avaliação que permita identificar quais os alimentos que produzem gases e elaborar um plano nutricional adaptado às necessidades da pessoa.

Nem sempre é necessário remover esse tipo de alimento da dieta, porque reduzindo a quantidade e a frequência com que são ingeridos, pode ser suficiente para que o corpo seja capaz de tolerá-los, diminuindo a produção de gases.

1. Feijão

Os feijões e as leguminosas em geral, são conhecidos por causar gases intestinais. Isso ocorre porque são naturalmente ricos em fibras e amidos resistentes como a rafinose, que não são digeridos pelo organismo, sendo fermentados por bactérias no cólon, produzindo excesso de gases.

Existem algumas técnicas que podem ajudar a reduzir os gases produzidos no consumo do feijão, como deixá-lo de molho por 12 horas, por exemplo. Aprenda outras estratégias para que os grãos não causem gases.

2. Vegetais

Alguns vegetais como brócolis, repolho, couve de Bruxelas, couve-flor, cebola, alho e aspargos podem causar excesso de gases. Isso acontece porque, assim como o feijão, estes alimentos são ricos em fibras e, além disso, possui rafinose que não é digerida e fermentada no intestino.

3. Frutas

As frutas, alguns vegetais e certos produtos, como sucos pasteurizados, por exemplo, contêm um tipo de açúcar chamado frutose, cuja concentração varia com o tipo de alimento. Esse tipo de açúcar não é totalmente absorvido no intestino, podendo favorecer o aumento da produção de gases. Veja quais as frutas com maior teor de frutose.

Além disso, frutas como maçãs, pêssegos, peras e ameixas também contêm fibras solúveis que podem causar excesso de gases em algumas pessoas.

4. Leite e derivados

A lactose é um açúcar presente no leite e seus derivados. Quando uma pessoa tem intolerância à lactose, significa que o seu corpo não contém lactase suficiente, uma enzima que digere esse açúcar no intestino. Como não é digerido, é utilizado pelas bactérias intestinais, que liberam hidrogênio e ácidos graxos de cadeia curta, produzindo os gases.

Nesses casos, a pessoa pode substituir os produtos lácteos por outros sem lactose ou bebidas vegetais, como leite de amêndoa, por exemplo. Além disso, é importante verificar o rótulo nutricional, pois alguns produtos podem conter lactose entre seus ingredientes. Saiba se tem intolerância à lactose através do nosso teste online.

5. Chiclete

A chiclete ou a ingestão de doces favorece a ingestão de ar, conhecida como aerofagia, produzindo gases e desconforto intestinal. Além disso, algumas chicletes ou caramelos também podem conter sorbitol, manitol ou xilitol, que são açúcares que produzem gases quando fermentados no cólon.

6. Refrigerantes

É importante evitar refrigerantes, águas gaseificadas, cervejas e outras bebidas gaseificadas, pois favorecem a entrada de ar no intestino, causando gases. A ingestão de bebidas com canudo também deve ser evitada.

7. Aveia

A aveia e o farelo de aveia ou aveia, bem como alguns alimentos integrais, podem causar gases porque são ricos em fibras, rafinose e amido, que favorecem a formação de gases no intestino.

8. Ervilhas

As ervilhas, além de conter frutose e fibras fermentáveis ​​no intestino, também contêm lectinas, que estão associadas a inchaço e excesso de produção de gases.

Veja com deve ser a dieta para gases.

Como combater os gases naturalmente

Para ajudar a combater os gases de forma natural, é importante seguir as dicas:

  • Evitar beber líquidos durante as refeições;
  • Consumir 1 iogurte natural por dia para melhorar a flora intestinal;
  • Comer frutas que estimulam o intestino no caso de pessoas com prisão de ventre, como o abacaxi ou o mamão, por serem frutas que promovem a digestão;
  • Consumir pequenas porções de alimentos;
  • Evite beber líquidos com canudo;
  • Mastigar bem os alimentos.

Além disso, existem chás que podem ajudar a reduzir a produção de gases, como os de erva-doce, cardamomo, genciana e gengibre, por exemplo.

Veja o vídeo seguinte com outras dicas sobre como reduzir os gases através da dieta:

Источник: https://www.tuasaude.com/alimentos-que-causam-gases/

Excesso de Gases Intestinais – Causas e tratamento

8 Alimentos que causam gases

Eliminar flatos, conhecido popularmente como pum, é normal e acontece a todo mundo. O mesmo pode se dizer em relação às eructações, conhecidas como arrotos. Todo mundo solta pum e arrotos, várias vezes por dia, às vezes, de forma até inconsciente.

Em alguns casos, o excesso de gases intestinais pode ser bastante incômodo, principalmente se ele for muito frequente, se tiver odor muito desagradável ou se estiver associado a sintomas desconfortáveis, tais como dor ou distensão abdominal.

Em geral, o excesso de gases intestinais costuma estar relacionado à dieta, mas ele pode ser um sinal de alguma doença do trato gastrointestinal, como, por exemplo, a síndrome do intestino irritável.

Na maioria dos casos, o excesso de gases pode ser resolvido, ou ao menos bastante amenizado, com alterações na dieta e em alguns hábitos de vida.

Informações em vídeo sobre os gases intestinais

Antes de seguirmos em frente com o texto, assista a esse curto vídeo sobre puns e arrotos produzido pela nossa equipe.

Quais são os gases do pum?

O ser humano elimina diariamente até 1,5 litro de gases pelo ânus em uma frequência de 10 a 20 flatos por dia. Boa parte deles pode passar despercebida.

Os gases do sistema gastrointestinal são compostos basicamente por cinco elementos: Nitrogênio (N2), Oxigênio (O2), Dióxido de carbono (CO2), Hidrogênio (H2) e Metano (CH4). Os cinco juntos somam 99% dos elementos presentes no pum. O arroto tem composição parecida, porém é mais rico em oxigênio e nitrogênio.

E qual deles é o responsável pelo mal cheiro? Nenhum, são todos basicamente inodoros. A culpa também não é das fezes. Ao contrário do que se imagina, o pum não cheira mal por passar pelas fezes antes de ser eliminado.

O que causa mau cheiro é o 1% restante de gases, compostos principalmente por enxofre, sendo o principal o ácido sulfídrico (sulfeto de hidrogênio). Isso explica por que nem todos os puns tem cheiro ruim.

Se não houver um aumento da produção de gases com enxofre, o pum pode não ter cheiro incômodo.

De onde vêm os gases?

Os gases intestinais são basicamente produzidos pelas bilhões de bactérias que vivem no nosso trato digestivo e participam do processo de digestão. O gases intestinais são produzidos principalmente após metabolização de carboidratos, gorduras e proteínas ingeridas nos alimentos.

No caso dos gases no estômago, a origem principal é o ar engolido durante as refeições. Nós não reparamos, mas durante as refeições engolimos volumes enormes de ar. Também é comum haver deglutição de ar quando se mastiga um chiclete ou se fuma um cigarro. Outra fonte de gases estomacais são as bebidas gaseificadas.

Grande parte do gases deglutidos são eliminados através das eructações, conhecidas popularmente como arrotos.

Porém, se o paciente tem o costume de deitar após as refeições, esses gases apresentam mais facilidade em seguir o caminho em direção aos intestinos do que retornar ao esôfago (já notou como é muito mais fácil arrotar quando se está sentado ou em pé em vez de deitado?), aumentando a eliminação de flatos.

Quais alimentos causam mais gases?

Alguns tipos de carboidratos são mais difíceis de serem digeridos no intestino delgado e, por isso, chegam em grande quantidade ao cólon, onde são metabolizados pelas bactérias. Os principais carboidratos mal digeridos são os oligossacarídeos.

Os alimentos que mais causam gases intestinais são:

  • Feijão.
  • Ovos.
  • Cerveja (escura).
  • Leite.
  • Batata.
  • Milho.
  • Farelo de trigo.
  • Brócolis.
  • Aspargos.
  • Alho.
  • Repolho.
  • Bebidas gaseificadas.
  • Couve-flor.
  • Cebolas.
  • Refrigerantes.

Falta de exercício físico, constipação intestinal, intolerância à lactose e alterações da flora bacteriana dos intestinos por uso de antibióticos também podem causar aumento da produção de gases. Sexo anal passivo é outra causa.

O enxofre, que causa o odor desagradável do pum, normalmente é produzido após ingestão de proteínas. A carne de porco, por exemplo, costuma causar flatos com cheiro forte.

Ansiedade pode acelerar o trânsito intestinal, levando mais alimentos mal digeridos ao cólon, fornecendo mais substrato para as bactérias que produzem gases.

Quando o excesso de gases intestinais preocupa?

Estudos mostram que a maioria dos pacientes que se queixam de excesso de gases intestinais, na verdade apresentam a mesma quantidade de gases que a média da população. Esse paciente tem é uma maior sensibilidade à presença de gases.

Eliminamos em média 500 a 1500 ml de gases através dos flatos. Por exemplo, um paciente pode se sentir desconfortável se sua eliminação diária de gases for normal, mas próxima de 1300-1500 ml.

Às vezes, uma dieta mais cuidadosa pode reduzir a produção de gases para menos de 1000 ml por dia, fazendo com que o mal-estar passe.

Resumindo: não é preciso ter excesso de gases, para se sentir com excesso de gases.

Pacientes com síndrome do intestino irritável ou com dispepsia funcional costumam tolerar mal pequenos aumentos na produção de gases intestinais.

Na grande maioria dos casos, o excesso de gases intestinais não indica nenhuma doença, não importando se há ou não odor forte. Os sinais de gravidade estão na presença de outros sintomas associados, como perda de peso, diarreia crônica, anorexia, anemia, sangramentos e dor abdominal. Nestes casos, uma visita ao médico é indicada.

Tratamento

O modo mais fácil de controlar os gases intestinais é através de uma dieta cuidadosa. Evite alimentos que sabidamente agravam seus sintomas. Estes podem incluir laticínios, algumas frutas e legumes, cereais integrais, adoçantes artificiais e refrigerantes. Uma dica em relação ao feijão é deixá-lo de molho durante a noite e trocar a água antes de cozinhá-lo.

Mantenha um registro de alimentos e bebidas que você ingere para conseguir identificar quais as comidas são mais incômodas. O que pode causar gases em mim, não necessariamente causará em você e vice-versa.

Além de equilibrar a dieta, também é importante praticar exercícios e reduzir o estresse.

Existem pastilhas de carvão ativado, à venda em farmácias, que ajudam a neutralizar os gases intestinais. Mas atenção: se você toma medicamentos regularmente, o carvão ativado pode inativá-los, sendo contraindicado nesses casos.

Um medicamento chamado Beano ajuda a diminuir os gases intestinais. A famosa Simeticona (antiga Dimeticona) não parece ser muito efetiva, não demonstrando bons resultados nos estudos científicos.

O salicilato de bismuto é uma opção para quem se queixa de flatos com mau cheiro.

Já existem no mercado brasileiro cuecas e calcinhas feitas com tecidos que absorvem o pum, diminuindo a passagem do seu cheiro. Uma delas é chamada de Under-Ease. Algumas vêm acolchoadas, reduzindo também o barulho dos flatos.

No caso dos arrotos (eructações) a principal causa é o ar engolido durante as refeições. Quanto mais rápido se come, maior é a quantidade de ar deglutido. Engolir saliva, fumar, mastigar chicletes e falar enquanto come também causam deglutição de ar. Obviamente bebidas gasosas aumentam as eructações.

Pessoas ansiosas apresentam deglutição de grande quantidade de ar, chamado de aerofagia, que causa desconforto abdominal por distensão do estômago, que por sua vez, leva a mais ansiedade. O controle da ansiedade alivia os sintomas do excesso de gases.

Referências

Источник: https://www.mdsaude.com/gastroenterologia/gases-intestinais/

Inflamação do abdômen: alimentos que causam este problema

8 Alimentos que causam gases

O problema faz com que as roupas fiquem mais apertadas e dá a sensação de “peso”, queimação ou náusea. A inflamação do abdômen é o resultado de um esforço extra do sistema digestivo, que ocorre quando comemos alimentos pesados demais ou em grande quantidade.

Além disso, não é de estranhar que, juntamente com o inchaço, apareçam outros sintomas, como os gases intestinais, dor e flatulências, além de mau hálito.

Neste artigo, vamos falar sobre os alimentos que podem desencadear este problema, para que você possa evitar consumi-los com frequência.

1. Inflamação do abdômen: alimentos ricos em gordura

As frituras, alimentos com alto teor de gordura, são uma das principais causas da inflamação abdominal.

Elas não apenas levam ao aumento de peso, como também dificultam a digestão, desencadeando o aumento do colesterol e aumentando o risco de doenças cardiovasculares.

Um claro exemplo são as batatas fritas, coxinhas e frango frito, cujos altos níveis de gordura estimulam a produção de ácido gástrico, o que pode deixar a mucosa estomacal mais vulnerável.

2. Inflamação do abdômen: refrigerantes

Muitas pessoas adoram refrigerantes e outras bebidas com gás, pois oferecem uma sensação agradável ao serem ingeridas, e devido ao seu alto teor de açúcar, aumenta o desejo por esse tipo de bebida.

Mas o dióxido de carbono presente nos refrigerantes e bebidas gaseificadas causa muitos problemas, como a acidez e o inchaço.

3. Inflamação do abdômen: verduras crucíferas

As verduras crucíferas contêm rafinose, um polissacarídeo muito difícil de digerir que fermenta ao entrar em contato com as bactérias do intestino, causando gases e arrotos.

Esses vegetais também contêm fibras e nutrientes, por isso, devem sim fazer parte da sua dieta. Para evitar inchaço e gases, basta consumi-los com moderação. São exemplos de vegetais crucíferos o brócolis e a couve-de-Bruxelas.

4. Inflamação do abdômen: sal

O consumo excessivo de sal é uma das principais causas da retenção de líquidos nos tecidos do corpo, que tem uma relação muito estreita com as inflamações que nos afetam.

Reduzir o consumo de sal pode também diminuir a pressão sanguínea, melhorando a saúde em geral.

5. Inflamação do abdômen: farinhas refinadas

Farinhas refinadas são aquelas submetidas a algum processo no qual a sua fibra é retirada, resultando em uma farinha muito pobre em nutrientes.

As farinhas refinadas mais conhecidas e utilizadas são a farinha de trigo branca e a farinha de milho (maisena), presentes em alimentos como pães, pizzas ou pastéis, entre outros.

Muitas pessoas apresentam inchaço abdominal após consumir alimentos feitos com farinhas brancas.

6. Inflamação do abdômen: comidas muito condimentadas

Os condimentos têm muitas propriedades benéficas para a saúde, mas também podem causar inflamação quando os utilizamos em uma quantidade exagerada.

Isso acontece porque os condimentos liberam ácidos, que irritam o estômago, gerando uma resposta inflamatória.

Por isso, o melhor é consumi-los em quantidades mínimas. Entre esses condimentos, podemos citar:

  • Pimenta-do-reino
  • Noz moscada
  • Chili
  • Mostarda
  • Vinagre

7. Inflamação do abdômen: laticínios

Você já notou que, após consumir leite ou laticínios, seu estômago fica inchado? Isso se deve ao fato de que todos os seres humanos sofrem com algum grau de intolerância à lactose, de leve a moderada.

Recomendamos a leitura: Como saber se meu filho tem intolerância à lactose?

Na verdade, quando se tem intolerância à proteína lactose, presente no leite da vaca, o alimento passa para o intestino sem ser preparado pelo estômago.

Isso porque o corpo não produz a enzima lactase em quantidade suficiente (a lactase é necessária para digerir a lactose). O resultado são digestões mais difíceis, inchaço, cólicas e até diarreia.

Outras pessoas podem apresentar os sintomas contrários; prisão de ventre e dificuldades em defecar ao consumir muitos lácteos.

8. Inflamação do abdômen: feijões

O alimento que é a cara do Brasil também é um dos mais difíceis de digerir, por seu alto teor de polissacarídeos que, entre outras coisas, levam ao acúmulo de gases intestinais, que geram inflamação e outros problemas digestivos.

É claro que não vamos deixar de consumir feijões, uma fonte valiosa e saborosa de proteína vegetal, ferro e vários outros nutrientes essenciais, mas é fundamental cozinhá-los muito bem antes de consumir e não requentá-los.

Leia também: Feijão branco: um aliado para o emagrecimento

Se mesmo reduzindo o consumo desses oito alimentos, o inchaço persistir e vier acompanhado de outros sintomas, como prisão de ventre, diarreia, presença de sangue ou de pus nas fezes e dores, um médico deve ser imediatamente consultado.

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Источник: https://melhorcomsaude.com.br/8-alimentos-causam-inflamacao-do-abdomen/

Alimentos que causam prisão de ventre

8 Alimentos que causam gases

O primeiro passo para vencer a prisão de ventre — problema que afeta cerca de 20 a 30% da população brasileira — é buscar ajuda médica. No entanto, é bom ter em mente que hábitos de vida inadequados, especialmente a alimentação, são os responsáveis pela constipação em boa parte das vezes.

Veja abaixo os principais componentes da dieta que estão por trás de um intestino preso. Para conhecer também os alimentos que ajudam a enfrentar esse problema, clique aqui.

Arroz branco

Se ele ocupar grande parte do prato, talvez o intestino se ressinta. “O arroz branco é pobre em fibras.

Assim, ao ser consumido sozinho, é aproveitado praticamente em sua totalidade”, explica Ana Luísa Faller, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

E, se não gerar resíduos, o alimento não colabora para a formação do bolo fecal. De acordo com a especialista, isso é essencial para estimular o intestino. Melhor, então, optar pela versão integral.

“Mas as fibras podem vir de outros alimentos presentes na mesma refeição”, pondera Maria Tereza Beling, nutricionista que atende em consultório em Belo Horizonte e no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais. Daí a importância de recrutar leguminosas (como feijão), verduras e legumes no prato. Até sementes caem bem misturadas ao arroz.

Itens ricos em farinha refinada

Sabe o pãozinho branco do café da manhã, o macarrão do almoço e os biscoitos do lanche? Eles ajudam a trazer bastante farinha refinada para a rotina. O gastro e cirurgião Rodrigo Surjan, do Hospital 9 de Julho, na capital paulista, afirma que o ingrediente prejudica os movimentos intestinais e o fluxo da comida pelo órgão.

“Escolher alimentos desse tipo ainda leva à diminuição do consumo de opções mais saudáveis e ricas em fibras”, completa. Para driblar possíveis atravancos, o primeiro passo é preferir receitas com farinha integral e, claro, distribuir fontes fibrosas ao longo do dia.

Carne vermelha

Já notou como muita gente reclama de morosidade intestinal após um churrasco? “A carne vermelha tem uma digestão mais lenta quando comparada às demais”, explica Fabiana Aparecida Rasteiro, nutricionista do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

Fora isso, sua colega Andrea Esquivel, do Centro de Diagnóstico em Gastroenterologia, também na capital paulista, informa que, por ser pobre em fibras, o alimento é quase todo absorvido. “Assim, não gera volume fecal”, raciocina.

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Além de evitar abusos, o recado é associar o bife a uma porção caprichada de salada. Não despreze o vinagrete.

Batata-inglesa sem casca

Se ela estiver cozida ou em formato de purê, atenção — ainda mais se for colocá-la ao lado do arroz branco e da carne vermelha. Aí é balde de água fria no pobre intestino. É que, de novo, não tem matéria-prima suficiente para fabricar as fezes — culpa do miserê de fibras. E, se o cocô não se forma direito, o órgão não tem nadica para empurrar adiante.

Andrea recomenda priorizar a batata rústica, feita com casca e no forno. Outra sugestão é botar couve, brócolis e outros vegetais na refeição. Só não precisa ser radical. “Em uma dieta equilibrada, não há nenhuma indicação de retirar a batata do dia a dia”, frisa Maria Tereza.

Refris e refrescos

Hidratação é palavra de ordem para quem quer ter fezes bem formadas e que saiam do corpo sem esforço descomunal. Só que não adianta se entupir de refrigerantes e bebidas artificiais como néctares de frutas e refrescos. Eles são isentos de fibras e, para piorar, carregam elementos críticos à saúde, a exemplo de açúcar.

“Os refrigerantes ainda dão gases e distendem o estômago e o intestino”, ressalta o gastroenterologista Ricardo Barbuti, do Hospital das Clínicas de São Paulo. “Eles não servem para nada. Só engordam”, afirma.

Aliás, o médico aproveita para desfazer um mito: o de que bebidas à base de cola são bacanas durante uma crise de diarreia. “Na verdade, pode até piorar o quadro”, comenta. Para a médica Elaine Moreira, da Federação Brasileira de Gastroenterologia (G), compensa muito mais apostar na água de coco, que devolve ao organismo os minerais eliminados com as fezes.

Quando a constipação é sintoma

Na maioria das vezes, a prisão de ventre é de causa primária — isto é, está ligada ao estilo de vida. Mas vale confirmar com o médico. “Já recebi paciente com queixa de constipação e, ao investigar, encontrei um câncer”, conta a médica Elaine, da G.

Hipotireoidismo e distúrbios neurológicos são exemplos de outras doenças capazes de se manifestar por meio do intestino preguiçoso. “Alguns remédios, como antidepressivos e anti-hipertensivos, também podem levar à constipação”, nota o gastroenterologista Sergio Alexandre Liblik, professor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná.

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Источник: https://saude.abril.com.br/alimentacao/alimentos-causam-prisao-de-ventre/

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