8 principais complicações da bulimia e o que fazer

8 principais complicações da bulimia e o que fazer

8 principais complicações da bulimia e o que fazer

As complicações da bulimia estão relacionados com os comportamentos compensatórios apresentados pela pessoa, ou seja, com as atitudes que tomam após comer, como por exemplo o vômito forçado, isso porque ao induzir o vômito, além de expulsar os alimentos também expulsa o ácido presente no estômago, causando lesões, feridas e irritações na garganta e no esôfago.

Além disso, o uso frequente de laxantes também pode estar relacionado com complicações, uma vez que pode promover desidratação e inflamações gastrointestinais.

A bulimia é um transtorno alimentar e psicológico caracterizado pela compulsão alimentar seguida de comportamento compensatório com o objetivo de eliminar o que foi consumido e evitar o ganho de peso. Entenda o que é a bulimia e como identificar os sintomas.

Assim, as principais complicações relacionados com esse transtorno alimentar são:

1. Refluxo e feridas no esôfago

O refluxo aparece devido à repetição da indução do vômito, o que enfraquece o esfíncter esofágico inferior, que é a estrutura responsável por evitar que o conteúdo do estômago volte para o esôfago.

Além disso, o fato de forçar o vômito e ter sempre conteúdo ácido no esôfago favorece a formação de úlceras, o que pode ser bastante desconfortável.

Devido ao fato dos vômito serem frequentes na bulimia, a cicatrização dessas úlceras é demorada, agravando ainda mais a dor e o desconforto sentido.

O que fazer: Além de orientação psicológica e nutricional, é importante que a pessoa vá ao gastroenterologista para que seja indicado o uso de medicamentos que diminuem a acidez do estômago, como o Omeprazol e o Plasil. Além disso, evitar beber líquidos durante as refeições e usar remédios caseiros como o chá de gengibre também são medidas que ajudam a controlar o refluxo. Conheça mais sobre o tratamento para refluxo.

2. Desidratação

A desidratação também é possível de acontecer como consequência da bulimia, sendo muitas vezes decorrente do vômito frequente e uso de medicamentos laxantes e diuréticos, fazendo com que o corpo perca muita água e minerais como o potássio, que são importantes para o equilíbrio do sangue e para o funcionamento dos músculos e dos rins.

O que fazer: É importante beber pelo menos 2 litros de água por dia e dar preferência a líquidos que contenham vitaminas e minerais, como sucos naturais de frutas, água de coco e bebidas isotônicas.

3. Inchaço nas bochechas

O inchaço na região da boca e queixo normalmente está ligado ao aumento das glândulas parótidas, que são um tipo de glândulas salivares que acabam crescendo de acordo com a quantidade de vezes que o vômito é provocado.

O que fazer: Para reduzir o inchaço, é necessário tratar a bulimia, normalizar a acidez do sangue e da boca, e evitar os vômitos, pois desta forma a glândula deixa de ser estimulada em excesso e volta ao seu tamanho normal.

4. Deterioração dos dentes

É comum na bulimia fazer com que a boca, a língua e a garganta fiquem ressecadas e doloridas, além de aumentar o risco de cáries e de sensibilidade nos dentes, que também acabam ficando deformados nos casos mais graves e prolongados da doença, principalmente devido à indução do vômito, favorecendo a presença frequente de conteúdo ácido na boca.

O que fazer: Para tratar, deve-se enxaguar a boca com bicarbonato de sódio após os episódios de vômitos, e procurar um dentista que irá tratar cáries e outras doenças na boca, e prescrever enxaguantes bucais ou géis à base de flúor, ou, até mesmo, recomendar o uso de um aparelho que proteja os dentes no momento dos vômitos.

Além disso, é importante beber bastante água para manter a boca hidratada e evitar escovar os dentes logo após vomitar, pois isso piora a corrosão do esmalte dos dentes.

5. Prisão de ventre crônica

Os laxantes são utilizados com o objetivo de favorecer a contração intestinal e facilitar a eliminação das fezes, no entanto o seu uso constante e frequente, como o que acontece na bulimia, pode fazer com que o o intestino fique dependente desse tipo de medicação, resultado na prisão de ventre. Dessa forma, uma das complicações da bulimia é a prisão de ventre crônica, sendo difícil para a pessoa evacuar sem a ajuda do medicamento. Conheça mais sobre os riscos dos laxantes para a saúde.

O que fazer: Nesses casos, é importante falar com o médico para avaliar a gravidade do problema, pois em alguns casos é necessário tomar medicamentos ou fazer cirurgia para corrigir alterações no intestino. Além disso, deve-se fazer uma dieta rica em fibras, legumes, verduras e sementes, e beber bastante água para facilitar o trânsito intestino, de preferência sob orientação de um nutricionista para evitar complicações.

Veja no vídeo a seguir o que comer para combater a prisão de ventre:

6. Ausência de menstruação

Como na bulimia há perda de nutrientes importantes para o funcionamento do organismo e, por isso, no casos das mulheres pode ser que sejam percebidas alterações no ciclo menstrual ou a ausência de menstruação justamente devido à falta de nutrientes responsáveis pela regulação dos hormônios relacionados com o sistema reprodutor da mulher.

O que fazer: Para que os ciclos menstruais da mulher voltem a ser regulares, é importante que a mulher volte a ter a alimentação normal e adequada, de preferência sob orientação nutricional. Dessa forma, quando a mulher volta a alimentar-se normalmente e a estar bem nutrida, a produção de hormônios volta ao normal, reativando o ciclo menstrual.

7. Depressão e mudanças de humor

As mudanças de humor e a depressão são comuns em pacientes com bulimia e são problemas que devem ser tratados com acompanhamento médico, que poderá prescrever medicamentos antidepressivos, além de psicoterapia, que tem como objetivo ajudar o paciente a melhorar sua autoestima e a ter uma nova atitude em relação à alimentação.

Neste ponto é importante que o paciente receba o apoio da família e dos amigos para superar os transtornos psicológicos trazidos pela doença, sendo importante sua participação e incentivo ao tratamento.

8. Insônia

A insônia decorre principalmente das oscilações de humor, alterações hormonais e preocupação constante com o peso e a alimentação.

O que fazer: Para melhorar o sono, pode-se usar medicamentos prescritos pelo médico e tomar chás calmantes à noite, como os chás de cidreira e valeriana. Além disso, é importante ter uma rotina para acordar e dormir, evitar fazer cochilos durante o dia e evitar tomar bebidas com cafeína a partir das 17h, como café e refrigerantes de cola.

Confira outras dicas para conseguir dormir melhor assistindo ao vídeo a seguir:

Источник: https://www.tuasaude.com/complicacoes-da-bulimia/

Bulimia: O que é, sintomas e tratamentos para o distúrbio – Cuidaí

8 principais complicações da bulimia e o que fazer

A bulimia é um distúrbio que se caracteriza por episódios recorrentes e incontroláveis de consumo de grandes quantidades de alimentos, seguidos de reações inadequadas para evitar o ganho de peso, tais como indução de vômitos, uso de laxativos e diuréticos, jejum prolongado e prática exaustiva de atividade física.

Também chamada de bulimia nervosa, a condição leva as pessoas a estarem sempre preocupadas com a aparência e o peso.

Os recursos de que se valem para não engordar provocam complicações no organismo, ou seja, destruição do esmalte dos dentes, inflamação na garganta, sangramentos, problemas gastrintestinais, rasgos no esôfago devido ao excesso de vômitos ou desidratação. 

O Manual Diagnóstico e Estatístico feito pela Associação Americana de Psiquiatria enquadra a bulimia como um transtorno alimentar que pode acometer homens e mulheres.

Porém, apesar de afetar ambos os sexos, sua incidência é maior no gênero feminino.

Assim, de acordo com uma pesquisa feita pelo jornal The New York Times em 2017, 85% dos pacientes com bulimia são do sexo feminino.

Muitas vezes confundidas, a bulimia e a anorexia são diferentes. Assim, na bulimia ocorre a compulsão por alimentos seguida por métodos compensatórios. Por outro lado, na anorexia, a pessoa deixa de se alimentar, perdendo peso rapidamente, chegando às vezes a um estado de desnutrição severa que pode levar à morte.

Conheça as causas da bulimia

“As causas mais comuns são baixa autoestima, insatisfação profunda consigo mesmo. Ou seja, a busca pelo peso ideal, medo de engordar.

Da mesma forma, sentimentos de fracasso, incapacidade e impotência diante do peso, do corpo e da alimentação, sobretudo quando come algo ou tem compulsões”, explica Alan David Nicolau, nutricionista graduado pelo Centro Universitário São Camilo e pós-graduado em fisiologia do exercício e treinamento resistido aplicados à saúde.

Fatores de risco

Fatores que aumentam a probabilidade de desenvolver bulimia incluem:

  • Idade entre 11 e 20 anos;
  • Histórico de obesidade na família;
  • Membros da família com variações de humor;
  • Infelicidade com peso e tamanho;
  • Por fim, emprego ou carreira em que a aparência física é muito importante.

Principais sintomas

  • Preocupação excessiva com o peso e a forma;
  • Perder o controle sobre o que come;
  • Visitas frequentes ao banheiro ao longo ou depois das refeições;
  • Comer em excesso até sentir desconforto ou dor;
  • Vômitos autoinduzidos por inversão dos movimentos peristálticos ou colocando o dedo na garganta;
  • Fazer uso de diuréticos e laxantes após comer;
  • Uso exagerado de enxaguantes bucais, pastilhas e chicletes de menta (eles ajudam a mascarar o hálito de vômito);
  • Calos nas costas das mãos ou nas juntas dos dedos ( ou seja, são uma espécie de cicatriz da repetição frequente do ato de provocar o vômito colocando os dedos na garganta);
  • Sensação clara de desconforto ao comer na frente de outras pessoas;
  • Dietas severas intermediadas por repentinas perdas de controle que levam à ingestão compulsiva de alimentos;
  • Uso de suplementos diários para a perda de peso;
  • Flutuação de peso corpóreo.

Tratamento

O nutricionista, junto de uma equipe multiprofissional formada por especialistas como psicólogos e psicanalista, vai ajudar o paciente a trabalhar e reeducar a sua alimentação, apresentando os alimentos de forma positiva. Da mesma maneira, medicamentos antidepressivos podem ser úteis, especialmente se ocorrerem distúrbios como depressão e ansiedade. 

“O profissional deve fazer com que o paciente entenda que precisa existir um equilíbrio na alimentação. Porém, em muitos dos casos de bulimia, a pessoa segue uma dieta (emagreça com o Tecnonutri) rígida e apresenta episódios de compulsão. Assim, é importante apresentar um plano alimentar equilibrado para aos poucos esses episódios irem diminuindo”, explica Alan David Nicolau. 

Não existem alimentos específicos que ajudem a tratar a bulimia. Entretanto, uma alimentação equilibrada de acordo com as necessidades energéticas da pessoa pode ser uma aliada.

“Porém, o mais importante é a pessoa ter o entendimento de que uma alimentação restrita não vai ajudá-la a alcançar o seu objetivo, e sim, prejudicá-la”, orienta o especialista.

“Assim, o ideal é trabalhar alimentos saudáveis, procurando evitar frituras, excesso de alimentos ricos em carboidratos simples, gorduras e sódio”, completa. 

Objetivos a serem alcançados durante e após o tratamento

  • Voltar à faixa de peso normal para idade, altura e sexo;
  • Ter alimentação adequada quali e quantitativamente. Além disso, flexibilidade de acordo com situações sociais;
  • Não ter comportamentos compensatórios;
  • Não obedecer ao medo de engordar e à distorção da imagem corporal;
  • Saber identificar a doença e suas consequências.

Dicas para vencer a bulimia

  • Siga umasaudável com orientação de um especialista;
  • Informe-se: frequente os grupos de apoio existentes e conheça as complicações que podem ser causadas pela doença;
  • Procure ajuda médica novamente caso tenha alguma recaída;
  • Aceite uma imagem realista de corpo;
  • Por fim, exercite-se de forma saudável, sem exageros.

Leia também: Pequenos hábitos para controlar a ansiedade e emagrecer

Источник: https://cuidai.com.br/bulimia/

Bulimia: o que é, sintomas e causas

8 principais complicações da bulimia e o que fazer

A bulimia nervosa (CID 10 – F50.

2) é um transtorno alimentar no qual uma pessoa oscila entre comer exageradamente, com um sentimento de perda de controle sobre a alimentação, e episódios de vômitos ou abusos de laxantes tentando impedir o ganho de peso. Também chamada de bulimia nervosa, o distúrbio leva as pessoas a estarem sempre preocupadas com a aparência, principalmente com o peso.

O comportamento bulímico pode se associar a desequilíbrios químicos no organismo, devido à ingestão e eliminação inadequada de nutrientes. Além disto, eventualmente ele pode estar vinculado ao uso de anfetaminas e outros estimulantes, em tentativas de controle do comportamento alimentar.

Casos de alcoolismo também são muito mais frequentes em pessoas bulímicas. A bulimia também leva a desconforto interpessoal pela necessidade frequente de esconder o comportamento ou por eventuais pressões de familiares e companheiros que se dão conta do transtorno alimentar.

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Saiba mais: Bulimia e compulsão alimentar andam juntas. Entenda o porquê

A bulimia e anorexia não são a mesma coisa. A anorexia é uma tentativa desesperada de perder ou não ganhar peso, através de atividade física exagerada ou de uma restrição alimentar rigorosa. Já a bulimia é a prática de hiperfagia (ingestão exagerada de alimentos), seguida de comportamentos compensatórios.

Causas

A causa exata da bulimia ainda é desconhecida. Trata-se de um transtorno de alimentação e, por isso, muitos fatores podem estar envolvidos nos motivos que levam à sua ocorrência.

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A influência exercida pela mídia sobre o comportamento e o padrão de beleza das pessoas também pode estar entre as possíveis causas da bulimia.

O culto ao corpo magro e o desprezo às pessoas acima do peso pregado pela indústria da beleza e da moda, aparentemente, levam milhões de pessoas em todo o mundo a apresentar quadros de bulimia.

Por Kzenon

Dessa forma, a bulimia é um distúrbio de imagem, no qual o paciente não consegue aceitar seu corpo da forma como ele é, ou tem a impressão de que está acima do peso em níveis acima da realidade.

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Isso pode levar a um quadro de ansiedade, que faz a pessoa buscar maneiras bruscas de perder peso rapidamente, ao mesmo tempo em que busca conforto na comida.

Fatores de risco

A bulimia provavelmente ocorre devido a mais de um fator. Fatores que podem contribuir para seu desenvolvimento são:

  • Fatores genéticos
  • psicológicos
  • traumáticos
  • familiares
  • sociais
  • culturais.

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Mulheres jovens: a bulimia afeta muito mais mulheres do que homens e é mais comum em mulheres adolescentes e em jovens adultas.

Genética: também pode ser um fator de risco para a bulimia. Estudos mostram que ter um parente com bulimia pode favorecer o desenvolvimento da doença.

No entanto, ainda não está certo se é um fator genético que predispõe à bulimia ou o comportamento familiar que favorece a doença.

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Falta de serotonina: Acredita-se também que a deficiência de serotonina, um neurotransmissor diretamente relacionado à sensação de prazer, pode estar relacionada à bulimia.

Sintomas de Bulimia

Os sintomas de bulimia mais comuns são:

  • Preocupação excessiva com o peso e com a silhueta
  • Ter medo de ganhar peso
  • Perder o controle sobre o que come
  • Comer em excesso até sentir desconforto ou dor
  • Ir ao banheiro imediatamente após as refeições
  • Forçar o vômito após comer
  • Fazer uso de diuréticos e laxantes após comer
  • Usar suplementos diários de perda de peso.

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Buscando ajuda médica

Se você apresentar alguns dos sintomas de bulimia, considere procurar um médico. Saiba que esse transtorno pode acarretar em problemas mais graves se não houver tratamento e que existe cura.

Converse com seu médico, psicólogo ou ainda com algum parente, amigo ou pessoa de confiança sobre os sintomas.

Compulsão alimentar é uma das características que levam à bulimia – Foto: Shutterstock

Caso um familiar ou alguém próximo a você esteja com sintomas de bulimia, converse com essa pessoa. Muitas vezes o paciente não tem consciência de que está passando por dificuldades e precisará de muito apoio para superar.

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Contudo, é importante não forçar uma decisão ou atitude sem que a pessoa se sinta confortável.

Diagnóstico de Bulimia

Quando há suspeita de bulimia, o médico deverá realizar um exame físico completo do paciente em questão e pedir para que ele faça um exame de fezes e urina.

É comum também que haja necessidade de avaliação psicológica do paciente, uma vez que bulimia é um distúrbio alimentar muitas vezes relacionado ao psicológico.

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Tratamento de Bulimia

Pessoas com bulimia raramente vão ao hospital, exceto quando os ciclos de comportamento bulímico acarretam também em anorexia.

Ou quando forem necessários medicamentos para ajudar a interromper a purgação e, também, em casos em que depressão profunda estiver presente.

Com mais frequência, uma abordagem passo a passo é usada para pacientes com bulimia. O tratamento depende da gravidade da bulimia, assim como a resposta da pessoa aos tratamentos. Veja exemplos:

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  • Grupos de apoio podem ser úteis para pacientes em condições estáveis, que não têm nenhum problema de saúde
  • A terapia cognitivo-comportamental (TCC) e a terapia nutricional são os melhores tratamentos para a bulimia que não responde a grupos de apoio
  • Antidepressivos geralmente são usados para bulimia.

Os pacientes com bulimia podem desistir dos programas se tiverem esperanças não realistas de serem “curados” somente com terapia. Antes do início de um programa, deve-se esclarecer o seguinte:

  • Várias terapias provavelmente serão experimentadas até que o paciente possa superar esse distúrbio grave
  • É comum a bulimia retornar (recaída), mas isso não é motivo para desespero
  • O processo é doloroso e exige um trabalho árduo da parte do paciente e de sua família.

Medicamentos para Bulimia

Os medicamentos mais usados para o tratamento de bulimia são:

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique.

Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Convivendo/ Prognóstico

Bulimia é uma doença de difícil recuperação, mas a cura é possível.

Confira algumas recomendações que pacientes com bulimia devem levar em conta durante o tratamento:

Bulimia tem tratamento que pode levar à cura – Foto: Shutterstock

  • Siga à risca as orientações do médico e o tratamento
  • Siga uma dieta saudável, devidamente orientada por um especialista
  • Informe-se bastante sobre bulimia, frequente grupos de apoio e saiba das consequências que podem ser geradas
  • Procure ajuda médica em caso de recaída
  • Tenha paciência consigo mesmo
  • Exercite-se, mas com cautela. Siga sempre as orientações dos médicos.

Complicações possíveis

A bulimia pode ser perigosa e levar a complicações médicas graves ao longo do tempo. Por exemplo, os vômitos frequentes colocam ácido gástrico no esôfago (o tubo que liga a boca ao estômago), o que pode lesar permanentemente essa área.

Possíveis complicações da bulimia incluem:

Bulimia tem cura?

A bulimia é uma doença com efeitos a longo prazo. Muitas pessoas ainda apresentarão alguns sintomas, mesmo com o tratamento.

Pessoas com menos complicações médicas de bulimia e aquelas que têm vontade e podem participar da terapia têm uma chance maior de recuperação.

Referências

Associação Brasileira de Psiquiatria

Danielle Alves, psicóloga – CRP 17953/PR

Ivan Mario Braun, psiquiatra – CRM 57449/SP

Источник: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/bulimia

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