Alergia ao frio: o que é, sintomas e tratamento

Asma alérgica e asma não alérgica? Conheça as diferenças e semelhanças

Alergia ao frio: o que é, sintomas e tratamento

Pode ser difícil entender a relação da asma com a alergia (e como uma asma pode ser alérgica e outra não), né? Antes de tirarmos suas dúvidas, você precisa conhecer os alérgenos.

Alérgenos são substâncias que desencadeiam uma reação alérgica no nosso corpo ao serem engolidos, injetados (via picada de inseto, por exemplo), tocados ou apenas inalados.

O nome pode até ser estranho, mas os alérgenos são muito mais comuns do que você imagina: entre os mais conhecidos estão pólen, mofo e ácaros.1,2

Cada organismo pode ter uma reação diferente a essas substâncias – e tem gente que simplesmente não tem reação nenhuma. Então, enquanto algumas pessoas podem ter coceiras oculares, congestão nasal, espirros reações cutâneas (como urticária, dermatite e prurido), por exemplo, outras têm os pulmões e vias aéreas afetados quando em contato com os alérgenos, desencadeando a asma.1-4

Mas a asma é uma doença crônica que pode ou não ser desencadeada por uma reação alérgica. O que geralmente não muda, independentemente da causa, são os sinais e sintomas da asma, como falta de ar, tosse, chiado e aperto no peito, despertar noturno e dificuldade para realizar algumas tarefas simples do dia a dia.5,6

Outra semelhança entre a asma alérgica e a asma não alérgica é a necessidade de controle, o ano todo! A asma só está controlada quando você (ou seu filho) não apresentam nenhum sintoma ou limitação por conta da doença – caso contrário, é preciso voltar ao médico e reavaliar os cuidados.6 Se você não tem certeza se sua asma está controlada, faça nosso teste aqui!

Agora vamos entender as diferenças entre asma alérgica e asma não alérgica!

Asma alérgica

Quando a asma é desencadeada por um alérgeno ela é chamada de asma induzida por alergia, ou apenas asma alérgica. Esse é o tipo mais comum de asma, especialmente em crianças.

7 A asma alérgica ocorre quando nosso corpo “enxerga” o alérgeno como uma substância potencialmente hostil (embora, na verdade, não seja), e produz uma substância chamada imunoglobulina E (ou IgE) para se defender.

O problema é que a IgE em excesso pode desencadear uma inflamação nas vias aéreas, levando a uma crise ou ao agravamento da asma.8,9

Asma não alérgica

Nem toda asma é alérgica (ou causada pelo contato com um alérgeno). A asma não alérgica é mais frequente em adultos do que em crianças e pode ser desencadeada por fatores como exercício, estresse, ansiedade, ar frio ou seco.10

Como saber se sua asma é ou não alérgica – e como isso impacta no seu tratamento

Muitas vezes a asma alérgica é acompanhada por outras alergias na mesma pessoa ou na família, como por exemplo rinite, alergia a alguns tipos de alimentos ou medicamentos e história de eczema na infância (uma doença inflamatória de pele).6

Você pode até ter um palpite, mas somente seu médico pode dizer se sua asma é ou não alérgica. Para isso, ele pode fazer dois tipos de testes:

  • Teste de alergia na pele (prick test): nesse teste, geralmente feito no consultório, um profissional de saúde aplica pequenas quantidades de alérgenos na pele e mede a reação alguns minutos depois.4
  • Exame de sangue (teste IgE total ou específica): esse exame é capaz de avaliar a presença da imunoglobulina E (ou IgE) no sangue após o contato com um alérgeno específico. Como falamos acima, a IgE é liberada quando o corpo de uma pessoa com asma alérgica entra em contato com um alérgeno.9,10 Algumas pessoas com asma grave que mesmo seguindo todas as recomendações médicas (como uso de uso de broncodilatadores e corticoides) não têm resposta satisfatória no controle da asma podem receber a indicação de um tratamento que inibe a IgE. Ele age diretamente na origem da reação alérgica e, na prática, diminui a resposta das células inflamatórias do pulmão aos alérgenos.4,6,12-14

Pode ser necessário que esses testes e exames sejam repetidos diversas vezes e com alérgenos diferentes, até que seja possível dizer com precisão se sua asma é de fato alérgica e qual/quais alérgenos são ruins para você.

E como lidar com os alérgenos?

A melhor forma de lidar com eles é evitando-os… Mas isso não é tarefa fácil, porque os alérgenos estão por toda parte. Por isso é importante conhecer quais são os alérgenos que desencadeiam a asma alérgica em você – para que possa evitá-los (na medida do possível).15

Entre os alérgenos que comumente causam asma alérgica estão:7

  • Pólen
  • Caspa e saliva de animais de estimação
  • Ácaros
  • Poeira
  • Fezes de barata

Por fim, o que você precisa saber é que tanto a asma alérgica quanto a não alérgica não têm cura, mas elas têm controle!13 E lembre-se que asma só está controlada quando você (ou seu filho) não apresentam nenhum sintoma ou limitação por conta da doença!6

Referências

1. American College of Allergy, Asthma & Immunology. Eye Allergy. Disponível em: http://acaai.org/allergies/types/eye-allergies Acesso em agosto de 2017.
2. MedlinePlus. Allergies. Disponível em: https://medlineplus.gov/ency/article/000812.htm Acesso em agosto de 2017.
3. Mayo Clinic.

Allergies and asthma: They often occur together. Disponível em: http://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/asthma/in-depth/allergies-and-asthma/art-20047458 Acesso em agosto de 2017.
4. Premier Allergy, Asthma & Sinus Care. Non-allergic Asthma. Disponível em: http://www.premier-allergy.com/non-allergic-asthma/ Acesso em agosto de 2017.

5. National Heart, Lung, and Blood Institure (NHLBI), National Institutes of Health. What Are the Signs and Symptoms of Asthma? Disponível em: http://www.nhlbi.nih.gov/health/health-topics/topics/asthma/signs Acesso em agosto de 2017.
6. Global Initiative for Asthma (GINA).

2017 GINA Report, Global Strategy for Asthma Management and Prevention. Disponível em: http://ginasthma.org/ Acesso em agosto de 2017.
7. WebMD. Allergic Asthma. Disponível em: http://www.webmd.com/asthma/guide/allergic-asthma#1 Acesso em agosto de 2017.
8. Mayo Clinic. Allergies and asthma: They often occur together.

Disponível em: http://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/asthma/in-depth/allergies-and-asthma/art-20047458 Acesso em agosto de 2017.
9. Silva ECF, Cordeiro NG. TERAPIA ANTI-IGE EM ALERGIA RESPIRATÓRIA. Revista Hospital Universitário Pedro Ernesto. 2008;7(2):93-98. Disponível em: http://revista.hupe.uerj.br/detalhe_artigo.

asp?id=207 Acesso em 17 de agosto de 2017.
10. Premier Allergy, Asthma & Sinus Care. Non-allergic Asthma. Disponível em: http://www.premier-allergy.com/non-allergic-asthma/ Acesso em agosto de 2017.
11. Lab Tests Online. Alergias. Disponível em: http://www.labtestsonline.org.

br/understanding/conditions/allergies/start/2 Acesso em agosto de 2017.
12. Humbert M et al. Benefits of omalizumab as add-on therapy in patients with severe persistent asthma who are inadequately controlled despite best available therapy (GINA 2002 step 4 treatment): INNOVATE. Allergy 2005: 60: 309-316.
13.

National Heart, Lung, and Blood Institure (NHLBI) do National Institutes of Health. Disponível em: http://www.nhlbi.nih.gov/health/health-topics/topics/asthma/treatment Acesso em dezembro de 2014.
14. Pelaia G, Canonica GW, Matucci A, et al. Targeted therapy in severe asthma today: focus on immunoglobulin E. Drug Des Devel Ther.

2017 Jun 29;11:1979-1987.
15. WebMD. Allergic Asthma – Tips to control allergens. Disponível em: http://www.webmd.com/asthma/guide/allergic-asthma#2-5 Acesso em agosto de 2017.

Источник: https://saude.novartis.com.br/asma-grave/asma-alergica-e-asma-nao-alergica-conheca-as-diferencas-e-semelhancas/

URTICÁRIA – Causas, sintomas e tratamento

Alergia ao frio: o que é, sintomas e tratamento

A urticária é uma extensa reação da pele, que pode ocorrer em adultos e crianças, sendo habitualmente desencadeada por infecções, medicamentos, alimentos, calor ou outros estímulos.

Ao contrário do que muitos imaginam, a urticária não é necessariamente uma reação alérgica, apesar de ter características de alergia da pele.

As lesões ocorrem por uma ativação de células do sistema imunológico da pele, chamadas basófilos e mastócitos. Estas células são responsáveis pela liberação de inúmeros mediadores químicos, incluindo a histamina, uma substância que provoca vasodilatação, coceira, inchaço da pele e o temido angioedema (edema das mucosas, como boca, olhos e vias aéreas).

Apesar de estar muito relacionada a um processo alérgico, a liberação de histamina pelos mastócitos pode ser provocada diretamente por um agente infeccioso, como uma bactéria ou vírus. A urticária pode ser um sintoma de uma infecção, como são a tosse, o espirro, a dor de garganta, etc.

Em alguns casos, a urticária pode ocorrer secundariamente a estímulos físicos, como contato com calor, frio, sol, pressão sobre a pele, contato com água, exercício físico, etc. Este tipo de urticária é chamada urticária física, e também não é uma forma de alergia.

A urticária alérgica, por outro lado, ocorre quando um paciente alérgico a certos tipos de alimentos, medicamentos ou substâncias entra em contato com os mesmos. Nestes casos, a urticária é uma das manifestações da reação alérgica.

A urticária é uma dermatose bem comum, cerca de 20% da população apresenta pelo menos um episódio agudo da doença em sua vida. Cerca de 50% dos pacientes com urticária apresentam apenas lesões de pele, 10% apenas angioedema e 40% apresentam lesões de pele e angioedema juntos.

A urticária é chamada aguda, quando dura menos de 6 semanas, ou crônica, quando o processo persiste por mais de 6 semanas.

Causas

As possíveis causas de urticária são numerosas, mas nem sempre conseguimos identificar o agente desencadeador do processo. Nas urticárias agudas, a causa costuma ser de mais fácil identificação. Já os pacientes com urticária crônica, muitas vezes, não se consegue descobrir por que seus mastócitos da pele agem de forma tão agressiva.

Em crianças, mais de 80% dos casos de urticária não são de origem alérgica e ocorrem devido a uma infecção, seja ela viral, bacteriana ou parasitária.

Entre as possíveis causas estão a gripe, resfriados, infecção urinária, faringite, mononucleose, infecção por Coxsackievirus, HIV, infecção por micoplasma ou infestação por parasitas, como estrongiloides ou áscaris.

A urticária pode surgir em qualquer momento do curso da infecção.

Já as urticárias alérgicas costumam aparecer logo após o contato com a agente causador. O tempo varia entre poucos minutos até 1 ou 2 horas. As principais causas são:

  • Antibióticos, principalmente os da família da penicilina.
  • Aspirina e anti-inflamatórios.
  • Picadas de insetos, principalmente abelhas e vespas.
  • Contato com látex, como usar luvas descartáveis, soprar balões de festa ou usar camisinha.
  • Alimentos, como ovos, leite, frutos do mar, soja, corantes (mesmo os naturais), nozes e amendoim.
  • Contato com substâncias, incluindo plantas, pólen, saliva de animal, tinta, resinas, perfume, detergente…

Em casos mais raros, a urticária pode ser provocada por outras doenças, como:

Sintomas

As lesões de pele da urticária coçam muito, são avermelhadas, têm relevo, possuem tamanho e formas variadas, mas tendem a ser circulares. As lesões podem ter forma de anel, com o centro mais claro e as bordas elevadas e avermelhadas.

A coceira pode ser tão intensa que impede o paciente de dormir. Em alguns casos, as manchas podem ser extensas e se aglutinarem, formando grandes placas por todo o corpo. Quando se pressiona a lesão com o dedo, ela tende a clarear, mas rapidamente assume a cor avermelhada novamente.

Lesões novas vão surgindo ao longo do dia, enquanto as mais antigas vão desaparecendo, criando um padrão transitório e migratório. Cada lesão individualmente costuma desaparecer em no máximo 24 a 36 horas. Às vezes, uma mesma lesão surge de manhã e já foi embora à noite.

O local do corpo mais acometido pode variar ao longo dos dias. Por exemplo, no primeiro dia, o abdômen pode ser o local com mais lesões, no dia seguinte as costas e no terceiro dia os membros. Nos casos mais severos, o paciente pode ter inúmeras lesões por todo o corpo de uma só vez.

A urticária aguda dura poucos dias, em geral de 1 a 5, mas há casos que podem demorar um pouco mais para sumir. Se o quadro persistir por mais de 6 semanas, classificamos a urticária como crônica. Há casos de urticária crônica que duram anos. A urticária aguda pode melhorar, dar a impressão de estar curada e retornar subitamente.

A maioria dos casos de urticária são benignos, mas reações alérgica mais severas podem ocorrer. O grande perigo é o desenvolvimento do angioedema e da anafilaxia.

O angioedema é o inchaço das mucosas e de camadas mais profundas da pele, apresentando-se habitualmente como inchaço dos lábios, olhos, língua, mãos, pés ou genitália. O edema nas vias respiratórias provoca rouquidão e pode obstruir a passagem do ar, causando dificuldades para respirar, constituindo-se uma emergência médica. O angioedema pode levar até 72 horas para desaparecer.

Tratamento

O principal passo na urticária é evitar a exposição ao agente desencadeador da reação. Todavia, nem sempre isso é possível, como nos casos de urticárias provocadas por infecções virais.

Na grande maioria dos casos, a urticária é benigna e desaparece espontaneamente em horas ou dias. O tratamento, portanto, visa o alívio dos sintomas, nomeadamente, a coceira.

O principal remédio para tratar a urticária são os anti-histamínicos, conhecidos popularmente com antialérgicos. Estas drogas inibem a liberação da histamina, agindo diretamente na causa das lesões de pele.

Os anti-histamínicos mais antigos, como hidroxizina e difenidramina provocam sonolência e podem ser úteis quando o paciente tem dificuldade de dormir.

Atualmente, os anti-histamínicos de 2ª geração são os mais usados, pois provocam menos efeitos colaterais e tem duração mais longa, podendo ser tomados apenas uma vez por dia.

Entre os novos anti-histamínicos podemos destacar: loratadina (Claritin®), desloratadina (Clarinex®), fexofenadina (Allegra®), cetirizina (Zyrtec®) e levocetirizina (Zyxen®).

Em casos severos, a dose necessária dos anti-histamínicos de 2ª geração para controlar os sintomas pode ser duas ou três maior que a recomendada na bula. Não se deve usar doses elevadas de anti-histamínicos de primeira geração, pois os mesmos causam muitos efeitos colaterais indesejados.

Se o caso for grave e o paciente não estiver respondendo a elevadas doses de anti-histamínicos, o uso de corticoides, como a prednisona ou prednisolona, pode ser indicado por alguns dias.

Se o paciente tiver sinais de angioedema, ele deve ser atendido em uma emergência médica e medicações por via venosa ou intramuscular podem ser necessárias. Uma injeção de adrenalina pode ser usada para reverter quadros de anafilaxia e obstrução respiratória.

Referências bibliográficas:

Источник: https://www.mdsaude.com/dermatologia/urticaria/

As doenças de pele que aparecem mais no inverno

Alergia ao frio: o que é, sintomas e tratamento

A queda no termômetro é bem-vinda para os fãs de chocolate quente, sopas, roupas mais pesadas… Mas não dá para ignorar que o inverno pode trazer alguns problemas para a pele, que fica bem mais sensível nessa época do ano.

“A umidade relativa do ar cai, o que favorece o ressecamento. E certos comportamentos, como tomar banho quente e prolongado, pioram a situação”, explica Alessandra Romiti, dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

A hidratação é responsabilidade de uma camada de gordura que reveste a pele. “E o ressecamento danifica essa barreira protetora, abrindo caminho para infecções, inflamações e infecções”, explica Alessandra. Veja, a seguir, quais são as doenças que mais se aproveitam dessa fragilidade e como preveni-las.

Dermatite seborreica

A popular caspa. Ela atinge especialmente a cabeça, mas pode chegar também a outras regiões peludas, como axilas, peitoral e costas. Aqui, a questão não é o ressecamento, mas o oposto dele. É que, para compensar a secura e a temperatura quente do chuveiro, as glândulas sebáceas da pele produzem mais oleosidade.

“E isso é sentido onde temos mais fios, pois é ali que tais glândulas estão presentes em maior quantidade”, ensina Caio Lamunier, dermatologista da SBD e do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Para piorar, um fungo oportunista se alimenta desse sebo e se multiplica, agravando a inflamação local e provocando coceira – além das famosas cascas brancas.

Para evitar, o ideal é lavar e secar o cabelo constantemente em temperatura morna. Se for o caso, com xampus especiais. Fuja das toucas, gorros e bonés, que favorecem a oleosidade.

Dermatite atópica

A mais clássica do inverno, capaz de atingir até 10% das crianças, especialmente as que têm outras alergias, como rinite, bronquite e sinusite. Mas pode também pipocar em adultos. Seus sintomas são pele avermelhada, coceira, prurido e descamação. Eles são mais notados nas regiões das dobras, como atrás do joelho.

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“Ela é a que mais piora com o ressecamento e o banho quente e prolongado, pois a perda da barreira protetora deixa a pele suscetível a agentes irritantes, como aditivos químicos”, aponta Alessandra. Em pessoas que já são sensíveis, essas agressões podem facilitar as crises de dermatite. Então, o segredo é hidratar muito a pele, às vezes com produtos específicos.

“Se o hidratante comum causar ardência, é sinal de que algo está errado”, nota Alessandra. Ela recomenda fugir de produtos muito coloridos ou cheirosos demais – sinais de que podem conter aditivos químicos em excesso. Dependendo da extensão do quadro, é preciso passar antialérgicos e até tomar remédio.

Psoríase

O mal é a falta de sol, que alivia as crises de quem sofre com a doença crônica. Por isso, o jeito é procurar manter a exposição ao astro-rei sempre que possível – fora dos horários de risco para o câncer de pele, claro – e buscar outros tipos de tratamento. “Às vezes, é preciso recorrer a comprimidos, remédios e loções”, explica Caio.

Mas, como a falta de hidratação piora a coceira – um dos incômodos associados à psoríase além de suas placas avermelhadas – o ideal é seguir as orientações gerais e manter a pele bem nutrida.

Ictiose vulgar

Mais rara, ela é uma manifestação extrema da pele seca. A derme fica mais grossa, descamativa e craquelada – o aspecto pode até lembrar escama de peixe. “Ela acomete especialmente pessoas de mais idade, pois com o tempo perdemos parte da camada protetora da pele”, destaca Alessandra.

Logo, idosos devem investir em cuidados especiais. “O ideal é passar o hidratante logo depois do banho e, se a pele estiver muito ressecada, até mais de uma vez ao dia”, indica Caio. Já a ducha diária precisa ser rápida (no máximo, deve durar sete minutos) e morna – com temperatura de até 37ºC, o equivalente à temperatura corporal.

Esses hábitos, aliás, valem para todos, assim como a delicadeza na hora de passar sabonete no corpo — buchas e esfoliantes nessa época não são indicados. Na dúvida, ou se algumas dessas chateações der as caras, procure o dermatologista, que recomendará os melhores produtos para o seu tipo de pele.

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Источник: https://saude.abril.com.br/medicina/as-doencas-de-pele-que-mais-aparecem-no-inverno/

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