Antidiabéticos (Remédios para diabetes tipo 2)

Medicamentos

Antidiabéticos (Remédios para diabetes tipo 2)

Atualmente existem várias classes de medicamentos para tratar o diabetes tipo 2.

No entanto, cada tipo de comprimido age de forma diferente no organismo e pode apresentar variados efeitos colaterais, precauções e outras advertências.

Alguns deles, inclusive, têm sido associados ao aumento do risco de doenças do coração. Por isso, antes de iniciar qualquer tratamento é importante conversar com o médico.

Os antidiabéticos disponíveis no Brasil são:

 

  • Sulfonilureias – Clorpropramida, Glibenclamida, Glicazida, Glipizida e Glimepirida
  • Metiglinidas – Repaglinida e Nateglinida
  • Inibidores de DPP-IV – Vidagliptina, Sitagliptina, Saxagliptina e Linagliptina
  • Incretinomiméticos – Exenatida e Liraglutida
  • Biguanidas – Metformina
  • Tiazolidinedionas – Pioglitazona
  • Inibidores da alfa-glicosidase – Acarbose

Medicamentos que promovem o aumento da secreção de insulina pelas células beta do pâncreas.

Sulfonureias

Essa classe de medicamentos tem duas funções:

  • Estimular o pâncreas a produzir mais insulina
  • Ajudar o organismo a utilizar a insulina que produz

No entanto, para que o comprimido exerça sua função, o pâncreas do paciente precisa produzir alguma insulina. A mais antiga das sulfoniluréias comercializadas no Brasil é a clorpropamida que atualmente está em desuso devido ao surgimento de novas substâncias, como glimepirida, glibenclamida e glipizida.

Dependendo da necessidade do paciente, o medicamento pode ser administrado uma vez ao dia, normalmente antes do café da manhã, ou duas vezes ao dia, antes do almoço e do jantar. Em relação aos efeitos colaterais, os mais comuns são: hipoglicemia, dor de estômago, coceira e ganho de peso.

Metiglinidas

Essa classe de medicamentos inclui a repaglinida e nateglinida, e tem como função ajudar o pâncreas a produzir mais insulina após as refeições, diminuindo a glicemia no sangue.

A repaglinida tem um início rápido de ação e curta duração. Ela diminui a glicemia no sangue em cerca de uma hora após ingerida e é eliminada da corrente sanguínea em três a quatro horas.

Devido a esta ação rápida, é possível variar os horários e a quantidade de vezes que o paciente se alimenta. A recomendação é tomar a medicação 30 minutos antes das refeições e suspendê-la caso o paciente pule uma refeição.

Entre os principais efeitos colaterais estão hipoglicemia e ganho de peso.

Inibidores de DPP-4

Essa classe de medicamentos, tal como a sitagliptina atua melhorando a ação das incretinas, hormônios que agem de modo fisiológico para manter os níveis glicêmicos controlados. Em relação aos medicamentos disponíveis no mercado, há dois principais diferenciais:

  • Há menos efeitos colaterais, tais como ganho de peso e hipoglicemia
  • Pode ser administrado em dose única diária a qualquer momento do dia, não somente quando a glicemia está elevada

Além de usada isoladamente, a sitagliptina também pode ser combinada com outros medicamentos, como metformina, sulfoniluréia e tiazolidinediona. Vale destacar que associada à sulfoniluréia, há maior risco de ocorrer uma queda brusca de açúcar no sangue (hipoglicemia). Para evitar o quadro, o médico pode prescrever doses baixas de sulfonilureia.

Incretinomiméticos

É uma classe nova de medicamentos, conhecidos como exenatida e liragluita. Esses medicamentos ligam-se a um receptor do pâncreas, chamado GLP-1.

O efeito “incretina” ocorre porque o GLP-1 estimula a secreção de insulina, além disso, o GLP-1 inibe a secreção do glucagon (hormônio que eleva a glicemia) e lentifica o esvaziamento gástrico, aumentando a sensação de saciedade.

Estas ações são glicose-dependentes (precisam da ingestão de glicose para acontecerem) e apenas observadas em condições de hiperglicemia.

Os efeitos fisiológicos do GLP-1 contribuem de modo importante para o controle da glicemia tanto no período pós-prandial quanto em jejum e estão diminuídos nos portadores de diabetes do tipo 2 (DM2).

Sensibilizadores de insulina

São medicamentos que diminuem a resistências das células à insulina, aumentando o metabolismo da glicose.

Biguanidas

Mais conhecida como metformina, essa classe de medicamentos age independentemente da produção de insulina do paciente.

Ao contrário das sulfoniluréias, a metformina não estimula a secreção de insulina, logo não causa hipoglicemia, exceto quando associada a outros medicamentos.

Além de facilitar a ação da insulina no organismo, a droga também ajuda a reduzir os níveis de colesterol e triglicérides.

O medicamento pode ser administrado de duas a três vezes por dia, junto com as refeições, ou em dose única. De qualquer forma, é importante avaliar a posologia com o médico. Os principais efeitos colaterais são náusea, diarréia, dor de estômago, fraqueza, dificuldade para respirar ou gosto metálico na boca.

Diabéticos com problemas renais e os que ingerem bebidas alcoólicas mais de duas vezes por semana não devem tomar metformina. Em caso do paciente se submeter a algum tipo de cirurgia ou exame médico envolvendo contraste, é fundamental consultar o médico.

Em alguns casos, a metformina deve ser suspendida por certo período. 

Tiazolidinedionas

Conhecida como pioglitazona, essa classe de medicamentos tem como função reduzir a resistência à insulina facilitando o transporte da glicose do sangue para dentro das células. A pioglitazona geralmente é consumida uma vez ao dia e, se for ingerida como a única pílula para diabetes, não causa uma queda muito grande de glicose no sangue.

Entre os possíveis efeitos colaterais estão ganho de peso, anemia e inchaço nas pernas e tornozelos. Além disso, é importante:

  • Verificar os níveis de enzima hepática regularmente e imediatamente avisar o médico na preseça de qualquer sinal de doença no fígado, como náusea, vômito, dor de estômago, falta de apetite, fadiga, amarelamento da pele e no branco dos olhos ou urina de cor escura.
  • Atentar ao uso de pílulas anticoncepcionais, pois o medicamento pode  reduzir a eficácia do contraceptivo, aumentando o risco de gravidez indesejada.

Moduladores da absorção de nutrientes no trato gastrointestinal

Essa clase de medicamentos retarda a absorção de carboidratos, diminuindo os níveis de glicose sanguínea pós prandial, em paciente com diabetes tipo 2.

Inibidores de alfa-glicosidase

Conhecidos pelo nome de acarbose, essa classe de medicamentos bloqueia as enzimas que digerem os amidos provenientes dos alimentos. Assim, o medicamento diminui a velocidade de absorção da glicose que vem dos alimentos, principalmente logo após as refeições. Se administrados como únicas drogas para tratar o diabetes, não provocam hipoglicemia.

O medicamento pode ser ingerido antes das refeições, de acordo com a orientação médica. Entre os efeitos colaterias destacam-se problemas de estômago (gases, distensão abdominal e diarréia). No entanto, os incômodos geralmente desaparecem após um período usando a medicação.

A combinação de metformina com glibenclamida

A glibenclamida e a metformina podem ser encontradas em uma única pílula e devem ser administradas de uma a duas vezes ao dia, junto às refeições.

Esta combinação pode causar uma queda grande da glicose no sangue, muitas vezes, não sendo recomendada para pacientes que apresentam problemas renais ou consomem bebidas alcoólicas.

Em caso de exames médicos com o uso de contraste ou cirurgia, a orientação médica é não tomar o medicamento por certo período.

Nota Importante: O conteúdo deste site não se destina a ser um substituto para aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento.

Não desconsidere o conselho do seu médico ou demora na procura por causa de algo que você leu neste website.
Nosso conteúdo serve para seu conhecimento e informação.

 Em caso de dúvida, procure sempre um médico para orientação quanto ao melhor tratamento e conduta.

Источник: https://www.bd.com/pt-br/our-products/diabetes-care/diabetes-learning-center/diabetes-education/oral-treatment/medicines

O tratamento com antidiabéticos orais

Antidiabéticos (Remédios para diabetes tipo 2)

Em primeiro lugar, e antes de falarmos sobre o tratamento da diabetes com antidiabéticos orais, é importante relembrar em que consiste a doença para compreendermos o porquê de os medicamentos serem utilizados e, afinal, como atuam de forma a serem eficazes.

Antes de mais, a diabetes é uma doença crónica (ou seja, pode acompanhar o doente durante a sua vida) e tem como principal característica a hiperglicemia, isto é, o excesso de glicose (mais conhecida como “açúcar”) no sangue.

A hiperglicemia é, nesse sentido, a responsável pelas complicações da diabetes: problemas adicionais que podem agravar ainda mais a saúde (problemas cardiovasculares, dos rins, bem como problemas oftalmológicos, entre outros).

Antes de tudo, a insulina é a responsável por levar a glicose desde o sangue até às células do nosso corpo para gerar energia,  e é produzida pelo pâncreas. Assim, na diabetes tipo 1, o pâncreas não consegue realizar essa função. Como resultado, a glicose acumula-se na corrente sanguínea e a insulina injetável é a única opção de tratamento.

Já na diabetes tipo 2, a o tipo de diabetes mais frequente, o mecanismo da doença é diferente. A diabetes tipo 2 é caracterizada por:

  • Produção inadequada de insulina pelo pâncreas;
  • Vários graus de resistência à insulina que existe em circulação, isto é, a insulina está lá, mas o organismo não reage normalmente à sua presença;
  • Incapacidade do corpo processar os açúcares produzidos no fígado.

Por isso, e exatamente devido a este diferente conjunto de fatores, existem então diferentes opções para tratar a diabetes a que chamamos antidiabéticos orais (além, claro, da insulina).

Tratar a diabetes tipo 2: o uso de antidiabéticos orais

Em primeiro lugar, o tratamento da diabetes tipo 2 varia consoante a gravidade da doença e as características da pessoa.

Apesar das diversas alternativas medicamentosas, a abordagem inicial para o tratamento da diabetes deve ser sempre a perda de peso, dieta equilibrada e a atividade física.

No entanto, quando estas mudanças no estilo de vida não são suficientes para controlar a doença, pode ser necessário partir para a toma de antidiabéticos orais.

Afinal, qual é o objetivo dos antidiabéticos orais? A sua finalidade é tratar a hiperglicemia. Existem diversas classes de antidiabéticos orais que atuam de maneira diferente no nosso organismo para controlar essa mesma hiperglicemia.

O controlo da glicemia, e por isso mesmo o sucesso do tratamento, é verificado através do resultado da hemoglobina glicada (HbA1c): o principal critério de diagnóstico para a doença.

Os valores ideais de HbA1c encontram-se abaixo dos 6,5%, mas variam de indivíduo para indivíduo e devem ser discutidos com o médico.

Estes valores são medidos através de uma análise ao sangue prescrita pelo médico.

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Os diferentes tipos de antidiabéticos orais

Existem vários tipos de antidiabéticos orais. Tipicamente, eles são subdivididos em classes, dependendo da forma como atuam no organismo. Cada classe tem o seu nome estranho, inspirado ou no local onde atua no organismo ou na sua estrutura química. De acordo com a indicação do médico, poderá ser necessário tomar antidiabéticos orais de classes diferentes.

As classes de antidiabéticos orais disponíveis e comercializadas em Portugal incluem:

Exemplo desta classe: metformina.

Nesta classe, o antidiabético oral mais usado é a metformina que ajuda não só no controlo glicémico como na perda de peso.

Exemplo desta classe: dapagliflozina.

No rim, existem uns transportadores (chamados SGLT-2, co-transportador 2 de sódio e glicose) que, no rim, «transportam» a glicose de volta para o sangue. Os inibidores do SGLT-2, também chamados de gliflozinas, atuam nestes transportadores do rim, aumentando a eliminação da glicose que sai na urina para reduzir a hiperglicemia.

Exemplos desta classe: sitagliptina e vildagliptina.

A DPP-4 (dipeptidil peptidase 4) é uma enzima que participa no metabolismo da glicose, ajudando a diminuir a secreção de insulina e estimulando a secreção de glucagon (uma hormona responsável por diminuir os níveis de insulina). Os inibidores da DPP-4, também chamados de gliptinas, inibem a ação desta enzima, estimulando a secreção de insulina pelo pâncreas, diminuindo a secreção de glucagon e reduzindo a produção de glicose pelo nosso fígado.

Exemplo desta classe: pioglitazona.

As glitazonas atuam através do aumento da sensibilidade à insulina no fígado, gordura e músculo, isto é, as células que estão nesses órgãos tornam-se mais recetivas à acção da mesma.

Exemplos desta classe: gliclazida e glibenclamida.

As sulfonilureias estimulam as células do pâncreas a produzir insulina.

E a insulina, quando é usada?

Na diabetes tipo 2, a insulina fica reservada para os casos de descontrolo glicémico, mesmo após a combinação de dois ou mais antidiabéticos orais. A insulina pode ser usada logo na altura do diagnóstico se houver um valor muito alto de HbA1c (>9%) e vir a ser substituída por um antidiabético oral após atingido o controlo glicémico.

Em conclusão, sendo a diabetes uma condição crónica, sem cura e que vai evoluindo ao longo do tempo, pode ser preciso tomar mais do que um antidiabético oral diferente para melhorar o controlo glicémico. É muito importante o seguimento médico periódico e a realização de análises (nomeadamente HbA1c), de maneira a avaliar se o tratamento está a ser eficaz a controlar a doença.

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Источник: https://www.diabetes365.pt/cuidar/o-tratamento-com-antidiabeticos-orais/

Remédios para Diabetes tipo 1 e tipo 2

Antidiabéticos (Remédios para diabetes tipo 2)

O tratamento para diabetes tipo 1 ou tipo 2, é feito com medicamentos para controlar os níveis de açúcar no sangue, com o objetivo de manter a glicemia o mais próximo possível do normal, impedindo possíveis complicações desta doença, como retinopatia e insuficiência renal, por exemplo.

Para tratar a diabetes tipo 1, é necessário o uso de insulina diária.

Já o tratamento do diabetes tipo 2, geralmente, é feito com medicamentos antidiabéticos em comprimidos, como metformina, glimepirida e gliclazida, por exemplo, sendo suficiente na maioria dos casos, ou também pode ser necessário o auxílio de insulina. Além disto, a realização de uma dieta controlada em açúcar e gordura e a prática de exercícios é fundamental em todos os casos.

Como o remédio mais indicado para cada pessoa varia de acordo com vários fatores, que incluem o tipo de diabetes, a gravidade da doença e a idade do paciente, o tratamento deve ser orientado por um endocrinologista ou clínico geral. Para entender melhor o que diferencia os tipos de diabetes, veja quais são as características e diferenças dos tipos de diabetes.

Remédios para diabetes tipo 1

Como neste tipo de diabetes, o pâncreas não consegue produzir insulina ou produz em quantidades mínimas, o objetivo do tratamento é simular a produção natural deste hormônio, ou seja, nos mesmos horários e quantidades de acordo com as necessidades de cada pessoa, para impedir o aumento da glicose no sangue.

Desta forma, para simular a ação do pâncreas, é necessário que a pessoa com diabetes tipo 1 utilize, pelo menos, dois tipos de insulina, que são:

Tipos de insulinaNomes genéricosComo é utilizada
Insulina de ação rápidaRegular, Asparte, Lispro, Glulisina

Normalmente é usada antes das refeições ou logo após comer para manter os níveis de glicose regulados após a alimentação, impedindo que a glicose se acumule no sangue.

Insulina lentaNPH, Detemir, GlarginaGeralmente é utilizada apenas de 1 a 2 vezes por dia, pois a sua ação dura de 12 a 24 horas, chegando alguma a atingir 30 horas, mantendo os níveis de açúcar estáveis durante todo o dia.

Estes medicamentos podem ser encontrados em qualquer farmácia e a maioria também está disponível na farmácia popular, com acesso pelo SUS, de acordo com a prescrição médica.

Para facilitar a aplicação e diminuir o número de injeções, também existem combinações com preparados de insulina, que juntam 2 ou mais tipos de insulina, com ação rápida e ação lenta.

Além disto, uma opção é o uso da bomba de insulina, que é um pequeno aparelho que fica ligado ao corpo, e pode ser programado para a liberação de insulina rápida ou lenta, de acordo com a necessidade de cada pessoa.

Saiba mais detalhes sobre quais são os principais tipos de insulina e como aplicar. 

Remédios para diabetes tipo 2

Os remédios mais usados para diabetes tipo 2, são os hipoglicemiantes ou antidiabéticos orais, que podem ser tomados sozinhos ou combinados, de forma a controlar os níveis de açúcar no sangue. Alguns exemplos incluem:

Lista de medicamentosClasse terapêuticaComo funcionaEfeitos colaterais mais comuns
MetforminaBiguanidasDiminui a produção de glicose pelo fígado, melhora a a utilização de glicose pelo corpoEnjoo e diarreia

Glibenclamida, Glimepirida, Glipizida, Gliclazida

Sulfonilureias

Estimula e aumenta a produção de insulina pelo pâncreas

Hipoglicemia, ganho de peso

Acarbose, Miglitol

Inibidores da alfa-glicosidase

Diminui a absorção da glicose dos alimentos pelo intestino

Aumento de gases intestinais, diarreia

Rosiglitazona, PioglitazonaTiazolidinedionasMelhora a utilização da glicose pelo corpoAumento de peso, inchaço, piora da insuficiência cardíaca

Exenatida, Liraglutida

Agonistas do GLP-1

Aumenta a liberação de insulina, diminui a glicose, aumenta a saciedade e facilita o emagrecimento

Náuseas, diminuição do apetite

Saxagliptina, Sitagliptina, Linagliptina

Inibidores da DPP-4

Diminui a glicose após as refeições, aumentando a produção de insulina

Náuseas

Dapagliflozina, Empagliflozina, Canagliflozina

Inibidor da SGLT2

Aumenta a eliminação de glicose pela urina e facilita o emagrecimento

Maior risco de infecção urinária

Os medicamentos mais recentes, como a Exenatida, Liraglutida, Gliptinas e Glifozinas, ainda não estão disponíveis pela rede pública, entretanto, os outros medicamentos podem ser encontrados gratuitamente em farmácias.

Em casos em que a glicose está muito elevada, ou quando os remédios em comprimido já não surtem efeito, o médico pode incluir as injeções de insulina no tratamento.

Entretanto, para tratar o diabetes tipo 2, além do uso de remédios, é essencial o controle de açúcares em conjunto com uma dieta controlada em carboidratos, gordura e sal, além da prática de exercícios físicos.

Veja como deve ser a dieta de um diabético.

Remédio para diabetes emagrece? 

Os remédios para diabetes não devem ser usados por pessoas que desejam emagrecer mas que não são portadoras de diabetes, porque é perigoso para saúde.

Os medicamentos usados para controlar a glicemia, em caso de diabetes, tem como efeito o emagrecimento, porque com o melhor controle da taxa de açúcar no sangue a pessoa sente menos fome, e fica mais fácil seguir uma dieta de emagrecimento.

No entanto, o uso de hipoglicemiantes não deve feito por pessoas saudáveis, que devem antes optar por usar alimentos, sucos e chás que ajudem a controlar o açúcar no sangue, de forma natural, como a canela, farinha da casca do maracujá e a linhaça dourada moída, por exemplo. 

Remédios caseiros para diabetes

Os remédios naturais para diabetes são ótimas formas de complementar o tratamento com medicamentos, pois têm propriedades que auxiliam na redução da glicose no sangue. Alguns chás com esta função são os chás de carqueja, canela ou sálvia, por exemplo. Confira quais são as receitas dos chás para diabetes. 

Outro ótimo remédio caseiro é a utilização de farinha da casca do maracujá, pois contém pectina, uma fibra que atua na redução da glicose no sangue. Além disto, outro regulador da glicemia é o melão de são caetano, que pode ser consumido na sua forma natural ou como suco, por exemplo.

No tratamento da diabetes é importante não consumir alimentos com grande quantidade de açúcar ou carboidratos, como geleias, biscoitos ou batata. Em alternativa, devem ser consumidos alimentos ricos em fibras como legumes, maçã, linhaça, pão integral e sucos naturais. Veja quais são as frutas que são recomendadas em pessoas com diabetes. 

Veja também os exercícios que pode fazer, que são explicados no vídeo seguinte:

Источник: https://www.tuasaude.com/remedio-para-diabetes/

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