Bebidas alcoólicas também podem trazer benefícios para a saúde

Existe bebida alcoólica saudável? Segredo está na quantidade consumida

Bebidas alcoólicas também podem trazer benefícios para a saúde

Bebidas alcoólicas normalmente são consideradas inimigas da saúde. No entanto, é comum ver gente destacando os benefícios do vinho e até mesmo da cerveja. E realmente, segundo vários estudos já publicados na literatura científica, o álcool pode trazer alguns benefícios, desde que consumido com moderação.

Uma dessas pesquisas, feita por cientistas da Universidade de Barcelona e publicada na revista Nature Review Cardiology, valida que o consumo leve a moderado de álcool reduz a incidência de doenças cardíacas coronárias, AVC (acidente vascular cerebral), aterosclerose, mortalidade por doença coronariana e mortalidade por todas as causas. Detalhe: esse ganho independe do tipo de bebida alcoólica.

Eles afirmam que o etanol tem a capacidade de elevar os níveis do colesterol bom, diminuir a coagulação sanguínea e varrer os radicais livres –moléculas que são gatilho de várias doenças. A mesma universidade conduziu um estudo com homens e mulheres em Atenas, Grécia, onde bebedores leves tiveram um risco 53% menor de diabetes do que abstêmios.

Mas quanto posso beber? A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda a ingestão diária de uma dose para mulheres e duas doses para homens, no máximo cinco dias na semana.

Uma dose equivale a 150 ml de vinho, 350 ml de cerveja ou 50 ml de destilados. Em tempo: não há lei da compensação com álcool, ou seja, não pode beber várias doses em um único dia porque nos outros ficou abstêmio.

Se você for além dessas quantidades, os benefícios dão lugar a prejuízos.

Mas existe alguma bebida que é mais saudável? Veja a seguir o perfil de algumas:

1. Vinho

Se você é do tipo que sempre prioriza o lado saudável de tudo o que consome, então nenhuma surpresa: o vinho continua sendo o campeão neste quesito.

Além da carga benéfica advinda do álcool, ele é o fermentado mais rico em polifenóis –destaque para o resveratrol, pelos seus benefícios em numerosos processos fisiológicos– ativos com poderosos efeitos antioxidantes, anti-inflamatórios e anticarcinogênicos.

O vinho tinto tem, por exemplo, a capacidade de reduzir um dos fatores de risco para o câncer de mama.

Uma pesquisa do Centro Médico Cedars-Sinai, nos Estados Unidos, constatou que substâncias químicas nas cascas e sementes das uvas tintas reduziram ligeiramente os níveis de estrogênio, enquanto elevaram a testosterona, em mulheres na pré-menopausa que ingeriram a bebida à noite durante cerca de um mês.

Também há ganhos para quem tem artrite reumatoide. Pesquisadores do Instituto Karolinska, na Suécia, analisaram 34.100 mulheres entre 39 e 84 anos e constataram que as que bebiam pelo menos três taças médias de vinho por semana eram até 52% menos propensas a desenvolver essa doença –causada pelo próprio sistema imunológico do organismo.

Vale saber que o que determina a quantidade desses polifenóis em um vinho é a forma como ele é feito. Na uva, esses poderosos ativos estão presentes na casca, na semente e no engaço (cabinho). E somente na preparação tradicional do vinho tinto, por exemplo, existe o contato com a casca da uva.

É exatamente por isso que os tintos possuem mais antioxidantes que os brancos, que são preparados com a polpa e separados da casca, assim como na produção do champanhe. Só para você ter uma ideia, o vinho tinto tem 10 vezes mais polifenóis que o vinho branco. Os vinhos com maior concentração de polifenóis são cabernet sauvignon, malbec e syrah.

2. Cerveja

Como os fermentados saem na frente no quesito saudabilidade, temos a cerveja na esteira do vinho. Embora em menor quantidade, ela também tem seus polifenóis. Cerca de 70% desses compostos bioativos são provenientes do malte e 30% do lúpulo, com ações também antioxidantes, anti-inflamatórias, anticarcinogênicas e antivirais.

Um estudo feito pela Universidade de Perugia em conjunto com o Instituto Nacional de Nutrição, ambos na Itália, detectou um aumento na capacidade antioxidante do plasma sanguíneo em seres humanos saudáveis após a ingestão de cerveja. Essa propriedade de prevenção de doenças foi também apontada pelo Departamento de Nutrição da Universidade do Reino Unido, relacionando-a com os compostos fenólicos do malte.

Numa outra abordagem, cientistas da Universidade de Scranton, na Pensilvânia, afirmaram que embora a cerveja tenha uma quantidade moderada de antioxidantes, seus polifenóis se ligam a proteínas com potencial oxidativo, protegendo-as e assim retardando o processo de aterosclerose.

3. Destilados

Apesar de também trazerem álcool em sua composição (em maiores quantidades inclusive do que a cerveja e o vinho), eles não são fontes de polifenóis, o que reduz bastante seus benefícios à saúde.

Entre as mais consumidas, destacam-se a cachaça (cujo teor alcoólico varia entre 38% e 48%), a tequila (entre 27% e 40%) e a vodca (entre 13 e 40%). Elas embriagam rapidamente e, no geral, são mais tóxicas para o fígado. Ou seja, cuidado redobrado!

4. Catuaba

A catuaba andou fazendo um sucesso e tanto nos últimos carnavais. Não há estudos científicos na literatura, mas é certo que como sua fórmula –açúcar, xarope de maçã, caramelo de açúcar e vinho– vem carregada de conservantes, muitos dos foliões devem ter experimentado uma 'senhora' ressaca no dia seguinte.

Ou seja, ainda que a catuaba também tenha sua carga de álcool –este com seu efeito positivo em dose leve–, ela não é a bebida fermentada mais amigável da saúde e é altamente calórica, já que sua composição contém basicamente carboidratos e álcool. Outro porém: além de contribuir para o ganho de peso, ela deixa a pessoa bêbada mais rapidamente pois seu alto valor alcoólico (17%) é mascarado pelo sabor adocicado.

Não existe bebida alcoólica ideal para perda de peso

Há quem defenda que os destilados seriam as bebidas menos prejudiciais para quem busca uma silhueta fininha, já que eles não possuem carboidratos. Levando em consideração alguns critérios, a conclusão que se tem é que a quantidade ingerida é o que realmente importa. Quer ver?

Partindo do ponto de vista calórico, cada grama de álcool tem 7 calorias. Já o grama de carboidrato reúne apenas 4 calorias.

Se os destilados têm maior teor alcoólico, é fato que também terão um valor energético elevado.

Outro ponto: alguns destilados costumam ser consumidos junto com energéticos, refrigerantes, sucos industrializados e, no caso das caipirinhas e batidas, com leite de coco, leite condensado e açúcares.

Veja as tabelas nutricionais de cada bebida:

Cerveja

  • Porção: 350 ml (1 dose)
  • Calorias: 108,5 kcal
  • Carboidrato: 21 g
  • Álcool: 17 g
  • Cálcio: 14 mg
  • Magnésio: 21 mg
  • Fósforo: 66,5 mg
  • Potássio: 101,5 mg
  • Sódio: 14 mg

Vinho

  • Porção: 150 ml (1 dose)
  • Calorias: 132 kcal
  • Carboidrato: 3 mg
  • Álcool: 16,5 g
  • Cálcio: 10,5 mg
  • Magnésio: 12 mg
  • Fósforo: 27 mg
  • Potássio: 165 mg

Cachaça

  • Porção: 50 ml (1 dose)
  • Calorias: 108,5 kcal
  • Carboidrato: 0 g
  • Álcool: 15 g
  • Sódio: 1,5 mg

Fontes: Marcella Garcez Duarte, nutróloga e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia; Fabiana Poltronieri, nutricionista e conselheira do CRN-3 (Conselho Regional de Nutricionistas 3ª região); Gustavo Pasqualotto, nutricionista e ABNE (Membro da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva)

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Источник: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2019/07/10/existe-bebida-alcoolica-saudavel-segredo-esta-na-quantidade-consumida.htm

Cerveja tem os mesmos benefícios para o coração que o vinho, diz estudo

Bebidas alcoólicas também podem trazer benefícios para a saúde

Ao fim de um dia cansativo de trabalho, muitas pessoas saem com os colegas de trabalho para curtir um happy hour com alguns copinhos de cerveja para ajudar a relaxar. Outros optam por vinho pela fama trazer algum benefício à saúde.

Muitos estudos dizem que o consumo moderado de bebida alcoólica pode trazer benefícios à saúde, incluindo na redução de riscos cardíacos.

Pensando na saúde, outra dúvida surge: vinho ou cerveja, qual é o mais saudável?

Segundo especialistas, cerveja é tão saudável quanto o vinho – se consumida de forma moderada. Ou seja, até um copo (ou taça) por dia para as mulheres e dois para os homens. A diferença dos benefícios está no tipo de bebida: o vinho tinto é melhor do que o vinho branco. Já a cerveja artesanal é mais benéfica do que a tradicional.

E quais são as vantagens de cada uma delas? A ciência explica.

Vinho

A fama do vinho como uma bebida saudável vem de muito longe. Na década de 1980, pesquisadores notaram que os franceses mantinham uma dieta mais rica em gordura saturada e colesterol e, ainda assim, tinham taxas mais baixas de doenças cardíacas e morte prematura do que o esperado para pessoas com dietas gordurosas.

Ao investigar a alimentação, os cientistas chegaram a uma conclusão: o vinho era o fator de proteção. Uma das primeiras pesquisas a trazer a confirmação foi publicada em 1992.

Segundo a equipe que investigou, o consumo de vinho e outros tipos de álcool poderia prevenir ou reduzir bloqueios nas artérias.

Alguns anos depois, outro estudo descobriu que beber vinho reduzia o risco de mortalidade.

Diante desses resultados, os cientistas decidiram investigar o porquê de o vinho ser benéfico. Um trabalho de 2006 identificou uma possível causa: o resveratrol.

De acordo com a equipe de investigação, a uva é composta de polifenóis – substâncias com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Entre os polifenóis mais importantes estaria o resveratrol – muito presente no vinho tinto.

Por causa desta descoberta, surgiu a crença de que o vinho tinto era mais saudável do que o branco.

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Alguns pesquisadores não estavam tão seguros sobre a importância do papel do vinho na saúde e resolveram investigar os consumidores de vinho.

O estudo, realizado em 2006, descobriu que as pessoas que preferem vinho tendem a consumir mais frutas, vegetais e alimentos saudáveis em geral em comparação com aqueles que preferiam outros tipos de bebida alcoólica. Ou seja, talvez o vinho apenas acompanhasse hábitos mais saudáveis.

Cerveja

Quando descobriu-se que o tipo de alimentação poderia ser o x da questão, muito mais do que o tipo de bebida consumido, pesquisadores decidiram analisar consumidores de cerveja cuja dieta era bem controlada.

Os resultados mostraram que em quantidades moderadas a cerveja é tão benéfica para o coração quanto o vinho tinto. “O vinho tinto tem sido a bebida alcoólica mais estudada.

No entanto, estudos epidemiológicos e ensaios clínicos recentes revelam relações semelhantes para a cerveja”, disse na época Demóstenes Panagiotakos, da Universidade Harokopio, na Grécia, à revista Time. 

Estudo anterior já havia descoberto que o consumo de cerveja artesanal é melhor para reduzir a incidência de doenças cardíacas e diabetes em comparação com a cerveja tradicional e outros tipos de bebida alcoólica, incluindo o vinho tinto.

A explicação para esse resultado está relacionado ao fato de que a versão artesanal não é pasteurizada nem filtrada e, portanto, contém maior quantidade de compostos vegetais, leveduras, bactérias, vitaminas e minerais com maior potencial benéfico para a saúde.

 

Zero álcool

Sabe-se que o consumo excessivo de bebida alcoólica pode promover uma série de doenças, incluindo dependência química, câncer, doenças hepáticas e problemas cardiovasculares.

Portanto, aconselha-se que o consumo seja sempre moderado. Ainda assim, dois estudos recentes indicaram que os supostos benefícios do consumo do álcool não são maiores que os prejuízos causados por ele.

Desta forma, a recomendação seria para não consumir bebida alcoólica de jeito nenhum.

A escolha

Com todas as informações em mãos, cada pessoa pode escolher o que melhor se adapta a sua realidade e gosto. Aqueles que preferem o sabor mais suave do vinho, pode continuar tomando ele – sempre em moderação. Já os apaixonados por cerveja não precisam mudar de time. E aqueles que não consomem nenhum tipo de bebida também podem se sentir seguro.

Enquanto não houver consenso científico em torno do álcool, a preferência pessoal – e o bom senso – é o que deve prevalecer.

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Источник: https://veja.abril.com.br/saude/cerveja-tem-os-mesmos-beneficios-para-a-saude-que-o-vinho-diz-estudo/

Conheça 8 dos principais efeitos do álcool no organismo

Bebidas alcoólicas também podem trazer benefícios para a saúde

As bebidas alcoólicas são fabricadas desde a pré-história e hoje estão inseridas na cultura de diferentes povos ao redor do mundo, sendo utilizadas tanto como meio de socialização quanto em festividades, cerimônias e rituais.

No Brasil, o consumo de bebidas alcoólicas cresceu 43,5% em dez anos, passando de 6,2 litros/ano por brasileiro com mais 15 anos, em 2006, para 8,9 litros, em 2016. Esse dado mais recente, divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), supera a média mundial de 6,4 litros de álcool puro/ano por pessoa.

Apesar de ser uma droga lícita, amplamente vendida e aceita socialmente, o consumo excessivo e prolongado dessa substância pode trazer sérios riscos à saúde, inclusive dependência alcoólica, que deve ser tratada por profissionais especializados a fim de evitar a piora dos sintomas e o desenvolvimento de problemas físicos, psicológicos e sociais mais graves.

A bebida alcoólica age de maneiras diferentes em cada pessoa devido a vários fatores, tais como a quantidade consumida, a frequência de uso, a idade, o sexo, o histórico familiar e as condições de saúde física e psíquica do usuário.

Alguns efeitos do álcool no organismo são mais comuns e aparecem logo após os primeiros goles, outros são cumulativos e demoram a se manifestar. Neste post, apresentamos 8 consequências do uso do álcool. Confira!

1. Alterações cerebrais

O álcool é um depressor do sistema nervoso central, ou seja, uma substância que diminui a atividade do cérebro, alterando a ação de neurotransmissores, como o ácido gama-aminobutírico, o glutamato e a serotonina. Conforme a pessoa ingere a bebida, o organismo reage de uma determinada forma, seguindo alguns estágios.

Quando a concentração de álcool no sangue é baixa (entre 0,01 e 0,12 gramas/100 mililitros), o indivíduo tende a ficar desinibido, relaxado e eufórico.

À medida que essa quantidade aumenta, outras reações aparecem, como lentidão dos reflexos, problemas de atenção, perda de memória, alterações na capacidade de raciocínio e falta de equilíbrio.

Em níveis muito altos (a partir de 0,40 gramas/100 mililitros), pode haver intoxicação severa e parada cardiorrespiratória, com possibilidade de sequelas neurológicas e até mesmo morte.

Além desses efeitos visíveis e imediatos, o consumo exagerado de álcool, principalmente na infância e adolescência, pode prejudicar o desenvolvimento cerebral, inibir o crescimento de novos neurônios e causar lesões permanentes, além de ser um fator de risco para a depressão ou outro transtorno mental.

2. Lesões hepáticas

Um órgão bastante afetado pela ingestão de bebidas alcoólicas é o fígado, responsável pelo metabolismo dessas substâncias. Há evidências de que o consumo imoderado de bebidas alcoólicas pode causar esteatose hepática, conhecida também como fígado gorduroso.

Essa doença é causada pelo acúmulo de gordura nas células do fígado, podendo regredir ou ficar estável conforme os anos passam, ou evoluir para a hepatite alcoólica, uma inflamação cujos sintomas são dor abdominal, inchaço da barriga, pele e olhos amarelados, náusea, vômito, perda de apetite, entre outros.

O abuso da ingestão de bebidas alcoólicas também pode ser responsável pela cirrose hepática, uma lesão crônica que se caracteriza pela formação de cicatrizes (fibrose) e formação de nódulos que bloqueiam a circulação do sangue. Em muitos casos, há a necessidade de transplante do órgão.

3. Irritação do estômago

Fora os conhecidos sintomas de enjoo, náusea e vômito, o álcool pode causar irritações, infecções ou erosões na mucosa gástrica, resultando em uma gastrite aguda. Isso acontece porque a bebida chega primeiro ao aparelho gastrointestinal, aumentando a secreção de ácido clorídrico. O resultado são dores abdominais, queimação, azia, perda de apetite e vômito recorrente.

4. Disfunção renal

Os rins são responsáveis pela filtragem do sangue, eliminação de resíduos nocivos ao organismo, regulação do equilíbrio ácido/básico, manutenção do volume de água no corpo, produção de hormônios, entre outras funções importantes.

A ingestão exagerada de álcool pode aumentar a diurese, que é a produção de urina, o que provoca desregulação da concentração de eletrólitos no sangue, elevação da pressão arterial e alteração no funcionamento do órgão.

5. Inflamação do pâncreas

Quem consome muita bebida alcoólica pode desenvolver pancreatite crônica, uma inflamação do pâncreas que provoca endurecimento e redução do tamanho do órgão.

As consequências são forte dor na região abdominal, diarreia com fezes gordurosas — devido à menor produção de lipase, enzima responsável pela digestão de gorduras —, perda de peso e diabetes.

Essa última decorre das alterações que o álcool pode causar no funcionamento do pâncreas, como a diminuição da produção de insulina ou a incapacidade do órgão de produzir esse hormônio.

6. Problemas cardíacos

Há estudos que mostram que a ingestão de álcool em doses moderadas pode trazer benefícios à saúde por melhorar a circulação sanguínea e proteger o sistema cardiovascular.

O vinho tinto, por exemplo, é rico em flavonoides e resveratrol, uma substância antioxidante encontrada na pele e nas semente das uvas que impede a formação de coágulos de sangue, tem ação anti-inflamatória, neutraliza os radicais livres e reduz o colesterol ruim.

Porém, a ingestão excessiva de álcool pode desencadear problemas cardíacos significativos, entre eles:

  • a cardiomiopatia alcoólica — uma alteração na função contrátil do músculo do coração;
  • a arritmia — caracterizada pela desregulação do ritmo dos batimentos cardíacos;
  • o acidente vascular cerebral hemorrágico (AVC hemorrágico) — causado pelo sangramento de uma artéria;
  • a hipertensão arterial — conhecida popularmente como pressão alta.

7. Enfraquecimento do sistema imunológico

Por entrar facilmente na corrente sanguínea, o álcool percorre todo o organismo, reduz a produção de glóbulos vermelhos e compromete o sistema imunológico, deixando o corpo mais suscetível ao aparecimento de infecções e doenças. Uma pessoa que bebe uma grande quantidade de álcool, mesmo que em uma única ocasião, tem mais chances de desenvolver pneumonia, tuberculose e anemia, por exemplo.

8. Aumento do risco de câncer

O consumo excessivo de bebidas alcoólicas pode aumentar o risco de desenvolvimento de alguns tipos de câncer, tais como de laringe, faringe, boca, esôfago, fígado, estômago, intestino e mama.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), a relação dose/resposta entre o consumo de bebidas alcoólicas e o risco de câncer é evidente, sendo que o álcool está associado a 4% dos óbitos por câncer.

Agora que você conhece mais sobre os efeitos do álcool no organismo, deixe um comentário em nosso post e compartilhe suas dúvidas, conhecimentos e sugestões sobre esse e outros temas relevantes para você e seus familiares!

Источник: https://hospitalsantamonica.com.br/conheca-8-dos-principais-efeitos-do-alcool-no-organismo/

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