Bolinhas no corpo: principais causas e o que fazer

Prurido na pele: tratamentos e causas

Bolinhas no corpo: principais causas e o que fazer

O prurido é um formigamento ou irritação intensos da pele que desperta a vontade de coçar.

Causas

O prurido na pele pode ser causado por inúmeros e diferentes tipos de problemas. Em geral, prurido na pele é mais localizado. Veja algumas das principais causas:

  • Envelhecimento da pele
  • Dermatite atópica
  • Dermatite de contato
  • Irritação devido ao contato com lã e produtos químicos específicos
  • Pele ressecada
  • Urticária
  • Mordidas e picadas de insetos
  • Parasitas e piolhos (de corpo, de cabeça ou de pelos pubianos)
  • Pitiríase rósea
  • Psoríase
  • Exantemas (embora este problema não cause prurido necessariamente)
  • Dermatite seborreica
  • Queimadura solar
  • Infecções cutâneas superficiais, como, por exemplo, foliculite e impetigo

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O prurido generalizado pode ser causado por:

  • Reações alérgicas
  • Infecções infantis (como catapora ou sarampo)
  • Hepatites
  • Anemia por deficiência de ferro
  • Insuficiência renal crônica
  • Insuficiência hepática
  • Icterícia
  • Gravidez
  • Reações a medicamentos e substâncias, como antibióticos, por exemplo.

Buscando ajuda médica

Procure a ajuda de um médico se o prurido na pele vier acompanhado de sintomas inexplicáveis e se for muito intenso (quase insuportável). Considere marcar uma consulta com um especialista caso os sintomas também não desapareçam sozinhos ou com cuidados caseiros. Mas atenção: a maioria do casos de prurido não precisa de avaliação médica.

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Picada de mosquito: aprenda como evitar e aliviar a coceira na pele

A consulta ao médico é importante para que ele possa determinar a causa do prurido e poder, assim, iniciar logo o tratamento. Às vezes, este sintoma pode indicar algum problema de saúde mais grave, então é essencial ficar atento.

Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar prurido na pele são:

  • Clínico geral
  • Dermatologia
  • Infectologia
  • Nefrologia
  • Urologia
  • Ginecologia
  • Alergista

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Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
  • Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.

O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

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  • Onde você sente o prurido?
  • O prurido é localizado ou você o sente em outras partes do corpo também?
  • Qual a intensidade da coceira?
  • Você tem alergia a alguma coisa? O quê?
  • Você entrou em contato recentemente com algum agente alérgico?
  • Você já foi diagnosticado com alguma outra condição médica?
  • Você faz uso de algum tipo de medicamento?
  • Você nota efeitos colaterais no uso deste medicamento? Acredita que o prurido possa estar entre esses efeitos colaterais?
  • Você já tomou alguma medida para aliviar os sintomas? E funcionou?
  • Além do prurido, você notou a presença de outros sintomas? Quais?

Cuidados

Em casos de prurido grave ou persistente, é muito importante procurar um médico para que ele possa fazer o diagnóstico e lhe dar as devidas instruções de tratamento. No entanto, enquanto a consulta médica não chega, você pode querer tratar os sintomas por conta própria. Para isso, considere as seguintes medidas:

  • Evite coçar ou esfregar as áreas que estiverem coçando. Se precisar, mantenha as unhas curtas para evitar danos ao coçar a pele
  • Use roupas de cama leves e evite roupas ásperas, especialmente lã
  • Tome banhos com água morna, utilizando pouco sabonete. Experimente também cremes hidrantes e aplique-os na região com prurido
  • Aplique compressas frias na área com prurido
  • Evite exposição prolongada ao calor excessivo ou à umidade
  • Faça uso de anti-histamínicos orais que possam ser vendidos sem necessidade de receita médica. Consulte um farmacêutico para saber qual a melhor opção para seu caso.

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Medicamentos para Prurido na pele

Prurido na pele pode ter diversas causas, de modo que o tratamento varia de acordo com o diagnóstico estabelecido pelo médico. Por isso, somente um especialista capacitado pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Os medicamentos mais comuns no tratamento de prurido na pele são:

  • Betametasona + Ácido Salicílico
  • Betametasona + Sulfato de Gentamicina
  • Clindamin-C
  • Clocef
  • Claritin D
  • CremeFenergan
  • Desalex
  • Desonida
  • Dexclorfeniramina
  • Dexametasona
  • Diprosalic
  • Drenison
  • Fenergan
  • Hipoderme Ômega 45g
  • Hipoderme Ômega 90g
  • Hipodertrat
  • Histadin D
  • Hipoderme
  • Hixizine
  • Kollagenase
  • Loratadina + Pseudoefedrina
  • Maleato de Dexclorfeniramina (gotas)
  • Maleato de Dexclorfeniramina (xarope)
  • Meticorten
  • Nasonex
  • Nitrato de Miconazol (creme)
  • Omcilon-AM
  • Omnaris
  • Polaramine

Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

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Referências

Ministério da Saúde

Mayo Clinic

Sociedade Brasileira de Dermatologia

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Источник: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/prurido-na-pele

Alergia nas axilas?

Bolinhas no corpo: principais causas e o que fazer

Irritação, vermelhidão e aspereza embaixo do braço podem indicar que você está sofrendo de alergia nas axilas. O local fica escondidinho no outono e inverno, com o uso de roupas de mangas compridas, mas nem por isso o problema deve ser desconsiderado.

Entender os tipos de alergia que surgem nas axilas, bem como suas causas, é o caminho para evitá-la.

As causas da alergia nas axilas

Diversos fatores podem provocar irritação e coceira embaixo do braço. Muitas vezes o problema é consequência de reações do próprio organismo, enquanto, em outros casos, é causado por agentes externos. Além disso, é importante lembrar que algumas pessoas têm a pele mais sensível e delicada por isso, maior tendência a desenvolver alergia.

Entre os principais motivos das alergias nas axilas estão:

– Ressecamento na região. A pele embaixo do braço é fina, delicada e sensível por isso, merece atenção especial. Se estiver seca e áspera, ela poderá descamar e até mesmo rachar.

– Atrito. Quando a pele, já sensibilizada, sofre a fricção constante do tecido da roupa, ela pode ficar ainda mais irritada. O ideal é usar peças confeccionadas com tecidos mais macios e leves e deixar a região descoberta sempre que possível.

– Depilação inadequada. A primeira dica, aqui, é fazer uma esfoliação no local desejado um ou dois dias antes, de forma suave para não irritar. Além disso, o uso de aparelhos ou creme depilatório merece muita atenção. Descarte as lâminas velhas, que tendem a ficar cegas, e aplique um creme na região para facilitar o deslizamento e evitar o atrito excessivo.

E verifique no rótulo da embalagem quais são as substâncias presentes nas loções que removem os pelos, pois elas também podem causar reação alérgica.

Por fim, seja qual for o método escolhido, é importante que a depilação ocorra na pele limpa e higienizada para evitar a contaminação por fungos e bactérias – se o local apresentar alguma irritação ou inflamação, suspenda o procedimento.

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– Composição dos produtos de higiene e beleza. Desodorantes, cremes e outros itens podem conter na formulação agentes irritantes, principalmente para peles sensíveis. Entre eles: parabenos, álcool, conservantes, corantes e fragrâncias.

– Suor. O calor, assim como a prática de atividade física, pode elevar a temperatura corporal e aumentar a transpiração.

Apesar de se tratar de um processo natural e saudável, em algumas pessoas podem ocorrer a alergia ao suor, também chamada de urticária colinérgica, que aparece em situações de elevação da temperatura corporal e sudorese, como no caso de tensões emocionais, banhos quentes ou até quadros febris. A sudorese excessiva pode causar, também, a obstrução dos dutos das glândulas excretoras do suor, provocando uma inflamação conhecida como brotoeja, que tem entre seus sintomas a vermelhidão nas axilas e o surgimento de bolinhas que coçam, queimam e ardem. Mas, atenção: apesar de ser muitas vezes confundido com uma alergia nas axilas, o problema é, na verdade, uma dermatite aguda chamada de miliária – e, para tratá-la, o ideal é buscar orientação médica.

– Dermatites variadas. Além da miliária, citada acima, outras inflamações cutâneas causam manchas vermelhas e coceiras nas axilas. Também conhecidas como eczemas, elas podem ser provocadas por diversos fatores, desde fungos até origem genética. A dermatite de contato, por exemplo, surge a partir do contato de objetos ou produtos com a pele, causando sua irritação.

– Estresse. Sim, problemas emocionais também afetam a nossa pele e podem desencadear ou agravar alergias na pele, inclusive nas axilas. Também conhecida como alergia nervosa, essa condição provoca o aparecimento de manchas vermelhas, coceira e até pequenas bolhas embaixo do braço e em outras partes o corpo.

3 passos para tratar a alergia nas axilas

Manchas vermelhas, queimação, ressecamento, irritação, coceira… A boa notícia é que é possível prevenir ou aliviar sintomas das dermatites e alergias embaixo do braço.

  1. Mantenha a região sempre limpa e seca. Graças à grande quantidade de glândulas sudoríparas, as axilas tendem a ser bastante úmidas. Soma-se a isso o fato de ser um local abafado e temos o ambiente propício para o desenvolvimento de fungos e bactérias. Então, para manter as axilas mais sequinhas e, assim, reduzir o risco de alergias e dermatites, a dica é tomar banhos regularmente e enxugar muito bem a região. Na sequência, vale aplicar um desodorante antitranspirante, que contém sais de alumínio solúveis na superfície da pele, formando uma camada protetora em forma de gel. Essa película permanece sobre a pele temporariamente e diminui a quantidade de suor liberada pelo corpo.
  2. Fique de olho nos rótulos dos produtos e evite formulações perfumadas ou com muitos agentes químicos, caso tenha a pele sensível. Verifique os ingredientes para ver se algum componente da fórmula pode estar desencadeando as reações na pele. Nesse caso, opte por produtos sem fragrância, que ainda são livres de álcool etílico, parabenos e corantes. E avalie os prós e contras dos desodorantes caseiros, que, apesar de naturais, reduzem a quantidade de bactérias boas na região (aquelas responsáveis por formar uma camada protetora da derme). Resultado: maior o risco de irritações e alergias.
  3. Dê um alívio! Aplicar compressas frias nas axilas irritadas e vermelhas pode ajudar a melhorar as irritações e coceiras.

Para saber mais sobre o tema: Segredos da Pele. 

Conteúdo produzido por UNILEVER

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Источник: https://saude.abril.com.br/bem-estar/alergia-nas-axilas/

Coceira no corpo: 6 principais causas e o que fazer

Bolinhas no corpo: principais causas e o que fazer

A coceira no corpo surge quando alguma reação estimula terminações nervosas da pele, o que pode acontecer por diversos motivos, sendo que os principais incluem algum tipo de alergia ou irritação na pele, como por ressecamento, suor ou picada de inseto.

Entretanto, a coceira que não passa pode estar relacionada a doenças, que podem ser dermatológicas, infecciosas, metabólicas ou, até, psicológicas, como dermatite, micose, psoríase, dengue, Zika, diabetes ou ansiedade, por exemplo.

Dependendo da sua causa, a coceira por estar sozinha ou vir acompanhada de outros sintomas, como vermelhidão, caroços, manchas, bolhas ou feridas, e estas podem ser causadas por uma doença ou formadas pelo ato frequente de coçar. Para tratar, é importante descobrir e resolver a sua causa, mas o sintoma pode ser aliviado com um antialérgico ou com uma pomada hidratante ou anti-inflamatória, prescritos pelo clínico geral ou dermatologista.

Assim, algumas das principais causas de coceira e o que fazer em cada caso, incluem:

1. Reações alérgicas

Qualquer tipo de irritação na pele pode causar coceira, sendo comum que aconteça por uma alergia. Algumas das causas mais comuns incluem:

  • Calor ou suor excessivo;
  • Picada de inseto;
  • Tecidos, cosméticos, como sabonetes, cremes e xampus, ou produtos de limpeza;
  • Pelos de animais ou plantas;
  • Alimentos;
  • Reação alérgica a medicamentos;
  • Poeira ou ácaros de roupas, livros e estofados.

A alergia pode surgir em uma situação isolada ou pode surgir frequentemente em pessoas que têm tendências a ter alergias, e os episódios podem ser leves ou graves, podendo ser necessário o tratamento com dermatologista.

O que fazer: é necessário se afastar e evitar o contato com a substância que causa alergia. Em alguns casos, pode ser necessário o uso de medicamentos anti-alérgicos, como Dexclorfeniramina, Loratadina, Hidroxizine ou pomadas com corticoide, por exemplo. Saiba mais sobre como identificar e tratar a alergia na pele.

2. Ressecamento da pele

A pele ressecada, situação conhecida como xerose cutânea, é causada, principalmente, pelo uso excessivo de sabonetes ou por banhos muito quentes e demorados, o que causa coceira constante devido à irritação e descamação da pele. 

Outras causas deste ressecamento da pele podem incluir uso de certos remédios, como remédios para baixar o colesterol, opioides ou diuréticos, por exemplo, além de situações como desidratação, viver em regiões frias e com baixa umidade, e, até, certas doenças que podem causar alterações na queratinização da pele.

O que fazer: o tratamento envolve o uso de cremes hidratantes que contenham ceramidas, ácido glicólico, vitamina E ou ureia, por exemplo. Para aliviar os sintomas de forma mais imediata, também pode ser necessário o uso de medicamentos anti-alérgicos, como Loratadina ou Dexclorfeniramina. Confira a receita de um ótimo hidratante caseiro para a pele extra ressecada. 

3. Dermatites

A dermatite é uma doença inflamatória da pele, geralmente de causa genética ou auto-imune, em que há um processo alérgico crônico, que causa coceira constante e intensa, e pode estar acompanhada de outras alterações da pele. 

Algumas das formas mais comuns de dermatite incluem:

  • Dermatite atópica: mais comum nas dobras, acompanhada de vermelhidão, descamação ou inchaço na pele;
  • Dermatite seborreica: causa vermelhidão ou descamação da pele, especialmente no couro cabeludo, onde pode ser conhecida como caspa;
  • Dermatite de contato: provoca intensa coceira acompanhada de bolhas e vermelhidão, em locais da pele que estiveram em contato direto com uma substância irritante, como uma bijuteria ou cosmético, por exemplo;
  • Dermatite herpetiforme: causa reação inflamatória que forma pequenas bolhas na pele que coçam, semelhantes às lesões provocadas pelo herpes, sendo mais comum em pessoas portadoras de doença celíaca;
  • Psoríase: é uma doença crônica da pele que causa inflamação e hiper proliferação das células da sua camada mais superficial, provocando lesões descamativas.

Outros exemplos mais raros de alterações da pele, que causam coceira, incluem as dermatites luminar ou bolhosa, além de outras doenças dermatológicas como penfigoide bolhoso, a micose fungoide e o líquen plano, por exemplo. Confira mais detalhes sobre os principais tipos de dermatite.

O que fazer: a pessoa portadora de uma dermatite deve ser acompanhada pelo dermatologista, que irá avaliar as características das lesões e orientar tratamentos de acordo com cada caso, que podem incluir cremes hidratantes à base de ureia, corticoides ou anti-alérgicos, por exemplo. 

4. Infecções da pele

Doenças infecciosas que atingem a pele, causadas por fungos, bactérias ou parasitas, costumam causar lesões e reações inflamatórias, o que provoca coceira. Algumas das infecções mais comuns são:

  • Micoses de pele: caracterizada presença de lesões arrendondadas, avermelhadas ou esbranquiçadas na pele causadas por alguns tipos de fungo, e alguns exemplos são Tinha, Onicomicose, Intertrigo e Pitiríase Versicolor;
  • Candidíase cutânea: infecção pelo fungo Cândida, e causa lesões avermelhadas e úmidas, mais comuns nas dobras do corpo, como debaixo dos seios, virilhas, axilas, unhas ou entre os dedos, apesar de poder surgir em qualquer local do corpo;
  • Escabiose: também conhecida como sarna, esta doença é causada pelo ácaro Sarcoptes Scabiei, que causa uma coceira intensa e caroços avermelhados, e é bastante contagiosa;
  • Herpes: a infecção pelo vírus da herpes causa vermelhidão e pequenas bolhas, que podem causar coceira ou ser dolorosas, sendo comuns nos lábios e na região genital;
  • Impetigo: infecção na pele causada por bactérias que causam pequenas feridas que contém pus e formam crostas.

Estas infecções podem ser transmitidas de uma pessoa para a outra, e costumam surgir em situações de higiene prejudicada ou quando há queda da imunidade.

O que fazer: o tratamento é orientado pelo médico, feito com remédios, geralmente pomadas, para eliminar o micro-organismo causador, com antifúngicos, como Nistatina ou Cetoconazol, antibióticos, como Neomicina ou Gentamicina, soluções de Permetrina ou Ivermectina para escabiose, e antivirais, como Aciclovir, para herpes. A coceira também pode ser aliviada com anti-alérgicos.

5. Doenças sistêmicas

Existem diversas doenças que atingem a corrente sanguínea e podem apresentar, como um dos sintomas, a coceira na pele. Algumas doenças que podem esta situação, são:

  • Infecções virais, como Dengue, Zika, catapora ou que causam alterações na circulação e imunidade, provocando coceira;
  • Doenças das vias biliares, causadas por doenças como Hepatite B e C, cirrose biliar primária, carcinoma de ductos biliares, cirrose alcoólica e hepatite autoimune, por exemplo;
  • Insuficiência renal crônica;
  • Neuropatias, causadas por diabetes, AVC ou esclerose múltipla, por exemplo;
  • Doenças endocrinológicas, como hipertireoidismo, diabetes ou mastocitose;
  • HIV, tanto devido à infecções da pele, como por alterações imunes que podem surgir;
  • Doenças hematológicas, como anemia, policitemia vera ou linfoma;
  • Câncer.

Estas doenças podem causar coceira com frequência e intensidade diferentes em cada pessoa.

O que fazer: nestes casos, o médico irá indicar o tratamento da doença principal, que pode estar causando o prurido. Enquanto isso, para controlar os sintomas, pode ser orientado o uso de medicamentos anti-alérgicos como Hidroxizine, para aliviar o desconforto.

6. Doenças psicológicas

A coceira de origem psicológica, também chamada de prurido psicogênico, é suspeitada quando não se consegue encontrar a causa da coceira mesmo após investigação médica detalhada e demorada, com exames e avaliações físicas. 

Este tipo de coceira pode surgir em pessoas que apresentam doenças como depressão, transtorno bipolar, ansiedade, distúrbio obsessivo-compulsivo, distúrbios alimentares, dependência de drogas ou distúrbios da personalidade, por exemplo. Algumas vezes, o sintoma é tão intenso, que a pessoa pode viver com lesões na pele causada pela coceira.

O que fazer: após confirmação de que não se trata de uma doença dermatológica ou sistêmica, pode ser necessário o acompanhamento como psiquiatra, que poderá indicar psicoterapia ou tratar a doença de base, com, por exemplo, o uso de ansiolíticos ou antidepressivos.

O que causa coceira na gravidez

Durante a gravidez, a gestante sofre alterações em seu corpo e naturalmente fica com a pele mais seca, o que pode provocar coceira.

Além disso, existem alguns problemas de pele que podem surgir ou agravar neste período, como o prurido gestacional, causado por alteração das vias biliares, ou outras dermatoses como urticárias, dermatose papular ou penfigóide gestacional, por exemplo.

Assim, caso a coceira seja persistente, e não alivie com a hidratação ou retirada de possíveis situações que possam causar alergia, como novos cosméticos ou produtos de limpeza, é recomendado se consultar com o obstetra ou dermatologista, para avaliar as possíveis causas e indicar o tratamento correto. 

Источник: https://www.tuasaude.com/principais-causas-de-coceira-na-pele/

Conheça as principais alergias na terceira idade

Bolinhas no corpo: principais causas e o que fazer
Alergias 26 de setembro de 2017

Asma predomina em mulheres, segundo estudo
#congressoalergia2017

Entre 5% e 10% dos idosos têm algum tipo de alergia e a rinite alérgica é uma das principais causas de consultas em ambulatórios e consultórios especializados, com prevalência significativa em pacientes com mais de 60 anos de idade. Trata-se de uma doença de pouca gravidade, mas que interfere significativamente no bem-estar de seu portador. A asma ocupa a segunda posição, seguida da tosse em ordem de frequência.

Esse é um dos temas confirmados para o 44º Congresso Brasileiro de Alergia e Imunologia, que será realizado em Belo Horizonte, entre os dias 21 e 24 de outubro.

“Trabalho realizado na Clínica de Alergia da Policlínica Geral do Rio de Janeiro em 2015 sobre perfil epidemiológico de asma em idosos mostrou predominância em mulheres, sendo que 26,79% tinham rinite alérgica associada”, conta a Dra. Fátima Emerson, Coordenadora da Comissão de Assuntos Comunitários da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI).

Entre as manifestações dermatológicas, o prurido ocupa maior percentual de ocorrência, seguido de urticária, alergia a medicamentos e dermatite de contato.

O tratamento não difere daquele nas demais faixas etárias, na maior parte das vezes. Contudo, os idosos podem ter outras doenças, além da alergia, e usam outros medicamentos (polifarmácia). “Por isso, os cuidados devem ser rigorosos para avaliar ´benefício versus risco´, para que se obtenha o melhor resultado de forma segura e eficaz”, explica Dra. Fátima.

RINITE ALÉRGICA

Espirros repetidos, coriza abundante, entupimento e coceira nasal. À medida que o processo inflamatório alérgico piora, compromete-se a mucosa de estruturas vizinhas, resultando em manifestações em olhos, ouvidos, seios da face, garganta e pulmões.

Podem ocorrer também lacrimejamento e coceira nos olhos, céu da boca, ouvidos e garganta. É comum a sensação de corrimento de secreção pela parte de trás do nariz para a garganta, conhecido pelo nome de gotejamento pós-nasal, que pode provocar pigarro ou tosse insistente.

Nas manifestações mais intensas e demoradas de rinite, a secreção pode se modificar e tornar-se pegajosa, espessa e amarelada, principalmente quando ocorre infecção secundária no nariz e nos seios da face.

ASMA

Manifesta-se por crises de “falta de ar”, “chiado no peito”, cansaço e tosse, sintomas determinados por uma inflamação demorada (crônica) e persistente das vias respiratórias. A asma compromete cerca de 10% da população sendo que nos idosos é bastante frequente, a despeito do mito de que a asma “cura com a idade”.

As crises de asma podem variar desde uma leve sensação de cansaço até sufocação grave. Como é uma doença dinâmica, pode se manifestar de modo diferente num mesmo paciente, ora de forma discreta e controlada, ora grave e, sob certas circunstâncias, evoluindo rapidamente para uma crise descompensada.

TOSSE

A tosse é uma queixa comum e pode ser um problema no caso dos idosos. Em primeiro lugar, por ser incômoda e interferir na qualidade de vida, do sono e do repouso noturno.

Além disso, em grande parte dos casos, inicia-se a busca de alívio com xaropes caseiros, antitussígenos e expectorantes, que vêm se somar aos medicamentos que o idoso já utiliza.

Contudo, é essencial buscar a causa da tosse, pois pode ser o sinal de diversas doenças, desde resfriados simples até problemas mais sérios. 

Idosos podem ter a chamada “tosse crônica” de duração arrastada que pode estar associada com a alergia e necessitar tratamento especializado. Também pode ser causada por remédios para controlar a hipertensão e ser confundida com a alergia.

É importante ressaltar que a tosse nos idosos não é um problema banal controlado apenas por xaropes ou antitussígenos, mas é sobretudo um sinal de comprometimento do organismo por fatores importantes, e por isso a causa da tosse deve ser pesquisada.

ALERGIA NOS OLHOS

Os olhos se modificam com a idade, tornando-se mais secos e propensos a fatores irritativos. Soma-se ao fato de que as pessoas idosas em geral usam colírios com frequência, o que pode gerar ardência e desconforto, confundindo com alergia. As manifestações alérgicas nos olhos podem comprometer as pálpebras, cílios, conjuntiva, córnea e úvea. São as blefarites, conjuntivites, uveítes.

COCEIRA OU PRURIDO

Coceira na pele ou pruridermia é uma manifestação comum em idosos, devido às características da pele nesta faixa etária. É um sintoma que pode acompanhar várias situações de saúde e condições da pele. Pode ser sinal de problemas dermatológicos, outras doenças orgânicas ou ainda alterações emocionais.

URTICÁRIA

É uma erupção na pele manifestada por placas avermelhadas salientes, de tamanho variado, com coceira intensa.

A urticária representa cerca de 1/3 das causas de consultas em clínicas ou ambulatórios voltados para atendimento de doenças cutâneas alérgicas.

Entre os pacientes com mais de 60 anos, ocupa posição de destaque, se não pelo quociente de sua ocorrência, mas com certeza pela dificuldade de seu manuseio.

A urticária se manifesta por pontos e placas salientes (pápulas), em geral de aspecto avermelhado, de tamanho variável desde milímetros até vários centímetros. As lesões podem ser isoladas ou se juntar formando grandes placas.

São normalmente bem delimitadas e costumam coçar muito (prurido).

As pápulas têm duração fugaz, pois evoluem em algumas horas, desaparecendo sem deixar vestígios e mudam de localização, aparecendo ora num local do corpo, ora em outro.

ECZEMA DE CONTATO

Os eczemas de contato são produzidos pela ação direta de determinadas substâncias sobre a pele. Essas substâncias podem agir como irritantes da pele ou por mecanismos alérgicos.

O aumento da industrialização determina uma maior exposição a novos produtos químicos capazes de provocar dermatite de contato. No idoso, particularmente, é importante destacar o papel de medicações de uso local (cremes, pomadas, loções) provocando eczemas.

Outras causas em idosos incluem: cosméticos, bijuterias, produtos de limpeza etc.

ALERGIA A REMÉDIOS

O consumo de medicamentos em idosos aumenta
progressivamente ano após ano, contribuindo para curar doenças, amenizar sofrimentos e melhorar a qualidade de vida, sendo um dos fatores responsáveis pela longevidade.

Por outro lado, este aumento do uso pode resultar em reações adversas, como as reações alérgicas a medicamentos. Alguém que sempre tomou um remédio e nunca teve nada, um belo dia toma este mesmo remédio e fica com inchaços pelo corpo.

Isto acontece porque a alergia não surge da primeira vez e sim quando já se tomou aquele remédio por várias vezes.

Analgésicos, antitérmicos e anti-inflamatórios são bastante utilizados por idosos, muitas vezes até mesmo sem receita médica e constituem um grande grupo de medicamentos, englobando desde a aspirina (ácido acetil salicílico ou AAS), passando pela dipirona (pirazolonas) e chegando aos chamados anti-inflamatórios não hormonais (diclofenaco, ibuprofeno etc.). Como todos agem pelo mesmo mecanismo, uma pessoa alérgica a um analgésico e/ou anti-inflamatório poderá desenvolver também a outros medicamentos similares.

Citam-se ainda: antibióticos, diuréticos, anti-hipertensivos, entre outros – que podem também causar alergia.

Contrastes iodados e anestésicos: podem ser causa de alergia em idosos e necessitam de orientação do alergista para que sejam orientados adequadamente.

XLIV Congresso Brasileiro de Alergia e Imunologia

Data: De 21 a 24 de outubro

Local: Minas Centro – Belo Horizonte

Horário: Das 8h30 às 18 horas

Informações: www.congressoalergia2017.com.br

Источник: https://asbai.org.br/conheca-as-principais-alergias-na-terceira-idade/

Coceira pelo corpo: O que é ?

Bolinhas no corpo: principais causas e o que fazer

A pele é o maior órgão que possuímos no corpo e frequentemente acaba passando por processos alérgicos. Muitas pessoas sentem coceira pelo corpo, porém, não sabem o que pode estar causando esse desconforto e irritação. Neste texto, vamos passar algumas dicas importantes para você descobrir as principais causas da coceira no corpo.

Há diversos motivos que resultam na alergia da pele e na maioria dos casos costumam aparecer manchas ou placas avermelhadas, acompanhadas de intensa coceira.

As causas da coceira no corpo são diversas e abaixo mostraremos, quais são elas.

Urticária

A urticária é uma das alergias mais frequentes e se trata de uma lesão da pele, que apresenta vermelhidão, placas avermelhadas em alto relevo e coceira intensa. A urticária costuma ser causada por remédios, alimentos, picadas de insetos e contato com substâncias (tintas, látex, pólen, saliva de animais e outros).

A urticária costuma surgir minutos depois do contato com o alérgeno, que é o nome que se dá á substância responsável por causar alergia.

Muitas pessoas acreditam não ser alérgica a alguma substância por já terem tido o contato outras vezes e não ter acontecido nada.

No entanto, é fundamental saber que a urticária e outras alergias podem ser desenvolvidas com o tempo.

Por exemplo, uma pessoa pode ter tomado algum tipo de medicamento diversas vezes e nunca ter acontecido nenhum tipo de reação, porém algum dia ela pode realizar o uso novamente e passar a ter reações alérgicas. Neste caso, sempre é importante fazer testes antes.

Apesar de a urticária ser manifestada normalmente após o contato com algum alérgeno, acontece também de ser provocada por infecções de origem viral ou bacteriana.

Entre as causas mais comuns temos a gripe, resfriados, infecção urinária, faringite, mononucleose e outras infecções. Em crianças a urticária 80% das vezes tem origem infecciosa.

A urticária pode ocorrer de não ser alérgica e aparecer devido aos estímulos físicos, como frio, exercícios físicos, calor, nervoso ou até pressão sobre a pele.

Angioedema

A angioedema é causada pelos mesmos motivos da urticária, porém mais grave, pois atinge as camadas mais profundas da pele e da mucosa, podendo provocar inchaço dos lábios, língua, olhos e das vias respiratórios, além da coceira insuportável.

Considerada um quadro muito perigoso a angioedema, exige muita atenção, pois pode levar a dificuldade respiratória por edema de glote ou até asma grave, podendo evoluir para um choque anafilático e até levar a morte.  Ao notar indícios de edemas nos olhos e lábios é preciso se dirigir imediatamente a um hospital.

Dermatite de contato

A dermatite de contato é a irritação da pele em contato com alguma substância que causa alergia. As principais causas de dermatite de contato pode ser causada por bijuterias, látex, ouro, antibióticos, perfumes e cosméticos, borracha, couro, esmalte, álcool, sabonetes e outros.

Picadas de mosquito

As alergias a picadas de mosquito são muito comuns. Quando o mosquito começa a sugar o sangue, ele injeta sua saliva que possui ação anticoagulante, ou seja, que impede do sangue ser coagulado. A saliva do mosquito é a grande responsável pelas coceiras na pele e as reações alérgicas.

Dermatite seborreica

Também chamada de eczema seborreico, a dermatite seborreica é uma doença de pele comum e que traz muitos incômodos. Essa doença se trata de uma inflamação crônica nas regiões que possuem grandes quantidades de glândulas sebáceas.

Apesar de possuir todos os sintomas de uma alergia, a dermatite seborreica não é considerada exatamente uma alergia de pele, pois é causada por uma reação do sistema imunológico á presença de fungos na pele.

Tratamentos

O tratamento de alergias irá depender muito de cada caso. O correto é procurar um médico, seja clínico geral, dermatologista ou alergista, para que ele realize todos os exames e descubra as causas e o que deve ser evitado.

No geral, para diminuir as coceiras é válido tomar banhos com água mais fria, a água quente piora as alergias. Evite coçar a pele, remédios e pomadas antialérgicas ajudam a amenizar o incômodo, porém precisam de prescrição médica.

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