Causas de Mastite, principais sintomas e como tratar

Contents
  1. Mastite – causas, fatores de risco, diagnóstico, tratamento e prevenção
  2. Qual é a estrutura anatomofuncional das mamas7?
  3. Quais são as causas da mastite1?
  4. Quais são os fatores de risco da mastite1?
  5. Quais são as principais características clínicas da mastite1?
  6. Como o médico diagnostica a mastite1?
  7. Como o médico trata a mastite1?
  8. Como prevenir a mastite1?
  9. Quais são as complicações possíveis da mastite1?
  10. ▷ Mastite: o que é, Sintomas e Como Tratar
  11. O que é mastite?
  12. Sinais e sintomas da mastite
  13. O que causa a mastite?
  14. Como prevenir a mastite
  15. Amamentação e mastite
  16. Tratamento da mastite
  17. Mastite: o que é, tratamento e sintomas
  18. Sintomas de Infecção mamária
  19. Tratamento de Infecção mamária
  20. Causas
  21. Fatores de risco
  22. Buscando ajuda médica
  23. Na consulta médica
  24. Diagnóstico de Infecção mamária
  25. Convivendo/ Prognóstico
  26. Complicações possíveis
  27. Referências
  28. Mastite: O que é, Sintomas e Como evitar
  29. Como reconhecer os Sintomas da Mastite 
  30. Como combater os sintomas
  31. Mastite clínica: o que é, causas, como tratar e principais indicadores
  32. Teste da caneca de fundo preto
  33. O que causa a mastite clínica?
  34. Mastite contagiosa
  35. Mastite ambiental
  36. Quais são os fatores de risco da mastite clínica?
  37. Fatores relacionados ao rebanho:
  38. Fatores relacionados à vaca:
  39. Fatores relacionados ao úbere:
  40. Como tratar a mastite
  41. Indicadores de mastite clínica
  42. MASTITE – Infecção da mama durante o aleitamento
  43. Causas
  44. Informações em vídeo
  45. Fatores de risco
  46. Sintomas
  47. Diagnóstico
  48. Tratamento
  49. O que fazer para aliviar a dor da mastite?
  50. Prevenção
  51. Referências

Mastite – causas, fatores de risco, diagnóstico, tratamento e prevenção

Causas de Mastite, principais sintomas e como tratar

A mastite1 é uma inflamação2 do tecido3 mamário que às vezes envolve uma infecção4. A mastite1 causada pela amamentação5 é referida pelos médicos como mastite1 de lactação6 ou mastite1 puerperal. A mastite1 das mulheres que não estejam amamentado é chamada de mastite1 periductal.

Qual é a estrutura anatomofuncional das mamas7?

Cada mama8 tem várias seções (lóbulos) que se ramificam a partir do mamilo. Cada lóbulo contém pequenos sacos ocos (alvéolos9). Os lóbulos estão ligados por uma rede de tubos finos (dutos).

Quando a mulher estiver amamentando, os dutos transportam o leite dos alvéolos9 para a área escura da pele10 no centro da mama8, a aréola.

Da aréola, os ductos se juntam em dutos maiores, terminando no mamilo.

Saiba mais sobre “Aleitamento materno11” e “Alimentos que as mães devem evitar durante a amamentação5”.

Quais são as causas da mastite1?

O leite que fica retido no peito12 é a principal causa de mastite1. Outras causas incluem um duto mamário bloqueado, fazendo o leite ficar retido, ou bactérias da superfície da pele10 e da boca13 do bebê que entram no peito12 através de uma rachadura no mamilo ou através de uma abertura de um ducto de leite.

Quais são os fatores de risco da mastite1?

Os fatores de risco para mastite1 incluem: episódio anterior de mastite1, mamilos14 doloridos ou rachados, uso de sutiã apertado ou colocar pressão no peito12 de qualquer forma, técnica de amamentação5 inadequada, estar excessivamente cansada ou estressada, estado de má nutrição15 da mãe e uso de cigarros.

Quais são as principais características clínicas da mastite1?

A mastite1 de lactação6 geralmente afeta apenas um dos seios16 e os sintomas17 podem se desenvolver rapidamente. A inflamação2 resulta em dor no peito12, inchaço18, calor e vermelhidão. Afeta mais comumente mulheres que estão amamentando, mas pode ocorrer também em mulheres que não estão amamentando e nos homens.

A mastite1 da lactação6 pode fazer com que a mulher se sinta esgotada, dificultando o cuidado com o bebê. Às vezes, a mastite1 leva a mãe a desmamar o bebê antes do que ela pretendia.

Sinais19 e sintomas17 de mastite1 podem aparecer de repente e podem incluir: sensibilidade mamária, calor ao toque, inchaço18 mamário, espessamento do tecido3 mamário ou nódulo20 mamário, dor ou sensação de queimação contínua ou durante a amamentação5, vermelhidão da pele10, mal-estar, febre21 de 38,3° C ou maior.

Algumas mulheres também podem apresentar sintomas17 semelhantes aos da gripe22, como dores, tremores e arrepios, sentir-se ansiosa ou estressada e fadigada.

Como o médico diagnostica a mastite1?

O diagnóstico23 de mastite1 ou de abscesso24 mamário pode ser feito com base apenas na história clínica e no exame físico. Se o médico não tiver certeza se a massa que ele detectou na mama8 é um abscesso24 ou um tumor25, uma ultrassonografia26 de mama8 pode ser realizada, porque ela fornecerá mais clareza sobre o caso.

Em casos de mastite1 infecciosa, podem ser necessárias culturas do leite materno ou do material aspirado do abscesso24, para determinar que tipo de organismo está causando a infecção4 e para decidir o tipo específico de antibiótico que será utilizado na cura da doença.

Mamografias ou biópsias27 mamárias são normalmente realizadas em mulheres que não respondem ao tratamento ou em mulheres que não amamentam. Esse tipo de teste é solicitado para excluir a possibilidade de um câncer28 de mama8 que cause sintomas17 semelhantes aos da mastite1.

Leia sobre “Estresse”, “Abscesso24” e “Mamografia29”.

Como o médico trata a mastite1?

Na mastite1 de lactação6, o esvaziamento frequente de ambas as mamas7 pela amamentação5 é essencial. Para mulheres que amamentam com mastite1 leve, massagem e aplicação de calor antes da alimentação podem ajudar a desobstruir os dutos. No entanto, em casos mais severos o calor ou a massagem podem piorar os sintomas17 e as compressas frias são mais adequadas.

A mastite1 não puerperal é tratada com medicação e, possivelmente, com aspiração ou drenagem30. Os antibióticos, agentes antifúngicos ou corticosteroides podem ser usados, conforme o caso, nos episódios de mastite1 não puerperal. Na maioria dos casos de mastite1 durante a lactação6, os antibióticos não são necessários.

Os abscessos31 da mama8 podem ser tratados também por aspiração com agulha guiada por ultrassonografia26 ou por incisão32 cirúrgica e drenagem30, além de cobertura antibiótica.

É importante lembrar que uma boa orientação sobre técnicas corretas de amamentação5 ajuda a evitar complicações como a mastite1. Esta prevenção pode ser feita através de uma visita a um banco de leite ou de um agendamento de consulta com enfermeira capaz de orientar as técnicas adequadas para amamentar um recém-nascido. Isso tem uma importância fundamental para a mãe e para o bebê.

Como prevenir a mastite1?

Para minimizar as chances de contrair mastite1 a paciente deve procurar esvaziar totalmente o leite dos seios16 sempre que amamentar, deixando o bebê esvaziar completamente um seio33 antes de trocar para o outro.

Deve também mudar a posição usada, de uma mamada para outra, para drenar bem o leite de todos os setores das mamas7.

A mulher deve certificar-se de que o bebê encaixou corretamente o mamilo em sua boca13 durante as mamadas e, de preferência, não deve fumar.

Quais são as complicações possíveis da mastite1?

As mastites que não sejam tratadas adequadamente ou que sejam devidas a um ducto bloqueado podem causar um abscesso24 (coleção de pus34) mamário, o que geralmente requer drenagem30 cirúrgica. Durante a lactação6, no entanto, o abscesso24 é raro, afetando apenas 0,4 a 0,5% das mulheres que amamentam.

Veja também sobre “Aleitamento materno11: mitos, benefícios, dificuldades e soluções”, “Cólicas35 do Recém-nascido” e “Mastalgia36”.

Источник: https://www.abc.med.br/p/saude-da-mulher/1332783/mastite+causas+fatores+de+risco+diagnostico+tratamento+e+prevencao.htm

▷ Mastite: o que é, Sintomas e Como Tratar

Causas de Mastite, principais sintomas e como tratar

Mastite é uma infecção que geralmente causa dor e desconforto nos peitos. É mais comum entre as mães que estão nas primeiras semanas de amamentação de seus recém-nascidos, mas algumas também podem passar por isso mais tarde. O tratamento precoce dessa infecção é crucial para evitar complicações.

O tratamento da mastite geralmente requer a indicação de antibióticos pelos profissionais de saúde. A amamentação normalmente ajuda a prevenir e resolver a condição, mas é importante usar as técnicas corretas para que o peito seja esvaziado completamente após a mamada.

Continue lendo para saber mais sobre os sintomas e fatores de risco e quais cuidados tomar para prevenir e tratar a mastite.

O que é mastite?

A mastite ocorre quando há inflamação do tecido do peito, resultante de uma infecção. Ela é mais comum entre mães que nas primeiras 6 ou 12 semanas de amamentação, mas às vezes pode ocorrer tardiamente.

A mastite pode ser dolorosa e fazer com que você queira desistir de amamentar, mas uma vez que a infecção diminuir, será possível continuar amamentando sem dor e aproveitar esse momento compartilhado, sabendo dos benefícios que a amamentação traz para você e seu bebê.

Sinais e sintomas da mastite

Quando começar a amamentar, é normal sentir que seus peitos estão mais sensíveis ou doloridos, então quais são os sintomas da mastite? Abaixo você encontrará alguns sinais e sintomas da mastite:

  • Dor e sensação de febre no peito durante a amamentação (geralmente essa infecção só afeta um seio)
  • Desconforto ou dor na mama
  • Inchaço do seio
  • Sensação de febre no seio
  • Vermelhidão na área afetada (com frequência em formado de meia-lua)
  • Sensação de cansaço ou fadiga
  • Febre e calafrios.

O que causa a mastite?

As causas da mastite podem ser:

  • Estase láctea. Se a técnica de amamentação for incorreta, talvez o peito não esteja se esvaziando após as mamadas. O leite retido pode então causar dor, o que poderá levar à infecção.
  • Ducto lactífero bloqueado. Se um ducto lactífero ficar bloqueado, o leite poderá empedrar. Se o bloqueio não for tratado, é provável que a infecção ocorra.
  • Bactérias. As bactérias de sua pele e da boca de seu bebê podem entrar em contato com os ductos através de uma fissura ou rachadura na pele do mamilo ou por meio de uma abertura do ducto lactífero. O leite materno gera um ambiente propício para a proliferação das bactérias que podem causar mastite.

Algumas mães são mais suscetíveis que outras e alguns fatores de risco podem ser:

  • Mamilos rachados
  • Permanência em apenas uma posição enquanto amamenta, o que pode levar o peito a não se esvaziar completamente
  • Uso de sutiãs apertados ou que pressionem o peito, restringindo o fluxo de leite
  • Estar muito cansada ou estressada
  • Ter mastite anteriormente, elevando o risco de mastite puerperal recorrente
  • Má nutrição.

Como prevenir a mastite

Veja aqui algumas dicas de como prevenir a mastite:

  • Certifique-se de que a pega de seu bebê está correta durante a mamada
  • Mude de posição enquanto estiver amamentando para promover o esvaziamento completo do peito
  • Antes de mudar seu bebê de peito, verifique se já esvaziou o primeiro antes de passá-lo para o segundo
  • Amamente frequentemente e pelo tempo que seu bebê demandar – não fique muito tempo sem amamentar
  • Leia mais sobre amamentação, e busque ajuda com um(a) consultor(a) de amamentação ou seu médico para aprender técnicas que a ajudarão a esvaziar os peitos depois de cada mamada.

Quando desejar desmamar seu bebê, talvez você se pergunte como deixar de produzir leite sem causar mastite. A chave é desmamar gradualmente. Fale com seu(a) consultor(a) de lactação ou médico se tiver dúvidas.

Amamentação e mastite

É possível amamentar com mastite. Pode ser um pouco desconfortável inicialmente, mas a amamentação pode ajudar a resolver o problema mais rápido. Além disso, é seguro para o bebe mamar, pois as propriedades antibacterianas de seu leite ajudam a protegê-lo da infecção. Consulte seu médico para saber mais sobre a amamentação e os antibióticos para mastite.

Tratamento da mastite

É importante tratar a mastite assim que você notá-la. Inicialmente, você sentirá sintomas semelhantes ao da gripe, seguidos de dor em um dos peitos.

Se sentir esses sintomas, é importante falar com seu médico sobre como tratar a mastite, por que, se não tratada, poderão surgir pus e abcessos e talvez você tenha de drená-los. Os antibióticos orais são geralmente prescritos para o tratamento da mastite.

Se os antibióticos não a curarem completamente, ou se houver a recorrência de episódios, fale com seu médico novamente sobre como se livrar da mastite completamente, talvez com outro antibiótico, por exemplo.

Essas dicas também proporcionarão alívio da mastite:

  • Siga as dicas de prevenção acima, pois elas também podem ajudar a resolver o problema (por exemplo, amamentar regularmente pode ajudar a reduzir a inflamação e liberar a área bloqueada)
  • Tome um banho de banheira ou mantenha o peito submerso por cerca de 10 minutos em água morna, algumas vezes ao dia. Isso poderá ajudar a remover o leite empedrado que talvez esteja bloqueando o fluxo e impedindo o esvaziamento do peito durante a mamada
  • Fale com seu médico sobre maneiras de aliviar a dor e reduzir o desconforto
  • Descanse Beba muita água para ajudar seu corpo a lutar contra a infecção
  • Se amamentar for muito doloroso, tente fazer a ordenha com a bomba ou manualmente
  • Use um sutiã que dê apoio suficiente para o peito.

A mastite pode ser desanimadora, mas saiba que assim que ela estiver curada, você poderá continuar amamentando normalmente e apreciando esse momento de criação de laços com seu bebê.

Источник: https://www.pampers.com.br/recem-nascido/alimentacao/artigo/mastite-o-que-sintomas-e-como-tratar

Mastite: o que é, tratamento e sintomas

Causas de Mastite, principais sintomas e como tratar

Mastite, também chamada de infecção mamária, é uma infecção do tecido mamário que pode causar dor no peito, inchaço, calor e vermelhidão da mama. A mastite comumente afeta mulheres que estão amamentando (mastite puerperal), embora, por vezes, esta condição possa ocorrer em mulheres que não estão amamentando (mastite não-puerperal).

Mastite

Sintomas de Infecção mamária

Os sintomas de mastite podem começar subitamente e incluem:

  • Ter um seio maior que o outro, devido ao inchaço
  • Dor na mama (mastalgia)
  • Dor ou ardor durante a amamentação
  • Nódulo doloroso na mama
  • Coceira
  • Secreção mamilar que contém pus
  • Vermelhidão da pele com padrão em forma de cunha
  • Aumento dos gânglios linfáticos nas axilas
  • Febre acima de 38,3 graus.

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Você pode experimentar sintomas gripais antes de notar qualquer alteração nos seus seios. Marque uma consulta se você tiver qualquer combinação destes sintomas, principalmente durante a amamentação.

Os sintomas de uma infecção da mama também podem estar associados com uma condição rara, mas grave, chamada carcinoma inflamatório da mama. Este tipo de câncer de mama começa quando as células anormais nos ductos mamários começam a se dividir e multiplicar muito rapidamente.

Essas células anormais então entupir os vasos linfáticos (parte do sistema linfático, o que ajuda a remover os resíduos e as toxinas do corpo) na pele do peito, fazendo com que a pele fique vermelha e inchada, quente e dolorosa ao toque.

Essas alterações da mama podem ocorrer ao longo de várias semanas.

Os sintomas do carcinoma inflamatório podem incluir:

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  • Alargamento visível da espessura de uma mama
  • Calor incomum na mama afetada
  • Mudança de cor da mama, que pode parecer machucada, roxa ou vermelha
  • Ternura e dor
  • Ondulações da pele, semelhante a uma casca de laranja
  • Aumento dos gânglios linfáticos debaixo do braço ou perto da clavícula.

Ao contrário de outras formas de câncer de mama, o carcinoma inflamatório não desenvolve nódulos na mama. Como tal, esta condição é muitas vezes confundida com uma infecção mamária. Busque ajuda médica se você sentir qualquer um destes sintomas.

Tratamento de Infecção mamária

O tratamento de mastite geralmente envolve:

  • Antibióticos: o tratamento da infecção mamária geralmente requer o uso de antibióticos durante 10 a 14 dias. Você pode se sentir bem novamente 24 a 48 horas após o início de antibióticos, mas é importante tomar todo o curso da medicação para minimizar a chance de recorrência
  • Analgésicos: enquanto o antibiótico não faz efeito, podem ser receitados analgésicos leves para driblar a dor, como o paracetamol ou ibuprofeno
  • Ajustes na técnica de amamentação: certifique-se de que você esvazia completamente os seios durante a amamentação e que seu bebê agarra corretamente. O médico ou médica pode rever a técnica de amamentação com você.

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Se a infecção mamária não sarar depois de tomar antibióticos, retorne ao médico ou médica.

Causas

A mastite ocorre com mais frequência durante a amamentação, uma vez que a boca do bebê pode conter bactérias que entram pelos ductos mamários ou através de uma rachadura no mamilo. As infecções mamárias por lactação ocorrem mais comumente nos três primeiros meses após o parto, mas pode ocorrer em outros momentos da amamentação.

Mastite ocorre durante período de amamentação

Em mulheres na pós-menopausa, a mastite pode estar associada com uma inflamação crônica dos ductos abaixo do mamilo. As alterações hormonais no organismo podem fazer com que os dutos de leite fiquem obstruídos com células mortas da pele e detritos, favorecendo a infecção.

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Outras causas de infecção incluem mastite crônica e uma forma rara de câncer chamado de carcinoma inflamatório.

Em mulheres saudáveis, a mastite é rara. No entanto, mulheres com diabetes, AIDS ou outras doenças que comprometem o sistema imunológico podem ser mais suscetíveis.

Fatores de risco

Fatores de risco para mastite incluem:

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  • Amamentação durante as primeiras semanas após o parto
  • Mamilos doloridos ou rachados, embora mastite pode se desenvolver sem haver fissuras na pele
  • Amamentar em apenas uma posição, o que não pode esgotar totalmente o leite do peito
  • Uso de sutiãs que restringem o fluxo de leite
  • Fadiga excessiva
  • Casos anteriores de mastite durante a amamentação.

Buscando ajuda médica

Na maioria dos casos, você vai se sentir mal com sintomas de gripe durante várias horas antes de reconhecer que há uma área vermelha ou uma ferida em um de seus seios. Assim que você reconhecer essa combinação de sinais e sintomas, é hora de marcar uma consulta médica.

Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar infecção mamária são:

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  • Clínico geral
  • Mastologista
  • Ginecologista.

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
  • Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.

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O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

  • Quando os sintomas começaram?
  • Você já sofreu com dor na mama ou infecções na mama no passado?
  • Os sintomas afetam um ou ambos os seios?
  • Se você amamenta, como ocorre a amamentação? Em que posição você e o bebê costumam ficar?

Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para infecção mamária, algumas perguntas básicas incluem:

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  • Meu problema irá sarar por conta própria ou precisarei de tratamento?
  • O que posso fazer em casa para aliviar os sintomas?
  • Como essa condição pode afetar meu bebê?
  • Posso continuar amamentando?
  • O medicamento que você está prescrevendo é seguro para tomar durante a amamentação?
  • Por quanto tempo vou ter que tomar a medicação?
  • Quais são as chances da infecção se repetir? O que posso fazer para inimizar o meu risco de recorrência?

Não hesite em fazer outras perguntas, caso elas ocorram no momento da consulta.

Diagnóstico de Infecção mamária

Para mulheres que estão amamentando, o médico ou médica pode diagnosticar a mastite com base em um exame físico e uma avaliação dos sintomas.

Pode ser necessário descartar algumas possibilidades, como a infecção ser decorrente de um abcesso que precisa ser drenado, o que pode ser feito durante o exame físico.

Se a mastite é recorrente, amostras de leite materno podem ser enviadas para um laboratório para serem investigadas e buscar a presença de bactérias.

Caso você tenha sintomas de mastite e não está amamentando, outros testes podem ser necessários para determinar a causa. Os testes podem incluir uma mamografia ou mesmo uma biópsia do tecido mamário para descartar o câncer de mama.

Convivendo/ Prognóstico

Se você está amamentando, é importante não interromper a amamentação com a mama afetada, mesmo que ocorra dor. O esvaziamento frequente da mama impede a obstrução dos ductos mamários, que só fariam a mastite piorar. Se necessário, use uma bomba de peito para aliviar a pressão e esvaziar completamente a mama.

A infecção não irá prejudicar o bebê, porque os germes que causam a infecção provavelmente vieram da boca do bebê em primeiro lugar. No entanto, a amamentação deve ser evitada quando um abscesso está presente.

A compressa quente aplicada antes e após as mamadas pode ajuda no alívio da dor. Um banho quente também pode funcionar.

Se o calor é ineficaz, compressas de gelo aplicadas após as mamadas podem proporcionar algum conforto e alívio. No entanto, evite o uso de compressas de gelo pouco antes da amamentação, pois pode retardar o fluxo de leite.

Por fim, é importante manter a hidratação, ingerindo pelo menos 10 copos de água por dia, além de fazer refeições equilibradas e adequadas à nutrição do bebê.

Complicações possíveis

Infecção mamária grave pode causar um abcesso, que provavelmente será drenado cirurgicamente. Os abscessos podem deixar cicatrizes ou deformar o tecido da mama. Você também pode ter que parar de amamentar temporariamente para o abscesso se curar.

Câncer de mama inflamatório pode imitar os sintomas de uma infecção da mama. Se você parece ter este tipo de infecção e não está amamentando, fale com o seu médico sobre a triagem para este tipo de câncer.

Referências

  • National Cancer Institute
  • Manual Merck
  • Mayo Clinic.

Источник: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/infeccao-mamaria

Mastite: O que é, Sintomas e Como evitar

Causas de Mastite, principais sintomas e como tratar

A mastite é uma inflamação da mama que provoca sintomas como dor, inchaço ou vermelhidão, podendo ser ou não acompanhada de uma infecção e consequentemente provocar febre e arrepios.

Geralmente este problema é mais comum em mulheres que estão amamentando, principalmente nos três primeiros meses após o nascimento, devido à obstrução dos canais por onde passa o leite ou à entrada de bactérias através da boca do bebé. Porém, também pode ocorrer no homem ou em qualquer outra fase da vida da mulher devido à entrada de bactérias na mama em casos de ferimento do mamilo, por exemplo.

Na maioria dos casos, a mastite afeta apenas uma mama, e os sintomas normalmente desenvolvem-se em menos de dois dias. A mastite tem cura e deve ser tratada o mais cedo possível de forma a prevenir uma infecção e piorando assim os sintomas. 

Como reconhecer os Sintomas da Mastite 

A mastite produz sintomas de ingurgitamento mamário, como:

  • Febre acima de 38ºC;
  • Calafrios;
  • Mal-estar;
  • Mama inchada, endurecida, quente e avermelhada;
  • Intensa dor na mama;
  • Dor de cabeça;
  • Náusea a vômitos podem estar presentes.

A mastite não tratada pode evoluir para abscesso mamário e a necessidade de drenagem cirurgicamente. Se apresentar estes sintomas é importante procurar aconselhamento médico, pois pode ser necessário o uso de antibióticos, analgésicos e anti-inflamatórios.

Algumas situações que favorecem a mastite são o cansaço, estresse, trabalhar fora de casa, e principalmente a forma do bebê pegar na mama porque isso pode causar fissuras nos mamilos e a extração do leite pode ficar prejudicada ficando sempre algum vestígio de leite ainda nas mamas.

Como combater os sintomas

Algumas formas de aliviar os sintomas da mastite em casa, são:

  • Descansar o máximo possível entre as mamadas;
  • Dar de mamar mais frequentemente para que a mama não fique cheia de leite;
  • Variar a posição em que se amamenta;
  • Beber cerca de 2 litros de líquidos por dia como água, chás ou água de coco;
  • Aplicar compressas quentes na mama ou tomar um banho quente;
  • Fazer uma massagem com movimentos circulares delicados da parte afetada;
  • Vestir um soutien desportivo.

Se a amamentação se tornar muito dolorosa ou se o bebê recusar beber na mama inflamada, pode-se tirar o leite manualmente ou com bomba. Veja como armazenar o leite materno.

Em casos em que se desenvolva uma infeção, os níveis de sódio e cloreto no leite vão aumentar e os níveis de lactose vão diminuir, o que deixa o leite com um sabor diferente, podendo ser rejeitado pela criança. Pode-se optar por formulas infantis até a mastite ser tratada.

Em alguns casos pode ser preciso o uso de antibióticos. Confira mais opções de tratamentos para mastite. 

Mastite clínica: o que é, causas, como tratar e principais indicadores

Causas de Mastite, principais sintomas e como tratar

A mastite é considerada uma das doenças que mais causa prejuízo para toda a cadeira leiteira.

Esta perda é devido ao custo do descarte de leite com alteração ou resíduo de antibióticos, reposição de animais descartados, gastos com medicamentos e serviços veterinários, redução na produção, entre outras razões.

Para o controle e prevenção desta doença, é importante que você saiba quais são as causas, os fatores de risco e indicadores a serem monitorados na fazenda.

Teste da caneca de fundo preto

O diagnóstico é feito a partir do teste da caneca de fundo preto, que deve ser realizado antes de toda ordenha e com todas as vacas.

Este teste consiste em retirar os 3 primeiros jatos de cada teto dentro de um recipiente e observar, cuidadosamente, se há alguma alteração no leite, como grumos, pus, presença de sangue ou coloração alterada.

O que causa a mastite clínica?

 A diversidade das causas de mastite já passa de 130 diferentes microrganismos. Por isso, para uma boa estratégia de tratamento e controle, a causa exata deve estar bem clara. Esta identificação é feita por meio de análises microbiológicas.

Os resultados que podem ser apresentados nesta análise microbiológica são classificados em dois grandes grupos, baseados na origem da bactéria e no modo de transmissão, sendo estes: agentes causadores de mastite contagiosa ou agentes causadores de mastite ambiental.

Mastite contagiosa

A mastite contagiosa é causada por microrganismos comuns no corpo do animal e a transmissão ocorre de uma vaca doente para as vacas saudáveis do rebanho.

É muito comum que a transmissão destas bactérias aconteça durante a ordenha, devido acontaminação dos utensílios utilizados ou das mãos dos ordenhadores.

Os principais agentes causadores deste tipo de mastite são os Streptococcus agalatiae, Staphylococcus aureus e Corynebacterium bovis.

Mastite ambiental

Neste caso, a bactéria está no ambiente frequentado pelas vacas, como o lugar onde dormem, deitam ou onde acontece a ordenha.

Os principais agentes causadores da mastite ambiental são divididos em dois grupos principais: os Streptococcus ambientais (Streptococcus dysgalactiae, Streptococcus uberis) e os coliformes (Escherichia coli, Klebsiella sp. e Enterobacter sp).

Neste gráfico, no qual foram avaliadas 24.481 fazendas com casos de mastite clínica, nós conseguimos avaliar a incidência (em porcentagem) dos diferentes agentes causadores.

Dentre os gram-positivos, que estão representados em azul, é possível inferir que os maiores causadores de mastite são Streptococcus agalatiae/ dysgalactiae (22%) e os Staphylococcus não-aureus (16%).

Já entre os gram-negativos, representados em vermelho, o maior número de casos é causado por Escherichia coli (13%).

Quais são os fatores de risco da mastite clínica?

Os fatores de risco são condições e situações que elevam as chances de casos de mastite na fazenda. Estes fatores podem estar ligados a três fontes: rebanho, vaca ou úbere.

Fatores relacionados ao rebanho:

Os cuidados com a higiene, tanto das vacas quanto do ambiente, o conforto dos locais onde elas ficam e as instalações adequadas ao número de animais são situações que, se não forem pensadas e desempenhadas com muita cautela, a exposição dos tetos das vacas aos agentes causadores de mastite será muito grande.

A nutrição é também um fator importante, pois está diretamente relacionada com a capacidade de resposta imune da vaca.

 Saiba mais: Acesse nosso e-book 'As melhores práticas de manejo alimentar para bovinos de leite'

Em relação ao clima, os períodos mais quentes e úmidos são mais desafiadores quanto a ocorrência de mastite quando comparados ao clima frio e seco.

Quanto ao perfil de agentes causadores, deve-se observar se na fazenda há predominância de mastite ambiental ou contagiosa para que os devidos cuidados sejam tomados. 

Fatores relacionados à vaca:

O nível de produção é um fator de risco importante, pois as vacas com maior produção têm maior desafio metabólico e tempo de ordenha, aumentando as chances de mastite.

Além disso, o número e estágio de lactação também são fatores que aumentam os riscos da doença, visto que vacas que estejam no estágio inicial de lactação têm um grande desafio no que se refere ao metabolismo e imunidade.

Outro fator é a conformação de úberes e tetos, pois pode aumentar a dificuldade na ordenha. É, inclusive, uma característica importante na seleção genética do gado leiteiro, ultimamente.

Veja também: Como secar uma vaca de forma segura em 7 passos simples!

Fatores relacionados ao úbere:

Vacas que apresentam tetos com problemas de hiperqueratose, geralmente causados por mau funcionamento da ordenha, têm maior risco de desenvolver mastite. A chance de ocorrência da doença é aumentada de 20 a 30% quando comparados à uma vaca com boa saúde do úbere.

Como tratar a mastite

Após a realização do teste da caneca de fundo preto para diagnóstico da doença e classificação do grau da mastite (se é leve, moderada ou grave), o tratamento deve ser imediato para uma maior chance de cura.

O protocolo exato do tratamento de mastite deve ser elaborado e orientado por um médico veterinário.

O uso inadequado de medicamentos pode selecionar microrganismos resistentes, dificultando a resposta a futuros tratamentos.

Indicadores de mastite clínica

Após o diagnóstico e a identificação da causa da mastite clínica no seu rebanho, é importante que sejam feitas as análises dos resultados para compreender a situação da fazenda e monitorar a eficiência dos procedimentos realizados para o controle.

Na tabela abaixo são exibidos os principais indicadores, como calcular e a meta esperada para considerar que o rebanho está saudável.

Um dos principais indicadores é a taxa de incidência da mastite clínica. Esta análise é importante para quantificar quantas vacas no mês ou no ano tiveram a mastite clínica dentro da propriedade para constatar se a doença está controlada ou não.

É importante, também, conhecer a porcentagem de casos clínicos recorrentes. A vaca que já teve mastite clínica anteriormente é um ponto de atenção, pois a chance de tratamento eficaz neste caso é menor. De maneira prática, é estabelecido como casos novos de mastite aqueles que ocorrem em intervalo de 14 a 21 dias, entre uma infecção e outra.

Um outro indicador importante é a análise de mastite por quartos mamários. Deve-se conhecer a quantidade de casos de inflamação naquele quarto e o número de repetições, pois isso pode reduzir consideravelmente a produção de leite.

Para que o controle da mastite clínica seja feito com precisão e de forma assertiva, reduzindo todos os prejuízos causados por esta inflamação, é muito importante ter uma gestão eficiente dos dados da saúde do rebanho.

O Prodap Smartmilk, o software de gestão de propriedade leiteiras mais completo do Brasil, faz todas essas análises de forma fácil, auxiliando a tomada de decisão para o protocolo mais adequado de tratamento dos seus animais.

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Источник: https://prodap.com.br/pt/blog/mastite-clinica-o-que-e-causas-como-tratar-e-principais-indicadores

MASTITE – Infecção da mama durante o aleitamento

Causas de Mastite, principais sintomas e como tratar

A mastite puerperal, também chamada de mastite lactacional ou mastite da amamentação, é uma inflamação das glândulas mamárias que ocorre em mulheres em fase de aleitamento materno e cursa com vermelhidão nos seios, dor, calafrios e febre alta.

De 10 a 20% das mulheres desenvolvem pelo menos um episódio de mastite durante o período de amamentação. Na maioria dos casos, a inflamação ocorre nos três primeiros meses de aleitamento, mas nada impede que ela possa ocorrer em fases posteriores.

As mastites são causadas por diversos microrganismos, sendo a bactéria Staphylococcus aureus o agente mais comum, responsável por mais da metade dos casos.

Causas

O principal fator de risco para a mastite puerperal é a estase láctea, ou seja, a permanência de leite represado em um dos ductos mamários por prolongado tempo.

A estase do leite pode ocorrer por alguma obstrução de um dos ductos da mama ou por um incompleto esvaziamento dos seios pelo bebê durante a amamentação.

Outro fator importante são as fissuras do mamilo, que favorecem a invasão de bactérias da pele para dentro do tecido mamário.

Em resumo, a mastite da amamentação ocorre basicamente quando uma bactéria presente na pele ou na boca do bebê consegue alcançar uma região da mama em que há estase de leite.

Informações em vídeo

Antes de seguirmos em frente com os sintomas, assista a esse curto vídeo, que resume as principais informações sobre a mastite lactacional.

Fatores de risco

A inflamação geralmente ocorre no contexto dos seguintes problemas, que tipicamente resultam em ingurgitamento da mama ou má drenagem do leite:

  • Bloqueio parcial do duto de leite, provocando redução da drenagem e estagnação.
  • Frequente pressão sobre as mamas, como, por exemplo, uso sutiã apertado ou cinto de segurança do carro.
  • Produção excessiva de leite.
  • Mamadas infrequentes (esvaziamento infrequente do seio).
  • Escoriação ou rachaduras no mamilo.
  • Interrupção precoce do aleitamento materno.
  • Estresse materno ou fadiga excessiva.
  • Desnutrição materna

O melhor modo de prevenir a mastite do puerpério é através da correta técnica de amamentação, com adequada pega do bebê, visando um eficaz esvaziamento da mama a cada mamada e evitando a ocorrência de lesões nos mamilos que servem de porta de entrada para a invasão de bactérias.

Sintomas

A mastite puerperal apresenta como principais sinais e sintomas o endurecimento em um ponto da mama (chamado popularmente de leite empedrado), vermelhidão local, dor, cansaço, calafrios e febre, geralmente acima de 38ºC. Ao toque, a área da mama acometida costuma estar endurecida, com aumento de temperatura e dolorosa. A mastite da amamentação costuma acometer apenas um dos seios, sendo rara a infecção bilateral ao mesmo tempo.

O quadro costuma começar de forma branda, primeiro com o endurecimento de uma região da mama, indicando estase do leite neste sítio. A partir daí, podem surgir dor e uma pequena vermelhidão local.

O esvaziamento adequado da mama neste momento é importante para evitar a progressão da inflamação.

Se a estase se mantiver, pode haver infecção do local, surgindo, então, os sintomas de febre alta, calafrios e prostração.

Se não tratada corretamente, a mastite da amamentação pode evoluir com a formação de abscessos, tornando-se um quadro grave com risco de sepse e necessidade de internação hospitalar. Se houver sinais de inflamação da mama, procure o seu ginecologista ou o pediatra do seu filho para que o tratamento adequado possa ser iniciado precocemente.

Diagnóstico

Na maioria dos casos, o diagnóstico de mastite é simples e pode ser feito baseado apenas nas manifestações clínicas. Exames laboratoriais raramente são necessários.

Nos casos mais graves, porém, a cultura do leite materno pode ser útil para orientar a seleção de antibióticos, principalmente se o tratamento antibioterápico inicial não tiver sido eficaz.

Exames de imagem podem ser necessário se a mastite lactacional não apresentar sinais de melhora após cerca de 48 a 72 horas de antibióticos. O ultra-som é o método mais simples e eficaz para identificar a existência de um abscesso mamário.

Tratamento

Devido ao desconforto, à prostração e à dor, e também por acreditarem que o leite da mama inflamada está contaminado e fará mal ao bebê, muitas mulheres suspendem precocemente o aleitamento materno.

Esse procedimento está errado! A suspensão do aleitamento favorece ainda mais o ingurgitamento da mama e a proliferação das bactérias. O esvaziamento mamário frequente é essencial para o sucesso do tratamento.

Em relação à segurança do bebê, não há com que se preocupar. O leite materno é muito rico em anticorpos e substâncias antibacterianas. Além disso, a acidez do estômago do bebê se encarrega de destruir as bactérias e toxinas que venham a ser ingeridas. Portanto, o aleitamento durante a mastite puerperal não só é permitido, como é plenamente indicado.

Se o bebê estiver inquieto durante a mamada no seio acometido, pode ser por alguma demora na descida do leite devido à obstrução. Não tome isso como um sinal de que o leite está fazendo mal ao bebê. Mantenha o aleitamento e drene o restante do leite com um bomba, caso necessário, após o final da amamentação.

Nos casos mais brandos, apenas o esvaziamento correto da mama pode ser suficiente para o controle da mastite.

Porém, quando há febre alta, mal-estar ou prostração, o uso de antibióticos costuma ser necessário. Os mais usados são as penicilinas e cefalosporinas, como dicloxacilina, cefalexina ou cefradina.

O tratamento costuma ser prescrito por 7 a 14 dias, de acordo com a gravidade da infecção.

As classes de antibióticos sugeridas acima são consideradas seguras durante a amamentação, já que as quantidades eliminadas no leite são mínimas e não causam prejuízo ao bebê.

Após a resolução do quadro, é preciso rever as técnicas de aleitamento para minimizar as chances de um novo episódio de mastite.

O que fazer para aliviar a dor da mastite?

A dor da mastite pode ser controlada com analgésicos comuns, tipo paracetamol, ou anti-infamatórios, como o ibuprofeno. Ambos fármacos também atuam contra a febre e são seguros para o bebê.

Medidas que facilitam a drenagem do leite também ajudam a controlar a dor. Alguns exemplos são massagens nos locais mais endurecidos, compressas ou banhos quentes. O correto posicionamento do bebê e a pega do mamilo são importantes, não só para garantir a correta descida do leite, mas também para reduzir a dor na hora da mamada.

Prevenção

Quem já teve uma mastite puerperal tem maior risco de tê-la novamente. Algumas dicas ajudam a reduzir a chance de novo episódio:

  • Deixe seu bebê esvaziar completamente um seio antes de trocar para o outro durante a mamada.
  • Faça rodízio entre as mamas. Se o bebê mais cedo mamou na esquerda, na próxima mamada comece pela direita.
  • Certifique-se de que seu bebê se encaixe corretamente durante as mamadas.
  • Se houver sinais de leite empedrado, faça massagens, aplique compressa quente e garanta que o bebê consegue esvaziar esse seio.
  • Se você fuma, pare.

Alguns estudos sugerem que no caso das mulheres grávidas que tiveram mastite lactacional no puerpério anterior, a administração do probiótico Lactobacillus ao final da gravidez pode reduzir a probabilidade de mastite com o novo bebê.

Referências

Источник: https://www.mdsaude.com/ginecologia/mastite-amamentacao/

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