Como se Livrar Facilmente da Prisão de Ventre

Dulcolax supositórios

Como se Livrar Facilmente da Prisão de Ventre

Dulcolax® supositórios

Alívio rápido e eficaz.

  • Dulcolax® Supositórios é ideal para as pessoas que procuram um alívio imediato da prisão de ventre. São fiáveis e eficazes em 10 a 30 minutos.
  • Proporciona um alívio rápido em apenas 20 minutos (num intervalo de 10 a 30 minutos).
  • A marca de laxantes mais vendida do Mundo* com eficácia demonstrada há mais de 60 anos.
  • Pode ser tomado durante a amamentação.

*IMS OTC Global Analyser, vendas em valor, MAT 06/15 excl. marcas próprias.

Dulcolax® supositórios

Informação sobre o produto

Substância ativa (em cada supositório): 10 mg Bisacodilo

Utilizar DULCOLAX sempre de acordo com as indicações do médico. Fale com o seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas.

DULCOLAX não deve ser usado em crianças com menos de 6 anos.

Exceto prescrição médica em contrário, são recomendadas as seguintes dosagens:

1. Em caso de obstipação

Adultos e crianças com mais de 10 anos: 1 supositório (10 mg) para efeito imediato

O efeito dos supositórios torna-se efetivo 20 minutos (num intervalo entre 10 a 30 minutos) após a sua administração (aplicação). Os supositórios devem ser tirados do invólucro e inseridos no reto.

2. Para preparação de procedimentos de diagnóstico ou pré-operatórios

Na preparação de procedimentos de diagnóstico, em tratamento pré e pós-operatórios e em patologias que requeiram que a defecação seja facilitada, o DULCOLAX só deve ser utilizado sob supervisão médica.

Adultos e crianças com mais de 10 anos: 2 comprimidos revestidos (10 mg) de manhã e 2 comprimidos revestidos (10 mg) à noite, na véspera do exame, seguidos de um supositório na manhã do exame.

Crianças dos 6 aos 10 anos: 1 comprimido revestido (5 mg) à noite e meio supositório (5 mg) na manhã seguinte.

Dulcolax® supositórios

Pode usar um supositório Dulcolax ® a qualquer momento. Geralmente produzem-se movimentos intestinais em 20 minutos (num intervalo de 10 a 30 minutos).

Adultos e crianças com mais de 10 anos podem usar 1 supositório Dulcolax® por dia.

Remova o supositório da embalagem plástica e introduza o supositório, com a parte pontiaguda para frente, no reto. Para melhores resultados, deve deitar-se durante 15 a 20 minutos e tentar reter o supositório no reto enquanto puder. Reter o supositório significa manter o supositório no reto, não o deixando sair

Os supositórios de Dulcolax® não necessitam de ser removidos depois de serem inseridos; Eles atuam no reto em 10-30 minutos.

Dulcolax®supositórios contém 10 mg de bisacodilo. O bisacodilo estimula a contração dos músculos do intestino e, consequentemente, empurra o conteúdo do intestino. Também facilita a eliminação ao acumular água para amolecer o conteúdo do intestino.

Os supositórios Dulcolax ® são inseridos no reto. Eles não se destinam a uso oral ou vaginal.

Não há evidência da experiência a longo prazo, na prática clínica, que o Dulcolax cause efeitos indesejáveis durante a gravidez. Contudo, deve consultar o seu médico antes de tomar qualquer medicamento, incluindo Dulcolax®, durante a gravidez.

Dulcolax® pode ser utilizado durante o aleitamento, uma vez que os dados clínicos mostram que nem a substância ativa bisacodilo nem os seus glucuronidos passam para o leite materno.

As crianças não deverão utilizar Dulcolax® supositórios sem consulta prévia do médico. Crianças com mais de 10 anos: 1 supositório (10 mg) para efeito imediato.

Dulcolax® supositórios podem ser usados antes ou após uma refeição, no entanto tenha em atenção que estes produtos são para serem introduzidos no reto e não para comer.

Se o supositório parecer mole, mantenha-o (ainda na película de alumínio) debaixo de água fria durante 1 a 2 minutos.

Dulcolax® Supositórios deve ser guardado a menos de 25 °C. Consequentemente, podem ser conservados no frigorífico se a temperatura ambiente ultrapassar 25 °C de modo a impedir o amolecimento dos Supositórios. Deixe que o produto volte à temperatura ambiente antes de o utilizar.

Para perguntas adicionais sobre uso, efeitos secundários e conservação leia atentamente as informações constantes da embalagem e do folheto informativo de Dulcolax supositórios e em caso de dúvida ou persistência dos sintomas consulte o seu médico ou farmacêutico.

Dulcolax® supositórios

Источник: https://www.dulcolax.pt/dulcolax-supositorios

Os alimentos que ajudam a combater a prisão de ventre

Como se Livrar Facilmente da Prisão de Ventre

No início de 2019, a atriz e apresentadora Maisa Silva, de 17 anos, revelou, em tom de desabafo, que dava para contar nos dedos quantos dias do mês seu intestino funcionava direito.

“Uma coisa que me choca são pessoas que conseguem fazer cocô rápido”, escreveu em uma rede social. Embora nem todos falem sobre o tema abertamente, a prisão de ventre é bem comum.

Segundo o gastroenterologista Ricardo Barbuti, do Hospital das Clínicas de São Paulo, estima-se que entre 20 e 30% da população brasileira sofra de constipação.

Tradicionalmente, uma pessoa é considerada constipada quando evacua menos de três vezes por semana. Mas, para Barbuti, a frequência não é mais tão relevante assim. “O importante mesmo é estar satisfeito com seu ritmo”, diz.

A médica Elaine Moreira, da Federação Brasileira de Gastroenterologia (G), concorda: “Se a pessoa vai todos os dias ao banheiro, mas passa muito tempo sentada, faz bastante força e as fezes saem em bolinhas, já dá para pensar em constipação”.

Por outro lado, caso a visita ao vaso ocorra duas vezes na semana, mas não há esforço nem dor e as fezes saem bem constituídas, provavelmente está tudo bem.

Após relatar os apuros com o intestino, Maisa recebeu todo tipo de conselho — a jovem, que começou sua carreira na infância, soma cerca de 6 milhões de seguidores só no , onde rolou a confissão. O correto, no entanto, é marcar uma consulta. “É preciso investigar se existe alguma doença por trás da constipação”, avisa Elaine.

Não custa checar. Mas, de acordo com o gastro Sergio Alexandre Liblik, professor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, o mais corriqueiro é que o trânsito travado seja resultado de hábitos de vida inadequados, com destaque para uma dieta pobre em fibras e água, além de sedentarismo.

“Mexer na alimentação é a grande chave para quase todos os constipados”, afirma Liblik. Por isso, o ideal é ter a orientação de um profissional — nada de apostar em dicas da internet e dos vizinhos.

“Muitas receitas miraculosas são baseadas em substâncias irritantes da mucosa intestinal”, aponta a nutricionista Ana Luísa Faller, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

“Elas até têm capacidade de aumentar a velocidade de funcionamento do órgão e favorecer a evacuação, mas são agressivas e podem gerar danos às células”, justifica Ana. Entre os desfechos estão entraves na absorção de nutrientes e eliminação excessiva de água nas fezes, um passo para a desidratação.

Melhor testar saídas consagradas, como elevar o consumo de certos alimentos e maneirar no de outros — ou investir em estratégias para transformar itens pró-constipação em parceiros do intestino. Abaixo, mostramos o que entra nesse menu desentupidor. E, se quiser, clique aqui para ver os alimentos que podem causar a prisão de ventre.

Legumes e hortaliças

Estão aí alimentos lotados de fibras, substâncias que resistem à digestão e, como consequência, auxiliam na constituição do bolo fecal e na labuta do intestino. “O ideal é manter a casca de legumes como berinjela, pepino, beterraba, tomate e companhia”, sugere Fabiana. Afinal, é aí que boa parte do conteúdo fibroso se acumula.

Outra coisa: de olho nessa substância, não deixe faltar vegetais folhosos, ou seja, o time representado por rúcula, alface, almeirão, acelga, espinafre etc. Se der para comê-los crus, melhor ainda.

Recentemente, Maisa relatou que, após virar vegetariana, visita o banheiro todo dia. Não é coincidência.

Café e chás preto, verde e mate

Essa seleção de bebidas apresenta uma coisa em comum: cafeína. Considerada estimulante, ela não acorda só a mente. O intestino também recebe um chacoalhão. “A substância incentiva os movimentos peristálticos”, reforça Barbuti. Ou seja, dá aquele gás para que o bolo alimentar finalmente avance pelo tubo digestivo.

Para Fabiana, a estratégia pode dar uma força, mas não deve ser considerada o foco das ações. “O excesso é capaz de causar alguns problemas, como azia e refluxo, além de prejudicar a absorção de minerais”, observa.

“O café faz bem, mas com moderação”, concorda Liblik.

Água e sucos naturais

A nutricionista Mariana Del Bosco, de São Paulo, conta que a água torna o bolo fecal mais viscoso. Sem ela, o cocô fica ressecado. “Aí é preciso fazer muita força para evacuar”, nota. Por isso, não adianta se entupir de fibras se os goles do líquido não seguirem o ritmo. Na verdade, isso até piora o quadro, tornando cada ida ao banheiro um martírio.

“Se eu pudesse dar apenas um conselho para a pessoa constipada, seria: beba mais água”, salienta Elaine. Ela costuma indicar 30 mililitros por quilo de peso. Para alguém de 70 quilos, dá 2,1 litros por dia.

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Sucos naturais de frutas dão sua contribuição — mas não entram no cálculo da água pura, tá?

Sementes

A nutricionista Andrea Esquivel é fã de linhaça e chia. Isso porque elas concentram um tipo de fibra que tem capacidade de absorver água e não soltar mais — perfeita para fabricar um cocô macio e deslizante.

Mas, para tirar proveito dessa característica, tem que investir na ingestão hídrica em paralelo. Ou adicionar esses alimentos a receitas como sopas e sucos, que levam água.

“Também dá para usar a farinha das sementes”, sugere Andrea. Uma ideia é engrossar o caldo de feijão com o ingrediente.

Frutas

Outro grupo que é reduto fibroso. Algumas variedades têm uma aura de laxativas, como mamão e ameixa, mas a realidade é que qualquer fruta se mostra aliada. Pasme: até a maçã. Se comer com a casca, o intestino agradece.

Segundo Mariana, um bom número são três porções ao dia — de preferência, alternando os tipos. Só evite a fruta ainda verde. Aí pode travar.

Cereais integrais

Arroz integral, trigo em grãos, milho em espiga, aveia… Essa turma é exímia fonte de fibras. Mas, para Andrea, a posição de mais prestígio dentro do grupo é ocupada pela aveia. “É barata e fácil de usar”, elogia.

Vai bem crua ou cozida, em salgados e doces. “O mais vantajoso é colocar em sopas e mingaus, receitas que já têm água”, frisa. Aí, duas questões são resolvidas.

Iogurte com probióticos

É assim que são chamadas as bactérias consideradas benéficas ao aparelho digestivo. “Caso esses micro-organismos de fato colonizem o intestino, irão contribuir no processo de digestão e na fermentação das fibras da alimentação”, esclarece Ana Luísa.

No fim das contas, seriam capazes de melhorar inclusive a prisão de ventre. “Mas sua introdução não deve ser realizada a qualquer custo, sem o monitoramento do paciente”, pondera Maria Tereza.

Leguminosas

A família composta de feijão, ervilha, grão-de-bico, soja e lentilha também é de grande valia para os donos de um intestino pouco ativo, já que reúne belas doses de fibras.

“Esses alimentos podem, no entanto, gerar gases em quem não está acostumado a consumi-los. Mas isso não piora a constipação”, esclarece Ana Luísa.

Entre os truques para escapar da flatulência estão deixar os grãos de molho antes de cozinhar, usar folha de louro no preparo do feijão, mastigar bem e evitar líquidos no momento da refeição.

Laxantes e suplementos: quando usar?

Esses recursos podem ter muita utilidade se o intestino é devagar-quase-parando. O gastro Rodrigo Surjan explica que eles costumam entrar em cena quando mudanças de hábito não são suficientes para normalizar a evacuação. Porém, quem define que chegou esse momento é o médico.

“Quando falamos em laxantes, há um leque imenso de opções”, justifica Liblik. E, dependendo do paciente, algumas delas serão mais eficientes do que outras. O mesmo raciocínio cabe para os suplementos de fibras.

“Certos produtos contêm laxativos. Então, precisamos ter cuidado com o conteúdo e a procedência”, pontua.

A questão psicológica por trás do intestino preso

Não adianta incorporar hábitos anticonstipação se, na hora em que o intestino dá o sinal de que engatou, você freia esse impulso. Aí o órgão acaba aprendendo a ficar estacionado. Logo, não se reprima.

Segundo Barbuti, certas táticas ajudam a garantir um funcionamento apropriado à sua rotina. “O mais fisiológico é evacuar após uma refeição do dia”, nota.

Por isso, ao incluir determinados itens no desjejum, como café, sobe a chance de a visita ao vaso ocorrer de manhã, antes de ir ao trabalho.

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  • Alimentação
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  • Saúde – Gastrointestinal

Источник: https://saude.abril.com.br/alimentacao/os-alimentos-que-ajudam-a-combater-a-prisao-de-ventre/

Maisa ficou 15 dias sem fazer cocô; afinal, qual a frequência ideal?

Como se Livrar Facilmente da Prisão de Ventre

Maisa Silva agitou as redes sociais durante o fim de semana ao revelar que passou 15 dias sem fazer cocô. No início do ano, a apresentadora já havia compartilhado no que sofria bastante com a prisão de ventre.

A “confissão” veio durante uma conversa com uma seguidora após revelar que o intestino estava mais regrado depois que ela virou vegetariana. A fã então desabafou que já ficou quatro dias sem fazer cocô, e Maisa respondeu: “Já fiquei 15”.

ô gente uma galera acompanhava a tour do meu intestino preso e a atualização q eu tenho q dar pra vcs é q desde q eu virei vegetariana eu tô indo ao banheiro todos os dias ?????????

juro, tô muito sem acreditar kkkkkk

— +a (@maisa) October 20, 2019

Já fiquei 15 https://t.co/zXAGOHUwLb

— +a (@maisa) October 20, 2019

A resposta é: sim, existe. O consenso médico é de que a pessoa deve ir ao banheiro pelo menos três vezes por semana. Mas esse padrão nem sempre é seguido por todo mundo e isso não é necessariamente um problema.

“Seja uma vez por dia, seja uma vez na semana, o importante é que a pessoa sinta que está satisfeita, ou seja, que conseguiu esvaziar o intestino”, explica Ricardo Barbuti, gastroenterologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

O médico afirma que a forma como a evacuação ocorre também é importante. Se a pessoa vai todos os dias ao banheiro, mas precisa fazer muita força, sente dor, as fezes estão duras e ressecadas e/ou não se sente satisfeita, ela já pode ser considerada constipada. “A ida ao banheiro precisa ser fácil e indolor”, diz o especialista.

De acordo com a Federação Brasileira de Gastroenterologia, a constipação intestinal acomete cerca de 20% da população mundial e tem como principais sintomas fezes endurecidas, esforço excessivo no ato evacuatório, evacuações infrequentes ou sensação de evacuação incompleta. É mais comum em mulheres e idosos e se encontra entre as doenças mais comuns do intestino.

Dieta tem grande influência

Grande parte das constipações é de causa primária, ou seja, provocadas por uma combinação de fatores comportamentais. “Uma dieta rica em proteínas e pobre em fibras, com pouca ingestão de líquidos, é uma das causas mais comuns do intestino preso”, afirma Matheus Franco, gastroenterologista e coordenador médico da Endoscopia do Hospital Sírio-Libanês de Brasília.

Nesse caso, aumentar a ingestão de fibras e líquidos geralmente é suficiente para ver uma melhora em cerca de dois ou três dias. O médico também pode recomendar o uso de laxantes simples por um período para aliviar os sintomas.

Por incorporar um aumento na ingestão de alimentos com grande quantidade de fibras (frutas, verduras e legumes), a dieta vegetariana incorporada por Maisa de fato ajuda a melhorar o trânsito intestinal. Mas é importante conciliar essa ingestão com mais líquidos também, ou o acúmulo de fibras pode tornar as fezes mais duras e agravar o problema.

Franco recomenda ainda que a pessoa procure manter horários para ir ao banheiro, como após as refeições, quando o movimento da musculatura intestinal é estimulada. “É importante também não segurar a vontade de evacuar para que o corpo mantenha esse reflexo”, diz.

Sinais de alerta

Maisa contou que os pais a levaram ao médico após 15 dias de constipação — tempo considerado excessivo pelos especialistas.

Barbuti recomenda que toda constipação deve ser investigada por um médico para descartar outros problemas mais graves.

“Há algumas doenças e mesmo o uso de certos medicamentos que interferem no funcionamento do intestino e precisam ser avaliados por um especialista”, diz o médico.

Quando aparecem junto com a prisão de ventre, alguns sinais são considerados de alerta: dor no períneo, sangramentos (mesmo que você acredite ser de hemorroida), febre, perda de peso e caroço ou massa na região anal. Eles são indícios de que a causa da constipação é secundária, ou seja, é provocada por alguma doença que está gerando uma obstrução no intestino ou atrapalhando os movimentos feitos pela musculatura do órgão.

Uma das causas de obstrução é o câncer colorretal. De acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer), é o terceiro tipo de câncer mais frequente em homens e o segundo mais comum entre as mulheres no Brasil. Os sintomas mais comuns são justamente alteração de hábito intestinal (o que inclui prisão de ventre), dor abdominal e sangue nas fezes.

O que funciona para a prisão de ventre?

Confira seis mitos e verdades sobre as táticas mais conhecidas para soltar o intestino preso:

Imagem: Getty Images

Comer mamão com aveia: verdade

Essa é a fruta mais falada quando o assunto é se livrar da prisão de ventre. E, neste caso, os fãs de Maisa têm razão. O mamão possui a enzima papaína, que auxilia na digestão e na melhora do trânsito intestinal. Se você quer uma bomba para facilitar o trânsito intestinal, combine-o com aveia, que é rica em fibras, ou seja, ajuda na formação das fezes.

Imagem: iStock

Evite maçã: mito

Apesar de ser recomendada para “prender” o intestino, a maçã é rica em petcina, uma fibra solúvel que também vai ajudar no trânsito intestinal. Comê-la (ou qualquer outra fruta) com a casca e tudo também é mais uma maneira de absorver o máximo de fibras possível.

Comer fibras: verdade

Como as fibras não são absorvidas pelo organismo, elas fazem parte da “sobra” que o intestino precisa eliminar.

Quando em contato com a água, eles têm um efeito esponja, sugam o líquido e agem como um “gel”. Isso faz com que as fezes fiquem mais amolecidas, facilitando o trânsito intestinal.

Apesar de sempre associarmos as fibras a cereais, elas também estão presentes em diversos tipos de alimentos.

Os legumes e as verduras são boas alternativas para alcançar o consumo de 25 a 30 gramas de fibra por dia. Dê preferência a consumir os alimentos in natura, assim, todas as fibras são preservadas, já que o processo de cozinhar faz com que o alimento perca um pouco delas. Opte também pelas frutas com bagaço e casa.

Imagem: iStock

Probióticos: semi-verdade

Uma das novas tendências para se manter saudável é consumir alimentos probióticos, principalmente os feitos em casa, como o kefir e o kombuchá. Entretanto, pesquisadores da Universidade de Sorbonne, na França, e da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, afirmam que as reações desses produtos no organismo ainda não foram comprovadas cientificamente.

Outros estudos, no entanto, mostraram que as bactérias que chegam vivas ao intestino equilibram a população dos microrganismos que lá habitam. Se consumido diariamente, esses alimentos poderiam auxiliar na recomposição e manutenção da microbiota, contribuindo para uma boa digestão, melhor aproveitamento de nutrientes e funcionamento do intestino.

Enquanto os cientistas não chegam num consenso, é melhor perguntar para seu nutricionista de confiança qual a melhor decisão a tomar.

Imagem: iStock

Beber água: verdade

O líquido é essencial para melhorar o trânsito intestinal, pois ajuda as fibras a formarem esse “gel” que ajuda no tráfego intestinal. Por isso, é importante consumir, em média, dois litros de água e associar esse hábito ao consumo de fibras.

Podcasts do UOL
Ouça o podcast Maratona, em que especialistas e corredores falam sobre corrida. Os podcasts do UOL estão disponíveis em uol.com.br/podcasts, no Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts e outras plataformas de áudio.

Источник: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2019/10/21/maisa-ficou-15-dias-sem-fazer-coco-afinal-existe-frequencia-ideal.htm

Prisão de ventre em bebés e crianças

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Estatisticamente, os bebés que mamam tendem a ter menos prisões de ventre do que aqueles que tomam alimentos de substituição. Isso ocorre porque o leite materno é mais fácil de digerir. Se a comida estiver mal preparada ou feita com água com um conteúdo excessivo de cal, os excrementos podem endurecer.

Outra causa possível é a mudança de alimentação, por exemplo, quando o bebé toma a sua primeira papa. Às vezes pode acontecer que o bebé tenha intolerância a algum ingrediente da comida ou que seja muito cedo para introduzi-la.

Além da prisão de ventre causada pela comida, também é possível que as sejam razões físicas: tensões na família, uma mudança, os primeiros dias de creche e outros fatores de stresse que podem influenciar a digestão.

Quando a criança deixa de usar fraldas, essa alteração também pode produzir uma prisão de ventre temporária.

Algumas crianças aguentam as fezes porque estão ocupadas a brincar ou porque não querem usar casas de banho que não conhecem. Isso também pode causar prisão de ventre.

Se a criança sente dor por causa da prisão de ventre, ela pode começar a ter medo de ir à casa de banho, o que seria outro possível motivo. Desta forma, cria-se um círculo vicioso, pois da próxima vez vão aparecer as mesmas dores devido à prisão de ventre.

Se a criança sofrer deste problema frequentemente, consulte um médico para descartar causas físicas, como diabetes mellitus, hipotiroidismo ou estreitamento intestinal.

Sintomas

Os bebés e as crianças pequenas ainda não podem expressar o que lhes acontece, portanto, é da sua responsabilidade detetar a prisão de ventre, algo que nem sempre é fácil.

Nas primeiras semanas de vida, o intestino deve esvaziar-se várias vezes ao dia, uma frequência que diminui com o tempo. No entanto, se a fralda estiver vazia por um ou dois dias, isso não significa necessariamente que o bebé tenha prisão de ventre: se esvaziar a bexiga regularmente e não tiver outros sintomas, não precisa se preocupar.

Uma indicação clara é o excremento duro e seco, mas tenha cuidado, porque uma consistência viscosa também pode significar que há prisão de ventre: se os excrementos duros permanecerem muito tempo no intestino, eles podem amolecer devido à fermentação.

Outros sintomas possíveis são os gases ou a presença de sangue nas fezes, embora isso possa ser causado por outra doença.

Se o bebé tiver uma barriga dura, pode ser devido à prisão de ventre. Se assim for, ele provavelmente vai expressá-lo ao apertar as pernas contra a barriga e a chorar. Também é possível que perca o apetite.

Medidas

Não precisa ir ao médico de cada vez que a criança tiver uma prisão de ventre. Dê-lhe bastante líquido entre as refeições, como água e chá sem açúcar. Se já lhe está a dar papa, pode acrescentar um pouco de óleo de gérmen de milho, farelo ou linhaça.

Alimentos ricos em fibras como uvas, maçãs, peras ou ameixas, ajudam a estimular a atividade intestinal. Dependendo da idade da criança, pode fazer um purê e adicionar algum destes à comida. Evite alimentos como bananas, produtos de cacau e arroz.

Além disso, umas massagens suaves e o calor também estimulam a atividade intestinal. Ambos ajudam a relaxar a barriga e a aliviar a dor: por exemplo, pode dar um banho quente ao seu filho e massajar o bebé com um pouco de óleo para bebés no sentido dos ponteiros do relógio.

Também pode deitá-lo de costas e fazer círculos com as pernas para cima, como se estivesse a andar de bicicleta. Se a criança for mais velha, incentive-a a mexer-se para estimular a digestão.

Saiam juntos para uma longa caminhada ou deixe-o correr à vontade.

Além de alimentos ricos em fibras, óleo de gérmen de milho, muito líquido e, até a lactose, a qual também demonstrou ser eficaz contra a prisão de ventre. Compre a mesma na farmácia, mas tenha cautela com a dose que dá á criança. Pode acrescentá-la a alimentos líquidos e sólidos, mas uma quantidade excessiva pode causar diarreia rapidamente. Informe-se sobre a quantia certa antecipadamente.

Quando devo ir ao médico?

A decisão de ir ou não ao médico depende da gravidade da prisão de ventre. Se durar vários dias ou o seu filho tiver muita dor, leve-o ao médico.

Ele pode prescrever os medicamentos certos, que geralmente são administrados em forma de supositórios. Além disso, mediante a análise dos sintomas e outras informações, o médico pode tirar conclusões mais precisas sobre as possíveis causas, do que uma pessoa inexperiente.

Além dos remédios que o médico prescreve, também pode optar pelas medidas que falamos anteriormente para ajudar o seu filho.

Como prevenir a prisão de ventre

Algumas medidas eficazes para prevenir a prisão de ventre são uma alimentação equilibrada, beber bastantes líquidos e mover-se bastante. A dieta deve conter, preferencialmente, produtos ricos em fibras e bebidas não açucaradas.

Assim que a criança usar o penico ou a sanita, pode encorajá-la a ir regularmente. Desta forma, evita que ela aguente as fezes (voluntariamente ou não) e que tenha prisão de ventre.

Se a criança já desenvolveu algum tipo de trauma por causa da dor, e por isso aguenta a vontade de ir à casa de banho, não a pressione, pois o stresse psicológico agravará ainda mais o problema.

O seu filho tem que perder o medo de ir à casa de banho novamente e, para que isso aconteça, as experiências positivas podem ajudar.

Faça com que a ida à casa de banho seja algo positivo: cantem juntos, conte-lhe histórias engraçadas ou leia-lhe algo divertido.

Dessa forma, ele vai-se divertir, distrair e relaxar. Pode ser que expulse as fezes sem dor e que comece a fazer uma associação menos negativa.

Источник: https://www.bebitus.pt/guia/crianca/doencas-infantis/prisao-de-ventre-em-bebes-e-criancas.html

Prisão de ventre? Saiba como resolver

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Estima-se que uma em cada cinco pessoas tenha prisão de ventre 1, um tema que ainda é tabu para muitos portugueses. E que, apesar de não ser uma doença, pode comprometer a saúde e o bem-estar. A maioria das pessoas que tem prisão de ventre não procura qualquer tipo de tratamento 1.

O que é a prisão de ventre?

Também chamada de obstipação, a prisão de ventre é, em termos gerais, a dificuldade em defecar. Geralmente não é um problema sério, mas pode causar grande desconforto ao provocar gases, dores (tanto no dia a dia como ao evacuar) ou inchaço.

Para os médicos, a prisão de ventre verifica-se quando, entre outros fatores, há defecação menos de 3 vezes por semana. Para quem sofre desta situação é, na verdade, uma desordem que apresenta vários sintomas como a dificuldade ou esforço ao defecar, fezes duras ou sensação de evacuação incompleta.

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Se não é doença, porque é um problema?

Se não forem evacuadas, as fezes permanecem no cólon, ou intestino grosso, e quanto mais tempo passa mais água é absorvida pelo organismo. As fezes tornam-se cada vez mais secas e duras, provocando desconforto e dor quando evacuadas. Nos casos mais graves, podem provocar hemorroidas.

Segundo um estudo de mercado recente2, cerca de 17% dos portugueses sofrem de fezes secas e duras, mas a maioria não procura qualquer tipo de tratamento. Embora muitas pessoas desvalorizem ou achem normal, ter de fazer demasiado esforço para evacuar não é natural.

Como se previne ou trata?

Não contrariar a vontade de ir à casa de banho e manter um estilo de vida saudável são as primeiras medidas a tomar. Muito importante é, também, seguir uma alimentação rica em fibras — com poucas bebidas alcoólicas e muita água (pelo menos 1,5l por dia) —, praticar exercício físico, não fumar e evitar o stress 3.

Mas como nem sempre conseguimos controlar estes fatores, o recurso a outras opções pode ser a solução.

DulcoSoft ® proporciona um alívio suave da prisão de ventre porque contém macrogol 4000. Esta substância atrai e retém água e assim amolece suavemente as fezes tornando a sua evacuação mais fácil e confortável.

Como Dulcosoft® tem uma absorção mínima, pode ser tomado durante a gravidez, na amamentação e por crianças a partir dos 2 anos (na sua Solução Oral 250ml). E como ajuda a evitar o esforço excessivo na evacuação, também pode ser útil para doentes com hemorroidas com queixas de fezes duras.

Sem surpresas e sem urgências, com Dulcosoft®, vá à casa de banho confortavelmente e sem esforço.

Aguda ou crónica, que prisão de ventre é a sua?4

  • A prisão de ventre aguda ocorre repentinamente, muitas vezes como reação a uma alteração na sua dieta, hábitos, stress, agitação ou alteração hormonal. Normalmente o organismo volta ao ritmo anterior após alguns dias e não é motivo de preocupação.

    Pode, no entanto, ser um sinal da existência de uma outra doença subjacente, por isso, se tiver dor abdominal, sangue ou muco nas fezes, perda de peso inexplicada ou dificuldade na libertação de gases, consulte um profissional de saúde.

  • Quando é crónica, ou persistente, a prisão de ventre exige seguimento médico.

    A causa podem ser fatores como o stress, sedentarismo, má alimentação ou certos medicamentos. Caso a prisão de ventre persista por mais de uma semana, ou se mantenha após 3 dias de utilização de um laxante, consulte o seu médico.

DULCOSOFT® Pó para Solução Oral e DULCOSOFT® Solução Oral são dispositivos médicos para amolecer as fezes duras e secas e facilitar a evacuação.

A administração a grávidas e crianças com menos de 8 anos deve ser preferencialmente supervisionada por um profissional de saúde. DULCOSOFT® não deve ser tomado durante mais de 28 dias.

Não tome DULCOSOFT® no caso de alergia ao macrogol 4000 ou a qualquer outro ingrediente, se tiver alguma doença intestinal inflamatória grave ou megacólon tóxico, perfuração digestiva ou risco de perfuração digestiva, íleus, suspeita de obstrução intestinal, estenose sintomática ou síndromes abdominais dolorosas de causa indeterminada. Leia com atenção a rotulagem e instruções de utilização. (5.0) SAPT.DULC8.18.04.0225a Abril 2018.

1Fonte: McCrea G, Miaskowski C, Stotts N, Macera L, Varma M. Pathophysiology of constipation in the older adult. World J Gastrolenterol 2008; 14(17):2631-2638.
2Fonte: Brand Performance Tracking, Jan-Dez. 2017, N=3.000
3Fonte: https://www.alivioprisaodeventre.pt/um-mundo-na-sua-barriga/entrevista
4 Fonte: https://www.alivioprisaodeventre.pt/compreender-a-prisao-de-ventre/o-que-e-a-prisao-de-ventre  (Tipos de prisão de ventre)

Источник: https://observador.pt/2018/07/31/prisao-de-ventre-saiba-como-resolver/

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