Como tratar as doenças do fígado

Veja como pode ser feito o tratamento para doenças do fígado através da alimentação

Como tratar as doenças do fígado

Para tratar as doenças do fígado, como cirrose ou hepatite, por exemplo, geralmente, é necessário seguir orientações como repouso, medicamentos prescritos pelo médico, cirurgia, dieta indicada pelo nutricionista e a prática de exercício físico regularmente ou fisioterapia, caso não se consiga praticar exercício.

O tratamento pode ser feito em casa ou pode ser necessário ficar internado para ser hidratado, drenar o acúmulo de líquido abdominal, caso haja, ou receber os remédios pela veia, e isto varia de acordo com o estágio ou a gravidade da doença. O gastroenterologista ou hepatologista são os médicos que devem indicar qual o melhor tratamento.

É importante que a doença no fígado seja tratada logo que identificada, pois pode piorar ao longo do tempo e provocar diversos sintomas desagradáveis, como dor no abdômen do lado direito, inchaço da barriga, cor da pele e olhos amarelados e fezes amareladas, cinzentas, negras ou brancas, por isso, quando algum destes sintomas está presente, o indivíduo deve se consultar com o médico para determinar qual o tipo de doença no fígado, a sua causa e indicar o tratamento adequado. Saiba identificar os principais sintomas de problemas no fígado. 

Opções de tratamento

As opções de tratamento realizadas para as doenças do fígado variam de acordo com as suas causas e gravidade, devendo ser indicadas para cada pessoa de acordo com as recomendações do médico. Algumas das principais opções incluem:

  • Repouso, hidratação e cuidados com a alimentação, no caso de inflamações agudas do fígado, como hepatite;
  • Dieta com alimentos integrais e pobre em gorduras, prática regular de atividade física e perda de peso, em caso de gordura no fígado. Confira as orientações da nutricionista sobre a dieta para gordura no fígado;
  • Uso de remédios, como antivirais nos casos de hepatites B ou C, antibióticos em caso de infecções, como abscesso, corticosteróides no caso de hepatite autoimune, ou outros medicamentos específicos, como os para remover o excesso de ferro na hemocromatose ou de cobre na doença de Wilson, por exemplo.
  • Uso de laxantes para regular o intestino, dieta ou drenagem do líquido abdominal e uso de laxantes para regular o intestino, quando a doença atinge o estágio de cirrose. Saiba mais sobre as opções de tratamento para cirrose;
  • Cirurgia, em caso de obstrução das vias biliares ou remoção de alguma parte do fígado, caso haja lesões ou tumores no órgão;
  • Quimioterapia ou radioterapia também pode ser feitas no caso de câncer do fígado. Saiba como identificar e o que fazer em caso de câncer no fígado;
  • Transplante do fígado, é feito em alguns casos em que o fígado deixa de funcionar, como na cirrose hepática grave, causado por doenças como cirrose hepática por alcoolismo, hepatites B ou C ou cirrose biliar, por exemplo.

Além disso, para que o funcionamento do fígado fique regularizado e o tratamento seja eficaz, é necessário controlar outras doenças como diabetes, pressão alta ou colesterol elevado, sendo importante consultas regulares, conforme indicação do médico, para exames de controle e ajustes do tratamento.

Outras recomendações importantes para o tratamento das doenças do fígado são não consumir drogas, bebidas alcoólicas ou medicamentos desnecessários. No entanto, o tratamento para doenças do fígado pode ser prolongado, por isso, pode ser necessário que o indivíduo tome os medicamentos indicados pelo médico por toda vida.

Como deve ser a alimentação

Cuidados com a alimentação são muito importantes no tratamento de qualquer doença hepática, pois ajuda na regeneração das células do fígado e faz com que fígado continue a exercer a sua função de converter os alimentos em energia e desintoxicar o organismo.

1. O que comer

A dieta para pessoas com doenças do fígado inclui alimentos de fácil digestão, como:

  • Peixe grelhado;
  • Frango cozido sem pele;
  • Saladas;
  • Gelatina;
  • Frutas sem casca e, principalmente, cozidas;
  • Arroz branco;
  • Legumes e verduras, especialmente os de folhas verde-escuras.

Além disso, é importante o indivíduo beber cerca de 2 litros de água por dia.

2. O que não comer

Os alimentos que devem ser evitados por qualquer pessoa com doença do fígado incluem:

  • Alimentos gordurosos;
  • Refrigerantes;
  • Frituras;
  • Doces;
  • Café;
  • Condimentos;
  • Carnes vermelhas;
  • Ovos fritos;
  • Enlatados, embutidos e enchidos.

Também é contra-indicado o consumo de álcool, pois este tem efeito tóxico sobre as células hepáticas.

Tratamento natural para doenças do fígado

O tratamento natural para doenças do fígado pode ser feito com as cápsulas de cardo-mariano, vendidas em lojas de produtos naturais, sob orientação do médico ou o chá de cardo-mariano, pois esta planta medicinal tem propriedades anti-inflamatórias, adstringentes, antioxidantes, depurativas e facilitadores da digestão que ajudam a tratar problemas no fígado e não substituem outras medicações prescritas pelo médico.

Para fazer o chá de cardo-mariano, basta adicionar 1 colher de sopa de folhas de cardo-mariano seco a 1 xícara de água fervente e beber o chá cerca de 3 vezes ao dia. 

Confira mais receitas e opções de tratamento natural para problemas no fígado. 

Источник: https://www.tuasaude.com/tratamento-para-doencas-do-figado/

Manual do fígado em forma: como eliminar a gordura nesse órgão

Como tratar as doenças do fígado

Estima-se que quase um terço da população brasileira sofra de esteatose hepática não alcoólica – popularmente conhecida como gordura no fígado. Esse problema pode desencadear doenças graves como cirrose e câncer. E, apesar da chateação não apresentar sintomas claros, existe solução.

Ajustes no estilo de vida são a melhor forma de evitar e tratar essa condição que não para de crescer. Nos tópicos abaixo, explicamos as atitudes que deixam o fígado magrinho e saudável.

1) A dieta

Não tem como fugir: o primeiro passo para salvar o fígado é se livrar do peso extra e da gordura que se acumula na barriga.

Mas fique calmo que ninguém vai recomendar um emagrecimento drástico — o caminho é justamente o contrário.

Uma revisão de estudos assinada por experts do Hospital Universitário de Tübingen, na Alemanha, e recém-publicada no prestigiado periódico The Lancet concluiu que cortar 5% do peso já reduz em 30% o volume de gordura na glândula.

Convenhamos: não é nada do outro mundo! Um cidadão com 90 quilos precisaria enxugar apenas 4,5 quilos para começar a desfrutar das benesses. “Mas o ideal mesmo é perder 10% do peso em um período de seis meses”, esclarece a hepatologista Liana Codes, do Hospital Português da Bahia, em Salvador.

O período mencionado pela médica tem sua razão de ser. Isso porque diminuir as medidas com muita rapidez é até perigoso para o fígado. “Dietas da moda e planos mirabolantes podem agravar um processo de inflamação no local”, alerta a nutricionista Wilza Peres, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

E quais mudanças à mesa são mais indicadas? A chave não está em vilanizar um ingrediente ou outro, mas, sim, apostar numa alimentação variada, com a participação de boas fontes de carboidratos e gorduras.

Outro assunto que ganhou os holofotes recentemente foi o papel da microbiota do intestino nessa história. Experimentos revelam que a estabilidade das bactérias que moram no sistema digestivo é fundamental para uma boa saúde hepática.

“E alimentos ricos em fibras prebióticas e princípios bioativos anti-inflamatórios, como frutas, legumes e verduras, ajudam a manter a integridade da mucosa intestinal e equilibrar essa comunidade de micro-organismos”, aponta a nutricionista Rosângela Passos, da Universidade Federal da Bahia.

Mudanças na alimentação sem radicalismos

Carboidratos: Priorize aqueles que são integrais. Raízes, caso da mandioca e do inhame, são uma boa pedida. Os carboidratos simples, como o pão branco e a batata, pedem moderação.

Gorduras: As poli-insaturadas, presentes no abacate, nas castanhas e nos peixes, são bem-vindas. Enquanto isso, atenção com a versão saturada, de queijos amarelos e carnes vermelhas.

Probióticos: Iogurtes e leites fermentados cheios de bactérias do bem mantêm o equilíbrio da microbiota intestinal, que está relacionada a um funcionamento correto do fígado.

Frutose: Saíram notícias por aí dizendo que o açúcar das frutas era o vilão por trás da esteatose. Calma lá: esses alimentos são ricos em fibras e, numa dieta diversificada, só trazem benefícios.

Álcool: Melhor pegar leve. Por mais que as bebidas não sejam diretamente culpadas pelo estoque de gordura nessa região, elas podem causar prejuízos adicionais.

2) Atividade física

“Não adianta só mudar a alimentação. O emagrecimento será mais preponderante se aliado a exercícios”, garante a hepatologista Maria Lucia Gomes Ferraz, da Universidade Federal de São Paulo. Muito além de acelerar a perda de peso, fazer um esporte com regularidade traz ganhos diretos ao fígado.

Um estudo realizado na Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, atesta que mexer o corpo traz três vantagens principais: aliviar a resistência à insulina, aumentar a queima de triglicérides estocados e prevenir danos aos hepatócitos, o primeiro capítulo no desenvolvimento de cirrose e câncer. “Em resumo, trata-se de uma estratégia terapêutica comprovada para melhorar a esteatose”, escrevem os autores americanos.

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Esses efeitos não se limitam somente ao momento do suadouro. “Após a atividade física, para repor o estoque de energia dentro dos músculos, é preciso usar o excedente guardado no fígado”, destrincha a professora de educação física Carla Giuliano Montenegro, do Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista.

Mas será que existe alguma modalidade que potencializaria todas essas vantagens? “Por muito tempo se acreditou que os exercícios aeróbicos, como caminhada, corrida e ciclismo, eram os mais indicados.

Hoje sabemos que os treinos de força, caso da musculação, também são importantes”, ensina Carla.

Cumprir a meta da Organização Mundial da Saúde de fazer 150 minutos de exercícios durante a semana já é suficiente.

Mas nada de exageros, estamos combinados? A intensidade varia entre leve e moderada. Em termos práticos, isso significa conseguir falar um pouco sem perder totalmente o fôlego nas práticas aeróbicas e, no fortalecimento da musculatura, fazer de oito a 12 repetições nos movimentos — sempre com a orientação de um professor.

O efeito dos exercícios

Aeróbicos: Caminhada, corrida, natação e bicicleta são ótimas maneiras de aplacar o excesso de peso — passo fundamental na luta contra a esteatose.

Resistência: Trabalhar os músculos na academia melhora a resistência à insulina e movimenta o estoque de gordura acumulada lá no fígado.

3) O tratamento para gordura no fígado com remédios

Ainda não inventaram um comprimido ou uma injeção capazes de frear a esteatose hepática. Isso não quer dizer, porém, que alguns remédios não possam ser prescritos. “Eles não atuam no problema em si, mas ajudam nos casos de esteato-hepatite para conter a inflamação”, explica a hepatologista Carla Matos, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

As duas opções mais utilizadas são a vitamina E, suplemento de ação antioxidante, e a pioglitazona, que diminui as taxas de açúcar. “Além disso, é importante realizar o tratamento de outras condições comuns nesses pacientes, como o diabetes, a hipertensão e o colesterol elevado”, ressalta a hepatologista Tarsila Ribeiro, da Universidade Federal de Juiz de Fora, em Minas Gerais.

A decisão de iniciar qualquer terapia medicamentosa deve sempre partir do profissional de saúde, que vai determinar a dosagem e o tempo de uso. Aliás, a falta de alternativas nas drogarias faz com que centros de pesquisa e laboratórios farmacêuticos invistam pesado nessa área.

De acordo com o site ClinicalTrials.Gov, um registro global de ensaios clínicos mantido pelo Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, existem 258 testes de novos fármacos contra a esteatose acontecendo neste exato momento. Alguns deles agem na resistência à insulina, um dos fatores que dão início ao quadro, enquanto outros atuam diretamente nos hepatócitos.

Pelo menos nas fases primárias de estudo, as substâncias candidatas conseguiram estancar a evolução do problema. “Esperamos que novidades sejam lançadas nos próximos cinco anos”, estima o médico Paulo Lisboa Bittencourt, presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia.

Agora, mesmo a pílula mais moderna nunca vai substituir um estilo de vida saudável. O fígado sabe bem disso.

Tratamentos disponíveis — e os que podem ser aprovados em breve

Pioglitazona: Baixa a quantidade de açúcar na circulação.

Vitamina E: Administrada por meio de cápsulas, tem efeito antioxidante.

Vitamina D: Há indícios de que a suplementação traria algumas melhoras.

Empaglifozina: Também retira um monte de glicose do organismo.

Laser: Testado na Universidade São Paulo (USP), sua aplicação tem rendido bom resultado.

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Источник: https://saude.abril.com.br/medicina/manual-do-figado-em-forma-como-eliminar-gordura/

Doenças hepáticas: tipos, sintomas e tratamentos – Clínica CEU Diagnósticos

Como tratar as doenças do fígado

O fígado é um dos órgão mais importantes do corpo humano: ele exerce mais de 200 funções e é responsável por manter o corpo livre de toxinas e células que se tornaram inúteis.

Como consequência, é um dos órgãos que mais sofrem com um estilo de vida não saudável, o que pode levá-lo a desenvolver uma série de doenças.

A maioria das doenças hepáticas são inicialmente silenciosas. Por isso, os exames de rotina e a atenção a certos sinais do seu corpo são indispensáveis para manter a saúde deste órgão.

Este texto irá apresentar alguns sintomas e algumas das principais doenças que afetam esse órgão tão importante. Confira:

Funções do fígado

O fígado desempenha funções importantes em diversos processos do organismo. Dentre elas estão:

  • Filtrar microrganismos: o órgão é um dos principais responsáveis pela defesa imunológica do organismo.
  • Desintoxicar o organismo: o fígado transforma hormônios e drogas em substâncias não ativas, para que elas possam ser excretadas pelo organismo, evitando intoxicações.
  • Transformar amônia em ureia: se o órgão estiver lesado, a amônia passará para a circulação e alcançará o cérebro, provocando alterações neuropsíquicas (mudanças de comportamento, esquecimento, insônia, sonolência) e coma.
  • Secretar a bile: a bile é um fluido que atua na digestão de gorduras e na absorção de substâncias nutritivas.
  • Armazenar glicose: a glicose é a principal fonte de energia para o funcionamento dos outros órgãos.
  • Produzir proteínas: 0 fígado é responsável pela produção de proteínas ligadas ao processo de coagulação do sangue, e também pela produção de albumina, que auxilia o transporte de substâncias pela corrente sanguínea.

Sintomas de doenças hepáticas

A maioria dos problemas no fígado apresentam sintomas similares, já que, mesmo que tenham origens distintas, essas doenças comprometem as mesmas funções do órgão.

Os sintomas aqui listados podem ter outras origens, e não necessariamente indicam doenças hepáticas. Mas é importante procurar um médico diante do aparecimento de qualquer desses sintomas:

  • Icterícia: tom amarelado nos olhos e na pele.
  • Ascite: acúmulo de líquidos dentro da cavidade abdominal, conhecido popularmente como barriga d’água.
  • Sangramento digestivo e quadro súbito de vômitos hemorrágicos.
  • Encefalopatia: alteração de funções cerebrais básicas, que podem causar letargia, irritabilidade, dificuldade de concentração, redução do nível de consciência e coma.
  • Ginecomastia: desenvolvimento de mamas nos homens
  • Telangiectasias: lesões vasculares conhecidas como aranhas vasculares. São mais frequentemente encontradas no tronco, face e braços.
  • Dor ou inchaço na parte superior direita do abdômen, abaixo das costelas.

Mas, muito antes do aparecimento desses sintomas, o seu corpo pode dar sinais sugestivos de um início de problemas no fígado, dentre eles:

  • Coceira no corpo
  • Cansaço ou desânimo
  • Enjoos após as refeições
  • Tontura, dor de cabeça, febre, suor excessivo, dificuldade de concentração
  • Vermelhidão na palma da mão e aparecimento de manchas roxas na pele
  • Fezes mais claras
  • Sangramentos pelo nariz
  • Sangramento anormal após traumas de pequena intensidade
  • Boca seca, gosto amargo na boca
  • Constipação ou diarreia
  • Ganho ou perda de peso excessivo e sem motivo

Esses sinais são inespecíficos, podendo ser simplesmente resultado de alterações em sua rotina ou hábitos alimentares. Sempre procure o seu médico se você apresenta um grande número de sintoma ao mesmo tempo, se alguns deles acontecem com frequência ou se persistem por muito tempo.

Tipos de doenças hepáticas

Existem diversas doenças hepáticas e, como já dissemos, os sintomas podem ser muito parecidos. A diferença entre elas costuma ser a gravidade e a velocidade com que deterioram o fígado.

A falta de investigação pode levar muitos médicos a um diagnóstico precoce de doenças mais tradicionais, como as hepatites virais. Esse erro é inaceitável. A suspeita de uma doença no fígado deve ser investigada de forma ampla, através de exames de imagem, biópsias e exames laboratoriais.

As principais doenças que acometem o fígado incluem:

Esteatose hepática

Acúmulo de gordura no fígado, que pode ser genética ou causada por alcoolismo. Inicialmente é assintomática.

Cirrose

Caracterizada pela substituição do tecido do fígado por fibrose. Pode ser causada por alcoolismo ou pelo avanço de outras doenças hepáticas, como hepatite B e C e esteatose.

Hepatites

Inflamação do fígado. Pode ser viral (hepatites A, B, C, D e E), alcoólica ou autoimune (provocada pelo sistema imunológico do próprio indivíduo).

Insuficiência hepática aguda

Diminuição rápida da função do fígado, o que pode ser fatal. Geralmente é causada por envenenamento, principalmente por meio de medicamentos em altas doses e contato com substâncias tóxicas. Também pode surgir como uma complicação de outras doenças hepáticas.

Câncer de fígado

Pode se originar no fígado ou ser resultado de uma metástase de um câncer que teve início em outro órgão. Seus principais fatores de risco são hepatite crônica B ou C e cirrose hepática.

Parasitoses

Diversos parasitas podem migrar para o fígado e causar lesões ou bloqueios, como os vermes causadores da malária, da esquistossomose, dentre outros.

Prevenção

Algumas atitudes simples ajudam a prevenir a maioria dos problemas que acometem o fígado:

  • Utilize preservativos sempre e de forma correta.
  • Higienize e cozinhe corretamente os alimentos.
  • Mantenha sua vacinação em dia.
  • Se proteja com luvas e outros materiais de segurança quando precisar manusear produtos químicos.
  • Mantenha hábitos de vida saudáveis: pratique exercícios físicos, tenha uma alimentação equilibrada e consuma álcool com moderação.

Tratamentos

O tratamento das doenças hepáticas poderá ser feito através de medicamentos, mas os casos mais leves são tratados apenas com alterações na sua alimentação e rotina. Em casos específicos, pode ser necessário alguma intervenção cirúrgica.

Tudo depende da rapidez e precisão do diagnóstico. Quando diagnosticadas precocemente, a maioria das doenças hepáticas pode ser curada antes de surgirem complicações, por isso esteja atento aos sintomas listados nesse texto.

Cada diagnóstico exigirá um tratamento diferente, por isso é importante procurar uma boa clínica, com bons profissionais. Um bom diagnóstico incluirá exames de imagem como ultrassonografias e ressonâncias, exames laboratoriais e biópsia, quando necessário.

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Doenças hepáticas: tipos, sintomas e tratamentos

Источник: https://www.clinicaceu.com.br/blog/doencas-hepaticas-tipos-sintomas-e-tratamentos/

Sintomas do fígado [12 sinais de doença hepática]

Como tratar as doenças do fígado

O fígado é um grande órgão localizado no quadrante superior direito do abdômen, logo abaixo do diafragma.

O fígado é um órgão vital, responsável por inúmeras funções no nosso organismo. Entre os papéis que o fígado exerce, podemos citar a produção de enzimas digestivas, proteínas, fatores da coagulação, colesterol, glicose e diversas outras substâncias.

O fígado também é responsável pela metabolização de todos os nutrientes absorvidos pelos intestinos, assim como pela limpeza de toxinas circulantes.

Por desempenhar diversas funções no organismo, as doenças do fígado podem apresentar uma grande variedade de sintomas. Vamos abordar a seguir os 12 sinais e sintomas mais típicos de problemas no fígado, explicando resumidamente por que eles surgem.

O que é a veia porta?

Antes de continuarmos como artigo, é importante explicar o que é a veia porta hepática, já que grande parte dos sintomas de doenças do fígado são provocadas por uma obstrução desta veia.

A veia porta, ou sistema porta hepático, é uma grande veia localizada na entrada no fígado, responsável por drenar o sangue vindo do sistema gastrointestinal.

Todo o sangue do estômago, baço, pâncreas e intestinos passa pela veia porta e pelo fígado antes de retornar para o coração.

Deste modo, toda substância ingerida e absorvida no trato gastrointestinal obrigatoriamente passa primeiro pelo fígado antes de alcançar o resto do organismo.

Nos casos de doença hepática grave, principalmente na cirrose, o fígado sofre um processo de fibrose (cicatrização e enrijecimento do tecido hepático) que pode causar obstrução da veia porta, dificultando a chegada do sangue por este grande vaso. O sangue vindo dos órgãos digestivos precisa passar pela veia porta e pelo fígado antes de continuar seu trajeto em direção ao coração.

Se a veia porta estiver obstruída, haverá um grande congestionamento de sangue e um aumento da pressão, não só na veia porta como em todas as veias do trato gastrointestinal. Este quadro é chamado de hipertensão portal e é responsável por vários dos sinais e sintomas que serão explicados a seguir.

Sinais e sintomas de um fígado doente

A seguir vamos abordar os 12 sinais e sintomas mais comuns que os pacientes com problemas do fígado costumam apresentar. São eles:

  1. Sintomas gerais e inespecíficos.
  2. Cansaço.
  3. Ascite.
  4. Circulação colateral.
  5. Sangramento digestivo.
  6. Encefalopatia.
  7. Icterícia.
  8. Manchas roxas na pele.
  9. Ginecomastia.
  10. Teleangiectasias.
  11. Eritema palmar.
  12. Dor abdominal.

Sintomas gerais

Pacientes com lesões no fígado costumam apresentar um variedade de sintomas gerais e inespecíficos, que incluem náuseas, perda do apetite, desânimo e emagrecimento. Nos casos de hepatite aguda, o paciente pode também apresentar febre, o que colabora ainda mais para o surgimento deste mal estar.

Um gosto amargo na boca é um sintoma popularmente atribuído a problemas do fígado, mas é uma queixa muito inespecífica, que pode ser desencadeada por varias outras causas, como refluxo, gastrite, lesões dos dentes, lesões na gengiva, infecções na faringe ou amígdalas, desidratação, jejum prolongado, medicamentos, cigarro… Se o paciente não apresentar nenhum outro sintoma, é pouco provável que a sensação de boca amarga seja um sinal de problema hepático relevante.

Cansaço

Um sintoma frequente em qualquer tipo de doença hepática é a fadiga ou cansaço fácil. Esta falta de energia acomete pacientes com hepatite, cirrose e até esteatose hepática. Quanto mais avançada for a lesão no fígado, mais inapetência o paciente sente.

Ascite

A ascite é o nome dado ao acúmulo de líquidos dentro da cavidade abdominal, conhecido popularmente como barriga d’água. A ascite é um sintoma típico da cirrose hepática e ocorre frequentemente quando o paciente apresenta hipertensão portal.

Além da cirrose, a esquistossomose é outra doença que costuma acometer o fígado e provocar hipertensão portal e ascite (leia: ESQUISTOSSOMOSE | Sintomas e tratamento).

A ascite surge porque o sangue represado e a elevada pressão dentro das veias do trato gastrointestinal provocam uma translocação de água para fora dos vasos sanguíneos, levando ao acúmulo de líquido dentro da cavidade abdominal. É como se os vasos sanguíneos começassem a sorar água.

A ascite é uma manifestação típica de doença do fígado, mas pode também ocorrer em doenças de outros órgãos, como na insuficiência cardíaca descompensada (leia: INSUFICIÊNCIA CARDÍACA – CAUSAS E SINTOMAS) e na síndrome nefrótica (leia: PROTEINÚRIA, URINA ESPUMOSA E SÍNDROME NEFRÓTICA).

Para saber mais sobre a ascite, leia: ASCITE | Causas e tratamento.

Circulação colateral

Quando há uma obstrução à passagem do sangue pela veia porta, o corpo precisa encontrar outra maneira deste sangue retornar para o coração. Se o caminho natural está fechado, é preciso arranjar um desvio; é isso que o organismo faz. O sangue passa a voltar em grande quantidade por veias colaterais, que em pessoas saudáveis escoam apenas pequenos volumes de sangue.

O desvio de grande quantidade de sangue para as veias colaterais faz com estas se dilatem, ficando bem aparentes ao exame do abdômen. Na foto ao lado, há o exemplo de um paciente com ascite e exuberante circulação colateral, dois sinais típicos da hipertensão portal.

Sangramento digestivo

A obstrução da veia porta causa um aumento de pressão por todo os sistema venoso do sistema digestivo, incluindo as veias do estômago e do esôfago. Este aumento da pressão provoca varizes nestes órgãos, facilitando a ocorrência de sangramentos.

A hemorragia digestiva por sangramento de varizes do esôfago é uma manifestação típica de cirrose hepática em fases avançadas. O paciente apresenta subitamente quadro de vômitos hemorrágicos, podendo perder grande quantidade de sangue nestes episódios.

O aumento da pressão no sistema digestivo também acomete as veias dos intestinos e do reto, provocando um aumento da incidência de hemorroidas (leia: HEMORROIDA | Sintomas e tratamento) e de sangramento anal.

Encefalopatia

A encefalopatia é o nome dado a uma disfunção das funções cerebrais básicas. A encefalopatia hepática, como o próprio nome diz, é a alteração das funções cerebrais que ocorre nos pacientes com falência do fígado.

Um dos objetivos do sistema porta hepático é fazer com que toda substância digerida e absorvida no trato digestivo passe obrigatoriamente pelo fígado antes de seguir para o resto da circulação sanguínea.

Algumas substâncias que ingerimos, principalmente proteínas de origem animal, são tóxicas e precisam ser metabolizadas pelo fígado antes de poderem ser aproveitadas pelo organismo.

Nos casos de hipertensão portal, o sangue segue seu caminho pelas veias colaterais e diversas substâncias tóxicas acabam não sendo metabolizadas pelo fígado antes de se espalharem pelo corpo.

Além da hipertensão portal, quadro de insuficiência hepática aguda, como nas hepatites graves, podem causar uma falência aguda das funções fígado, fazendo com que o mesmo perca a capacidade de  neutralizar substâncias tóxicas.

A encefalopatia hepática é o resultado da ação destas toxinas sobre o cérebro. Dependendo do grau de insuficiência hepática ou hipertensão portal o paciente pode apresentar desde quadros leves, com letargia, irritabilidade e dificuldade de concentração, até encefalopatia grave, com redução do nível de consciência e coma.

Icterícia

Icterícia é nome dado à coloração amarelada da pele, olhos e mucosas, que surge devido ao acúmulo de bilirrubina no sangue.

A bilirrubina é uma substância produzida no baço a partir da destruição de glóbulos vermelhos velhos. Um dos papéis do fígado é captar esta bilirrubina do sangue,  metabolizá-la e excretá-la em direção às vias biliares e intestinos, eliminado-a pelas fezes.

Quando o fígado encontra-se doente, o mesmo perde a capacidade de metabolizar e/ou eliminar a bilirrubina que é constantemente produzida pelo baço.

Nesta situação há acumulo de bilirrubina no sangue e deposição do excesso na pele, o que provoca a aparência amarelada da mesma.

A icterícia vem frequentemente associada à coceira, pois a bilirrubina depositada na pele causa irritação das terminações nervosas.

Dois outros sinais costumam ocorrer junto com a icterícia: fezes claras (acolia fecal) e urina muito escura. A bilirrubina é a responsável pela coloração marrom das fezes.

Se por algum motivo a bilirrubina não estiver sendo excretada em direção aos intestinos, a fezes deixarão de ter sua coloração habitual, tornando-se bem mais claras.

Já a urina escura, cor de Coca-Cola ou Mate, ocorre pela filtração do excesso de bilirrubina circulante no sangue pelos rins, que acaba sendo excretado pela urina.

Várias doenças do fígado podem causar icterícia, as mais comuns são as hepatites e a cirrose. A icterícia também pode ocorrer em doenças das vias biliares, em infecções como malária ou leptospirose (leia: LEPTOSPIROSE | Sintomas e tratamento), em casos de hemólise (destruição maciça de glóbulos vermelhos) ou por reação adversa a alguns remédios.

Portanto, a ictérica é um sinal típico de doenças do fígado, porém não é um sinal exclusivo de problemas hepáticos. Para saber mais sobre icterícia, leia: ICTERÍCIA | Neonatal e adulto.

Manchas roxas na pele

O paciente com doença hepática pode apresentar uma maior facilidade em desenvolver equimoses (manchas roxas na pele) e sangramentos após traumas de pequena intensidade.

Isto ocorre porque o fígado é responsável pela produção de proteínas que participam do sistema de coagulação do sangue.

Pacientes com doença hepática podem ter deficiência da coagulação, apresentando sangramentos com maior facilidade.

Além da deficiência dos fatores de coagulação, que pode ocorrer em qualquer situação de mal funcionamento do fígado, os pacientes com cirrose e hipertensão portal frequentemente apresentam também uma número baixo de plaquetas, o que é mais um fator que colabora para uma maior dificuldade em coagular o sangue.

Ginecomastia

Ginecomastia é o nome que se dá ao desenvolvimento de mamas nos homens. Pacientes do sexo masculino com cirrose frequentemente apresentam ginecomastia.

As causas ainda não estão bem elucidadas, mas acredita-se que seja por causa da elevação da concentração de estrogênio no sangue, que ocorre tanto pelo aumento da produção, como pela redução da metabolização deste hormônio feminino pelo fígado.

Outro fator importante para o surgimento da ginecomastia é o uso habitual do diurético espironolactona, indicado no tratamento da ascite nos pacientes com cirrose. Um dos efeitos colaterais mais comuns da espironolactona é a ginecomastia, que pode ocorrer mesmo quando usada em pacientes sem doença do fígado.

Teleangiectasias

As teleangiectasias, também chamadas de aranhas vasculares, são lesões vasculares compostas de uma arteríola central rodeado por muitos vasos pequenos. As teleangiectasias são mais frequentemente encontradas no tronco, face e braços.

A origem das aranhas vasculares não está completamente desvendada, acredita-se, porém, que essas lesões resultem de alterações no metabolismo de hormônios sexuais, principalmente do estrogênio.

As teleangiectasias são muito comuns na cirrose, mas podem também ser vistas durante a gravidez ou em pessoas saudáveis. Nestes dois casos as lesões costumam ser pequenas e em número menor que três. Na cirrose, quanto mais avançada é a doença, maior costuma ser o tamanho e o número das aranhas vasculares presentes.

Eritema palmar

Eritema palmar é o nome dado a uma palma da mão muito avermelhada, principalmente nas regiões tenar e hipotenar (músculos da palma da mão), poupando geralmente as partes centrais da palma. O eritema palmar não é um sinal específico de doença do fígado, podendo também ser visto em pacientes com artrite reumatoide, hipertiroidismo e nas grávidas.

Dor abdominal

A dor abdominal, localizada no quadrante superior direito, é um sintoma comum das doenças do fígado, principalmente nas hepatites agudas. Ela geralmente ocorre por aumento do tamanho do fígado, que provoca esgarçamento da cápsula hepática, uma espécia de capa que recobre todo o fígado.

É preciso notar que dor na região do fígado também pode ser provocada por várias outras condições, incluindo problemas na vesícula, vias biliares, base do pulmão direito e até lesões nas costelas ou na musculatura abdominal.

Источник: https://www.mdsaude.com/gastroenterologia/sintomas-do-figado/

Cuidando do Fígado

Como tratar as doenças do fígado

O fígado trabalha 24 horas ao dia, sem parar, processando os alimentos, combatendo infecções e filtrando o que se encontra com problemas no sangue. Um indivíduo não pode viver sem o fígado.

Muitas coisas causam danos ao fígado e tende a piorar ao longo do tempo. Não importa a causa, geralmente se desenvolve da mesma maneira. Primeiro, o fígado aumenta de tamanho. Em seguida, aparecem cicatrizes (chamada de fibrose).

Com tratamento, é possível curar o fígado, mas se nada for feito ao longo do tempo as cicatrizes tornam-se permanentes (isto é chamado de cirrose) quando então o fígado luta para fazer seu trabalho. Por último ocorre a insuficiência hepática, que é fatal.

Isso significa que seu fígado deixou de funcionar ou está a ponto de parar de funcionar.

Sintomas

Em primeiro lugar, a pessoa provavelmente não notará problemas no fígado, geralmente tudo acontece em silencio, sem sintomas. Mas continuando a ser atacado a pele pode sentir comichão e machucar facilmente.

Os olhos e pele podem parecer amarelados, condição que os médicos chamam de icterícia. A barriga poderá doer, e a pessoa pode perder o apetite ou sentir-se doente no estômago.

As pernas, tornozelos e barriga também podem inchar.

A maioria das doenças hepáticas é crônica. Isso acontece lentamente ao longo dos anos. Mas, às vezes, acontece de forma rápida. Enquanto os sintomas são os mesmos (incluindo icterícia, dor e dor de estômago) a insuficiência hepática aguda leva apenas semanas ou mesmo dias. E pode ser fatal. Um médico deve ser procurado imediatamente quando esses sintomas aparecem.

Causas

Alguns problemas de fígado estão relacionados a doenças e outras condições de saúde. Outros têm a ver com o estilo de vida, com os quais a pessoa pode ter algum controle, como a quantidade de bebidas alcoólicas ingeridas e quanto (ou pouco) pratica exercícios.

Em indivíduos acima do peso as possibilidades de desenvolver uma doença hepática aumentam. O peso extra aumenta a gordura no fígado e as probabilidades do aparecimento da doença hepática gordurosa não alcoólica (esteatose). Na maioria das vezes, esta condição é inofensiva. Mas para algumas pessoas, piora e leva a fibrose, a cirrose, câncer e outros problemas.

Em indivíduos que bebem acima do recomendado o processo do fígado de filtrar o álcool do seu sangue é prejudicado, criando substâncias químicas nocivas.

A primeira fase do dano provocado pelo álcool no fígado é o aumento da gordura depositada, é uma condição chamada de fígado gordo alcoólico.

Se continuar bebendo, é provável que chegue a uma hepatite alcoólica, cirrose e, eventualmente, insuficiência hepática.

Medicamentos e suplementos às vezes podem causar danos agudos ao fígado, incluindo alguns antibióticos, paracetamol e anti-inflamatórios como o ibuprofeno e o naproxeno. Geralmente, isso acontece apenas quando a pessoa toma uma dose muito alta ou mistura os medicamentos com bebidas alcoólicas ou outros medicamentos.

Cocaína, crack e maconha também causam danos ao fígado. Assim, como vapores de produtos químicos em tinturarias, postos de gasolina, destilarias e indústrias químicas.

Infecções

A hepatite (incluindo as hepatites A, B e C) e outros vírus podem causar danos agudos ou crônicos ao fígado. As chances de contrair hepatite são mais altas ao se compartilhar agulhas e seringas, em relações sexuais desprotegidas, quem faz sexo com muitas pessoas ou vive em áreas onde alimentos ou água não são seguros.

Condições Autoimunes

O sistema imunológico pode atacar partes saudáveis ​​do corpo, incluindo o fígado. Isso acontece na hepatite auto – imune e na cirrose biliar primária. O tratamento para conter a reação do sistema imune pode ajudar.

Colangite esclerosante primária

A colangite esclerosante primária prejudica os canais que transportam a bile do fígado para os intestinos. Ao longo do tempo, pode causar graves danos ao fígado.

 Assim pode causar a rara síndrome de Budd-Chiari, quando as veias no fígado são bloqueadas. Os cálculos biliares que bloqueiam os canais biliares podem causar icterícia e outros problemas.

É mais provável ter cálculos biliares em indivíduos com alguma doença hepática.

Câncer

Diferentes tipos de câncer podem afetar o fígado, embora a maioria se espalhe de outras partes do corpo criando metástases no fígado. As chances de contrair câncer de fígado são maiores quando a pessoa já possui danos causados ​​por doença hepática gordurosa, cirrose, hepatite, insuficiência hepática e outras condições.

Problemas genéticos

Algumas pessoas nascem com condições raras que podem causar doenças hepáticas. Os sintomas podem aparecer quando são bebês ou até os 40 ou 50 anos depois.

 A deficiência de alfa-1 antitripsina (A1AD) significa que o corpo não faz o suficiente de uma proteína especial que protege contra danos no fígado. A hemocromatose permite a acumulação de ferro demais no fígado.

 Do mesmo modo, alguém com doença de Wilson depositará muito cobre no fígado

Diagnósticos

O médico começará com uma bateria de exames de sangue para ver como o fígado está funcionando. Pode também incluir a necessidade de exames de ultrassonografia, tomografia computadorizada, elastografia hepática e ressonância magnética para analisá-lo e verificar se há danos.

Parar de beber

Se a doença é leve ou grave, não interessa, o paciente deve parar de ingerir bebidas alcoólicas. Para ajudar a prevenir a doença do fígado, o limite é no máximo de uma bebida por dia para mulheres e duas para homens

Comer bem e praticar exercícios

Para quem está acima do peso, o importante é perder algum peso. Poderá melhorar a saúde do fígado e até mesmo curar alguns tipos de doença hepática em estágio inicial.

 O exercício regular é ótimo se o peso é ou não um problema. É importante uma dieta equilibrada, com muitos grãos saudáveis, frutas, vegetais e proteínas magras.

 Deve conter alimentos ricos em fibras evitando alimentos com alto teor de gordura, como alimentos fritos e sal.

Transplante

Para um problema grave como insuficiência hepática, o transplante de fígado pode salvar vidas.

Leer atentamente as etiquetas e bulas dos medicamentos

Pessoas com problemas no fígado, devem consultar o médico antes de tomar qualquer medicamento, suplemento ou vitamina.

Cuidar da saúde

Pessoas com problemas no fígado devem fazer check-ups regularmente, para que o médico realizando exames e testes possa controlar o estado clínico geral. Siga o tratamento recomendado para condições como pressão alta e diabetes que podem piorar os problemas do fígado. Verifique com o médico sobre a necessidade de vacinas, em especial as das hepatites para proteger seu fígado.

Fonte: Recopilação e condensação de diversas informações da literatura médica em publicações cientificas disponíveis em fontes abertas da internet.

Carlos Varaldo
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Источник: https://hepato.com/2018/01/22/cuidando-do-figado/

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