Diabetes infantil: o que é, sintomas, causas e o que fazer

Será que seu filho tem diabetes? Saiba identificar os sintomas – Saúde – iG

Diabetes infantil: o que é, sintomas, causas e o que fazer

Dados da International Diabetes Federation apontam que, em todo o mundo, 425 milhões de pessoas vivem com diabetes. No Brasil, o número é de 12,5 milhões. No caso do diabetes tipo 1, que afeta principalmente crianças e adolescentes, o País ocupa o 3º lugar com maior número de casos, o que corresponde a mais de um milhão de brasileiros.

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shutterstock O diabetes tipo 1 afeta principalmente crianças e adolescentes e, por isso, é importante saber reconhecer os sintomas

“O diabetestipo 1 é uma doença auto-imune, que ocorre por destruição das células produtoras de insulina no pâncreas. É mais frequentemente diagnosticado em crianças e adolescentes, mas também pode acometer adultos jovens”, explica Marília Fonseca, endocrinologista e gerente médica da Novo Nordisk.

A profissional destaca que as razões pelas quais uma criança desenvolve diabetes tipo 1 não são totalmente compreendidas. Sabe-se, por sua vez, que existem fatores genéticos e ambientais que podem desencadear uma resposta imunológica, principalmente associadas a quadros infecciosos, levando à instalação abrupta da doença.

Sintomas do diabetes tipo 1

shutterstock Aumento da sede, da fome e da vontade de ir urinar são alguns dos sinais que indicam que a criança pode estar com a doença

Por conta de todos esses fatores que envolvem a patologia, é importante que os pais e responsáveis aprendam a reconhecer os primeiros sintomas nos filhos. Marília pontua que, diferentemente do diabetes tipo 2, que pode ser assintomático em alguns casos, o quadro do tipo 1 se instala de forma rápida, abrupta e traz diversos sinais. 

O primeiro indicativo é a poliúria, que significa o aumento do volume urinário e da excreção de glicose pela urina, que aumenta, proporcionalmente, a perda hídrica, segundo Ana Carolina Calmon da Costa Silva, endocrinologista do Centro Especializado em Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

Outro alerta importante é o aumento da sede. Junto com ele, surge a polifagia, que é o aumento da fome. “Devido a diminuição ou a ausência de insulina, a glicose não entra nas células e não gera energia”, destaca Ana Carolina, que ainda ressalta que pode ocorrer perda de peso, uma vez que o organismo usa o tecido gorduroso como fonte de energia.

Desidratação devido aumento do volume urinário, cansaço, fraqueza e falta de energia são outros sinais da doença. “Os níveis de glicose ficam muito altos no sangue, mas pela falta da insulina, a glicose não consegue entrar nas células do nosso corpo, que acabam tendo que ‘trabalhar’ utilizando outras fontes de energia”, explica Marília. 

Ela ainda pontua que uma série de hormônios com ação contrária à insulina é liberada, o que pode levar a um quadro bastante grave de cetoacidose diabética (quando os níveis de glicose no sangue estão muito altos). Isso indica que, além dos sintomasjá mencionados, a criança pode ter náuseas, vômitos, dor abdominal, hálito ruim e respiração ofegante, com risco de morte. 

O que fazer após identificar os sintomas?

shutterstock Saber como reagir após identificar os sinais do diabetes nos filhos é essencial para confirmar o doença e fazer o tratamento

Ao desconfiar de que a criança está com algum dos sintomas descritos, é fundamental procurar auxílio médico para investigar a possibilidade da doença. Exames laboratoriais, como a dosagem da glicose, hemoglobina glicada e outros exames no sangue, são fundamentais para chegar ao diagnóstico.

“No caso de suspeita de quadro mais grave de cetoacidose diabética, é necessário procurar um pronto-atendimento o mais rápido possível. Trata-se de uma condição de urgência, com necessidade de hidratação e reposição de insulina para que a criança se recupere rapidamente”, destaca Marília. 

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Se os resultados forem positivos, os pais e responsáveis podem ficar nervosos e apreensivos. “É muito importante que eles entendam o que é, mas, acima de tudo, compreendam seu papel no tratamentoe manejo da doença dos seus filhos, pois trata-se de um diagnóstico para toda a vida e que requer uma rede de apoio familiar”, orienta a médica da Novo Nordisk.

A profissional explica que o nervosismo faz parte, mas indica que eles se mantenham tranquilos, transmitam segurança para as crianças, ofereçam apoio, suporte e dêem coragem. “Não desanimem. É possível tratar o diabetes tipo 1. O fundamental é integrar o tratamento e o monitoramento como parte da rotina diária dos seus filhos”, ressalta.

A doença não tem cura, mas é possível viver bem ao ter todos os cuidados necessários. “O diabetes não vai impedir seu filho de crescer, ter amigos, ir para a escola, trabalhar, casar, ter sucesso e ser feliz. Mas, para isso é preciso encarar de frente, com responsabilidade, porque a bagagem é um pouco mais pesada”, orienta Marília. 

Importância do tratamento

A insulina é um hormônio fundamental e que permite com que a glicose ingerida pela dieta saia da corrente sanguínea e entre na célula para ser usada como fonte de energia. Nos pacientes com diabetes tipo 1, por conta da destruição das células produtoras de insulina, a criança não tem mais quase nenhuma produção do hormônio pelo próprio corpo e precisa fazer a reposição. 

Esse processo ocorre através da aplicação de múltiplas doses de insulinano paciente. O objetivo é imitar o que acontece no pâncreas de uma pessoa saudável ao longo do dia. A reposição acontece ao longo de toda a vida. “É o principal tratamento para o controle glicêmico, associado à dieta adequada e à atividade física”, detalha Ana Carolina.

Atualmente, o portador de diabetes tipo 1 conta com diversas opções de insulinas à disposição, cada uma com sua indicação. Elas podem ser aplicadas através de seringas, canetas ou bomba. O médico que acompanha o paciente irá avaliá-lo de forma particular e indicar o melhor tratamento para ele. 

Seguir as ordens médicas é fundamental. Isso porque o tratamento inadequado pode causar complicações agudas. “Como hipoglicemia (quando os níveis de açúcar no sangue estão muito baixos) e hiperglicemia (quando os níveis de açúcar no sangue estão muito altos), além de complicações crônicas (de longo prazo), como problemas nos rins, olhos, pés e vasos”, pontua Marília.

Educar a criança é fundamental para evitar riscos à saúde

shutterstock A criança que tem diabetes precisa entender a importância do tratamento para conseguir viver bem e sem complicações

O período de aceitação da doença pode levar um certo tempo tanto para o paciente quanto para os pais. De acordo com Ana Carolina, a criança deve entender a importância de seguir o tratamento e o benefício que este pode lhe proporcionar. “O apoio da família é fundamental nesse momento”, reforça. 

Marília pontua que, após o diagnóstico, há diversos pontos que precisam ser esclarecidos, de maneira geral, sobre educação em diabetes. “Envolve explicar tudo o que vai mudar no dia seguinte, como funciona a insulina, como aplicar, armazenar, monitorar, horários, o que pode, o que não pode, hipoglicemia, exercício etc”, destaca. 

No caso da criança, o melhor jeito de informá-la vai depender da idade. “Na minha opinião, devemos tentar de forma lúdica envolvê-la no seu diagnóstico desde o começo, com transparência. O mais importante é que ela compreenda que, a partir do diagnóstico, algumas coisas na sua rotina vão mudar”, ressalta.

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Diante desses fatores, é necessário que o paciente entenda que alguns aspectos da alimentação vão sofrer alterações e, que além disso, vai ser preciso fazer monitoramento da glicose e aplicar insulina. “Os profissionais de saúde, médicos, nutricionistas, enfermeiras, educadores em diabetese até mesmo psicólogos podem auxiliar neste momento”, finaliza Marília.

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Diabetes infantil: como ela afeta as crianças e como evitá-la?

Diabetes infantil: o que é, sintomas, causas e o que fazer

O aumento desordenado do nível de açúcar no sangue e a incapacidade de absorção do organismo caracteriza um quadro de Diabetes Mellitus, também chamado de hiperglicemia. Condição que não é exclusividade dos adultos, o diabetes infantil precisa de atenção redobrada e uma dose extra de paciência e carinho.

Confira no material que preparamos o que é o diabetes infantil, como se manifesta e como deve ser o tratamento após o diagnóstico. 

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O que é diabetes infantil?

Diabetes é uma doença crônica, que atinge mais de um milhão de crianças brasileiras. Ela afeta o metabolismo em que o açúcar no sangue atinge níveis muito altos, desregulando o funcionamento metabólico e está relacionada à destruição das células do pâncreas, causando diretamente a deficiência de insulina. Isso vale tanto para pacientes infantis quanto adultos.

E se divide em três condições diferentes: 

Diabetes Tipo 1

Doença crônica e autoimune, que afeta diretamente o pâncreas, que atingido, produz pouca ou nenhuma insulina, esse tipo aparece geralmente na infância ou adolescência.

No Diabetes tipo 1 a criança pode estar se alimentando corretamente e ainda apresentar o quadro. Isso porque esse tipo surge devido a alterações genéticas, que fazem o pâncreas produzir menos insulina, o que dificulta o trabalho do organismo para reduzir o nível de açúcar no sangue.

Ele geralmente surge repentinamente, mas existem casos em que não há suspeitas. Por isso é de extrema importância ficar atento a qualquer mudança, mesmo que seja aparentemente insignificante, no comportamento ou no funcionamento do organismo da criança. 

Diabetes Tipo 2

Também crônica, afeta a forma do processo da glicose na circulação sanguínea do corpo e não há aproveitamento adequado da insulina produzida, está relacionado ao sobrepeso, sedentarismo, triglicerídeos elevados, hipertensão e hábitos alimentares não-saudáveis. 

A do tipo 2 é mais comum em crianças com alimentação inadequada normalmente acompanhadas de excesso de peso. Há cerca de 20 anos esse tipo de diabetes era raríssimo em crianças. Hoje, em paralelo ao aumento de casos de obesidade, o diabetes tipo 2 tem sido comumente diagnosticado em pacientes infantis. 

Pré-diabetes

Ao contrário do que diz o nome, ela não é uma pré-doença. Além do que o pré-diabético possui mais chances de se tornar de fato um diabético tipo 2, de acordo com os níveis de açúcar no sangue.

Essa doença está associada ao maior comprometimento dos rins, dos olhos e dos nervos. Sem contar que um indivíduo com pré-diabetes têm um risco bem mais elevado de se tornar diabético propriamente dito.

Quais os sinais de diabetes infantil?

O segredo aqui é ficar atento a qualquer sinal que indique alguma mudança dos níveis de insulina nos pequenos:

  1. Aumento de sede. Quando a criança passa a beber mais água que o normal, e mesmo assim não se sentir satisfeita. Fique atento se ela demonstrar ou falar que sente a boca seca constantemente
  2. Micção com maior frequência. Por beber muita água, a criança passa a urinar com maior frequência.
  3. Voltar a urinar na cama.
  4. Muita fome.
  5. Perda de peso sem causa aparente. Apesar de alimentar-se bem, a criança emagrece ou está sempre com o mesmo peso.
  6. Falta de energia para brincar, preguiça ou cansaço frequente. Em alguns casos o sono pode ser afetado e a criança dorme por período prolongados.
  7. Câimbras nos membros. 
  8. Cicatrização lenta de lesões e feridas simples.
  9. Coceira pelo corpo.
  10. Infecções como candidíase ou infecção urinária.
  11. Irritabilidade e/ou mudanças de humor repentinas.
  12. Visão turva ou embaçada.
  13. Formigamento nas mãos e pés.

Além desses sintomas, fique de olho se a criança apresentar perda de peso sem causa aparente e acantose nigricans, que é a coloração escura nas dobras do corpo, como pescoço, axilas e virilhas. 

Pais, fiquem atentos! Ao notar alguns destes sinais, procure imediatamente um médico especialista para ter um diagnóstico adequado.

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Diagnóstico

O diagnóstico de diabetes infantil pode ser feito a partir da verificação do resultado de diversos exames laboratoriais em jejum que irão avaliar a quantidade de glicose circulante no sangue:

  • Teste da picada do dedo: não é tão doloroso e assustador para os pequenos. Exame normal até 200 mg/dL a qualquer hora do dia;
  • Exame de sangue da glicose com jejum de 8 horas: este é o mais comum entre crianças e adultos. Exame normal até 99 mg/dL;
  • Teste de tolerância à glicose. Exame normal até 140 mg/dL 2 horas após o exame e 199 mg/dL até 4 horas;
  • Hemoglobina glicada. Exame normal até 5,7%.

O valor normal da glicose em jejum no sangue é de até 99mg/dL, ou seja, valores superiores a este podem indicar a presença de diabetes infantil. Sendo assim, o médico deverá solicitar outros exames para confirmação completa do diagnóstico.

Como tratar o diabetes na infância

Não difere muito do tratamento dos adultos, mas as crianças merecem atenção especial pois o trabalho psicológico precisa estar em paralelo.

Isso porque a criança precisa entender o que está acontecendo e estar a par das decisões que estão sendo tomadas.

Além disso a criança precisa aprender a lidar com o ciclo de negação, contemplação e aceitação da doença, que são comuns durante toda a vida.

Vale até fazer uma integração com outras crianças da mesma faixa etária que tenham diabetes. E para os pais uma dica: evite a superproteção e atitudes que transparecem algum tipo de preconceito. Isso influencia no estado de espírito e consequentemente no processo de aceitação do diabetes pela criança. 

Tudo vai contribuir para o processo de educação – a automonitorização do diabetes. A criança precisa entender que tem uma condição e por isso algumas medidas são importantes no dia a dia. É preciso manter a doença sob controle e ensinar a criança a cuidar desse aspecto da vida dela.

Somado a isso, o controle nutricional, prática de atividade física regular e acompanhamento médico especializado são os pilares para manter a boa saúde, o peso e a autoestima. 

Passada a infância, os cuidados continuam os mesmos durante a adolescência, dessa vez com o acompanhamento de um endocrinologista adulto. O ideal é que o paciente seja acompanhado simultaneamente entre os 15 e 19 anos até migrar definitivamente para o especialista em saúde adulta. 

Ter diabetes infantil não impede a criança de levar uma vida normal, desde que tenha alguns cuidados básicos no dia a dia. Aos pais fica o alerta, caso ela manifeste alguns dos sintomas citados acima, procure orientação de um endocrinologista pediátrico imediatamente.

Quer saber mais sobre diabetes infantil e outros assuntos relacionados? Acompanhe o blog das Drogarias Santo Remédio, e acompanhe dicas de saúde e bem-estar. Que tal agora ler sobre: Diabetes: o que é, sintomas e como conviver com o problema

Источник: https://drogariasantoremedio.com.br/diabetes-infantil/

Sintomas de diabetes em crianças (com teste online)

Diabetes infantil: o que é, sintomas, causas e o que fazer

Para saber se seu filho tem diabetes é importante estar atento a alguns sintomas que podem indicar a doença, como beber muita água, urinar várias vezes ao dia, ficar rapidamente cansado ou ter dores de barriga e de cabeça frequentes, além de problemas de comportamento, como irritabilidade e mau rendimento na escola. Veja como identificar os primeiros sintomas da diabetes em crianças.

Neste caso, deve-se levar a criança ao pediatra, para avaliar os sintomas e fazer os exames necessários, de forma a diagnosticar o problema e iniciar o tratamento adequado, que pode ser feito com dieta, exercícios ou uso de medicamentos, para evitar consequências a longo prazo.

Sinais de diabetes tipo 1

Este é o tipo de diabetes mais comum na criança e pode ser identificado por alguns sintomas. Marque os sintomas que seu filho apresenta: 

Nestes casos, a criança não precisa estar fazendo uma alimentação errada, pois este tipo de diabetes surge devido a alterações genéticas, não hereditárias, que levam o pâncreas a produzir menos insulina, dificultando o trabalho do organismo para reduzir os níveis de açúcar no sangue.

Este tipo de diabetes pode se desenvolver subitamente, com sintomas intensos, entretanto, muitos casos se desenvolvem aos poucos e de forma silenciosa, portanto, caso um ou mais destes sintomas surjam e sejam persistentes, é importante agendar uma consulta com o pediatra para uma melhor investigação. 

Sinais de diabetes tipo 2

A diabetes do tipo 2 é mais comum em crianças que não fazem uma alimentação adequada e, que, por isso, normalmente apresentam excesso de peso. Veja se a criança pode ser diabetes tipo 2 respondendo ao seguinte questionário:

Além disso, é possível que a criança apresente perda de peso leve e sem causa aparente e coloração escura em regiões de dobras, como axilas e pescoço, conhecida como acantose nigricans.

No entanto, em muitos casos, este tipo de diabetes pode não causar qualquer sintoma, se desenvolvendo silenciosamente. Assim, mesmo que a criança não apresente sintomas, mas esteja acima do peso é aconselhado consultar o pediatra para avaliar os níveis de açúcar no sangue e determinar o risco de desenvolver a doença.

O diabetes tipo 2 se desenvolve aos poucos devido à falta de controle na alimentação, com excesso de doces, massas, gorduras e frituras, além de sedentarismo e, por esse motivo, esta doença é mais comum nas crianças obesas.

Como confirmar se é diabetes

Para diagnosticar o diabetes, o médico irá solicitar exames de glicemia, que podem ser a glicose em jejum, a glicemia capilar, com picadas no dedo, ou através do teste de tolerância à glicose, que é feito após o consumo de uma bebida muito doce. Desta forma, é possível identificar qual o tipo de diabetes, e programar o tratamento ideal para cada criança.

Entenda melhor como são feitos os exames que confirmam o diabetes.

Como cuidar da criança com diabetes

O controle da glicemia é fundamental e deve ser feito diariamente, sendo muito importante ter hábitos saudáveis, como o consumo moderado de açúcar, fazer refeições menores e mais vezes ao dia, e mastigar bem antes de engolir.

A prática de atividade física também é uma estratégia tanto para controlar a doença como para impedir suas complicações sobre outros órgãos, como coração, olhos e rins.

Este tipo de controle pode ser difícil para crianças que tinham hábitos ruins de alimentação e sedentarismo, mas deve-se ter em mente que essas atitudes são as corretas para a saúde tanto das crianças, como de qualquer pessoa. Veja algumas dicas sobre o que fazer para ficar mais fácil cuidar da criança com diabetes.

No caso da criança com diabetes tipo 1, o tratamento é feito com injeções de insulina algumas vezes ao dia, de forma a imitar a insulina produzida naturalmente pelo pâncreas. Assim, são necessários 2 tipos de insulina, uma de ação lenta, aplicadas em horários fixos, e uma de ação rápida aplicada após as refeições.

Hoje em dia, existem diversas opções de insulina que podem ser aplicadas através de pequenas seringas, canetas e até uma bomba de insulina que pode ficar presa ao corpo e fazer aplicações nos horários programados. Veja quais são os principais tipos de insulina e como aplicar. 

Já o tratamento do diabetes tipo 2 infantil, inicialmente, é feito com o uso de remédios em comprimido para diminuir as taxas de glicose do sangue e tentar manter a ação do pâncreas. Em casos muito graves ou em que o pâncreas está insuficiente, poderá, também, ser feito o uso de insulina. 

O remédio mais utilizado para tratar o diabetes tipo 2 é a Metformina, mas existem diversas opções, definidas pelo médico, que têm formas de ação adaptadas para cada pessoa. Entenda quais são os medicamentos utilizados para o tratamento do diabetes.

Veja, no vídeo a seguir, dicas muito práticas e importantes para ajudar a criança a perder peso e controlar o açúcar no sangue:

Источник: https://www.tuasaude.com/como-saber-se-meu-filho-tem-diabetes/

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