Dieta para anemia: alimentos permitidos e o que evitar (com cardápio)

Dieta mais adequada para quem tem colesterol alto

Dieta para anemia: alimentos permitidos e o que evitar (com cardápio)

Mudanças no estilo de vida, incluindo a prática regular de exercícios físicos e uma dieta adequada, são importantes medidas para o controle dos níveis de colesterol. Em indivíduos com níveis de colesterol apenas um pouco elevado, simples alterações na dieta  podem reduzir ou até mesmo evitar o uso de medicamentos contra o colesterol.

Qualquer grau de redução no colesterol é bem-vindo, já que a cada 1% de redução dos níveis de colesterol LDL no sangue diminui-se em 2% o risco de doenças cardiovasculares. É importante salientar que além da dieta, para reduzir o colesterol também são essenciais o controle do peso corporal e a prática de exercícios físicos regulares.

Neste artigo faremos uma rápida revisão sobre a dieta mais indicada para o controle do colesterol. Sugerimos também a leitura de outros textos nossos sobre colesterol alto, onde explicamos as diferenças entre os tipos de colesterol (HDL, LDL e triglicerídeos) e as opções de tratamento com medicamentos: ARQUIVO DE TEXTOS SOBRE COLESTEROL

Quem deve fazer dieta para baixar o colesterol?

Uma dieta saudável é indicada para qualquer indivíduo, mesmo aqueles com níveis de colesterol controlados. Entretanto, quanto maior for o valor do colesterol LDL, mais importantes se tornam as mudanças de hábito de vida.

Uma dieta voltada para controle do colesterol está indicada para todos aqueles com colesterol LDL acima de 130 mg/dL.

No caso de pacientes com antecedentes pessoais de doença coronariana (leia: INFARTO DO MIOCÁRDIO | Causas e prevenção) a dieta deve ser feita de modo a ajudá-lo a manter o LDL abaixo de 100 mg/dL.

O que segue abaixo são dicas gerais sobre alimentos e suplementos no controle do colesterol. Para se otimizar os resultados é sempre importante ter uma consulta com um nutricionista, para que este possa traçar uma estratégia apropriada para o seu caso em particular.

Alimentos que interferem com o colesterol

Regra geral, deve-se evitar gorduras saturadas, principalmente as saturadas do tipo trans. As gorduras mais saudáveis são as gorduras insaturadas, principalmente as monoinsaturadas, encontradas em alimentos como o azeite, canola, abacate, amendoim e nozes. Vamos explicar com mais detalhes.

Carnes

Não é preciso cortar carnes da dieta, mas dê preferência a peixes. Carnes de aves sem pele também são uma opção. Carne de boi ou porco somente se forem cortes magros. A quantidade ideal de carne por dia é de 150 a 200g. Deve-se evitar:

  • Carnes com cortes gordos, entrecosto, carne de órgãos e carnes fritas (inclusive peixes).
  • Linguiça, salsicha, mortadela, salame, presunto e bacon.
  • Camarão, polvo e lulas.

Deve-se sempre dar preferência à proteína vegetal em vez da proteína de origem animal. A carne de soja é um ótimo substituto para as carnes de origem animal.

Para saber sobre os riscos do consumo de carne vermelha, leia: CARNE VERMELHA CAUSA CÂNCER?

Ovos

Pode-se comer ovos, porém, não mais do que 4 gemas por semana nos casos mais leves e não mais do que 2 gemas por semana nos casos de colesterol mais elevado ou alto risco cardiovascular. Nesta conta inclui-se alimentos que levam ovos, como bolos e massas. A clara não tem colesterol e pode ser consumida sem medo.

Leite e derivados

O leite deve ser sempre desnatado. O mesmo vale para queijos e iogurtes. Dê preferência ao queijo cottage, o mais magro de todos. Queijo Minas light também é uma boa opção. Evite queijo gorgonzola, cheddar, provolone e parmesão.

Ao contrário do muita gente pensa, a muzarela de búfala não é um queijo magro. Na verdade, ela é mais gordurosa até do que a muzarela comum.

Se quiser usar creme de leite na preparação de algum prato, use o à base de soja, cujo sabor é muito parecido. Também tenha cuidado com sorvetes cremosos.

Há alguns estudos novos que desafiam a nossa atual noção de que laticínios ricos em gordura saturada são maus para o colesterol, porém, isso ainda é motivo para debate e de forma alguma há evidências suficientes para mudança no atual consenso.

Margarina

Não se deve usar manteiga, mas sim margarina especiais. Já há no mercado margarinas com esteróis vegetais (fitosteróis) que comprovadamente ajudam a baixar os níveis de colesterol LDL. As duas marcas mais famosas são Becel pro-activ® e Benecol®.

Óleo de peixe (Omega 3)

O omega 3 é um tipo de gordura encontrada em peixes gordos, principalmente salmão, nas sementes de linhaça, óleo de linhaça, óleo de canola, óleo de soja e nozes.

O óleo de peixe também pode ser encontrado em cápsulas. O seu consumo regular reduz a incidência de eventos cardiovasculares e ajuda a reduzir os níveis de triglicerídeos.

Sugere-se o consumo de no mínimo duas refeições por semana com peixes ricos em omega 3.

Para saber mais sobre o ômega 3, leia: ÔMEGA 3 – Benefícios para a saúde

Soja

A proteína de soja apesar de não baixar diretamente os níveis de colesterol é indicada nos pacientes com colesterol alto por ser uma fonte de proteína com baixa quantidade de gordura saturada e grande quantidade gorduras insaturada.

Nozes

Nozes, amêndoas, avelã, pistáchio e castanha são boas opções para redução do colesterol LDL.

Alho

Apesar da crença popular, não há evidências de que o alho tenha ação direta na redução do colesterol LDL.

Chá verde

O chá verde comprovadamente reduz os níveis de LDL. É uma boa opção.

Fibras

O consumo regular de alimentos ricos em fibras ajuda a reduzir os níveis de LDL. Coma o máximo de alimentos com fibras que conseguir.

Frutas e vegetais

Ajudam a reduzir o colesterol LDL e devem ser a base da alimentação.

Óleos vegetais

Os óleos vegetais, como azeite, soja, girassol, canola, milho, algodão e arroz não possuem gordura saturada e são ótimas fontes de gordura saudável (gorduras insaturadas). Mas atenção, eles não devem ser fervidos, pois altas temperaturas mudam sua estrutura química transformado-os em gordura saturada (gordura ruim).

Chocolate amargo

Enquanto o chocolate comum costuma aumentar os níveis de colesterol, o chocolato amargo é rico em flavonoides, substâncias que diminuem o LDL.

Pão

Pão integral e cereais de aveia, milho ou trigo são indicados. Deve-se evitar: croissants, pães nos quais ovos, gordura ou manteiga sejam os ingredientes principais, biscoitos com alto teor de gordura, bolos, muffins contendo leite integral, gemas de ovos ou óleos saturados.

É importante salientar que a dieta e os exercícios conseguem baixar os níveis de colesterol em até 20-30%, sendo muitas vezes o suficiente para se atingir níveis adequados.

Mesmo naqueles pacientes que precisam de remédios para controlar o colesterol, a dieta é importante pois potencializa a ação das drogas, fazendo com que seja necessário o uso de doses menores, diminuindo os custo do tratamento e a incidência de efeitos colaterais.

Источник: https://www.mdsaude.com/cardiologia/colesterol/dieta-colesterol/

Dicas de alimentação para quem possui doença autoimune

Dieta para anemia: alimentos permitidos e o que evitar (com cardápio)

Cuidar da alimentação para quem possui doença autoimune é fundamental para o controle do problema e o aumento da imunidade no organismo

Uma série de medidas devem ser adotadas por quem foi diagnosticado com alguma doença autoimune, isso inclui uma dieta balanceada, orientada por um especialista.

Por isso, preparamos um artigo para te informar como adotar agora mesmo à sua rotina algumas dicas de alimentação, de forma simples e fácil, mas muito eficiente. 

Confira e anote:

O papel da alimentação para quem possui doença autoimune

A doença autoimune é classificada como uma desordem no sistema imunológico, na qual o próprio organismo promove um ataque a si mesmo. Diante disso, o paciente deve realizar um tratamento para reparar o quadro e conviver normalmente com a doença.

No entanto, além do tratamento para a doença autoimune com medicamentos imunobiológicos, o ideal é adotar outras medidas para fortalecer a imunidade. Por isso, começar pela alimentação é um ótimo ponto de partida.

Isso acontece, pois, a nutrição tem adquirido um papel cada vez mais impactante, tanto nos fatores que desencadeiam doenças autoimunes, quanto na eficácia de seu tratamento. Embora a doença autoimune não tenha uma causa definida, é sabido que alguns fatores ambientais exercem enorme influência sobre o problema.

Ou seja, o estado nutricional de um indivíduo implica diretamente no equilíbrio do sistema imunológico. Por isso, uma alimentação correta é fundamental para melhorar o prognóstico, além de auxiliar na regressão de comorbidades associadas e evitar possíveis infecções.

Uma das primeiras medidas a ser adotada, segundo orientação médica, é que o paciente restrinja os alimentos com glúten de sua dieta.

Glúten: um vilão para as doenças autoimunes

Uma das ações que vem demonstrando resultados otimistas para algumas doenças autoimunes, é excluir o glúten da dieta. Quando alimentos como centeio, trigo, cevada ou aveia são retirados da alimentação, os resultados para a evolução do tratamento são extremamente rápidos.

Isso acontece, pois, o glúten, fração proteica denominada gliadina, é responsável por manifestações de sensibilidade dentro do organismo. A gliadina é considerada um alérgeno alimentar, que desenvolve reações imunomediadas, desencadeando processos inflamatórios severos e também o agravamento ou surgimento de doenças autoimunes.

Por isso, a partir de uma dieta rica em glúten, diversos efeitos adversos podem vir a surgir no organismo, como determinados desgastes do intestino delgado e a redução da capacidade de absorção de nutrientes

Dessa forma, o glúten pode contribuir tanto para desencadear o surgimento de uma doença autoimune, quanto para complicar um quadro já existente.

Cuidado com a flora intestinal

Geralmente, os pacientes com doenças autoimunes podem apresentar um crescimento anormal de bactérias específicas e a redução de bactérias consideradas benéficas para o intestino. 

Isso explica o cuidado maior que os portadores de doenças autoimunes devem ter em relação à flora intestinal.

Por isso, alimentos probióticos, como kefir, são indicados para ser incluídos na dieta dos pacientes com doenças autoimunes.

Suplementação de vitamina D

Os níveis equilibrados de vitamina D são fundamentais para manter um sistema imunológico fortalecido, já que essa vitamina consiste em um potente modulador da função imunológica.

Embora possamos adquirir a vitamina D pela luz solar, algumas vezes, isso não é suficiente. Quando isso acontece, utilizar um suplemento da vitamina pode ajudar bastante.

Outras medidas importantes

Para manter qualquer alimentação equilibrada, é indicado aumentar o consumo de vegetais e com os pacientes de doenças autoimunes não é diferente. Por isso, aposte em:

  • vegetais de folhas verdes;
  • legumes ricos em enxofre, como cebola, brócolis, cogumelos, repolho, couve-flor;
  • legumes de cores intensas como vermelho, azul, amarelo e laranja;

Além disso, a prática de exercícios físicos para aliviar o estresse e ajudar na qualidade do sono também podem contribuir muito para a evolução do tratamento das doenças autoimunes.

Converse com o seu médico

De qualquer forma, é importante orientar que essas são medidas gerais de conscientização para o controle de doenças autoimunes

Ou seja, ao prestar atenção nessas dicas, é muito provável que a evolução do tratamento seja ainda mais eficaz, mas existem inúmeras doenças autoimunes e para cada uma delas, há indicações específicas.

No entanto, é fundamental orientar que cada caso é único e merece atenção totalmente individualizada. Por isso, leve suas dúvidas ao seu médico e aguarde as devidas recomendações específicas para a sua alimentação, levando todo o seu histórico em consideração.

Gostou do artigo? Caso ainda tenha dúvidas sobre o tema, entre em contato com a nossa equipe, ficaremos muito felizes em te ajudar.

Источник: https://clinicasoma.com.br/dicas-de-alimentacao-para-quem-possui-doenca-autoimune/

Conheça os 12 melhores alimentos para anemia

Dieta para anemia: alimentos permitidos e o que evitar (com cardápio)

A anemia é causada pela redução no sangue do número de glóbulos vermelhos (hemácias) que funcionam corretamente.

Essas células são responsáveis por levar o oxigênio a todos os órgãos do corpo e, quando diminuem em número ou não funcionam bem, há problemas de oxigenação em todos o organismo.

 Na maioria dos casos, o problema pode ser resultado de uma grande perda de sangue, da presença de parasitas intestinas ou da deficiência de ferro no organismo. A falta desse mineral pode ser suprida com a inclusão de boas opções de alimentos para anemia na dieta.

Para prevenir casos de anemia, ou mesmo durante o seu tratamento, é muito comum a recomendação de ingestão de alimentos ricos em ferro. E esse nutriente pode ser facilmente encontrado na natureza em diferentes concentrações. Por isso, é possível variar bem o cardápio e, ainda assim, garantir o suprimento necessário desse mineral.

Flora intestinal: como cuidar do nosso “segundo cérebro”Doença celíaca: uma vida sem glúten

De acordo com recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), uma dieta equilibrada prevê um consumo de  9 miligramas por dia desse mineral para crianças de sete meses a dez anos, 14 miligramas para adultos e 27 miligramas para grávidas.

Um levantamento da Organização Mundial de Saúde (OMS) indica que 40% das gestantes do mundo sofrem com anemia.

A boa notícia é que combater essa doença pode até pedir alguma dedicação, mas isso pode ser feito de maneira bastante simples e saborosa. Consumir a quantidade necessária de alimentos ricos em ferro diariamente é o primeiro passo para uma vida mais saudável.

Os melhores alimentos para anemia

O ferro é um dos principais itens que precisam ser repostos quando a anemia é causada por problemas nutricionais. Mas ele não é o único que precisa de atenção. Incluir fontes de vitamina C e proteínas ajuda a melhorar a absorção desse mineral pelo organismo, o que garante um melhor aproveitamento alimentar.

Quinoa

Esse alimento contém 4,2 miligramas de ferro em uma porção de 45 gramas e pode substituir outros cereais nas refeições.

Amaranto

Alguns estudos apontam que, entre os cereais, é o que apresenta teores mais altos de ferro.

Cereais integrais

Aveia e versões integrais de arroz e farinha de trigo apresentam teores mais altos de ferro do que os cereais refinados. É sempre a melhor escolha para receitas e refeições.

Feijão

Preto, carioca, rosa ou rajado, entre tantos outros, o feijão é uma fonte bem conhecida do nutriente e fornece 3,7 mg de ferro a cada 100 g.

Grão-de-bico

Esse grão é outra uma ótima opção rica nesse nutriente, já que possui cerca de 6 mg de ferro a cada 100 gramas.

Frutas secas

Uva-passa, damasco e ameixa seca podem compor lanches e sobremesas para aumentar o consumo de ferro no dia a dia.

Nozes e sementes

Ótimas para variar o cardápio e incluir na preparação de saladas. Entre as opções estão a castanha-de-caju, o pistache e a semente de abóbora.

Folhas verde-escuras

As verduras com folhas escuras são uma boa fonte de ferro. Alguns exemplos são o espinafre e a couve.

Miúdos

Quase todas as mães recorrem ao fígado de boi para aumentar a ingestão de ferro da família. E todas sempre estiveram certas: é uma ótima fonte do mineral, embora não agrade ao paladar de muita gente.

Frutos do mar

Crustáceos e alguns peixes também são boa fonte de ferro. Entre as boas opções estão o atum (fresco ou em lata), salmão, ostra e camarão.

Como aumentar a absorção do ferro

Segundo o Ministério da Saúde, a presença de vitamina C, disponível em frutas cítricas, e alimentos ricos em proteínas na refeição melhora a absorção do ferro presente nos vegetais. Por isso, você pode temperar sua salada de folhas com limão, tomar um suco de laranja para acompanhar a refeição ou escolher uma fruta cítrica para a sobremesa.

Atenção: evite alimentos ricos em fosfatos, polifenóis, taninos e cálcio, elementos que podem inibir a absorção do ferro. Ao consumir alimentos ricos no mineral, deixe de lado café, chás, mate, leite e derivados.

Quais os principais sintomas da anemia?

Entre os sinais mais comuns da doença estão cansaço, mal-estar, falta de ar, palpitações, sensibilidade ao frio e palidez. Se a anemia estiver em estágios mais avançados e for mais grave, pode haver ainda alterações na pele e nas mucosas. As unhas e os cabelos também tendem a ficar mais frágeis e a se quebrarem com bastante facilidade.

Se você desconfiar que esse pode ser o caso, procure um médico antes de fazer qualquer alteração na sua dieta. E lembre-se: manter uma alimentação equilibrada e um estilo de vida saudável é a melhor forma de cuidar da saúde e de melhorar sua qualidade de vida.

Sugestão Jasmine

O portfólio da Jasmine inclui produtos que ajudam a aumentar a ingestão de ferro e dos nutrientes que ajudam na sua absorção. Você encontra os grãos Arroz Integral e a Aveia em Flocos Finos, além do Extrato de Soja, do Mix Sementes Tradicional e o Mix Sementes e Nuts. Não deixe ainda de garantir a ingestão de vitamina C com Goji Berries, Red Berries e o Mix Fruits.

Источник: https://www.jasminealimentos.com/alimentacao/alimentos-para-anemia/

ICESP

Dieta para anemia: alimentos permitidos e o que evitar (com cardápio)

Os tratamentos oncológicos podem provocar diversos efeitos colaterais que, dependendo do paciente, podem ser leves ou agudos.

Esses efeitos apresentam duração variável e, geralmente, desaparecem após algumas semanas, mas colaboram para redução na ingestão alimentar e, consequentemente, para perda de peso durante o tratamento.

É muito importante que o paciente comunique o seu médico caso apresente algum efeito colateral ou qualquer alteração da sua condição habitual, e que procure, também, um nutricionista para a avaliação, orientação e acompanhamento nutricional, visando ajustar sua dieta e contornar as possíveis reações desagradáveis decorrentes do tratamento.

Muitos desses sintomas podem ser minimizados, por isso, o Icesp criou receitas especiais que auxiliam os pacientes oncológicos a se alimentarem melhor.

Clique aqui para abrir nossa cartilha especial de receitas práticas, saudáveis e de baixo custo.

Dicas para controlar os sintomas:O que você deve fazer:
  • Prefira alimentos gelados ou em temperatura ambiente.
  • Faça pequenas refeições em menor intervalo de tempo.
  • Coma devagar e mastigue bem os alimentos.
  • Beba sucos ou chupe gelo ou picolé de frutas cítricas, como limão (se não estiver com feridas na boca) nos intervalos das refeições.
  • Realize suas refeições em lugares bem arejados.

Náuseas e vômitos

O que você deve evitar:
  • Frituras e alimentos gordurosos.
  • Doces concentrados, como compotas, goiabada, marmelada.
  • Condimentos fortes (pimenta, catchup, mostarda, molho inglês, por exemplo).
  • Deitar-se após as refeições.
  • Ficar próximo à cozinha durante o preparo das refeições.

Diarreia

O que você deve fazer:
  • Consuma líquidos em abundância: chás, sucos coados e principalmente água.
  • Procure ingerir alimentos como batatas, chuchu, cenoura cozida, aipim, inhame, cará, creme de arroz, arroz, macarrão com molho caseiro coado, farinhas, torradas, biscoito água e sal ou de maisena, carnes grelhadas (frango, peixe ou boi).
  • Prefira sucos de frutas coados: limonada, caju, maçã e laranja sem açúcar.
  • Prefira leite de soja.
  • Consuma as frutas: banana-maçã, maçã e pera sem casca, goiaba sem casca e semente, caju.
  • Consuma apenas o caldo de leguminosas (feijão, ervilha, lentilha, grão de bico).

O que você deve evitar:

  • Leite e derivados.
  • Alimentos gordurosos (manteiga, toucinho, banha, creme de leite, por exemplo).
  • Frutas cruas em geral.
  • Frutas e sementes oleaginosas (abacate, coco, nozes, amêndoas, amendoim, castanhas).
  • Condimentos picantes (páprica, pimenta, mostarda, catchup, por exemplo). 
  • Conservas em geral (picles, azeitona, palmito, aspargos, milho e ervilha). 
  • Embutidos (salsicha, linguiça, presunto, salame, mortadela, por exemplo). 
  • Leguminosas (feijão, ervilha, lentilha, grão de bico). 
  • Hortaliças cruas: legumes e verduras folhosas. 
  • Alimentos de causam flatulência (gases), como couve-flor, brócolis, repolho e ovo.

(constipação)

O que você deve fazer:
  • Consuma líquidos em abundância (chás, sucos diluídos e principalmente água).
  • Prefira frutas laxativas: ameixa, laranja, mamão, abacate, ameixa seca, manga, banana nanica.
  • Consuma as frutas com casca e bagaço, quando possível.
  • Consuma preferencialmente hortaliças cruas (legumes e verduras).
  • Consuma farelo de cereais (arroz, aveia ou trigo). 
  • Consuma produtos integrais (arroz, pães e torradas). 
  • Consuma leguminosas regularmente (ervilha, feijão, grão de bico, lentilha, soja, por exemplo). 
  • Consuma leite e derivados: iogurte, leite fermentado, mingau de aveia.

O que você deve evitar:

  • Alimentos constipantes, como ricota fresca, queijo branco, sagu, tapioca, maisena, banana prata, banana maçã, pera, goiaba e maçã sem casca e sem sementes, caju.

(xerostomia)

O que você deve fazer:
  • Prepare as refeições com caldos ou molhos.
  • Se não houver feridas na boca, chupe balas azedas e/ou ácidas, picolés ou gelo e mastigue chicletes (de preferência sabor menta), que podem ajudar a produzir mais saliva.
  • Consumir líquidos em abundância: chás, sucos diluídos e, principalmente, água.

O que você deve evitar:

(mucosite)

O que você deve fazer:

  • Consuma alimentos macios e pastosos. 
  • Prefira alimentos gelados ou à temperatura ambiente. 
  • Se necessário, utilize alimentos líquidos ou liquidificados.

O que você deve evitar:

  • Alimentos ácidos, picantes ou muito salgados.
  • Alimentos muito quentes.

(odinofagia)

O que você deve fazer:
  • Preparar sua refeição na consistência que for mais bem tolerada, que ofereça menor dificuldade para mastigar ou engolir, podendo variar entre branda, pastosa ou líquida (conforme avaliação da fonoaudióloga).
  • Tomar pequenos goles de água ou suco durante as refeições podem ajudar a engolir.
  • Faça as refeições em pequenas quantidades, várias vezes ao dia. 

alteração de paladar

O que você deve fazer:
  • Enxágue a boca com água pura antes das refeições ou faça bochechos com chá de camomila antes das refeições.
  • Experimente balas azedas e/ou ácidas ou gotas de limão (30 gotas em 1 copo de 200ml) ou gelatina de limão (caso não apresente feridas na boca). 
  • Use temperos naturais em maior quantidade, como: manjericão, orégano, salsinha, hortelã, alecrim, coentro, por exemplo. 
  • Substitua os talheres de metal pelos de plástico, caso sinta sabor residual metálico. 
  • Mantenha boa higiene bucal.

O que você deve evitar:

  • Consumir alimentos muito quentes ou muito gelados. 

Radioiodoterapia

É o tratamento que utiliza iodo radioativo (Iodo-131) para o controle dos carcinomas diferenciados da glândula tireoide.O objetivo é combater às células cancerígenas que ainda restaram na tireoide após a cirurgia (tireoidectomia) ou metástases, sendo destruídas através da radiação emitida pelo iodo.Os pacientes recebem orientação para realização de uma dieta pobre em iodo, no período que antecede a internação, através do nutricionista ambulatorial. Evitam o consumo de Sal iodado, sal marinho e alimentos salgados, pois são fontes de iodo.

Источник: http://www.icesp.org.br/espaco-do-paciente/cardapio-para-controle-de-sintomas-do-tratamento

Dieta do tipo sanguíneo: descubra o que consumir!

Dieta para anemia: alimentos permitidos e o que evitar (com cardápio)

Você já ouviu falar em dieta do tipo sanguíneo? Pode parecer estranho, mas existe um cardápio específico ideal para cada tipo de sangue. Você conhece os tipos sanguíneos existentes e as diferenças entre eles? Atente-se a este artigo e descubra o que você pode consumir segundo esse tipo de dieta!

O que é o tipo sanguíneo e quais são as diferenças de um para o outro?

O tipo sanguíneo de uma pessoa é classificado segundo a presença ou ausência de anticorpos — aglutininas. Desse modo, o sangue possui quatro tipos de classificação, com base no sistema ABO:

Sangue A: esse tipo possui anticorpos que combatem o tipo B, conhecido como anti-B. Pessoas com esse tipo sanguíneo só podem receber sangue de quem possui sangue A ou O;

Sangue B: considerado raro, esse tipo possui anticorpos que combatem o tipo A, conhecido como anti-A. Pessoas com esse tipo sanguíneo só podem receber sangue de quem possui sangue B ou O;

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Sangue AB: um dos mais raros, o tipo AB não possui anticorpos que combatem A ou B. Pessoas com esse tipo sanguíneo podem receber sangue de todos os outros tipos e não apresentam qualquer reação adversa;

Sangue O: esse tipo é tido como doador universal e possui anticorpos anti-A e anti-B. Pessoas com esse tipo sanguíneo podem receber sangue somente de quem possui sangue O.

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O que é a dieta do tipo sanguíneo?

Você sabia que o sangue influencia nossa alimentação? Pensando nisso, Peter D’Adamo, médico e naturopata, escreveu um livro, no ano de 1996, chamado “A Dieta do Tipo Sanguíneo”, no qual afirma que, se uma pessoa seguir uma dieta específica para o seu tipo de sangue, o seu organismo se livrará de inflamações, inchaços, gorduras, retenção de líquidos e outras desordens, pois essa regra de alimentação é capaz de reequilibrar o funcionamento do organismo.

Nesse cardápio para os tipos sanguíneos, os alimentos são vistos como:

Benéficos: alimentos que evitam, tratam e curam doenças;

Nocivos: alimentos que podem piorar ou acentuar o quadro de doenças;

Neutros: alimentos que não causam nem curam ou tratam doenças.

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Segundo essa dieta, os alimentos que ingerimos diariamente ditam o funcionamento do nosso sistema imunológico, do metabolismo, das nossas emoções e até mesmo da nossa personalidade. O intuito dela é promover equilíbrio e saúde a partir de uma reeducação alimentar de acordo com a classificação de alimentos citadas acima.

O que cada tipo sanguíneo pode comer e deve evitar segundo a dieta?

Como cada tipo sanguíneo possui características específicas, deve seguir um cardápio diferente. Confira:

Pessoas de sangue tipo O: precisam comer proteínas e carnes todos os dias, pois têm alta propensão a desenvolver doenças gástricas. O aparelho intestinal desse grupo é extremamente forte, mas é preciso evitar o consumo de laticínios, pois não consegue digerir a lactose com facilidade. Confira os alimentos permitidos e os que devem ser evitados:

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Alimentos permitidos

  • Carnes: qualquer tipo de carne é permitido;
  • Gorduras: azeites, banha de porco, óleo de gergelim e manteiga;
  • Sementes: abóbora e girassol;
  • Oleaginosas: nozes e amêndoas;
  • Queijos: mussarela e queijo de cabra;
  • Leite: leite de coco, de castanhas e de amendoim;
  • Ovos;
  • Leguminosas: feijões, ervilha torta, grão-de-bico e soja;
  • Cereais: todos os tipos de arroz, centeio, cevada e trigo;
  • Frutas: abacaxi, ameixa amarela e roxa; banana, pêssego, maçã, limão tahiti e uva;
  • Temperos: menta, salsinha, cacau, mel, orégano, tomilho e gengibre;
  • Legumes: brócolis, couve-flor, abóbora, quiabo, cenoura, chicória, abobrinha, mandioquinha, tomate e cebola.

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Alimentos proibidos

  • Carnes: presunto, polvo, lula e carne de porco;
  • Gorduras: óleo de milho;
  • Oleaginosas: pistache;
  • Laticínios: leite, creme de leite, queijo ricota, cottage, sorvete, etc;
  • Leguminosas: lentilhas;
  • Cereais: amido de milho, pão branco e aveia;
  • Frutas: laranja, morango e amora;
  • Legumes: batatas e repolho;
  • Bebidas: chá preto, bebidas destiladas e café;
  • Diversos: champignons, conservas, vinagre e canela.

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Pessoas de sangue tipo A: beneficiam-se mais com um cardápio rico em vegetais, pois são propensos a doenças digestivas. Devem comer poucos alimentos de origem animal. Confira os alimentos permitidos e proibidos:

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Pessoas de sangue tipo AB: podem se alimentar com muito mais opções do que os outros tipos sanguíneos. Para esse grupo, são poucos os alimentos que fazem mal à saúde. Confira:

Pra quê serve a dieta do tipo sanguíneo?

O intuito dessa dieta é acelerar o metabolismo de um indivíduo de acordo com um cardápio feito a partir do seu tipo sanguíneo.

Além de promover mais saúde, ela diminui os riscos de doenças do coração e garante o emagrecimento daqueles que seguirem a alimentação indicada. A base para tais objetivos é o fato de que em cada cardápio.

São indicados os alimentos que beneficiam o organismo de cada grupo, assim como os que devem ser evitados por dificultarem a digestão e prejudicarem o funcionamento do metabolismo, bem como o emagrecimento.

EaEhn / Pexels

Quem pode fazer a dieta do tipo sanguíneo?

Qualquer pessoa adulta pode fazer essa dieta. Não há restrições, pois os cardápios são feitos a partir somente da alimentação.

Mas o indicado é que você busque um nutricionista para saber do que o seu corpo realmente precisa para funcionar bem.

Por mais que esse estudo diga o que o seu tipo sanguíneo não deve comer, você precisa estar atento ao que o seu organismo precisa diariamente. É preciso cuidar para que não falte nenhum nutriente ou vitamina na sua alimentação.

Agora você conhece essa modalidade de dieta e já deve estar pensando em começá-la… mas, antes de qualquer coisa, consulte com um médico especialista! Ele lhe dirá se você pode ou não seguir esse cardápio, de acordo com as suas necessidades, afinal cada organismo é um organismo e as pessoas não funcionam da mesma forma!

Источник: https://www.eusemfronteiras.com.br/qual-o-melhor-alimento-para-o-seu-tipo-sanguineo/

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