Entenda porque as vacinas não causam autismo

Contents
  1. 10 mitos sobre vacinação
  2. 2) MITO: As vacinas têm vários efeitos colaterais prejudiciais e de longo prazo que ainda são desconhecidos. A vacinação pode ser até fatal
  3. 3) MITO: A vacina combinada contra a difteria, tétano e coqueluche e a vacina contra a poliomielite causam a síndrome da morte súbita infantil
  4. 4) MITO: As doenças evitáveis por vacinas estão quase erradicadas em meu país, por isso não há razão para me vacinar
  5. 5) MITO: Doenças infantis evitáveis por vacinas são apenas infelizes fatos da vida
  6. 6) MITO: Aplicar mais de uma vacina ao mesmo tempo em uma criança pode aumentar o risco de eventos adversos prejudiciais, que podem sobrecarregar seu sistema imunológico
  7. 7) MITO: A influenza é apenas um incômodo e a vacina para a doença não é muito eficaz
  8. 8) MITO: É melhor ser imunizado por meio da doença do que por meio de vacinas
  9. 9) MITO: As vacinas contêm mercúrio, que é perigoso
  10. 10) MITO: Vacinas causam autismo
  11. Vacinas: que são, como funcionam e no SUS
  12. O que são vacinas?
  13. Como a vacina funciona?
  14. Vacinas disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS)
  15. Importância da vacinação
  16. 5 mitos sobre vacinas: a verdade por trás deles
  17. 1. As vacinas causam autismo
  18. 2. As vacinas provocam uma série de efeitos colaterais perigosos que são mais perigosos que a própria doença.
  19. 3. Se uma pessoa apresenta uma vida saudável, não é necessário vacinar.
  20. 4. Mulheres grávidas não devem se vacinar.
  21. 5. Se uma doença está erradicada em nosso país, não há necessidade de vacinação.
  22. Entenda o que é o movimento antivacina
  23. Uma decisão coletiva
  24. A origem do movimento
  25. O que os antivacinas argumentam
  26. Desvendamos 8 mitos sobre as vacinas
  27. Referências
  28. Confira 7 mitos sobre a importância das vacinas
  29. A importância das vacinas para a imunidade
  30. Deixar de se vacinar é ruim para todo mundo
  31. 7 mitos desmentidos: não se deixe enganar!
  32. 1. Mito: vacinas causam autismo
  33. 2. Mito: uma melhor higiene basta para fazer doenças desaparecerem
  34. 3. Mito: vacinas têm vários efeitos colaterais e podem ser fatais
  35. 4. Mito: vacinas causam a síndrome da morte súbita infantil (SMSI)
  36. 5. Mito: não preciso me vacinar contra doenças erradicadas em meu país
  37. 6. Mito: aplicar mais de uma vacina ao mesmo tempo é arriscado
  38. 7. Mito: as vacinas contêm mercúrio, que é perigoso

10 mitos sobre vacinação

Entenda porque as vacinas não causam autismo
Perguntas e Respostas

1) MITO: Uma melhor higiene e saneamento farão as doenças desaparecerem – vacinas não são necessárias.

Por quê? As doenças que podem ser prevenidas por vacinas retornarão caso os programas de imunização sejam interrompidos.

Uma melhor higiene, lavagem das mãos e uso de água limpa ajudam a proteger as pessoas de doenças infecciosas. Entretanto, muitas dessas infecções podem se espalhar, independente de quão limpos estamos.

Se as pessoas não forem vacinadas, doenças que se tornaram raras, como a poliomielite e o sarampo, reaparecerão rapidamente.

2) MITO: As vacinas têm vários efeitos colaterais prejudiciais e de longo prazo que ainda são desconhecidos. A vacinação pode ser até fatal

Por quê? As vacinas são muito seguras. A maioria das reações são geralmente pequenas e temporárias, como um braço dolorido ou uma febre ligeira. Eventos graves de saúde são extremamente raros e cuidadosamente monitorados e investigados. É muito mais provável que uma pessoa adoeça gravemente por uma enfermidade evitável pela vacina do que pela própria vacina.

A poliomielite, por exemplo, pode causar paralisia; o sarampo pode causar encefalite e cegueira; e algumas doenças preveníveis por meio da vacinação podem até resultar em morte.

Embora qualquer lesão grave ou morte causada por vacinas seja muito relevante, os benefícios da imunização superam em muito o risco, considerando que muitas outras lesões e mortes ocorreriam sem ela.

3) MITO: A vacina combinada contra a difteria, tétano e coqueluche e a vacina contra a poliomielite causam a síndrome da morte súbita infantil

Por quê? Não há relação causal entre a administração de vacinas e a síndrome da morte súbita infantil (SMSI), também conhecida como síndrome da morte súbita do lactente. No entanto, essas vacinas são administradas em um momento em que os bebês podem sofrer com essa síndrome.

Em outras palavras, as mortes por SMSI são coincidentes à vacinação e teriam ocorrido mesmo se nenhuma vacina tivesse sido aplicada. É importante lembrar que essas quatro doenças são fatais e que os bebês não vacinados contra elas estão em sério risco de morte ou incapacidade grave.

4) MITO: As doenças evitáveis por vacinas estão quase erradicadas em meu país, por isso não há razão para me vacinar

Por quê? Embora as doenças evitáveis por vacinação tenham se tornado raras em muitos países, os agentes infecciosos que as causam continuam a circular em algumas partes do mundo.

Em um mundo altamente interligado, esses agentes podem atravessar fronteiras geográficas e infectar qualquer pessoa que não esteja protegida.

Desde 2005, por exemplo, na Europa Ocidental ocorrem focos de sarampo em populações não vacinadas (Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Alemanha, Itália, Espanha, Suíça e Reino Unido).

Dessa forma, as duas principais razões para a vacinação são proteger a nós mesmos e também as pessoas que estão à nossa volta. Programas de vacinação bem-sucedidos, assim como as sociedades bem-sucedidas, dependem da cooperação de cada indivíduo para assegurar o bem de todos. Não devemos apenas confiar nas pessoas ao nosso redor para impedir a propagação da doença; nós também devemos fazer tudo o que pudermos.

5) MITO: Doenças infantis evitáveis por vacinas são apenas infelizes fatos da vida

Por quê? As doenças evitáveis por vacinas não têm que ser “fatos da vida”.

Enfermidades como sarampo, caxumba e rubéola são graves e podem levar a complicações graves em crianças e adultos, incluindo pneumonia, encefalite, cegueira, diarreia, infecções de ouvido, síndrome da rubéola congênita (caso uma mulher seja infectada com rubéola no início da gravidez) e, por fim, à morte. Todas essas doenças e o sofrimento que elas causam podem ser prevenidos com vacinas. O fato de não vacinar as crianças faz com que elas fiquem desnecessariamente vulneráveis.

6) MITO: Aplicar mais de uma vacina ao mesmo tempo em uma criança pode aumentar o risco de eventos adversos prejudiciais, que podem sobrecarregar seu sistema imunológico

Por quê? Evidências científicas mostram que aplicar várias vacinas ao mesmo tempo não causa aumento de eventos adversos sobre o sistema imunológico das crianças. Elas são expostas a centenas de substâncias estranhas, que desencadeiam uma resposta imune todos os dias.

O simples ato de comer introduz novos antígenos no corpo e numerosas bactérias vivem na boca e no nariz. Uma criança é exposta a muito mais antígenos de um resfriado comum ou dor de garganta do que de vacinas.

As principais vantagens de aplicar várias vacinas ao mesmo tempo são: menos visitas ao posto de saúde ou hospital, o que economiza tempo e dinheiro; e uma maior probabilidade de que o calendário vacinal seja completado.

Além disso, quando é possível ter uma vacinação combinada – como para sarampo, caxumba e rubéola – menos injeções são aplicadas.

7) MITO: A influenza é apenas um incômodo e a vacina para a doença não é muito eficaz

Por quê? A influenza é muito mais que um incômodo. É uma doença grave que mata de 300 mil a 500 mil pessoas a cada ano em todo o mundo.

Mulheres grávidas, crianças pequenas, pessoas idosas com pouco acesso à saúde e qualquer um que possua uma condição crônica, como asma ou doença cardíaca, estão em risco mais elevado para uma infecção severa, que pode levar à morte.

A vacinação de gestantes tem o benefício adicional de proteger seus recém-nascidos (não há atualmente nenhuma vacina contra a influenza para bebês menores de seis meses). A maioria das vacinas contra a influenza oferece imunidade às três cepas mais prevalentes, que circulam em qualquer estação.

É a melhor maneira de reduzir as chances de adquirir influenza grave e de espalhá-la para outras pessoas. Evitar a doença significa evitar custos com cuidados médicos extras e perda de renda por faltas no trabalho ou na escola.

8) MITO: É melhor ser imunizado por meio da doença do que por meio de vacinas

Por quê? As vacinas interagem com o sistema imunológico para produzir uma resposta imunológica semelhante àquela produzida pela infecção natural, mas não causam a doença ou colocam a pessoa imunizada em risco de possíveis complicações.

Em contraste, há um preço a ser pago pela imunidade adquirida apenas por meio de uma infecção natural: deficiência intelectual oriunda do Haemophilus influenzae tipo b (Hib), defeitos congênitos da rubéola, câncer hepático provocado pelo vírus da hepatite B ou morte por sarampo.

9) MITO: As vacinas contêm mercúrio, que é perigoso

Por quê? O tiomersal é um composto orgânico, que contém mercúrio, adicionado a algumas vacinas como conservante. É o conservante mais utilizado para vacinas que são fornecidas em frascos multidose. Não existe evidência que sugira que a quantidade de tiomersal utilizada nas vacinas represente um risco para a saúde.

10) MITO: Vacinas causam autismo

Por quê? Um estudo apresentado em 1998, que levantou preocupações sobre uma possível relação entre a vacina contra o sarampo, a caxumba e a rubéola e o autismo, foi posteriormente considerado seriamente falho e o artigo foi retirado pela revista que o publicou. Infelizmente, sua publicação desencadeou um pânico que levou à queda das coberturas de vacinação e subsequentes surtos dessas doenças. Não há evidência de uma ligação entre essa vacina e o autismo/transtornos autistas.

Veja também

Mitos e Verdade sobre Febre Amarela

#FAQMS | Perguntas e respostas sobre a vacinação contra o HPV

Com informações da Opas/OMS

Источник: http://www.blog.saude.gov.br/index.php/perguntas-e-respostas/53294-10-mitos-sobre-vacinacao

Vacinas: que são, como funcionam e no SUS

Entenda porque as vacinas não causam autismo

As vacinas são agentes imunizadores usados na prevenção de uma série de doenças.

São produzidas utilizando-se o próprio organismo causador da doença ou seus derivados, que serão responsáveis por desencadear em nosso corpo uma resposta imunológica.

Ao receber a vacina, nosso corpo inicia a produção de anticorpos, e, graças à nossa memória imunológica, quando tivermos contato novamente com o agente causador da doença, nossos anticorpos serão produzidos rapidamente, evitando, desse modo, que fiquemos doentes.

Existem vacinas aplicadas na infância, na adolescência e também na fase adulta. É importante estar atento ao calendário de vacinação e respeitar o número de doses de cada vacina. Ao vacinarmo-nos, protegemos nosso corpo e também a população como um todo, uma vez que esse ato evita epidemias e pode até mesmo garantir a erradicação de uma doença.

Leia também: Infecção – exemplos de doenças, infecção hospitalar e agentes infecciosos

O que são vacinas?

Vacinassão produtos capazes de estimular nosso sistema imunológico e garantir a imunização contra alguma doença.

São produzidas com base no agente causador da doença, que estará inativado, atenuado ou presente apenas em fragmentos.

Além do agente imunizante (agente causador da doença morto, atenuado ou presente em fragmentos), as vacinas apresentam em sua composição outros produtos, tais como líquido de suspensão, substâncias conservantes e estabilizadores.

As vacinas apresentam em sua composição o agente causador de uma doença, o qual causará uma resposta do sistema imune.

As vacinas são seguras e, assim como todos os medicamentos, podem causar reações adversas. Essas reações, no entanto, são geralmente brandas, como vermelhidão no local e febre baixa.

Apesar de muitas pessoas acreditarem nisto, a informação de que algumas vacinas podem causar autismo é incorreta.

Esse equívoco começou a circular após a publicação de um artigo em 1998, ele, porém, apresentou uma série de falhas e foi considerado sem validade científica.

Vale salientar que, apesar de seguras, existem algumas contraindicações para determinadas vacinas. Dentre elas podemos citar pacientes com história de reação anafiláticarelacionada a componentes das vacinas, e pacientes com imunodepressão e em tratamento com drogas imunossupressoras.

Não pare agora… Tem mais depois da publicidade ;)

Como a vacina funciona?

Ao vacinarmo-nos, estamos colocando em nosso corpo fragmentos ou mesmo o agente causador da doença morto ou atenuado.

Mesmo utilizando organismos mortos, atenuados ou fragmentos deles, eles são capazes de estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos e garantir a memória imunológica, a qual promove uma resposta rápida e específica quando somos expostos novamente àquele agente.

Devido ao fato da vacina estimular nosso sistema imunológico a produzir anticorpos, dizemos que se trata de uma imunização ativa. A vacina atua, portanto, da mesma forma que uma infecção contraída naturalmente, porém, no caso da vacina, não há riscos ao receptor, pois ela não é capaz de provocar o desenvolvimento da doença.

Leia também: Diferenças entre antígenos e anticorpos

Vacinas disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS)

O SUS disponibiliza gratuitamente uma série de vacinas que garantem a imunização de crianças, adolescentes, adultos, idosos e gestantes. De acordo com o Ministério da Saúde, “ao todo, são disponibilizadas 19 vacinas para mais de 20 doenças, cuja proteção inicia ainda nos recém-nascidos, podendo estender-se por toda a vida”.

Dentre as vacinas disponibilizadas no SUS, podemos citar a vacina BCG, que previne contra formas graves de tuberculose; a vacina contra hepatite B; a vacina contra a poliomielite; a vacina contra o HPV; a vacina contra a febre amarela; a vacina DTP, que previne contra difteria, tétano e coqueluche, entre outras.

Vale salientar, ainda, que anualmente o Ministério da Saúde realiza a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, responsável pela imunização de grupos prioritários contra essa doença que mata várias pessoas todos os anos.

Não são somente as crianças que devem receber vacinas, algumas delas devem ser administradas em adolescentes, jovens, idosos e gestantes.

Para vacinar-se, a pessoa deve comparecer a um posto de saúde munida do seu cartão de vacinação. O cartão de vacinação é um documento importante que tem todo o registro de vacinação daquele indivíduo. Caso uma pessoa perca seu cartão, pode comparecer ao posto onde recebeu as vacinas e pedir o resgate do seu histórico de vacinação para fazer uma nova via do cartão.

Leia mais: Vacina contra a gripe – previne contra a infecção por alguns vírus Influenza

Importância da vacinação

As vacinas são um meio eficiente para a prevenção contra uma série de doenças infectocontagiosas.

Entretanto sua importância vai muito além da proteção individual, sendo essencial para garantir a segurança da população.

Quando uma pessoa não se vacina, pode contrair a doença e transmiti-la a outras pessoas que também não foram imunizadas. Assim sendo, quanto mais gente estiver imunizada, menos a doença circulará.

Não podemos esquecer-nos também de que a vacinação de grande parcela da população contra uma determinada doença pode garantir, por exemplo, a sua erradicação.

Esse foi o caso da varíola, uma doença que matou mais de 300 milhões de pessoas no século XX. Ela foi erradicada por série de medidas adotadas por vários países, sendo uma delas a vacinação.

Outra doença erradicada, pelo mesmo motivo, é a poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, que pode provocar sequelas motoras e não possui cura.

Publicado por: Vanessa Sardinha dos Santos

Источник: https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/vacinas.htm

5 mitos sobre vacinas: a verdade por trás deles

Entenda porque as vacinas não causam autismo

As vacinas são uma importante forma de prevenção contra diversas doenças, e o Brasil é um país que se destaca por seu programa público de imunização.

De acordo com o Ministério da Saúde, a rede pública oferta todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Porém, ainda de acordo com o Ministério, “os últimos dois anos (2017 e 2018) os índices de cobertura vacinal das principais vacinas ofertadas pelo SUS têm registrado queda”. Isso significa que a vacina está disponível, porém a população não está procurando a rede para recebê-la.

Infelizmente, observa-se que muitas informações incorretas são diariamente compartilhadas, sendo verificado um crescente aumento do número de pessoas que não acreditam na eficácia ou temem os efeitos da vacina.

Com isso, algumas doenças que estavam erradicadas no país, acabam retornando.

Devido a grande importância da vacinação e da grande quantidade de notícias falsas que circulam sobre o tema, separamos 5 mitos sobre as vacinas que precisam ser destruídos.

1. As vacinas causam autismo

As vacinas das crianças devem obedecer rigorosamente o calendário de vacinação.

As vacinas não causam autismo. Esse mito se iniciou quando, em 1998, um trabalho foi apresentado relacionando o autismo com a vacina tríplice viral.

Obviamente, esse estudo causou muito pânico entre a população, porém o próprio autor do trabalho se retratou posteriormente, na revista em que o estudo tinha sido publicado, por ter cometido alguns errosmetodológicos.

O problema é que mesmo depois de provado o erro no trabalho e outros estudos serem realizados e comprovarem que a relação não existe, o trabalho desacreditado pela ciência continuou a ser divulgado.

Leia também: Vacinas que todas as crianças devem tomar

Não pare agora… Tem mais depois da publicidade ;)

2. As vacinas provocam uma série de efeitos colaterais perigosos que são mais perigosos que a própria doença.

As vacinas, assim como os medicamentos, podem gerar algumas reações, porém essas reações são normalmente pouco preocupantes e somem rapidamente.

Dentre as reações que podem ocorrer, destacam-se a febre e a dor no local da aplicação.

Efeitos colaterais maisgraves ocasionados por vacinas são muitoraros, entretanto, complicações em decorrência de certas doenças são bastante comuns.

A gripe H1N1, por exemplo, pode provocar a morte, porém pode ser prevenida com vacinação. Outro ponto que merece destaque é que as vacinas antes de serem liberadas para a população passam por uma sériedetestes que garantem a sua eficácia e segurança.

3. Se uma pessoa apresenta uma vida saudável, não é necessário vacinar.

Uma vida saudável é fundamental para a prevenção de uma grande quantidade de doenças, porém não garante proteção efetiva contra todas elas. Isso significa que mesmo que a pessoa se alimente bem, tenha bons hábitos de higiene e pratique exercícios, ela deve ter o seu cartão de vacinação em dia.

Leia também: Por que devemos vacinar todos os anos contra a gripe?

4. Mulheres grávidas não devem se vacinar.

As mulheres grávidas podem receber algumas vacinas, como a de gripe.

As mulheres grávidas podem se vacinar contra algumas doenças, entretanto, outras vacinas não são recomendadas para gestantes.

Dentre as vacinas que a gestante pode tomar, está a vacina contra a gripe, a vacina contra a hepatite B e a dTpa (difteria, tétano e coqueluche).

Já dentre as vacinas contraindicadas podemos citar a vacina contra a varicela e a contra HPV.

Leia também: Como as gravidas podem prevenir-se do vírus zika?

5. Se uma doença está erradicada em nosso país, não há necessidade de vacinação.

Mesmo que uma doença seja considerada erradicada em nosso país, a vacinação é fundamental, uma vez que a doença pode ainda existir em outros lugares e outras pessoas podem trazer o agente causador para nossa região. As pessoas que não foram vacinadas podem então contrair a doença e novos casos podem surgir no país.

Em 2017, por exemplo, a meta das vacinas indicadas para os dois primeiros anos de idade não foi atingida. A cobertura da tríplice viral, que garante proteção contra sarampo, caxumba e rubéola ficou em 86%, quando o ideal deveria ser atingir os 95%.

As consequências da redução das vacinas vieram rapidamente e, em 2018, iniciou-se um surto de sarampo no Brasil, fazendo com que o país perdesse o certificado de eliminação da doença que havia conseguido em 2016.

Leia também: Surto de sarampo no Brasi – entenda melhor as causas

Percebemos, portanto, que a vacinação é essencial e não podemos acreditar em informações sem comprovação científica.

A vacinação garante a nossaproteção e também a deoutraspessoas, uma vez que evita que muitas doenças fiquem em circulação. Sendo assim, mantenha sempre seu cartão de vacinação em dia.

Por Ma. Vanessa Sardinha dos Santos

Источник: https://brasilescola.uol.com.br/saude-na-escola/5-mitos-sobre-vacinas.htm

Entenda o que é o movimento antivacina

Entenda porque as vacinas não causam autismo

Vivemos em um mundo no qual é muito difícil de imaginar que, há algumas décadas, era comum que as pessoas morressem por doenças como rubéola, meningite, poliomielite e tétano. Com a evolução da medicina e o desenvolvimento de vacinas, essas enfermidades se tornaram raras e passaram a ser vistas como algo de um passado distante.

Tão distante que a importância da vacinação está em risco. Grupos que criticam a forma como as imunizações são realizadas, os chamados antivacinas, têm crescido. 

Por ser uma questão que interfere na saúde mundial é importante considerar o posicionamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o assunto. E ela não poderia ser mais clara. A organização divulgou uma lista das 10 grandes ameaças à saúde em 2019 e, entre elas, estava o medo de vacina. A questão foi apontada como um dos problemas que mais poderia causar vítimas neste ano.

A vacina é a forma mais eficiente de prevenir uma série de doenças. Dados divulgados pela OMS apontam que a medida é responsável por evitar de 2 a 3 milhões de mortes por ano, atualmente. 

A decisão de não vacinar mais os filhos pode parecer algo individual. Mas, na verdade, é uma questão de saúde pública. 

Uma decisão coletiva

A partir do momento em que crianças não são mais vacinadas cria-se um grupo suscetível a contrair determinadas doenças.

 Como portadoras dos agentes infecciosos, elas acabam propagando enfermidades para outros dois grupos: os que também escolheram não tomar vacinas, mas também os que, por algum motivo, não podem tomá-las e estariam vulneráveis.

Nesse último caso, encontram-se os que ainda não têm idade para serem imunizados contra certas doenças e os que têm alguma deficiência imunológica. Com isso, a sociedade fica ainda mais exposta a surtos.

Em resumo, quanto mais pessoas se vacinarem, mais a população como um todo estará protegida. Esse fenômeno no qual a maioria da população é vacinada, controlando a disseminação de doenças e protegendo quem ainda não se vacinou, é chamado de efeito rebanho ou imunidade de grupo.

A origem do movimento

Apesar de já existirem pessoas que desconfiavam da eficiência e segurança da vacina, a comunidade médica acredita que o movimento antivacina teve um estopim. Em 1998, o médico britânico Andrew Wakefield publicou um estudo em uma respeitada revista científica, a Lancet. Nele, Wakefield relacionava a vacina tríplice viral, que previne contra a caxumba, o sarampo e a rubéola, ao autismo. 

Das 12 crianças com autismo analisadas no artigo, oito teriam manifestado a doença duas semanas depois da aplicação da vacina. A teoria era de que o sistema imunológico havia sofrido uma sobrecarga com a imunização. 

Continua após a publicidade

Um tempo após a publicação, o estudo começou a ser questionado. O médico estava envolvido com advogados que queriam lucrar a partir de processos contra fabricantes de vacinas. Além disso, ele utilizou dados falsos e alterou informações sobre os pacientes. Após a confirmação do caso, a Lancet se retratou e retirou o estudo de seus arquivos. 

Mas depois que algo dessa gravidade chega na população como confiável, fica difícil desfazer o estrago. Até hoje, muitas pessoas citam o estudo, relacionando não apenas a tríplice viral com o autismo, mas vacinas de modo geral. 

As consequências dessa confusão afetam o presente, com pais deixando de vacinar seus filhos e impulsionando o retorno de doenças que estavam praticamente erradicadas. 

Neste ano, a OMS declarou que os surtos de sarampo que estão ocorrendo se devem à falta de cobertura da vacina em certas regiões. Cerca de 110 mil pessoas morreram por causa da doença em 2017. 

O que os antivacinas argumentam

Para esse grupo, o correto seria iniciar a vacinação quando a pessoa estivesse com o sistema imunológico mais “maduro”.

Além disso, acreditam que as vacinas deveriam ser dadas uma de cada vez (sem a aplicação de uma dose única para mais de uma doença) e que o tempo entre uma dose e outra deveria ser maior.

A justificativa das pessoas que defendem esse movimento é que aplicar doses combinadas ou simultâneas causaria uma suposta sobrecarga imunológica. 

Vale ressaltar que a OMS já declarou que a administração de várias vacinas ao mesmo tempo não causa problemas à imunidade.

Ela também defende essa medida para evitar um desconforto na criança, de ter que se submeter a diversas doses, e para ela não precisar ir a centros de saúde inúmeras vezes, economizando tempo, dinheiro e não deixando que ela fique ainda mais exposta a outras doenças que poderiam ser transmitidas nesses locais. 

Estudos apontam que a ausência de vacinas na infância aumentaria drasticamente a mortalidade infantil. No século 20, uma em cada cinco crianças com menos de 5 anos morria de alguma doença infecciosa. 

Também já foi constatado que os bebês podem ser capazes de ter respostas imunológicas antes mesmo de nascerem. Estima-se que uma criança já seria capaz de responder a aproximadamente 10 mil vacinas. Logo, os especialista concluíram que se elas recebessem 11 simultaneamente, apenas 0,1% do sistema imunológico estaria sendo utilizado. Vale lembrar que até os 2 anos, elas tomam cerca de 33.

A eficácia das vacinas já foi mais do que provada pela ciência, pela medicina, pelas estatísticas. Dois milhões de pessoas salvas por ano, ou quatro vezes a Guerra Civil Síria, não são um número qualquer.

Continua após a publicidade

Источник: https://guiadoestudante.abril.com.br/atualidades/entenda-o-que-e-o-movimento-antivacina/

Desvendamos 8 mitos sobre as vacinas

Entenda porque as vacinas não causam autismo

Certamente sim, hoje, com as redes sociais, qualquer boato se espalha rapidamente e um dos assuntos que está sempre envolvido nas fake news é a imunização. Apesar de existirem há muitos anos e serem responsáveis por salvar milhões de vidas, ainda existem muitos mitos sobre as vacinas rondando a população.

Você já viu alguma fake news sobre vacinas?

De acordo com uma pesquisa realizada em 2018 pelo Ibope Conecta a pedido da Sociedade Brasileira de Pediatria, mais de 20% dos entrevistados demonstraram ter dúvidas sobre a segurança das vacinas, de modo que 10% discordaram, totalmente ou parcialmente, da ideia de que as vacinas não oferecem perigo.  Além disso, ao menos um a cada cinco pais afirmou que as vacinas costumam causar a doença que deveriam prevenir.

Pensando nisso, separamos os 8 mitos mais comuns sobre as vacinas e desvendamos todos eles.

Afinal, como as vacinas funcionam no organismo?

As vacinas são obtidas a partir de partículas do próprio agente agressor, sempre na forma atenuada (enfraquecida) ou inativada (morta).

Quando nosso organismo é atacado por um vírus ou bactéria, nosso sistema imunológico — de defesa — dispara uma reação em cadeia com o objetivo de frear a ação desses agentes estranhos. Infelizmente, nem sempre essa ‘operação’ é bem-sucedida e, quando isso ocorre, ficamos doentes.

As vacinas se passam por agentes infecciosos estimulando a produção de nossas defesas, por meio de anticorpos específicos contra o “inimigo”. Elas ensinam o nosso organismo a se defender de forma eficaz sem causar os efeitos ruins que a doença dá.

Dessa forma, quando o “ataque” de verdade acontece, a defesa é ativada por meio da memória do sistema imunológico. Assim, os efeitos da “ação inimiga” são muito limitados ou totalmente eliminados antes que a doença se instale.

Agora que você já sabe como o processo funciona, vamos aos mitos!

Vacina da gripe causa gripe

MITO – A vacina da gripe usa vírus inativado (morto) em sua composição, portanto, NÃO é possível que provoque a doença. Se a pessoa que foi vacinada já estiver infectada, vai desenvolver a doença.

Por essa razão é tão importante se vacinar antes do início da temporada da gripe. Os eventos adversos mais comuns após essa vacinação são:

Gestantes não devem tomar vacinas

MITO – Algumas vacinas, como a da gripe, da hepatite B e da difteria, tétano e coqueluche são especialmente indicadas a gestantes, para a proteção delas e do bebê durante a gestação e após o nascimento.

O ideal é conversar com o seu médico obstetra sobre a aplicação de vacinas, que podem variar de caso a caso. No geral, as vacinas atenuadas (febre amarela, tríplice viral, varicela, herpes zóster) são contraindicadas.

A mulher que está amamentando não deve receber vacinas

MITO – Em geral, a vacinação pode ser realizada normalmente durante essa fase. Inclusive, é recomendado que ela ocorra para evitar que a mãe transmita vírus ou bactérias ao seu bebê.

Apenas duas vacinas estão contraindicadas para mulheres que estão amamentando: febre amarela e dengue. A primeira deve ser evitada nos primeiros seis meses de vida do bebê, exceto quando a mulher viver em zonas de transmissão do vírus — neste caso, a amamentação deve ser suspensa por 10 dias.

A vacina da dengue está contraindicada para todos os casos, independentemente da idade do bebê. Converse com o seu médico e entenda melhor!

Meu bebê só fica em casa. Posso começar a vaciná-lo mais tarde ou só quando ele começar a ir para a escola.

MITO – O bebê deve ser vacinado nas idades descritas no calendário de vacinação por várias razões. Ele recebe, via placenta, alguns anticorpos da mãe, dependendo das doenças que ela já teve. Com o passar dos meses, a concentração desses anticorpos diminui, o que torna ainda mais relevante a vacinação para que ele fique protegido.

Além disso, algumas doenças não fornecem anticorpos suficientes para serem transferidos ao bebê, que fica suscetível.

Os calendários de vacinação baseiam-se em estudos científicos que mostram as idades em que os bebês passam a estar mais suscetíveis a determinadas doenças.

Um exemplo é a vacina que protege do sarampo: ela só é indicada após 1 ano de vida, porque até essa idade os bebês ficam protegidos pelos anticorpos maternos.

O mesmo não acontece, por exemplo, com doenças como poliomielite, difteria, coqueluche, meningites e pneumonias. Por essa razão tais vacinas devem ser aplicadas o mais precocemente possível.

O fato de a criança não ir à escola não reduz a zero o risco de adoecimento, pois ela ainda tem contato com os pais, avós, tios, babá, irmãos, primos, entre outras pessoas que  carregam vírus e bactérias que podem ser transmitidos, mesmo que eles não estejam doentes.

Tem doença que quase não acontece mais. Isso quer dizer que não é mais preciso vacina.

MITO – A continuidade da vacinação é importante para manter o controle ou erradicação de determinada doença em uma região.

Hoje, as distâncias estão cada vez mais e isso possibilita a circulação de agentes infecciosos até mesmo de um país para o outro, criando oportunidades para a reintrodução de antigas ameaças. Um exemplo é a poliomielite (paralisia infantil). Essa doença foi erradicada do Brasil na década de 1990 e, para que ela não seja reintroduzida, é preciso continuar vacinando as crianças.

Tomar mais de uma vacina ao mesmo tempo pode ser prejudicial para o sistema imunológico

MITO – A segurança da aplicação simultânea de vacinas e/ou de vacinas combinadas (contra mais de uma doença) é comprovada cientificamente e não sobrecarrega o sistema imunológico.

Para se ter uma ideia, durante um resfriado ou uma dor de garganta, uma criança é exposta a quantidade maior de germes do que quando recebe vacinações.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a vantagem da aplicação simultânea é diminuir as visitas à clínica de vacinação ou Unidade Básica de Saúde, o que reduz gastos — com transporte, por exemplo — e facilita a adesão, uma vez que aumenta a chance de completar o esquema vacinal.

O mercúrio presente nas vacinas causa autismo

MITO – O mercúrio é um dos componentes do timerosal, o conservante mais utilizado em vacinas multidoses.

Ele é empregado desde 1930 em concentrações muito baixas e os estudos mostram que não há risco para a saúde, pois é expelido rapidamente do organismo.

 De qualquer forma, o timerosal já não faz parte da formulação de nenhuma vacina em apresentação monodose, estando presente apenas em vacinas multidoses (mais de uma dose por frasco).

Um dos maiores estudos foi divulgado em 2015 e avaliou 95.727 crianças nos Estados Unidos, entre 2001 e 2012. A análise dos dados mostrou que a vacinação com uma ou duas doses da tríplice viral não estava associada com um risco aumentado de Transtorno do Espectro Autista (TEA) em qualquer idade.

Em 1998, foi publicado um artigo em que o autor afirmava ter encontrado relação entre a vacina tríplice viral e o autismo.

Mais tarde, descobriu-se que ele havia recebido pagamento de escritórios de advocacia envolvidos com processos de indenização contra indústrias farmacêuticas.

O autor foi criminalmente responsabilizado, teve o registro médico cassado e o artigo foi retirado dos arquivos da revista Lancet, onde fora publicado.

Vacinas causam esclerose múltipla

MITO – A esclerose múltipla é uma doença do sistema nervoso central caracterizada pela destruição da membrana que protege os neurônios. De acordo com o Center for Disease Control (CDC), não há evidências científicas que comprovem a relação entre a vacinação e o desenvolvimento dessa doença.

Viu só, as vacinas são muito importantes para a saúde dos bebês e crianças e deixar de usá-las sem orientação médica pode trazer um risco muito grande.

Sempre que você encontrar uma informação sobre vacinas e achar que pode ser duvidosa, procure informação em sites seguros ou converse com o seu médico e tire todas as suas dúvidas.

Referências

  1. https://sbim.org.br/noticias/880-vacinacao-pesquisa-da-sbp-mapeia-desconhecimento-de-pais-e-maes-sobre-vacinacao
  2. https://familia.sbim.org.br/mitos
  3. https://familia.sbim.org.br/vacinas/perguntas-e-respostas?start=10

Publicação Autorizada; Fonte/Autor: PortalPed 

Post inserido neste site por: Codecanyon.net.br & Webloja.cc

Источник: https://tonello.med.br/desvendamos-8-mitos-sobre-as-vacinas/

Confira 7 mitos sobre a importância das vacinas

Entenda porque as vacinas não causam autismo

Muitas doenças comuns no Brasil e no mundo deixaram de ser um problema de saúde pública por causa da vacinação massiva da população. No entanto, estar atento ao Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde e manter a imunização atualizada é a melhor forma de manter esse cenário positivo. A seguir, veja a importância das vacinas para o organismo.

Veja mais: Por que é tão importante se vacinarcontra o sarampo?

A importância das vacinas para a imunidade

Quando umapessoa é infectada pela primeira vez por um antígeno (substância estranha aoorganismo), o sistema imunológico produz anticorpos (proteínas que atuam comodefensoras) para combater aquele invasor.

Os especialistas da Sociedade Brasileira de Imunizações explicam que o problema é que essa produção de anticorpos nem sempre acontece em tempo hábil para prevenir a doença. Afinal, o sistema imunológico não conhece aquele invasor. Então, a pessoa fica doente.

Se esse mesmoantígeno invadir o organismo novamente, a produção das defesas será efetiva,evitando que a pessoa fique doente uma segunda vez pelo mesmo motivo. O nomedessa proteção é imunidade.

A vacinaçãoentra nesse processo porque, usando os mesmos antígenos que causam doenças (sóque mortos ou enfraquecidos), a vacina ensina e estimula o sistemaimunológico a produzir anticorpos que levam à imunidade. Daí a importânciadas vacinas para reforçar as nossas defesas.

Veja mais: Entenda como hábitos de rotina fazema diferença na prevenção do câncer

Deixar de se vacinar é ruim para todo mundo

Só para ter ideia da importância das vacinas, a Organização Mundial da Saúde estima que de 2 a 3 milhões de mortes a cada ano sejam evitadas no mundo inteiro por conta da imunização. Ainda assim, muita gente tem deixado de se vacinar.

De acordo com o Ministério da Saúde, a não-vacinação em massa pode provocar a morte e o sofrimento de milhões de pessoas. Afinal, um único indivíduo que decide não se vacinar pode colocar em risco a sua comunidade, abrindo as portas para doenças. Isso significa que essa não é uma decisão sem consequências.

A questão é aindamais complicada quando envolve a vacinação infantil. Os pais que resolvem nãolevar uma criança para se vacinar estão tirando dela chance de se protegere, de quebra, colocam a saúde de outras crianças em risco. Então, é algoque deve ser arduamente combatido.

Pensando nisso, o Ministério da Saúde não só reforça a importância das vacinas como combate os movimentos contrários à imunização esclarecendo dúvidas e desmentindo boatos. Confira algumas mentiras e verdades sobre o assunto.

Veja mais: Atividade física tem papelimportante no cuidado com a saúde mental: entenda

7 mitos desmentidos: não se deixe enganar!

Os boatos aseguir foram comentados pelos especialistas do Ministério da Saúde. Se vocêidentificar outras controvérsias envolvendo a importância das vacinas, procurese informar sempre nos órgãos oficiais e não use as redes sociais paracompartilhar informações que possam trazer prejuízos irreversíveis à saúde detodos.

1. Mito: vacinas causam autismo

Verdade: um estudoapresentado em 1998, que levantou preocupações sobre uma possível relação entrevacinação e o autismo, foi posteriormente considerado seriamente falho e o artigofoi retirado pela revista que o publicou.

2. Mito: uma melhor higiene basta para fazer doenças desaparecerem

Verdade: muitasinfecções podem se espalhar, independentemente de quão limpo um ambiente ou umapessoa está. As doenças que podem ser prevenidas por vacinas retornarão, casoos programas de imunização sejam interrompidos.

3. Mito: vacinas têm vários efeitos colaterais e podem ser fatais

Verdade: as vacinassão muito seguras. A maioria das reações é geralmente pequena e temporária,como um braço dolorido ou uma febre ligeira. É muito mais provável que umapessoa adoeça gravemente (e morra) por uma enfermidade que poderia ser evitadapela vacina do que pela própria vacina.

4. Mito: vacinas causam a síndrome da morte súbita infantil (SMSI)

Verdade: não hárelação causal entre vacinas e a SMSI. No entanto, algumas delas sãoadministradas em um momento em que os bebês correm mais risco de sofrer com asíndrome. Portanto, as mortes por SMSI são coincidentes à vacinação. Só isso.

5. Mito: não preciso me vacinar contra doenças erradicadas em meu país

Verdade: embora asdoenças evitáveis por vacinação tenham se tornado raras em muitos países, osagentes infecciosos que as causam continuam a circular em algumas partes domundo. Assim, a vacinação é indispensável!

6. Mito: aplicar mais de uma vacina ao mesmo tempo é arriscado

Verdade: evidênciascientíficas mostram que isso não causa aumento de eventos adversos sobre osistema imunológico. Aplicar várias vacinas ao mesmo tempo significa menosinjeções (fato importante em se tratando das crianças) e menos visitas ao postode saúde.

7. Mito: as vacinas contêm mercúrio, que é perigoso

Verdade: não existeevidência que sugira que a quantidade do composto orgânico que contém mercúrio (eé adicionado a algumas vacinas como conservante) represente um risco para asaúde.

É importantesaber, ainda, que toda vacina licenciada para uso passou antes por diversas avaliaçõesque garantem sua segurança.

No Brasil, isso é feito pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão vinculado ao Ministério da Saúde que segue padrões muito rígidos de qualidade e acompanha os possíveis eventos de qualquer vacina mesmo depois de licenciada. Portanto, a vacinação é segura e deve ser incentivada.

Quer mais dicas de saúde? Veja mais posts no nosso blog!

Источник: https://sciath.com.br/confira-7-mitos-sobre-a-importancia-das-vacinas/

Sobre a Medicina
Deixe uma resposta

;-) :| :x :twisted: :smile: :shock: :sad: :roll: :razz: :oops: :o :mrgreen: :lol: :idea: :grin: :evil: :cry: :cool: :arrow: :???: :?: :!: