Entenda porque comer comida queimada faz mal

Vegetarianos: o que são? Onde vivem? Do que se alimentam? – Greenpeace Brasil

Entenda porque comer comida queimada faz mal

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A cada dia, mais pessoas reduzem ou tiram a carne do prato, pensando na saúde, no meio ambiente e nos animais. © Tuane Fernandes / Greenpeace

Se eu como ovo, sou vegetariana? Veganismo é dieta? “Ué, não come nem peixe”?! Socorro, são tantos os nomes dados a quem não come nenhum tipo de carne que a confusão está criada! Mas calma, estamos aqui para te ajudar.

Seja por motivos de saúde, pelo meio ambiente ou pelos animais, o número de pessoas tirando a carne do prato cresce a cada dia.Diante da grave crise provocada pela Covid-19, que nos forçou a ficar mais em casa este ano, muita gente precisou se virar na cozinha e viu aí uma oportunidade para experimentar receitas diferentes, com mais vegetais e menos carne. 

A pessoa vegetariana, de forma geral, não come nenhum tipo de carne. Nenhum mesmo – boi, porco, galinha, peixe… Eu costumo dizer: se andava, corria de mim ou gritava, é carne. Caso você esteja ingressando neste mundo cheio de sabores e cores agora, vem comigo que vou te explicar alguns dos tipos de vegetarianismo:

Tipos de vegetarianismo:

Ovolactovegetarianismo – as pessoas adeptas desta dieta ingerem ovos, leite e derivados. 

Lactovegetarianismo – é a turma que corta também os ovos da alimentação, mas inclui leite e derivados. 

Ovovegetarianismo – aqui é o contrário. Apenas ovos entram na dieta; leite e derivados, não. 

Vegetarianismo estrito – as pessoas que seguem o vegetarianismo estrito abrem mão de todo e qualquer tipo de produto de origem animal em sua alimentação. Portanto, além da carne, não comem ovos, laticínios e mel, por exemplo.

Veganismo – muito mais do que uma dieta, é um modo de vida que procura excluir toda e qualquer forma de exploração e crueldade contra animais, na alimentação, vestuário, cosméticos e outras formas de consumo. 

Eu tirei essas informações do site da Sociedade Vegetariana Brasileira que, aliás, tem vários conteúdos bacanas.

Cansadas da irresponsabilidade de empresas e governos (as maiores responsáveis por implementar as mudanças de que precisamos), muitas pessoas mudam seus hábitos alimentares como forma de enviar uma mensagem clara: elas não concordam com o atual modelo de produção alimentar

De fato, a expansão da agropecuária sobre as paisagens naturais do Brasil, como a Amazônia, o Cerrado e o Pantanal, tem cobrado um preço alto demais para ser ignorado.

Por isso, fica o convite para refletirmos juntos sobre os limites dessa produção quando pensamos na preservação das florestas, na manutenção do clima global, na transição para uma agricultura sem agrotóxicos e no bem-estar animal. 

Abandonar aquela picanha e ser saudável são coisas diferentes 

Eu sempre digo que comer é um ato político porque, em primeiro lugar: se você pode decidir o que colocar em seu prato, você está em uma posição privilegiada em comparação a milhões de pessoas no Brasil.

Por isso, é tão importante lutarmos pela segurança alimentar de toda a população, olhando especialmente para as mulheres negras, ainda mais vulneráveis.

Comer direito deve ser direito de todas, não privilégio de poucas. 

Comida de verdade deve ser direito de todas as pessoas. © Tuane Fernandes / Greenpeace

Em segundo lugar, ter uma alimentação saudável envolve uma série de escolhas. Reduzir ou parar de comer carne é uma delas e não significa, necessariamente, ter uma dieta equilibrada. A orientação valiosa é: consuma alimentos naturais, evitando processados e enlatados — a boa e gostosa comida de verdade, caseira.

Quanto mais colorido for seu prato, com comida simples e fresca, maior a chance de você obter os nutrientes que precisa. De quebra, ainda derruba o mito de que ser vegetariano é caro. O tradicional prato brasileiro de arroz, feijão e salada está aí para provar (e ser provado).

Outra escolha que vai fazer diferença para sua saúde e a do planeta é comer comida sem agrotóxicos. É aí que entram em cena a agroecologia e a agricultura familiar.

Grande parte dos pequenos produtores não usa veneno em sua produção e mantém relações mais justas de produção e comercialização, assegurando mais saúde e bem-estar para quem planta e para quem come.

A agricultura familiar agroecológica tem papel essencial no combate à fome, na promoção da saúde, na preservação ambiental e na justiça social. 

O arroz com feijão, mistura típica brasileira, nos garante nutrientes essenciais para uma alimentação saudável. © Kevin McElvaney / Greenpeace

Hora das dicas

Se você está planejando mudar sua alimentação para melhor, reduzindo o consumo de carne e se energizando com alimentos frescos e saudáveis, tenho duas dicas: a primeira é acompanhar as receitas publicadas todas as segundas-feiras de manhã nas redes sociais do Greenpeace (Instagram, e ). Já há alguns anos, participamos da campanha #SegundaSemCarne, que nos convida a mudar hábitos de um jeito muito prazeroso. Outras receitas incríveis, elaboradas por chefs e influenciadores, estão disponíveis gratuitamente no “Quarentena sem carne”, publicado há alguns meses.

A segunda dica é conferir a lista da agricultura familiar que organizamos, com contatos de produtores agroecológicos em diversas cidades brasileiras. Assim, você pode falar diretamente com quem literalmente planta a semente da boa alimentação. 

Eu já contei nesse outro texto como foi meu processo de, aos 17 anos de idade, tirar a carne do prato — lá se vão duas décadas. Agora é a sua vez: você já aderiu a alguma forma de vegetarianismo, comendo comida gostosa e saudável? Escreva nos comentários.

Источник: https://www.greenpeace.org/brasil/blog/vegetarianos-o-que-sao-onde-vivem-do-que-se-alimentam/

Pode comer pão queimado? Entenda quando o tostado é prejudicial à saúde

Entenda porque comer comida queimada faz mal

É sabido que a carne bem passada demais (ou seja, queimada) pode ser ruim para a saúde. Mas e os carboidratos? Será que um pãozinho torrado pode fazer mal também? Infelizmente, o carboidrato que queimou demais pode ser sim ruim.

Em contato com altas temperaturas, esses alimentos reagem com outros compostos e podem gerar hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs).

Algumas dessas moléculas podem levar a mutações no DNA humano que favorecem o aparecimento do câncer.

Só que, para o risco existir de verdade, é preciso uma ingestão elevada e prolongada desse grupo, que está em diversos outros lugares, especialmente na churrasqueira.

No caso do carboidrato, a origem do calor faz diferença.

“Um estudo realizado com pão tostado em 2008 verificou que o HPA pode ser formado e se depositar na superfície quando a tosta ocorre direto na chama, seja do fogão ou carvão”, aponta Silvia Tfouni, pesquisadora do Ital (Instituto de Tecnologia de Alimentos de São Paulo). O mesmo trabalho, feito por pesquisadores espanhóis e publicado no periódico Food Chemistry, mostrou que isso não ocorre no forno elétrico ou torradeira.

O principal indício de que eles apareceram é a cor: quanto mais escuro e queimado, pior. Enquanto o aroma for agradável e a aparência marrom clarinha, o aquecimento está controlado. A partir do momento em que o tom do alimento escurece para quase preto ou cinza, e o cheiro muda para pior, provavelmente há HPA ali, além de outros compostos, como a acrilamida, que explicaremos mais abaixo.

Normalmente isso é pior quando os alimentos são aquecidos direto no fogo, já que a panela ajuda a controlar melhor o calor ao qual o item está sendo exposto.

Mas vale dizer desde já que esses nomes complicados estão presentes em quantidades muito pequenas nos alimentos e que a nossa suscetibilidade a elas depende de outros fatores, como a genética e o estilo de vida. Por isso, comer alimentos torrados bem de vez em quando não tem problema, é só não abusar.

Para diminuir a presença do HPA

Imagem: iStock Os HPAs estão presentes na natureza e são produzidos por nós na fumaça de uma série de coisas: algumas indústrias, veículos, queimadas florestais, cigarro, alimentos defumados e assados. Assim, é difícil evitá-las totalmente, mas devemos tentar minimizar a exposição quando possível, segundo Eduardo Vicente, doutor em Ciência dos Alimentos, também do Ital.

Uma das maneiras de fazer isso no pão, se você é fã do efeito do fogo, é envolvê-lo em papel alumínio. A distância da fonte de calor também ajuda a reduzir a formação de compostos nocivos. No caso da churrasqueira, evite colocar o alimento quando o carvão estiver soltando muita fumaça ou próximo demais da brasa.

Acrilamida

Imagem: iStock O carboidrato queimado também pode conter acrilamida, substância considerada provavelmente cancerígena pela Agência Internacional de Pesquisas contra o Câncer (IARC, na sigla em inglês) da OMS (Organização Mundial da Saúde) e tóxica para o sistema nervoso. A acrilamida é formada durante a exposição de alimentos a temperaturas acima de 100 ºC, especialmente os ricos em carboidratos, como é o caso do pão.

Mas a quantidade presente na comida é medida em partes por bilhão, uma unidade usada para concentrações muito pequenas. Ou seja, dificilmente um efeito negativo será observado por conta desse consumo. Mais uma vez, quantidade e frequência de ingestão, além de fatores de risco individuais, são determinantes para o aparecimento de qualquer doença.

Legumes também podem estar expostos a estas substâncias

Falamos bastante do pãozinho, mas os legumes também podem estar expostos a esse tipo de composto. Por isso, ao fazê-los na brasa, prefira envolvê-los no alumínio. Ao cozinhar no fogão, a panela normalmente ajuda a concentrar melhor o calor. E adianta tirar só a parte torrada? Nem sempre: isso reduz a quantidade de substâncias ruins sim, mas é muito difícil tirar tudo.

Fontes: Durval Ribas Filho, nutrólogo e presidente da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia); Eduardo Vicente e Silvia Tfouni, do CCQA (Centro de Ciência e Qualidade de Alimentos) do Ital (Instituto de Tecnologia de Alimentos); João Paulo Fabi, doutor em Ciência dos Alimentos, professor do departamento de alimentos e nutrição experimental da USP (Universidade de São Paulo) e pesquisador do FoRC da USP (Centro de Pesquisa em Alimentos da Universidade de São Paulo).

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Источник: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2019/04/15/pode-comer-pao-queimado-entenda-quando-o-tostado-e-prejudicial-a-saude.htm

Feridas no céu da boca: entenda por que você deve se preocupar!

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6 minutos para ler

Diversos problemas podem impactar o sorriso de uma pessoa, e a formação de feridas no céu da boca é um deles. Uma das consequências principais dessas lesões é a dificuldade no momento de se alimentar. Comer deixa de ser prazeroso e passa a ser um incômodo imenso, pois o mínimo de contato com a lesão é suficiente para causar dor.

Essas feridas podem significar vários problemas e ter diferentes origens, de maneira que somente um dentista é capaz de identificar os fatores. Para evitar que a lesão fique ainda maior, é fundamental redobrar os cuidados principalmente em relação à higiene oral, o que evita complicações futuras.

Se você quer saber o que podem ser as feridas no céu da boca e quais aspectos devem ser observados, não perca o nosso post. Boa leitura!

O que podem ser as feridas no céu da boca?

Bolhas e feridas estão entre as doenças bucais mais comuns. Na maior parte dos casos, são inofensivas, mas podem ser um sinal de alerta quando não desaparecem e nem cicatrizam em cerca de 10 dias. Confira, a seguir, as principais causas do surgimento dessas feridas.

Aftas

As aftas são machucados arredondados que se apresentam na coloração amarelada ou branca com bordas vermelhas. Na tentativa de sarar o local, as células de defesa migram e provocam uma reação inflamatória exagerada, causando dor e inchaço.

Elas costumam aparecer na língua, área interna das bochechas, lábios ou gengiva. Podem estar associadas a uma alteração no hábito nutricional.

A afta não tem uma causa definida. Ela pode surgir como pequenos machucados, com histórico de episódios recorrentes em um mesmo ano ou mês. Assim, o seu aparecimento pode estar relacionado a vários fatores, como hereditariedade, ansiedade e disfunção imunológica, sendo mais comum em adultos jovens e adolescentes.

Candidíase oral

A candidíase oral, também conhecida como sapinho, é uma infecção provocada pela grande quantidade do fungo Candida albicans na boca. Além de afetar a saúde bucal, o problema pode proporcionar malefícios para outras áreas, espalhando-se para a pele e órgãos do sistema respiratório.

Apesar de ser um fungo que habita a nossa pele e só causa lesões quando a imunidade cai, a infecção provocada pela candidíase oral também pode ser transmitida de pessoa para pessoa, por meio do contato íntimo desprotegido ou pelo beijo.

Os sintomas comuns são o surgimento de caroços na bochecha ou língua, placas esbranquiçadas na garganta, língua e boca e ardência. Para prevenir, é preciso evitar o contato direto com pessoas infectadas, adotar um estilo de vida mais saudável, não fumar e manter bons hábitos de higiene bucal.

Câncer bucal

Este tipo de câncer agride os tecidos da boca, podendo acometer garganta, língua e lábios. Os principais sintomas incluem:

  • mau hálito persistente;
  • perda de peso;
  • nódulos no pescoço;
  • mudanças na voz;
  • dormência na língua;
  • dificuldade para mastigar ou engolir;
  • área avermelhada na boca;
  • dor na boca que não passa;
  • ferida na boca que não cicatriza.

Embora a causa exata do câncer bucal não seja clara, existem alguns fatores que colocam a pessoa em risco, como o fumo, álcool, exposição demasiada ao sol e traumas causados por próteses e restaurações deficientes.

Herpes

O herpes é uma infecção viral e contagiosa que aparece na gengiva, boca ou lábios. Essa doença tem como característica o surgimento de pequenas bolhas que são incômodas e que depois de alguns dias viram feridas. Além da exposição excessiva ao sol, noites mal dormidas e estresse desencadeiam as crises.

Depois de contrair o vírus, não é possível se livrar dele e se manifestam em situações de baixa imunidade. Em geral, o surto de herpes labial leva de duas a quatro semanas para cicatrizar por completo, sendo bastante contagioso durante esse tempo.

Caso o problema não desapareça em 2 semanas e se os sintomas se agravarem, é fundamental marcar uma consulta com o médico, que poderá indicar o tratamento específico.

Quando é preciso se preocupar?

Em pessoas com feridas no céu da boca, alguns aspectos merecem ser observados, como:

  • difícil cicatrização;
  • tempo de permanência;
  • crescimento da lesão;
  • febre.

Quem apresenta os sinais de alerta deve procurar um dentista imediatamente e realizar um check-up odontológico. O profissional poderá examinar as feridas e a sua gravidade, diagnosticar o problema e, caso seja preciso, encaminhar você para um especialista.

Por que realizar o autoexame e como fazê-lo?

Consultar um cirurgião-dentista é muito importante para ele avaliar a situação. Ele poderá fazer algumas perguntas sobre os sintomas e o histórico médico, como quais alimentos são consumidos, quais medicamentos são usados e outras substâncias.

Após isso, o dentista realiza um exame físico, inspecionando a boca para compreender a natureza e o local da ferida. Além disso, faz um exame geral em busca de sinais de distúrbios sistêmicos que também afetem a boca.

Ainda, realizar o autoexame bucal é essencial para descobrir algum problema. Por isso, observe os lábios, língua, gengiva, céu da boca e bochechas, verificando a presença de manchas e feridas.

Como evitar as feridas no céu da boca?

Quando falamos sobre prevenção, é essencial mudar alguns hábitos no dia a dia.

Mantenha uma alimentação saudável

O bom funcionamento da defesa do organismo depende de uma alimentação adequada, com a ingestão legumes, frutas e verduras. Uma boa dica é consumir leite fermentado e iogurte, já que apresentam lactobacilos vivos, auxiliando na prevenção das feridas.

Alimentos muito ácidos ou crocantes e duros devem ser evitados, pois podem ferir a mucosa bucal.

Faça a boa higiene bucal

A má higiene bucal pode causar o aparecimento de cáries, e é possível que os dentes atingidos lesionem a mucosa. Portanto, é fundamental escovar os dentes após todas as refeições, usar fio dental e fazer bochecho com enxaguante, além de visitar o dentista regularmente.

Como vimos, as feridas no céu da boca têm diversas causas. Assim, é muito importante realizar o autoexame e buscar ajuda de um cirurgião-dentista, para que ele possa verificar o problema. Além disso, lembre-se de manter uma alimentação saudável e uma boa higiene bucal.

Quer saber mais sobre planos odontológicos? Então, entre em contato conosco.

Источник: https://blog.goldencross.com.br/feridas-no-ceu-da-boca/

O que pode ser a queimação no estômago? Entenda aqui!

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Você sabe o que pode ser queimação no estômago? Esse é um sintoma bastante comum que, quando manifestado, requer alguns cuidados importantes. Vários problemas podem estar relacionados a isso, o que torna fundamental entender quais são as doenças associadas a esse tipo desconforto.

Essa sensação pode ser o primeiro sinal de outras complicações ou outros problemas mais sérios. Portanto, se você sente ardência no estômago constantemente, continue a leitura e saiba quais são as possíveis causas desse problema.

Como identificar a queimação no estômago?

É fácil identificar a queimação no estômago. Ela aparece como uma sensação forte de ardência e algumas dores estomacais. Ela também pode causar dores no peito, acompanhada da liberação excessiva de gases e uma sensação de estufamento.

Enquanto está com esse mal-estar, a pessoa não se alimenta normalmente ao longo do dia, sente-se cheia por conta dos gases e, para aliviar o incômodo, acaba se automedicando e fazendo uso dos populares antiácidos.

Existem causas diversas para essa sensação ruim no estômago. Pessoas que já possuem problemas estomacais, como gastrite e refluxo, podem sofrer frequentemente com a queimação.

Alimentos gordurosos, ácidos e apimentados acabam irritando as paredes do estômago e provocando a sensação de ardência. No geral, a alimentação errada é a causa mais comum da queimação e da sensação de estufamento.

Podemos citar, também, o uso excessivo de álcool e de cigarro como causas da terrível sensação de queimação. Obesos e gestantes no final da gravidez também tendem a sofrer com o problema.

O estresse, apesar de não ser uma causa em si, é um gatilho que estimula as crises.

O que pode ser queimação no estômago?

Veja a seguir, de forma mais detalhada, quais são as possíveis causas para a queimação de estômago, esse mal-estar que incomoda tantas pessoas.

H. Pylori

A H.Pylori é uma bactéria e uma das principais responsáveis pelo surgimento da gastrite. Quando ocorre a contaminação com essa bactéria, a barreira que ajuda a proteger o estômago é prejudicada, surgindo a inflamação.

Essa inflamação da parede do estômago é o que chamamos de gastrite, e a sensação de queimação é o principal sintoma da doença. Outros sinais que servem de alerta são as náuseas e os vômitos, as dores na região, o empachamento ou a sensação de estômago cheio e a distensão abdominal.

Apesar disso, é possível que alguém sofra com gastrite, mas não apresente sintoma algum ou apresente os sintomas, mas sem ter relação com essa doença. Para o diagnóstico correto, é necessário que o paciente seja submetido a uma endoscopia e consulte um médico especialista.

Estresse

O emocional afeta diretamente nosso corpo e nossa saúde física. Com isso, a digestão também sofre um impacto negativo quando você está ansioso e estressado por causa dos compromissos e das responsabilidades cotidianas.

Esse problema ocorre porque o sistema digestivo conta com inúmeras células nervosas. Caso não haja uma alimentação adequada e o nível de estresse estiver elevado, a acidez no estômago aumenta e várias doenças — como úlcera e gastrite — podem surgir.

Mudança de hábitos alimentares e estilo de vida são opções que o paciente precisa colocar em prática para minimizar esses problemas. Vale lembrar-se de que não é o estresse que provoca a queimação. Ele apenas facilita o surgimento desse evento.

Refluxo

A sensação de queimação também pode estar relacionada ao refluxo. Nessa doença, o ácido dentro do estômago não segue o fluxo normal para a digestão, mas retorna pelo esôfago, o que causa o desconforto.

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O refluxo ocorre, na maioria das vezes, quando a pessoa ingere alimentos gordurosos, toma líquidos durante as refeições, come grandes porções de alimentos, come muito rápido ou passa longos períodos sem se alimentar.

Quando o refluxo se torna constante, há uma grande chance de surgirem feridas no estômago, provocando outros sintomas, como anemia e fortes dores estomacais. O câncer de esôfago é uma possível consequência dessas lesões.

Além da análise dos sintomas apresentados, o refluxo é identificado por meio de dados e histórico do paciente, com a realização de alguns exames, se o médico achar necessário. A endoscopia é o mais indicado para detectar a doença.

Além do cuidado com a alimentação, quem sofre com refluxo precisa evitar deitar-se logo após as principais refeições porque essa posição estimula o retorno do suco gástrico.

Medicamentos, consumo de álcool e cigarro

O uso excessivo de medicamentos também pode prejudicar o estômago e causar a sensação de queimação, além do surgimento de úlceras. Por isso, tome cuidado com composições que contenham ácido acetilsalicílico na fórmula e anti-inflamatórios.

O álcool também afeta o sistema digestivo, além de ocasionar azia e queimações. Já o cigarro reduz a barreira natural de proteção do estômago, deixando-o mais suscetível às lesões.

Câncer gástrico

O câncer gástrico tem sintomas parecidos aos de uma gastrite comum: sensação de queimação, estômago cheio, dores abdominais e outros desconfortos. Podemos listar, também, a falta de apetite e a fadiga. Em alguns casos, também pode ocorrer vômitos com presença de sangue.

Como os sintomas dessa doença não são específicos, é importante procurar orientação médica logo que surgirem os desconfortos.

Alimentos que devem ser evitados

Existem alguns alimentos que precisam ser evitados ou consumidos com bastante moderação por quem sofre com a queimação estomacal e deseja evitar novas crises.

Frituras, cebola, chocolates, alimentos picantes e condimentados, frutas ácidas, molhos prontos e outros demais industrializados demoram a ser digeridos, favorecendo a queimação.

Exagerar no café também não é bom, pois a bebida provoca distensão estomacal, facilitando o desconforto. Bebidas que possuem gás, como refrigerantes e águas gaseificadas, causam o mesmo efeito.

Além dos alimentos em si, a forma de se alimentar deve ser observada. Não é recomendado passar muitas horas sem comer ou ingerir um volume muito grande de comida, o que faz com que o estômago fique cheio por mais tempo.

Outro hábito comum, mas que deve ser avaliado, é a ingestão de bebidas durante o almoço ou jantar. Essa prática não é tão inofensiva quanto parece. Tomar muito líquido após a ingestão de alimentos mais pesados provoca má digestão, distensão abdominal, azia e a terrível queimação.

Agora você já sabe o que pode ser queimação no estômago e o que é possível fazer para combater cada uma das causas. Essa irritação estomacal é mais comum do que se pensa, principalmente porque é um sintoma presente em vários tipos de doenças.

É importante observar e avaliar os sintomas logo que eles surgem. Se a mudança simples dos hábitos alimentares não surtir efeito, é hora de buscar ajuda especializada para obter um diagnóstico preciso e começar o tratamento o quanto antes.

Se você gostou do conteúdo abordado neste artigo e quer saber mais sobre cuidados com a sua saúde, continue navegando pelo nosso blog.

Источник: https://blog.cirurgiacve.com.br/o-que-pode-ser-a-queimacao-no-estomago/

Fazer alimentos em uma air fryer é melhor do que fritar? – Receitas – iG

Entenda porque comer comida queimada faz mal

A fritadeira elétrica pode ser apontada como o George Foreman Grill de 2019.

Fácil e prática de usar, muita gente afirma que a air fryer é melhor do que o método convencional de fazer alguns pratos nada saudáveis (como o frango empanado e a batata frita).

Tão melhor, na verdade, que você pode comer o quanto quiser das receitas feitas com ela, sem culpa. E ainda por cima não sacrifica quase nada do sabor e da textura!

Leia também: Gosta de cozinhar? Saiba 8 tipos de facas que você deve ter na cozinha

shutterstock Por levar menos óleo na hora de preparar os alimentos, muita gente acredita que usar a air fryer é mais saudável

Mas será que isso é realmente verdade? A seguir, veja como esse novo equipamento de cozinha funciona, e se a air fryeré melhor do que a fritura tradicional, feita ao mergulhar o alimento no óleo. E se a gente pode usá-la todos os dias, é claro.

O que todo mundo diz

Fazer alimentos na air fryer é melhor do que a fritura convencional.

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As evidências científicas

shutterstock Estudos científicos apontam que a fritadeira elétrica é realmente a melhor opção para consumir alimentos fritos

As fritadeiras elétricaspodem dar aos alimentos uma textura crocante com apenas uma fração do óleo que você precisa para fritar.

Isso acontece porque o método tradicional transfere calor para a comida por meio da gordura líquida. Já a air fryer passa o calor por convecção.

Ou seja, um ventilador promove a circulação rápida do ar quente ao redor dos alimentos, preparando-os.

“A circulação de ar quente por toda a superfície da comida imita o resultado da fritura, gerando uma camada crocante e dourada”, explica Alon Chen, CEO e fundador da empresa de análise de tendências Tastewise.

O mecanismo por convecção significa que as fritadeiras elétricasprecisam de apenas uma colher de sopa de óleo para garantir a crocância do prato.

E desde que você não use muita gordura no preparo inicial da receita, o alimento feito com a air fryer vai absorver consideravelmente menos óleo do que sua versão frita.

“O método tradicional de preparo pede de várias colheres de sopa até 1/2 xícara de óleo. E mais gordura equivale a mais calorias em geral”, diz Sarah Pflugradt.

Um exemplo:

Uma coxa de frango frito contém cerca de 250 calorias e 19 gramas de gordura. Enquanto a versão na air fryer tem 135 calorias e 5g de gordura. E, embora isso não pareça muito, se você é um amante da fritura, o equipamento pode impactar em uma melhora nos riscos de obesidade ou ganho de peso ao longo do tempo.

O preparo por convecção também contribui para a diminuição das gorduras trans em um prato. Essas são gorduras processadas extremamente prejudiciais que elevam os riscos de doenças cardíacas e diabetes tipo 2.

Muitos restaurantes fritam seus alimentos em óleos vegetais que contêm gordura trans, como o de soja ou canola.

E reutilizar o óleo pode aumentar a pressão arterial e o colesterol, além de causar inflamações vasculares.

Há também a questão dos cancerígenos. Em comparação com a fritura tradicional, a air fryer também mostrou uma menor produção de acrilamidas, compostos prejudiciais que se formam quando os aminoácidos em carboidratos são aquecidos a temperaturas muito altas.

Contudo, quando se trata das carnes, ambos os métodos de cozimento têm o potencial de formar substâncias chamadas hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAHs) e aminas heterocíclicas (HCAs), especialmente se a carne passar muito do ponto. E os dois podem aumentar o risco de câncer, segundo o Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos.

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O veredito

shutterstock Se você costuma fritar os alimentos, a air fryer realmente é melhor, desde que opte por óleos mais saudáveis

Alimentos preparados com a fritadeira elétrica tendem a ter menos calorias e gorduras, e podem ser melhores para a sua circunferência abdominal a longo prazo. Mas isso é apenas o começo. A air fryer pode diminuir a quantidade de gordura trans e proteger a saúde do seu coração. Além de reduzir sua exposição a compostos nocivos, como as acrilamidas, que estão ligadas ao câncer.

Isso não quer dizer que a air fryer é melhor do que qualquer outro método de cozimento. Ainda vale mais optar por frutas e legumes frescos, e proteínas magras diariamente.

“Não acredito que a fritura deva ser usada todos os dias”, diz Pflugradt. “Só podemos supor que as fritadeiras elétricas são boas alternativas ao banho de óleo.

A menos que mais estudos sejam feitos para provar o contrário.”

De acordo com especialistas da Cleveland Clinic, nos Estados Unidos, as altas temperaturas usadas pela air fryer fazem com que seja fácil queimar sua comida, o que pode expor o alimento a potenciais carcinogênicos como os HCAs e os PAHs.

Então uma fritadeira elétrica vale a pena? Depende. “Se você costuma fritar seus alimentos, a air fryer é melhor”, diz Pflugradt. Só não esqueça de usar um óleo saudável para o coração, como azeite, em vez de óleos vegetais, como soja ou canola. E tente não queimar a sua refeição!

Por outro lado, se você não é fã das frituras, talvez ter uma air fryernão faça tanta diferença. “Não há mal em se entregar às suas comidas favoritas de vez em quando”, diz Pflugradt. Em outras palavras, é bom aproveitar batatas fritas ocasionalmente quando você janta fora, desde que você tenha métodos saudáveis de cocção na rotina – como assar, cozinhar ou refogar.

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Источник: https://receitas.ig.com.br/2019-06-10/fazer-alimentos-em-uma-air-fryer-e-melhor-do-que-fritar.html

O que é ser vegetariano? Entenda porquê diminuir o consumo de carne

Entenda porque comer comida queimada faz mal

Atualmente muito tem sido falado sobre vegetarianismo e suas derivações, mas, afinal, o que significa ser vegetariano ou vegano? É só um tipo de dieta, estilo de vida, moda, quais sãos os impactos no mundo? Sabemos que ainda há muita resistência das pessoas em saber mais sobre isso, mas ter uma vida consciente e com conhecimento do que acontece é libertador. 

Em primeiro lugar, é importante ressaltar alguns dados e informações. A ONU (Organização das Nações Unidas) já apontou a alimentação vegana ou vegetariana como solução para salvar o planeta.

Isso acontece porque, dentre algumas questões, a indústria alimentícia emite de 25% a 30% dos gases que provocam o efeito estufa e a solução mais ideal é uma alimentação à base de planta. E as queimadas da Amazônia, lembram? Também têm relação direta com a carne.

Segundo Romulo Batista, pesquisador do Greenpeace, para à Exame “Um pouco mais de 65% das terras desmatadas na Amazônia são atualmente ocupadas por pastos.

” Ou seja, “vegetação utilizada para a alimentação do gado e por extensão ou terreno onde o gado é deixado para se alimentar.” Só por esses dados já deu pra entender um pouco de que isso não é só uma dieta ou uma modinha.

Minha relação com a carne

E sou vegetariana há 6 anos, e faz um ano que também parei de consumir derivados de animal (ovos e leite). Então, é um texto parcial, que vou trazer um pouco da minha vivência. Para mim, o mais fácil foi parar de comer a carne. E mais difícil entender o real impacto disso no mundo.

É algo que vamos aprendendo e descobrindo com o tempo, cada hora você se depara com uma nova informação. Aliás, esse movimento diz muito sobre o poder de informação. Eu venho de uma casa humilde, de pessoas que nunca tinha ouvido falar sobre vegetarianismo antes de eu trazer isso para dentro de casa. Muito menos sobre o porquê disso.

Nós não fazíamos ideia do que significava comer ou não comer carne.  

Então, não se culpe por não saber e também não critique sem entender mais a fundo o assunto. Você não precisa ser vegetariano, mas pode abrir a mente para compreender o significado disso. Vou compartilhar um pouco do que sei e das minhas fontes, espero que você continue lendo esse artigo.

O que significa ser vegetariano?

Ser vegetariano é fazer parte de um movimento político. É um movimento pelos animais, pela própria saúde e pelo meio ambiente. Mas, o que significa, de forma literal,ser vegetariano? Existem algumas categorias dentro do vegetarianismo. São elas:

Ovo-lacto-vegetariano: não comem nenhum tipo de carne, mas comem ovos, leites e derivados.

Lacto-vegetariano: não comem nenhum tipo de carne nem ovos, mas consomem leites e derivados.

Vegetariano estrito: não consomem nada de origem animal na alimentação.

Vegano: não consomem nada de origem animal de modo geral (vestuário, beleza, etc).

E ainda há também os simpatizantes da causa. Muitas pessoas entendem que reduzir o consumo de produtos de origem animal, mesmo que de forma pequena, pode ajudar muito. Pessoas que são adeptas ao “segunda sem carne” ou que reduzem as carnes e derivados em algumas refeições, são os flexitarianos. 

Por que diminuir a carne?

Normalmente as pessoas se identificam com alguma ou todas as vertentes da causa. Mas, é muito difícil a gente conseguir sair da bolha em que fomos colocados. Então, precisamos entender o significado da carne no nosso contexto social.

Na nossa cultura, fomos ensinados que ter um pedaço de carne no prato é sinônimo de fartura.

Para a indústria carne isso é ótimo, não é mesmo? Afinal, não importa que tenhamos todos os nutrientes em legumes e verduras, sempre vamos achar que está “faltando algo” sem a carne. 

Isso acontece comigo, é algo que está presente na mentalidade da minha família. Parece que sem a carne estamos passando por necessidade… já se sentiu assim? Saiba que isso é uma construção social, e que para entender melhor essa escolha, de não comer carne ou derivados, precisamos ter consciência disso.

Um dia sem carne, ovos e leite, por exemplo, tem um impacto enorme no meio ambiente. Por pessoa, são economizados cerca de 3.400 litros de água, 24m² de árvores e 14kg de CO² deixam de ser emitidos (veja mais). E, consequentemente também diminuem resultados financeiros da indústria, por isso, não nos informam sobre isso.

Ser vegetariano é querer lutar contra a indústria da carne que prejudica os animais, as pessoas e o planeta. 

A Nataly Neri é uma das minhas principais referências desse movimento, tem um vídeo dela (2017) que explica um pouco dessa construção. Vale a pena assistir.

Material complementar 

Recomendo que você se aprofunde no assunto, para isso veja documentários, leia livros, veja mais vídeos… vou deixar uma lista de indicações abaixo:

Documentários: “What The Health” (Que Raio de Saúde) e “Cowspiracy: O Segredo da Sustentabilidade” para entender o efeito da carne na nossa saúde e no meio ambiente. E “Dieta dos Gladiadores” para entender que não é preciso comer carne para ser forte e saudável.

Livros: “Eating Animals”, indicação de uma amiga vegana, publicado no Brasil pela editora Rocco com o título “Comer Animais”.

Vídeos no : 

Perfis para seguir nas redes sociais: @veganoperiferico, @sapavegana e @sociedadevegetariana

3 dicas para quem quer se tornar vegetariano

Se você está decidido fazer parte desse movimento, entendendo sua importância, vou deixar aqui três dicas para você saber por onde começar.

1 – Tenha uma alimentação equilibrada

É muito importante que você aprenda a se alimentar. Por exemplo, um prato 100% vegetariano precisa ser composto por: 50% legumes e verduras, 25% feijões e castanhas e 25% cereais e batatas. Então, nada de viver só de macarrão, batata frita e pizza. Aprenda a diversificar o seu prato e incluir alimentos que antes você não tinha tanto costume. 

2 – Tente cozinhar

Nossa relação com a comida muda muito quando entendemos o processo delas. Muitas vezes comemos sem saber de onde vem, como vem e com o que vem.

Quando cozinhamos, isso tende a mudar um pouco, ficamos mais curiosos para saber os processos dos alimentos, desse modo ficamos mais próximos da realidade.

Você provavelmente vai querer comer menos industrializados e menos ingredientes que fazem mal para o seu corpo e planeta. Tem medo de cozinhar? Veja as dicas desse post aqui no blog pra começar.

3 – Vá no seu tempo

Esse processo é muito particular, e cada um terá seu tempo. Então, respeite isso. Para alguns é um processo muito mais rápido, comigo eu decidi em um dia e nunca mais comi carne.

Para outros é algo mais gradual, deixar a carne vermelha, depois frango, peixes e assim por diante. Faça de uma forma confortável para diminuir as chances de arrependimento.

 E mantenha-se buscando evoluir sempre na sua jornada. 

E aí, gostaram de saber mais sobre esse universo? Você já é vegetariano ou tem vontade de ser? Me conta aqui nos comentários.

Источник: https://brancoala.com/o-que-e-ser-vegetariano/

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