Fibromialgia: sintomas, pontos de dor e tratamento

Contents
  1. Fibromialgia: o que é, sintomas, diagnósticos e tratamentos
  2. Causas da fibromialgia
  3. Fatores de risco
  4. Principais pontos de dor da fibromialgia
  5. Como funciona o diagnóstico
  6. Fibromialgia tem cura? Conheça o tratamento
  7. Quais são as complicações da Fibromialgia
  8. Dá para prevenir?
  9. Fibromialgia: o que é, sintomas, tratamentos e se tem cura
  10. Causas
  11. Fatores de risco
  12. Sintomas de Fibromialgia
  13. Buscando ajuda médica
  14. Na consulta médica
  15. Diagnóstico de Fibromialgia
  16. Tratamento de Fibromialgia
  17. Medicamentos para Fibromialgia
  18. Fibromialgia tem cura?
  19. Complicações possíveis
  20. Convivendo/ Prognóstico
  21. Perguntas frequentes
  22. Referências
  23. Fibromialgia
  24. E você sabe como a doença se manifesta?
  25. Veja características dos principais sintomas
  26. Qual o grau de ocorrência da doença?
  27. Fatores de risco
  28. O que pode agravar o problema?
  29. Quais os principais pontos de dor?
  30. Como diagnosticar a fibromialgia?
  31. Existe cura para a fibromialgia?
  32. Qual o melhor tratamento?
  33. Fibromialgia e aposentadoria
  34. Convivendo com o problema
  35. O que é fibromialgia? Saiba identificar os sintomas da doença
  36. Fibromialgia é doença, não frescura
  37. O desafio do diagnóstico
  38. Fibromialgia tem cura?
  39. Vamos falar sobre fibromialgia?
  40. Fibromialgia: sintomas e sua relação com a depressão
  41. A sua dor não está só na sua cabeça
  42. Quais são as causas da fibromialgia?
  43. Quais os fatores de risco da doença?
  44. Quais são os sintomas da fibromialgia?
  45. Como é feito o diagnóstico da fibromialgia?
  46. Qual o tratamento da fibromialgia?
  47. Fibromialgia e depressão
  48. Como conviver com a fibromialgia?
  49. VocÊ também pode se interessar

Fibromialgia: o que é, sintomas, diagnósticos e tratamentos

Fibromialgia: sintomas, pontos de dor e tratamento

A fibromialgia é uma síndrome caracterizada principalmente por dor crônica e generalizada no corpo que dura pelo menos três meses. Esses desconfortos podem surgir sem motivo aparente, ou serem uma reação exagerada a algum acontecimento.

E há outros sintomas de fibromialgia que são importantes: fadiga, sono não restaurador e distúrbios cognitivos como esquecimento, falta de atenção e dificuldade de concentração”, completa o reumatologista José Eduardo Martinez, da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR).

Causas da fibromialgia

Ainda não foi encontrada uma razão específica para o desenvolvimento da fibromialgia. O que existe até o momento são hipóteses.

“Ela é mais comum entre familiares. Então deve haver uma predisposição genética. Porém, nunca foi encontrado um gene específico ligado à doença”, relata Martinez.

Além disso, a síndrome costuma aparecer em quem sofre de estresse crônico ou passou por situações graves de trauma físico, ou psicológico. “Essas condições liberam hormônios específicos, que geram um desequilíbrio na forma como os indivíduos sentem dor. Eles se tornam mais sensíveis a ela”, explica o reumatologista.

Apesar de não haver uma resposta exata sobre a causa da fibromialgia, sabe-se que ela não é uma doença autoimune nem inflamatória. O mecanismo de desenvolvimento da dor é diferente.

Fatores de risco

A fibromialgia é mais frequente nas mulheres, na faixa etária dos 30 a 50 anos.

“Mas ela pode aparecer em qualquer idade. A prevalência varia de 2,5% a 6% da população mundial”, informa Martinez. Não é pouca gente.

E, como dissemos, estresse e traumas também favorecem o quadro.

Principais pontos de dor da fibromialgia

Martinez explica que os portadores manifestam incômodos fortes em situações que pessoas sem a doença não sentiriam. Exemplo: um leve aperto no pulso poderia disparar dores.

É desse fato, aliás, que nasceu o conceito de “pontos de dor”, criado pelo Colégio Americano de Reumatologia. Seriam locais específicos do corpo em que o paciente com fibromialgia tenderia a sentir mais desconforto.

“Inicialmente, a entidade propôs isso para facilitar os estudos científicos. Além de detectar a dor generalizada, iríamos contar esses pontos nos pacientes na hora de fazer pesquisas”, afirma Martinez.

A ideia original era usar a metodologia somente para fins científicos, de modo a entender melhor a fibromialgia. Mas não para definir o quadro ou sua evolução no dia a dia, como acabou acontecendo em muitos casos.

“Tanto que, posteriormente, o Colégio Americano de Reumatologia modificou esses critérios. Hoje, não se conta mais os pontos dolorosos. A gente se concentra no que a pessoa sente”, arremata o profissional da SBR.

Como funciona o diagnóstico

Ele é essencialmente clínico, feito pelo reumatologista a partir do relato e do histórico do paciente. Não existem exames para detectar a fibromialgia.

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“No entanto, há outras enfermidades que provocam dor no corpo. Por isso, acabamos pedindo testes para fazer o que chamamos de diagnóstico diferencial”, pontua Martinez.

É uma espécie de processo de eliminação: o profissional de saúde vai fazendo exames para descartar outras possíveis causas que explicariam as dores, o cansaço, o esquecimento… Conforme essas possibilidades vão se esgotando, o diagnóstico da fibromialgia fica mais claro.

Os testes também são usados para investigar outras condições que não raro aparecem com a fibromialgia. O jeito é conversar com o médico.

Fibromialgia tem cura? Conheça o tratamento

Como qualquer enfermidade crônica, não há cura para a fibromialgia, apenas tratamento para controlar os sintomas. Martinez conta que, nesse caso, ele é dividido entre medidas farmacológicas e não-farmacológicas.

“Nesse último grupo, incluímos educação em saúde, exercícios físicos de qualquer modalidade com acompanhamento médico e, a curto e médio prazo, acupuntura”, lista o reumatologista.

Por causa da sobrecarga emocional vivida por esses pacientes, psicólogos ou psiquiatras integram o tratamento. “Terapia cognitivo-comportamental, mindfulness e psicoterapia são as principais ferramentas nesse processo”, complementa o especialista.

Já os remédios para fibromialgia têm a função de modular a dor. Eles estimulam mecanismos naturais de analgesia ou diminuem a chegada das mensagens dolorosas no cérebro.

“Normalmente, são medicamentos também usados para outras doenças, como antidepressivos e anticonvulsivantes”, informa Martineza. Parte deles — especialmente os que possuem a indicação para fibromialgia na bula — não estão disponíveis na rede pública.

É bom frisar que o tratamento é individualizado e varia de pessoa para pessoa. E mais: a ingestão de analgésicos sem prescrição muitas vezes só piora o quadro.

Infelizmente, nem sempre o paciente adere à terapia. “Às duas maiores razões são os efeitos adversos ou o fato de não se perceber uma melhora imediata”, lamenta Martinez. Isso é observado tanto com as drogas como na prática dos exercícios físicos.

Quais são as complicações da Fibromialgia

A grande complicação da fibromialgia por falta de conhecimento e tratamento adequado é o impacto na qualidade de vida. Não é raro que os portadores sofram de depressão e ansiedade.

“Uma das maiores queixas deles é a falta de apoio da família e de reconhecimento que a dor existe. Isso só agrava o problema”, alerta o profissional.

Fora isso, quando a síndrome não é tratada, ela pode bagunçar a memória e o raciocínio.

Dá para prevenir?

“A única forma que enxergo é manter uma vida saudável. E isso é válido para tantas outras doenças”, finaliza Martinez.

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  • Cansaço
  • Dores
  • Estresse
  • Fibromialgia
  • Memória
  • Saúde da Mulher

Источник: https://saude.abril.com.br/medicina/fibromialgia/

Fibromialgia: o que é, sintomas, tratamentos e se tem cura

Fibromialgia: sintomas, pontos de dor e tratamento

Fibromialgia (CID 10 M79. 7) é uma síndrome comum, na qual a pessoa tem como principal sintoma dores no corpo todo durante longos períodos, com sensibilidade nas articulações, nos músculos, tendões e em outros tecidos moles. Junto com a dor, a fibromialgia também causa fadiga, distúrbios do sono, dor de cabeça, depressão e ansiedade.

Fibromialgia: o que é, sintomas, causas e como tratar

De cada 10 pacientes com fibromialgia, sete a nove são mulheres. Não se sabe a razão porque isto acontece. Não parece haver uma relação com hormônios, pois a fibromialgia afeta as mulheres tanto antes quanto depois da menopausa.

A idade de aparecimento da fibromialgia é geralmente entre os 30 e 60 anos. Porém, existem casos em pessoas mais velhas e também em crianças e adolescentes. (2,3)

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Especialista responde: dúvidas sobre fibromialgia

Causas

As causas da fibromialgia ainda são desconhecidas, mas existem vários fatores que estão frequentemente associados a esta síndrome. Confira:

  • Genética: fibromialgia é muito recorrente em pessoas da mesma família, o que pode ser um indicador de que existem algumas mutações genéticas capazes de causar a síndrome
  • Infecções por vírus e doenças autoimunes também podem estar envolvidas nas causas da fibromialgia
  • Distúrbio do sono, sedentarismo, ansiedade e depressão também podem estar ligados de alguma forma à síndrome
  • Trauma físico ou emocional: a fibromialgia às vezes pode ser desencadeada por um trauma físico, o estresse psicológico também pode desencadear a condição.

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Fatores de risco

Os médicos alertam para alguns fatores de risco que facilitam o surgimento de fibromialgia. Confira:

  • Sexo: a síndrome é mais comum em mulheres do que em homens, em especial naquelas entre 20 e 50 anos
  • Histórico familiar: a doença é recorrente entre membros de uma mesma família, indicando que talvez exista algum fator genético envolvido nas suas causas
  • Outros transtornos: se você tem artrite reumatóide ou lúpus é mais provável que você acaba desenvolvendo fibromialgia.

Sintomas de Fibromialgia

Confira os principais sintomas da fibromialgia:

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  • Dor generalizada: a dor associada à fibromialgia é constantemente descrita como uma dor presente em diversas partes do corpo e que demoram pelo menos três meses para passar
  • Fadiga: pessoas portadores dessa síndrome frequentemente acordam já se sentindo cansadas, mesmo que tenham dormido por muitas horas. O sono também é constantemente interrompido por causa da dor, e muitos pacientes apresentam outros problemas relativos ao sono, a exemplo da apneia, insônia e síndrome das pernas inquietas
  • Dificuldades cognitivas: para os portadores de fibromialgia, é mais difícil se concentrar, prestar atenção e focar em atividades que demandem esforço mental
  • Dor de cabeça recorrente ou enxaqueca clássica, dor pélvica e dor abdominal sem causa identificada (Síndrome do intestino irritável)
  • Problemas de memória e de concentração
  • Dormência e formigamento nas mãos e nos pés
  • Palpitações
  • Redução na capacidade de se exercitar.

As dores de origem emocional atingem principalmente o sistema musculoesquelético do paciente que apresenta fibromialgia e são representadas pelos seguintes pontos dolorosos no corpo:

  • Região da coluna cervical
  • Coluna torácica
  • Cotovelos
  • Nádegas
  • Bacia
  • Joelhos.

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Reprodução/Shutterstock

Saber onde as dores ocorrem contribui para o diagnóstico. Entenda mais!

Crise de fibromialgia: entenda os principais pontos de dor

Buscando ajuda médica

Procura um médico se você começar a sentir fortes dores no corpo, tendo a sensação de que ela pode ser sentida “nos ossos” ou “na carne” ou ao redor das articulações.

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Aproveite a consulta e tire todas as dúvidas que você tiver. Lembre-se também de fazer uma descrição completa de seus sintomas. Isso ajudará o médico a fazer o diagnóstico da fibromialgia

Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar a fibromialgia são:

  • Clínico geral
  • Reumatologista.

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Diagnóstico de Fibromialgia

O diagnóstico da fibromialgia é feito clinicamente (por meio da história dos sintomas e do exame físico). Não existem testes laboratoriais que possam realizar o diagnóstico, mas o médico pode solicitar exames de sangue para que outras doenças, com sintomas e características parecidos, sejam descartadas entre os possíveis diagnósticos.

Os critérios de diagnóstico da fibromialgia são:

  • Dor provocada pela palpação de pontos dolorosos específicos. A palpação deve ser feita com a aplicação de força de 4 kg. Um resultado positivo requer que a palpação seja dolorosa
  • Deve haver uma história de dor generalizada durante, pelo menos, 3 meses. A dor é considerada generalizada quando os pacientes têm dor no lado esquerdo e direito do corpo, acima e abaixo da cintura.

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Saiba mais: Diagnóstico da fibromialgia não pode ser feito com exames e tratamento é individualizado

Tratamento de Fibromialgia

O tratamento de fibromialgia é mais eficaz quando são unidos medicamentos e cuidados não medicamentosos. O foco é evitar a incapacidade física, minimizar os sintomas e melhorar a saúde de modo geral.

Fibromialgia: tratamentos

O tratamento pode envolver:

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  • Fisioterapia
  • Programa de exercícios e preparo físico
  • Métodos para alívio de estresse, incluindo massagem leve e técnicas de relaxamento
  • Terapia cognitivo comportamental.

Existem várias classes de remédios que são utilizados em conjunto com o tratamento não medicamentoso.

As drogas mais utilizadas são analgésicos de ação central, incluindo algumas drogas antidepressivas e antiepilépticas que têm esta ação analgésica.

Medicamentos para melhorarem o padrão do sono e miorrelaxantes também são, frequentemente, utilizados isoladamente ou em conjunto com medicamentos analgésicos.

A terapia cognitivo-comportamental é uma parte importante do tratamento. Com ela, você aprenderá a:

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  • Lidar com pensamentos negativos
  • Manter um diário de seus sintomas e dores
  • Reconhecer o que agrava seus sintomas
  • Buscar praticar atividades agradáveis
  • Estabelecer limites.

Os grupos de apoio também podem ser úteis.

Entre outras recomendações estão:

  • Seguir uma dieta bem balanceada
  • Evitar cafeína
  • Manter uma boa rotina de descanso para melhorar a qualidade do sono
  • Acupressão e acupuntura.

Os casos graves de fibromialgia podem ser encaminhados a uma clínica especializada em dor.

Saiba mais: Alimentação para aliviar sintomas da fibromialgia

Medicamentos para Fibromialgia

Entre os medicamentos mais usados para o tratamento de fibromialgia, estão antidepressivos tricíclicos em doses baixas (administrados em doses inferiores àsusadas em casos de depressão), relaxantes musculares, anti-inflamatórios não-hormonais, analgésicos comuns e opioides, que podem ser utilizados na exacerbação da dor por curtos períodos de tempo. Veja alguns remédios utilizados:

  • Alginac
  • Ciclobenzaprina
  • Cymbalta
  • Dual
  • Lyrica
  • Miosan
  • Mirtax
  • Musculare
  • Nimesulida.

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Fibromialgia tem cura?

A medicina ainda não desenvolveu um método para curar a fibromialgia. Contudo, o prognóstico do fibromialgia é melhor hoje do que nunca. Com o tratamento indicado é possível ter o controle dos sintomas.

Complicações possíveis

A dor e a falta de sono associadas à fibromialgia podem interferir na sua capacidade de funcionar em casa ou no trabalho. A frustração de lidar com uma condição muitas vezes incompreendida também pode resultar em depressão e ansiedade relacionada à saúde.

Convivendo/ Prognóstico

A fibromialgia é uma síndrome de longa duração com flutuações frequentes na intensidade da dor. Seguindo o tratamento corretamente e tomando os devidos cuidados dentro de casa, os sintomas tendem a melhorar. Mais importante ainda: com os devidos cuidados, a pessoa com fibromialgia não perde sua capacidade funcional.

Em casa, você pode tomar algumas medidas para ajudar no tratamento e a conviver melhor com a doença. Veja exemplos:

  • Reduza o estresse diário
  • Durma o suficiente para estar descansado no dia seguinte
  • Exercite-se regularmente
  • Mantenha um mesmo ritmo de vida
  • Preserve um estilo de vida saudável.

Saiba mais: Exercícios ajudam no tratamento da fibromialgia

Perguntas frequentes

As alterações do humor, como irritabilidade e tristeza, estão presentes em até 70% dos pacientes. A depressão aparece em até 30% dos casos. Os sintomas da depressão podem ser confundidos com os da fibromialgia.

É necessário que o médico que acompanhe o paciente faça o diagnóstico precoce e inicie o mais rápido possível o tratamento da depressão.

A depressão piora os sintomas da fibromialgia, assim como a fibromialgia também piora os sintomas da depressão. (1)

Os pacientes que têm fibromialgia devem fazer exercício físico, principalmente o condicionamento aeróbico que proporciona os melhores resultados a médio e longo prazos. Os pacientes referem melhora dos sintomas dolorosos e da fadiga. A introdução de programas de exercícios físicos, seja no solo ou na água, têm apresentado sucesso no alívio dos sintomas. (1)

Referências

(1) Tatiana Hesegawa, médico reumatologista, CRM 103415 SP

(2) Sociedade Brasileira de Reumatologia

(3) Ministério da Saúde

(4) Mayo Clinic

Источник: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/fibromialgia

Fibromialgia

Fibromialgia: sintomas, pontos de dor e tratamento

Fibromialgia consiste em um quadro patológico no qual o paciente apresenta dores não inflamatórias generalizadas e intermitentes, sendo observadas mais intensamente em pontos específicos corpóreos denominados como “tender points”, zonas específicas de maior incidência dolorosa em que o terapeuta avalia por meio de um exame palpatório. Esta enfermidade está comprovadamente relacionada a disfunções quanto à produção e recepção de determinados neurotransmissores pelo organismo, assim como nota-se uma série de características presentes entre os portadores. Normalmente, são pessoas submetidas a um estresse prolongado, quadro depressivo, transtornos de ansiedade, morbidades adquiridas, maus hábitos alimentares, vida monótona, problemas de cunho familiar, conjugal ou laboral, dentre outros. Por se tratar de um quadro em que o organismo está ativo abaixo dos níveis essenciais para um bom funcionamento, fatores estruturais também merecem respaldo. Em um corpo depressivo e com dor há muito tempo, a musculatura fica comprometida e, consequentemente, a sustentação do corpo também é alterada. Dessa forma, alguns distúrbios de coluna podem se instalar, como o aumento das dores locais bem como o surgimento de um quadro degenerativo (artrose ou hérnia discal).

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E você sabe como a doença se manifesta?

A Fibromialgia se manifesta com dores por todo o corpo.

O paciente com fibromialgia pode sentir dor muscular generalizada no corpo todo e que pode vim acompanhada por outros sintomas, como fadiga e até alterações de memória, sono e também humor. Lista dos principais sintomas:

  • Dor intensa em todo o corpo, especialmente nos músculos;
  • Surgimento de diarreia e prisão de ventre, dentre outras alterações intestinais;
  • Músculos duros;
  • Sinais de ansiedade e depressão;
  • Tonturas e cefaleias;
  • Distúrbios do sono (muitas vezes, o paciente acorda com a sensação de que não dormiu), além de cansaço e sonolência frequentes.

Veja características dos principais sintomas

  • Dor generalizada: dificilmente o paciente consegue descrever essa dor, que nem é aguda nem forte. Trata-se de uma dor constante e “cansada”. É considerada generalizada por ocorrer em ambos os lados do corpo e acima e abaixo da cintura.
  • Fadiga: por muitas vezes, o paciente já desperta cansado, ainda que tenha dormido por uma quantidade adequada de horas. Ou seja, acaba adquirindo um “sono não reparador”.
  • Dificuldades cognitivas: dentre as consequências da fibromialgia também podem estar os prejuízos à memória do paciente, incluindo perda de memória de fixação, falta de concentração e raciocínio.

Qual o grau de ocorrência da doença?

A fibromialgia pode acometer qualquer indivíduo. Trata-se de um quadro comum. Entretanto, há vários anos atrás a doença não era conhecida pela denominação que hoje apresenta, e sim por outros termos.

Fatores de risco

Sexo: as mulheres são as mais acometidas. O problema afeta de 8 a 10 vezes mais o público feminino. Histórico familiar: é mais provável que a doença se manifeste em pacientes que já tiveram casos dessa doença na família. Doenças reumáticas: algumas doenças reumáticas podem ser responsáveis pela origem do problema. É o caso da artrite reumatoide ou do lúpus eritematoso, por exemplo.

O que pode agravar o problema?

O paciente com Fibromialgia pode sentir dores ainda mais intensas logo após um grande esforço físico. O estresse e as alterações do clima, além de noites mal dormidas também pode contribuir significativamente para crises acentuadas de dor.

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Quais os principais pontos de dor?

Há pontos principais de dor na Fibromialgia

  Como já sabemos a dor é generalizada, mas ela pode se tornar mais intensa em alguns pontos específicos que o paciente com Fibromialgia sabe exatamente onde são uma vez tocados. Veja quais são esses “pontos dolorosos”:

  • Na parte da frente e de trás do pescoço;
  • Na parte de trás dos ombros;
  • Na parte superior do peito;
  • Nos cotovelos;
  • Na parte superior das nádegas;
  • No quadril;
  • Nos joelhos.

Como diagnosticar a fibromialgia?

Normalmente, o diagnóstico é clínico.

É identificada a doença, principalmente, quando o paciente apresenta dor intensa em 3 a 6 áreas diferentes do corpo durante um período de, pelo menos, três meses ou mesmo quando o indivíduo apresenta dor menos forte só que em mais áreas diferentes do corpo. Alguns exames também podem ser solicitados para descartar outras doenças que possam apresentar sintomas semelhantes.

Existe cura para a fibromialgia?

Fibromialgia não tem cura, mas existem vário tratamentos que podem ajudar a conviver com isso.

Quando o paciente é diagnosticado com Fibromialgia, ele já é orientado sobre o fato de a condição não ter cura. O que é possível é o alívio dos sintomas. Para isso, existem alguns procedimentos que podem ser prescritos pelo médico acompanhante do paciente.

Qual o melhor tratamento?

  • Tratamento medicamentoso: Alguns medicamentos como analgésicos, antidepressivos e relaxantes musculares podem ser prescritos pelo especialista. Mas, atenção: nunca se automedique nem interrompa o uso de algum medicamento que o seu médico orientou sem antes consultá-lo.
  • Auxílio psicológico: Muitos pacientes diagnosticados com Fibromialgia sofrem com distúrbios psiquiátricos concomitante. Isso, certamente irá dificultar a melhora clínica. Dessa forma, é sempre aconselhável a consulta com um psicólogo ou psiquiatra.
  • Prática de exercícios: Um programa de exercícios regular e de baixo impacto pode beneficiar bastante os pacientes com Fibromialgia. Sempre orientados por um fisioterapeuta, os exercícios contribuem na manutenção de músculos condicionados e saudáveis. O paciente também é orientado sobre a importância do alongamento, da boa postura e dos exercícios de relaxamento. Bons exemplos são a caminhada, a natação e a hidroginástica.
  • Estilo de vida saudável: É extremamente necessária a adoção de bons hábitos ao longo de toda a vida, como boa alimentação, descanso mental para alívio do estresse e qualidade do sono.
  • Fisioterapia: Sessões regulares de fisioterapia ajudam na melhora da circulação e alívio dos sintomas característicos da Fibromialgia.

Fibromialgia e aposentadoria

Há casos em que o paciente recebe direito à aposentadoria por conta da doença. Para isso, o médico perito comprova a Fibromialgia no paciente por meio de uma perícia agendada no INSS. Outro benefício que o paciente acometido pode receber é o auxílio-doença durante o período em que estiver incapacitado de trabalhar por conta de crises da doença.

Convivendo com o problema

Sem a cura definitiva, o paciente com Fibromialgia deve se adaptar a novos hábitos em sua rotina, de modo a manter sua qualidade de vida apesar do problema. Algumas dicas incluem:

  • Exercícios regulares;
  • Lidar com o estresse da melhor forma;
  • Evitar cafeína em excesso, especialmente antes de dormir;
  • Conversar com outras pessoas sobre sua condição;
  • Investir em momentos para si, em que se livre de tensões do dia a dia.

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Источник: https://www.itcvertebral.com.br/fibromialgia/

O que é fibromialgia? Saiba identificar os sintomas da doença

Fibromialgia: sintomas, pontos de dor e tratamento

A fibromialgia é uma doença silenciosa e não detectável em exames laboratoriais, e muitas vezes é encarada como um transtorno apenas psicológico1, mesmo quando as dores constantes gerem até depressão no doente.2 O quadro é ainda pior quando o doente sofre com a descrença e desconfiança de quem está ao seu redor, ou que duvidam da legitimidade da condição.

Pois é: há quem não acredite que os sintomas sejam verdadeiros3, mas isso não invalida a experiência de quem sofre com fibromialgia.

Fibromialgia é doença, não frescura

No Brasil, as causas da fibromialgia ainda não estão claras, mas por definição, é um distúrbio de dor e sensibilidades crônicas e generalizadas. Ela é tipicamente presente em mulheres jovens ou de meia-idade (cerca de 80% dos casos)4, mas pode afetar qualquer pessoa5.Os principais sintomas5 são:

  • Dor persistente e sensibilidade que se espalham pelo corpo todo, principalmente pelo crânio, tórax e coluna vertebral;
  • Rigidez corporal;
  • Fadiga (Sono fragmentado e sono não-restaurador);
  • Dificuldades cognitivas;
  • Ansiedade e/ou depressão;
  • Comprometimento das atividades diárias

O desafio do diagnóstico

Não é possível diagnosticar fibromialgia com uma radiografia ou exame de sangue. O médico identifica a doença pelos sintomas relatados e por um exame físico, que identifica os pontos dolorosos no corpo.[1] Muitas vezes, a doença é confundida com tendinite, quando as dores acontecem nos ombros, coluna cervical e joelhos.4

O diagnóstico da fibromialgia é realizado por exclusão e recomenda-se avaliar outras doenças que poderiam ser a causa dos sintomas antes de fazê-lo, como por exemplo: hipotireoidismo, artrite reumatóide, doenças autoimunes.5

Fibromialgia tem cura?

Infelizmente não, mas algumas adaptações no estilo de vida e medicamentos podem fazer o controle prolongado dos sintomas. Os exercícios, por exemplo, são grandes aliados do paciente, tanto que se exercitar é a principal recomendação médica para o tratamento da condição.1 Boa notícia, não é mesmo?

Não há uma recomendação específica sobre o tipo de atividade física. A opção varia de acordo com os sintomas e preferências de cada um. O ideal é testar várias modalidades até encontrar uma que realmente ajude, e que te dê prazer, claro. Além de diminuir a dor, o exercício melhora a depressão, a ansiedade, o sono e a fadiga.1

É possível que seu médico receite algum medicamento, mas o tratamento deve ser multidisciplinar, combinando remédios e exercícios físicos com práticas como acupuntura e outros tipos de autocuidado.1

Vamos falar sobre fibromialgia?

Como a fibromialgia ainda é uma doença estigmatizada, quem sofre com os sintomas pode escondê-los ou evitar falar sobre eles para evitar qualquer tipo de preconceito. Por isso, muitos consideram viver em silêncio com a doença3, o que é bastante incômodo e pode ter efeitos graves na qualidade de vida e tarefas do dia a dia.

Uma das melhores formas de combater um estigma é falar abertamente sobre ele. Se você conhece alguém que apresenta os sintomas da fibromialgia, procure conversar com essa pessoa sem julgá-la. Ofereça ajuda e a encoraja a procurar um profissional. O mesmo vale para aqueles que sofrem com os sintomas: sua doença é real e você merece tratamento.

Referências

1. Ministério da Saúde [homepage na internet]. Fibromialgia: os desafios de uma doença invisível [acesso em 08 Out 2018]. Disponível em:http://www.blog.saude.gov.br/index.php/materias-especiais/52386-fibromialgia-os-desafios-de-uma-doenca-invisivel

2. Rodrigues GF, Brisky IA, Soczek KDL. A relação entre fibromialgia e depressão. Trabalho de Conclusão de Curso – Bacharelado em Psicologia. Faculdade Sant’Anna. 2016. Disponível em:https://www.iessa.edu.br/revista/index.php/tcc/article/view/84/31

3. Gonzales BID. Aspectos Psicológicos da Fibromialgia: Personalidade e História de Vida. Faculdade de Psicologia – Universidade de Lisboa. Dissertação de doutorado em psicologia clínica. 2013. Disponível em:http://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/11052/1/ulsd066203_td_Barbara_Gonzalez.pdf

4. Ministério da Saúde [homepage na internet]. Fibromialgia: conhece essa dor? [acesso em 08 Out 2018]. Disponível em:http://www.blog.saude.gov.br/index.php/promocao-da-saude/33004-fibromialgia-conhece-essa-dor

5. Boomershine CS. Fibromyalgia. Medscape. 10 Set 2018. Disponível em:https://emedicine.medscape.com/article/329838-overview

SABRAGE.MDY.19.03.0115

Источник: https://www.medley.com.br/podecontar/preciso-ajuda/fibromialgia-nao-e-frescura

Fibromialgia: sintomas e sua relação com a depressão

Fibromialgia: sintomas, pontos de dor e tratamento

17 de setembro de 2018

  |  Tempo de leitura: 7 minutos

Fibromialgia é uma síndrome de dor crônica relativamente comum e muito complexa. Seus sintomas clássicos são dores musculares e nas articulações, ambas generalizadas. Ela ocorre nos tecidos fibroso e muscular ao longo de todo o corpo.

Também é conhecida como SFM – Síndrome de Fibromialgia ou Síndrome de Joanina Dognini. A fibromialgia pode durar anos ou a vida inteira. É a segunda condição mais comum que afeta ossos e músculos, atrás apenas da artrite. No entanto, muitas vezes é mal diagnosticada e mal entendida.

Não há cura para fibromialgia. Mas uma combinação de medicação, exercício, controle do estresse e hábitos saudáveis pode aliviar seus sintomas o suficiente para que se possa viver uma vida normal e ativa.

A sua dor não está só na sua cabeça

É muito comum que pacientes dessa síndrome demorem a descobrir a doença. Também é comum perceberem que as pessoas e até mesmo alguns profissionais de saúde não acreditam nas dores existentes. Isso acontece porque a fibromialgia não gera uma lesão dos tecidos, ou seja, não há inflamação ou degeneração. Seus sintomas só podem ser vistos em exames muito específicos.

Na prática clínica, não há como provar que a pessoa está sentindo dor crônica, já que a reação corporal é muito diferente das reações encontradas em dores agudas.

 Estima-se que aproximadamente 3% dos brasileiros sofrem dessa condição no Brasil. A grande maioria (90%) são mulheres entre 30 e 50 anos.

Das pessoas com fibromialgia, aproximadamente 20% também sofrem de ansiedade ou depressão, mesmo que essa conexão entre as doenças seja muitas vezes ignorada.

Quais são as causas da fibromialgia?

Não é possível indicar exatamente de onde surge a fibromialgia, entretanto, existem alguns fatores que são associados ao início da síndrome:

As dores da síndrome normalmente se iniciam em um ponto específico e vão se espalhando de forma crônica. Alguns fatores podem piorar as dores, como o excesso de esforço físico, estresse emocional, infecções, noites mal dormidas, traumas ou longas exposições à temperaturas muito baixas.

Quais os fatores de risco da doença?

Ainda que não se saibam as causas da fibromialgia, alguns fatores de risco facilitam o surgimento da doença. O primeiro deles é o sexo, já que a síndrome atinge 8 a 10 vezes mais mulheres do que homens. Além disso, o histórico familiar e doenças reumáticas também podem desencadear a patologia.

Quais são os sintomas da fibromialgia?

O principal sintoma da síndrome é a dor generalizada. Essa dor é normalmente descrita como uma dor de cansaço constante. Nem forte nem aguda, acontecendo em todo o corpo, com duração de pelo menos três meses.

Segundo estudos, essa dor acontece porque a estimulação repetida dos nervos faz com que o cérebro de pessoas com Fibromialgia se modifique.

Esta mudança envolve um aumento anormal dos níveis de certas substâncias químicas que sinalizam dor (neurotransmissores). Além disso, os receptores de dor do cérebro parecem desenvolver uma espécie de memória da dor.

Tornam-se mais sensíveis, o que significa que podem reagir exageradamente a sinais de dor.

Além disso, a fibromialgia apresenta sintomas como:

  • Fadiga constante;
  • Cansaço mesmo após dormir por longos períodos;
  • Distúrbios do sono como a síndrome das pernas inquietas ou apneia;
  • Dificuldades cognitivas: falta de concentração, lacunas de memória, problemas de linguagem e raciocínio prejudicado;
  • Dores de cabeça;
  • Cólicas e outros incômodos gastro;
  • Picos de ansiedade;
  • Vontade de isolar-se;
  • Não sentir mais prazer em atividades agradáveis;
  • Depressão.

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Como é feito o diagnóstico da fibromialgia?

O diagnóstico da fibromialgia é essencialmente clínico. Exames laboratoriais e radiológicos são utilizados apenas para avaliar as condições gerais do paciente.

Considerando que os sintomas de um paciente com fibromialgia são bastante semelhantes a outras doenças, é comum que o diagnóstico da síndrome seja mais lento e trabalhoso até que se confirme.

Em alguns casos, o paciente é encaminhado para um reumatologista.

A história clínica e o exame físico cuidadoso são fundamentais para se chegar a um diagnóstico. A principal forma de realização desses exames é a partir da pressão com os dedos em 18 pontos específicos do corpo, como você pode ver na imagem abaixo.

Fonte: www.fibromialgia.com.br e referência The American Fibromyalgia Syndrome Association (AFSA).

Qual o tratamento da fibromialgia?

Não existe um tratamento específico para a síndrome. O que se faz é minimizar os sintomas, melhorando a condição de vida do paciente em geral. Para isso, cada pessoa terá indicações específicas de ações à serem realizadas, assim como de medicamentos receitados. Nesse sentido, a atitude do paciente é determinante para a evolução da doença.

Alguns tratamentos não-farmacológicos que tem funcionado em pessoas com a síndrome são: suporte psicológico, exercícios físicos de baixo impacto regulares, dieta balanceada e acupuntura. Se o tratamento for bem sucedido, haverá alívio da dor, melhoria da qualidade do sono, restabelecimento do equilíbrio emocional e melhorias no condicionamento físico, reduzindo a fadiga.

Fibromialgia e depressão

Devido às dores crônicas, é muito comum que a fibromialgia leve à anormalidades no sistema nervoso, mudando a forma com que os pacientes lidam com o estresse. A fadiga constante também gera isolamento de atividades, ansiedade, falta de energia, sentimentos de culpa e muitos outros sintomas que desencadeiam a depressão.

Pacientes que possuem depressão junto à fibromialgia geram um círculo vicioso, tendo maiores dificuldades no tratamento da doença, sentindo mais dores e agravando todo o processo. Seguir um tratamento adequado da fibromialgia junto com o tratamento da depressão é fundamental para que a síndrome seja controlada.

A terapia cognitivo comportamental (TCC) é uma boa forma de trabalhar os sintomas da fibromialgia e da depressão em conjunto.

Essa abordagem leva principalmente em conta a forma como cada um age perante os acontecimentos do dia a dia, assim é possível entender e modificar as emoções e o modo de agir do paciente.

Na Fibromialgia, a TCC auxilia o paciente a entender e interpretar melhor suas atitudes frente à dor e demais sintomas para enfrentá-los de forma eficiente.

Como conviver com a fibromialgia?

Apesar de ser uma doença bastante incômoda, é possível sim conviver com a síndrome da fibromialgia, mesmo em seus momentos de crise. Para isso, algumas atividades precisam ser incorporadas na rotina com o suporte de profissionais da saúde, familiares e amigos.

Converse com as pessoas próximas sobre a condição, aprenda a dizer ‘não’ quando estiver se sentindo desconfortável, mantenha um diário com os sintomas da doença, participe de comunidades de apoio, exercite-se regularmente, cuide-se para diminuir situações de estresse nas relações pessoais, no trabalho e em outros círculos, cuide da alimentação e dê um tempo para si sempre que for necessário. A melhor forma de tratar a fibromialgia é cuidando de sua qualidade de vida.

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Tatiana Pimenta

CEO e Fundadora da Vittude. É apaixonada por psicologia e comportamento humano, sendo grande estudiosa de temas como Psicologia Positiva e os impactos da felicidade na saúde física e mental.

Cursou The Science of Happiness pela University of California, Berkeley. É maratonista e praticante de Mindfulness. Encontrou na corrida de rua e na meditação fontes de disciplina, foco, felicidade e produtividade.

Você também pode me seguir no Instagram @tatianaacpimenta

Источник: https://www.vittude.com/blog/fibromialgia-sintomas-depressao/

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