Gastrite enantematosa: o que é, sintomas e como tratar

Principais sintomas de gastrite

Gastrite enantematosa: o que é, sintomas e como tratar

Gastrite é o nome dado à inflamação da mucosa gástrica, camada de tecido que reveste a parede do estômago, protegendo-o contra a excessiva acidez.

A gastrite pode ser aguda, quando a inflamação surge subitamente, ou crônica, quando a inflamação vai se estabelecendo lentamente, podendo a mucosa permanecer inflamada por meses ou até anos.

A gastrite é uma inflamação da parede do estômago, que pode ser causada por inúmeros problemas. Entre as causas mais comuns, podemos citar:

A inflamação pode acometer toda a mucosa do estômago de forma difusa, sendo chamada de pangastrite, ou apenas algumas regiões, como o antro, na chamada gastrite antral.

A gastrite também pode ser classificada como gastrite erosiva ou gastrite não-erosiva. A gastrite erosiva é aquela que provoca pouca inflamação, mas causa erosão da parede do estômago, levando à perda da mucosa. A gastrite erosiva também pode levar à formação de úlceras e sangramentos. Na gastrite não-erosiva, ainda existe mucosa presente, mas a mesma encontra-se muito inflamada.

Quando durante a endoscopia digestiva a mucosa do estômago além de inflamada também aparenta estar inchada (com edemas), damos o nome de gastrite enantematosa.

Neste artigo vamos abordar apenas os sintomas da gastrite. Se você quiser saber mais informações sobre a gastrite, como causas, tipos, diagnóstico e tratamento, leia: GASTRITE | ÚLCERA GÁSTRICA.

Gastrite nervosa

A gastrite é um diagnóstico que só pode ser fechado através da biópsia do estômago realizada durante um exame de endoscopia digestiva alta. O paciente pode ter os sintomas que tiver, se não houver inflamação da mucosa identificável na endoscopia digestiva, não podemos dizer que ele tem gastrite.

Esta informação é importante porque frequentemente ouvimos falar de uma tal gastrite nervosa. Antes de mais nada, vamos deixar bem claro: não existe gastrite nervosa. O que o paciente pode ter em situações de estresse ou nervosismo é um quadro que chamamos de dispepsia funcional (leia: DISPEPSIA FUNCIONAL – Dor de Estômago Sem Causa Aparente).

Dispepsia é um termo que compreende uma série de sintomas relacionados ao estômago, sejam eles ligados ou não à gastrite. Entre os sintomas que estão incluídos no termo dispepsia, podemos citar:

  • Queimação ou dor na região do estômago.
  • Sensação de plenitude após refeições.
  • Sensação de estômago distendido.
  • Eructação excessiva (excesso de arrotos).
  • Azia.
  • Saciação precoce.
  • Náuseas e vômitos.
  • Sensação de má digestão.

Algumas pessoas quando ficam ansiosas, nervosas ou estressadas podem ter vários destes sintomas de dispepsia, às vezes de forma crônica. Todavia, se não houver inflamação da mucosa do estômago, não podemos dizer que elas têm gastrite (leia: DOR DE ESTÔMAGO – DISPEPSIA – Causas e Tratamento).

É um erro comum pessoas que tem dispepsia acharem que seu estresse as fez desenvolver uma gastrite. Estresses do dia-a-dia, ansiedade ou nervosismo NÃO causam gastrite. Eles podem até causar sintomas de gastrite, podem também exacerbar os sintomas de uma gastrite já existente, mas nervosismo não provoca gastrite, pois ele não faz a mucosa do estômago ficar inflamada.

Portanto, se você anda estressado(a) e tem frequentemente sintomas de gastrite, mas a endoscopia digestiva nada revela, o seu diagnóstico correto é dispepsia funcional. Por outro lado, se a endoscopia digestiva realmente revelar uma gastrite, é preciso procurar a causa para ela, pois somente o nervosismo não justifica o quadro.

Sintomas da gastrite

Um erro frequente é chamar de gastrite qualquer sintoma de dispepsia. Basta haver uma dor ou queimação no estômago para as pessoas dizerem que estão com gastrite. Gastrite não é sinônimo de dor no estômago.

Na verdade, ao contrário do que se imagina, a maioria das pessoas com gastrite não apresenta sintoma algum. Muitos pacientes com gastrite referem um pequeno incômodo estomacal após algumas refeições, mas nada que cause preocupação ou faça-os procurar um médico.

Nos pacientes que realmente têm sintomas de gastrite, o mais comum é uma queimação na boca do estômago, que para algumas pessoas melhora com a comida e para outros piora. Todos os sintomas de dispepsia descritos no tópico anterior podem estar presentes no paciente com gastrite. Além da queimação, azia e náuseas também são muito comuns.

Os sintomas da gastrite podem piorar em situações de estresse ou após o consumo de álcool, refrigerantes, café ou alimentos picantes. Fumar também costuma piorar a inflamação da mucosa do estômago, podendo agravar os sintomas.

Podemos concluir, portanto, que o diagnóstico de gastrite não pode ser dado apenas com base nos sintomas. Há pacientes com muitos sintomas que não têm gastrite, e há outros com pouco ou nenhum sintoma que podem ter o estomago todo inflamado.

A intensidade dos sintomas também não é um bom preditor de gravidade da gastrite. Ter muita ou pouca dor no estômago não significa que a gastrite é mais ou menos grave. Há pacientes com gastrite erosiva e úlceras que referem pouca dor e há pessoas com sintomas fortíssimos, que apresentam pouca ou nenhuma inflamação do estômago quando fazem a endoscopia digestiva.

Nas gastrites erosivas graves, quando há sangramento do estômago, o paciente pode apresentar fezes bem escurecidas, pastosas e com odor muito forte. Estas fezes, chamadas de melena, são compostas por sangue digerido que transitou ao longo do trato gastrointestinal.

Nos pacientes mais idosos, a anemia e o sangramento digestivo, muitas vezes, são os únicos sintomas de uma gastrite severa. Se o sangramento gástrico for muito volumoso, o paciente pode apresentar vômitos sanguinolentos.

Os caos mais graves, porém, são a minoria. Na maioria dos pacientes, a gastrite é um quadro leve, que pode ser facilmente tratado com medicamentos e mudanças de hábito de vida.

Источник: https://www.mdsaude.com/gastroenterologia/sintomas-gastrite/

Gastrite enantematosa – como ela é?

Gastrite enantematosa: o que é, sintomas e como tratar

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terça-feira, 18 de abril de 2017 – Atualizado em 22/08/2019

A gastrite1 enantematosa, assim como a gastrite1 comum, é uma inflamação2 na parede do estômago3, causando vermelhidão e inchaço4, que provoca uma série de incômodos estomacais nos indivíduos acometidos. A diferença dela para a gastrite1 comum é que ela afeta, além da mucosa5, o epitélio6 estomacal, gerando um ferimento na parede do estômago3.

Quais são as causas da gastrite1 enantematosa?

A gastrite1 enantematosa pode ser provocada pela presença da bactéria7 Helicobacter pylori, por doenças autoimunes8, pelo consumo de álcool e pelo uso frequente de aspirinas, remédios anti-inflamatórios ou corticoides.

Saiba mais sobre “Gastrites9”, “Doenças autoimunes8” e “Corticoides”.

Quais são as principais características clínicas da gastrite1 enantematosa?

Os sintomas10 da gastrite1 enantematosa surgem geralmente após as refeições, podendo durar cerca de duas horas, sendo os mais comuns dor de cabeça11, dor e queimação no estômago3, enjoo, indigestão, gases e arrotos, falta de apetite e vômito12 ou ânsia de vômito12. Pode, ainda, aparecer sangue13 nas fezes. Os sintomas10 se iniciam de maneira leve e podem ir se agravando ao longo das horas.

A gastrite1 enantematosa pode ser classificada de acordo com a região afetada do estômago3: cárdia, corpo, antro e fundo. Assim, por exemplo, fala-se de gastrite1 enantematosa antral quando a inflamação2 ocorre na parte final do estômago3, o antro.

Segundo a gravidade, fala-se em gastrite1 enantematosa leve quando a inflamação2 ainda está no início, não prejudicando muito o estômago3. Em casos mais sérios, a gastrite1 enantematosa é classificada em moderada ou severa.

Leia sobre “Flatulência ou excesso de gases”, “Náuseas14 e vômitos15” e “Melena16 e Hematêmese17”.

Como o médico diagnostica a gastrite1 enantematosa?

O diagnóstico18 deve começar a ser feito pelos sintomas10 e ser confirmado por uma endoscopia19 digestiva alta, através da qual o médico especialista consegue visualizar a parte interna do estômago3 e identificar a presença da inflamação2.

Como o médico trata a gastrite1 enantematosa?

O tratamento para gastrite1 enantematosa inclui medicamentos antiácidos20 ou protetores gástricos, antibióticos para eliminar a bactéria7 Helicobacter pylori, quando essa for a causa da gastrite1 e alteração dos hábitos alimentares, evitando alimentos gordurosos e outros que irritam o intestino. Deve-se manter uma dieta adequada que seja recomendada pelo médico ou por um nutricionista21.

  • De um modo geral, são considerados alimentos proibidos:

Alimentos gordurosos e frituras; frutas ácidas; temperos; picles; doces concentrados; frutas secas e cristalizadas; frutas oleaginosas; feijão e outras leguminosas; pepino; tomate; couve; couve-flor; brócolis; repolho; pimenta; pimentão; nabo; rabanete; café; chá preto; mate e chocolate; linguiça; salsicha; patês; mortadela; presunto; bacon; carne de porco; carnes gordas; alimentos enlatados e em conserva; bebidas alcoólicas e gasosas.

  • E considerados alimentos permitidos:

Chá de camomila; erva-doce; erva-cidreira; melissa; espinheira santa; sopas magras; carnes magras desfiadas, picadas, moídas, ensopadas, cozidas, assadas ou grelhadas; ovos cozidos, poches ou quentes; verduras e legumes bem cozidos; frutas; pães brancos, bolachas maria, maisena e água e sal; arroz; macarrão simples; batata, mandioca, mandioquinha e cozidos.

A duração do tratamento depende da gravidade da inflamação2 e das suas causas, devendo sempre ser orientado pelo médico.

Como evitar os sintomas10 da gastrite1 enantematosa?

  • Evitar alimentos irritativos da mucosa5 gástrica.
  • Evitar o consumo de alimentos prontos, como congelados, industrializados e empacotados.
  • Evitar o fumo e as bebidas alcoólicas.
  • Evitar ingerir grandes quantidades de alimentos antes de se deitar.
  • Evitar alimentos muito quentes.
  • Evitar goma de mascar.
  • Evitar fazer refeições volumosas a qualquer hora do dia.

Veja também sobre “Sintomas10 da gastrite1”, “Hemorragia digestiva alta22” e “Endoscopia19 digestiva alta”.

As informações veiculadas neste texto foram extraídas em parte dos sites da Cleveland Clinic e da Johns Hopkins Medicine.

ABCMED, 2017. Gastrite enantematosa – como ela é?. Disponível em: . Acesso em: 9 mar. 2021.

Nota ao leitor:
As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

1 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.

2 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.

Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).

3 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.

4 Inchaço: Inchação, edema.

5 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.

6 Epitélio: Uma ou mais camadas de CÉLULAS EPITELIAIS, sustentadas pela lâmina basal, que recobrem as superfícies internas e externas do corpo.

7 Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.

), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.

8 Autoimunes: 1. Relativo à autoimunidade (estado patológico de um organismo atingido por suas próprias defesas imunitárias). 2. Produzido por autoimunidade. 3. Autoalergia.

9 Gastrites: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.

10 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença.

Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal.

A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.

12 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.

13 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo.

Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares).

Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.

14 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .

15 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.

16 Melena: Eliminação de fezes de coloração negra, alcatroada. Relaciona-se com a presença de sangue proveniente da porção superior do tubo digestivo (esôfago, estômago e duodeno). Necessita de uma avaliação urgente, pois representa um quadro grave.

17 Hematêmese: Eliminação de sangue proveniente do tubo digestivo, através de vômito.

18 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.

19 Endoscopia: Método no qual se visualiza o interior de órgãos e cavidades corporais por meio de um instrumento óptico iluminado.

20 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.

21 Nutricionista: Especialista em nutricionismo, ou seja, especialista no estudo das necessidades alimentares dos seres humanos e animais, e dos problemas relativos à nutrição.

22 Hemorragia digestiva alta: É um termo que se refere a qualquer sangramento proveniente do gastrointestinal superior. O limite anatômico para o sangramento gastrointestinal superior é o ligamento de Treitz, que liga a quarta porção do duodeno ao diafragma, perto da flexura esplênica do cólon.

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Источник: https://www.abc.med.br/p/sinais.-sintomas-e-doencas/1294998/gastrite+enantematosa+como+ela+e.htm

Gastrite enantematosa: sintomas, tratamentos e causas

Gastrite enantematosa: o que é, sintomas e como tratar

A gastrite enantematosa é caracterizada pela vermelhidão da mucosa do estômago ao exame endoscópico, podendo ser este diagnóstico corroborado pela análise de biópsias evidenciando infiltrado inflamatório. Pode causar sintomas ou ser apenas um achado no exame de endoscopia digestiva alta, sem repercussões clínicas.

Além de apresentar uma vermelhidão da mucosa, possivelmente, a gastrite enantematosa é acompanhada de edema. Outras formas de gastrite podem exibir erosões na mucosa, adelgaçamento do epitélio do estômago, aumento das pregas gástricas, entre outras.

Tipos

A gastrite enantematosa pode ser difusa ou acometer apenas o corpo ou o antro gástricos, sendo graduada quanto à sua intensidade em leve, moderada e acentuada pelo grau de vermelhidão e pelo número de polimorfonucleares presentes no infiltrado inflamatório.

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Causas

A gastrite é causada principalmente pela Helicobacter pylori, bactéria que pode ser transmitida através de:

  • Medicamentos
  • Álcool
  • Certos alimentos e bebidas (café, por exemplo)
  • Drogas
  • Radiação
  • Estresse metabólico (queimaduras e cirurgias de grande porte, por exemplo)
  • Alergias
  • Doenças autoimunes
  • Refluxo biliar.

Fatores de risco

  • Hábitos de higiene ruins (não lavar as mãos de forma correta, por exemplo)
  • Comer alimentos preparados de forma inadequada
  • Infecção pelo Helicobacter pylori
  • Etilismo
  • Tabagismo
  • Uso de certos medicamentos
  • Estresse
  • Doenças crônicas
  • Cirurgias gástricas.

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Sintomas de Gastrite enantematosa

A gastrite enantematosa pode ser assintomática. Porém, também pode seguir acompanhada de:

  • Dor abdominal
  • Sensação de queimação
  • Plenitude gástrica (sensação de estômago cheio)
  • Náuseas.

Buscando ajuda médica

Procure um especialista se sentir dores na região da barriga e do abdômen e se apresentar fezes escuras ou sangue no vômito. Na consulta, descreva todos os seus sintomas e aproveite para tirar todas as suas dúvidas.

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Diagnóstico de Gastrite enantematosa

O diagnóstico da gastrite enantematosa é feito por endoscopia digestiva alta com a presença de vermelhidão da mucosa gástrica, podendo ser este diagnóstico corroborado por análise de biópsias evidenciando infiltrado inflamatório.

Exames

O exame essencial é o de Endoscopia digestiva alta. Biópsias gástricas também podem auxiliar na avaliação.

Tratamento de Gastrite enantematosa

No caso de gastrite enantematosa sem sintomas em que não se identifique fatores causais, pode apenas estar indicado seu acompanhamento.

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Quando indicado, o tratamento é feito com dieta, correção de hábitos alimentares, medidas para controle do estresse e medicamentos para o estômago. Deve-se dar preferência a alimentos de fácil digestão e ricos em antioxidantes, evitando álcool, cafeína, alimentos cítricos, frituras, embutidos, comidas em conserva e certos condimentos e temperos mais fortes.

Deve-se comer a cada 3 horas. Geralmente são usados medicamentos como os inibidores de bomba de prótons, bloqueadores do receptor H2 e antiácidos. Caso Helicobacter pylori esteja presente, pode estar indicada a sua erradicação com antibióticos.

Convivendo/ Prognóstico

A maioria das gastrites enantematosas não evoluirá com complicações. No caso da gastrite enantematosa associada à infecção por Helicobacter pylori, deve ser avaliada a indicação de sua erradicação tendo em vista as possíveis complicações relacionadas a esta bactéria.

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Complicações possíveis

A maioria das gastrites enantematosas não evoluirá com complicações. É importante a avaliação com um médico para identificar aquelas pessoas que tem uma chance maior de evoluir para formas mais graves de gastrite com riscos maiores de complicação.

Gastrite enantematosa tem cura?

Com o tratamento adequado os sintomas devem ser resolvidos e nem sempre é necessária a remissão da alteração endoscópica.

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