Gripe H3N2: o que é, sintomas e tratamento

O vírus da gripe H3N2 é mais perigoso? Tire suas dúvidas sobre ele

Gripe H3N2: o que é, sintomas e tratamento

Todo ano é assim: junto com os meses mais frios vêm a preocupação com a gripe. E, desta vez, a população está ainda mais temorosa com a doença, devido ao surto provocado nos Estados Unidos pelo vírus H3N2. Ele infectou mais de 47 mil pessoas no país norte-americano, gerando diversas mortes, e já deu as caras no Brasil.

De acordo com o último dado da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, foram registrados mais de 57 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave causada pelo Influenza H3N2, em 13 estados brasileiros. E dez pacientes faleceram, sendo três em São Paulo.

Para vencer esse inimigo –que não é nem mais nem menos perigoso do que outros vírus da gripe –, nada melhor do que conhecê-lo bem. Por isso, o VivaBem responde a seguir algumas perguntas sobre o H3N2. 

O que é o vírus H3N2?

É uma variação do vírus Influenza, agente causador da gripe, que possui dois tipos importantes para os humanos: A e B. O H3N2 é um subtipo do Influenza A e circula entre nós desde 1968. Como todo vírus da gripe, ele sofre mutações ao longo do tempo. Foi justamente por “ter mudado” que infectou tanta gente nos EUA. 

“É importante lembrar que recentemente tivemos o vírus H1N1 –também do tipo A — circulando com mais intensidade. Por isso, algumas pessoas já conviveram mais com H1N1 do que com o H3N2.

Isso acaba interferindo na resposta imunológica aos diferentes tipos de Influenza e pode favorecer a epidemia”, afirma Nancy Bellei, professora de infectologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Qual a diferença do H3N2 para outros vírus?

Não existe uma diferença significativa para outros Influenza A, como o H1N1, que em 2009 provocou milhares de mortes no Brasil e no mundo –em um surto popularmente chamado de gripe suína.

Como também atacam aves e porcos, os vírus da gripe A costumam sofrer maiores mutações do que os da B, que só atingem humanos. Como nosso organismo ainda não “sabe combater” essas mutações, o Influenza A tem potencial maior de epidemia.

 

Febre, fadiga e problemas respiratórios são os principais sintomas causados pelo vírus H3N2

Imagem: iStock

Quais são os sintomas do vírus H3N2?

Ele pode causar febre elevada nos dois ou três primeiros dias, tosse seca, calafrios, dor de garganta, espirros, coriza, perda de apetite e dores musculares, nas articulações e na cabeça. Esses sinais são comuns em qualquer gripe. “Não é possível diferenciar uma doença provocada pelo Influenza H3N2, H1N1 ou B”, explica Bellei. 

Segundo a médica Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), os sintomas provocados pelo vírus H3N2 geralmente permanecem por até uma semana. 

O H3N2 é mais “matador”?

Não! Como já foi dito, ele é muito semelhante a outros tipos de Influenza –e todos são potencialmente perigosos.

Se não for tratada corretamente, qualquer gripe pode causar danos ao sistema respiratórios, comprometer os pulmões e levar à morte.

Os problemas mais sérios tendem a acontecer em grupos de risco (idosos e crianças com até 5 anos) e pessoas que negligenciam o tratamento da gripe. 

Existe risco do H3N2 gerar no Brasil um surto como nos EUA? 

Isso é pouco provável. O aumento das mortes por H3N2 no Hemisfério Norte aconteceu porque o vírus que circulou era diferente do que a vacina prevenia.

 “Por isso, a eficácia da imunização foi muito baixa –entre 20% e 30% — e os Estados Unidos registraram um número grande de pessoas com H3N2”, esclarece Luis Fernando Aranha, infectologista do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

A vacina da gripe protege 100% contra o H3N2?

A vacina trivalente distribuída em nosso país já tem o H3N2 em sua composição –e também o H1N1 e uma cepa do tipo B. Mesmo assim, ela não garante 100% de proteção contra a gripe, por causa do potencial de mutação do Influenza.

“Esses vírus circulam livremente pelo mundo, por conta do transporte aéreo.

Portanto, quem tem o vírus H3N2 na Rússia, por exemplo, em menos de 24 horas pode transmiti-lo do outro lado da Terra”, afirma o infectologista Paulo Olzon, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e membro da Sociedade Brasileira de Clínica Médica.

É importante salientar que, após receber a imunização, seu organismo leva 14 dias para atingir o nível de anticorpos capaz de proteger contra a infecção.

Há formas de se prevenir do vírus H3N2 além da vacina?

A vacinação é a medida mais eficaz. Além disso, para diminuir risco de contágio, é fundamental os cuidados básicos já conhecidos.

 Higienizar as mãos frequentemente, principalmente após passar por lugares onde há grande volume de pessoas. Procurar não tocar os olhos, a boca e o nariz quando as mãos não estiverem limpas.

E, se possível, evitar ambientes fechados e aglomerados

A vacina da gripe protege contra o vírus H3N2

Imagem: iStock

Como o vírus H3N2 é transmitido?

Quando uma pessoa contaminada fala, espirra, tosse ou até mesmo respira, expele gotículas que contêm o vírus da gripe. Aí, você pode pegar o Influenza ao inalá-las. “O H3N2 também pode ser adquirido indiretamente, ou seja, quando a pessoa leva as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos após tocar em uma superfície (maçaneta, corrimão, botão do elevador) contaminada”, esclarece Ballalai. 

Qual o jeito certo de tratar uma gripe?

Em geral, o tratamento consiste em usar métodos (medicamentos, compressas de água fria) que visam aliviar os sintomas da doença e melhorar o estado geral do paciente, enquanto o organismo combate o vírus. 

“A pessoa doente deve descansar, manter-se bem hidratada e, desde que tenha respaldo médico, pode usar antitérmicos e analgésicos. Em algumas situações, principalmente nos grupos considerados de risco (idosos e crianças com menos de 5 anos), a administração de antivirais nas primeiras 48 horas pode ser recomendada por um especialista”, aponta Isabella Ballalai.

Em caso de a febre persistir por mais de três dias, é importante voltar ao hospital para ser avaliado novamente por um profissional da saúde. 

Para evitar o contágio do vírus H3N2, higienize sempre as mãos após contato com objetos usados por muitas pessoas

Imagem: iStock

Quem está gripado pode tomar a vacina?

Ao passar o período febril (geralmente os três primeiros dias) e os sintomas iniciais mais intensos, quem está gripado pode receber a vacina, sim.

Como diferenciar os sintomas do H3N2 de um resfriado?

O resfriado é uma doença mais leve. Em geral, já se inicia com sintomas respiratórios. “A pessoa começa a notar a garganta incomodando, o nariz escorrendo e tem espirros. Até pode haver uma febre, mas é baixa e cede logo. A gripe é diferente. Em geral, começa com febre elevada, que dura de dois a três dias, e depois há os sintomas respiratórios”, fala a infectologista Nancy Bellei.

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Источник: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2018/04/27/o-virus-da-gripe-h3n2-e-mais-perigoso-acabe-com-suas-duvidas-sobre-ele.htm

GRIPE – Sintomas, Tratamento e Vacina

Gripe H3N2: o que é, sintomas e tratamento

A gripe é uma doença contagiosa de origem viral provocada pelos vírus Influenza A, Influenza B e Influenza C. Seus sintomas mais comuns incluem febre, tosse e dores pelo corpo.

A gripe é uma doença altamente contagiosa que provoca anualmente milhões de infecções por todo o mundo. De tempos em tempos, o vírus Influenza pode sofrer mutações, sendo responsável por grandes epidemias de gripe, com a gripe espanhola de 1918 ou a gripe A de 2009.

O tipo de maior relevância clínica é o Influenza A, pois ele é não só o responsável pela maior parte dos casos sintomáticos nos humanos, como também é a origem das principais epidemias do último século. O vírus Influenza C é o que menos provoca doença, e quando o faz, geralmente é uma gripe com sintomas brandos.

O vírus Influenza A é o que apresenta mais subtipos, podendo infectar aves, seres humanos e outros mamíferos. Em geral, toda vez que uma cepa do Influenza A sofre mutação, ele torna-se mais propenso a causar epidemias, pois a população não apresenta imunidade contra a nova cepa mutante.

Como o Influenza A é altamente propenso a mutações, praticamente todo ano há uma nova cepa circulando entre a população. Por isso, todo inverno há um aumento no número de casos de gripe. Quem teve gripe há 1 ou 2 anos, pode facilmente ter uma nova infecção, pois o Influenza A que circulava naquela época já pode não ser mais o mesmo que circula hoje.

O influenza B também pode sofrer mutações, mas ele o faz em um ritmo bem menos intenso.

De tempos em tempos, essas mutações geram um Influenza mais virulento, capaz de contagiar um número extenso de pessoas. A pandemia de gripe A de 2009 ocorreu após uma cepa do Influenza A (H1N1), natural de porcos, sofrer uma mutação e passar a ser capaz de infectar humanos.

Como essa cepa do H1N1 só existia em porcos, quando ela deu o salto para a espécie humana pegou o sistema imunológico da maioria das pessoas desprevenido.

A gripe espanhola de 1918, responsável pela morte de mais de 60 milhões de pessoas em todo mundo também foi causada por uma cepa mutante do Influenza A (H1N1), esta ainda mais agressiva que o H1N1 da gripe suína.

Outras epidemias famosas de gripes no último século foram:

  • 1957: Influenza A (H2N2) – Gripe asiática.
  • 1968: Influenza A (H3N2) – Gripe de Hong-Kong.
  • 1977: Influenza A (H1N1) – Gripe Russa.
  • 2004: Influenza A (H5N1) – Gripe aviária (também chamada de gripe asiática).
  • 2013: Influenza A (H7N9) – Gripe aviária.

Atualmente a gripe sazonal tem sido causada por cepas menos virulentas do Influenza A (H2N2), (H1N2) e (H3N2).

O Influenza A (H1N1) de 2009 ainda circula entre a população, mas atualmente boa parte das pessoas tem imunidade contra o mesmo, seja por infecção prévia ou pela vacinação contra gripe.

Esta cepa de H1N1 já não é mais capaz de provocar uma epidemia, sendo atualmente considerada umas das várias cepas da gripe sazonal.

É importante destacar que, ao contrário do que muita gente pensa, a gripe e o resfriado são infecções distintas.

Enquanto a gripe é provocada somente pelo vírus Influenza e seus subtipos, o resfriado é uma infecção das vias respiratórias que pode ser causada por diversos vírus diferentes, tais como Rinovírus, Adenovírus, Parainfluenza, Coronavírus, Vírus sincicial respiratório e vários outros.

Para saber mais sobre as diferenças entre resfriado e gripe, acesse o seguinte link: DIFERENÇAS ENTRE GRIPE E RESFRIADO.

Transmissão

Grandes quantidades de vírus da gripe estão presentes nas secreções respiratórias das pessoas infectadas, fazendo com que espirros e tosses sejam a principal via de transmissão. O vírus costuma estar presente em gotículas grandes das secreções respiratória.

Isso significa que, após um espirro ou tosse, o vírus cai para o chão junto com as gotículas mais pesadas, não ficando suspenso no ar. Portanto, o risco de transmissão é maior para pessoas que ficam próximas ao paciente, a menos de 2 metros de distância.

Se durante o espirro você estiver a mais de 2 metros de distância, é baixo o risco das gotículas mais pesadas conseguirem lhe alcançar.

Outra forma muito comum de transmissão é através das mãos. Quando o paciente espirra ou tosse em direção às mãos, as mesmas ficam cheias de vírus, favorecendo o contágio de outras pessoas.

Limpar secreções do nariz com as mãos também tem o mesmo efeito. Se você cumprimentar esta pessoa que tem as mãos infectadas, passará a ter o vírus da gripe nas suas mãos.

Basta, então, que você coce os olhos ou encoste a mão na boca para o vírus lhe contaminar.

Objetos manuseados por pessoas com gripe também podem conter o vírus, sendo esta outra possível fonte de contágio. Em geral, o vírus Influenza sobrevive de 2 a 8 horas em objetos inanimados, dependendo das condições climáticas. Lavar as mãos e os objetos contaminados com água e sabão (ou álcool) são suficientes para impedir a transmissão do Influenza.

O período de incubação da gripe é de 1 a 4 dias (em média 2). O período de contágio inicia-se no dia anterior ao surgimento dos sintomas e dura por cerca de 5 a 10 dias. Em geral, o paciente deixa de eliminar o vírus pelas secreções respiratórias 1 a 2 dias depois do fim dos sintomas, mas em crianças pequenas esse período de infectividade pode se estender por vários dias.

Sintomas

Uma das principais características da gripe, em oposição ao resfriado, é a forma como os sintomas se iniciam. No resfriado, o quadro começa de forma branda e vai se agravando progressivamente nas 48 a 72 horas seguintes.

Na gripe os sintomas surgem de forma súbita e antes do fim do dia o paciente já se encontra claramente doente, abatido na cama.

Em alguns casos, o início dos sintomas é tão abrupto que o paciente consegue até dizer que horas eram e o que estava a fazer no momento em que a gripe surgiu.

A gravidade dos sintomas depende do grau virulência da cepa do influenza e da capacidade do nosso sistema imunológico em lidar com o vírus.

A gripe pode causar desde sintomas brandos, quase imperceptíveis, até um quadro clínico grave, com infecção pulmonar e risco de morte.

Mas, na imensa maioria dos casos, mesmo naqueles que desenvolvem sintomas relevantes de gripe, o quadro costuma ter um curso benigno, com resolução espontânea dentro de 1 semana.

Em geral, quando o paciente contaminado desenvolve sintomas, os mais comuns são:

  • Febre alta, geralmente acima dos 38ºC.
  • Calafrios.
  • Tosse, que pode ser seca ou com expectoração.
  • Dor de cabeça.
  • Cansaço.
  • Dor muscular e/ou nas articulações.
  • Coriza.
  • Dor de garganta.

Sintomas gastrointestinais, como vômitos e diarreia, podem ocorrer, principalmente nas crianças, mas não são comuns no adulto. Excepcionalmente, algumas cepas podem provocar esses sintomas nos adultos, como ocorreu na epidemia de Influenza A (H1N1) de 2009, quando a frequência de sintomas gastrointestinais foi mais elevada que o habitual dos casos de gripe.

Explicamos os sinais e sintomas da gripe com mais detalhes no artigo: 10 SINTOMAS DA GRIPE E SUAS COMPLICAÇÕES.

Informações em vídeo

Antes de seguirmos com o texto, assista a esse curto vídeo sobre os principais sintomas da gripe e do resfriado.

Complicações

Como já referido, a gripe costuma ser uma doença benigna na imensa maioria dos casos. Porém, ela pode levar a complicações em certos pacientes, principalmente em idosos, bebês e pessoas imunossuprimidas.

Entre as complicações mais simples, a otite média e a sinusite são as mais comuns. Já em relação às complicações mais graves, a pneumonia é a principal.

A infecção do pulmão pode ser causada diretamente pelo vírus Influenza ou pode ter origem bacteriana, que é facilitada pelo fato do paciente estar debilitado pela gripe. Ainda em relação ao pulmão, quadros de bronquite aguda e asma também podem ocorrer.

Essas complicações pulmonares são mais frequentes em pacientes idosos e já com doenças respiratórias prévias, como DPOC, bronquiectasias ou asma.

Outra complicação relativamente comum da gripe é a rabdomiólise, lesão dos músculos provocada diretamente pelo vírus.

Lesões do sistema nervoso central também podem ocorrer durante um quadro de gripe, sendo a encefalite viral, a mielite transversa, a meningite viral e a síndrome de Guillain-Barré as mais comuns.

Da parte cardíaca, infartos, pericardite, miocardite e agravamento da insuficiência cardíaca são comuns. Assim como nas complicações pulmonares, as complicações cardíacas são mais comuns em pacientes idosos e já previamente portadores de cardiopatias.

Fatores de risco para complicações da gripe

Em geral, pacientes jovens e previamente saudáveis tiram de letra um quadro de gripe. Mesmo quando os sintomas são fortes e deixam o paciente de cama, depois de 4 a 5 dias ele está totalmente recuperado, sem nenhuma sequela ou complicação.

A mesma facilidade para lidar com o Influenza não ocorre em pessoas nos extremos de idade (bebês e idosos) ou em pacientes previamente doentes, principalmente com patologias do pulmão ou coração.

Consideramos grupo de risco para complicações da pneumonia pessoas com as seguintes características:

  • Crianças menores que 5 anos.
  • Adultos com mais de 65 anos.
  • Grávidas.
  • Indivíduos com doenças pulmonares, incluindo asma, bronquite ou enfisema.
  • Indivíduos com doença cardiovascular, principalmente insuficiência cardíaca ou doenças valvulares.
  • Indivíduos com insuficiência renal crônica.
  • Indivíduos com insuficiência hepática ou cirrose.
  • Diabéticos, principalmente de longa data e mal controlados.
  • Portadores de anemia falciforme.
  • Imunossuprimidos, incluindo pacientes com AIDS e transplantados de órgãos.
  • Desnutridos.
  • Obesos, principalmente aqueles com IMC maior que 35.

É por conta das complicações que ocorrem neste grupo de pacientes que epidemias de gripe costumam causar uma grande quantidade de mortes.

Apesar da mortalidade geral ser baixa, geralmente abaixo de 1%, quando a doença ataca milhões de pessoas em curto espaço de tempo, 1% de óbitos significa milhares de mortes.

Na gripe espanhola do início do século XX, quando a medicina moderna, com antibióticos e unidades de cuidado intensivo, ainda não existia, o número de óbitos chegou aos 60 milhões.

A gripe, portanto, é uma doença que costuma ter evolução benigna, mas não é de toda inócua. Pacientes que comecem a apresentar os seguintes sinais e sintomas devem ser avaliados rapidamente por um médico, principalmente se eles fizerem parte do grupo de risco:

  • Dificuldade respiratória.
  • Intensa dor no peito durante a respiração.
  • Queda da pressão arterial.
  • Prostração intensa e alterações do nível de consciência.
  • Desorientação.
  • Vômitos persistentes.
  • Febre alta que dura mais de 1 semana.

Tratamento

Na maioria dos casos não é preciso nenhum tratamento para curar a gripe. Repouso, boa hidratação e paciência costumam ser suficientes. A evolução habitual é melhorar espontaneamente após cerca de 4 a 7 dias.

Remédios para gripe, chamado antigripais comuns, ajudam a aliviar os sintomas, mas não agem diretamente sobre o vírus. O seu uso é opcional e eles servem, principalmente, para controlar a febre, a coriza e as dores pelo corpo. Vitamina C não tem nenhum efeito comprovado contra a gripe.

Nos pacientes que pertencem ao grupo de risco, o uso de antivirais, como o oseltamivir (Tamiflu®), Baloxavir ou Zanamivir (Relenza®), pode ser indicado, pois os mesmos diminuem a chance de complicações e reduzem o tempo de doença. Porém, para serem efetivos, os antivirais devem ser iniciados nas primeiras 48 horas de sintomas.

Vacina

Meses antes da chegada do inverno, período com maior taxa de casos de gripe, os ministérios da saúde de diversos países disponibilizam a vacina contra a gripe, que contém as cepas de influenza que mais circulam no ambiente. A vacina é atualizada todos os anos, de forma a que os vírus que mais causaram infecção no ano anterior estejam cobertos. Desde 2010 que a cepa de H1N1 causadora da chamada gripe A faz parte da vacina.

No Brasil, a campanha de vacinação costuma ter início em Abril e o seu público-alvo são os indivíduos com maior risco de complicações, incluindo pessoas com 60 anos ou mais, gestantes, mulheres no período de até 45 dias após o parto, crianças entre seis meses e cinco anos de idade, profissionais de saúde ou qualquer indivíduo com doença crônica que se enquadre no grupo de risco para complicações da gripe.

A vacina contra a gripe é feita de vírus morto ou inativado, por isso, não há nenhum risco do paciente desenvolver infecção após a administração da mesma. É importante destacar que a vacina não protege contra os vírus que causam resfriado, ela é específica contra determinadas cepas de Influenza.

O surgimento dos anticorpos contra a gripe ocorre entre 2 a 3 semanas após a vacinação, e apresenta, habitualmente, duração de 6 a 12 meses, tempo suficiente para atravessar o período de pico, que costuma durar até o final de Agosto no Brasil.

Como a vacina da gripe não confere imunidade permanente e o vírus Influenza apresenta  mutações com grande frequência, os indivíduos do grupo de risco devem ser revacinados anualmente.

Para saber mais detalhes sobre a vacina, leia: VACINA DA GRIPE – Benefícios e Efeitos Colaterais.

Referências

Источник: https://www.mdsaude.com/doencas-infecciosas/gripe/

Gripe H1N1: sintomas, vacina, diagnóstico e tratamentos

Gripe H3N2: o que é, sintomas e tratamento

Atualizado em 14/10/2020

A gripe H1N1 (CID 10 – J11) é uma doença causada pela mutação do vírus da gripe (Influenza) e é popularmente conhecida como gripe suína e integra o grupo de vírus influzenza tipo A. Os sintomas da doença e transmissão são bem parecidos com os da gripe comum, porém as complicações podem ser mais graves.

Uma das melhores maneiras de evitar o contágio da doença é por meio da vacinação. A vacina da gripe H1N1 está disponível na rede pública para gestantes, pessoas com 60 anos ou mais, profissionais de saúde, mulheres que tiveram filhos a menos de 45 dias, crianças de 6 meses a 4 anos de idade, pessoas com doenças crônicas e indígenas.

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Previna gripes e resfriados

As vacinas são do tipo trivalentes, ou seja, imuniza o paciente contra três tipos de vírus diferentes.

De acordo com o Ministério da Saúde, em 2019 foram registrados 3.430 casos de infecção pela influenza a no Brasil, com 796 óbitos – mostrando um aumento do impacto da doença no país.

A composição é recomendada anualmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS), com base nas informações recebidas de todo o mundo sobre a prevalência das cepas circulantes. Dessa forma, a vacina da gripe H1N1 muda a cada ano, para proteger contra os tipos mais comuns de vírus naquela época.

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Além da vacinação, desse modo, a prevenção da gripe H1N1 segue as mesmas diretrizes da prevenção de qualquer tipo de gripe, só que o cuidado deve ser redobrado:

Não há grandes diferenças entre os vírus H1N1, H2N3 e H3N2 no que diz respeito às doenças que cada um causa, na maneira de se prevenir e no tratamento. A distinção entre os três subtipos de Influenza está nas proteínas específicas que cada um tem em sua superfície.

O problema da H1N1, no entanto, é que ela pode levar o paciente à morte devido ao agravamento dos sintomas, quando comparado aos quadros de outros tipos de gripe. Portanto, ela pode ser considerada como um tipo mais agressivo se não tratada adequadamente.

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Sintomas de Gripe H1N1

Os sintomas da gripe H1N1 são muito parecidos com os da gripe comum. A diferença é que a gripe suína apresenta mais alterações gastrointestinais. Os sinais mais comuns são:

  • Febre
  • Tosse
  • Dor de garganta
  • Mal estar
  • Cefaleia
  • Vômito
  • Diarreia.

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Sintomas menos incomuns da gripe H1N1, mas que podem se manifestar em pacientes com a doença são:

Causas

O H1N1 foi identificado pela primeira vez em porcos, mas mutações do vírus se tornaram uma ameaça aos seres humanos. Como todo vírus considerado novo, para o qual não costumam existir métodos preventivos, o agente da gripe H1N1 se espalhou rapidamente pelo mundo.

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A transmissão ocorre da mesma forma que a gripe comum, ou seja, por meio de secreções respiratórias passadas de uma pessoa para outra, como gotículas de saliva, tosse ou espirro, principalmente. Além disso, é possível pegar a gripe por contato com superfícies contaminadas com gotículas respiratórias (o que pode incluir qualquer objeto).

Segundo a OMS e o Center for Diseases Control (CDC), o centro de controle de doenças nos Estados Unidos, não há risco do H1N1 ser transmitido pela carne de carne de porco porque o vírus é eliminado durante o cozimento.

De acordo com a OMS, 207 países notificaram casos confirmados de gripe H1N1 entre 2009 e 2010. Durante este período, foram quase 9 mil mortos pela gripe suína.

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O surto começou no México, onde uma doença respiratória se alastrou pela população, chegando rapidamente aos Estados Unidos, Canadá e, depois, para o restante do mundo – devido às viagens aéreas. Em junho de 2010, a OMS então classificou a gripe H1N1 como pandemia – algo parecido com o que acontece com a pandemia de coronavírus.

Fatores de risco

A gripe H1N1 pode afetar pessoas de todas as idades, como qualquer gripe. Porém, no período em que houve a pandemia, notou-se que o vírus infectou mais pessoas entre os 5 e os 24 anos. Nesse contexto, foram poucos os casos de gripe H1N1 relatados em pessoas acima dos 65 anos de idade.

Além disso, há alguns fatores de risco que facilitam o surgimento da doença, como:

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  • Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC)
  • Asma
  • Doença cardíaca
  • Doença neurológica
  • Imunodepressão (pacientes com HIV e transplantados)
  • Gravidez (principalmente no fim da gestação)
  • Fetos e recém-nascidos de mães que tiveram H1N1
  • Diabetes
  • Obesidade

Quase todas as pessoas que evoluem para casos graves, necessitando de internação hospitalar, apresentam alguma doença prévia. Por outro lado, uma a cada três pessoas que morreram pela gripe não tinha nenhuma doença prévia.

Além disso, populações indígenas e com idade acima de 50 anos também tiveram casos mais graves durante a pandemia. Já indivíduos com mais de 65 anos tiveram quadro ameno, atribuído ao contato prévio com vírus semelhante na década de 1950.

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Complicações possíveis

As complicações decorrentes da gripe H1N1 são mais comuns nos extremos de idade e gestantes. As principais são:

A insuficiência respiratória é um sintoma presente em metade dos casos da gripe H1N1. Em quadros mais graves, ela pode levar o paciente à morte.

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Gripe H1N1 tem cura?

O tratamento da gripe H1N1 pode alcançar a cura. Quando o paciente procura um pronto-socorro ao sinal dos primeiros sintomas e segue o tratamento indicado pelo médico, ele tem uma completa resolução do quadro.

Contudo, em alguns casos, a gripe H1N1 pode levar a óbito – tudo depende da gravidade do quadro.

Diagnóstico de Gripe H1N1

A suspeita de gripe H1N1 ocorre em pessoas com sinais e sintomas compatíveis aos de gripe comum. A partir do quadro clínico, o médico solicita um exame laboratorial para confirmar a presença do vírus no sangue. Dependendo do tempo dos sintomas, o exame pode ser positivo ou não. Um exame negativo não necessariamente exclui o diagnóstico.

Para ser o quadro ser definido como gripe, inicialmente, é necessário que o paciente apresente febre de 37,8º C ou mais, dor de garganta e/ou tosse. Se houver um teste laboratorial positivo para H1N1, está fechado o diagnóstico.

Tratamento de Gripe H1N1

O principal tratamento para qualquer cepa do vírus Influenza é feito com o uso do antiviral à base de fosfato de Oseltamivir (como Tamiflu), que somente deve ser usado com prescrição médica.

As principais indicações de uso dessa medicação são para casos que evoluem com piora importante; àqueles que requerem hospitalização; e pessoas de risco, com doenças crônicas, crianças, idosos, gestantes e mulheres em puerpério. O oseltamivir faz melhor efeito quando tomado no início do quadro.

Como em toda gripe, os tratamentos são sintomáticos, com antitérmicos, analgésicos e expectorantes, que controlam os sintomas da doença, como febre e dores. Os antivirais só devem ser utilizados sob prescrição médica, para casos específicos.

Além disso, é indicado que o paciente permaneça em repouso, consuma bastante líquido, tenha uma dieta equilibrada e evite permanecer em locais com grande concentração de pessoas.

Buscando ajuda médica

É importante buscar ajuda médica se os sintomas forem muito intensos nas primeiras 48 horas, especialmente se a pessoa apresentar dispneia (falta de ar) e se os sinais persistirem por mais de sete dias.

Na consulta médica

Qualquer médico pode diagnosticar a gripe H1N1, sendo que alguns especialistas podem ter mais experiência com a doença, como:

  • Infectologista
  • Pneumologista

Medicamentos para Gripe H1N1

Os medicamentos mais usados para o tratamento de gripe são:

  • Acetilcisteína
  • Aspirina 500mg
  • Advil
  • Alivium
  • Apracur
  • Benegrip
  • Bisolvon
  • Bromexina
  • Buscofem
  • Clobutinol + Succinato de Doxilamina
  • Carbocisteína
  • Cimegripe 77C
  • Cimegripe Dia
  • Coristina D
  • Flanax 550mg
  • Fluitoss
  • Fluviral
  • Ibupril (cápsula)
  • Ibupril (gotas)
  • Ibupril 400mg
  • Ibuprofeno
  • Leucogen
  • Multigrip
  • Naldecon Dia
  • Naldecon Noite
  • Paracetamol Bebê
  • Paracetamol
  • Tamiflu
  • Trimedal
  • Tylenol sinus
  • Zanamivir.

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique.

Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Convivendo/ Prognóstico

O paciente deve repousar e ficar em casa, isso ajuda na recuperação e evita transmitir o vírus aos amigos e familiares.

Referências

Marcelo Mendonça, médico infectologista do Hospital Santa Paula, CRM 59185

Renato Kfouri, médico infectologista do Hospital e Maternidade Santa Joana, CRM 59492

Andréa Kasmim, médica clínica geral e pediatra, CRM-DF 21462

Ministério da Saúde

Mayo Clinic

Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Update: novel influenza A (H1N1) virus infections – worldwide, May 6, 2009. MMWR Morb Mortal Wkly Rep 2009; 58:453.

Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz)

Manual MSD – Versão para profissionais de saúde

Источник: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/gripe-h1n1

H1N1: Como identificar se é gripe A – e o que fazer

Gripe H3N2: o que é, sintomas e tratamento

A gripe A é um dos principais tipos da gripe que surge todos os anos, mais frequentemente no Inverno. Esta gripe pode ser causada por duas variantes do vírus Influenza A, o H1N1 e o H3N2, mas ambos geram sintomas semelhantes e são também tratados de forma igual.

A gripe A tende a evoluir de uma forma muito agressiva se não for tratada adequadamente, sendo por isso muito importante consultar um médico se suspeitar que se está com gripe A, pois caso contrário, esta pode causar complicações mais graves, como a síndrome da angústia respiratória, pneumonia, falência respiratória ou até mesmo a morte.

Principais sintomas

Os principais sintomas da gripe A são:

  • Febre acima dos 38 ºC e que surge de maneira repentina;
  • Dores no corpo;
  • Dores de garganta;
  • Dor de cabeça;
  • Tosse;
  • Espirros;
  • Calafrios;
  • Falta de ar;
  • Fadiga ou cansaço.

Além destes sintomas e do mal estar constante, também podem surgir diarreia e alguns vômitos, especialmente em crianças, que acabam passando com o tempo.

Como saber se é gripe A?

Apesar dos sintomas da gripe A serem muito semelhantes ao da gripe comum, estes tendem a ser mais agressivos e intensos, obrigando muitas vezes a ficar de cama e a descansar durante alguns dias, e muitas vezes o seu surgimento não tem qualquer aviso, aparecendo quase repentinamente.

Além disso, a gripe A é altamente contagiosa, tornando-se muito fácil transmitir para outras pessoas com as quais esteve em contato. Se existirem suspeitas desta gripe, é recomendado que usar máscara e ir ao médico, para que possam ser realizados os exames que confirmam a presença do vírus.

Qual a diferença entre H1N1 e H3N2?

A principal diferença entre a gripe causada pelo H1N1 ou pelo H3N2 é o próprio vírus que causa a infecção, no entanto, os sintomas, o tratamento e a forma de transmissão são semelhantes. Estes dois tipos de vírus estão presentes na vacina da gripe, juntamente com o Influenza B, e por isso, quem faz a vacinação da gripe todos os anos está protegido contra estes vírus.

No entanto, muitas vezes, o vírus H3N2 é confundido com o H2N3, um outro tipo de vírus que não afeta humanos, se transmitindo apenas entre os animais. De fato, não existe vacina ou tratamento contra o vírus H2N3, mas apenas porque esse vírus não afeta os humanos.

Como é feito o tratamento

O tratamento para a gripe A é feito com remédios antivirais como Oseltamivir ou Zanamivir e geralmente o tratamento apresenta melhores resultados se for logo iniciado nas primeiras 48 horas após o surgimento dos primeiros sintomas.

Além disso, o médico também pode recomendar remédios para aliviar os sintomas como Paracetamol ou Tylenol, Ibuprofeno, Benegripe, Apracur ou Bisolvon, por exemplo, que aliviam sintomas como febre, dor de garganta, tosse ou dores musculares.

Para complementar o tratamento, além dos remédios é também recomendado repousar e manter a hidratação bebendo muita água, não sendo recomendado ir trabalhar, ir para a escola ou frequentar locais com muitas pessoas enquanto está com a gripe.

O tratamento também pode ser complementado com remédios naturais, como o xarope de gengibre, por exemplo, que possui propriedades analgésicas, anti-inflamatórias e expectorantes, sendo ótimo para gripe. Veja como preparar o xarope de gengibre.

Além disso, para evitar a gripe A e as suas possíveis complicações, está disponível a vacina da gripe, que ajuda a proteger o organismo contra os principais tipos de vírus que causam a gripe.

Nos casos em que a pessoa não melhora com o tratamento e acaba evoluindo com complicações, como falta de ar intensa ou pneumonia, pode ser necessário ficar em internamento e em isolamento respiratório, para tomar medicações na veia e fazer nebulizações com medicações, podendo até mesmo necessitar de intubação orotraqueal, para aliviar o desconforto respiratório e tratar a gripe.

Quando tomar a vacina da gripe

Para evitar pegar gripe A, está disponível a vacina da gripe que protege o organismo contra os vírus mais comuns da gripe, como o H1N1, o H3N2 e o Influenza B. Esta vacina é especialmente indicada para alguns grupos de risco que apresentam maiores chances de contrair a gripe, sendo eles:

  • Idosos com mais de 65 anos;
  • Pessoas que têm o sistema imunológico comprometido, como portadores de AIDS ou miastenia gravis;
  • Portadores de doenças crônicas, como diabéticos, doentes do fígado, coração ou asmáticos, por exemplo;
  • Crianças com menos de 2 anos de idade;
  • Mulheres grávidas, pois não podem tomar medicamentos.

Idealmente, a vacina deve ser feita todos os anos para garantir uma proteção eficaz, já que a cada ano surgem novas mutações do vírus da gripe.

Como evitar pegar gripe A

Para evitar pegar gripe A, existem algumas medidas que podem ajudar a impedir o contágio, sendo recomendado evitar ficar em locais fechados ou com muitas pessoas, lavar as mãos regularmente, cobrir sempre o nariz e a boca ao tossir ou espirrar e evitar o contato com pessoas que apresentam sintomas de gripe.

A principal forma de contágio da gripe A é por via respiratória, onde apenas é necessário respirar gotículas que contenham o vírus H1N1 ou H3N2, para correr o risco de ficar com esta gripe.

Источник: https://www.tuasaude.com/gripe-a/

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