Método Shettles: dá para escolher sexo do bebê?

É possível escolher o sexo do bebê naturalmente?

Método Shettles: dá para escolher sexo do bebê?

Como vocês estão?

Sim é possível! E segundo muitos especialistas existem grandes chances. No post de hoje vou explicar vários métodos e formas de como fazer isso e claro a nossa experiência (nós não programamos o sexo, mas sem a intenção acabamos testando um deles).

No final do post eu cito três métodos (nada científicos) para descobrir o sexo do bebê antecipadamente. Lembrando que o único método seguro para esse fim (descobrir mais cedo) é a sexagem fetal (exame de sangue que testa a ausência ou a presença do cromossomo Y (menino) no organismo da mãe). E logo, logo escreverei um post apenas sobre esse exame.

A escolha do dia da relação sexual:

Esse método é um dos únicos que muitos especialistas afirmam ter algum embasamento cientifico, pois o espermatozoide que carrega o cromossomo feminino X é mais resistente, mais lento e mais pesado que o cromossomo masculino Y, que é mais rápido e menos resistente.

O espermatozoide X (menina) pode sobreviver até 48 horas dentro das trompas da mulher esperando a chegada do óvulo. Então, as chances de ter uma MENINA aumentam se o casal tiver relação 2 dias antes do dia mais fértil (geralmente o 14º dia, para entender mais sobre o período fértil clique aqui).

Como o espermatozoide Y (menino) é mais ágil, mais rápido e menos resistente às chances de ter um MENINO aumentam se o casal tiver relação exatamente no dia fértil, pois ele chegará rápido até o óvulo (antes do X) e não precisará esperar até a ovulação ocorrer.

É importante lembrar que para aplicar esse método você precisa conhecer muito bem o seu corpo e os sinais que ele apresenta quando você está ovulando (existem testes de farmácia para esse fim também). No vídeo que citei acima eu explico mais sobre esse assunto e como fazer.

Nossa experiência: Na gravidez do Francisco o único detalhe que eu prestei atenção foi alternar os dias de relação (como eu já expliquei no vídeo) para ter mais chances de engravidar e programei para que o dia “SIM” caísse certinho no meu dia mais fértil, mas eu não estava tentando ter um menino, foi coincidência!

Eu queria que Deus nos enviasse o que estivesse programado para nós, independente se fosse menino ou menina nós estaríamos realizados (não estou dizendo que está errado tentar escolher, apenas o que eu fiz). De qualquer forma ter relação exatamente no dia da ovulação (mesmo sem a intenção) aqui em casa funcionou.

Criando o ambiente perfeito:

Segundo os estudos e pesquisas feitos pelo médico Landrum Shettles (pesquisem sobre: “método Shettles”), autor do livro “Como Escolher o Sexo de seu Bebê” (Editora Larousse), esse método que citei acima tem 75% de chances de dar certo, os outros 25% serão determinados pelo ambiente onde ocorrerá a fecundação (dentro da mulher).

Se o ambiente for mais ácido, os espermatozoides menos resistentes Y (menino) não resistirão e se desintegrarão colaborando para que os espermatozoides X (menina), mais resistentes cheguem primeiro. Mas como fazer isso?

Para tornar o ambiente mais ácido (aumentar a chance de ter uma MENINA) você pode fazer uma ducha com um litro de água e 1 colher de vinagre antes da relação sexual (assista esse vídeo para entender melhor).

E para tornar o ambiente mais neutro (aumentar a chance de ter um MENINO) faça uma ducha com bicarbonato de sódio antes da relação sexual.

Método Baretta (prestando atenção na alimentação):

Esse método foi desenvolvido pela bioquímica argentina Adriana Baretta. Ela afirma que a dieta alimentar da mulher pode influenciar muito na escolha do sexo.

Este método baseia-se na maior ou menor presença de quatro minerais na dieta: a relação sódio-potássio sobre cálcio-magnésio.

 O estudo indica que os alimentos que uma mulher consome antes de ficar grávida  contem uma maior ou menor proporção destas substâncias. Assim, o bebê terá maior probabilidade (98%) de ser menino ou menina.

A bioquímica analisou outros estudos que observaram a influência que estes minerais têm no metabolismo da mulher na hora de se escolher o sexo da criança.

Assim sendo, os alimentos que contenham uma elevada proporção de potássio e sódio na alimentação, em conjunto com uma diminuição de cálcio e magnésio, favorecem o espermatozóide Y (menino).

Já o oposto a aumenta as chances do espermatozóide X (menina).

Na maioria das pesquisas que eu li para escrever esse post, os especialistas salientam que é importante manter essa dieta pelo menos três meses antes de iniciar as tentativas, pois “este é o tempo necessário para que o organismo assimile as alterações alimentares e que comece a atuar como filtro a favor do espermatozoide que se deseja favorecer X ou Y” (leia mais aqui  e aqui).

Recomenda-se então, que o casal abuse de uma dieta baseada em proteínas (alguns legumes, peixes, carnes, etc) para ter um MENINO e uma dieta rica em lácteos (iogurtes, etc.), para terem uma MENINA.

Outro detalhe sobre esse método é que ele também se baseia no período ovulacional (expliquei esse período no vídeo que citei a cima) pelas diferenças na acidez e alcalinidade (neutro) do ambiente onde ocorrerá a fecundação.

Exames genéticos – Reprodução assistida:

É possível determinar o sexo de um embrião (através de um teste genético, uma sexagem) durante a reprodução assistida, mas essa prática não é permitida em muitos países apenas para escolher o sexo e suprir o desejo do casal. A prática é permitida apenas em casos de doenças genéticas que afetam determinado sexo com maior frequência.

Os métodos abaixo são para programar o sexo, mas também para descobrir o mesmo depois de grávida (nenhum é científico):

Tabela Chinesa:

Esse método popular não tem comprovação cientifica alguma, mas é famoso entre as mamães. Como funciona?

Para descobrir o sexo do bebê é preciso primeiro descobrir a idade lunar da mãe. Para as mamães que nasceram em janeiro e fevereiro a sua idade lunar é a mesma do aniversário, por exemplo: a mamãe que nasceu em janeiro e têm 28 anos, sua idade lunar é 28.

Para as mamães que nasceram a partir de março acrescenta-se 1 ano a sua idade atual, por exemplo: eu nasci em agosto e tenho 26 anos, então, minha idade lunar é 27 (26+1).

Depois você precisa saber o mês que o seu bebê foi concebido. Ai é só ligar na tabela a idade lunar e o mês da concepção.

Nosso exemplo: Concepção do Francisco: Novembro e idade lunar era 25 = Menino.

Façam o teste mamães e nos digam: funcionou para vocês também?

Numerologia:

É muito simples, é só somar o mês exato que engravidou (conte pela última data da menstruação) + a idade exata que você tinha/tem quando engravidou. O resultado:

  • Se o número for IMPAR é MENINO.
  • Se o número for PAR é MENINA.

Nosso exemplo: engravidei em novembro e eu tinha 24 anos. 24+11= 35 é um número impar = MENINO.

Lua Nova:

Acho que essa é uma das crendices mais famosas, em qual lua a mamãe nasceu e o sexo do bebê que ela terá.

Comigo esse método não funcionou ou eu não entendi muito bem (pois, como vocês já sabem na minha primeira gravidez eu sofri um aborto e não lembro exatamente a data, é difícil analisar os próximos filhos sem essa informação). De qualquer forma, se você tiver interesse em ler sobre esse método também clique aqui.

Eu não duvido de nada nesse mundo, mas nesse método da lua eu não acredito, nem curiosidade me desperta. Já a tabela chinesa e a numerologia me deixam ao menos curiosidade.

E para finalizar eu gostaria de deixar claro que nenhum método desses é seguro, mesmo os métodos indicados pelos médicos, pois como eles dizem são grandes chances e nenhuma certeza. O importante é a gente amar e desejar o nosso filho independente do sexo dele, afinal, não existe regra para o amor!

Eu acho um pouco delicado tentar escolher o sexo do bebê, pois se engravidarmos do sexo oposto, será que nem por um momento sentiremos uma certa decepção? Ficaremos tristes? E será que o bebê não sentirá essa pequena (ou grande) frustração/rejeição? Se isso acontecer converse com o seu bebê e explique que você o ama da mesma forma, abra o seu coração.

Quando eu estava gravida do Francisco eu sentia que ele seria um menino, mas eu desejava ambos os sexos. Eu cuidei muito para nunca externalizar isso e evitei certos palpites antecipados para não correr o risco do meu bebê sentir que ele não era desejado.

Bom mamães, se vocês têm outras dicas deixe-as aqui nos comentários para aprendermos juntas!.

Bom final de semana para todas vocês e suas lindas famílias!

Beijinhos!

Источник: https://www.sobrematernidade.com.br/e-possivel-escolher-o-sexo-do-bebe-naturalmente/

É possível escolher o sexo do bebê?

Método Shettles: dá para escolher sexo do bebê?

Um dos sonhos de muitos casais que desejam formar uma família é poder escolher o sexo do bebê. Há alguns anos, essa ideia pareceria absurda. É claro que a ciência e a tecnologia estão cada sai mais promissoras, mas sempre resta a dúvida…

A resposta é: sim, é possível escolher o sexo do bebê! Apesar disso, vale ressaltar que os tratamentos são muito caros e, em alguns casos, pouco aconselháveis devido aos efeitos secundários.

Quem não concordar com a ideia pode argumentar que a natureza é sabia e que o ser humano não deveria se intrometer em um assunto que está além das suas possibilidades.

Por outro lado, há quem promova essas técnicas para evitar o contágio de doenças hereditárias para determinado sexo, por exemplo, ou, simplesmente, pelo fato de poder escolher o sexo dos membros da família.

Essa discussão acontece há vários anos. Ao mesmo tempo, a ciência vai progredindo. Quais são, então, os métodos que podem ser utilizados para escolher o sexo do bebê? Vamos ver a seguir.

Dificuldades na hora de escolher o sexo do bebê

Apesar da evidente utilidade para as pessoas que desejam escolher se os filhos serão meninos ou meninas, as técnicas atuais envolvem várias dificuldades. Entre elas temos:

  • Custo elevado.
  • Técnicas de fertilidade invasivas.
  • Efeitos colaterais (em alguns casos).
  • Muitas exigências. As clínicas costumam pedir histórico médico da mulher, exames hormonais ou a obrigatoriedade de já ter pelo menos um filho do sexo oposto ao que se deseja.

Seleção de embriões obtidos por meio da fecundação in vitro

Essa é a técnica mais aceita e, ao mesmo tempo, mais cara. Apesar de ser a mais eficiente, em alguns países só é permitida quando:

  1. O objetivo é evitar a transmissão de doenças hereditárias.
  2. Se deseja que o bebê, além de ser saudável, sirva como doador para curar um irmão.

A fecundação in vitro consiste na análise das células dos embriões para detectar possíveis anomalias genéticas. Em seguida, os embriões saudáveis são selecionados e transferidos ao útero. Esse exame é chamado de diagnóstico genético pré-implantacional.

Inseminação artificial

Esse é o tratamento de fertilidade mais antigo. Data do início do século XX. Claro que, hoje em dia, a metodologia está muito mais avançada e segura.

A inseminação intrauterina é o método mais comum de inseminação artificial e é utilizada nos casos em que:

  1. A produção de espermatozoides do homem é baixa.
  2. A motilidade (velocidade do esperma) é insuficiente para proporcionar a fecundação. Ou seja, os espermatozoides não conseguem se movimentar o necessário para chegar ao útero.
  3. Outros problemas de fertilidade.

Basicamente, consiste na implantação do esperma em uma das áreas mais próximas de onde ocorre a fecundação. Por meio de um tubo, os espermatozoides são colocados no colo do útero. Além disso, esse método pode ser complementado com medicamentos para a fertilidade.

Através do Método Ericsson, que consiste na seleção dos espermatozoides “masculinos” ou “femininos”, é possível escolher o sexo do bebê que vai nascer.

Essa metodologia tem uma efetividade próxima a 80%. Apesar disso, vale ressaltar que no caso dos espermatozoides “mulheres” essa eficiência é um pouco mais baixa. Além disso, é mais em conta do que a fertilização in vitro.

O custo elevado, as técnicas de fertilidade invasivas e os efeitos colaterais de alguns métodos são o aspecto negativo dessas práticas.

Microsort

Por meio de um aparelho chamado citômetro de fluxo, o tamanho e o conteúdo dos cromossomos é analisado para escolher os embriões a serem utilizados (os femininos contêm 2% a mais de DNA). Em seguida, é utilizada a fertilização assistida de qualquer tipo para realizar a fecundação.

Ainda está em fase de testes e não foi aprovado pela Food and Drug Administration (FDA) nos Estados Unidos.  Afirma-se, entretanto, que as chances de sucesso variam entre 70% e 80%.

É possível escolher o sexo naturalmente?

Apesar de muitas pessoas questionarem a credibilidade desses métodos, existem duas técnicas muito populares para tentar escolher o sexo do bebê. Ambas se baseiam no período fértil da mulher.

1. Método de Shettles

As relações sexuais são programadas para ocorrer em dias específicos, de acordo com o ciclo menstrual da mulher. A base desse método é o fato de que os cromossomos masculinos vivem menos do que os femininos.

Portanto, se o casal tentar engravidar aproximadamente 4 ou 5 dias antes da ovulação, haverá muito mais cromossomos X, ou seja, os da mulher.

Apesar de algumas pessoas duvidarem dessa técnica, as chances de sucesso são de aproximadamente 75%. É necessário, no entanto, saber com precisão em que fase do ciclo de ovulação a mulher está.

2. Método de Whelan

Essa teoria afirma o oposto da anterior. Como as reações bioquímicas que favorecem a ovulação dos cromossomos Y ocorrem antes, é melhor que a relação sexual ocorra dias antes da ovulação para que haja mais chances de se ter um menino.

Existem vários métodos para escolher o sexo do bebê. Alguns mais eficientes e caros, outros mais “caseiros” e econômicos.

Os primeiros dessa lista são proibidos em muitos países porque se considera que não oferecem nenhuma vantagem para casais com problemas de fertilidade, exceto nos casos de prevenção de doenças congênitas.

No entanto, essa medida levou à criação do turismo reprodutivo, que consiste em visitar outros países para poder praticar esses métodos de reprodução assistida.

Embora possam ser métodos moral e religiosamente discutíveis, é um fato que a possibilidade de escolher o sexo do bebê está cada dia mais frequente e sofisticada.

Источник: https://soumamae.com.br/e-possivel-escolher-o-sexo-do-bebe/

Dia da Gestante: É possível Escolher o Sexo do Bebê?

Método Shettles: dá para escolher sexo do bebê?

Revisado pelo: Ginecologista e Obstetra Dr. Rodrigo da Rosa Filho (CRM 119789)

Casais que são tentantes ou que já conseguiram a gestação, provavelmente, já devem ter se perguntado se é possível escolher o sexo do bebê. A vontade de ter um menino ou uma menina leva a esse questionamento, sobretudo no dia da gestante. Entretanto, a resposta para isso é complexa.

Para as mulheres que estão grávidas neste dia da gestante cujas gestações ocorreram de forma natural, ou seja, sem auxílio de técnicas de reprodução, não existe a possibilidade de escolher o sexo do bebê. Tudo dependerá de qual cromossomo X (feminino) ou Y (masculino) era carregado pelo espermatozoide que fecundou o óvulo.

Já em protocolos de Fertilização in Vitro (FIV) essa possibilidade ocorre apenas em casos de doenças relacionadas ao sexo, como, por exemplo, a hemofilia.

Porém, antes de ser realizado o exame de sexagem fetal e análise genética do embrião, o casal passa por uma análise criteriosa para a confirmação da patologia, para posteriormente iniciar o tratamento de reprodução humana visando impedir que o bebê herde doenças genéticas de seus progenitores com base em seu sexo.

No caso da hemofilia, como exemplificado, a herança da doença está relacionada ao sexo masculino, sendo assim, no tratamento de FIV terão preferência os embriões do sexo feminino.

Por mais que essa escolher o sexo do bebê seja permitido em casos específicos, o sucesso da gestação dependerá de outros fatores podendo ocorrer ou não após o tratamento de reprodução humana assistida.

Confira a seguir outras peculiaridades acerca da possível escolha do sexo do bebê no dia da gestante com base em informações cedidas pelo Dr. Rodrigo Rosa, ginecologista obstetra e especialista em reprodução humana da Clínica Mater Prime.

Dia da gestante: gestação de forma natural

O espermatozoide já foi muito estudado cientificamente, tanto que é sabido que espermatozoides que carregam o gene masculino Y são mais ágeis, por serem mais leves — mas morrem mais rápido. Já os que transportam o gene feminino X são mais lentos e resistentes.

Logo, tendo essas informações em mente, algumas iniciativas podem ser tomadas para escolher o sexo do bebê.

Como ter uma menina: Método de Shettles

Caso a intenção no dia da gestante seja a concepção de uma menina, o dia da relação sexual ajuda a dar um empurrãozinho. A relação sexual deve ocorrer três dias antes da ovulação. A mulher deve ter um ciclo regular e saber com precisão essas datas.

A explicação para isso é que os espermatozoides que carregam o cromossomo X resistem mais tempo no organismo feminino, podendo encontrar o óvulo bem no dia que ele é liberado pelos ovários.

A alimentação pode colaborar na escolha do sexo do bebê. Para tentar a concepção de uma menina, a mulher deve consumir alimentos ricos em cálcio e magnésio.

Exemplo desses alimentos são:

  • Espinafre;
  • Couve;
  • Rúcula;
  • Laticínios.

É indicado ainda que seja evitado o consumo de alimentos com potássio e sódio, assim como o consumo de carnes vermelhas.

Como ter um menino: Método de Whelan

Os espermatozoides com cromossomo Y são mais ágeis e leves, logo, a relação sexual deve ocorrer o mais próximo do dia da ovulação da mulher, para que eles consigam ter acesso mais rápido ao óvulo.

A alimentação contribui no processo de engravidar no dia da gestante, sendo que a mulher deve consumir os seguintes grupos alimentares:

  • Ovos;
  • Peixes;
  • Carnes;
  • Arroz;
  • Feijão;

A alimentação deve ser rica em sódio e potássio, sendo necessário evitar o consumo de leite e seus derivados.

Imagem: Shutterstock

Quais as chances dessas iniciativas darem certo?

Estipular índices de sucesso nessas iniciativas é bem mais complexo do que parece. A cada ejaculação mais de 2 milhões de espermatozoides são liberados, sendo que o mais rápido é que conseguirá a fecundação do óvulo para que a mulher comemore o dia da gestante com a criança a caminho. Sendo assim, pode-se dizer que as chances são de 50%.

Como é a escolha do sexo em tratamentos de fertilização?

A possibilidade de escolher o sexo do bebê é tema de estudos e de livros divulgados ao longo dos anos. Porém, o único meio para selecionar o sexo do bebê, como mencionado, é por meio do exame de diagnóstico genético pré-implantacional, em que ocorre a seleção do material biológico sem a presença de doenças genéticas e consequente saberemos o sexo do embrião analisado.

A escolha do sexo do bebê no dia da gestante com base nos desejos dos pais é rechaçada pelo Conselho Federal de Medicina, logo, mesmo em casais em tratamento de fertilidade e sem doenças genéticas graves não é possível escolher o sexo do bebê. Caso ainda tenha restados dúvidas acerca do tema no dia da gestante, agende uma consulta com um dos especialistas em reprodução humana assistida da Clínica Mater Prime.

Fontes:

Conselho Federal de Medicina;

Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo);

Clínica Mater Prime.

Источник: https://materprime.com.br/dia-da-gestante-e-possivel-escolher-o-sexo-do-bebe/

Será que os pais podem escolher o sexo do bebê? – Clínica Fecondare

Método Shettles: dá para escolher sexo do bebê?

Escolher o sexo do bebê ao fazer um procedimento de Reprodução Assistida: será possível?

Uma coisa é fato, quando chega o nascimento do filho, os futuros papais se sentem completamente realizados e quando a criança nasce de acordo com o gênero que o casal sonha, sentem-se duplamente realizados. 

Mas será que é possível escolher o sexo do bebê, quando o casal decide por uma técnica de fertilização assistida?

Infelizmente não. Não é possível, nem previsto por lei, que o casal escolha o gênero da criança por meio dos procedimentos tecnológicos da reprodução humana, simplesmente por uma preferência.

No entanto, se for para uma causa maior, a escolha do sexo está permitida. Ou seja, em determinadas exceções, o Conselho Federal de Medicina (CFM) aprova que as técnicas de Reprodução Assistida possam ser aplicadas para escolher o sexo do bebê

Entenda quando e por qual motivo isso é possível:

Quando é possível escolher o sexo do bebê?

De acordo com aResolução CFM nº 2.168/2017, o Conselho Federal de Medicina (CFM) determina que as técnicas de Reprodução Assistida não podem ser aplicadas com a intenção de selecionar o sexo, visando presença ou ausência de cromossomo Y, ou qualquer outra característica biológica do futuro filho, exceto para evitar doenças no possível descendente.

Segundo o Conselho Federal de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP), a menos que existam justificativas clínicas, a orientação deve ser estritamente rigorosa no que diz respeito ao desejo de escolher o sexo do bebê

Ou seja, se isso fosse amplamente permitido, poderíamos, inclusive, proporcionar um desequilíbrio demográfico entre sexos no futuro, além de diversos outros problemas que poderiam representar uma ameaça à humanidade.

Mas então, em que casos a escolha do sexo do bebê está liberada?

Hemofilia: quando a escolha do sexo do bebê está autorizada

Existem determinadas patologias que estão diretamente relacionadas ao gênero, no que diz respeito à probabilidade de desenvolvimento da doença. Muitas vezes, essas doenças são de caráter grave e, por isso, nesses casos, a Constituição permite que haja intervenção no procedimento de Reprodução Assistida.

Ou seja, para evitar que a criança seja uma portadora da doença, é permitido escolher o sexo do bebê. A hemofilia, por exemplo, é uma das doenças genéticas ligadas ao sexo que estão autorizadas para a escolha do gênero da criança.

As hemofilias são caracterizadas por um distúrbio genético e hereditário que acomete, quase que exclusivamente, o sexo masculino. A doença provoca uma ausência de proteínas importantes para o processo de coagulação sanguínea, o que desencadeia na dificuldade de conter hemorragias. 

Assim sendo, as mulheres descendentes de pais hemofílicos nascem portadoras da doença, porém, raramente a desenvolvem. Já os filhos dessas mulheres certamente serão hemofílicos. Por isso, nesse caso, a escolha do sexo evita que a hemofilia seja transmitida de geração para geração.

E como é feita a escolha do sexo do bebê, nesses casos?

Primeiramente, é preciso realizar uma fertilização in vitro (FIV) para que seja possível escolher o sexo do bebê. A partir disso, é realizada uma análisedo embrião chamada sexagem fetal,  que detecta se o feto será do sexo feminino ou do sexo masculino.

O exame é feito a partir da retirada de celulas do blastocisto(embriao de 5º dia). Assim, por meio de uma técnica de biologia molecular, o material genético do embrião pode ser identificado.

É importante lembrar que antes de realizar a sexagem fetal, deve ser feita uma biópsia nos embriões para a identificação de doenças e outras possíveis complicações. Somente depois dessa análise é que é feito o exame para a seleção dos embriões do sexo ao qual a doença não está associada.

Há algum método para escolher o sexo do bebê naturalmente?

Muitos casais buscam métodos naturais para que o óvulo seja fecundado por um espermatozoide com o cromossomo Y (que determina o sexo masculino) ou com o cromossomo X (que define o sexo das meninas),de acordo com a preferência.

Entenda como funciona

Conhecido como o método Shettles, essa é uma das formas recorrentes de aumentar a probabilidade de escolher o sexo do bebê. Assim, em uma gestação planejada, o casal pode optar pelo dia do ciclo menstrual mais propício para a fecundação do sexo definido para a criança. 

Isso é feito por uma lógica aproximada, que afirma que o espermatozoide com o cromossoma Y (masculino) é menor, mais rápido e de menor resistência em relação ao cromossoma X (feminino)

Por isso, segundo o método, quando a relação sexual ocorre no dia da ovulação, as chances de que o bebê seja do sexo masculino são maiores, mas se ocorrer dias antes da ovulação, a probabilidade de que seja uma menina são mais evidentes.  

Isso pois os espermatozoides que carregam o cromossomo Y são mais rápidos, porém, menos resistentes. Ou seja, duram pouco tempo no interior do útero, enquanto os gametas que levam o cromossomo X são capazes de permanecer no mesmo ambiente por mais tempo, podendo aguardar a eclosão do óvulo.

Atenção!

De qualquer forma, é importante ter atenção para alguns fatores importantes para que esse método realmente funcione. Isso pois algumas condições precisam estar propícias para que tudo dê certo. Além disso, nem sempre, o homem ou a mulher exercem um controle direto sobre essas influências. 

O pH do útero da mulher, por exemplo, pode influenciar no resultado. Ou seja, caso se encontre mais ácido, pode representar um ambiente hostil para os espermatozoides com cromossomo Y. 

Outro fator influenciável é que, por algum motivo, o homem pode produzir uma quantidade maior de cromossomo X, o que também irá reduzir a possibilidade de ser concebida uma menina.

Por isso, é importante orientar que métodos como esse apresentam apenas uma probabilidade, mas não oferecem uma eficácia comprovada. 

No entanto, se fizermos uma reflexão: mais importante que a escolha do sexo do bebê, é que a criança nasça saudável, não é mesmo?

Nesse caso, é possível planejar uma gestação e investigar a fundo se o bebê corre o risco de desenvolver um problema de saúde, como por meio do Screening Genético Pré-Implantacional – PGS. 

Além disso, um pré-natal feito corretamente aumenta as chances de que o desenvolvimento do bebê seja observado com maior atenção e, por isso, nasça saudável.

Источник: https://fecondare.com.br/artigos/posso-escolher-o-sexo-do-bebe-na-reproducao-assistida/

FIV: é possível escolher o sexo do bebê?

Método Shettles: dá para escolher sexo do bebê?

A fertilização in vitro (FIV) é a principal técnica de reprodução assistida atualmente.

Ela apresenta as mais altas taxas de sucesso e permite a realização de uma série de técnicas e procedimentos que melhoram a taxa de gravidez em casos de infertilidade masculina e feminina, como o teste genético pré-implantacional.

Nesse tratamento, a fecundação ocorre fora do organismo da mulher, em laboratório.

Quando os embriões se formam, eles são mantidos em incubadoras por alguns dias até se desenvolverem. Então, são transferidos para o útero da mulher para que possam se implantar e, assim, iniciar a gestação.

A fecundação em laboratório ocorre por meio de uma técnica chamada injeção intracitoplasmática de espermatozoide (ICSI), em que cada espermatozoide é injetado diretamente dentro de cada óvulo, aumentando as chances de fecundação.

Devido à sua complexidade e às possibilidades que a FIV oferece, muitas dúvidas também surgem, sendo uma delas se é possível escolher o sexo do bebê.

Continue a leitura e saiba mais sobre esse importante assunto.

FIV e seleção de sexo

Uma vez que a fecundação, na FIV, ocorre em laboratório e é possível a realização de teste genético nos embriões, de modo geral as pessoas acreditam que seja possível escolher o sexo do bebê. Sim, é possível.

A tecnologia empregada na FIV nos dias de hoje é suficiente para permitir que a escolha do sexo seja realizada durante o procedimento.

No entanto, essa é uma prática proibida no Brasil pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), exceto em um caso específico: evitar a transmissão de doenças genéticas que sejam determinadas pelo sexo.

O que determina o sexo

O gênero da criança é determinado pelo cromossomo presente no espermatozoide do pai. A mulher apresenta sempre o cromossomo X, e o homem pode apresentar o X ou o Y.

Quando se tem a combinação XX, o gênero será feminino. Quando se tem a combinação XY, a criança será do sexo masculino.

Na FIV, o que permite identificar o gênero da criança é o teste genético pré-implantacional (PGT).

Desenvolvido com a finalidade de rastrear doenças genéticas, esse teste permite que o médico analise as células do embrião antes que ele seja implantado no organismo da mulher.

Essa análise tem alta precisão em determinar qual embrião gerará uma criança do sexo feminino e qual dará origem a uma criança do sexo masculino.

Se houver indicação de escolha do sexo, os embriões do gênero determinado são utilizados no processo de transferência dos embriões para o útero, enquanto os outros podem ser doados para outros casais ou para a realização de pesquisas ou mesmo congelados.

Normas

A escolha do sexo do bebê envolve um longo debate e opiniões diversas. No Brasil, o CFM só permite que a escolha seja feita em caso de doença relacionada ao sexo.

O CFM e o Conselho de Ética Médica criaram tal determinação por razões éticas. Em casos nos quais a família apresente histórico da ocorrência de doenças genéticas, será possível escolher o sexo do bebê.

Caso contrário, o sexo do bebê é determinado aleatoriamente, ou seja, não é feito o PGT ou a informação de gênero não é solicitada.

Quais doenças podem ser evitadas

Em casos nos quais o pai ou a mãe forem portadores de doenças genéticas, será possível escolher o sexo do bebê na FIV.

Essa escolha tem como intenção evitar determinadas doenças.

Algumas das condições que podem ser evitadas ao ser realizada a escolha do sexo são, por exemplo, a hemofilia, problema que ocorre na circulação sanguínea e que afeta somente pessoas do sexo masculino.

A ausência parcial ou total de informações genéticas ligadas à produção de espermatozoides, chamada de micro deleção do cromossomo Y, também é outra condição a ser citada.

A síndrome do X frágil é outra doença que pode ser evitada. Essa condição é caracterizada pela deficiência mental e se manifesta com maior gravidade em pessoas do sexo masculino.

Uma vez que a seleção do sexo como forma de evitar uma doença se encontra prevista na resolução do CFM, o casal que, após a análise, detectar a presença de uma doença genética não necessitará de autorização judicial para prosseguir com a escolha do sexo do bebê.

A distrofia muscular também pode ser detectada e relacionada a um sexo específico e, dessa forma, evitada ao ser feita a seleção do sexo da criança.

Embora a tecnologia tenha avançado o suficiente para permitir a escolha do sexo do bebê durante o processo de FIV, essa técnica é, no Brasil, regulada pelo CFM e pelo Conselho de Ética Médica, de modo a ser executada somente em casos específicos.

Compartilhe esse texto em suas redes sociais para que mais pessoas possam saber como funciona a seleção do sexo na FIV.

Источник: https://adrianadegoes.med.br/fiv-e-possivel-escolher-o-sexo-do-bebe/

Menino ou menina? Agora podes escolher

Método Shettles: dá para escolher sexo do bebê?

Já tiveste um filho e agora queres ir pelo casal? Estás cansado de ter miúdos e mais miúdos e queres que seu próximo filho seja uma menina? Não é preciso ir para as técnicas médicas de separação in vitro, podes usar um dos métodos que explicamos embaixo. Seus descobridores garantem que funcionam. Controle a sua dieta e seu período de ovulação e decide se queres comprar roupas de menino ou menina durante a sua próxima gravidez.

Índice

A eleição do sexo do bebé, se é menino ou menina, é um dos sonhos mais recorrentes de um casal. Segundo a ciência, não existe nenhum método para escolher com certeza o sexo do bebé só com um embrião durante os tratamentos de fertilidade in vitro.

Porém, existem algumas práticas que afirmam que influem no momento da conceição, e permite escolher o que o casal deseja. Vamos ver essas práticas que podemos tentar apesar de não terem base cientista.

Método Baretta

Embora pareça uma brincadeira, o fato é quea alimentação faz influir no sexo do bebé. Segundo um estudo da bioquímica Adriana Baretta, pode fazer pender a balança em favor de um ou outro sexo apenas com uma dieta e acompanhamento da ovulação.

Este método baseia-se na maior ou menor presença de quatro sais minerais: sódio-potássio sobre o cálcio-magnésio.

De acordo com os alimentos que come a mulher antes de engravidar contendo diferentes proporções dessas substâncias, o bebê terá mais probabilidades (98%), de ser menino o menina.

A bioquímica partiu dos estudosdos pesquisadores Stolkowsky, Lorrain e Gagnon (Labro e Papa, 1983), que observaram a influência que tem os minerais no metabolismo feminino no momento de o sexo do filho ser selecionado.

Depois de uma série de experiências, especificam que uma elevada proporção de potássio e de sódio na dieta, enquanto um decréscimo em cálcio e magnésio, favorecia o espermatozoide Y, enquanto que a relação oposta favorece a espermatozoide X.

Após esses dados de pesquisa, fez-se um estudo retrospectivo em 99 mulheres com pelo menos, dois filhos do mesmo sexo e uma relação de mineral foi estabelecida através do estudo da alimentação dessas mulheres: Coeficiente (CM) de sódio Mineral + Potássio / Cálcio + Magnésio

Os resultados deste estudo foram: em 84,4% das mulheres com apenas meninos, seu Coeficiente Mineral foi maior do que 4, o que indica uma elevada presença de potássio e sódio, e 84% das mulheres tinha apenas meninas, o CM foi inferior a 2, portanto, baixos níveis destes dois minerais.

Assim, Adriana Baretta criou um método testado em 120 mulheres com um sucesso do 98%. As mulheres que recorrem a esse método fazem uma dieta progressiva durante os três meses anteriores ao momento da concepção.

Naquele tempo, identificam-se os períodos mais férteis e o momento exato da ovulação. Os exames de sangue e se tudo correr bem, da-se via livre para tentar a gravidez.

É  importante cumprir com o tempo de preparação, três meses, já que de acordo  com Baretta “é o tempo necessário para o corpo a assimilar as mudanças na dieta e começar a agir como um filtro para o espermatozoide que deseja ser encorajado.

Alem disso precisamos de três ciclos para que a mulher aprenda pelo método sinto-térmico a verificar com precisão a sua ovulação, e isto também o confirmamos com a análise hormonal”.

Portanto, durante este período é tão importante quanto o que comes como o que não comes. Se á um baixo coeficiente de sódio-potássio e um alto teor de cálcio e de magnésio, a tendência é para ter machos. E para ter meninas, o inverso.

Se um casal quer selecionar o sexo de seu futuro bebé, o primeiro passo que deve seguir é o de fazer uma medição do coeficiente Mineral da alimentação feminina, a fim de saber qual dos quatro intervalos definidos (de acordo com Coeficiente Mineral) encontrasse anteriormente a futura mãe, em relação aos seus hábitos alimentares históricos. Por exemplo, alimentos como legumes, nozes, carnes, peixes e a fruta favorecem a procriação de meninos; em relação aos produtos lácteos, acelgas ou farinha de aveia que ajudam a gestação de meninas. “Embora note-se um certo equilíbrio entre o que tú comes e não comes, já que não é suficiente apenas comer um determinado produto”, diz a autora do livro.

Um exemplo de alguns alimentos de deves evitar:

Antes de os bebés nascerem em hospitais e dos ginecologistas controlarem todo o processo de uma gravidez era a rede de mulheres que rodeavam a grávida (mães, amigas, vizinhas, etc.

) que lhe davam toda a informação e conhecimentos necessários, principalmente na base das experiências vividas. Na sociedade actual, esta transmissão perdeu-se e as mulheres enfrentam a maternidade sozinhas e sem grandes referências.

Desta forma, surgiu a figura da doula: mulheres que acompanham durante a gravidez, o parto e o pós-parto.

Y tambien:

Mas, o método também se baseia no periodo da ovulação. “Há diferenças no muco cervical, de acordo com o momento do ciclo, a alcalinidade e a acidez são diferentes e favorecem a permeabilidade de X ou Y.

É demostrado que os pares que concebem no pico mais alto de ovulação é mais provável ter meninos “, explica Baretta.

O espermatozoides X sobrevivem mais tempo quando os fluidos são mais alcalinos, e os Y nadam mais rapidamente e melhor quando os fluidos são mais ácidos.”

Para alcançar o sucesso na predeterminação, é essencial combinar a alimentação com os períodos de ovulação. Baretta avisa: “a falta de complementaridade entre os dois pode levar a dificuldades ou atrasos na concepção ou pseudo infertilidade “.

Método Shettles

Com um sucesso de 75%, os médicos Landrum Shettles e David Rorvik, autores do livro “Como escolher o sexo de seu bebé”, baseiam-se nas diferenças entre os espermatozoides X e os Y . Acordo com os estudos do Dr.

Shettles, os  espermatozoides com o cromossoma Y (masculino) são mais pequenos, mais rápidos e mais fracos exigem condições de mínima adversidade – aconchegante, alcalina -; chegam em primeiro lugar e morrer rapidamente; o espermatozoide deve chegar as trompas de Falópio quase simultaneamente com o óvulo.

No enquanto aqueles que levam o cromossoma X (mulher) são maiores, mais fortes e mais lentos, mais resistentes a condições moderadamente adversas ou ácidas. São mais duráveis ​​e podem esperar alguns dias ao óvulo.

Este método procura combinar o momento da relação sexual com o ciclo menstrual da mulher.

 Quanto mais próximo do momento da ovulação seja a relação sexual, mais possibilidades têm de engravidar a mulher e se o casal tem relações sexuais dois dias antes da ovulação, ou dois dias após a ovulação, as chances de conceber um menino aumentam. Estes dados estão de acordo com a velocidade e a força dos espermatozoides X ou Y que chegaram a fecundar o óvulo.

A mulher deve ter a certeza do momento da ovulação, e para chegar a este ponto deve “estudar” o seu útero, apontando a temperatura basal todos os dias, e mantendo o controle dos dias exatos de duração do  seu ciclo e assim como o momento no que ovula (mudanças na secreção de muco vaginal-cervical e da temperatura basal).

Para ter um menino

Abster-se defazer sexo ou utilizar preservativos até 4 dias antes da ovulação. Após este ponto, abster-se até 12 horas antes da ovulação. O Dr. Shettles diz que o homem terá melhores quantidade de espermatozoides e favorecerá a concepção de um menino.

 Durante as 12 horas de ovulação, o casal deve ter relações sexuais, de preferência apenas uma vez e se tiver relações novamente, devem usar preservativos.

Durante a ovulação, fluidos vaginais e colo do útero são alcalinos, uma condição que faz  mas favorável a chegada do espermatozoides (X ou Y), mas especialmente favorável para os Y (masculino).

Para ter uma menina

O casal deve parar de ter relações sexuais dois dias antes da ovulação, para que mais espermatozoides X (feminino) estejam presentes.

Este método recomenda o casal a ter relações sexuais após o fim do período menstrual, pelo menos, um dia depois, até 2 dias antes da ovulação.

Antes disso, as secreções vaginais são mais ácidos e os espermatozoides X (feminino) terá mais probabilidades de sobreviver e fertilizar o óvulo que o espermatozoide Y.

Conselhos

Para conseguir um líquido mais ou menosalcalino, a mulher pode fazer uma série de lavagens vaginais com água e de bicarbonato de sódio (um litro de água por cada colher de sopa de bicarbonato de sódio) para atingir um meio alcalino favorece tanto espermatozoide Y.

E com água e uma colher de chá de ácido acético (vinagre), para conseguir assim um meio ácido.

Recomenda-se também que o casal mantinha uma dieta à base de proteína para ter um menino, e uma dieta rica em produtos lácteos e não comer carne para ter uma menina.

Método Tabela China

Este método, além de que carece de uma base científica para provar sua confiabilidade é baseado em uma tabela feita há milhares de anos de acordo com as lendas chinesas antigas, que dizem que o sexo do bebé é determinado pela idade da mãe e o mês de concepção do futuro filho. Desta forma, poderias escolher o sexo do bebé. Apenas tentando engravidar no mês correspondente ao sexo desejado de acordo com a tabela. E se estás grávida esta tabela também serve para saber o sexo do bebé que levas dentro.

Aqui tens a tabela chinesa. Basta olharna caixa de sua idade atual, ou a idade em que queres engravidar, e olhar para os meses que é mais provável conceber um menino ou uma menina de acordo com as cores da tabela (azul mostra menino e rosa menina) . De acordo com aqueles que o têm realizado, a tabela tem um sucesso de 70%.

Infertilidade

Definição:

Incapacidade para levar até ao fim uma gravidez normal. Pode produzir-se por falhas na fecundação, implantação ou desenvolvimento do produto dentro do útero. O problema pode estar tanto na mulher como no homem.

Sintomas:

Normalmente não se tem sintomas, para além do facto de não poder conceber e levar uma gravidez até ao fim.

Tratamento:

Embora nem sempre se possa tratar a causa directa da infertilidade, actualmente existem muitas técnicas de reprodução assistida que permitem conceber uma criança.

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Источник: https://www.todopapas.com.pt/pre_gravidez/fertilidade/menino-ou-menina-agora-voce-pode-escolher-6181

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