MICOSE DE UNHA (ONICOMICOSE)

MICOSE DE UNHA (ONICOMICOSE)

MICOSE DE UNHA (ONICOMICOSE)

Onicomicose ou tinea unguium, conhecida popularmente como micose de unha, é o nome dado à infecção das unhas das mãos ou dos pés causada por fungos.

A onicomicose é uma infecção comum que acomete cerca de 10% da população adulta e 20% dos idosos. Seus sintomas costumam ser mais de origem estética do que clínica, sendo o escurecimento e o espessamento da unha os sinais mais comuns.

A micose de unha não é uma doença fatal, mas pode causar dor, desconforto e destruição da unha, levando a efeitos emocionais importantes, que podem ter um impacto significativo na qualidade de vida.

As infecções fúngicas das unhas são geralmente causadas por um fungo que pertence a um grupo denominado dermatófitos, que também pode causar infecções nos pelos do corpo e na pele, como no caso da frieira (pé de atleta) e da micose da virilha (tinea cruris).

Outro grupo de fungos que também pode causar micose de unha são as leveduras. Em geral, as leveduras causam onicomicose nas mãos e os dermatófitos provocam onicomicose nas unhas dos pés.

Informações em vídeo

Antes de seguirmos em frente, assista a esse curto vídeo produzido pelo canal do MD.Saúde no , que resume as informações que serão apresentadas neste artigo.

Como se pega?

Os fungos que provocam a micose de unha são habitualmente adquiridos no ambiente, principalmente em áreas úmidas e quentes, que são os meios propícios para o crescimento de fungos.

Banheiros, chuveiros, vestiários e piscinas públicas são exemplos de locais que frequentemente abrigam fungos.

Frequentar estes espaços públicos descalço é um importante fator de risco para adquirir micose nas unhas.

O contato com o fungo por si só não costuma ser suficiente para se adquirir a onicomicose. Geralmente é preciso haver pequenas lesões entre a unha e a pele para que o fungo consiga penetrar por baixo da unha e se alojar. Também é necessário que a unha seja exposta frequentemente a ambientes úmidos para que o fungo possa se multiplicar com mais facilidade.

A onicomicose nas unhas dos pés é muito mais comum do que nas unhas das mãos.

Os pés costumam estar mais expostos a locais úmidos, não só quando se anda descalço em locais públicos, mas também por passar boa parte do dia fechado dentro de meias e calçados.

Em dias de calor, os pés calçados podem passar várias horas seguidas cobertos e úmido pelo suor. Calor, falta de luz e umidade é tudo que um fungo deseja para se proliferar.

Além disso, os dedos dos pés estão no ponto do corpo mais distante do coração, não sendo tão bem vascularizados com os dedos da mão. Deste modo, os anticorpos e as células de defesa do organismo não chegam às unhas dos pés com tanta facilidades quanto a outros pontos do organismo.

A micose de unha é contagiosa?

A micose de unha pode ser transmitida de uma pessoa para outra, mas essa forma de contágio é pouco comum.

Compartilhar lixas ou cortadores de unha pode ser uma forma de transmissão, mas em geral é preciso contato íntimo e frequente, como, por exemplo, morar na mesma casa para uma pessoa pegar onicomicose da outra.

Não se pega micose de unha apenas apertando a mão ou tocando em objetos manipulados por alguém infectado.

Fatores de risco

A presença de alguns fatores favorece a infecção da unha por fungos. Por exemplo, pacientes com frieira (pé de atleta), que é uma infecção fúngica da pele dos dedos, têm um maior risco de terem também infecção fúngica das unhas.

Outros fatores de risco para onicomicose são:

  • Diabetes mellitus.
  • Idade avançada.
  • HIV.
  • Uso de drogas imunossupressoras.
  • Problemas imunológicos.
  • História familiar de onicomicose.
  • Psoríase.
  • Problemas de circulação sanguínea dos membros inferiores.

Atletas também são um grupo de risco para onicomicose. Estes indivíduos costumam estar com os pés frequentemente calçados e úmidos pela transpiração, além de terem uma maior incidência de traumas nas unhas devido ao impacto de suas atividades físicas.

Sintomas

A micose de unha não costuma produzir nenhum sintoma além das alterações cosméticas das unhas. Em casos mais graves, porém, ela pode causar dor.

Em pacientes diabéticos ou imunossuprimidos a onicomicose pode servir como porta de entrada para bactérias, favorecendo o surgimento de infecções secundárias, como erisipela ou celulite.

As lesões da unha provocadas pela onicomicose apresentam algumas variações na sua apresentação, dependendo do tipo de fungo e de gravidade da infecção. Em geral, a micose de unha costuma apresentar um ou mais dos seguintes sinais:

  • Espessamento da unha.
  • Fragilidade da unha, deixando-a quebradiça.
  • Distorções na forma da unha.
  • Perda do brilho da unha, deixando-a opaca.
  • Escurecimento da unha.
  • Descolamento da unha em relação ao seu leito na pele.

As formas mais comuns de onicomicose são:

Onicomicose subungueal distal

A onicomicose subungueal distal é de longe a forma mais comum e se caracteriza pela infecção da ponta da unha. O primeiro dedo do pé (dedão) é geralmente o primeiro a ser afetado.

A infecção começa com uma descoloração esbranquiçada, amarelada ou acastanhada em uma das pontas laterais da unha, estendendo-se lentamente por toda unha, em direção à cutícula. A unha pode se descolar e a ponta costuma partir-se e cair, expondo a pele que serve de leito para a unha.

Onicomicose subungueal proximal

É a forma menos comum de onicomicose. Sua apresentação é bem parecida com a onicomicose subungueal distal, porém, a progressão ocorre de forma oposta, iniciando-se próxima à cutícula e depois estendendo-se em direção à ponta da unha.

Este tipo de micose de unha ocorre geralmente em pacientes imunossuprimidos, sendo comum nos indivíduos com HIV.

Onicomicose superficial branca

É uma forma comum em crianças, mas que nos adultos corresponde a apenas 10% dos casos de micose de unha. Caracteriza-se pelo aparecimento de manchas brancas sobre a superfície da unha, geralmente mais próxima da cutícula do que da ponta.

Quando não tratada, as manchas tendem a se espalhar centrifugamente por toda unha, deixando-a quase toda branca, além de áspera e quebradiça.

Diagnóstico

As lesões das unhas da onicomicose podem se parecer com as lesões de unha de outras doenças, como psoríase, eczemas, traumas, líquen plano, deficiência de ferro, etc.

A maioria dos estudos atesta que a onicomicose é responsável por apenas metade de todos os casos de lesões das unhas. Em várias situações, não é possível afirmar que o paciente sofre de onicomicose apenas olhando e examinando para a unha.

Portanto, é importante demonstrar de forma inequívoca a presença do fungo antes de se iniciar o tratamento antifúngico. Para tal, o médico irá fazer uma pequena raspagem da sua unha de forma a colher amostras para avaliação laboratorial à procura de fungos.

Tratamento

A micose de unha é uma infecção difícil de tratar porque as unhas crescem lentamente e recebem pouco suprimento de sangue. Até um passado recente, os medicamentos utilizados para o tratamento da onicomicose não eram muito eficazes e os resultados eram frequentemente decepcionantes.

Na última década, porém, os os tratamentos para pacientes com onicomicose melhoraram substancialmente, principalmente por causa da introdução de medicamentos antifúngicos orais mais eficazes.

Estudos recentes mostram que medicamentos por via oral como Terbinafina e Itraconazol apresentam taxas de cura mais altas que a Griseofulvina e o Cetoconazol, as drogas mais usadas antigamente.

Taxas de cura da onicomicose dos principais antifúngicos:

  • Terbinafina (73 a 79%).
  • Itraconazol (56 a 70%).
  • Griseofulvina (54 a 66%).
  • Fluconazol (43 a 52%).

O tratamento com Terbinafina com comprimidos por via oral deve ser feito com 1 comprimido de 250 mg por dia por 6 semanas para onicomicose das mãos ou 12 semanas para onicomicose dos pés (leia: CLORIDRATO DE TERBINAFINA – Remédio Para Micoses).

O tratamento tópico da micose de unha com esmaltes, como o Ciclopirox, não costuma funcionar sozinho, mas pode ser usado como complemento do tratamento com Terbinafina ou Itraconazol por via oral.

Uma vez curada a micose de unha, se o paciente não tiver cuidado a taxa de reinfecção pode chegar a 50%. Portanto, é preciso ter cuidado com os pés para que a unhas não voltem a ficar colonizadas por fungos.

Referências

Источник: https://www.mdsaude.com/dermatologia/micose-de-unha-onicomicose/

As respostas para as principais dúvidas sobre a micose das unhas

MICOSE DE UNHA (ONICOMICOSE)

Ela começa sorrateira, com pequenas alterações, como o descolamento das unhas e o aparecimento de manchas brancas ou amareladas. E, na pressa do dia a dia, tem gente que dá pouca atenção a esses sinais iniciais da micose, também chamada de onicomicose. Esse descuido pode levar a uma piora rápida do quadro. 

Esclarecemos aqui as principais dúvidas sobre a micose das unhas, um problema mais frequente nos pés, para você saber como prevenir, identificar e tratar a infecção logo no início.

O que é a micose de unha? 

A micose de unha é uma infecção comum, causada por fungos que se alimentam da queratina, proteína que compõe a maior parte da unha. Se não tratado, o processo infeccioso pode se espalhar por toda a unha, e até mesmo para outras unhas, tornando o tratamento mais difícil.

Por que a incidência nas unhas dos pés é maior do que nas das mãos? 

Porque os pés costumam ficar fechados em meias e calçados, e esse ambiente quente e úmido favorece o desenvolvimento dos fungos. Segundo a dermatologista Fabia Oppido Schalch (CRM 105016 e RQE 39238), há o risco, inclusive, de os fungos de uma unha infectada se espalharem para meias e sapatos e, dessa forma, infectarem as outras e até a pele dos pés.

“Para evitar essa recorrência, recomendamos que o paciente faça um rodízio de sapatos. Além disso, é importante deixá-los arejar ao sol e aplicar um talco na parte interna. Mas vale lembrar que as unhas das mãos também podem ter micose, principalmente em pessoas que mexem muito com água.

É que os pequenos traumas nas unhas, somados à umidade constante, podem levar à proliferação de fungos na região.”

Quais os primeiros sinais? 

“Inicialmente, são pequenos descolamentos da unha, ou mudança de sua coloração, tornando-se esbranquiçada, amarelada ou, em alguns casos, até amarronzada ou enegrecida, dependendo do tipo de fungo.

Com o tempo, pode haver também um espessamento, ela fica grosseira e chega até a se deformar. Mas os sintomas dependem do tipo de fungo.

A Cândida, por exemplo, é menos causadora de onicomicose nos pés, mas, quando ocorre nas mãos, pode provocar também uma inflamação na pele ao redor da unha, conhecida como paroníquia, problema chamado popularmente de ‘unheiro’”, explica Fabia.  

Quais as possíveis causas da micose nas unhas dos pés?

A micose ocorre por uma infecção fúngica, mas os ambientes quentes e úmidos favorecem o seu desenvolvimento.

Por isso, é importante ter atenção aos seguintes hábitos: secar bem os pés após o banho, evitar o uso de calçados e meias confeccionadas em material sintético, que aumentam a sudorese e não absorvem o suor.

Vale, ainda, trocar as meias diariamente, alternar o uso dos sapatos e, sempre que possível, optar por um modelo aberto, como sandálias ou chinelos.

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Há pessoas com maior tendência a desenvolver micose nas unhas dos pés?

De acordo com a dermatologista, há um grupo que merece maior atenção: os diabéticos, os idosos e os pacientes que têm, de alguma forma, uma insuficiência da vascularização periférica, ou seja, dos dedos das mãos e dos pés.

“Eles devem ter cuidado dobrado, já que a falta de oxigenação nessas regiões pode facilitar o desenvolvimento da infecção fúngica.

Principalmente no caso das pessoas com diabetes, deve haver muita atenção, porque a infecção pode evoluir para problemas secundários, e a queda da imunidade pode ser uma porta de entrada para a erisipela.”

Como é possível prevenir?

Alguns cuidados ajudam a evitar as onicomicoses nos pés: manter as unhas bem cortadas e os pés bem higienizados, alternar o uso dos calçados e colocá-los ao sol e aplicar um talco na parte interna são bons hábitos. “Vale, ainda, ficar de olho na saúde das unhas. Se notar algum trauma ou descolamento, procure o dermatologista para uma avaliação”, orienta.

E atenção: como os salões de beleza também oferecem riscos, é importante verificar se todo o material utilizado para fazer as unhas é esterilizado na autoclave. “Recomendo que os pacientes com maior risco de desenvolver micose levem seu próprio kit, inclusive com esmaltes, pois um estudo recente comprovou que o produto pode ser local de cultura dos fungos.”  

E como tratar?

Existem muitos tipos de tratamentos para micose de unha que incluem cremes, esmaltes, medicamentos orais, entre outros. Mas é preciso paciência e persistência, pois os fungos são muito resistentes e desenvolvem uma espécie de carapaça de proteção, o que torna o processo de cura bem lento.

“O paciente demora para notar a melhora do quadro, pois é preciso aguardar o crescimento natural da unha para que a parte danificada seja substituída pela unha saudável.

Além disso, o fato de as unhas estarem nas extremidades do corpo, áreas que recebem menos aporte sanguíneo, também contribui para a lentidão do tratamento, principalmente quando realizado com medicamentos orais. Isso porque, após a ingestão, eles são absorvidos pelo sistema digestivo e somente depois são liberados para a corrente sanguínea.

Agora, se as unhas dos pés têm vascularização reduzida, imagine a pequena concentração de medicamento que chega à região. É por isso que se recomenda associar o tratamento oral ao tópico, principalmente em esmalte”, explica Fabia. 

Quais as vantagens do medicamento em esmalte?

Ao ser aplicado diretamente na superfície da unha e conforme as instruções de uso, o medicamento em esmalte é considerado o mais eficaz, porque favorece a penetração do produto e exige menor número de aplicações ao formar uma película na superfície da unha que mantém o princípio ativo em contato por mais tempo.

E é muito fácil de usar! LOCERYL® ESMALTE, por exemplo, pode ser usado, inclusive, com esmaltes cosméticos*. Outra vantagem é sua composição, pois a fórmula contém a amorolfina, um ativo que mata o fungo causador da micose e ainda protege contra sua disseminação. Não é à toa que esse é o tratamento para micose de unha mais prescrito e vendido no mundo.

Mas lembre-se: somente o dermatologista pode avaliar e indicar o tratamento mais adequado. 

*Necessário aguardar 10 minutos para aplicação do esmalte cosmético.

Minibula:Loceryl® Esmalte(cloridrato de amorolfina) é indicado para o tratamento de micoses de unha (onicomicoses). Reg. MS 1.2916.0036. GALDERMA BRASIL LTDA.

/LOCERYL ESM-MB01_20/SAC: 0800-155552. LOCERYL® ESMALTE É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA.

SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. 

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Источник: https://saude.abril.com.br/medicina/as-respostas-para-as-principais-duvidas-sobre-a-micose-das-unhas/

Micose de unha (onicomicose): como acabar rápido com ela

MICOSE DE UNHA (ONICOMICOSE)
Foto: shutterstock/cunaplus

A micose de unha, também chamada de onicomicose, é uma infecção causada por fungos que pode atingir as unhas dos pés e das mãos. O seu aparecimento é mais frequente nos pés, pois o uso de calçados e meias criam um ambiente propício para a proliferação de fungos.

As primeiras evidências do surgimento da micose são estéticas. Os fungos se alimentam da queratina, componente presente nas unhas, causando o deslocamento delas. Isso se manifesta através do aparecimento de manchas brancas e amareladas no local.

Outros sinais da micose são:

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  • Alteração da forma e espessura das unhas
  • Dor e inflamação no local
  • Acúmulo de queratina embaixo da unha
  • Engrossamento

Remédio para micose de unha

Os remédios devem ser utilizados apenas com indicação médica, já que há o risco de o grau da micose piorar. Nos casos em que o uso de substâncias orais anti-fúngicas forem necessários, o médico irá prescrever o medicamento adequado para o paciente.

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“Cada substância tem uma posologia adequada, que deve ser respeitada. O uso deve ser prolongado (de meses até anos, dependendo do grau da micose de unha)”, explica Cristiano.

Como tratar micose de unha sem remédios

O tratamento varia de acordo com a gravidade da lesão causada pela micose. Depois de diagnosticado qual foi o agente causador da proliferação de fungos, o médico irá orientar o paciente a seguir os passos adequados.

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Normalmente, além dos remédios, o tratamento varia entre:

  • Creme antifúngico
  • Esmalte e solução antifúngico

O dermatologista Cristiano Kakihara explica que, para pacientes que já tenham passado por tratamentos convencionais mas não obteve sucesso pleno, há a opção de tratar a micose através da aplicação de lasers.

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Tire suas dúvidas sobre o tratamento de micose de unha.

Tratamentos caseiros

Muitas pessoas optam por substâncias caseiras na hora de tratar a micose. Porém, de acordo com dermatologistas, esses tratamentos servem apenas para evitar o surgimento de bactérias, não servindo como inibidor de crescimento dos fungos. Entre eles, estão:

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  • Água oxigenada para micoses: De acordo com Cristiano, a água oxigenada pode ser utilizada como coadjuvante no tratamento por diminuir a população bacteriana, que pode estar em excesso na unha, dificultando a cura.
  • Vinagre para micoses: A dermatologista Fabiana Seidl explica que o vinagre tem ação bactericida, podendo ser usado para evitar a contaminação de bactérias no local.

Apesar de não serem usados como cura da micose, a higienização dos pés é um passo importante para evitar a piora do caso.

Micose nas unhas

Por se tratar de uma contaminação causada por fungos, o tratamento da micose pode levar de 6 a 8 meses para se concluir. Em casos mais graves, é preciso combinar o uso de pomadas com o tratamento antifúngicos oral.

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“Depende do caso, mas geralmente o tratamento oral é mais rápido. Porém existem algumas contraindicações que limitam seu uso em alguns pacientes idosos ou com doenças crônicas no fígado”, conta a dermatologista Fabiana Seidl.

A especialista lembra que as unhas dos pés crescem em média 1 milímetro ao mês e as das mãos 3 milímetros, podendo variar com a idade ou qualidade da queratina, o que torna o tratamento mais lento e demorado.

Algumas medidas são essenciais para evitar a proliferação de fungos nas unhas.

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  • Higiene do corpo: Lavar bem as mãos e os pés com sabonete neutro.
  • Cuidado com trauma nas unhas: A dermatologista Carolyne Sawamura explica que pessoas que utilizam sapato fechado, esportistas, diabéticos, pessoas que sofrem de doenças que causam má circulação do sangue e as com mais de 40 anos devem proteger os pés de possíveis machucados, pois as unhas passam a crescer mais devagar.
  • Atenção aos itens pessoais: Evitar o compartilhamento de objetos pessoais como tesouras, lixas e alicates é essencial para que não haja a transmissão da micose entre indivíduos.
  • Uso de calçados: Pisar descalço em lugares com terra, mato e areia pode causar o contato com espécies fúngicas que causam micose.
  • Escolha certa de meias: Os dermatologistas recomendam o uso de meias de algodão, pois elas permitem que o pé receba ventilação.
  • Calçados ao sol: De acordo com Carolyne Sawamura, a exposição de calçados ao sol dificulta a proliferação de fungos por causa da ação dos raios ultravioletas.
  • Luvas: Utilizar luvas ao entrar em contato com água também é uma forma de prevenir a contaminação por fungos.

Se não tratada de forma adequada, a micose pode causar diversos riscos ao paciente. Entre eles estão:

  • Infecções de pele
  • Erisipela
  • Fungemia (fungo no sangue)
  • Celulite

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Cristiano Kakihara, médico dermatologista, CRM 113216/SP

Fabiana Seidl, médica dermatologista, CRM/CRP/CRO: 52878529

Carolyne Sawamura, médica dermatologista da Clínica Luciana Garbelini, CRM-SP 162377

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Источник: https://www.minhavida.com.br/beleza/tudo-sobre/17513-micose-de-unha

Micose nas Unhas

MICOSE DE UNHA (ONICOMICOSE)

A onicomise (micose na unha) é uma infeção fúngica (por fungos) da lâmina ungueal (unha), ou do leito ungueal e / ou de ambos.

Trata-se de uma infeção muito frequente e que afeta pessoas de todas as idades, atingindo homens e mulheres de igual forma.

Causas da onicomicose

A onicomise é uma infeção causada por fungos. Entre os fungos mais encontrados na onicomicose (85% a 90%), os agentes etiológicos são dermatófitos. Entre 10 a 15% das infeções são provocadas por leveduras e fungos não dermatófitos.

Estes tipos de fungos alimentam-se da queratina, proteína que forma a maior parte da unha.

As unhas dos pés são 10 vezes mais afetadas do que as das mãos, por enfrentarem ambientes húmidos, escuros e quentes, que criam um ambiente favorável para o desenvolvimento fúngico (dos fungos).

São fatores de risco para o desenvolvimento das onicomicoses:

  • Micose no pé (Tinha Pédis);
  • Distrofia ungueal;
  • Idade avançada;
  • Exposição de contágio com outra pessoa;
  • Traumatismos (sapato);
  • Hiperpressão nos dedos (causando descolamento da unha);
  • Praticar desporto (p. ex. Atletismo, Futebol, Ballet, Ténis, …);
  • Doenças vasculares periféricas;
  • Imunocomprometimento (problemas no sistema imunitário);
  • Diabetes;
  • Doentes hipocoagulados;
  • Uso de corta unhas e alicates contaminados;
  • Uso de vernizes de outras pessoas.

Tipos de onicomicose

As micoses nas unhas apresentam 3 padrões característicos, a saber:

1. Onicomise subungueal distal lateral

A onicomise subungueal distal lateral apresenta uma textura e coloração diferente por baixo da unha, uma onicolise com apresentação amarelada-esbranquiçada;

Observe na foto uma imagem de uma onicomise subungueal distal lateral.

2. Onicomise superficial branca

A onicomise superficial branca limita-se apenas à unha, apresenta pequenas manchas brancas na superfície da unha. A unha fica áspera e desintegra-se facilmente, este tipo de micose é caracterizado por uma maior invasão e profunda da unha;

3. Onicomise subungueal proximal

onicomise subungueal proximal caracteriza-se pelo seu aparecimento no início da unha, desenvolvendo-se com o seu crescimento.

Sinais e sintomas da onicomicose

A onicomicose é quase sempre assintomática, ou seja, não apresenta qualquer tipo de sintomas.

Nas fases iniciais da doença o paciente não sente qualquer tipo de dor, todavia, com o avançar do tempo pode, eventualmente, agravar-se e começar a surgir algum desconforto e mesmo dor.

A onicomicose é contagiosa?

Sim, a onicomicose é contagiosa, ou seja, a doença transmite-se ou “pega-se” de pessoa para pessoa ou através de contactos com superfícies infetadas.

O modo de transmissão da doença é simples, ocorrendo por contacto com pessoas ou superfícies infetadas como o chão húmido quando caminha descalço. Por isto, é muito importante adotar medidas de modo a prevenir o contágio. Veja mais informação em “como prevenir a onicomicose”.

Diagnóstico da onicomicose

Para obter um diagnóstico mais fiável e não confundir por exemplo com exostoses subungueais, detetadas através do RX, mas com um aspecto muito parecido com fungo nas unhas, devemos efetuar:

  • Avaliação clínica;
  • Antifungigrama;
  • Exame micológico com cultura;
  • Exame leveduriforme com cultura;
  • Exame não leveduriforme com cultura.

São exames de diagnóstico deferencial, para termos a certeza que se tratam de fungos e não de outras doenças semelhantes à onicomicose.

Os agentes causadores de onicomicoses, mais frequentemente encontrados nas análises são:

  • Dermatófiitos (p. ex. Candida, Microsporum, Tricophyton);
  • Leveduras (p.ex. Candida);
  • Não dermatófitos (p.ex. Aspergillus, Fusarium).

Complicações da onicomicose

O tratamento tardio das onicomicoses, pode levar ao surgimento de outras patologias ungueais, tais como:

  • Descolamento total ou parcial da unha (onicolise);
  • Unhas encravadas (onicogrifose);
  • Unhas grossas e espessas (onicogrifose).

Muitas vezes, estas patologias atrás descritas já podem estar presentes nas unhas quando é realizado o diagnóstico da onicomicose.

A onicomicose tem cura?

Sim, a onicomicose tem cura, sendo, porém, o seu tratamento sempre lento e algo prolongado. O crescimento da unha pode demorar até 12 meses, devendo o paciente, durante este processo, ser paciente e persistente.

O prognóstico da doença é mais favorável quando é realizado o diagnóstico assim que surgem os primeiros sinais da doença, de modo a instituir tratamento adequado o mais precocemente possível.

Tratamento da onicomicose

A complexidade desta patologia, requer uma boa avaliação clínica, e exames micológicos, para identificação do agente patogénico da onicomicose, para o sucesso do tratamento.

Por isso, é importante procurar um Podologista, no intuito de identificar a patologia e, assim, optar pelo tratamento mais apropriado para o tipo de situação em causa.

Existem, efetivamente, vários tipos de tratamento para a onicomicose. É de suma importância não iniciar um tratamento antes de ser identificado o agente causador, pois pode ser criada resistência e mascarar os exames micológicos.

O tratamento é efetuado através de:

  • Medicação tópica ou local (Cloridrato de amorolfina, Ciclopirox, Tioconazol) – estes medicamentos podem ser encontrados em forma de verniz, pomada, spray e pó;
  • Medicação oral de Terbinafina, Latrocanazol, Fluconazol – Estes medicamentos (remédios) são tomados em comprimidos e têm propriedades antifúngicas. No entanto, são muito hepatotóxicas, ou seja, podem afetar o fígado. Devem ser sempre prescritas pelo médico de família que conhece o seu historial clínico, e poderá aconselhar ou desaconselhar o uso de um antinfúngico oral.
  • Laserteraripia – O tratamento a Laser é feito de modo a que os raios (do laser) trespassem a unha e os tecidos adjacentes. Estes raios são absorvidos pelo pigmento do fungo, aquecendo-o e eliminando assim o fungo. Este tipo de tratamento requer especial cuidado, devendo usar-se um equipamento laser certificado para o efeito.

É importante ter em conta que as recidivas são muito frequentes, a unha infetada não volta ao normal, a unha nova essa sim, vai ter um aspeto normal e saudável. Pode-se efetuar tratamentos adjuvantes para diminuir as recidivas e não termos uma infeção resistente e diminuir a percentagem de fracasso no tratamento.

O doente nunca se deve automedicar ou tentar qualquer tipo de tratamento caseiro ou natural, exceto adotar medidas de higiene e prevenção que pode realizar em casa para combater o problema e que descrevemos adiante, sob pena de poder agravar o problema e aumentar o risco de complicações.

Como prevenir a onicomicose?

Existe uma série de medidas / atitudes que deverão ser adotadas como forma de prevenir o surgimento da onicomicose, tais como:

  • Evitar andar descalço em ambientes húmidos, saunas, balneários e lava pés de piscinas;
  • Trocar as meias 2 vezes ao dia e de preferência de algodão, não partilhar meias nem calçado;
  • Não usar calçado apertado;
  • O uso da acetona pode deixar as unhas mais fracas e quebradiças, é importante deixar pelo menos as unhas sem verniz uma semana por mês;
  • Muitos problemas das unhas surgem devido à realização de procedimentos de estética e de higiene incorreta. O doente deverá levar sempre o seu próprio material para evitar contágios.

Se as suas unhas começarem a apresentar alguma alteração ao nível da coloração, da textura e do espessamento, deverá consultar o seu Podologista a fim de conhecer e adotar o procedimento mais adequado ao seu problema, não deixando agravar e tornar o tratamento mais difícil e demorado.

Источник: https://www.saudebemestar.pt/pt/blog/podologia/onicomise/

Onicomicose (micose de unha)

MICOSE DE UNHA (ONICOMICOSE)

Onicomicose (micose de unha) é uma infecção causada por fungos que atingem as unhas.

Micose é o nome genérico que se dá a diferentes tipos de infecções causadas por fungos, formas bastante simples de vida, invisíveis a olho nu, que se valem da queratina existente em nossas unhas, pele e cabelos como fonte de nutrição. De diferentes tamanhos, os fungos habitam os mais diversos ambientes e proliferam especialmente quando encontram condições favoráveis de temperatura, umidade e ausência de luz.

Veja também: Frieira (Pé de atleta)

Onicomicose é o nome atribuído à mais comum das infecções causadas por fungos, que acometem as unhas e o tecido ao redor, as dobras periunguiais. A doença pode afetar tanto as unhas das mãos quanto as dos pés.

Em geral, a unha do dedo grande do pé (hálux) é o ponto mais vulnerável à infecção fúngica, uma vez que o uso rotineiro de calçados fechados cria o ambiente adequado para a proliferação dos fungos, que penetram através de pequenas lesões na pele e se instalam debaixo das unhas.

Pé de atleta ou frieira, nomes populares pelos quais é conhecida a tinea pedis, é um exemplo de infecção fúngica muito comum e contagiosa que se desenvolve principalmente na pele entre os artelhos, mas que pode alcançar as laterais e a sola do pé para depois atingir as unhas, onde os fungos se alojam provocando um quadro de onicomicose.

Agentes da infecção

Vários tipos de fungos podem estar envolvidos no desenvolvimento da onicomicose. Entre eles, vale destacar:

  • O grupo dos dermatófitos – fungos filamentosos que se valem da queratina como fonte nutricional;
  • As leveduras – fungos unicelulares que se reproduzem rapidamente e atacam com maior frequência as unhas das mãos;
  • Os fungos filamentosos não dermatófitos, encontrados comumente na natureza como saprófitas do solo (organismos que se alimentam de matéria orgânica em decomposição e contribuem para a reciclagem de nutrientes) ou como patógenos capazes de provocar doenças nos hospedeiros.

Fatores de risco

São considerados fatores de risco para o desenvolvimento da onicomicose:

  • Idade –depois dos 40 anos, o risco da onicomicose aumenta, especialmente porque as unhas crescem mais devagar à medida que as pessoas envelhecem;
  • Microtraumas repetitivos sobre a lâmina ungueal relacionados à pratica de esportes, pois podem provocar lesões na pele que servem de porta de entrada para os fungos;
  • Sistema imunológico debilitado;
  • Uso prolongado de antibióticos;
  • Diabetes mellitus e suas complicações;
  • Histórico familiar da doença;
  • Má circulação do sangue periférico;
  • Contato constante com água e sabão.

Classificação clínica

De acordo com a área da unha afetada pela infecção, a onicomicose pode ser classificada nos seguintes tipos:

  • Subungueal (debaixo da unha) distal (periférico, na borda livre) lateral – é o tipo mais comum, que se manifesta principalmente nas unhas dos pés. O fungo se instala na borda livre e invade o leito ungueal, provocando o descolamento da unha, que fica oca e ganha aspecto leitoso, esbranquiçado;
  • Endonyx – variante da lateral distal com a diferença de que o fungo infecta as lâminas ungueais sem afetar o leito;
  • Subungueal proximal – tipo raro de onicomicose que se manifesta, em geral, nas pessoas imunossuprimidas. O fungo alcança a matriz da unha através da prega ungueal e provoca o aparecimento de manchas brancas (leuconia), que avançam para frente à medida que a unha cresce;
  • Subungueal superficial branca – afeta mais as unhas dos pés. O fungo ataca diretamente a superfície da lâmina ungueal, onde surgem manchas brancas, que podem corroer toda unha,
  • Distrófica total – qualquer um dos tipos pode provocar a destruição completa da unha, deixando apenas restos deformados de queratina no local.

Sintomas

Muitas vezes, a onicomicose tem origem numa afecção por fungos na pele ou no couro cabeludo, que passa para as unhas. Os sintomas variam de acordo com o agente da infecção. De maneira geral, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, os principais sinais da doença são:

  • Variação da cor da unha, que se torna esbranquiçada e/ou adquire tons amarelados ou escuros;
  • Onicólise – descolamento da borda livre que começa pelos cantos da unha e deixa um espaço oco sob a lâmina, onde se acumulam fungos, bactérias e restos de queratina;
  • Espessamento – as unhas ficam mais duras, mais grossas e opacas;
  • Leuconia – manchas brancas se instalam na superfície da unha (lâmina ungueal);
  • Destruição da lâmina e deformidades que se instalam porque as unhas se tornam mais frágeis e quebradiças;
  • Dor de intensidade variável e odor desagradável.

Observação importante: A infecção pelos fungos Candida albicans e Malassezia furfur causa uma reação inflamatória que acomete as dobras da pele ao redor da unha e é provocada pela perda da cutícula.

A lesão se manifesta principalmente nas mãos de pessoas que lidam com água e produtos químicos (sabão, detergente, desinfetantes, por exemplo) ou naquelas que sofreram pequenos traumatismos ou ferimentos no local.

Conhecida pelos nomes de paroníquia, unheiro ou panarício, os sintomas são inflamação, inchaço, dor, vermelhidão nas dobras de pele em torno da unha e, ocasionalmente, pus em sua base. O agravamento do quadro pode resultar em deformações na superfície da lâmina ungueal, que cresce ondulada por causa da inflamação na matriz da unha.

Diagnóstico

A aparência das unhas afetadas pela onicomicose é um elemento importante para definir o diagnóstico clínico da doença, mas não basta.

É preciso identificar o agente infeccioso a fim de estabelecer o diagnóstico diferencial com outras doenças dermatológicas, como a psoríase, líquen plano, eczemas e o melanoma subungueal que, embora incomum, pode surgir embaixo da unha.

Nesse sentido, o exame micológico direto e o de cultura são úteis para pesquisar a presença e as características do agente infectante em fragmentos obtidos pela raspagem das unhas doentes.

Fontes de contágio

Apesar de ser uma forma de contágio incomum, a onicomicose pode ser transmitida de uma pessoa para outra pelo contato direto. O mais frequente, porém, é a infecção ser transmitida pelo uso de objetos pessoais contaminados, como pentes, escovas de cabelos, lixas, cortadores, tesouras e alicates de unhas.

Compartilhar toalhas de banho, roupas de cama e de uso pessoal também pode facilitar a transmissão do fungo responsável pela doença. Há casos em que a própria pessoa pode passar o fungo para as unhas, quando coça o couro cabeludo ou uma área da pele já acometida pela infecção micótica.

Os fungos patogênicos associados à micose de unha podem estar, ainda, no solo, nas plantas, nos animais de estimação. Sempre é bom lembrar que esses organismos microscópicos têm predileção por ambientes escuros, quentes e úmidos.

Por isso, banheiros, chuveiros, vestiários, piscinas de clube são considerados áreas de risco para as infecções micóticas nas unhas dos dedos dos pés, especialmente se a pessoa tiver o hábito de caminhar descalça nesses lugares.

Tratamento

Diagnóstico precoce, identificação do fungo infectante e do estágio em que se encontra a lesão são elementos fundamentais para nortear o tratamento da onicomicose. Para tanto, é possível contar com medicamentos antifúngicos de uso tópico na forma de cremes, soluções (tioconazol) e esmaltes (amorolfina), ou ministrados por via oral (itraconazol, terbinafina e fluconazol).

A experiência clínica tem mostrado que combinar os dois tipos de medicação – para uso externo e por via oral – induz melhor resposta nos casos mais graves da onicomicose.

No entanto, nem sempre é possível utilizar esse esquema terapêutico, porque as drogas por via oral podem produzir efeitos colaterais indesejáveis e são contraindicadas para pessoas com função hepática alterada.

A remoção cirúrgica da unha doente pode ser um recurso nos casos em que a resposta ao tratamento convencional é insatisfatória.

Embora já tenha sido reconhecida pelo FDA (Food and Drug Administration, agência norte-americana reguladora  de alimentos e medicamentos) dos Estados Unidos e pela Anvisa, no Brasil, ainda não há consenso quanto à aplicação de raios laser no tratamento das onicomicose.

Prevenção

A prevenção da onicomicose depende diretamente da adoção de cuidados básicos de higiene. Fungos estão por toda a parte. O desafio é impedir que estabeleçam colônias no nosso organismo.

Medida essencial é manter as unhas curtas e limpas, cuidando para que não haja condições para o acúmulo de resíduos que possam favorecer a proliferação dos fungos. A atenção deve ser redobrada com os dedos grandes dos pés, mais vulneráveis às infecções fúngicas.

A onicomicose é uma doença contagiosa que dá às unhas aspecto antiestético, de desleixo.  Se acaso você perceber que já foi infectado, não se automedique.

Procure um especialista para orientar o tratamento e siga à risca suas instruções, a fim de evitar a propagação do fungo no ambiente que frequenta.

É sempre importante manter as pessoas próximas informadas sobre os cuidados necessários para afastar o risco da infecção.

Fontes

Sociedade Brasileira de Dermatologia

www.mayoclinic.org/diseases-conditions

www.clevelandclinic.org/disease&conditions

www.uptodate.com

www.dermato.med.br/publicaçoes/artigos

www.msdmanual.com/pagina inicial Disturbios da pele/ Doenças ungueais

www.mdsaude.com/ Doençasinfectocontagiosas/

www.orientacaomedicaessencial.com.br/micose-de-unha-sinais-e-tipos-de-onicomicose/

www.micologia.com.br/onicomicose.shtml

www.sbd.org.br/dermatologia/unhas/doenças-e-problemas/onicomicose

www.galderma.com.br/Foco-na-Pele/Onicomicose

Источник: https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/onicomicose-micose-de-unha/

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