O que é a síndrome da boca ardente, possíveis causas, sintomas e tratamento

Síndrome da boca ardente: Sintomas, Tratamentos e Causas

O que é a síndrome da boca ardente, possíveis causas, sintomas e tratamento

A síndrome da boca ardente trata-se de uma queimação contínua ou recorrente na boca sem causas óbvias. Esse desconforto pode afetar a língua, as gengivas, os lábios, o interior das bochechas, o céu da boca ou as áreas comuns de toda a boca.

Segundo estudos sobre a patologia, mais de metade dos pacientes observam o surgimento da dor de forma espontânea, sem que haja um fator precipitante, cerca de um terço dos acometidos pela síndrome relatam, entretanto, o início de um tratamento dentário, doença ou uso de certo fármaco, em associação com o surgimento da ardência.

Tipos

A síndrome da boca ardente pode ser classificada como primária ou secundária:

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Quando nenhuma anormalidade clínica ou laboratorial pode ser identificada, a condição é chamada de síndrome da boca queimada primária ou idiopática. Algumas pesquisas sugerem que a síndrome da boca queima primária está relacionada a problemas com o gosto e nervos sensoriais do sistema nervoso central ou periférico.

Às vezes a síndrome da boca ardente é causada por uma condição médica subjacente. Problemas subjacentes que podem estar ligados à síndrome da boca queimada secundária incluem:

  • Boca seca
  • Problemas orais
  • Deficiência nutricional
  • Dentadura
  • Alergias
  • Refluxo
  • Medicamentos
  • Fatores psicológicos

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Causas

A síndrome da boca ardente pode aparecer de repente ou desenvolver gradualmente ao longo do tempo. Infelizmente, a causa geralmente não pode ser determinada. Embora isso torne o tratamento mais desafiador, você pode, muitas vezes, ter a síndrome da ardência da boca sob melhor controle, indo ao médico regularmente.

Fatores de risco

A síndrome da boca ardente é mais comum em mulheres que estão na pós-menopausa, mas pode ser desencadeada também por outros fatores, como:

  • Danos aos nervos responsáveis pelo paladar e dor
  • Uso de alguns fármacos
  • Desordens na saúde, como a síndrome de Sjögren e diabetes
  • Candidíase oral
  • Deficiências nutricionais
  • Refluxo gástrico
  • Próteses mal ajustadas
  • Alergias a materiais odontológicos
  • Ansiedade e depressão.

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Sintomas de Síndrome da boca ardente

Os sintomas da síndrome da boca queimada podem incluir:

  • Uma sensação de queimação que afeta mais comumente a língua, mas também pode sensibilizar seus lábios, gengivas, palato, garganta ou boca toda
  • Sensação de boca seca com sede aumentada
  • Alterações de sabor, como gosto amargo ou metálico
  • Perda de paladar
  • Formigamento ou sensação de dormência na boca ou na língua
  • Dor que se intensifica durante o dia
  • Aumento de sede

Buscando ajuda médica

Se sentir desconforto, ardor ou dor na língua, lábios, gengivas ou outras áreas da boca, consulte o seu médico ou dentista.

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Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar a síndrome da boca ardente são:

  • Cirurgião de cabeça e pescoço
  • Clínico geral
  • Dentista.

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

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  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
  • Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.

O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

  • Quando você começou a sentir sintomas?
  • Seus sintomas foram contínuos ou ocasionais?
  • Quão severos são seus sintomas?
  • O que, se alguma coisa, parece melhorar seus sintomas?
  • O que, se alguma coisa, parece piorar seus sintomas?
  • Você usa tabaco ou bebe álcool?
  • Você costuma comer alimentos ácidos ou condimentados?
  • Você usa dentaduras?

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Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para síndrome da boca ardente, algumas perguntas básicas incluem:

  • O que provavelmente está causando meus sintomas ou condição?
  • Além da causa mais provável, quais são outras possíveis causas?
  • Que tipos de testes eu preciso fazer?
  • Meu desconforto bucal é provavelmente temporário ou crônico?
  • Qual é o melhor tratamento?
  • Eu tenho essas outras condições de saúde. Como posso administrá-los melhor juntos?
  • Há alguma restrição que eu precise seguir?
  • Eu deveria ver um especialista?
  • Existe uma alternativa genérica ao medicamento que você está prescrevendo?

Não hesite em fazer outras perguntas, caso elas ocorram no momento da consulta.

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Diagnóstico de Síndrome da boca ardente

Para um diagnóstico preciso e confirmar se o paciente é acometido pela síndrome, deve ser realizado um exame físico detalhado, que será avaliado juntamente ao histórico clínico do paciente.

Os médicos podem ainda solicitar exames complementares, como por exemplo: exames de sangue em busca de infecções, deficiências nutricionais, doenças associadas à síndrome; swab oral em busca de candidíase; e testes alérgicos para materiais dentários, alimentos ou alguma outra substância que possa estar causando alergia.

Tratamento de Síndrome da boca ardente

O tratamento da Síndrome da Boca Ardente busca combater os sintomas apresentados em cada caso específico, ou seja, compreende o tratamento de doenças preexistentes, como diabetes, Síndrome Sjógren, ou um problema de suplementação nutricional, em casos de deficiências nutricionais; ajuste ou substituição de próteses dentárias; troca ou suspensão de medicamentos, caso esses sejam os responsáveis pela ardência; uso de remédios para tratar xerostomia, candidíase oral, ansiedade, depressão e controle de lesão em um nervo. Em alguns casos, entretanto, não há tratamento específico e o que se busca é controlar os sintomas.

Medicamentos para Síndrome da boca ardente

Os medicamentos indicados para a síndrome da boca ardente são:

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Complicações possíveis

As complicações que a síndrome da boca em queimação pode causar ou estar associada estão relacionadas principalmente ao desconforto. Eles incluem, por exemplo:

  • Dificuldade em adormecer
  • Dificuldade em comer
  • Depressão e ansiedade.

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Convivendo/ Prognóstico

Além de tratamento médico e medicamentos prescritos, algumas dicas podem reduzir seus sintomas e desconforto bucal:

  • Beba bastante líquidos para ajudar a aliviar a sensação de boca seca ou chupar as lascas de gelo
  • Evite alimentos e líquidos ácidos, como tomates, suco de laranja, refrigerantes e café
  • Evite álcool e produtos com álcool, pois eles podem irritar o revestimento da boca
  • Não use produtos de tabaco
  • Evite alimentos picantes e quentes
  • Evite produtos com canela ou menta
  • Experimente diferentes marcas de pasta de dentes brandas ou sem sabor, como uma para dentes sensíveis ou uma sem hortelã ou canela
  • Tome medidas para reduzir o estresse.

Referências

Revisado por: Marcus Borba, cirurgião de cabeça e pescoço – CRM 13236/BA

Mayo Clinic. Disponível em: https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/burning-mouth-syndrome/diagnosis-treatment/drc-20350917

The American Academy of Oral Medicine. Disponível em: https://maaom.memberclicks.net/index.php?option=com_content&view=article&id=81:burning-mouth-syndrome&catid=22:patient-condition-information&Itemid=120

Источник: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/sindrome-da-boca-ardente

Síndrome da boca ardente

O que é a síndrome da boca ardente, possíveis causas, sintomas e tratamento

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quinta-feira, 15 de março de 2018

A síndrome1 da boca2 ardente, também chamada de síndrome1 da ardência bucal, é um distúrbio crônico3 com ou sem infecção4, caracterizado por queimação, picadas e/ou comichão na cavidade oral5, na ausência de lesões6 específicas ou qualquer doença orgânica. Envolve mais frequentemente a língua7 e menos frequentemente os lábios e a mucosa8 oral. A síndrome1 da boca2 ardente tem uma clara predisposição por mulheres na peri/pós menopausa9.

Quais são as causas as síndrome1 da boca2 ardente?

A etiologia10 da boca2 ardente parece ser multifatorial, envolvendo fatores psiquiátricos, endócrinos, imunológicos, nutricionais, infecciosos e iatrogênicos11.

De uma forma mais descritiva, a síndrome1 da boca2 ardente pode ter como causa a boca2 seca, o uso de antissépticos12 orais e certos tipos de pasta de dente13, hábitos como uso de goma de mascar, fumo e bebida alcoólica, uso de aparelho dentário, prótese14 ou comportamentos como bruxismo, compressão da língua7 contra os dentes, etc, alterações do humor ou de hábitos dietéticos, procedimentos dentários, deficiências nutricionais e medicamentos.

Saiba mais sobre “Menopausa9”, “Boca2 seca ou xerostomia15” e “Bruxismo”.

Existem, também, evidências de etiologia10 imunológica. As reações alérgicas também têm sido imputadas como possíveis causas. O lauril sulfato de sódio, um detergente de cremes dentais conhecidos por causar boca2 seca, pode estar implicado.

Mais recentemente, a deficiência de zinco mostrou ser uma possível causa da síndrome1, bem como determinadas infecções16, particularmente candidíase17. Algumas drogas usadas para hipertensão arterial18 podem igualmente desencadear o desenvolvimento da síndrome1 da boca2 ardente.

Outras medicações como a levodopa e o topiramato também causam sintomas19 tipo queimação oral.

Os fatores de risco para o seu desenvolvimento são sexo feminino, peri-menopausa9, depressão e ansiedade, doença de Parkinson20 e doenças crônicas, incluindo doenças gastrointestinais e urogenitais. As mulheres na peri-menopausa9 são mais afetadas em decorrência da redução dos níveis de hormônios femininos relacionada à idade.

Leia sobre “Candidíase17 oral”, “Aftas”, “Depressão em mulheres”, “Ansiedade” e “Climatério21 e menopausa9”.

Quais são as principais características clínicas da síndrome1 da boca2 ardente?

A tríade clássica da síndrome1 da boca2 ardente é:

  1. Dor na boca2.
  2. Alterações do paladar22, com sabor metálico ou amargo.
  3. Alterações da salivação.

A dor é do tipo queimação, de intensidade moderada a acentuada, acometendo principalmente as bordas laterais e ponta da língua7. Pode haver sensação dolorosa em gengivas, lábios e mucosa8 bucal. Em mais da metade dos casos, a dor surge espontaneamente, sem que haja um fator precipitante.

Cerca de um terço dos indivíduos acometidos relatam o início dela a partir de um tratamento dentário, doença ou uso de algum medicamento. A dor piora no decorrer do dia, em estados de tensão ou fadiga23, ao falar muito e com a ingestão de alimentos picantes e quentes.

Além dessa tríade pode haver formigamento ou sensação de dormência24 na boca2 ou na língua7 e aumento da sede.

Como o médico diagnostica a síndrome1 da boca2 ardente?

O diagnóstico25 da síndrome1 da boca2 ardente deve ser baseado nas queixas clínicas, no exame físico cuidadoso e em exames laboratoriais para afastar alguma causa orgânica que possa justificar os sintomas19. Idealmente, o diagnóstico25 deve comportar uma avaliação do dentista para melhor conduta nas questões odontológicas.

Como o médico trata a síndrome1 da boca2 ardente?

A cura da síndrome1 da boca2 ardente primária permanece indefinida, mas o tratamento da síndrome1 secundária a uma condição médica ou odontológica subjacente depende da natureza dela. Além de aliviar os sintomas19, a meta do tratamento deve ser dirigida para o tratamento do fator causal e, quando possível, ser feita a suspensão de medicamentos suspeitos.

Em suma, os tratamentos implicam, conforme o caso, em tratamento de doenças pré-existentes, suplementação26 nutricional, ajuste ou substituição de próteses dentárias, troca ou suspensão de medicamentos e uso de alguns fármacos.

Veja também sobre “Consumo de baixo risco de bebidas alcóolicas” e “Síndrome1 mão27-pé-boca2” e “Bruxismo.

ABCMED, 2018. Síndrome da boca ardente. Disponível em: . Acesso em: 9 mar. 2021.

Nota ao leitor:
As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

1 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.

2 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes

3 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.

4 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.

5 Cavidade Oral: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes

6 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo.

Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais.

Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.

8 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.

9 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.

10 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.

11 Iatrogênicos: Relativo à ou próprio da iatrogenia, que significa geração de atos ou pensamentos a partir da prática médica.

12 Antissépticos: Que ou os que impedem a contaminação e combatem a infecção.

13 Dente: Uma das estruturas cônicas duras situadas nos alvéolos da maxila e mandíbula, utilizadas na mastigação e que auxiliam a articulação. O dente é uma estrutura dérmica composta de dentina e revestida por cemento na raiz anatômica e por esmalte na coroa anatômica.

Consiste numa raiz mergulhada no alvéolo, um colo recoberto pela gengiva e uma coroa, a parte exposta.

No centro encontra-se a cavidade bulbar preenchida com retículo de tecido conjuntivo contendo uma substância gelatinosa (polpa do dente) e vasos sangüíneos e nervos que penetram através de uma abertura ou aberturas no ápice da raiz.

Os 20 dentes decíduos ou dentes primários surgem entre o sexto e o nono e o vigésimo quarto mês de vida; sofrem esfoliação e são substituídos pelos 32 dentes permanentes, que aparecem entre o quinto e sétimo e entre o décimo sétimo e vigésimo terceiro anos. Existem quatro tipos de dentes

14 Prótese: Elemento artificial implantado para substituir a função de um órgão alterado. Existem próteses de quadril, de rótula, próteses dentárias, etc.

15 Xerostomia: Ressecamento da boca provocado em geral pela secreção insuficiente de saliva pelas glândulas salivares. É ocasionado como efeito colateral de algumas drogas (anticolinérgicos) ou por diversos transtornos locais ou gerais.

16 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.

17 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).

18 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.

19 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença.

Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal.

A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.

20 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.

21 Climatério: Conjunto de mudanças adaptativas que são produzidas na mulher como conseqüência do declínio da função ovariana na menopausa. Consiste em aumento de peso, “calores” freqüentes, alterações da distribuição dos pêlos corporais, dispareunia.

22 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.

23 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.

24 Dormência: 1. Estado ou característica de quem ou do que dorme. 2. No sentido figurado, inércia com relação a se fazer alguma coisa, a se tomar uma atitude, etc., resultando numa abulia ou falta de ação; entorpecimento, estagnação, marasmo. 3. Situação de total repouso; quietação. 4.

No sentido figurado, insensibilidade espiritual de um ser diante do mundo. Sensação desagradável caracterizada por perda da sensibilidade e sensação de formigamento, e que geralmente ocorre nas extremidades dos membros. 5.

Em biologia, é um período longo de inatividade, com metabolismo reduzido ou suspenso, geralmente associado a condições ambientais desfavoráveis; estivação.

25 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.

26 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.

27 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.

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Источник: https://www.abc.med.br/p/sinais.-sintomas-e-doencas/1315163/sindrome+da+boca+ardente.htm

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