O que é água destilada, para que serve e efeitos no corpo

Água destilada: para que serve e como fazer em casa? – GreenMe

O que é água destilada, para que serve e efeitos no corpo

Você já ouviu falar em água destilada? Provavelmente, nas aulas de Química, o professor deve ter mencionado a expressão, embora você, talvez, já nem se lembre mais do que ela é e para que ela serve.

O que é e para que serve a água destilada

Como o próprio nome diz, a água destilada é produzida a partir de um processo químico chamado destilação, que ocorre da condensação do vapor de água obtido por outros dois tipos de processo: ebulição ou evaporação de água não pura. Uma água não pura contém dissolvidas outras substâncias. A água destilada é quase pura, o que significa que ela é livre de sais.

A água destilada é comumente usada para fins laboratoriais e industriais como reagente ou solvente. Em laboratório, pode ser produzida pela combustão do gás hidrogênio e, na natureza, ocorre sob a forma de chuva.

Dificilmente pode-se assegurar a pureza total de uma água destilada, porque para ser considerada 100% pura a água deve apresentar um pH neutro (pH 7). Mesmo a água da chuva não é totalmente pura, visto que apresenta um pH ácido, isto é, inferior a 7.

Se pode beber? Riscos e benefícios

Em geral, não é recomendável ao ser humano beber água destilada, devido à baixa quantidade de sais que ela contém, que podem até diluir os sais do organismo, segundo explica o site SOQ.

Porém, caso a alimentação seja controlada, ela pode prevenir o risco de cálculo renal. Do contrário, a água destilada pode causar carência de íons e desmineralização, chegando a provocar diarreia.

Muita gente se engana achando que, pelo fato de a destilação remover substâncias tóxicas da água, a água destilada faça bem para a saúde. Entretanto, a água filtrada e a água mineral são bem mais benéficas.

Embora a água destilada não cause envenenamento, a longo prazo ela pode provocar certas alterações, como:

1. Aumentar a acidez do corpo

Um corpo saudável tem um pH ligeiramente alcalino, um pouco acima de 7, para manter o bom funcionamento celular. Como o pH da água destilada é mais ácido do que o do sangue, pode fazer com que o pH deste diminua.

2. Não hidratar o corpo adequadamente

A absorção de líquidos pelo organismo depende do tamanho das moléculas de água. Como a água destilada tem moléculas maiores do que a água normal, é mais lento o processo de sua absorção, o que dificulta a hidratação do organismo.

3. Pode levar à perda de minerais

A destilação elimina substâncias tóxicas e impurezas mas, também, minerais importantes, como cálcio, magnésio e ferro, os quais podem interferir no crescimento dos ossos e no desempenho muscular.

Para que serve

A água destilada pode usada para evitar o acúmulo de calcário em baterias, radiadores e reservatórios de limpa-vidros de automóveis e, também, para pulverizar plantas além de ser usada no ferro de passar roupa a vapor.

Como fazer água destilada em casa

Não é preciso de um laboratório equipado para produzir água destilada. Você mesmo pode prepará-la em casa e usá-la para diversos fins.

Para produzi-la, você vai precisar de uma panela bem grande. Encha-a de água pela metade e coloque uma tigela de vidro dentro da panela, de forma que esta boie.

Ligue o fogo e certifique-se de que a água evaporada está caindo dentro da tigela. Se a água começar a ferver, abaixe o fogo.

Para acelerar o processo, você terá de condensar a água. Para tal, vire a tampa da panela para baixo e coloque gelo no lado côncavo, que está virado para cima.

Deixe a água ferver até encher a tigela com a quantidade de água que você deseja utilizar.

Depois, é só despejar a água obtida em um recipiente de vidro limpo.

Você também pode obter água destilada in natura, através da chuva. Você vai precisar de um recipiente grande e limpo, como uma cisterna, para coletar a água da chuva.

Simples, né?

Para armazená-la, não se esqueça de tampar os recipientes onde você guardará a água destilada, a fim de evitar o mosquito Aedes aegypti, transmissor de várias doenças, como a dengue e a febre amarela.

Qual é a melhor água para beber?

A melhor água para beber é aquela que tem o pH superior a 7. Esse tipo de água é obtido quando a água é filtrada ou mineralizada, como as vendidas em garrafinhas que, porém, têm o problema do plástico. Prefira sempre água mineral vendida em garrafa de vidro.

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Consulte um médico

Evite consumir a água destilada, a não ser que um profissional de saúde indique o seu consumo por razões relacionadas ao uso de medicamentos ou condições médicas específicas, e desde que a alimentação do paciente contenha os íons necessários ao organismo.

Caso contrário, além de diarreia, carência de íons e sais minerais, a água destilada pode dificultar a absorção de nutrientes oriundos de certos alimentos.

Источник: https://www.greenme.com.br/consumir/usos-beneficios/68445-agua-destilada-para-que-serve-e-como-fazer-em-casa/

O que acontece no seu corpo quando você ingere bebida alcoólica?

O que é água destilada, para que serve e efeitos no corpo

Beber com os amigos para comemorar uma conquista, uma vitória ou apenas mais um dia de missão cumprida, pode parecer um hábito saudável, mas não é.

O assunto é sério.

 Mais de dois bilhões de pessoas no mundo consomem bebida alcoólica e o fato de ser uma droga lícita na maioria dos países influencia muito no seu impacto: cerca de 4% de todas as mortes no planeta envolvem o uso de álcool, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o que representa algo entre 2,3 milhões de mortes ao ano diretamente ocasionadas pelo uso, ou abuso, de bebida alcoólica.

“Não existe uma fórmula para consumo seguro, já que são vários os fatores que influenciam em uma experiência etílica, como idade, peso corporal, quantidade de gordura no organismo, ritmo do metabolismo do fígado.

Porém, estudos indicam que para um homem adulto há baixo risco de desenvolver dependência quando ele consome duas doses de álcool em um dia, seguidas de dois dias de abstinência.

No caso da mulher, falamos de uma dose por dia, seguida pelo mesmo período sem consumo”, explica Claudio Jerônimo, psiquiatra e diretor da Unidade Recomeço Helvetia.

Vamos partir do princípio de que, genericamente, uma dose tem em média de 10 ml de etanol puro, que demoram cerca de uma hora para metabolizar, quer dizer, sair do organismo.

Devemos ainda considerar a variação da concentração de álcool das bebidas, que pode chegar até a 40%.

Com isso em mente, te convidamos a uma pequena viagem para conhecermos o que acontece no seu corpo quando você ingere álcool. Preparado?

O começo

Logo nos primeiros goles, o álcool ingerido vai para o estômago, é absorvido e começa a viajar pelo corpo por meio da corrente sanguínea, passando pelos órgãos e até o cérebro. O tempo que demora essa viagem pelo sangue depende de vários fatores, como quantidade de bebida ingerida, volume de gordura no corpo, etc.

“As mulheres ficam mais suscetíveis aos efeitos do álcool exatamente porque, fisiologicamente, têm mais gordura retida no organismo, o que acaba por repelir a absorção do álcool pelas células, fazendo com que ele permaneça por mais tempo na corrente sanguínea, o que chamamos de biodisponibilidade do álcool.

Isso faz com que seus órgãos passem mais tempo expostos aos seus efeitos nocivos, principalmente os mais sensíveis, como cérebro, fígado e coração, por exemplo. Esse é um dos motivos pelos quais as mulheres adoecem mais rápido por conta de bebida: elas têm alterações no Sistema Nervoso Central antes, demência.

A cirrose, por exemplo, aparece em média cinco anos antes na mulher que no homem”, explica o psiquiatra.

Os idosos também são mais suscetíveis aos efeitos do álcool, principalmente porque eles já têm pequenas alterações fisiológicas no organismo, ou algumas doenças como hipertensão e diabetes.

Nos primeiros dez minutos, seu corpo vê o álcool se transformar em veneno, o acetaldeído, e tenta se livrar dele o mais rápido possível. Essa substância é resultado da ação de uma enzima chamada álcool-deidrogenase, presente no fígado, que destrói a molécula do álcool.

Se apenas algumas doses forem consumidas, o período de ação do acetaldeído é curto e os estragos são menores, pois ele é atacado por outra enzima, o aldeído-desidrogenase, junto com outra substância, a glutationa, que transformam o acetaldeído em acetato, uma espécie de vinagre, não tóxica.

Mas a glutationa armazenada no fígado não é suficiente para uma grande quantidade de bebida alcoólica, deixando o supertóxico acetaldeído por mais tempo no organismo. O que ele causa? Além de aumentar a pressão arterial, pode causar derrame, mas, mais comumente, causa fadiga, náuseas, irritação do estômago, dor de cabeça. Reconheceu? É a chamada ressaca. Voltaremos a ela mais adiante.

Enquanto o álcool passa por esse processo químico no fígado, já nos primeiros 20 minutos você começa a se sentir mais solto, eufórico, como se pudesse fazer e ser tudo no mundo.

É aqui que geralmente aparece o conquistador que existe em você: sua libido aumenta e você se sente mais ousado, irresistível e paquerador.

A felicidade e a excitação nesse momento são comuns, mas essas sensações passam muito rápido.

Embriaguez

Enquanto que para chegar a esse estado bastam uma ou duas doses, para chegar à embriaguez é um pulinho, ou mais alguns goles. E assim, com trinta a quarenta minutos de ingestão contínua, você já não tem mais controle do seu senso crítico. Seu julgamento fica comprometido e você fica sensível ao ambiente, rindo ou chorando ao sabor do vento.

“O álcool tem ação direta no sistema límbico, do Sistema Nervoso Central, e age como um depressor das funções cerebrais, diminuindo o centro da crítica da pessoa, que fica mais expansiva. A ansiedade, a variação de humor e a depressão são consequências da ingestão de bebida alcoólica”, explica Claudio Jerônimo.

Entre os 45 e 90 minutos, o nível de álcool no seu corpo atinge o ápice e a ação diurética começa a funcionar: pode demorar para que você se levante pela primeira vez para urinar, mas esse passeio vai ser frequente até o fim da farra.

Você está bebendo bebida alcoólica, que tem apenas uma pequena parte de água, mas seu organismo não está entendendo a presença de tanto líquido, então aumenta a diurese.

Mas, como não é água o que você está colocando pra dentro, pode ocorrer desidratação, que não chegará a um quadro grave, mas é responsável pela sonolência que pode se apresentar se você parar de beber nesse momento – o que não quer dizer, de forma nenhuma, que a qualidade de um possível sono seja perto da adequada. Muito pelo contrário, o consumo de álcool é um enorme perturbador do sono.

Para evitar a desidratação, é indicado que se tome, a cada hora, ao menos um copo de água. Essa dica funciona ainda para retardar a absorção do álcool, dilui a bebida e ainda faz com que bebamos menos, o que acaba por resultar em uma diminuição da ressaca.

Ah, a ressaca!

Voltamos ao tema, já que, entre 12 e 24 horas após a ingestão de bebida alcoólica, você provavelmente acordou com ela: dor de cabeça, tontura, náusea, sede, palidez e tremores são alguns dos sintomas mais frequentes.

“São os primeiros sinais da síndrome de abstinência, é o organismo pedindo mais bebida. Essas sensações desagradáveis são efeitos da intoxicação”, explica o psiquiatra.

E dá para prevenir? A dica para evitar a ressaca é: não beba! Mas, para diminuir os sintomas, existem alguns truques:

– Beber menos.

– Beber espaçadamente, devagar.

– Beber de estômago cheio.

A má notícia mesmo é que, além da ressaca física, resultado da ação tóxica do acetaildeído (lembra dele?) e da desidratação, tem ainda a “ressaca moral”, que nada mais é que “O arrependimento! Com a diminuição da crítica, a pessoa se dá o direito de fazer coisas que, de outro modo, não faria. O álcool pode causar o esquecimento, o que traz a insegurança pelo fato de não saber até que ponto a pessoa se expôs. Não é uma reação física, é puramente psicológica”, explica Cláudio Jerônimo.

Gravidez e bebida não combinam

Nem um pouquinho. Se não há uma quantidade segura de álcool para uma pessoa adulta saudável, imagina para uma mulher que está gerando outra pessoa! “O álcool ultrapassa a placenta e atinge o feto em desenvolvimento, afetando principalmente o Sistema Nervoso, ou seja, a primeira coisa desenvolvida no bebê.

E, apesar de a fase mais perigosa ser nos primeiros três meses, em qualquer época da gravidez o álcool pode afetar de tal maneira a gestação que causa a síndrome alcoólica fetal (SAF), uma condição que impacta a formação do bebê, causando retardo no desenvolvimento psicomotor, aumentando a distância entre os olhos do bebê, microcefalia, dificuldades de aprendizagem, entre outros problemas”, afirma o psiquiatra.

Isso coloca por terra a ideia de que vinho e cerveja preta, durante a gestação, aumentam a produção de leite. Isso, além de não ter nenhum tipo de comprovação científica, coloca em risco o bebê.

Danos internos   

O uso frequente de bebida alcoólica pode levar a situações de abuso e dependência química.

Quando os sintomas do uso do álcool começam a demorar em aparecer, ou ficam amenizados, isso significa que o organismo está se acostumando à substância, ou seja, quando achamos que estamos ficando mais fortes para a bebida, ou seja, mais tolerantes, isso quer dizer que já nos adaptamos a ela. É uma péssima notícia, e uma enorme desvantagem.

Além da preocupação com a dependência, temos ainda os danos que o uso frequente de álcool causa aos órgãos internos. Os mais vulneráveis são:

Cérebro – o álcool afeta o Sistema Nervoso Central e pode causar perda de reflexo, problemas de atenção, perda de memória, sonolência e coma, que pode levar à morte.

Coração – o álcool libera adrenalina, que acelera a atividade do sangue no coração, aumentando a frequência dos batimentos cardíacos.

Fígado – altera a produção de enzimas, mudando o ritmo do metabolismo do álcool consumido, ocasionando inflamação crônica, hepatite alcoólica e cirrose.

Estômago – irrita as mucosas do estômago e esôfago, ocasionando esofagite, gastrite e diarreia.

Rins – o efeito diurético do álcool acaba por sobrecarregar os rins, comprometendo a eficácia do processo de filtragem das substâncias que ocorre nesse órgão.

Источник: https://www.spdm.org.br/saude/noticias/item/2266-o-que-acontece-no-seu-corpo-quando-voce-ingere-bebida-alcoolica

Água desmineralizada: o que saber antes de comprar

O que é água destilada, para que serve e efeitos no corpo

Para início de discussão, precisamos entender se há alguma diferença entre água destilada e água desmineralizada.

A água destilada e a água desmineralizada têm basicamente a mesma característica final, ou seja, a ausência de minerais dissolvidos. Porém, não podemos afirmar que são iguais, uma vez que os processos para obtenção delas são diferentes.

Obtém-se água destilada por meio de um processo de separação de substâncias. Ou seja, a água é aquecida a certa temperatura até que se inicie a sua vaporização. Depois, esse vapor será condensado, fazendo com que ela retorne ao seu estado líquido.

No caso da água desmineralizada, utiliza-se um processo de desmineralização via adsorção dos minerais por resinas de troca iônica, os desmineralizadores, ou então, por sistemas de osmose reversa, em que os minerais ficam retidos na membrana da osmose.

Quer entender as melhores formas de utilização desse tipo de água pura e sua aplicação em diferentes segmentos, como em consultórios odontológicos ou na ARLA 32? Então leia este artigo até o fim.

O que é água desmineralizada?

Diferentemente da água potável, a água desmineralizada não tem certos componentes químicos.

Cálcio, magnésio, potássio e ferro são alguns dos minerais eliminados no processo de destilação da água. Daí é que vem o nome “água desmineralizada”.

Apesar de pura, ela não é indicada para consumo ou preparo de alimentos. Não há riscos de envenenamento, mas a água desmineralizada não hidrata como a água mineral, por exemplo.

Além disso, os minerais presentes na água potável são de extrema importância para o corpo humano. Essas substâncias ajudam a manter em equilíbrio o funcionamento do corpo.

Para que serve a água desmineralizada?

O uso mais indicado para este tipo de água é na preparação de medicamentos e em seu uso laboratorial nas indústrias, laboratórios farmacêuticos, além da produção de cosméticos.

Bastante utilizada como solvente ou reagente, a água desmineralizada permite resultados melhores em pesquisas e experiências, por não conter minerais que possam interferir na formulação química pretendida.

Água desmineralizada para consultórios odontológicos

A esterilização correta dos utensílios de um consultório odontológico é um dos fatores cruciais para a saúde dos pacientes.

Poucos dentistas param para pensar sobre isso, mas o sucesso dos tratamentos e a garantia de durabilidade e bom funcionamento dos aparelhos passa pela escolha de água desmineralizada de boa procedência e qualidade.

A relação entre o uso de autoclaves, água desmineralizada e a esterilização efetiva de equipamentos é um bom exemplo de como esse tipo de água de qualidade é indispensável em consultórios.

O uso desse tipo de água no âmbito da saúde também vai além dos consultórios odontológicos.

Ela atinge diferentes tipos de tratamentos e procedimentos  médicos, devido à sua pureza. Um exemplo disso é o uso da água desmineralizada em hemodiálises e em tratamentos pós-cirúrgicos.

ARLA 32 e água desmineralizada

O ARLA 32 é um reagente à base de ureia utilizado para reduzir a quantidade de óxido de nitrogênio emitido por sistemas de escapamentos de ônibus e caminhões. A diluição desse reagente é feito em água desmineralizada.

Sua utilização é um grande avanço para a preservação do meio ambiente, uma vez que os gases amenizados pelo ARLA 32 agridem a camada de ozônio e geram desconfortos respiratórios.

O produto é de uso obrigatório no Brasil, desde janeiro de 2012, para todos os veículos a diesel com motor EURO V. O ARLA 32 é usado diretamente nos escapamentos de ônibus e caminhões SCR.

Os veículos que devem cumprir essa exigência já são vendidos com o recipiente para depósito da solução de ureia e a reposição do fluido pode ser feita em postos de gasolina ou com um mecânico de confiança.

Água desmineralizada para fabricação de cosméticos

Outra utilidade para a água em questão é no ramo da produção de cosméticos. De xampus a bases para a pele, a água desmineralizada, quando utilizada na fabricação de cosméticos, pode potencializar bastante a qualidade do produto.

José Paschoal Rossetti Filho, professor de cosmetologia e diretor de pesquisa e desenvolvimento do Instituto Mezzo de Cosmetologia e Estética, afirma que a qualidade da água utilizada em cosméticos é mais importante que os próprios ativos presentes na composição do produto final.

A água desmineralizada tem pH neutro, o que, além de potencializar os resultados dos tratamentos cosméticos, garante peles e cabelos mais saudáveis e hidratados. A presença de alguns dos minerais, como o cálcio contido na água potável, ressecam cabelos e pele.

Agora, você já sabe bem o que é a água desmineralizada e qual o processo para produzi-la. Além disso, ampliou sua percepção sobre os vários tipos de uso dessa água, como para a fabricação de ARLA 32 e o uso obrigatório e essencial na produção de cosméticos de qualidade.

Exatamente por percebermos essa importância da água desmineralizada no ramo da cosmética, criamos um guia da qualidade da água neste tipo de indústria para falarmos um pouco mais sobre os atributos e modos de utilização da água pura nesse meio. Que tal conhecer agora? 

Источник: https://grupohidrica.com.br/agua-desmineralizada-2/

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