O que é alergia alimentar, sintomas, principais causas e tratamento

Alergia alimentar em cães: quais são as causas, sintomas e tratamentos?

O que é alergia alimentar, sintomas, principais causas e tratamento

A alergia alimentar em cães é um problema comum e que pode ter causas variadas

A alergia alimentar em cães é uma resposta exagerada do sistema imunológico a determinados agentes invasores presentes na ração de cachorro e outros alimentos.

Os animais, assim como os seres humanos, podem se tornar alérgicos a diversos tipos de comidas, incluindo aquelas que já fazem parte do consumo do dia a dia há anos.

  Geralmente, os fatores mais comuns que geram alergia em cachorro são a presença de corantes nas rações e o tamanho da proteína processada. A seguir, saiba mais sobre o assunto e a explicação da veterinária Marcela Machado, que atua no sistema público de saúde animal. 

Alergia em cachorro: quais são as principais causas?

A maioria dos cães geralmente tem reações alérgicas a mais de um alimento. “O corpo encara o corante e/ou a proteína com uma ‘lente de aumento’, como se fosse algo nocivo ao corpo. Então, o sistema imunológico produz uma série de células que vão acarretar todos os sintomas da alergia, geralmente vistos na pele e no sistema digestivo”, relata a médica veterinária.

Como identificar um cachorro com alergia?

É bom sempre ficar de olho na pele do seu cachorro. Observe se há falhas no pelo, machucados que apareceram sem motivo e coceira persistentes. “Pele com prurido, manchas calvas, vermelhidão, placas de urticária, edemas e coceiras na parte interna das orelhas são alguns dos sinais mais comuns de alergia alimentar nos cães” descreve a médica veterinária Marcela Machado.

Verifique também se as fezes do animal estão firmes ou sem forma. Caso o cão esteja vermifugado corretamente e ainda assim apresentar diarreia, o problema pode ser um indicativo de alergia alimentar.

“Um cão com reação alérgica pode apresentar diarreia crônica.

Ao notar o desarranjo intestinal, os tutores devem procurar o médico veterinário de sua confiança para tratar o animal corretamente e, assim, evitar que a saúde dele fique ainda mais debilitada”, recomenda a profissional.

O que fazer ao identificar uma possível alergia alimentar em cães?

Após identificar um ou mais sintomas de alergia alimentar no seu cachorro, é recomendado que você não espere o quadro se agravar e leve o seu animal de estimação a uma clínica veterinária. “Só o profissional de saúde animal saberá identificar o que está causando a alergia no cão por meio de exames clínicos e laboratoriais”, ressalta Marcela. 

Na consulta, é importante que você relate algumas informações, como os hábitos alimentares do seu cachorro nos mínimos detalhes. Anote o nome da ração, os petiscos e alimentos que você costuma oferecer a ele.

Não minta ou omita nada ao médico veterinário.

Mesmo que você tenha dado algum alimento não recomendado, você deve informar isso ao profissional para que ele possa fazer o diagnóstico corretamente e tratar seu animal como ele precisa.

O cachorro com alergia alimentar pode se coçar mais que o normal A alergia alimentar em cães também pode acarretar em feridas na pele e queda de pelo Alimentação animal

Cuidar da alimentação do gato é dever de todo tutor, e para isso é importante saber o que o animal pode ou não comer. Além das tradicionais rações para gatos, algumas pessoas também gostam de oferecer outras opções de comida para o seu bichano e procuram alternativas mais naturais, como frutas e legumes.

Porém, por mais saudáveis que esses alimentos sejam para os humanos, é importante ter em mente que o organismo dos felinos não funciona da mesma maneira que o nosso e algumas frutas para gatos, por exemplo, podem fazer mal ao seu amigo de quatro patas.

Para sanar todas as dúvidas sobre o assunto, confira as frutas que gatos podem comer a seguir!

Alimentação animal

Mesmo que os gatinhos não tenham aquela gula característica dos cachorros, eles podem amar alguns alimentos.

A dúvida, porém, sempre permanece nessa hora: além da ração, sachê e petiscos específicos, o que gato pode comer? A não ser que seu gatinho tenha um problema de saúde, você pode oferecer algumas frutas, legumes e proteínas de vez em quando.

Mas atenção! Não são todos os alimentos que os gatos podem comer. O chocolate, por exemplo, está na lista dos itens proibidos pelo risco de intoxicar o seu pet.

Alimentação animal

Os cachorros têm fama de serem comilões e, na maioria dos casos, eles não abrem mão das refeições – seja a ração ou um snack. Todo dono de cachorro, provavelmente, já passou pela situação de estar comendo enquanto o amigo de quatro patas fica pedindo um pedaço do lanche. Mas, e quando o apetite do seu cachorro parece desaparecer, você sabe o que fazer?

Alimentação animal

As frutas para cachorro são ótimas opções de petiscos para agradar o seu amigo de quatro patas. Os pets podem sim tirar proveito da ingestão de determinadas frutas que são liberadas e não fazem mal.

Mas afinal, cachorro pode comer banana? Quais os benefícios dessa fruta para cachorros? Qual a quantidade correta? Posso fazer um petisco para cachorro com esses alimentos? Veja as respostas para todas essas dúvidas!

Com a causa da alergia alimentar desvendada, o tratamento deve ser administrado com rigor. De fato, não adianta nada comprar o remédio para alergia de cachorro se você não tem a intenção de seguir adequadamente as recomendações relacionadas à alimentação. 

1) Troca da ração de cachorro

Em alguns casos, trocar a ração que você costuma oferecer ao seu cachorro pode ser a solução para tratar a alergia alimentar. Mesmo que você já dê uma ração recomendada e de qualidade a ele, pode ser necessário substituí-la por outra marca ou até mesmo começar a usar uma ração especial, especialmente se o problema do seu pet estiver relacionado ao tamanho da proteína.

2) Vitamina para cachorro e antiparasitários 

Algumas vitaminas e antiparasitários promovem a saúde da pele e do pelo de um cachorro. Caso o seu cão tenha alergia alimentar e apresente lesões na pele, o uso desses recursos pode beneficiar a saúde e bem-estar do pet. Antes de comprar qualquer remédio para alergia de cachorro, peça a orientação de um veterinário de sua confiança. 

3) Remédio para alergia de cachorro 

Com a alergia, cachorro pode ter coceiras em diferentes partes do corpo. Para tratar esse problema tão incômodo, normalmente são administrados corticoides e antialérgicos para que o animal para de machucar a pele ao se coçar.

“É importante seguir todas as recomendações do médico veterinário em relação aos horários e dosagens dos medicamentos. Jamais dê algo por conta própria, sem antes consultar o profissional de saúde canina.

A administração errada de medicamentos pode levar o seu cachorro a óbito”, alerta a veterinária Marcela Machado

O que os tutores podem fazer para evitar o desenvolvimento da alergia alimentar em cães?

Cães de todas as raças e portes estão sujeitos a desenvolver alergia alimentar. Alguns cuidados, porém, podem evitar que o seu animal de estimação venha a ter problemas.

1) Escolha a ração de cachorro mais adequada

Ao escolher a ração de cachorro, dê preferência a produtos de qualidade, sem corantes artificiais na fórmula. Quanto mais colorida a ração for, mas corante ela terá. Até as rações que não parecem ser coloridas artificialmente podem apresentar corantes adicionados. Portanto, é bom ficar atento à lista de ingredientes e não apenas ao visual do alimento. 

2) Fique de olho nos petiscos coloridos

A escolha dos petiscos deve seguir a mesma orientação da ração: observar bem os ingredientes do produto e evitar alimentos coloridos artificialmente.

3) Ofereça alimentos frescos

Introduzir alimentos frescos na dieta do seu cachorro pode ser importante para evitar alergias, uma vez que você sabe exatamente o que está sendo oferecido.

“Verduras, frutas (exceto uva), legumes cozidos e até mesmo as carnes podem ser colocados no comedouro dos cães.

Você só deve tomar alguns cuidados como retirar as sementes das frutas, cozinhar os legumes sem sal e preparar a carne sem nenhum tempero, condimento ou óleo”, alerta a veterinária. 

4) Evite alimentos não apropriados para o consumo animal

Quando estamos nos alimentando, é muito difícil resistir à carinha de pidão de um cachorro, não é mesmo? No entanto, alguns alimentos do consumo humano, como o chocolate, são verdadeiros venenos para os animais de estimação e devem ser evitados. 

Convivendo com um cachorro com alergia alimentar

Os tutores de cães com alergias alimentares devem estar sempre atentos ao que o animal come. É importante avisar a todos que têm contato com o pet sobre as necessidades e a lista de alimentos proibidos. Com a alimentação certa e nenhuma exceção, o seu cãozinho poderá viver saudável e com muita qualidade de vida. 

Redação: Guilherme Segal

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Источник: https://www.patasdacasa.com.br/noticia/alergia-alimentar-em-caes-quais-sao-as-causas-sintomas-e-tratamentos_a1444/1

Alergia Alimentar: causas, sintomas e tratamento

O que é alergia alimentar, sintomas, principais causas e tratamento

Reações à comida são comuns e podem ser dividas em duas categorias: alergia a alimentos e reações não-alérgicas a alimentos. Neste texto vamos abordar as causas, sintomas e tratamento da alergia alimentar.

A distinção entre os tipos de reação à comida é importante, uma vez que apresentam graus de gravidade e tratamentos diferentes.

a) Alergia a alimentos: é uma reação do sistema imunológico a uma ou mais proteínas de um ou mais tipos de alimentos. A alergia à comida pode, em alguns casos, levar a um quadro grave de anafilaxia (leia: CHOQUE ANAFILÁTICO | Causas e sintomas).

b) Reações não-alérgicas: são reações que não são causadas por ativação do sistema imune, entre elas podemos citar intolerância a lactose, refluxo gastroesofágico (leia: HÉRNIA DE HIATO | Refluxo gastroesofágico), dor de estômago, intoxicação alimentar, etc.

Alergia alimentar

A alergia alimentar acomete cerca de 8% das crianças pequenas e até 3% dos adultos. A alergia à comida tem uma forte componente genético e até 70% dos pacientes apresentam história familiar positiva.

A alergia alimentar clássica é aquela causada pela ação de um anticorpo chamado IgE.

O nosso sistema imune é programado para combater qualquer substância estranha que invada nosso corpo, porém, há uma certa tolerância quando essas substâncias entram pelo sistema gastrointestinal.

Um paciente alérgico a um determinado alimento possui, na verdade, um sistema imunológico que reage desproporcionalmente à chegada de uma determinada proteína, achando que a mesma é um agente invasor perigoso (leia: O QUE SÃO PROTEÍNAS E AMINOÁCIDOS?).

Um paciente com alergia alimentar costuma apresentar outros tipos de alergia, como rinite, asma, alergias de pele, etc. pois o problema é produção de IgEs direcionadas a alvos inapropriados, ou seja, a proteínas não nocivas ao nosso organismo. Mais de 1/3 das crianças com dermatite atópica também apresentam alergia alimentar a alguma comida.

Por exemplo, um paciente alérgico a frutos do mar é, na verdade, alérgico a uma ou mais proteínas presentes nestes alimentos. Por isso, o paciente alérgico ao camarão pode não tolerar outros crustáceos, uma vez que as proteínas são muito semelhantes. Seguindo a mesma lógica, pacientes alérgicos a amendoim podem também apresentar reação ao ingerir soja, ervilha ou feijões.

Quando uma dessas proteínas chega ao trato digestivo, os anticorpos do tipo IgE pensam equivocadamente que estas são nocivas ao organismo e desencadeiam uma reação inflamatória na tentativa de destruir este agente invasor.

Quando os anticorpos IgE se ligam a uma proteína, eles ativam outras células do sistema imune como os mastócitos (presentes em grandes quantidades no pulmão, garganta, pele, nariz e intestinos) e os basófilos circulantes no sangue.

Estas células produzem substâncias químicas, como a histamina, responsáveis pela destruição de agente invasores que, no final das contas, acabam causando os sintomas típicos da alergia. O mecanismo da alergia alimentar é semelhante, por exemplo, ao da rinite alérgica (leia: RINITE ALÉRGICA | Sintomas e tratamento).

Quanto maior for a reação do organismo à presença de determinada proteína, maior é a liberação de produtos químicos pelos mastócitos e basófilos, e maior é a reação alérgica. Em alguns casos a reação é tão desproporcional que coloca a vida do paciente em risco, em um quadro chamado de anafilaxia.

Sintomas

Os sintomas de uma alergia alimentar aparecem dentro de alguns minutos após a ingestão dos alimentos, porém, podem demorar até 4 a 6 horas. Como há grande quantidade de mastócitos no pulmão, garganta, pele, nariz e intestinos, os sintomas alérgicos costumam estar ligados a estes órgãos.

O sintoma mais comum de uma alergia à comida é a urticária, placas vermelhas e pruriginosas (que coçam) localizadas geralmente no tronco (leia: URTICÁRIA | Sintomas e tratamento).

Outro sintoma comum, mas mais perigoso, é o angioedema, um inchaço das mucosas que costuma se manifestar com edema dos lábios.

Quando o angioedema é grave pode haver inchaço da língua e das mucosas da garganta, causando obstrução do fluxo de ar para o s pulmões. O paciente pode parar de respirar devido a esta obstrução do ar.

Outros sintomas da alergia alimentar incluem a rinite, conjuntivite (leia: CONJUNTIVITE | Sintomas e Tratamento), asma, diarreia, dor abdominal e vômitos.

Se houver uma ativação maciça dos basófilos e mastócitos a reação pode ser tão forte que causa uma vasodilatação exagerada, levando o paciente ao estado de choque circulatório, conhecido como choque anafilático.

Síndrome de alergia oral

A síndrome da alergia oral, também conhecida como síndrome da alergia pólen-comida, é um tipo de alergia alimentar que acomete até metade dos pacientes com rinite alérgica ao pólen.

Esses pacientes apresentam um quadro de alergia a frutas e vegetais crus que se manifesta imediatamente após a ingestão destes.

Os alimentos mais comuns são banana, melão, melancia, maça, pêssego, ameixa, cenoura, pepino, abobrinha, avelã, aipo entre outros.

Alergia alimentar após exercício físico

Existe um tipo de alergia alimentar que só se manifesta se o paciente praticar alguma atividade física até 4 horas após a ingestão de determinados alimentos. O paciente com este tipo de alergia pode comer camarão e nada sentir, mas se comê-lo e for praticar algum exercício pode até sofrer uma reação anafilática.

Diagnóstico

O diagnóstico envolve a história clínica, onde deve ser dado ênfase aos alimentos ingeridos antes das reações e ao tempo que decorreu para que os sintomas surgissem.

Os testes de pele podem ajudar. Nestes, o médico alergologista inocula vários tipos de proteínas no antebraço do paciente à procura de reações às mesmas. O resultado costuma demorar apenas 15 minutos. O principal valor do teste é quando este é negativo, servindo para descartar a proteína que não causou reação. O teste positivo não dá certeza de que o paciente seja alérgico àquela proteína.

Em alguns casos com alto riso de reação anafilática, o médico pode optar por não fazer este teste pelo risco de reação exagerada.

Atualmente é possível realizar a dosagem de IgE específicas no sangue para se identificar contra quais alimentos o paciente desenvolve alergia.

Tratamento

O melhor tratamento da alergia a alimentos é a prevenção. Não há um tratamento que cure a alergia alimentar. O mais importante é identificar os alimentos que causam alergia e evitá-los permanentemente.

Quando o paciente ainda não conhece os alimentos que lhe causam alergia ou quando há ingestão acidental de um alimento proibido, o tratamento visa o controle da reação alérgica.

As drogas mais usadas são os antialérgicos (anti-histamínicos) e os corticoides (leia: PREDNISONA E CORTICOIDES | Indicações e efeitos colaterais).

Nos casos de choque anafilático o tratamento é feito com injeção de adrenalina.

Pacientes com histórico de reação anafilática a alimentos devem portar cartões ou pulseiras explicando sua alergia para que possam ser rapidamente diagnosticados e tratados, caso necessário. Muitos pacientes andam com seringas automáticas de adrenalina caso seja necessário tratamento imediato.

Aproximadamente 85% das crianças espontaneamente deixam de ser alérgicas à maioria dos alimentos (ovos, leite de vaca, trigo e soja) entre os 3-5 anos de idade. O teste cutâneo permanece positivo apesar de haver tolerância ao alimento. A alergia alimentar ao amendoim, nozes, peixe e camarão raramente desaparece.

Источник: https://www.mdsaude.com/alergoimunologia/alergia-alimentar/

Alergia alimentar: sintomas, tratamentos e causas

O que é alergia alimentar, sintomas, principais causas e tratamento

Alergia alimentar é uma reação do sistema imunológico que ocorre logo após a ingestão de um determinado alimento.

Mesmo uma pequena quantidade do alimento que causa alergia em algumas pessoas pode desencadear sinais e sintomas, que costumam variar de gravidade.

Em alguns casos, a alergia alimentar pode causar sintomas graves ou até mesmo uma reação com risco de vida – conhecida como anafilaxia.

A alergia alimentar afeta de 6 a 8% das crianças com menos de três anos de idade e até 3% dos adultos. Enquanto não há cura, algumas crianças superam sua alergia alimentar à medida que envelhecem.

É fácil confundir alergia alimentar com intolerância alimentar, que é uma reação muito mais comum. Esta última, no entanto, é menos grave que uma alergia alimentar e não envolve o sistema imunológico.

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Dúvidas sobre alergias

Causas

A função de nosso sistema imunológico é defender o corpo de substâncias possivelmente nocivas, como bactérias, vírus e toxinas. Em algumas pessoas, a resposta imunológica é desencadeada por uma substância que costuma ser inofensiva, como um alimento específico. Quando isso acontece, ocorre uma reação indesejável no corpo que chamamos de alergia alimentar.

A causa das alergias alimentares está relacionada à produção de um tipo de substância pelo organismo, chamada de anticorpos imunoglobulina E (IgE), que provoca alergias a um alimento específico.

Embora muitas pessoas apresentem intolerância a alimentos, as alergias alimentares são bem menos comuns.

Em uma alergia alimentar real, o sistema imunológico produz anticorpos e histamina em resposta a um alimento específico.

Isso não acontece com pessoas intolerantes, por exemplo, que despertam sintomas em decorrência da ingestão de determinado alimento, mas não correm risco de vida por causa disso.

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Qualquer alimento pode causar uma reação alérgica, mas alguns são os principais vilões. Nas crianças, as alergias alimentares mais comuns são:

A alergia alimentar geralmente começa na infância, mas pode ocorrer em qualquer idade. Muitas crianças se livram das alergias conforme envelhecem, mas algumas alergias podem durar a vida toda.

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Em crianças mais velhas e adultos, as alergias alimentares mais comuns são:

  • Peixe
  • Amendoim
  • Frutos do mar
  • Frutas secas

Muitas pessoas acreditam ter alergia alimentar, mas, na realidade, menos de 1% deles possui alergias reais. A maioria dos sintomas é causado por intolerância a alimentos.

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Fatores de risco

Fatores de risco para alergia alimentar incluem:

Uma pessoa está em maior risco de desenvolver alergias alimentares se asma, eczema, urticária ou alergias, como febre do feno, são condições comuns em sua família.

É comum que crianças deixem de apresentar algumas alergias alimentares quando envelhecem, mas elas podem retornar eventualmente quando forem mais velhas.

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Se uma pessoa já é alérgica a um alimento, ela pode estar sob maior risco de se tornar alérgica a outra.

As alergias alimentares são mais comuns em crianças e bebês. À medida que envelhecemos, o sistema digestivo amadurece e o corpo torna-se menos propenso a absorver alimentos ou componentes que provocam alergias.

A asma e a alergia alimentar geralmente ocorrem em conjunto. Quando o fazem, tanto a alergia alimentar quanto os sintomas de asma são mais graves que o normal.

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Sintomas de Alergia alimentar

Os sintomas de uma alergia alimentar geralmente aparecem imediatamente ou em até duas horas depois de comer. Em casos raros, os sintomas podem começar a aparecer somente muitas horas depois de comer o alimento desencadeador.

Se você apresentar sintomas logo depois de ingerir um alimento específico, é possível que você tenha uma alergia alimentar. Os principais sintomas são urticária, rouquidão e respiração difícil ou ruidosa.

Outros sintomas da alergia alimentar que podem ocorrer:

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  • Dor abdominal
  • Diarreia
  • Dificuldade para deglutir
  • Irritação na boca, na garganta, nos olhos, na pele ou em qualquer outra região
  • Tontura ou desmaio
  • Congestão nasal
  • Náusea e vômitos
  • Corrimento nasal
  • Manchas escamosas com coceira (dermatite atópica)
  • Descamação ou bolhas
  • Inchaço (angioedema), principalmente nas pálpebras, face, lábios e língua
  • Falta de ar
  • Cólicas estomacais

Sintomas da síndrome de alergia oral:

  • Irritação nos lábios, língua e garganta
  • Inchaço nos lábios (ocasionalmente)

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É uma reação grave, potencialmente fatal, que começa subitamente e que exige socorro imediato. A anafilaxia (reação anafilática) é desencadeada pela liberação maciça de substâncias químicas que despertam um quadro grave de reação alérgica.

Remédios, picadas de insetos, alimentos, entre outros fatores podem ser os desencadeantes de uma reação anafilática.

O alimento, por exemplo, induz o aparecimento de coceira generalizada, edema (inchaços), tosse, edema de glote, rouquidão, diarreia, dor de barriga, vômitos, aperto no peito com queda da pressão arterial, arritmias cardíacas e colapso vascular (choque anafilático).

Buscando ajuda médica

Consulte um especialista se você tem sintomas de alergia alimentar logo após comer. Se possível, consulte um médico já quando a reação alérgica estiver ocorrendo. Isso vai ajudá-lo a fazer o diagnóstico.

Procure atendimento de emergência se você desenvolver quaisquer sinais ou sintomas de anafilaxia, tais como:

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  • Constrição das vias aéreas, que torna difícil para respirar
  • Choque com uma grave queda da pressão arterial
  • Pulso rápido
  • Tonturas ou vertigens.

Na consulta médica

Entre as especialidades que podem diagnosticar uma alergia alimentar estão:

  • Clínica médica
  • Alergologia
  • Gastroenterologia

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade

O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

  • Você sabe se tem alergia a algum tipo de alimento?
  • Quais alimentos você mais costuma inserir em sua dieta?
  • Você já apresentou esses sintomas antes?
  • O que você comeu nas últimas horas?
  • Você apresentou sintomas mais graves, como dificuldade para respirar, deglutir, tonturas ou desmaios?
  • Você já foi diagnosticado com alguma outra condição médica? Qual?

Diagnóstico de Alergia alimentar

O processo de diagnóstico é feito com a análise dos sintomas, tomando por base a descrição do paciente e os sinais apresentados por ele.

O exame físico também pode ajudar a determinar a causa dos sintomas.

Não existe um teste específico para determinar se é um caso de alergia alimentar ou não, mas alguns exames podem ser realizados que poderão ajudar a chegar ao diagnóstico final. Confira:

Os testes cutâneos isoladamente não confirmam o diagnóstico de alergia alimentar. Eles apenas detectam a presença de anticorpos IgE específicos para os alimentos testados, demonstrando sensibilização. Devem ser testados apenas os alimentos suspeitos.

Esse exame serve para dosar a IgE específica para os alimentos suspeitos. Também não têm valor diagnóstico, apenas demonstram se o paciente tem IgE específica para determinado alimento.

Diante da análise do histórico médico do paciente e de exame físico sugestivos de alergia alimentar, deve ser realizada dieta de exclusão do alimento suspeito, quando identificado.

Após duas a seis semanas de exclusão daquele alimento suspeito, os sintomas podem ou não desaparecer. Se os sintomas desaparecerem, um teste de provocação oral deve ser feito para se confirmar o diagnóstico.

Caso contrário, o processo se reinicia até que se encontre o alimento responsável pela alergia.

Quando sintomas e sinais desaparecem após a exclusão do alimento suspeito, é necessária a comprovação pela provocação oral, administrando o mesmo alimento ao paciente. O teste é considerado positivo se os sintomas ressurgem, tal como eram antes da eliminação do alimento da dieta.

Os testes de provocação oral servem tanto para comprovação diagnóstica como para constatar se o paciente já se tornou tolerante ao alimento. São contraindicados quando há história recente de reação anafilática grave.

Nestes casos, esse exame deve ser realizado com acompanhamento especializado.

Tratamento de Alergia alimentar

O único tratamento comprovadamente eficaz para uma alergia alimentar é evitar o alimento desencadeador da reação.

Se a pessoa apresenta sintomas em apenas uma região do corpo (por exemplo, uma urticária no queixo após comer o alimento específico), talvez ela não precise de tratamento, pois, neste caso, os sintomas provavelmente desaparecerão em pouco tempo. Os anti-histamínicos podem ajudar a aliviar o desconforto e pomadas suaves podem oferecer um pouco de alívio aos sintomas.

Consulte seu médico se achar que apresentou uma reação alérgica a algum alimento, mesmo que tenha sido apenas uma reação local.

Qualquer pessoa diagnosticada com alergia alimentar deve sempre carregar consigo (e saber como usar) a epinefrina injetável. Se você apresentar qualquer tipo de reação grave ou distribuída por todo o corpo logo depois de comer o alimento que causa alergia, injete a epinefrina. Em seguida, vá para o hospital ou pronto-socorro mais próximo.

Convivendo/ Prognóstico

Uma das chaves para evitar uma reação alérgica é evitar completamente o alimento que causa os sintomas. Tome bastante cuidado quanto a isso. Leia sempre os rótulos dos alimentos para se certificar de que eles não contêm um ingrediente ao qual você é alérgico.

Os rótulos dos alimentos são obrigados a listar claramente se eles contêm quaisquer alérgenos alimentares comuns.

Leia os rótulos dos alimentos com cuidado para evitar as fontes mais comuns de alérgenos alimentares: leite, ovos, amendoim, nozes, peixes, mariscos, soja e trigo.

Nos restaurantes e reuniões sociais, faça o mesmo. Procure saber todas as opções do cardápio que não contenham aquele alimento que pode lhe desencadear uma reação alérgica.

Complicações possíveis

  • Anafilaxia, que é uma reação alérgica com risco de vida
  • Dermatite atópica (eczema), que é uma reação alérgica na pele
  • Enxaquecas, uma vez que os histamínicos, liberados pelo sistema imunológico durante uma reação alérgica, tem grande potencial para desencadear enxaquecas em algumas pessoas.

Alergia alimentar tem cura?

Caso o paciente consiga evitar o alimento que lhe causa alergia, pode viver uma vida normal. Evitar os alimentos nocivos pode ser fácil se o alimento for incomum ou facilmente identificável.

Entretanto, talvez seja necessário restringir bastante a sua dieta, ler atentamente a todos os ingredientes nas embalagens dos produtos e fazer perguntas detalhadas quando comer fora de casa.

Referências

Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia

Источник: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/alergia-alimentar

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