O que é o prolapso genital feminino

Prolapso uterino: sintomas, tratamentos e causas

O que é o prolapso genital feminino

Prolapso uterino, ou prolapso dos órgãos pélvicos, acontece quando os músculos e ligamentos do assoalho pélvico se tornam distendidos e flácidos, saindo de suas posições normais na pelve e descendo para a vagina ou região externa. Essa flacidez acaba fazendo com que o suporte ao útero não seja adequado, além de restringir as atividades normais das mulheres e possuir grande impacto negativo na autoestima e qualidade de vida.

O prolapso uterino pode acontecer com mulheres de qualquer idade, mas é mais frequente após a menopausa naquelas que passaram por um ou mais partos vaginais.

Sintomas de Prolapso uterino

Muitas mulheres são assintomáticas, ou seja, não apresentam qualquer sinal ou sensação decorrente do prolapso uterino. No entanto, aquelas que apresentam sintomas podem sofrer com pressão, peso, sensação de algo saindo pela vagina e, algumas vezes, a visão de “algo para fora”.

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

Além disso, pode haver sintomas urinários com disfunções e perda urinária, sintomas intestinais como a incontinência e constipações. Por todo este quadro, pode haver uma diminuição do desejo sexual por medo e desconforto, principalmente se houve incontinência urinaria ou fecal.

Diagnóstico de Prolapso uterino

O diagnóstico de prolapso uterino é feito pela queixa e exame ginecológico especifico. Muitas vezes é preciso fazer exames para avaliar a função da bexiga e dos nervos da pelve como teste urodinâmico e avaliação neurológica.

Tratamento de Prolapso uterino

O tratamento cirúrgico é indicado conforme o caso. Raros medicamentos podem ajudar o prolapso. O uso de hormônios pode aliviar alguns sintomas.

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

Existem inúmeras cirurgias, que variam conforme a severidade do quadro e a necessidade da paciente. Podem ser por via abdominal, laparoscópica, vaginal, com colocação de telas, etc. As pacientes devem ser orientadas que existe uma possibilidade acima de 30% de recorrência.

Fisioterapia específica, orientações, hormonioterapia e pessários (dispositivos de silicone são colocados na vagina e servem de apoio para os órgãos prolapsados) são alternativas e coadjuvantes ao tratamento cirúrgico.

Tipos

Existem vários tipos de prolapso uterino, como:

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

  • Cistocele: órgãos da parede anterior com descida da bexiga
  • Retocele: órgãos da parede posterior com o reto
  • Enterocele: com intestinos.

Todos os tipos de prolapso uterino podem surgir em diferentes graus, do mais leve ao mais grave. O exame clínico e, se necessário, de imagens podem diferenciar qual o órgão mais acometido e graduar o prolapso.

Complicações possíveis

Muitas vezes a mulheres apresentam problemas urinários, diabetes descompensado, infecções urinárias ou que não esvaziam direito a bexiga. Existem também os problemas de alimentação, intestinal e neurológicos, que impedem a retenção adequada das fezes.

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

O maior risco em casos muito graves é a obstrução com dilatação dos ureteres levando a insuficiência renal.

Convivendo/ Prognóstico

Algumas mudanças podem ser tomadas para evitar complicações de prolapso uterino:

  • Não ganhar peso
  • Fazer exercícios
  • Fisioterapia
  • Avaliações e orientações gerais em relação à bexiga e intestino.

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

Fatores de risco

Os fatores de risco mais comuns de prolapso uterino são:

  • Idade
  • Paridade
  • Obesidade
  • Histerectomias.

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

Pessoas que apresentam problemas na formação do colágeno, substância que ajuda na sustentação dos tecidos, podem apresentar prolapso uterino.

Referências

Fabio Laginha, ginecologista e mastologista, coordenador da Clínica da Mulher do Hospital 9 de Julho e especialista Minha Vida (CRM 42141-SP)

Prolapso uterino tem cura?

A chance de cura para prolapso uterino é de pouco menos de 70% dependendo do quadro, mesmo com cirurgia adequada. Nos casos de recorrência a paciente pode ser operada novamente.

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

Buscando ajuda médica

Muitas vezes os sintomas não correspondem a severidade (grau de prolapso). Geralmente, não é indicado o tratamento se não há sintomas, mas cada caso deve ser analisado individualmente.

Источник: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/prolapso-uterino

O que é o prolapso genital? Perguntámos a uma ginecologista

O que é o prolapso genital feminino

O prolapso é a queda ou descida, total ou parcial, de um órgão ou estrutura orgânica. Fala-se em prolapso genital quando a estrutura de suporte dos órgãos pélvicos enfraquece ou se rompe.

Esta estrutura é composta pelos ossos da bacia, músculos e fáscia (membrana que envolve músculos e outras estruturas do organismo). Como resultado, um ou mais órgãos descaem, alterando a sua posição anatómica e comprometendo o seu funcionamento.

De acordo com a Associação Portuguesa de Urologia, estima-se que quase 50% das mulheres entre os 50 e os 79 anos tenham algum tipo de prolapso.

Tipos de prolapso genital

Há várias formas de prolapso genital, consoante os órgãos afetados. Em alguns casos, a patologia atinge mais do que um órgão ao mesmo tempo. Estes são os tipos mais comuns:

  • Cistocele | Prolapso da bexiga
  • Retocele| Prolapso do reto, a parte final do intestino grosso que termina no ânus
  • Prolapso uterino | O útero desce sobre a vagina
  • Enterocele| Prolapso do intestino delgado, que se identifica normalmente na parede posterior da vagina

Sinais de alarme  

Embora em muitos casos o prolapso genital não dê origem a sintomas e o problema só seja detetado através de exames médicos, há outros casos em que há sintomas associados.

Um prolapso da bexiga pode dar origem a episódios de urgência e frequência urinária: vontade repentina e dificilmente controlável de ir à casa de banho ou urinar mais de oito vezes por dia.

Pode levar também à ocorrência de infeções urinárias e à sensação de esvaziamento incompleto da bexiga após uma ida à casa de banho.

Já o prolapso do reto pode manifestar-se através de obstipação, dificuldade em defecar, sensação de ter sempre os intestinos parcialmente cheios ou incontinência fecal.

Também poderão indicar algum tipo de prolapso genital os seguintes sintomas: queixas de pressão na zona abdominal, sobretudo ao tossir, espirrar ou após longos períodos em pé; sensação de uma bola na vagina; desconforto na zona pélvica; dores pélvicas e/ou lombares; atividade sexual desconfortável ou dolorosa. Em casos mais graves, o prolapso pode causar infeções, hemorragias ou úlceras.

Fatores de risco

O risco de desenvolver prolapso genital pode aumentar devido a situações que contribuem para o enfraquecimento dos tecidos que suportam o pavimento pélvico. É o caso das seguintes:

  • Gravidez e partoO prolapso genital é mais comum em mulheres com filhos, sobretudo nas que tiveram partos por via vaginal. O risco aumenta à medida que têm mais filhos ou em casos em que os bebés são grandes.
  • MenopausaEsta etapa da vida da mulher caracteriza-se pelo declínio natural da produção de estrogénios (hormona produzida pelos ovários). Os estrogénios são responsáveis pelo desenvolvimento e manutenção dos aspetos característicos do corpo da mulher. O declínio da sua produção conduz a uma maior fragilidade dos músculos pélvicos e das estruturas que suportam a vagina.
  • Pressão na região pélvicaTodos os fatores que aumentem a pressão na região pélvica podem contribuir para a ocorrência de prolapso genital. Por exemplo, o excesso de peso, a tosse crónica, a tensão provocada pela prisão de ventre ou a realização de trabalhos pesados.
  • Cirurgia pélvicaAlguns procedimentos ginecológicos podem enfraquecer os tecidos da zona pélvica e originar o prolapso de um dos órgãos. Por exemplo, a histerectomia (remoção do útero). No entanto, com o avanço das técnicas cirúrgicas este problema é cada vez menos frequente.
  • GenéticaPensa-se que um dos principais fatores na origem do prolapso dos órgãos pélvicos sejam alterações do colagénio e do seu metabolismo que, muitas vezes, são hereditárias.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico do prolapso genital assenta na observação clínica e em exames ginecológicos ou retais. O tratamento poderá passar por medidas de estilo de vida, toma de medicação e/ou cirurgia. O seu médico saberá indicar a melhor opção para o seu caso específico.

  • As medidas de estilo de vida destinam-se a minimizar os fatores de risco e a atenuar os sintomas. Por exemplo, se tiver excesso de peso, perder peso pode ajudar; se tossir com frequência e for fumador, deverá deixar de fumar.
  • Dependendo da gravidade do problema, fazer exercícios de Kegel pode ser útil. Estes exercícios fortalecem o pavimento pélvico e aliviam as dores nas costas e o desconforto na zona da barriga. São desaconselhadas atividades desportivas intensas como a corrida, o levantamento de pesos ou exercícios abdominais intensos.
  • A aplicação local de cremes com estrogénio melhora a qualidade da mucosa, diminuindo os sintomas irritativos (por exemplo, da síndrome de bexiga hiperativa) e criando uma mucosa melhor para os resultados cirúrgicos, se for o caso.
  • Existem opções cirúrgicas que permitem corrigir os defeitos do pavimento pélvico, restaurando a posição anatómica dos órgãos atingidos.
  • Noutros casos, o médico poderá recomendar o uso de um pessário – dispositivo, normalmente de silicone ou plástico, que se introduz na vagina para suster o útero. É uma solução para mulheres em idade fértil ou para as que têm outra patologia que impossibilita a realização da operação.

40% a 75%

Em caso de obesidade, o risco de prolapso genital aumenta nesta proporção, segundo a Associação Portuguesa de Urologia

URO_2020_0080_PT, Nov20

Источник: https://www.nabexigamandoeu.pt/blog/saude/o-que-e-o-prolapso-genital/

Prolapso uterino: o que é, sintomas e tratamento

O que é o prolapso genital feminino

O prolapso uterino corresponde à descida do útero para o interior da vagina causada pelo enfraquecimento dos músculos que mantém os órgãos dentro da pelve na posição correta, sendo assim considerada a principal causa de útero baixo. Entenda o que é o útero baixo e principais sintomas.

Apesar de ser mais comum em mulheres idosas ou que tiveram vários partos normais, esta alteração também pode ocorrer antes da menopausa ou durante a gravidez.

O prolapso uterino pode ser classificado de acordo com o nível de descida do útero pela vagina em:

  • Prolapso uterino de grau 1, em que o útero desce, mas o colo do útero não aparece na vulva;
  • Prolapso uterino de grau 2, em que o útero desce e o colo do útero aparece junto com a parede anterior e posterior da vagina;
  • Prolapso uterino de grau 3, em que o útero está fora da vulva até 1 cm;
  • Prolapso uterino grau 4, em que o útero exterioriza-se mais de 1 cm. 

Outros órgãos da região da pelve como as paredes da vagina, bexiga e reto também poderão sofrer este deslocamento devido ao enfraquecimento dos músculos de sustentação da pelve.

Os principais sintomas do prolapso uterino são:

  • Dor na barriga;
  • Corrimento vaginal;
  • Sensação de algo saindo pela vagina;
  • Incontinência urinária;
  • Dificuldade em evacuar;
  • Dor nas relações sexuais.

Quando o prolapso uterino é menos grave os sintomas podem não ser observados. No entanto, ao serem identificados sinais e sintomas indicativos de prolapso uterino é importante consultar um ginecologista para que se possa confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento.

Prolapso uterino na gravidez

O prolapso uterino na gravidez é muito raro e, pode ocorrer antes ou durante a gravidez. Além disso, o prolapso do útero na gravidez pode levar a infecção cervical, retenção urinária, aborto espontâneo e ao trabalho de parto prematuro. Por isso deve-se seguir todas as orientações do obstetra para diminuir o risco de complicações.

Como é feito o tratamento

O tratamento do prolapso uterino é estabelecido de acordo com o grau de descida do útero, podendo ser indicada a realização de exercícios para fortalecer os músculos pélvicos, que são os exercícios de Kegel. Veja como fazer os exercícios de Kegel.

Além disso, o uso de cremes ou anéis contendo hormônio para serem aplicados na vagina poderão ajudar a restaurar o tecido vaginal, no entanto, quando se trata de prolapso uterino grave, somente a cirurgia poderá ser eficaz.

Cirurgia para prolapso uterino

A cirurgia para prolapso uterino é segura e eficaz, sendo indicada quando a recuperação não responde às outras formas de tratamento.

De acordo com a indicação do médico, a cirurgia pode ser feita com o objetivo de:

  • Reparar o útero: nestes casos o cirurgião repõe o útero no seu local, mantendo-o dentro da vagina através de um aparelho chamado pessário e, procede à colocação de próteses, chamadas redes, que mantém o o útero na sua posição;
  • Retirada do útero: nesta cirurgia ocorre a retirada parcial ou total do útero e, geralmente é feita em mulheres na menopausa, ou quando o prolapso é muito grave. A histerectomia é eficaz na cura do prolapso uterino, porém poderá desencadear menopausa imediata se os ovários também forem retirados.  Veja o que mais pode acontecer após a retirada do útero.

Saiba como é a recuperação da cirurgia para o prolapso uterino.

Causas do prolapso uterino

A causa mais comum do prolapso uterino é o enfraquecimento muscular da pelve devido ao envelhecimento. No entanto, outras causas que contribuem para a ocorrência do prolapso podem ser:

  • Partos múltiplos;
  • Menopausa devido a redução do hormônio estrogênio;
  • Sequelas de infecções anteriores na região da pelve;
  • Obesidade;
  • Levantamento excessivo de pesos.

Além destas causas, tosse cronica, constipação intestinal, tumores pélvicos e acúmulo de líquido no abdome causam aumento da pressão no abdômen e na pelve e, por isso, também podem causar o prolapso uterino.

O diagnóstico do prolapso uterino é feito com exames clínicos que avaliam todos os órgãos da pelve simultaneamente, além de exames ginecológicos como a colposcopia e esfregaços vaginais feitos pelo ginecologia para avaliar a melhor forma de tratamento. Veja quais são os principais exames solicitados pelo ginecologista.

Ficou alguma dúvida? Clique aqui para ser respondido.

Источник: https://www.tuasaude.com/prolapso-uterino/

Prolapso genital

O que é o prolapso genital feminino

Prolapso genital é um distúrbio provocado pela perda de sustentação de órgãos que constituem o assoalho pélvico. Entre as causas estão gravidez e partos múltiplos, obesidade, envelhecimento e alterações hormonais.

Prolapso genital, conhecido popularmente como bexiga caída, é um distúrbio provocado pela perda de sustentação não só da bexiga urinária, mas também de órgãos como a uretra, útero, intestino, reto e segmentos vaginais por causa da fragilidade dos músculos que constituem o assoalho pélvico.

Veja também: Leia entrevista sobre Prolapso genital

Os prolapsos genitais recebem denominações próprias conforme o órgão que se deslocou: cistocele (bexiga), uretrocele (uretra), uterino (útero), eritrocele (vagina), enterocele (intestino) e retocele (reto).

As mulheres são mais suscetíveis à ocorrência de prolapsos, porque possuem dois hiatos centrais entre os orifícios da uretra, da vagina e do ânus, que promovem uma falha na musculatura elevadora do ânus e na musculatura coccigea, o que facilita a descida dos órgãos naturalmente suspensos na cavidade pélvica.

A prevalência do prolapso genital é alta. Ele pode aparecer em todas as faixas de idade, mas mulheres multíparas a partir dos 60 anos correm risco maior de desenvolvê-lo.

Causas

Gravidez e partos múltiplos, eventos que tornam mais flácidos e delgados os músculos do assoalho pélvico, assim como obesidade, envelhecimento, alterações hormonais, e certas doenças musculares, neurológicas e genéticas são as principais causas do prolapso genital. Entre todas, porém, a mais importante é o aumento da pressão intra-abdominal durante a gravidez e no trabalho de parto, haja vista que a passagem do bebê provoca ruturas nos músculos que sustentam os órgãos situados na cavidade pélvica.

Sintomas

No início, o prolapso genital costuma ser assintomático. Com a evolução do quadro, porém, podem surgir um abaulamento na cavidade vaginal acompanhado de sensação de peso, que diminui em repouso e aumenta durante os exercícios físicos, e dor no baixo ventre (hipográstio).

Nos prolapsos de bexiga, é comum ocorrer um comprometimento miccional que vai desde perda involuntária da urina até a impossibilidade de urinar.

Quanto ao controle fecal, as queixas são tanto de prisão de ventre (obstipação intestinal), quanto de crises de diarreia e tenesmo, isto é, a sensação de uma falsa necessidade de ir ao banheiro com frequência.

Diagnóstico

O diagnóstico de prolapso é feito com base na história da paciente e num exame clínico na posição ginecológica e em pé. Exames sofisticados de imagem só se fazem necessários nos casos que recidivam depois do tratamento cirúrgico.

Tratamento

O tratamento é sempre cirúrgico. O objetivo é a correção total do defeito do assoalho pélvico e das lesões satélites responsáveis pela incontinência urinária e fecal.

A técnica cirúrgica consiste em utilizar telas feitas com um material sintético especial para recobrir todo o assoalho pélvico a fim de fortalecer essa região com menos músculos e onde se localizam os orifícios da uretra, vagina e reto. Essas telas próprias para a correção dos prolapsos genitais são quase imperceptíveis. Com elas, o índice de sucesso das operações chega a 90%.

No entanto, pacientes mais idosas podem não apresentar condições clínicas ideais para a indicação cirúrgica. Para esses casos, existem aparelhos de borracha na forma de anéis (pessários vaginais), que podem ser colocados dentro da vagina. Eles são introduzidos como se fossem diafragmas.

Alguns são específicos para os defeitos da bexiga, outros para recolocar o útero no lugar e um tipo diferente é utilizado para os prolapsos do reto.

Esses dispositivos resolvem o problema temporariamente, mas sua estrutura rígida pode causar ferimentos na mucosa vaginal e aumentar o risco de desenvolver infecções urinárias e genitais.

Recomendações

  • Saiba que “bexiga caída” não é uma alteração ginecológica ou urinária que surge necessariamente com o envelhecimento e para qual não existe tratamento. Procure um médico tão logo apareçam os primeiros sintomas;
  • Não se descuide do pré-natal. Esse acompanhamento médico é fundamental para a saúde e bem-estar da gestante e do bebê;
  • Informe-se sobre os exercícios que podem ser realizados durante a gravidez e o puerpério  e que ajudam a fortalecer a musculatura do assoalho pélvico;
  • Evite o excesso de peso, especialmente durante a gravidez;
  • Lembre-se: exercícios físicos que promovem o aumento da pressão intra-abdominal são contraindicados para as portadoras de prolapsos genitais.

Источник: https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/prolapso-genital/

Sobre a Medicina
Deixe uma resposta

;-) :| :x :twisted: :smile: :shock: :sad: :roll: :razz: :oops: :o :mrgreen: :lol: :idea: :grin: :evil: :cry: :cool: :arrow: :???: :?: :!: