Oxiuríase: o que é, sintomas, transmissão e tratamento

Oxiurose (Enterobiose): o que é, transmissão, tratamento e prevenção

Oxiuríase: o que é, sintomas, transmissão e tratamento

A enterobiose ou oxiurose é nome da infecção por oxiúros (Enterobius vermiculures), que são vermes nematódeos com menos de 15 milímetros de comprimento.

Esses vírus parasitam o intestino dos mamíferos, principalmente primatas, incluindo o homem e atingem particularmente as crianças em países em desenvolvimento.

Como se dá a infecção por oxiúros

O Enterobius vermiculares é um parasita com grande poder de infecção, pois seus ovos necessitam de apenas 6 horas para se tornar infectantes.

Após o acasalamento, o macho morre e é eliminado pelas fezes. As fêmeas grávidas permanecem no ceco e, à noite, se movem através do intestino em direção ao ânus, local onde costumam implantar seus ovos. (Cada fêmea pode colocar até 10.000 ovos.)

Esse processo pode ser extremamente irritante para o hospedeiro, pois, ao contrário da mucosa do intestino, a mucosa anal e a pele são muito sensíveis, fazendo com que os movimentos da fêmea parasita seja entendido como prurido anal, isto é, sensação de irritação intensa.

As escoriações provocadas pelo ato de coçar podem resultar em infecções secundárias em torno do ânus, com congestão na região anal, ocasionando inflamação com pontos hemorrágicos, onde se encontram freqüentemente fêmeas adultas e ovos.

Imagem: Reprodução

Modos de transmissão da oxiurose

São diversos os modos de transmissão, entre eles:

  • Auto-infecção externa ou Direta: Do ânus para a cavidade oral, através dos dedos, principalmente nas crianças e adultos com hábitos de higiene precários;
  • Indireta – Ovos presentes na poeira ou alimentos atingem o mesmo hospedeiro que os eliminou;
  • Heteroinfecção: Os ovos presentes na poeira ou alimentos atingem um novo hospedeiro;
  • Retroinfestação: Migração das larvas da região anal para as regiões superiores do intestino grosso chegando até o ceco, onde se tornam adultas;
  • Auto-infecção interna: Processo raro no qual as larvas eclodem ainda dentro do reto e depois migrariam até o ceco, transformando-se em vermes adultosPara evitar esta doença é importante lavar bem as mãos depois de ir ao banheiro e antes das refeições, usar os talheres na alimentação, evitando levar a mão à boca. Além disso, é importante não dividir as peças íntimas também.

    Tratamento para oxiurose

    A taxa de cura com estes esquemas é elevadíssima, acima de 95%. Entretanto, se as pessoas que moram na mesma casa não forem também tratadas, o risco de reinfecção é alto.O tratamento clínico é geralmente feito com remédios tais como Albendazol,Mebendazol e Pamoato de pirantel.

    Prevenção da oxiurose

    Pra prevenir a oxiurose é necessário orientar a população sobre os hábitos de higiene pessoal, particularmente o de lavar as mãos antes das refeições, após o uso do sanitário, após o ato de se coçar e quando for manipular alimentos.Manter as unhas aparadas rente ao dedo para evitar acúmulo de material contaminado, evitando coçar a região anal e levar as mãos à boca.É importante também eliminar as fontes de infecção através do tratamento do paciente e de todos os membros da família.Nesse aspecto, a troca de roupas de cama, de roupa íntimas e toalhas de banho, diariamente, para evitar a aquisição de novas infecções pelos ovos depositados nos tecidos é fundamental, assim como manter limpas as instalações sanitárias.

    Referências

    Principais doenças causadas por helmintos – Susana S. Muñoz, Ana Paula M. Fernades Doenças infecciosas e parasitárias – Ministério da Saúde.

Como referenciar este conteúdo

Bernardes, Luana. Oxiurose (Enterobiose). Todo Estudo. Disponível em: https://www.todoestudo.com.br/biologia/oxiurose-enterobiose. Acesso em: 10 de March de 2021.

Exercícios resolvidos

1. [PUC]

Com relação aos parasitas e às doenças que causam, pode-se afirmar que:

I. A larva cercária do Schistosoma mansoni penetra no homem pela pele, causando-lhe a esquistossomose.

II. A teníase é a doença causada pela Taenia solium ou pela Taenia saginata.

III. A cisticercose é a doença causada pela larva da Taenia solium.

IV. A lombriga ou ascaridíase é a doença causada pelo Ascaris lumbricoides.

V. A opilação ou amarelão é a doença causada pelo Necator americanus ou pelo Ancylostoma duodenale.

VI. A filariose, que pode originar a elefantíase, é causada pela Wuchereria bancrofti.

Estão corretas:

a) Todas.

b) Apenas I, II, III, IV e V.

c) Apenas I, II, IV, V e VI.

d) Apenas II, III, IV e VI.

e) Apenas I, III, V e VI.

Resposta: A
Todos os parasitas citados estão relacionados corretamente com a doença que causam.

2. [UECE]

A lombriga é um verme que infesta os organismos humanos, provocando a ascaridíase. Caracteriza-se por ser um organismo pseudocelomado e apresentar respiração cutânea. Trata-se de um:

a) Platelminto.

b) Celenterado.

c) Nematelminto.

d) Anelídeo.

Resposta: C
Os nematelmintos são animais de corpo alongado, fino, cilíndrico e recoberto por uma cutícula. Apresentam respiração cutânea, digestão extra e intracelular, pseudoceloma e cordões nervosos.

Источник: https://www.todoestudo.com.br/biologia/oxiurose-enterobiose

OXIURÍASE – Infecção pelo Enterobius vermicularis

Oxiuríase: o que é, sintomas, transmissão e tratamento

O oxiúro (alguns chamam de oxiúrus), conhecido cientificamente como Enterobius vermicularis ou Oxiurus vermicularis, é um helminto nematódeo (verme) de forma cilíndrica e cor branca, que mede cerca de 1 cm e provoca uma verminose intestinal denominada enterobíase, oxiuríase ou oxiurose. Na linguagem popular, o oxiúrus é conhecido como tuxina.

A oxiuríase é uma parasitose cujo principal sintoma é a uma coceira anal, geralmente intensa e com predomínio noturno, o que costuma atrapalhar o sono dos indivíduos acometidos.

O ser humano é o único hospedeiro natural do oxiúro, e sua infecção ocorre em todos os países e grupos socioeconômicos. A enterobíase pode surgir em qualquer idade, mas é observada com maior frequência entre as crianças em idade escolar de 5 a 10 anos, sendo relativamente rara em crianças com menos de 2 anos de idade.

O Enterobius vermicularis é um verme que vive no intestino dos humanos, mais especificamente na região do ceco (início do intestino grosso) e do apêndice.

Após o acasalamento, o macho morre e é eliminado pelas fezes. As fêmeas grávidas permanecem no ceco e, à noite, se movem através do intestino em direção ao ânus, local onde costumam implantar seus ovos. Cada fêmea pode colocar até 10.000 ovos.

Após a deposição dos ovos, a fêmea tenta retornar para dentro do ânus, algumas conseguem, outras não, sendo eliminadas nas fezes.

Oxiúros – aproximadamente 1,0 cm de comprimento

Transmissão do verme oxiúrus

O Enterobius vermicularis tem um ciclo de vida relativamente simples, que inicia-se com a deposição de ovos pelas fêmeas grávidas na mucosa da região perianal. A partir deste momento, a infecção costuma seguir três caminhos:

1. Autoinfecção

A presença dos ovos provoca intensa coceira anal. Se o paciente coçar a região do ânus, ele pode contaminar suas mãos e unhas com os ovos do verme. Se a mão contaminada for levada à boca em algum momento, o paciente volta a se contaminar. Os ovos ingeridos eclodem no intestino delgado, dando origem a uma nova geração de Enterobius vermicularis.

2. Retroinfecção

Após 3 semanas, os ovos implantados na região perianal eclodem e dão origem a novos vermes. Estes vermes podem entrar pelo ânus e seguir em direção ao ceco, onde irão se acasalar novamente.

3. Heteroinfecção

A transmissão do oxiúrus para outras pessoas pode ocorrer através de mãos contaminadas com ovos.

O paciente coça o ânus, contamina suas mãos e pode transmitir os ovos ao preparar alimentos, manipular objetos ou cumprimentar outros indivíduos.

Pessoas que moram no mesmo ambiente de pacientes contaminados são as que têm mais riscos de serem contaminadas. Toalhas e roupas de cama estão frequentemente infectados com ovos de Enterobius vermicularis, o que facilita o contágio dos cônjuges.

Os ovos começam a perder a capacidade de infectar após 1 ou 2 dias sob condições quentes e secas, mas podem sobreviver por mais de duas semanas em ambientes frescos ou úmidos.

Sintomas

A maioria dos paciente infectados pelo oxiúrus não apresenta sintomas. Em geral, os sintomas surgem quando o paciente já se reinfectou sucessivamente, a ponto de ter uma grande quantidade de vermes no seu trato intestinal, o que pode ocorrer somente meses depois da contaminação inicial.

Quando o verme provoca sintomas, o mais comum é a coceira anal. Em alguns casos, a coceira é intensa e deixa o paciente inquieto e com dificuldade de dormir. Os vermes adultos podem migrar para locais além do ânus, como a região vaginal. Nas mulheres pode haver vulvovaginite (inflamação da vulva e da vagina), coceira e corrimento vaginal.

Ocasionalmente, em paciente que se auto contaminam repetidamente, a carga de vermes nos intestinos pode ser tão alta, que o paciente passa a sentir os sintomas típicos das parasitoses intestinais, tais como dor abdominal, dor para evacuar, náuseas e vômitos. A obstrução do apêndice pelos vermes é possível, podendo provocar um quadro de apendicite aguda.

Os pacientes que coçam a área anal freneticamente podem provocar escoriações na mucosa, facilitando a infecção das feridas por bactérias.

Diagnóstico

Como a eliminação do Enterobius vermicularis pelas fezes pode ser errática, ou seja, não apresenta um calendário regular ou previsível, o exame parasitológico de fezes comum não costuma ser positivo para o verme ou seus ovos. Com este exame, somente 10% dos pacientes infectados conseguem ser diagnosticados.

A oxiuríase é mais facilmente diagnosticada através do método de Graham, no qual se usa uma fita adesiva na pele ao redor do ânus para que os ovos localizados nesta região adiram à fita. Estes ovos, então, são colocados sobre uma lâmina de vidro e visualizados sob um microscópio.

Material colhido da unha de crianças infectadas também pode ser útil para avaliação microscópica, pois frequentemente contém ovos de oxiúrus.

Tratamento

O tratamento da oxiuríase é simples e deve ser feito preferencialmente em todas as pessoas que moram na mesma casa.

As opções mais usadas para tratar a oxiuríase são:

  • Albendazol, 10 mg/kg em dose única, até o máximo de 400 mg. Repete-se a dose em duas semanas.
  • Mebendazol, 100 mg, 2 vezes ao dia*, durante 3 dias consecutivos. Repete-se a dose em duas semanas.
  • Pamoato de pirantel, 10 mg/kg, dose única, até o máximo de 1000 mg.

* 100 mg em dose única é uma alternativa sugerida por alguns autores.

A taxa de cura com estes esquemas é elevadíssima, acima de 95%. Entretanto, se as pessoas que moram na mesma casa não forem também tratadas, o risco de reinfecção é alto.

Também de forma a prevenir reinfecções, roupas de cama, toalhas, cuecas, calcinhas e pijamas devem ser lavados e trocados diariamente por pelo menos 2 semanas. Brinquedos devem ser lavados a cada 3 dias por pelo menos 3 semanas. As unhas devem ser cortadas bem rente para dificultar a deposição de ovos entre as mesmas durante o ato de coçar o ânus.

Como o verme costuma colocar seus ovos durante a noite, tomar banho e lavar a região perianal de manhã, assim que acordar, ajuda a eliminar esses ovos, diminuindo o risco de surgimento de uma nova geração de vermes dentro de 3 semanas. Também é importante lavar bem as mãos antes de cada refeição e após qualquer evacuação.

Enterobíase: sintomas, tratamentos e causas

Oxiuríase: o que é, sintomas, transmissão e tratamento

Enterobíase é uma das infecções intestinais mais comuns do mundo, presente mesmo em países desenvolvidos. A infecção é causada pelo verme nematódeo Enterobius vermicularis, também chamado de oxiúro.

O oxiúro é pequeno, achatado e branco, e pode viver no cólon e reto de humanos. Do comprimento de um grampo, a fêmea do verme viaja até o ânus da pessoa infectada durante a noite para depositar seus ovos.

A enterobíase é mais comum em crianças em idade escolar, sendo que os oxiúros podem ser facilmente transmitidos de uma criança a outra. O tratamento envolve medicamentos orais que matam os organismos. Para resultados mais efetivos, toda a família deve ser tratada.

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Causas

A enterobíase é transmitida por via fecal-oral, ou seja, através da transferência de ovos do ânus para a boca de alguém, seja diretamente com a mão ou indiretamente, por meio de roupas contaminadas, roupas de cama, alimentos ou outros artigos. Asim que são ingeridos, os ovos partem para o intestino.

Os ovos se tornam infecciosos dentro de algumas horas após terem sido depositados sobre a pele em torno do ânus e podem sobreviver durante duas a três semanas na roupa, roupa de cama ou outros objetos.

As pessoas são infectadas, ao engolir ovos de traça-infecciosos que estão nos dedos, sob as unhas, ou na roupa, roupa de cama e outros objetos contaminados.

Por causa de seu pequeno tamanho, os ovos de traça podem ser ingeridos durante a respiração.

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Fatores de risco

Fatores de risco para enterobíase incluem:

  • Ter entre 5 e 14 anos
  • Viver em espaços lotados ou passar muito tempo convivendo com um grande número de pessoas
  • Viver em um clima temperado.

Sintomas de Enterobíase

Os sintomas de enterobíase podem incluir:

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  • Coceira na região anal ou vaginal
  • Insônia
  • Irritabilidade e agitação
  • Dor abdominal intermitente
  • Náuseas.

Algumas pessoas com enterobíase não apresentam sintomas.

Buscando ajuda médica

Marque uma consulta médica se você ou seu filho(a) experimentar qualquer sintoma de enterobíase. É importante tentar ao máximo não coçar a área até a consulta médica, para evitar a transmissão.

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Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar enterobíase são:

  • Clínico geral
  • Infectologista
  • Pediatra.

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

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  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
  • Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.

O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

  • Quando os sintomas começaram?
  • Os sintomas são contínuos ou ocasionais?
  • Quão graves são os sintomas?
  • Alguma coisa parece melhorar os sintomas?
  • O que, se alguma coisa, parece piorar os sintomas?

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Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para enterobíase, algumas perguntas básicas incluem:

  • Qual a causa mais provável para os sintomas?
  • Quais as outras causas possíveis para os sintomas?
  • Que tipos de testes são necessários?
  • Devo consultar um especialista?
  • Há algum material impresso que posso levar comigo? Quais sites você recomenda?

Não hesite em fazer outras perguntas, caso elas ocorram no momento da consulta.

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Diagnóstico de Enterobíase

O diagnóstico da enterobíase é feito com três técnicas simples:

  • Observar se os vermes aparecem na região do ânus cerca de duas a três horas após a pessoa dormir
  • Encostar uma fita adesiva transparente na região anal ao amanhecer, para coletar possíveis ovos de oxiúro que poderão ser observados no microscópio. Esse procedimento deve ser repetido pelo menos três vezes, assim que a pessoa acorda
  • Se a coceira anal é um sintoma, podem ser coletadas amostras de pele abaixo das unhas para análise em laboratório.

Tratamento de Enterobíase

Os medicamentos usados para tratar enterobíase são mebendazol, pamoato de picarintel e albendazol.

As três medicações são ministradas em duas doses – uma no início do tratamento e outra duas semanas depois. A primeira dose do medicamento nem sempre irá matar todos os ovos e oxiúros.

Dessa forma, a segunda dose serve para evitar uma reinfecção e matar os vermes que não foram eliminados da primeira vez.

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Infecções reincidentes são tratadas com o mesmo método. Em casas, escolas ou creches em que há uma pessoa infectada, é recomendado que todas as pessoas recebam tratamento mesmo que não apresentem sintomas. Isso evita a transmissão.

Crianças com menos de 2 anos que foram infectadas podem sofrer efeitos colaterais do tratamento. É necessário discutir os riscos com o profissional de saúde que está acompanhando o quadro.

Medicamentos para Enterobíase

Os medicamentos mais usados para o tratamento de enterobíase são:

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  • Annita
  • Albentel
  • Helmiben
  • Mebendazol (gotas)
  • Mebendazol (comprimidos)

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Complicações possíveis

A enterobíase raramente causa complicações. Em raras ocasiões, infestações graves podem causar infecções nos genitais femininos ou perda de peso acentuada.

Referências

Mayo Clinic

American Academy of Family Physicians

Centers For Disease Control And Prevention

Источник: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/enterobiase

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