Para que serve o remédio Atropina

Atropina 1 % Solução Oftálmica Estéril 5ml

Para que serve o remédio Atropina

OURO

Atropina produz dilatação da pupila e paralisação da acomodação visual, sendo indicada em oftalmologia, para exames de fundo de olho, exames de refração e para prevenir aderências em determinadas inflamações oculares.

Como o Atropina funciona?

Atropina produz dilatação da pupila e a paralisação da acomodação visual. O medicamento começa a agir logo após a aplicação nos olhos e demora cerca de 30 a 40 minutos para atingir seu efeito máximo.

  • Você deve usar este medicamento exclusivamente nos olhos.
  • Antes de usar o medicamento, confira o nome no rótulo para não haver enganos.
  • Não utilize Atropina caso haja sinais de violação e/ou danificações do frasco.
  • A solução já vem pronta para uso. Não encoste a ponta do frasco nos olhos, nos dedos e nem em outra superfície qualquer para evitar a contaminação do frasco e do colírio.
  • Você deve aplicar o número de gotas da dose recomendada pelo seu médico em um ou ambos os olhos.

A dose usual é de 1 a 2 gotas aplicadas no(s) olho(s) afetado(s), ou de acordo com critério médico. Deve-se comprimir o saco lacrimal por 1 ou 2 minutos, após a aplicação do colírio, para reduzir ou evitar a absorção sistêmica da droga.

A duração do tratamento deve ser estabelecida pelo seu médico.

Feche bem o frasco depois de usar.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Atropina?

Você deve retornar a utilização do medicamento assim que se lembrar seguindo normalmente os intervalos de horários entre as aplicações até o final do dia. No dia seguinte, retornar aos horários regulares.

Para não contaminar o colírio evite o contato do conta-gotas com qualquer superfície. Não permita que a ponta do frasco entre em contato direto com os olhos.

O manuseio errado pode contaminar o colírio e causar infecções nos olhos. Procure imediatamente o seu médico para receber orientação adequada, se tiver algum traumatismo ou infecção.

Atropina é um medicamento de uso exclusivamente tópico ocular.

Uso durante a Gravidez e Lactação

Na ocorrência de gravidez ou se estiver amamentando, consulte o médico antes de fazer uso de medicamentos.

Uso em idosos

Antes da instilação de Atropina, a pressão intraocular deve ser medida em pacientes idosos.

Não existem restrições de uso para pacientes idosos. A posologia é a mesma que a recomendada para as outras faixas etárias.

Interferência na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Devido à possibilidade de borramento da visão, a Atropina pode causar distúrbios na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas, recomendando-se cautela aos pacientes nessas situações.

Pacientes que utilizam lentes de contato

Tire as lentes antes de aplicar Atropina em um ou ambos os olhos e aguarde pelo menos 15 minutos para recolocá-las.

Frasco plástico conta-gotas contendo 5 ml de solução oftálmica estéril de sulfato de atropina (5 mg/ml ou 10 mg/ml).

Cada ml (28 gotas) contém:

5 mg de sulfato de atropina (0,178 mg/gota).

Veículo: Ácido bórico, citrato de sódio diidratado, edetato dissódico, polissorbato 80, cloreto de benzalcônio e água purificada q.s.p.

Cada ml (27 gotas) contém:

10 mg de sulfato de atropina (0,370 mg/gota).

Veículo: Ácido bórico, citrato de sódio diidratado, edetato dissódico, polissorbato 80, cloreto de benzalcônio e água purificada q.s.p.

Falta de coordenação muscular, alucinação, incoerência verbal, hiperatividade, convulsão e febre.

Em caso de superdose, o paciente deverá ser encaminhado a um centro médico apropriado onde serão tomadas as condutas habituais para intoxicação atropínica.

Código do produto:1913
EAN:7897316801154
Tipo de Medicamento:Novo
Registro MS:1014700910021
Classe Terapêutica:Midriáticos E Cicloplégicos
Princípio Ativo:Sulfato de Atropina

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Источник: https://www.drogariaminasbrasil.com.br/atropina-1-solucao-oftalmica-esteril-5-ml

Atropion

Para que serve o remédio Atropina

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

A 4Medic não vende nenhum tipo de medicamento

Apresentação de Atropion

Solução injetável: Embalagem contendo 100 ampolas de 1 mL.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição Cada mL da solução injetável contém: sulfato de atropina …………………………………………………………………….. 0,25 mg excipientes (solução de ácido sulfúrico, água para injeção) q.s.p. ……….. 1 mL Cada mL da solução injetável contém:

sulfato de atropina …………………………………………………………………….. 0,50 mg excipientes (solução de ácido sulfúrico, água para injeção) q.s.p. ……….. 1 mL

Atropion – Indicações

É indicado como coadjuvante no tratamento de úlcera péptica, doenças espásticas do trato gastrintestinal e biliar, no tratamento da hipermotilidade do cólon, no tratamento sintomático de enfermidades do aparelho geniturinário (por exemplo: no alívio de cólicas ureterais e renais, na incontinência urinária, no espasmo da musculatura uterina), como medicação pré-anestésica para reduzir a salivação e a secreção do trato respiratório e para bloquear o reflexo inibitório vagal no coração durante a introdução da anestesia e intubação (reestabelecimento da freqüência cardíaca e pressão arterial), no tratamento de arritmias ou bradicardia sinusal severa e síncope devido à hiperatividade do reflexo sino-carotídeo, no controle do bloqueio cardíaco atrioventricular decorrente de um aumento da atividade vagal (por exemplo, em alguns casos após a administração de digitálicos), como coadjuvante em radiografias gastrintestinais, no tratamento de parkinsonismo, na profilaxia e tratamento de intoxicações por inibidores da colinesterase (por exemplo: inseticidas organofosforados), drogas colinérgicas e muscarina.

Contra-indicações de Atropion

Hipersensibilidade aos medicamentos anticolinérgicos, asma, glaucoma, ou tendência ao glaucoma, adesão entre a íris e o cristalino, taquicardia, estado cardiovascular instável em hemorragia aguda, isquemia do miocárdio, enfermidades obstrutivas gastrintestinais e geniturinárias, íleo paralítico, atonia intestinal em pacientes geriátricos ou debilitados, colite ulcerativa severa, megacólon tóxico associado à colite ulcerativa, enfermidades hepáticas e renais severas, miastenia grave.

Advertências

Pode ocorrer sonolência, tontura e visão distorcida. Os pacientes devem ser alertados para redobrar os cuidados ao dirigir ou ao executarem atividades potencialmente perigosas.

Usar com cautela em colite ulcerativa, hérnia de hiato associada com esofagite de refluxo, hipertrofia postática, prostatismo, cardiopatias, hipertensão, doenças pulmonares crônicas, alergia, neuropatia autonômica, hipertireoidismo, disfunção hepática e renal, retenção urinária e uropatia obstrutiva.

O uso prolongado de antimuscarinídeos, por diminuir o fluxo salivar, contribui para o desenvolvimento de cáries, enfermidade periodental e candidíase oral. Pode ocorrer um rápido aumento de temperatura, principalmente em crianças e em locais com temperatura elevada, devido à diminuição da sudorese.

Não se recomenda o uso do medicamento na presença de diarréia que pode ser o sinal inicial de uma obstrução intestinal incompleta. Pode ocorrer psicose anticolinérgica em indivíduos sensíveis, especialmente em pacientes geriátricos, com sintomas decorrentes de alterações no Sistema Nervoso Central.

Usar com cautela na úlcera gástrica devido a um possível retardamento no esvaziamento gástrico. Pode ser necessária uma redução na dosagem em pacientes com olhos claros, geriátricos, com síndrome de Down, lesão cerebral e paralisia espástica, devido a possibilidade de exacerbação dos efeitos da atropina, com conseqüente aumento das reações adversas.

Recomenda-se a monitorização da pressão ocular em tratamentos prolongados. A atropina atravessa a placenta e pode ocasionar efeitos não desejáveis no feto. Usar só quando estritamente necessário. A atropina pode ser excretada no leite materno. Não se recomenda a amamentação durante o uso do medicamento.

Crianças pequenas são extremamente sensíveis aos efeitos adversos da atropina. O seu uso nestes pacientes deve ser acompanhado de estreita vigilância.

Interações medicamentosas de Atropion

Interações medicamentosas A atropina pode retardar a absorção gástrica de outros medicamentos e pode diminuir a eficácia do haloperidol e fenotiazinas em pacientes esquizofrênicos ou psicóticos.

Pode também intensificar os efeitos de outros medicamentos com ação antimuscarínica como os antidepressivos tricíclicos, os IMAO, a amantadina e os anti-histamínicos. Pode ocorrer interação com o ciclopropano, ocasionando arritmias ventriculares.

No uso com o cetoconazol, administrar a atropina após duas horas, no mínimo.

Pode ocorrer interferência com a ação antiglaucomatosa do carbacol, pilocarpina ou outros medicamentos oftálmicos do tipo inibidores da colinesterase. O atenolol pode ter seus efeitos aumentados quando usado simultaneamente com anticolinérgicos.

Interferência em exames laboratoriais Os antimuscarínicos podem antagonizar o efeito da pentagastrina e da histamina na avaliação da função secretória ácida gástrica. Não se recomenda o seu uso pelo menos durante as 24 horas anteriores à prova.

A atropina utiliza o mesmo mecanismo tubular renal de secreção da fenossulfoftaleína, produzindo diminuição da excreção urinária desta. Pacientes submetidos a esta prova não devem tomar atropina simultaneamente.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Atropion

Gastrintestinais: xerostomia, náusea, vômito, disfagia, azia, constipação, íleo paralítico.

Geniturinário: retenção urinária, impotência.

Ocular: visão distorcida, midríase, fotofobia, cicloplegia, aumento da pressão ocular.

Cardiovascular: palpitação, bradicardia (baixas doses de atropina), taquicardia (altas doses).

Sistema Nervoso Central: cefaléia, sonolência, fadiga, desorientação, nervosismo, insônia, perda temporária da memória, confusão mental e excitação especialmente em pacientes geriátricos. Altas doses podem ocasionar estimulação do Sistema Nervoso Central (inquietação e tremores).

Hipersensibilidade: reações alérgicas severas incluindo anafilaxia, urticária e outras manifestações cutâneas.

Outros: supressão da lactação, congestão nasal, diminuição da sudorese.

Atropion – Posologia

A posologia deve ser estabelecida à critério médico.

A injeção intravenosa pode ser feita lentamente. De modo geral, recomenda-se:

Antimuscarínico: ? Adultos: 0,4 a 0,6 mg (via intramuscular, intravenosa ou subcutânea), a cada 4 a 6 horas.

? Crianças: 0,01 mg/kg (via subcutânea), sem ultrapassar 0,4 ou 0,3 mg por m² de superfície corporal, em intervalos de 4 a 6 horas.

Arritmias: ? Adultos: 0,4 a 1 mg (via intravenosa), a cada 1 a 2 horas, até no máximo 2 mg.

? Crianças: 0,01 a 0,03 mg/kg (via intravenosa).

Radiografia gastrintestinal:

? Adultos: 1 mg (via intramuscular).

Pré-medicação anestésica: ? Adultos: 0,2 a 0,6 mg (via intramuscular), entre meia a uma hora antes da cirurgia.

? Crianças (via subcutânea): até 3 kg: 0,1 mg; de 7 a 9 kg: 0,2 mg; de 12 a 16 kg: 0,3 mg; de 20 a 27 kg: 0,4 mg; com 32 kg: 0,5 kg; com 41 kg: 0,6 mg. Para pesos intermediários não especificados use a dosagem intermediária correspondente.

Coadjuvante colinérgico (bloqueio curariforme):

? Adultos: 0,6 a 1,2 mg (via intravenosa), antes ou concomitante à administração de neostigmina (seringas separadas).

Antídoto de inibidores da colinesterase: ? Adultos: inicialmente 2 a 4 mg (via intravenosa) seguidos de 2 mg repetidos a intervalos de 5 a 10 minutos até que desapareçam os sintomas muscarínicos.

? Crianças: inicialmente 1 mg (via intravenosa ou intramuscular), seguidos de 0,5 a 1 mg a cada 5 ou 10 minutos, até que desapareçam os sintomas muscarínicos.

Antídoto de organofosforados e muscarina (intoxicações fúngicas): ? Adultos: 1 a 2 mg cada hora, por via intravenosa ou intramuscular até remissão dos efeitos respiratórios ou até desaparecimento da cianose.

Nas intoxicações por inseticidas fosforados, repetir a dose a cada 20 a 30 minutos até o desaparecimento da cianose. Prosseguir até melhora definitiva, o que pode suceder, em certos casos, em dois ou mais dias.

Superdosagem

Os sintomas da intoxicação atropínica são bem característicos: visão turva, confusão mental, dificuldade de respiração, debilidade muscular severa, náuseas, sonolência, secura pronunciada da boca, nariz e garganta, taquicardia, febre, alucinações, convulsões, nervosismo, sensação de calor. Para o tratamento da intoxicação deve-se administrar fisostigmina intravenosa lenta 0,5 a 2 mg (crianças) ou 1 a 5 mg (adultos) em doses divididas; barbitúricos ou benzoadiazepínicos se houver efeito a nível central; norepinefrina ou metaraminol na ocorrência de hipotensão arterial.

Medidas complementares incluem respiração artificial e hidratação.

Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco

Utilizar com cautela em pacientes idosos, devido a maior sensibilidade destes aos efeitos adversos do medicamento. Pode ocorrer precipitação de glaucoma não diagnosticado, excitação, agitação, sonolência ou confusão.

Atropion – Informações

A atropina é um alcalóide natural da beladona e possui ação anticolinérgica e antiespasmódica.

Atua inibindo a atividade muscarínica da acetilcolina nos sítios neuroefetores parassimpáticos pósganglionares, inclusive no músculo liso, glândulas secretoras e Sistema Nervoso Central.

A sua metabolização é hepática, através da hidrólise enzimática e a eliminação é renal, sendo que 30 a 50% da dose administrada é eliminada sem metabolização.

Dizeres legais

MS – 1.0270.0057 Farmacêutico Responsável: Dr. Celso C. Hojaij – CRF-SP ? 15.815 Ariston Indústrias Químicas e Farmacêuticas Ltda. Rua Adherbal Stresser, 84 – São Paulo – SP – CEP 05566-000

C.N.P.J. 61.391.769/0001-72 – Indústria Brasileira

Atropion – Bula para o Paciente

? Ação esperada do medicamento A atropina é utilizada em terapêutica como agente que combate as arritmias, alivia a dor, diminui o fluxo salivar e a secreção excessiva do trato respiratório. ? Cuidados de conservação Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C) e proteger da luz. ? Prazo de validade 24 meses a partir da data de fabricação.

Ao adquirir um medicamento, verifique o prazo de validade na embalagem. O produto mantém sua estabilidade, desde que sejam observados os cuidados de conservação indicados. Não utilize medicamentos após vencido o prazo de validade. ? Gravidez e lactação Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informar ao médico se está amamentando. ? Cuidados de administração Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. ? Interrupção do tratamento Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

? Reações adversas Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis com o uso do produto, tais como: secura da boca, nariz e garganta, sede intensa, erupções cutâneas, dificuldade de respiração, dor nos olhos, confusão mental ou agitação. ? Interações medicamentosas A atropina pode aumentar os efeitos de outros medicamentos com ação antimuscarínicas.

? Precauções e contra-indicações O produto é contra-indicado em pacientes sensíveis aos medicamentos anticolinérgicos. Recomenda-se redobrar os cuidados com a higiene bucal no uso prolongado da atropina, devido a diminuição ou inibição do fluxo salivar, o que contribui para o desenvolvimento de cáries e enfermidades bucais.

Em crianças, principalmente em locais com alta temperatura ambiente e, às vezes, também em adultos, pode ocorrer um rápido aumento de temperatura. Deve-se estar atento a este sintoma.

Deve-se ter precaução especial quando a atropina for utilizada em crianças, pacientes geriátricos ou debilitados, pacientes com síndrome de Down, lesão cerebral ou paralisia espástica, pessoas com olhos claros, pois os efeitos adversos podem mostrar-se aumentados nestes indivíduos. Pode ocorrer sonolência, tontura e visão distorcida; recomenda-se redobrar os cuidados ao dirigir ou executar tarefas potencialmente perigosas.

? TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

? NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.

Data da bula

24/06/2013

Источник: https://noticias.4medic.com.br/bula/atropion/

Atropina: conheça as utilizações dessa medicação! – Vitta

Para que serve o remédio Atropina

A atropina pertence a um grupo de fármacos designados por anticolinérgicos. Estas substâncias se opõem aos efeitos da acetilcolina, principal mediador químico do sistema nervoso parassimpático e, consequentemente, aos efeitos do sistema nervoso parassimpático. 

Este medicamento exerce múltiplos efeitos periféricos no organismo, atuando sobre vários órgãos e sistemas. A medicação pode ser utilizada em distúrbios dos aparelhos cardiocirculatório, respiratório e digestivo, do sistema nervoso central e do olho. 

Indicação 

Atropina é um medicamento indicado para o bloqueio temporário de efeitos muscarínicos graves ou potencialmente letais, por exemplo, como um agente contra a salivação, um agente contra o sistema nervoso mediado pelo nervo vago, um antídoto para intoxicação por organofosforados, carbamatos ou cogumelos muscarínicos e para tratar ritmo cardíaco lento (bradicardia) sintomático. 

Formato e embalagens 

Solução injetável nas concentrações de 0,25 mg/mL ou 0,50 mg/mL. 

Embalagens contendo 100 ampolas de 1 mL. 

Uso

Via de administração intravenosa, intramuscular, subcutâncea, intraóssea e endotraqueal.

Indicado ao uso adulto e pediátrico. 

Versão 0,25 mg/mL

Cada mL da solução injetável contém: 

Sulfato de atropina monoidratada (equivalente a 0,25 mg de sulfato de atropina) → 0,2566 mg.

Excipientes em 1 mL → Solução de ácido sulfúrico e água para injetáveis.

Versão 0,50 mg/mL

Cada mL da solução injetável contém: 

Sulfato de atropina monoidratada (equivalente a 0,50 mg de sulfato de atropina) → 0,513 mg.

Excipientes em 1 mL → Solução de ácido sulfúrico e água para injetáveis.

Contraindicações 

O uso deste medicamento é contraindicado em casos de hipersensibilidade à substância ativa do fármaco ou a qualquer componente da formulação. 

Além do caso citado acima, a medicação dispõe também de contraindicações para pessoas com: 

  • Asma, glaucoma ou tendência ao glaucoma (elevação da pressão dentro dos olhos); 
  • Adesão entre íris e o cristalino; 
  • Taquicardia (aumento da frequência cardíaca);
  • Estado cardiovascular instável em hemorragia aguda; 
  • Isquemia do miocárdio; 
  • Enfermidades obstrutivas gastrintestinais e geniturinárias; 
  • Íleo paralítico; 
  • Atonia intestinal em pacientes geriátricos ou debilitados; 
  • Colite ulcerativa severa; 
  • Megacólon tóxico associado à colite ulcerativa; 
  • Enfermidades hepáticas e renais severas; 
  • Miastenia grave. 

Interações medicamentosas

A administração subsequente pode intensificar os efeitos dos medicamentos de ação antimuscarínica, como os antidepressivos tricíclicos, os IMAO, a amantadina e os anti-histamínicos.

Pode ocorrer interação com o ciclopropano, ocasionando arritmias ventriculares. 

A atropina pode diminuir a absorção do cetoconazol, recomenda-se administrar a medicação somente após 2 horas, em pacientes que fazem o uso de cetoconazol.

Pode ocorrer interferência com a ação antiglaucomatosa do carbacol, pilocarpina ou outros medicamentos oftálmicos do tipo inibidores da colinesterase. O atenolol pode ter seus efeitos aumentados quando usado simultaneamente com anticolinérgicos. 

Mexiletina

A injeção da medicação diminuiu a taxa de absorção da mexiletina sem alterar a biodisponibilidade oral relativa, esse atraso na absorção de mexiletina foi revertido pela combinação de atropina e metoclopramida intravenosa durante o pré-tratamento para anestesia.  

Interação medicamento – exames laboratoriais 

Os antimuscarínicos podem antagonizar o efeito da pentagastrina e da histamina na avaliação da função secretora ácida gástrica. Não se recomenda o seu uso pelo menos durante as 24 horas anteriores à avaliação. 

O medicamento utiliza o mesmo mecanismo tubular renal de secreção da fenossulfoftaleína, produzindo diminuição da excreção urinária desta. Pacientes submetidos à avaliação nefrológica não devem tomar este medicamento simultaneamente.

ATENÇÃO: Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde!

O que fazer caso você esqueça de usar este medicamento 

Caso haja esquecimento de administração de uma dose, esta deverá ser feita assim que possível, respeitando-se, a seguir, o intervalo determinado pela posologia e as orientações médica. 

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista. 

Agravamento da cardiopatia isquêmica

Em pacientes com cardiopatia isquêmica, a dose total deve ser restrita a 2 a 3 mg (máximo 0,03 a 0,04 mg/kg) para evitar taquicardia induzida por atropina, aumento da demanda miocárdica de oxigênio e potencial para piorar a isquemia cardíaca ou aumentar o tamanho do infarto. 

Glaucoma agudo

Este medicamento pode precipitar o glaucoma agudo.

Obstrução pilórica

Este medicamento pode converter estenose pilórica orgânica parcial em obstrução completa.

Retenção urinária completa

A atropina pode levar à retenção urinária completa em pacientes com hipertrofia prostática. 

Tampões viscerais

Este medicamento pode causar espessamento das secreções brônquicas e formação de tampões viscerais em pacien s com doença pulmonar crônica. 

As reações adversas foram identificadas durante o uso pós-aprovação da medicação. Visto que essas reações são relatadas voluntariamente por uma população de tamanho incerto, nem sempre é possível estimar com segurança sua frequência ou estabelecer uma relação causal com a exposição ao medicamento.

A maioria dos efeitos colaterais da atropina está diretamente relacionada à sua ação antimuscarínica. Boca seca, visão turva, fotofobia e taquicardia ocorrem com frequência. Anidrose pode produzir intolerância ao calor.

Constipação e dificuldade na micção podem ocorrer. Reações de hipersensibilidade ocasionais foram observadas, incluindo erupções cutâneas graves. Íleo paralítico pode ocorrer. Exacerbação de refluxo foi relatado.

Doses maiores ou tóxicas podem produzir efeitos tão centrais como a inquietação, tremores, fadiga, dificuldades locomotoras, delírio, seguidos de alucinações, depressão e em última análise, paralisia medular e morte. Grandes doses também podem levar ao colapso circulatório.

Nesses casos, o declínio da pressão arterial e a morte por insuficiência respiratória podem ocorrer após paralisia e coma.

Gastrointestinais

Xerostomia, náusea, vômito, disfagia, azia, constipação e íleo paralítico. 

Ocular

Visão distorcida, midríase, fotofobia, cicloplegia e aumento da pressão ocular. 

Cardiovascular

Palpitação, bradicardia (após administração de doses baixas) e taquicardia (após administração de doses altas).

Sistema Nervoso Central

Cefaleia, sonolência, fadiga, desorientação, nervosismo, insônia, perda temporária da memória, confusão mental e excitação, especialmente em pacientes geriátricos. Altas doses podem ocasionar estimulação do Sistema Nervoso Central (inquietação e tremores).

Hipersensibilidade II

Reações alérgicas severas incluindo anafilaxia, urticária e outras manifestações cutâneas. Outros: supressão da lactação, congestão nasal e diminuição da sudorese. 

Superdose

A superdose de atropiona pode causar palpitações, pupilas dilatadas, dificuldade para engolir, pele seca e quente, sede, tontura, agitação, tremores, fadiga e ataxia.

Doses tóxicas levam a inquietação e excitação, alucinações, delírio e coma. Depressão e colapso circulatório ocorrem apenas com intoxicação grave.

Nesses casos, a pressão arterial diminui e a morte por insuficiência respiratória pode ocorrer após paralisia e coma. 

A dose fatal desta medicação (para adultos) não é conhecida. Em populações pediátricas, 10 mg ou menos podem ser fatais. 

No caso de superdosagem tóxica, pode ser administrado um barbitúrico de ação curta ou diazepam, conforme necessário, para controlar a excitação e as convulsões acentuadas. Doses elevadas para sedação devem ser evitadas, pois a ação depressora central pode coincidir com a depressão que ocorre tardiamente no envenenamento pelo medicamento. 

Estimulantes centrais não são recomendados. 

A fisostigmina, administrada como antídoto de atropina por injeção intravenosa lenta de 1 a 4 mg (0,5 a 1 mg em populações pediátricas), elimina rapidamente o delírio e o coma causados por grandes doses de atropina. Visto que a fisostigmina é rapidamente destruída, o paciente pode voltar a entrar em coma após uma ou duas horas, e doses repetidas podem ser necessárias. 

Respiração artificial com oxigênio pode ser necessária. Sacos de gelo e esponjas de álcool ajudam a reduzir a febre, especialmente em populações pediátricas. 

O fármaco não é removida por diálise. 

ATENÇÃO: Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001 (Disk Intoxicação da Anvisa), se você precisar de mais orientações.

Источник: https://blog.vitta.com.br/2020/04/09/atropina-conheca-as-utilizacoes-dessa-medicacao/

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