Peito chiando: 8 principais causas e o que fazer

Contents
  1. Bronquite causa tosse e dificuldade para respirar; veja como tratar
  2. Tipos e causas
  3. Bronquite aguda
  4. Sintomas
  5. Diferença entre bronquite e asma
  6. Diferença entre bronquite e pneumonia
  7. Diferença entre bronquite e bronquiolite
  8. Diagnóstico
  9. Tratamentos
  10. Quem tem bronquite não deve fumar
  11. Como ajudar quem sofre de bronquite?
  12. Como prevenir a bronquite
  13. Tosse? Falta de ar? Sintomas que podem indicar sinal amarelo para o fumante
  14. O que é:
  15. Sintomas:
  16. O que é:
  17. É bom saber
  18. Aposte no SUS
  19. 35 Causas de Tosse com Sangue [hemoptise]
  20. De onde vem o sangramento?
  21. Causas
  22. Hemoptise por lesão das vias aéreas
  23. Hemoptise por doenças do tecido pulmonar
  24. Hemoptise por doença vascular pulmonar
  25. Hemoptise maciça
  26. Sinais e sintomas associados
  27. Febre
  28. Tosse por vários dias
  29. Perda de peso
  30. Tabagismo
  31. Hemoptise junto com a menstruação
  32. Antecedentes de infecções respiratórias de repetição
  33. Falta de ar súbita
  34. Uso de fármacos anticoagulantes
  35. Insuficiência renal aguda ou sangue na urina
  36. Edema dos membros inferior e cansaço progressivo
  37. Diagnóstico
  38. Tratamento
  39. Referências
  40. Tosse em crianças: é mais comum do que se pensa!
  41. O que é a tosse?
  42. Quais são os tipos de tosse que devem preocupar?
  43. Tosse seca crônica
  44. Tosse produtiva
  45. Tosse com sangue
  46. Tosse com sons estranhos
  47. Mudança na coloração da boca
  48. Chiado
  49. Dor no peito
  50. Presença de febre ou de desânimo
  51. Quais são as principais causas de tosse?
  52. Como prevenir algumas crises de tosse em crianças?
  53. Bronquiolite – Sintomas, Tratamentos e Causas
  54. Causas
  55. Fatores de risco
  56. Sintomas de Bronquiolite
  57. Buscando ajuda médica
  58. Na consulta médica
  59. Diagnóstico de Bronquiolite
  60. Tratamento de Bronquiolite
  61. Medicamentos para Bronquiolite
  62. Complicações possíveis
  63. Bronquiolite tem cura?
  64. Referências
  65. O que é bronquite, dos sintomas ao tratamento
  66. Sinais e sintomas
  67. Fatores de risco
  68. A prevenção
  69. O diagnóstico
  70. O tratamento

Bronquite causa tosse e dificuldade para respirar; veja como tratar

Peito chiando: 8 principais causas e o que fazer

Brônquios são tubos que levam o ar para dentro dos pulmões.

Eles se ramificam a partir da traqueia, até formarem os bronquíolos, que por sua vez alcançam os alvéolos pulmonares, estruturas onde ocorre a troca gasosa.

Quando essas estruturas ficam inflamadas por algum motivo, dizemos que a pessoa está com bronquite —as vias aéreas se estreitam e surgem sintomas como tosse, catarro, falta de ar e chiado no peito.

Tipos e causas

Existem dois tipos principais de bronquite: a aguda e a crônica. Apesar do mesmo nome e de muitos sintomas em comuns, essas doenças são bem diferentes e, por isso, devem ser tratadas de forma distinta.

Bronquite aguda

Como o nome diz, é uma doença que começa de repente, e costuma durar de cinco dias a quatro semanas. Nesse caso, a inflamação nos brônquios é de origem infecciosa. Os principais causadores são vírus (como influenza ou parainfluenza).

Em casos raros, germes como o Mycoplasma pneumoniae e a Chlamydia podem deflagrar bronquite.

A exposição eventual a agentes irritantes, como poluentes e produtos químicos, também pode inflamar a traqueia e os brônquios, causando um quadro semelhante ao da bronquite aguda.

As bronquites infecciosas são mais frequentes no inverno e em crianças.

É uma doença caracterizada pela inflamação crônica dos brônquios, com perda progressiva da função pulmonar. Oficialmente, o diagnóstico da bronquite crônica é definido quando a pessoa tem sintomas por no mínimo três meses ao ano, durante dois anos consecutivos.

A bronquite crônica e o enfisema pulmonar são duas manifestações de DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica). Ambas costumam se sobrepor, mas no enfisema já existe o alargamento de bronquíolos e a destruição da parede de alvéolos, com formação de bolhas de ar.

A maioria dos casos (80% a 90%) de DPOC é provocada pelo tabagismo. Outras causas possíveis são a exposição no trabalho a poeiras e produtos químicos, ou à fumaça produzida por fornos a lenha ou à queima de querosene ou biomassa.

O problema ocorre em indivíduos com mais de 40 anos. Segundo o Ministério da Saúde, o DPOC provoca 40 mil mortes por ano, o equivalente a três mortes a cada hora.

Sintomas

As principais manifestações da bronquite aguda são:

  • Tosse (seca ou produtiva)
  • Falta de ar ou dificuldade para respirar
  • Chiado no peito
  • Febre e/ou mal-estar

Observação: se a pessoa estiver gripada, outros sintomas podem ocorrer, como nariz entupido, dor de garganta e no corpo.

Já os principais sintomas da bronquite crônica são:

  • Tosse produtiva crônica
  • Escarro (pode ser claro ou purulento)
  • Falta de ar ou dificuldade para respirar
  • Fraqueza

Observação: os sintomas podem ser mais intensos ao acordar, durante a noite ou quando a pessoa se exercita.

Diferença entre bronquite e asma

Muita gente chama asma de bronquite, ou usa os termos “bronquite asmática” ou “bronquite alérgica”, embora muitos médicos considerem esses termos ultrapassados.

Apesar de também envolver uma inflamação nos brônquios, a asma é uma doença crônica inflamatória, na maioria dos casos, de origem alérgica, ou seja, deflagrada por uma suscetibilidade individual.

A característica principal da asma é o broncoespasmo (estreitamento dos brônquios que pode ser intenso), uma reação a alérgenos específicos.

Um asmático pode ter seu quadro agravado pelo cigarro ou por infecções, mas essa não é a causa da doença.

Ainda que questões individuais também possam exercer algum papel na bronquite aguda ou crônica, em tese, qualquer pessoa pode ter essas doenças se uma infecção chegar aos brônquios, ou se exposta ao cigarro por longos períodos, respectivamente. Mas não é todo mundo que pode ter asma —no Brasil, a condição afeta cerca de 10% dos adultos ou 20% das crianças.

Diferença entre bronquite e pneumonia

Ambas envolvem uma inflamação nas vias respiratórias, com tosse, catarro, falta de ar, chiado e febre. Mas a pneumonia é mais espalhada pelo pulmão, enquanto a bronquite é limitada aos brônquios.

A pneumonia também pode ser causada por vírus (inclusive o da gripe), mas, na maioria das vezes, está relacionada a bactérias e, por isso, precisa ser tratada com antibióticos.

Esta última também costuma provocar febres mais altas, dores no peito e respiração ofegante, podendo levar a pessoa à morte se não tratada. A radiografia de pulmão pode ajudar o médico a fazer o diagnóstico diferencial.

Diferença entre bronquite e bronquiolite

A bronquiolite é uma infecção nos bronquíolos, quase sempre causada pelo VRS (Vírus Respiratório Sincicial), que acomete bebês e crianças pequenas. Também causa dificuldade para respirar.

Diagnóstico

As bronquites podem ser identificadas a partir da análise dos sintomas, histórico do paciente e ausculta (uso do estetoscópio para ouvir o coração e a respiração) e a oximetria, para checar os níveis de oxigenação. O médico também pode solicitar exames de imagem, como a radiografia de tórax ou tomografia, além da cultura de escarro.

Nas suspeitas de bronquite crônica é comum a realização do teste de espirometria. Nele, o paciente precisa expirar o máximo de ar possível num dispositivo, para verificar se há alguma obstrução.

Tratamentos

– Bronquite infecciosa

A maioria dos casos de bronquite infecciosa é autolimitada, ou seja, cede após alguns dias ou semanas só com cuidados gerais como repouso, ingestão de líquidos em abundância, manejo da febre (se necessário) e afastamento de substâncias irritantes, como a fumaça do cigarro. Vaporizadores ou umidificadores de ar também podem ser úteis, mas instruções do fabricante devem ser seguidas para se evitar a proliferação de micro-organismos.

O uso de broncodilatadores ou corticoide inalatório é indicado apenas em situações específicas. O antibiótico só é prescrito quando há suspeita de infecção bacteriana. Remédios para inibir a tosse à base de codeína devem ser evitados, ou indicados pelo médico apenas para alívio temporário quando a tosse é muito intensa.

– Bronquite crônica

Já o tratamento da bronquite crônica é permanente e envolve diversas frentes para aliviar os sintomas, controlar ou evitar as exacerbações (períodos em que as manifestações são mais intensas) e impedir a progressão da doença.

É frequente a indicação de uso regular de broncodilatadores e, às vezes, de anticolinérgicos. A inalação com corticoide deve ser adotada apenas nas exacerbações ou nos casos mais graves. Infecções podem exacerbar a doença, por isso é importante que os pacientes sejam vacinados e procurem o médico quando há gripes e resfriados.

A prática de atividade física com orientação específica para o paciente é fundamental para melhorar a falta de ar e a fadiga.

Também existem programas de reabilitação pulmonar para DPOC, que ajudam os pacientes mais graves a manter a rotina diária e a manejar as crises de falta de ar.

A oxigenoterapia, ou seja, o uso de oxigênio durante algumas horas ao dia, é indicada em casos específicos de DPOC grave.

Quem tem bronquite não deve fumar

Parar de fumar é essencial para quem sofre de bronquite. A participação em programas de cessação aumenta bastante as taxas de sucesso dos pacientes. Esses tratamentos envolvem a abordagem cognitivo comportamental (para mudar crenças e comportamentos associados a elas), e podem acompanhar medidas farmacológicas para alívio da abstinência.

Como ajudar quem sofre de bronquite?

É importante levar o paciente ao pronto-socorro sempre que apresentar dificuldade para respirar, especialmente se os lábios ou unhas ficarem azulados. Crianças, idosos, gestantes e indivíduos com doenças crônicas devem receber orientação médica sempre que têm alguma infecção respiratória.

No caso da bronquite crônica, é importante que a família e/ou cuidador também seja orientado para ajudar nas tarefas diárias e para saber como agir quando os sintomas se agravam. Como em qualquer outra doença crônica, a depressão pode surgir, e nesse caso quem está em volta pode perceber o quadro e avisar o médico.

Como prevenir a bronquite

– Vacine-se A imunização contra a gripe e pneumococos, entre outras, evitam bronquites infecciosas e também doenças que podem agravar o estado dos pacientes com bronquite crônica.

– Lave as mãos corretamente A higiene das mãos é uma forma importante de se evitar o contato com micro-organismos que causam infecção.

– Não fume Essa é a principal medida para evitar a bronquite crônica e também sintomas mais graves em casos de infecções respiratórias.

– Atenção à exposição ocupacional Se você trabalha com poeiras ou outras substâncias tóxicas, use sempre máscaras de proteção.

– Pratique atividade física regular Os exercícios ajudam a melhorar a capacidade respiratória e a imunidade e são importantes para a qualidade de vida de quem sofre de bronquite crônica.

– Tenha uma dieta equilibrada A nutrição adequada também é importante para a imunidade.

– Siga sempre as orientações médicas, e não interrompa o uso de medicamentos por conta própria.

Fontes: Flávia Velasco, pneumologista da SBPT (Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia); Maria Alenita Oliveira, pneumologista da SBPT; Marcelo Vivolo Aun, diretor da Asbai (Associação Brasileira de Alergia e Imunologia); Alexandre Naime, infectologista e consultor da SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia); Nelson Ejzenbaum, pediatra e neonatalogista, membro da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria); Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH); Ministério da Saúde

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Источник: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2019/07/02/bronquite-as-causas-os-tipos-como-tratar-e-o-que-e-a-doenca.htm

Tosse? Falta de ar? Sintomas que podem indicar sinal amarelo para o fumante

Peito chiando: 8 principais causas e o que fazer

A dificuldade para respirar alerta: chegou a hora de parar!

Poluição, exposição a produtos químicos ou poeira, fatores genéticos, infecções respiratórias recorrentes. Existem várias condições que podem desencadear uma doença nas vias aéreas. Mas quando o assunto é tabagismo, o risco de adquirir esse tipo de enfermidade aumenta exponencialmente.

Muito se fala sobre o surgimento do câncer, mas o cigarro também é um grande causador de doenças respiratórias como asma, enfisema pulmonar, bronquite crônica e a doença pulmonar obstrutiva (DPOC), considerada atualmente a segunda causa de mortalidade no mundo de acordo com um estudo recente publicado no periódico Lancet. Segundo a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), o fumo é responsável por cerca de 80% dos casos da DPOC.

Além de fazer mal para quem fuma, os componentes do cigarro prejudicam também os fumantes passivos. Conforme dados da SBPT, a exposição de gestantes e crianças à fumaça reduz o desenvolvimento dos pulmões e piora a função pulmonar com o tempo, por exemplo. Fora isso, quem convive com os fumantes também tem chance de desenvolver doenças respiratórias.

No fim das contas, além de ser responsável pelo surgimento das doenças, o cigarro também é capaz de agravar sintomas quando eles já existem. Se você é fumante e anda por aí sofrendo com tosse, falta de ar, respiração ofegante, chiado, muco e cansaço, esses podem ser sinais de alerta para algumas doenças respiratórias importantes.

Leia também: 15 motivos para deixar de fumar

O que é:

A asma, condição multifatorial determinada pela interação de fatores genéticos e ambientais, é uma das doenças respiratórias mais comuns.

A doença consiste na inflamação das vias aéreas inferiores, que causa o estreitamento dos bronquíolos.

Essas minúsculas ramificações que estão dentro do pulmão transportam o ar até os alvéolos pulmonares, que por sua vez se assemelham a cachos de uva, e é neles que ocorre a troca gasosa.

Sintomas:

Dificuldade para respirar, tosse seca, chiado no peito, respiração rápida e curta.

O que é:

O enfisema é caracterizado pela destruição dos alvéolos. Com a doença, essas estruturas inflamam, começam a se romper e formam pequenas bolhas. Esse processo dificulta a passagem do ar e a oxigenação do sangue.

É bom saber

A medida mais eficiente para preservar ou melhorar a saúde dos pulmões é reduzir ou cessar completamente o uso do cigarro. Isso vale para qualquer tipo deles: cachimbo, narguilé, cigarro normal, de tabaco ou eletrônico.

Não importa o seu nível de dependência ou seu tempo como fumante, sempre vale a pena parar. Para se ter uma ideia, bastam 8 horas sem cigarro para que os níveis de oxigênio aumentem na corrente sanguínea.

Após três semanas, a sua respiração já volta ao normal.

Aposte no SUS

O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza um tratamento gratuito para dependentes da nicotina, que integra o Programa Nacional de Controle do Tabagismo. Disque 136 e descubra em quais Unidades Básicas de Saúde e hospitais de seu município esse auxílio está disponível.

E ainda: Quer parar de fumar? Escolha um dos três métodos

Источник: http://saudebrasil.saude.gov.br/eu-quero-parar-de-fumar/tosse-falta-de-ar-sintomas-que-podem-indicar-sinal-amarelo-para-o-fumante

35 Causas de Tosse com Sangue [hemoptise]

Peito chiando: 8 principais causas e o que fazer

A tosse com expectoração sanguinolenta, chamada de hemoptise, é um sinal de lesão das vias respiratórias.

Existem dezenas de causas para a presença de sangue no escarro, algumas delas benignas, como feridas na boca ou no nariz, e outras mais graves, como infecções pulmonares, vasculites ou tumores das vias aéreas.

A hemoptise pode ser leve, apresentando-se apenas como pequenas raias de sangue envoltas no escarro, ou grave, com hemorragia pulmonar maciça e perda de grande volume de sangue pela boca. A forma leve, também chamada de hemoptoico, é muito mais comum.

Nesse texto vamos abordar as principais causas de tosse com expectoração sanguinolenta.

Se você quiser ler mais sobre as causas de tosse, sejam elas com ou sem expectoração, acesse o seguinte artigo: TOSSE – Causas e tratamentos.

De onde vem o sangramento?

Qualquer ponto das vias aéreas que esteja sangrando pode fazer com que o paciente tenha tosse sanguinolenta, incluindo até pequenas lesões nasais. Por isso, o primeiro passo ao se avaliar um quadro de expectoração com sangue é tentar identificar sua origem.

Sangramentos provenientes de lesões na cavidade nasal ou na própria boca normalmente são auto-limitadas e têm pouca repercussão clínica. Já as expectorações com sangue originadas no pulmão, em geral, indicam alguma doença mais grave que merece maior investigação.

Antes de iniciar a investigação diagnóstica é importante diferenciar o sangramento vindo das vias aéreas (hemoptise) do sangramento vindo do sistema digestivo, chamado hematêmese.

De um modo simples, podemos distinguir a origem do sangue da seguinte maneira:

  • Eliminação de sangue pela boca junto com vômitos ou restos alimentares indica que a origem do sangramento é o trato digestivo.
  • Eliminação de sangue com tosse sugere origem em estruturas das vias aéreas, como pulmões, laringe ou traqueia.
  • Eliminação de sangue pela boca sem tosse e sem vômitos normalmente ocorre nos sangramentos da cavidade oral ou nasal.

Só é considerado hemoptise quando o sangramento se origina nas vias aéreas inferiores, que são os órgãos respiratórios localizados a partir das cordas vocais, como pulmão, traqueia e laringe.

O sangramento de origem nasal, chamado epistaxe, já foi abordados em texto à parte, que pode ser acessado através deste link: SANGRAMENTO DO NARIZ | EPISTAXE.

Causas

São tantas as possíveis causas de hemoptise, que é mais fácil categorizá-las de acordo com o local anatômico do sangramento.

A ilustração abaixo resume as principais causas de hemoptise.

Principais causas de hemoptise

A maioria das 35 causas listadas abaixo são raras. No cenário da atenção primária de saúde (atendimentos em ambulatórios e consultórios), as causas mais comuns de tosse com sangue são lesão das vias aéreas por tosses repetidas, bronquite crônica, pneumonia, tuberculose ou câncer de pulmão.

Hemoptise por lesão das vias aéreas

As principais causas de sagramento nas vias respiratórias são:

  • Trauma das vias aéreas.
  • Esforço frequente para tossir.
  • Aspiração de corpo estranho.
  • DPOC (enfisema pulmonar ou bronquite crônica).
  • Bronquiectasias.
  • Adenoma brônquico.
  • Carcinoma broncogênico.
  • Tumor da laringe.
  • Doença de Dieulafoy.
  • Metástases para brônquio ou traqueia.

Hemoptise por doenças do tecido pulmonar

As principais causas de sagramento por lesão direta dos pulmões são:

Hemoptise por doença vascular pulmonar

As principais causas de sagramento por alterações nos vasos sanguíneos que irrigam os pulmões são:

Hemoptise maciça

O termo hemoptise maciça deve ser reservado para as hemorragias pulmonares potencialmente fatais. Em geral, definimos hemoptise maciça como a perda de pelo menos 500 mL de sangue expectorado em um período de 24 horas.

As principais causas de hemoptise maciça são:

  • Neoplasia pulmonar.
  • Tuberculose.
  • Bronquiectasias.
  • Vasculites.

Sinais e sintomas associados

A história clínica do paciente pode ajudar a identificar o local anatômico do sangramento e estreitar a lista de diagnósticos diferenciais. Fatores como idade, histórico de doenças e os sinais e sintomas associados à tosse costumam ajudar bastante.

Muitas vezes, o paciente já tem o diagnóstico da doença conhecido, como nos casos de DPOC, lúpus, câncer ou traumatismos recentes do tórax. Em outros, porém, o quadro é agudo e a causa da hemoptise não é óbvia num primeiro momento.

Abaixo, vamos descrever algumas das características clínicas que podem ajudar no diagnóstico diferencial:

Febre

Se o paciente tiver febre e expectoração sanguinolenta, o diagnóstico mais provável são as infecções, tais como pneumonia, tuberculose e infecções fúngicas.

Tosse por vários dias

Uma causa comum e menos grave de hemoptise é a lesão das vias aéreas por crises de tosses intensas e repetidas. Depois de alguns dias de gripe e tosse contínua, a laringe pode ficar irritada e eventualmente pequenas raias de sangue podem estar presentes na expectoração.

Esse tipo de sangramento costuma ser bem discreto e dura pouco tempo.

Perda de peso

Se o paciente tiver perda de peso progressiva, devemos pensar em tumores das vias aéreas, tuberculose, HIV ou enfisema pulmonar.

Tabagismo

Nos fumantes, principalmente naqueles de longa data, a presença de hemoptise pode ser sinal de tumores das vias aéreas, DPOC ou pneumonia.

Hemoptise junto com a menstruação

Se a paciente tem quadros de hemoptise de forma cíclica, que surgem todos os meses mais ou menos na época da menstruação, a hipótese mais provável é a endometriose pulmonar.

Antecedentes de infecções respiratórias de repetição

Tuberculose ou infecções de repetição podem causar lesões permanentes nos brônquios, deixando-os dilatados e cronicamente infectados. Chamamos essa alteração de bronquiectasia.

A bronquiectasia é uma causa de hemoptise de repetição. A infecção cura, mas as lesões no pulmão podem ficar para sempre.

Falta de ar súbita

Nos pacientes com quadros súbitos de hemoptise e falta de ar, o tromboembolismo pulmonar deve ser a primeira hipótese a ser descartada.

Uso de fármacos anticoagulantes

Sangramento pulmonar é um dos efeitos adversos possíveis dos medicamentos anticoagulantes, como a heparina, varfarina, dabigatrano, rivaroxabano ou apixabano.

Insuficiência renal aguda ou sangue na urina

Hemorragia pulmonar associado à insuficiência renal aguda e/ou sangramento urinário (hematúria) costuma ser provocado por quadros como a granulomatose de Wegener, lúpus ou a doença de Goodpasture.

Edema dos membros inferior e cansaço progressivo

O paciente com quadro de insuficiência cardíaca descompensada pode se apresentar como edemas generalizados, cansaço aos simples esforços e tosse com expectoração rosada.

Diagnóstico

Após o exame clínico do paciente, exames complementares devem ser solicitados. O primeiro deles costuma ser a radiografia de tórax, que é um exame barato, rápido e disponível em qualquer unidade de saúde.

Análises de sangue também são importantes, principalmente se a suspeita for infecção.

Muitas vezes, apenas com história clínica, o exame de sangue e o resultado da radiografia é possível estabelecer o diagnóstico e iniciar o tratamento apropriado.

Se após a radiografia o médico ainda tiver dúvidas, a tomografia computadorizada do tórax costuma ser utilizada, por ser esse um exame que produz imagens bem mais detalhadas dos pulmões.

A fibrobroncoscopia é um exame endoscópico das vias áreas que permite ao pneumologista olhar diretamente dentro das vias respiratórias e obter amostras de tecido ou secreções.

Tratamento

O tratamento da hemoptise deve ser direcionado à sua causa. Infecções devem ser tratadas com antibióticos; insuficiência cardíaca com diuréticos; neoplasias com cirurgia (caso indicado); embolia pulmonar com trombolíticos, e assim por diante.

Referências

Источник: https://www.mdsaude.com/pneumologia/hemoptise/

Tosse em crianças: é mais comum do que se pensa!

Peito chiando: 8 principais causas e o que fazer

Muitos pais acreditam que a tosse em crianças sempre indica um problema de saúde grave. Mas não se assuste! Entendemos essa preocupação, pois a saúde dos pequenos é muito frágil em comparação à dos adultos. Eles pegam mais infecções todos os anos e a impulsividade os deixa mais vulneráveis a acidentes.

Tossir nem sempre indica problema de saúde e, na maioria das vezes, é um quadro benigno. Por essa razão, preparamos este post com todas as informações mais importantes sobre o assunto. Assim, você vai entender como surge a tosse, quais são os sinais de alerta e as medidas para aliviá-la. Acompanhe!

O que é a tosse?

A tosse é um mecanismo de defesa do nosso corpo para eliminar micro-organismos, secreções, partículas e objetos que estão obstruindo as vias aéreas. No entanto, frequentemente, ela é desencadeada por fatores inofensivos, como as mudanças de temperatura. Por essa razão, vamos explicar direitinho o seu mecanismo para que você saiba quando deve se preocupar.

Nosso tubo respiratório é composto por nariz, faringe, traqueia, brônquios e bronquíolos. Todos eles são revestidos por uma camada de células que contêm vários receptores de informação do ambiente. Alguns deles avaliam a presença de bactérias, fungos e poeira enquanto outros conferem a temperatura.

Se encontrarem algo suspeito, esses receptores enviam uma mensagem para o cérebro para desencadear a tosse, que não cessa até que o estímulo seja retirado. Essa rede é muito sensível, então, nem sempre o sintoma deve ser uma preocupação para os pais.

Quais são os tipos de tosse que devem preocupar?

Os pais devem aprender a identificar alguns sinais que podem indicar que algo mais sério está acontecendo.

Tosse seca crônica

Quando a tosse persiste por mais de três semanas, uma consulta com o pediatra deve ser marcada o quanto antes. Assim, ele poderá avaliar as vias aéreas, ouvir o pulmãozinho da criança e pedir exames para esclarecer o diagnóstico. Frequentemente, ele notará somente uma irritação benigna, mas pode identificar também doenças mais sérias, como a tuberculose ou a asma.

Tosse produtiva

Geralmente, as crises de tosse totalmente inofensivas são secas, de forma que a presença de secreção abundante merece uma consulta com o médico. Se a expectoração estiver amarelada, pode estar acontecendo um processo infeccioso.

Tosse com sangue

A menos que a criança esteja com alguma ferida na boca, não é normal o surgimento de tosse com sangue.

Esse quadro pode indicar uma condição muito grave, sendo preciso levar a criança ao médico rapidamente.

Por outro lado, se a criança teve um acesso de tosse muito intenso por alguns minutos, riscos bem pequenos podem aparecer na secreção. Nesse caso, não é preciso correr para a urgência.

Tosse com sons estranhos

Se você ouvir um som de guincho ou um assovio metálico durante a tosse, esse é um sinal bem característico da aspiração de algum objeto. Esse é um caso de urgência médica, que deve ser tratado em um pronto-socorro o quanto antes ou com uma equipe do SAMU, se não houver um hospital perto.

Mudança na coloração da boca

Se, durante a tosse, a criança ficar mais de um minuto sem respirar ou apresentar uma coloração azul ou roxa na boca, é também uma urgência médica.

Chiado

Os chiados ou os sibilos são sinais que evidenciam uma bronquiolite viral ou o início de um quadro de asma. Por essa razão, o pediatra de referência da criança deve ser contactado para orientações.

Dor no peito

A dor no peito é frequente na pneumonia, uma infecção no pulmão, que precisa de um tratamento específico e rápido. Nas crianças mais velhas, ela é fácil de perceber, pois elas relatam o sintoma. Em bebês, no entanto, a dor pode se manifestar por uma agitação maior ou um choro inconsolável.

Presença de febre ou de desânimo

A febre ou uma queda no estado geral da criança quase sempre aponta para um processo infeccioso. Somente um médico está capacitado para identificar a causa mais provável e prescrever um tratamento certo. Não tome nenhuma medida de automedicação, mesmo que tenha conversado com um farmacêutico.

Quais são as principais causas de tosse?

Agora que você sabe os principais sinais de alerta na tosse, vamos explicar os principais fatores que a provocam:

  • tempo seco: talvez seja a principal causa de tosse, pois atrapalha a lubrificação da faringe e da traqueia;
  • frio: as temperaturas mais baixas geram um ressecamento das vias aéreas, que ficam irritadas e estimulam uma tosse seca persistente;
  • calor: os bebês ainda não têm o sistema nervoso bem desenvolvido. Assim, diante do calor, eles podem ter reações estranhas, como a tosse. Achando que os pequenos estão com frio, os pais os cobrem, piorando a crise;
  • alergias: o contato com um alérgeno desencadeia quadros que podem durar algumas horas;
  • corpo estranho: as crianças estão o tempo todo colocando objetos na boca e podem acabar engolindo, obstruindo as vias aéreas;
  • secreções nasais: se o pequeno estiver com o nariz entupido, a secreção vai se deslocar para a garganta durante a noite e irritar a garganta;
  • infecções virais e bactérias: os micro-organismos fazem surgir um processo inflamatório nas vias aéreas e no pulmão.

Como prevenir algumas crises de tosse em crianças?

A prevenção das crises de tosse pode ser feita de várias formas. A mais importante é a retirada de objetos pequenos dentro dos ambientes de convivência dos pequenos, pois isso evita a consequência mais grave: a asfixia por corpo estranho. Ademais, as consultas frequentes com o pediatra são importantes para identificar doenças crônicas ou infecções do sistema respiratório.

Por fim, no inverno e no tempo seco, não podemos abrir mão da umidificação das vias aéreas dos pequenos. Isso evita processos irritativos e o desconforto. Para isso, existem vários equipamentos, como os nebulizadores e os umidificadores de ar.

Com todas as informações apresentadas, você já deve ter percebido que é preciso ter bastante cuidado no manejo da tosse em crianças. Deve-se evitar a automedicação, pois elas podem piorar o quadro ou mascarar um problema mais sério. Mas fique tranquilo! A maioria das causas de tosse são inofensivas e são reações rápidas a algum estímulo ambiental.

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Источник: https://conteudo.omronbrasil.com/tosse-em-criancas/

Bronquiolite – Sintomas, Tratamentos e Causas

Peito chiando: 8 principais causas e o que fazer

Bronquiolite é uma infecção infantil comum, em que ocorre o inchaço e acúmulo de muco nos bronquíolos, que são passagens menores de ar presentes nos pulmões.

Causas

A bronquiolite ocorre quase sempre quando um vírus infecta os bronquíolos, que são as menores das vias aéreas, ramificadas a partir dos brônquios – os principais tubos de respiração dos pulmões.

Bronquiolite pode, eventualmente, também ser causada por infecção bacteriana, mas é raro. A infecção viral faz com que os bronquíolos inchem e fiquem inflamados.

O muco fica acumulado nos bronquíolos, o que dificulta o fluxo do ar para dentro e para fora dos pulmões.

A maioria dos casos de bronquiolite são causadas pelo vírus sincicial respiratório (RSV, na sigla em inglês). Este é um vírus comum que costuma infectar crianças até os dois anos de idade, principalmente durante as estações frias do ano – com pico maior durante o inverno. Mas a bronquiolite também pode ser causada por outros vírus, incluindo aqueles que causam a gripe ou o resfriado comum.

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A bronquiolite é uma doença contagiosa. Uma criança contrai o vírus causador da mesma forma que contrairia o vírus do resfriado e da gripe – no ar, geralmente após uma pessoa doente tossir, espirrar ou falar. Também é possível contrair bronquiolite por meio de objetos compartilhados, tais como utensílios de cozinha, toalhas ou brinquedos.

Fatores de risco

O principal fator de risco para a bronquiolite é a idade. A doença só atinge crianças até os dois anos de idade, mas quanto mais jovem a pessoa for, mais riscos ela tem de contrair a doença.

Isso porque o aparelho respiratório de crianças muito pequenas ainda não está totalmente desenvolvido, bem como o sistema imunológico.

Por isso, bebês prematuros e crianças menores de um ano possuem os maiores riscos de contrair bronquiolite.

Outros fatores de risco para a doença incluem:

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  • Falta de amamentação
  • Nascimento prematuro
  • Alguma condição subjacente no coração ou nos pulmões
  • Sistema imunológico enfraquecido ou ainda não totalmente desenvolvido
  • Exposição à fumaça do cigarro
  • Entrar em contato com várias crianças, como no caso de crechesFrequentar ambientes fechados e muito cheios

Sintomas de Bronquiolite

A intensidade dos sintomas típicos da bronquiolite costumam variar de criança para criança. Algumas podem apresentar poucos sintomas ou sintomas mais leves em comparação a outras.

A bronquiolite começa como uma leve infecção respiratória. Depois de dois a três dias, a criança desenvolve ainda mais problemas respiratórios, incluindo chiado no peito e tosse.

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Os sintomas mais comuns são:

  • Cianose, caracterizada pela pele azulada devido à falta de oxigênio
  • Dificuldade para respirar, incluindo chiado no peito e falta de ar
  • Tosse
  • Fadiga
  • Febre
  • Retrações intercostais, em que os músculos ao redor das costelas afundam à medida em que a criança tenta respirar
  • Respiração rápida (taquipneia)

Buscando ajuda médica

Se você notar que seu filho ou filho está com problemas para comer e que a respiração está mais rápida ou difícil, entre em contato com um especialista – principalmente se a criança tem menos de um ano de idade ou apresenta fatores de risco para a bronquiolite.

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Os seguintes sinais e sintomas são motivos para procurar ajuda médica imediata:

  • Vômitos
  • Respiração rápida – mais de 60 inspirações e expirações por minuto
  • Pele azulada, especialmente nos lábios e unhas
  • Letargia

Atenção para os outros sintomas da bronquiolite também. Procure um médico se houver suspeita da doença.

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Na consulta médica

Observe com atenção os sintomas de seu filho e leve-os ao médico. Tire todas as suas dúvidas sobre as possíveis causas e pergunte sobre os meios de tratamento existentes. Esteja preparado também para responder às perguntas que o médico poderá lhe fazer, como essas:

  • Quando os sintomas começaram?
  • Os sintomas têm sido ocasionais ou contínuos?
  • Qual a intensidade dos sintomas de seu filho?
  • Você tomou alguma medida para aliviar os sintomas de seu filho? E funcionou?

Diagnóstico de Bronquiolite

Testes e raio X geralmente não são necessários para diagnosticar bronquiolite. O médico normalmente pode identificar o problema por meio da simples observação dos sintomas e de um exame físico.

Pode ser que demore mais do que uma consulta para que o diagnóstico possa ser feito com precisão, principalmente porque os sintomas de bronquiolite costumam ser facilmente confundidos com os da gripe ou do resfriado.

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Se seu filho está em maior risco de bronquiolite severa, se os sintomas estão piorando ou se houver suspeita de que outro problema esteja causando os sintomas, o médico poderá solicitar alguns exames para eliminar possíveis outras causas, a exemplo de:

  • Raio X da região torácica
  • Teste de uma amostra de muco extraído
  • Exame de sangue

Tratamento de Bronquiolite

A grande maioria dos casos de bronquiolite pode ser tratada em casa. Faça uso de medicamentos devidamente orientados pelo médico para melhorar a congestão nasal de seu filho e certifique-se de que ele está tomando líquido o suficiente. Leite materno e fórmulas infantis são adequados para crianças menores de um ano de idade.

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Como bronquiolite é quase sempre causada por uma infecção viral, antibióticos – que são utilizadas para o tratamento de infecções causadas por bactérias – não são eficazes nesses casos. Se o seu filho tem uma infecção bacteriana associada à bronquiolite, como a pneumonia, por exemplo, o médico poderá prescrever um antibiótico específico.

Medicamentos para Bronquiolite

Os medicamentos mais usados para o tratamento de bronquiolite são:

  • Cefanaxil
  • Clindamin-C
  • Leucogen
  • Meticorten
  • Mucosolvan

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Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Complicações possíveis

As complicações da bronquiolite podem incluir:

  • Cianose, uma condição na qual a pele parece azulada ou cinzenta, especialmente os lábios, causada pela falta de oxigênio
  • Nas crianças mais jovens, bronquiolite aguda às vezes pode causar longas pausas na respiração (apneia)
  • Desidratação
  • Fadiga e insuficiência respiratória, que pode requerer internação hospitalar
  • Outras infecções respiratórias mais graves, como pneumonia

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Bronquiolite tem cura?

Geralmente, os sintomas da bronquiolite melhoram em uma semana. A dificuldade para respirar normalmente melhora no terceiro dia.

Referências

Revisado por: Adalberto Rubin, pneumologista – CRM: 15842

Ministério da Saúde

Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia

Источник: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/bronquiolite

O que é bronquite, dos sintomas ao tratamento

Peito chiando: 8 principais causas e o que fazer
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A bronquite pode aparecer por várias razões.

 Ilustração: Lucas Kazakevicius/SAÚDE é Vital

A bronquite é a inflamação dos brônquios, tubos que levam o oxigênio até os pulmões.

Existe na forma aguda, quando sintomas como tosse, chiado no peito e dificuldade para respirar permanecem por no máximo algumas semanas, e na forma crônica, quando o problema acompanha o indivíduo pela vida toda.

A versão aguda atinge especialmente crianças e idosos, que estão mais suscetíveis ao ataque de vírus e bactérias — em algumas situações, ela é consequência de uma gripe, por exemplo. Pessoas alérgicas também estão no grupo de risco quando entram em contato com substâncias irritantes, como ácaro, pólen, poeira doméstica e fumaça.

No quadro crônico enquadram-se alguns portadores de asma e indivíduos com a doença pulmonar obstrutiva crônica, a DPOC, fortemente associada ao cigarro. Ela seria a união entre a bronquite e o chamado enfisema pulmonar.

Seja agudo, seja crônico, o problema dá as caras quando os brônquios se inflamam, incham e ficam mais contraídos, além de produzir maior quantidade de muco na tentativa de limpar a área.

Tudo isso dificulta ou emperra o trânsito de oxigênio até os pulmões. Os cílios, minúsculos pelos responsáveis por varrer a secreção para fora, também passam a não funcionar direito.

E eis que a passagem de ar corre risco de ficar entupida.

Sinais e sintomas

– Falta de ar– Irritação na garganta– Pigarro constante– Tosse com secreção– Chiado no peito– Dor no peito

– Febre

Fatores de risco

– Tabagismo– Ambientes poluídos– Locais fechados, que favorecem a contaminação por micróbios– Ar condicionado, que resseca as vias aéreas

– Refluxo gastroesofágico

– Contato com pessoas gripadas ou resfriadas

– Contato com substâncias que despertam reações alérgcias

A prevenção

Como o tabagismo é um dos principais responsáveis pela bronquite, seja ela aguda ou crônica, largar o cigarro de vez (ou evitar contato com a fumaceira) é condição indispensável para escapar do problema.

Lavar as mãos com frequência, por sua vez, diminui o risco de levar vírus e bactérias para as vias respiratórias. Para os alérgicos, além de manter distância das substâncias que servem de gatilho às complicações respiratórias, aconselha-se caprichar na hidratação nos meses mais secos. E isso pode ser feito com inalação e soro fisiológico.

Ficar longe de inseticidas, spray de cabelo e outros itens livra as vias aéreas de outros fatores irritantes. Quem trabalha em ambiente infestado de partículas nocivas, poeira, fumaça e gases não pode abrir mão da proteção de máscara de proteção.

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Tomar a vacina contra gripe fortalece as defesas e, não por acaso, a medida é oferecida todo ano prioritariamente a quem já tem uma doença crônica nos pulmões.

O diagnóstico

Na consulta, o médico vai perguntar sobre os sintomas, especialmente a frequência e duração dos períodos de tosse, falta de ar e dor ou chiado no peito. Ele precisa ser informado sobre hábitos como fumar e trabalhar exposto a fumaça, pó de madeira, cimento, fiapos minúsculos de algodão, entre outros poluentes.

O profissional vai auscultar os pulmões com o estetoscópio para detectar ruídos respiratórios anormais.

Ele poderá também solicitar uma radiografia do tórax, que mostra as condições das estruturas do pulmão e ajuda a excluir outras doenças, como a pneumonia. Exames de sangue apontam se há infecção.

Outro recurso é a oximetria, usada para medir o nível de oxigenação no sangue por meio de um aparelho similar a um pregador de roupa colocado no pulso ou na orelha.

Para completar a análise, é possível lançar mão de um teste específico para avaliar a quantas anda a função pulmonar: a espirometria. O paciente inspira e expira em um tubo ligado a um equipamento, o espirômetro, que indica a velocidade e o volume de ar produzido pelo sopro.

O tratamento

Para dar fim aos episódios de bronquite aguda, a recomendação é hidratar as vias respiratórias com inalação e soro fisiológico. O uso de umidificadores de ar ou vaporizadores ajuda a soltar o muco e facilita a respiração.

Para os períodos críticos, os especialistas receitam anti-inflamatórios, broncodilatadores e, nas infecções por bactéria, antibióticos. Lembrando que essa medicação não é útil quando a contaminação é viral e usá-la indiscriminadamente atrapalha sua eficácia quando ela é de fato necessária.

Já a bronquite crônica exige um tratamento de longo prazo. Para começar, o paciente precisa permanecer longe dos fatores irritantes, incluindo aí a fumaça do cigarro dos outros, porque o fumante passivo também está propenso a encarar a doença.

Medicamentos à base de corticoides, em doses controladas pelo médico, são receitados para conter a inflamação e dar alívio aos sintomas. E sessões de exercícios respiratórios orientados por um fisioterapeuta são de grande valia para promover a melhora no desempenho do pulmão.

Nos estágios mais avançados da bronquite crônica, particularmente na DPOC, pode ser necessário recorrer à oxigenoterapia, o uso de oxigênio em casa.

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  • Malefícios do cigarro

Источник: https://saude.abril.com.br/medicina/o-que-e-bronquite-dos-sintomas-ao-tratamento/

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