Pescoço inchado: principais causas e o que fazer

Rosto inchado: principais causas e dicas para amenizar esse desconforto

Pescoço inchado: principais causas e o que fazer

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Que atire a primeira pedra quem nunca se olhou no espelho e se deparou com um rosto inchado pela manhã! Para muitos, isso acontece esporadicamente e/ou o inchaço é muito sutil, a ponto de não causar incômodos. Para outros, ele pode se mostrar bastante significativo e levantar dúvidas sobre suas causas.

O inchaço no rosto pode surgir após o consumo de bebida alcoólica ou de exageros alimentares com sódio. Ou ainda, após dormir por horas de bruços. Mas quando se mostra persistente e/ou traz outros sintomas, o caso deve ser investigado. Entenda mais sobre o assunto e confira algumas dicas para amenizar e prevenir o inchaço no rosto.

Principais causas

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O rosto inchado pode ser uma manifestação simples, pontual, mas também ser sintoma de um problema mais sério. Conheça algumas de suas principais causas:

  • A posição em que a pessoa dorme;
  • Consumo de álcool em excesso;
  • Consumo de alimentos ricos em sal;
  • Pouca ingesta de água;
  • Problemas de tireoide;
  • Problemas circulatórios ou renais;
  • Sinusite ou rinite alérgica;
  • Alergia de contato.

Essas são apenas algumas das causas que podem ter como sintoma o rosto inchado. Por isso a importância de procurar por ajuda médica, para que cada caso seja investigado com suas particularidades.

Entenda o inchaço matinal no rosto

A maioria das pessoas nota estar com o rosto inchado logo após acordar. Confira quais são os motivos mais prováveis para isso:

Dormir em posição inadequada

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Este é o primeiro ponto a ser considerado. Luciana de Abreu (CRM: 52.85487-5), dermatologista da Clínica Dr. André Braz (RJ) explica que, quando deitamos na posição horizontal com a cabeça mais baixa que o corpo, isso desencadeia o acúmulo de líquidos linfáticos na face devido à piora da drenagem linfática no período da noite.

Retenção de líquidos

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De acordo com a especialista, a retenção de líquidos pode ocorrer pela ingesta aumentada de sal na alimentação associada à baixa ingesta de água (dificultando a excreção renal desses sais) ou até por disfunções hormonais, como o hipotireoidismo e a gravidez – por conta do aumento dos hormônios femininos.

Daniela Neves (CRM-MG 43.317), também dermatologista, acrescenta que a alteração hormonal durante o período menstrual, uso de medicamentos (ibuprofeno, estrógeno), cirrose e angioedema também podem levar à retenção hídrica.

Consumo excessivo de álcool

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Juliana Garcia Dias (RQE 22895), endocrinologista e membro titular da Sociedade Brasileira em Endocrinologia e Metabologia e da Endocrine Society, comenta que o álcool é um vasodilatador periférico. Isto é, aumenta o fluxo de sangue à periferia do corpo: às mãos, aos pés e ao rosto.

“Pelo efeito de inibir o hormônio antidiurético (vasopressina) no rim, há aumento de diurese, o que gera resposta a uma percepção de desidratação pelo corpo, favorecendo a retenção para evitar a manutenção de perda de líquido”, explica.

Alergias

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O rosto inchado pode ser sinal tanto de uma alergia da pele, quanto de uma alergia respiratória (rinite alérgica, por exemplo).

A endocrinologista Juliana destaca que ele acontece porque, após ou durante a exposição a um agente alergênico, o corpo reage levando ao extravasamento de líquido fora dos vasos para a área afetada com o objetivo de neutralizar o agente agressor.

É comum o rosto inchado ser sinal de alergia de contato a algum produto que foi aplicado diretamente na pele, como cremes, maquiagem ou até mesmo esmaltes. “Principalmente quando o inchaço vem associado à coceira e descamação da pele do rosto”, comenta Luciana.

Também pode indicar alergias a medicamentos ou alimentos, podendo chegar à reação anafilática, que é bastante grave e se manifesta por edema facial dos olhos e boca (até língua), inchaço na garganta e prejudica a respiração. “Esse é um quadro de emergência médica com risco de vida, necessitando atendimento emergencial hospitalar”, destaca a especialista.

Agora você já sabe que o inchaço no rosto pela manhã pode ser proveniente simplesmente da posição como se dorme, mas também pode estar relacionado a um problema mais sério, como uma alergia que provavelmente precisará ser investigada.

Truques e cuidados para amenizar o rosto inchado

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Confira orientações que ajudam a amenizar e/ou evitar que o rosto fique inchado:

  1. Beber bastante água: esta orientação é fundamental para evitar a retenção de líquido, pois a baixa ingesta de água dificulta a eliminação das toxinas pela urina.
  2. Lavar o rosto com água gelada: estratégia simples, mas bastante eficaz para diminuir o inchaço. Luciana acrescenta que borrifar água termal gelada no rosto várias vezes ao dia também é uma ótima opção.
  3. Dormir com travesseiro mais alto: hábito que ajudará a evitar acúmulo de líquidos linfáticos na face.
  4. Evitar excesso de sal: dessa forma, evita-se a retenção de líquido, uma das causas mais comuns para o inchaço.
  5. Compressa de chá de camomila: com efeito calmante, o chá de camomila ajuda a diminuir consideravelmente o inchaço. Embebede um algodão no chá e coloque sobre a área inchada por cerca de 10 minutos.
  6. Massagem: Luciana comenta que rolinhos de pedras preciosas ou rolinhos metálicos para massagear o rosto também combatem o inchaço.
  7. Tratamentos faciais: tratamentos de drenagem linfática facial e/ou as máscaras faciais com algas e componentes drenantes prescritos pelo dermatologista ajudarão a desinchar a área dos olhos e face.

Se as medidas tomadas em casa não surtirem efeito, vale a pena buscar a ajuda de um médico que, além de investigar a causa do problema, indicará o tratamento mais adequado.

Quando procurar ajuda

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Geralmente, o inchaço matinal diminui depois de algumas horas. Porém, quando ele persiste além do período da manhã, é interessante investigar a causa.

“Quando o inchaço aparece rapidamente e aumenta progressivamente em poucos minutos ou horas, acompanhado de coceira na pele, inchaço nos olhos e tosse ou rouquidão, o caso é grave e a pessoa deve ser encaminhada prontamente ao hospital”, orienta Luciana.

Há ainda casos em que existe inflamação (vermelhidão e calor local ou dor associados) ou infecção subjacente, que de acordo com Luciana pode ser um sinal de alerta para um quadro mais grave e que requer prontamente atendimento e tratamento médicos.

Dúvidas frequentes sobre rosto inchado

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Como o inchaço no rosto pode ter diversas causas, é comum que surjam dúvidas a respeito. Esclareça as principais abaixo:

Por que acordamos com o rosto inchado? “A posição deitada muda a ação da gravidade no nosso sistema circulatório e linfático, favorecendo a chegada do líquido extracelular na face”, ressalta a endocrinologista Juliana.

Por que em alguns casos ele vem acompanhado de vermelhidão? Algumas condições inflamatórias e infecciosas causam vermelhidão e edema na face.

“Um exemplo é a celulite da face (condição bacteriana que requer tratamento médico de urgência).

Ela também é comum em quadros alérgicos, sendo essencial nunca se automedicar e procurar sempre um atendimento médico especializado”, ressalta Daniela.

É comum o rosto inchado vir acompanhado de dor de cabeça? Isso pode acontecer, destaca Juliana, mas não é comum como a vermelhidão. Por isso, em caso de sintomas associados ao inchaço do rosto, o ideal é buscar ajuda médica.

Quais situações exigem tratamento com anti-inflamatório? “Em alguns casos pós-cirurgia ou de resposta inflamatória pode ser necessário o uso. Porém, vale lembrar que o uso de anti-inflamatório sempre deve ser orientado pelo médico”, ressalta Juliana.

Um inchaço pontual, que surja ao acordar e com sinais de melhora, não deve ser motivo de preocupação. Mas quando persistente e/ou associado a outros sintomas, é importante buscar por orientação médica.

De qualquer forma, adotar medidas simples, como beber bastante água, não exagerar no consumo de sal e de álcool, dormir com o travesseiro mais alto e lavar o rosto com água gelada pela manhã, são recomendações para evitar ou amenizar o inchaço no rosto. Confira também como identificar a retenção de líquido.

As informações contidas nesta página têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

Источник: https://www.dicasdemulher.com.br/rosto-inchado/

Íngua no pescoço: 6 principais causas e o que fazer

Pescoço inchado: principais causas e o que fazer

As ínguas podem ser caracterizadas como sendo caroços que podem surgir como resposta do sistema imunológico frente a infecções e inflamações. A íngua no pescoço pode surgir após infecções simples, como gripes, resfriados ou dores de garganta, por exemplo.

No entanto, a presença da íngua no pescoço também pode ser sinal de problemas mais graves, como câncer, AIDS, tuberculose ou tumor na região onde se encontra a íngua.

Assim, as principais causas do surgimento de ínguas no pescoço incluem:

1. Gripes e resfriados

Esta é uma das principais causas do surgimento de ínguas e acontece devido à infecção do organismo por vírus comuns como os da gripe ou resfriado. Neste tipo de problema, as ínguas podem surgir em qualquer local do pescoço.

O que fazer: deve-se fazer o tratamento da gripe ou resfriado, pois as ínguas desaparecem quando o vírus é eliminado. Veja algumas dicas para ajudar a tratar a gripe mais rápido.

2. Inflamação da garganta

Embora a garganta inflamada possa surgir nos casos de gripe, ela também pode acontecer devido a infecções bacterianas, como acontece na amigdalite, por exemplo. Nestes casos, os gânglios linfáticos ficam inflamados devido ao excesso de trabalho do sistema imune para combater a infecção.

Além das ínguas, que normalmente surgem na lateral do pescoço, também é possível ter outros sintomas como tosse, dor de cabeça, dor na garganta, especialmente ao engolir, febre, dor nos ouvidos e mau hálito.

O que fazer: é aconselhado consultar um clínico geral para avaliar a necessidade de fazer o tratamento da garganta inflamada com antibióticos.

3. Infecção do ouvido

As infecções do ouvido são semelhantes às inflamações da garganta e, por isso, também ativam o sistema imune, podendo levar ao surgimento de ínguas, especialmente na região atrás das orelhas.

Este tipo de infecção provoca ainda outros sintomas como dor no ouvido, dificuldade para escutar, coceira ou produção de pus.

O que fazer: deve-se ir ao médico para avaliar a infecção e iniciar o uso de antibiótico, se necessário. Geralmente, as ínguas desaparecem quando a infecção é tratada.

4. Feridas ou picadas na pele

As feridas e picadas são locais onde as bactérias e vírus podem facilmente entrar no organismo e, quando isso acontece, o sistema imune começa a trabalhar para eliminar o problema. Nos casos mais graves, em que existe um elevado número de micro-organismos o sistema imune trabalha em excesso e pode levar à inflamação das ínguas.

O que fazer: deve-se identificar o local da ferida ou picada e avaliar se existem sinais de infecção como vermelhidão, inchaço ou dor intensa. Caso isso aconteça, deve-se ir num clínico geral para iniciar o tratamento adequado.

5. Doenças autoimunes

As doenças autoimunes, como lúpus ou artrite reumatoide, assim como o HIV/AIDS, afetam gravemente o sistema imune e, por isso, as células de defesa danificadas podem se acumular nos gânglios linfáticos, provocando a sua inflamação e o surgimento das ínguas.

Nestes casos, as ínguas podem aparecer em vários locais do corpo, além do pescoço, e também é comum o aparecimento de outros sintomas como dor muscular, náuseas, vômitos e suores noturnos.

O que fazer: se existir suspeitas de estar com uma doença autoimune é aconselhado ir no clínico geral para fazer exames gerais e iniciar o tratamento adequado, se necessário.

6. Câncer

Os vários tipos de câncer exigem um trabalho elevado por parte do sistema imune e, por isso, é comum o surgimento de ínguas em várias regiões do corpo. Porém, os tipos mais frequentes de câncer que provocam ínguas são os linfomas e a leucemia.

O que fazer: quando todas as outras causas já foram excluídas, mas as ínguas ainda estão presentes deve-se fazer exames de sangue para identificar marcadores tumorais ou outros exames que ajudam no diagnóstico, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética.

Como é feito o tratamento

Como a íngua é a resposta do organismo em relação à presença de micro-organismos invasores e/ou inflamações, seu tratamento consiste em eliminá-los. Por isso, pode ser necessário tomar analgésicos, anti-inflamatórios ou até mesmo antibióticos, dependendo do que está gerando a íngua.

Embora não seja muito frequente, a íngua no pescoço pode ser um dos sintomas do linfoma, um tipo de tumor  que afeta o sistema imune e, neste caso, deve-se recorrer Oncologista, tendo a radioterapia e a quimioterapia as formas de tratamento.

Mas existem ótimos remédios caseiros para íngua, como o cataplasma de argila com cebola, que ajudam o organismo no combate aos agentes invasores. Consumir alimentos ricos em vitamina C e beber bastante água também é indicado para fortalecer as defesas do indivíduo.

Quando ir ao médico

Uma vez que a íngua no pescoço pode ser sinal de problemas graves, é recomendado consultar um clínico geral quando as ínguas surgem sem razão aparente, aumentam de tamanho ao longo do tempo, são muito duras, têm formato irregular ou são acompanhadas de outros sintomas como febre persistente, suores noturnos ou perda de peso sem causa.

Источник: https://www.tuasaude.com/ingua-no-pescoco/

Cervicobraquialgia: principais causas e sintomas – Dr. Alberto Gotfryd

Pescoço inchado: principais causas e o que fazer

Cervicobraquialgia significa dor que inicia no pescoço e irradia para o braço. Os sintomas podem ser unilaterais ou bilaterais. Existem diversas causas para surgimento de cervicobraquialgia, sendo compressões nervosas na coluna as mais comuns. Entretanto, há outras condições ortopédicas e clínicas capazes de produzir sintomas semelhantes.

Como compressões no pescoço produzem dor no braço?

Os nervos dos membros superiores se originam da coluna. Cada parte do membro é suprida por um nervo específico, que confere sensibilidade e força motora.

Dessa forma, nas cervicobraquialgias, os pacientes percebem dor e/ou fraqueza em locais específicos (escápula, ombro, braço, antebraço ou dedos das mãos) oriundas de problemas da coluna.

Assim, o médico especialista em coluna realiza exame físico que permite formular hipóteses diagnósticas responsáveis pelo surgimento do problema.

Distribuição dos dermátomos cervicais. Cada parte do membro superior é suprida por determinada raiz nervosa.

Dor referida diz respeito a presença de sintomas distantes da origem do problema. Exemplo típico é compressão de nervo na região cervical seguida de dor e formigamento no braço.


Quais problemas de coluna podem causar cervicobraquialgia?

As causas mais comuns de dor cervical com irradiação para o braço são hérnia de disco e estenose (estreitamento) do canal cervical.  Além disso, causas menos frequentes são fraturas, tumores e infecções da coluna.

Sintomas

Na compressão de nervos na coluna cervical, são comuns os seguintes sintomas:

  • Dor no pescoço, escápula (popular “asa”), ombro e braço;
  • Formigamento até os dedos das mãos;
  • Sensação de choque;
  • Perda de força.

Exame físico pelo médico especialista em coluna

Faz parte da rotina de exame físico do médico especialista em coluna avaliação da sensibilidade, da motricidade (força de diferentes grupos musculares) e dos reflexos tendinosos profundos dos membros superiores e inferiores.

Teste de força motora do músculo bíceps braquial.

Cada reflexo tendinoso ocorre por ação de determinado nervo. Dessa forma, nas compressões nervosas pode haver diminuição (hiporreflexia) ou ausência (arreflexia) do reflexo. Por outro lado, lesões medulares produzem aumento dos reflexos (hiperreflexia). Para testar reflexos tendinosos, o médico utiliza martelo específico para essa finalidade.

Exemplo de martelo usado para teste de reflexos tendinosos profundos.

Exemplo de dois testes distintos de reflexos: bicipital à esquerda e tricipital à direita

Outra manobra importante é o Teste de Spurling. Trata-se de teste provocativo, que visa reproduzir sintomas dolorosos. Quando positivo, ocorre piora da dor e do formigamento no braço. Essa informação, portanto, é sugestiva de compressão nervosa na região cervical.

Teste de Spurling para hérnia de disco cervical.

Exames de imagem

Quando há suspeita clínica de compressão nervosa na coluna (hérnia de disco ou estenose do canal cervical), a confirmação diagnóstica é feita por meio de ressonância magnética (RM).

  Entretanto, se houver contraindicação para ressonância magnética (ex. pacientes com marca-passo), pode-se utilizar tomografia computadorizada.

Por fim, em algumas situações clínicas específicas pode ser indicado eletroneuromiografia, exame que avalia condução nervosa dos braços e pernas.

Ressonância magnética mostrando compressão nervosa (círculo amarelo).

Ombro doloroso

Dores no ombro frequentemente se assemelham àquelas provenientes da coluna. As causas mais comuns de dor no ombro são processos inflamatórios nos tendões (tendinites), além de inflamação da bursa (bursite).

Além disso, degeneração articular (artrose) também pode ser causa de dor no ombro. Entretanto, é possível diferenciar dores de origem do ombro e da coluna por meio de testes específicos durante exame físico.

Por fim, algumas pessoas podem ter combinação de problemas da coluna e do ombro.

Compressões de nervos periféricos:

Nessas situações, ocorre compressão nervosa em pontos específicos do membro superior. Não há compressão neural na coluna.

A compressão periférica mais comum é do nervo mediano na região punho, denominada “síndrome do túnel do carpo”.

Além disso, outra neuropatia compressiva frequente é do nervo ulnar ao nível do cotovelo, conhecida como “síndrome do túnel cubital”, acompanhada por perda da sensibilidade do nervo anular e mínimo.

Síndrome do desfiladeiro cervicotorácico

Trata-se de problema decorrente de compressão de vasos sanguíneos e/ou nervos na região denominada canal cervicotorácico.

O canal cervicotorácico é a comunicação entre a raiz do pescoço e a axila e permite passagem do plexo braquial e dos grandes vasos da região cervical ao tórax.

As principais causas são costela cervical e síndrome dos escalenos (aumento anormal de volume dos músculos escalenos), que promove compressão de vasos e nervos).

Imagem do canal cervicotorácico, por onde passam vasos e nervos desde a base do pescoço ao tórax.

Durante o exame físico, a positividade do teste de Adson sugere compressão vascular no canal cervicotorácico (pulso radial se torna fraco ou ausente após realização de manobra específica).

Teste de Adson para avaliação de compressão vascular no canal cervicotorácico.

Herpes Zoster

Trata-se de causa menos frequente de cervicobraquialgia. Herpes zoster é doença causada pelo vírus Varicela zoster, caracterizada por erupção cutânea dolorosa que geralmente segue trajeto de única raiz nervosa. É mais comum em idosos e pacientes imunossuprimidos.

Neuropatia periférica

Trata-se de doença dos nervos periféricos caracterizada por dor, formigamentos e fraqueza muscular dos braços e das pernas. Acomete tanto homens quanto mulheres, geralmente após 40 anos de vida.

Pode ocorrer em decorrência de diversas causas, como diabetes mellitus ou uso de medicações crônicas (quimioterápicos, antibióticos e estatinas). Além disso, outras causas comuns são doenças reumatológicas, alcoolismo e hipotiroidismo.

Não há cura para o problema e o tratamento tipicamente é feito por médico neurologista.

Infarto agudo do miocárdio

Em crises agudas de cervicobraquialgia não é raro suspeitar de infarto agudo do miocárdio (IAM).

No IAM, entretanto, frequentemente também estão presentes sintomas de dor no peito, sudorese, falta de ar, taquicardia (sensação de batedeira no peito), azia e náusea.

De qualquer forma, sempre que houver suspeita ou dúvida sobre IAM, deve-se procurar serviço de emergência clínica o mais rápido possível.

Источник: https://www.drgotfryd.com.br/cervicobraquialgia-entenda-as-principais-causas-e-sintomas/

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