Placenta Prévia: causas, sintomas e tratamento

Placenta baixa (prévia): repouso é fundamental no tratamento | MS

Placenta Prévia: causas, sintomas e tratamento

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A placenta baixa, condição também conhecida como placenta prévia, é um problema que consiste no deslocamento ou crescimento anormal da placenta, que acaba ficando mais próxima do colo do útero.

Se o diagnóstico ocorrer no início da gestação, pode ser que  até o final da gestação a placenta volte para o lugar correto. No entanto, por oferecer riscos à saúde da gestante e do feto, deve ser uma condição diagnosticada e tratada.

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Por isso, é preciso estar atenta aos sintomas. Confira abaixo quais são eles e também os fatores de risco para essa condição:

A placenta é um órgão existente apenas durante a gestação. É responsável por envolver e aconchegar o feto dentro do útero. Durante toda a gravidez, terá um papel muito importante nutrindo o bebê, pois leva nutrientes, gorduras e glicose presentes no sangue materno para ele. 

Também faz o transporte do oxigênio para o feto, elimina os dejetos do bebê e é capaz de produzir hormônios importantes para o metabolismo da gestante (HCG, que confirma a gravidez nos exames).

Além disso, a placenta faz com que o sistema imunológico da gestante não entenda que o feto é um intruso, protegendo-o.

Ela também funciona como uma barreira protetora contra bactérias, vírus e parasitas.

Também pode oferecer proteção física, pois, junto à bolsa de líquido amniótico, a placenta consegue suavizar possíveis impactos externos, além de proteger o bebê de mudanças bruscas de temperatura.

Leia mais: O que é gravidez anembrionária? Pode ocorrer duas vezes?

A placenta baixa (placenta prévia) é a condição em que o órgão se desloca e fica anexado cobrindo o colo do útero. Esse deslocamento pode acabar cobrindo o cérvix (colo do útero) de forma parcial (placenta prévia parcial) ou completa (placenta prévia completa). 

Na grande maioria das gestações, a placenta está anexada na lateral ou no topo do útero. Mas, devido a alguns fatores de risco, a mulher pode apresentar a placenta baixa como complicação.

No caso das gestantes diagnosticadas com placenta prévia parcial, muitas vezes, a condição se resolve sozinha. Mas, na placenta prévia total, todo o colo do útero é coberto, o que dificulta a resolução espontânea antes do parto.

Em todos os casos, o acompanhamento do médico é obrigatório, pois a placenta baixa pode causar sangramentos e hemorragias durante a gestação e no parto.

Essa condição geralmente é diagnosticada no segundo trimestre de gestação. Ainda nessa fase, é possível que a placenta retorne para a parte de cima, liberando a abertura do colo do útero para o parto.

Em casos raros, a condição persiste até o fim da gestação, o que pode ser confirmado em exames de ultrassom, por volta das 32 semanas.

Nesses casos, o exame feito para diagnosticar a placenta baixa é a ultrassonografia transvaginal (em que o aparelho é inserido pelo canal vaginal), pois com a gestação avançada é mais difícil de visualizar a parede uterina através da ultrassonografia abdominal.

Se houver sangramentos durante a gestação, o médico deve orientar a gestante a manter-se em repouso absoluto. A gestante deverá dar uma pausa no trabalho ou em qualquer atividade física que exija muito esforço.

O parto vaginal pode ser uma opção inviável quando a placenta não retorna para o local normal, especialmente na placenta prévia total. Por isso, é importante que a gestante saiba que o parto cesárea pode ser considerado.

Sintomas

A placenta baixa é uma condição que não manifesta muitos sinais. O principal, que pode indicar esse posicionamento anormal do órgão, são sangramentos indolores pelo canal vaginal (como uma menstruação).

Normalmente, esses sangramentos ocorrem com a gravidez mais avançada, durante o segundo trimestre. Podem ocorrer também logo após as relações sexuais.

A mulher nessa condição também pode sofrer com cólicas semelhantes às menstruais.

Diante de qualquer sinal como esses, a gestante deve procurar aconselhamento médico assim que possível. 

O que causa a placenta baixa?

Quando acontece a fecundação do óvulo, começa também o desenvolvimento de estruturas fundamentais como o embrião e a placenta. A placenta normalmente fica próxima do fundo da cavidade uterina ou na região corporal, mas sempre longe da cavidade interna do colo do útero.

É possível que aconteça uma implantação da placenta na região mais baixa da cavidade uterina e isso favorece o deslocamento posteriormente, mas não é possível afirmar que é a causa em todos os casos de placenta prévia.

Por isso, ainda não se sabe ao certo qual a causa exata da placenta baixa, seja ela parcial ou total. 

No entanto, existem alguns fatores de risco que estão relacionados à persistência da condição. Os principais estão relacionadas a condições físicas e hábitos da gestante:

  • Uso de drogas;
  • Tabagismo;
  • Gravidez de gêmeos ou mais;
  • Gestantes mais velhas;
  • Histórico de abortos;
  • Mulheres que já tiveram outros partos normal ou cesárea;
  • Mulheres que já passaram por algum procedimento cirúrgico na região uterina (curetagem, por exemplo);
  • Histórico de placenta prévia em outras gestações.

Tratamentos: é preciso fazer repouso?

Nem todos os casos de placenta baixa exigem um tratamento específico, pois a condição pode normalizar-se até o fim da gestação. Por isso, a mulher pode ter apenas que reduzir o ritmo das atividades de sua rotina e manter-se em repouso.

Ao receber o diagnóstico, o mais importante é que ela busque ficar tranquila, descansar bastante e evite atividades que possam desencadear os sangramentos.

Dependendo do caso, o médico pode orientar a gestante também a evitar relações sexuais com penetração, pois a prática pode desencadear sangramentos. 

Também é fundamental que a mulher fique atenta a outros sintomas, como cólicas fortes ou contrações. Se sentir algo anormal, deve buscar ajuda médica o quanto antes. 

O monitoramento do bebê e da gestante ao longo da gestação é indispensável, pois a placenta baixa pode significar um risco maior de hemorragias e até mesmo de parto prematuro. 

Em casos raros, se houver sangramentos intensos, a mulher pode precisar de internamento, transfusão de sangue, medicação e até mesmo ter o parto antecipado.

Nos casos de placenta prévia total, em que todo o colo do útero é coberto, recomenda-se também o parto cesárea para prevenir complicações para a saúde da gestante e do feto.

A placenta baixa é uma complicação que pode afetar as gestantes e que precisa de cuidados e acompanhamento médico constante. Se não diagnosticado, pode representar riscos para a saúde da mulher e do feto.

Se você está grávida e percebeu algum sintoma que possa significar alguma complicação, procure o médico obstetra assim que possível.

Obrigada pela leitura e compartilhe essas informações para que mais pessoas conheçam os riscos da placenta baixa!

Источник: https://minutosaudavel.com.br/placenta-baixa/

Placenta Prévia: causas, sintomas e tratamento

Placenta Prévia: causas, sintomas e tratamento

Dizemos que a gestante tem placenta prévia, ou placenta de inserção baixa, quando a sua placenta está posicionada em um local que provoca obstrução total ou parcial do colo do útero, que é efetivamente por onde o bebê precisa passar na hora do parto vaginal. A placenta prévia é, portanto, nada mais do que uma obstrução da saída do útero provocada por uma placenta mal localizada.

Duas são as complicações mais relevantes das gestantes que têm placenta prévia: a obstrução à saída do bebê na hora do parto e o risco de sangramento (até 80% das gestantes com essa condição apresentam sangramento vaginal indolor).

Neste artigo vamos explicar o que é a placenta prévia, quais são os seus sintomas, suas complicações e as opções de tratamento.

Após a conclusão desse texto, não deixe de ler também sobre os principais sinais e sintomas de alerta durante a gravidez: 10 SINAIS QUE PODEM INDICAR PROBLEMAS NA GRAVIDEZ.

O que é a placenta?

A placenta é um órgão materno-fetal, que só existe durante a gravidez. Sua função é prover oxigênio e nutrientes para o feto, através da troca de sangue com a mãe, e produzir hormônios que são importantes para a manutenção da gravidez.

Placenta e cordão umbilical

A placenta possui duas faces, uma que fica inserida à parede do útero, ligada a centenas de vasos sanguíneos maternos, e outra voltada para o feto, que é onde conecta-se o cordão umbilical. Desta forma, este órgão age como uma comunicação entre a circulação sanguínea da mãe e do feto.

A placenta começa a se formar já nos primeiros dias após a implantação do embrião ao útero. A formação da circulação materno-fetal costuma estar completa ao redor da 12ª semana de gestação. Isso não significa, porém, que a placenta não continue crescendo ao longo de toda a gravidez. No terceiro trimestre, o órgão chega a atingir, em média, 22 cm de diâmetro e 0,5 kg de peso.

Após o nascimento do bebê, a placenta perde a sua utilidade  e acaba sendo expulsa minutos depois do parto.

O que é a placenta prévia?

A placenta pode se aderir à qualquer parte do útero. Na maioria das gestações, a placenta localiza-se na parte posterior alta, que é uma região oposta ao colo do útero, que é por onde o feto deverá sair em caso de parto normal.

Dizemos que a gestante tem placenta prévia quando a placenta apresenta uma inserção baixa, obstruindo a saída do colo do útero de forma total ou parcial.

Na verdade, a placenta não fica fixa em uma localização única durante toda a gravidez. Conforme o útero e a própria placenta crescem, a sua posição costuma mudar. Uma gestante pode ter placenta prévia durante as fases iniciais da gravidez, mas chegar ao terceiro trimestre com a placenta localizada mais acima, sem risco de obstruir a saída do útero.

Contudo, quanto mais tempo a placenta permanece com implantação baixa, maior é o risco dela estar obstruindo a saída do útero no final da gravidez, de tal forma que:

  • Dentre as placentas que apresentam inserção baixa entre a 15ª e 19ª semanas de gestação, apenas 12% permanecem como placenta prévia até o momento do parto.
  • Dentre as placentas que apresentam inserção baixa entre a 20ª e 23ª semanas de gestação, apenas 34% permanecem como PP até o momento do parto.
  • Dentre as placentas que apresentam inserção baixa entre a 24ª e 27ª semanas de gestação, 49% permanecem como PP até o momento do parto.
  • Dentre as placentas que ainda apresentam inserção baixa entre a 28ª e 31ª semanas de gestação, 62% permanecem como PP até o momento do parto.
  • Dentre as placentas que ainda apresentam inserção baixa entre a 32ª e 35ª semanas de gestação, 73% permanecem como PP até o momento do parto.

Portanto, um diagnóstico de placenta prévia no início do 2º trimestre de gestação tem um significado diferente do diagnóstico de placenta prévia ao final do 3º trimestre.

Enquanto a maioria das mulheres com implantação baixa da placenta no inicio da gravidez não terão placenta prévia ao final, apenas uma minoria delas com inserção baixa no terceiro trimestre chegarão ao parto com a saída do útero livre.

Tipos

Os tipos de placenta prévia são divididos de acordo com o grau de obstrução à saída do útero. Historicamente, a placenta prévia era dividida em 4 categorias:

  1. Placenta baixa → A placenta apresenta inserção baixa, mas não chega a encobrir a saída do útero
  2. Placenta prévia marginal → A borda da placenta chega a encostar na abertura do colo do útero, mas não chega a obstruí-lo.
  3. Placenta prévia parcial → A placenta cobre parcialmente a saída do útero.
  4. Placenta prévia total → A placenta cobre totalmente a saída do útero.

Atualmente, porém, a classificação da placenta prévia foi reduzida para apenas 2 categorias, que acabam por ditar a forma de parto a ser escolhida (explicamos mais à frente):

  • Placenta previa minor ou placenta de inserção baixa → são os casos em que há obstrução parcial da saída do útero, havendo um distância de até 2 cm entre a borda da placenta e o orifício interno do colo uterino.
  • Placenta previa completa ou major →  Obstrução total do orifício interno do colo do útero.

Fatores de risco

Não sabemos exatamente o porquê de algumas mulheres desenvolverem placenta prévia. Sabemos, porém, que alguns fatores facilitam a sua ocorrência. Estes são chamados fatores de risco; os principais são:

Complicações

A principal complicação da placenta prévia é a hemorragia, que pode surgir antes, durante ou após o parto. A perda de sangue pode ser volumosa e colocar a vida da gestante e do feto em risco.

As gestantes que têm placenta prévia são mais propensas a ter uma placenta que implanta-se muito profundamente ao útero e acaba por não descolar facilmente na hora do parto. Esse tipo de placenta é chamada de placenta acreta. O risco de sangramento maciço é alto e pode exigir uma histerectomia (remoção cirúrgica do útero) para controlá-lo.

Tratamento

O tratamento da placenta prévia depende de alguns fatores, sendo os mais importantes:

  • Se a paciente tem sangramentos abundantes ou com grande frequência.
  • A idade gestacional.
  • O tipo de placenta prévia.

Gestantes assintomáticas ou com sangramento discreto

Nestes casos, indica-se repouso e abstenção sexual. O parto é geralmente induzido na 37ª semana.

A via do parto depende do tipo de placenta prévia. Placenta prévia completa ou placenta com obstrução incompleta, mas cuja borda está a menos de 2 cm do orifício de saída do colo do útero, são indicações para parto cesariano.

Por outra lado, grávidas cuja borda da placenta está a mais de 2 cm do orifício de saída do colo uterino podem ser submetidas ao parto vaginal, pois o risco de sangramento é baixo.

Se durante o parto, porém, houver hemorragia, a via deve ser alterada para cesariana.

Gestantes com sangramento vaginal moderado a grande

Nestes casos, a gestante deve ser internada e tratada com transfusões sanguíneas. Se a gravidez já tiver 36 semanas, uma cesariana costuma ser realizada.

Caso a gravidez tenha menos de 35 semanas, o tratamento inicial costuma ser conservador, havendo interrupção da gravidez por cesariana apenas se o sangramento não parar ou se o bebê começar a apresentar sinais de sofrimento.

Referências

Источник: https://www.mdsaude.com/gravidez/placenta-previa/

Placenta prévia: o que é, sintomas e tratamento

Placenta Prévia: causas, sintomas e tratamento

A placenta prévia, também conhecida como placenta baixa, ocorre quando a placenta está inserida parcial ou totalmente na região inferior do útero, podendo recobrir a abertura interna do colo uterino.

Geralmente, ela é detectada no segundo trimestre da gestação, mas isto não é um sério problema, pois conforme o útero cresce, se move para a parte de cima permitindo que a abertura do colo do útero esteja livre para o parto. No entanto, em alguns casos, ela pode persistir, sendo confirmada por ultrassom no terceiro trimestre, por volta das 32 semanas.

O tratamento é indicado pelo obstetra, e em caso de placenta prévia com pouco sangramento basta ficar de repouso e evitar relação sexual. No entanto, quando a placenta prévia apresenta sangramento intenso, pode ser necessário ficar internada para avaliação fetal e materna.

Os sintomas de placenta prévia são mais frequentes a partir do 3º trimestre de gravidez e incluem sangramento vaginal, normalmente indolor, de cor vermelho vivo.

Na presença destes sintomas, a grávida deve ir imediatamente ao hospital para ser examinada pelo obstetra e este solicitar uma ultrassonografia para verificar a localização da placenta, pois estes sintomas podem ser confundidos com o descolamento. Saiba como acontece o descolamento da placenta e o que fazer nestes casos.

O diagnóstico da placenta prévia é feito através de um exame de ultrassom.

Quando alguma irregularidade desse tipo na placenta é encontrada no início da gravidez, chama-se placenta baixa, e é provável que a placenta posicione-se corretamente após as 30 semanas.

Em gestantes que não apresentam sintomas, a placenta prévia só é descoberta pelo ultrassom do 3º trimestre, que faz parte dos exames do pré-natal.

Tipos de placenta prévia

De acordo com a sua localização no útero, a placenta prévia pode ser classificada em diferentes tipos:

  • Placenta prévia total: a placenta cobre totalmente a abertura interna do colo do útero;
  • Placenta prévia parcial: a placenta cobre parcialmente a abertura interna do colo do útero;
  • Placenta prévia marginal ou lateral: a placenta atinge abertura interna do colo do útero, mas não a cobre;
  • Placenta prévia de implantação baixa: a placenta fica localizada na parte inferior do útero, mas não alcança a abertura interna do colo do útero.

Apesar de nem sempre causar sintomas, a placenta prévia pode provocar sangramento vaginal, risco de parto prematuro ou complicações durante o parto.

Esse problema é mais frequente em mulheres que estão grávidas de gêmeos, multíparas, que têm cicatrizes uterinas anteriores, que têm mais de 35 anos ou que já tiveram placenta prévia anterior.

Entenda para que serve a placenta e quais os problemas que pode desenvolver na gravidez.

Como é feito o tratamento

O tratamento da placenta prévia deve ser orientado pelo obstetra e pode ser feito no hospital ou em casa, de acordo com a idade gestacional e o sangramento vaginal que a grávida apresenta. Geralmente, o tratamento envolve repouso e a adoção de alguns cuidados, como:

  • Evitar fazer esforços e ficar muito tempo de pé, permanecendo a maior parte do dia sentada ou deitada, de preferência, com as pernas elevadas;
  • Deixar de trabalhar, tendo que ficar em casa;
  • Evitar ter contato íntimo.

Quando o sangramento é intenso, a mãe poderá ter que ficar internada e fazer transfusões de sangue ou até uma cesária de emergência.

Em casos mais graves o médico também poderá prescrever remédios para acelerar o desenvolvimento dos órgãos do bebê, assim como remédios para evitar o parto prematuro e para que a gravidez se mantenha pelo menos até as 36 semanas de gestação. Confira as principais consequências do parto prematuro.

Riscos da placenta prévia

O principal risco de placenta prévia é provocar parto prematuro e hemorragia, o que irá prejudicar a saúde da mãe e do bebê.

Além disso a placenta prévia também pode causar acretismo placentário, que é quando a placenta fica presa à parede do útero, dificultando sua saída na hora do parto.

Esse agravamento pode causar hemorragias com necessidade de transfusão de sangue e, nos casos mais graves, remoção total do útero e risco de vida para a mãe. Existem 3 tipos de acretismo placentário:

  • Placenta acreta: quando a placenta está presa à parede do útero de maneira mais leve;
  • Placenta increta: a placenta está presa mais profundamente que na acreta;
  • Placenta percreta: é o caso mais grave, quando a placenta está presa de forma mais forte e profunda no útero.

O acretismo placentário é mais comum em mulheres que já tiveram uma cesária anterior devido à placenta prévia, e muitas vezes a sua gravidade só é conhecida no momento do parto.

Como fica o parto em caso de placenta prévia

O parto normal é seguro quando a placenta está localizada a pelo menos 2 cm de distância da abertura do colo uterino. No entanto, em outros casos ou caso haja sangramento importante, é necessário fazer uma cesárea, pois a cobertura do colo do útero e impede a passagem do bebê e pode provocar hemorragia na mãe durante o parto normal.

Além disso, pode ser necessário que o bebê nasça antes do tempo previsto, pois a placenta pode descolar muito cedo e prejudicar o suprimento de oxigênio ao bebê.

Источник: https://www.tuasaude.com/placenta-previa/

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