Principais causas da Obesidade e como combater

Contents
  1. Obesidade: causas, sintomas e tipos de tratamento
  2. O que é obesidade?
  3. Tipos de obesidade
  4. Causas da obesidade
  5. Sintomas da obesidade
  6. Fatores de risco
  7. Obesidade infantil
  8. Como tratar a obesidade?
  9. Obesidade mórbida e cirurgia
  10. Em que momento pedir ajuda emocional?
  11. As 7 Principais Causas da Obesidade
  12. Mas, quais são as principais causas da obesidade? O que fazer para não sofrer com a obesidade?
  13. 1- Estresse
  14. 2- Problemas Hormonais
  15. 3- Uso de alguns medicamentos (corticosteróides)
  16. 4- Irregularidade no sono
  17. 5- Metabolismo
  18. 6- Fluxo intestinal
  19. 7- Sedentarismo
  20. E agora, o que fazer?
  21. Como combater as causas da obesidade?
  22. Obesidade infantil: as causas, os riscos e como prevenir esse problema
  23. Obesidade infantil: um mal crônico que assola todo o mundo
  24. Os riscos da obesidade infantil
  25. Quais as principais causas da obesidade infantil
  26. Alimentação
  27. Sedentarismo
  28. Falta de sono
  29. Ansiedade e/ou depressão
  30. Fatores genéticos e hormonais
  31. Como evitar a obesidade infantil?
  32. — Amamentação
  33. — Alimentação equilibrada e saudável
  34. — Atividades físicas
  35. — Controle o tempo de exposição às telas
  36. — Cuidado com o uso de medicamentos
  37. — Sono e repouso
  38. — Dê o exemplo
  39. Conclusão
  40. Clique e entenda os todos os detalhes sobre a obesidade
  41. Quem sofre com a obesidade
  42. Principais doenças associadas à obesidade
  43. Hipertensão arterial
  44. Diabetes
  45. Problemas articulares
  46. Câncer
  47. Esteatose hepática e cirrose hepática
  48. Causas da obesidade
  49. Prevenção
  50. Tratamentos
  51. Obesidade: 5 medidas para combater a doença
  52. Tipos de Obesidade
  53. Medidas para prevenir e combater a obesidade

Obesidade: causas, sintomas e tipos de tratamento

Principais causas da Obesidade e como combater

A obesidade é uma condição de saúde pública que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), atinge metade da população brasileira.

A projeção do órgão é que até 2025, caso medidas não sejam tomadas, esse número cresça e registre a incrível marca de 2,3 bilhões de adultos considerados acima do peso e mais de 700 milhões de obesos.

Entre as crianças, esses números também são relevantes e hoje aproximadamente 15% já apresentam condições de sobrepeso ou obesidade no Brasil.

A estimativa é que para esse grupo, até 2025, esse número cresça e atinja 75 milhões de crianças.

Por isso, vamos trazer aqui informações a respeito dessa doença, seus sintomas, causas, avaliação da psicóloga e especialista do Zenklub, Julieta Seixas Moizes, e dicas de como buscar apoio emocional e superar esse problema.

O que é obesidade?

A obesidade é o resultado do acúmulo de gordura corporal causada por um consumo de alimentação acima do nível necessário para o organismo e para a realização das suas atividades e manutenção do corpo.

Para a especialista Julieta, a obesidade é uma questão multifatorial, na qual a genética, o metabolismo e o ambiente interagem, podendo acontecer em diferentes situações e tipos de pessoa, ou seja, não depende de sua posição social e econômica.

Além disso, é considerada uma condição de elevada prevalência. De acordo com a medicina, é um excesso de peso caracterizado pela massa de tecido adiposo superior a 20% no peso total do pessoa.

Os casos de obesidade causados por patologias endócrinas ou genéticas constituem um percentual muito pequeno, por isso os aspectos psicológicos devem ser levados em conta. A maioria são associados com ansiedade e depressão, dificuldades de lidar com a frustração e com os limites, falta de equilíbrio emocional, autocontrole e autodisciplina.

Ainda segundo a especialista: “Muitas vezes é associado a passividade, submissão, preocupação excessiva com comida, ingestão compulsiva de alimentos, dependência, não aceitação do esquema corporal, temor de não ser aceito ou amado, dificuldades de adaptação social, desamparo, insegurança, intolerância e culpa.”.

“O ato de comer, para os obesos, é tido como tranquilizador, como uma forma de localizar a ansiedade e a angústia no corpo. As influências sociais tem aspecto importante pois cadeias de fast-food estão presentes no cotidiano, “facilitando” a vida das pessoas, já que a maioria opta por praticidade, esquecendo de priorizar a saúde, na escolha alimentos saudáveis.”, completa Julieta.

Tipos de obesidade

A obesidade pode ser classificada tanto pela quantidade de peso de uma pessoa, quanto pela forma que esse excesso de gordura está distribuído pelo corpo.

  • Obesidade homogênea: não há uma região específica para a predominância da gordura e, por isso, é mais bem distribuída pelo corpo todo;
  • Obesidade periférica: também conhecida como obesidade ginoide ou em forma de pêra, é mais comum em mulheres e se caracteriza pelo acúmulo de gordura no quadril, coxas e nádegas. É um tipo que influencia no surgimento de outras doenças como problemas cardíacos, vasculares e diabetes;
  • Obesidade abdominal: também conhecida como obesidade androide ou em forma de maçã, é mais comum em homens e se caracteriza pelo acúmulo de gordura na região abdominal, cintura, peitos e rosto. Esse tipo também influencia o aparecimento de outras doenças como colesterol alto, cardiovascular, diabetes, risco de infarto e trombose.

Pela quantidade de peso, em um adulto, podemos considerar a tabela de cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC) indicada pela própria IMC para avaliação dos graus. Calcula-se dividindo o peso do paciente pela sua altura elevada ao quadrado:

A obesidade pode também ser entendida como primária, quando há um consumo de calorias maior do que o gasto energético, ou secundária, que é resultado de alguma doença.

Causas da obesidade

Em geral, além das causas emocionais que falamos aqui, temos duas grandes causas para o desenvolvimento da doença:

  • Falta de atividade física: a vida sedentária faz consumirmos mais calorias do que o corpo está gastando e resultar em acúmulo de gordura;
  • Hábitos alimentares: não ter atenção a qualidade da dieta que se está consumindo trará um ganho de peso praticamente inevitável.

Sintomas da obesidade

Além dos sintomas mais visíveis, que são as mudanças na estrutura do corpo, é possível também identificar sinais bastante incômodos, como:

  • Falta de ar: causada pela pressão do peso do abdômen sobre o pulmão;
  • Dores corporais: o excesso de esforço para suportar o peso pode trazer desconforto nos joelhos, pernas e costas;
  • Falta de condicionamento físico: dificuldade para concluir uma simples caminhada ou algum esforço maior;
  • Roncos e apneia do sono: o acúmulo de gordura na região do pescoço prejudica a respiração;
  • Problemas na pele: é comum o aparecimento de manchas escuras, principalmente, nas axilas, pescoço e virilha, por conta da resistência de insulina no corpo, além de dermatite e infecções causadas por fungos;
  • Infertilidade e impotência: causa comum por conta da deficiência de fluxo sanguíneo e alterações nos hormônios;
  • Varizes e úlceras nervosas: provocadas pelas alterações na circulação sanguínea;
  • Ansiedade e depressão: relativo a compulsão alimentar e a problemas com a autoestima.

Fatores de risco

Como a especialista Julieta comentou anteriormente, os fatores de risco estão relacionados a genética, metabólicos e ambientais. Vamos detalhar esses e outros pontos:

  • Genética: os genes podem influenciar na forma que seu corpo absorve e converte em energia as calorias ingeridas;
  • Histórico familiar: é grande a incidência de obesidade em pessoas com pais obesos. Isso se caracteriza também pelos hábitos alimentares compartilhados e genéticos;
  • Problemas de saúde: há fatores de saúde que potencializam a chance de obesidade, como questões relacionados à locomoção, como a artrite que dificulta a prática de atividades físicas, ou outros transtornos, como a Síndrome de Prader-Willi, que ocorre devido a uma anomalia neurogenética que provoca uma fome insaciável na pessoa;
  • Idade: como já comentamos, não há idade que defina a presença do problema, afinal temos muitos casos de obesidade infantil, mas conforme o tempo passa e as mudanças hormonais e de estilo de vida acontecem, há uma diminuição na prática de atividades físicas e de atuação do metabolismo;
  • Insônia: pode contribuir para o aumento do apetite;
  • Fumo: é geralmente associado o ganho de peso a quem para de fumar, ainda assim, está comprovado que parar de fumar é muito mais benéfico para a saúde do que continuar fumando;
  • Gravidez e pós-parto: para muitas mulheres, perder os quilos gerados durante a gravidez se torna uma tarefa bem complicada, e esse ganho de peso pode piorar no decorrer do tempo.

Obesidade infantil

Além dos dados relacionados à obesidade infantil, há questões emocionais que precisam ser compreendidas para ajudar no diagnóstico e tratamento.

Segundo Julieta:

No que diz respeito às crianças obesas identificamos algumas características comportamentais, como a dificuldade de adiar satisfações e obter prazer nas relações sociais, além de baixa autoestima e dependência materna. A obesidade está também está relacionada a fatores psicológicos como o controle, a percepção de si, a ansiedade e o desenvolvimento emocional de crianças e de adolescentes.

O tratamento psicológico é fundamental para reverter esse quadro antes da chegada a vida adulta e as mudanças físicas que acompanham.

“A terapia cognitiva comportamental auxilia com exercícios práticos para crianças obesas como registrar e perceber os pensamentos e ver pró e contras das situações, trabalhando transtornos no esquema corporal, ansiedade, insegurança, insatisfação consigo mesmas e sinais de agressividade, entre outros.  

Do ponto de vista psicológico, há que se enfatizar que ao se lidar com o problema da obesidade é preciso atenção especial à criação de condições para promover mudanças nos hábitos alimentares das crianças e de suas famílias”, completa Julieta.

Como tratar a obesidade?

O tratamento de obesidade envolve diversos caminhos, com diferentes especialistas, mas a principal mudança está no estilo de vida, nos hábitos alimentares e na prática de exercícios.

A obesidade não tem cura, mas como vimos pode sim ser tratada e controlada.

Por isso, o diagnóstico de obesidade precoce e o comprometimento com essa mudança de vida é muito importante para a evolução dos sintomas e prevenção de complicações originadas pela própria obesidade.

Medicamentos para obesidade são recomendados apenas sob orientação médica e com acompanhamento.

Obesidade mórbida e cirurgia

A obesidade mórbida é considerada o grau 3 que vimos na tabela do IMC, e é comum a recomendação de cirurgia de redução do estômago, ou também conhecida como bariátrica, para esses casos.

A escolha do tipo de cirurgia bariátrica depende do quadro do paciente e recomenda-se o acompanhamento psicológico durante e depois de todo o processo.

Em que momento pedir ajuda emocional?

Para Julieta, “Algumas pessoas apresentam sinais de sofrimento emocional associado à obesidade, falta de autocontrole e tentativas de dietas frustradas, que se faz necessária a assistência psicológica.

A autoavaliação, um autoconceito negativo e o que a pessoa pensa sobre si mesma, diz muito sobre a satisfação que extrai de sua vida e das atividades que realiza, sendo a obesidade um fator de risco para a saúde mental e física a longo prazo.

A manutenção do peso corporal, é um fator determinante no estado considerado saudável, levando ao bem-estar e melhor qualidade de vida.”

“O  tratamento deve ser baseado numa abordagem biopsicossocial do indivíduo como um todo incluindo as causas psicológicas, mas, principalmente, voltado para o momento presente para que assegure o êxito do tratamento, a curto e longo prazo.

Procurar ajuda de um profissional psicólogo que ajude a identificar suas crenças, como os modos de pensar sobre si mesmo e sobre os outros, desde a infância e adolescência, e modificar pensamentos distorcidos e disfuncionais que não ajudam, que causam emoções como ansiedade e angústia, que levam a compulsão alimentar.

Ter calma e manter a positividade é de extrema importância, a procura de um profissional e a vontade de mudar já é um grande passo.”

Источник: https://zenklub.com.br/blog/saude-bem-estar/obesidade/

As 7 Principais Causas da Obesidade

Principais causas da Obesidade e como combater

Mesmo que muitas pessoas acreditem que sim, estar acima do peso não significa, exatamente, que você é uma pessoa obesa. Mas, o sobrepeso precisa fazer com que você sinta a necessidade de acender a famosa “luz vermelha” e estar mais alerta com os seus hábitos e sua saúde.

Um levantamento realizado pelo ministério da saúde apontou que, hoje, uma em cada cinco pessoas, apresentam obesidade e – o que mais assusta – é que cerca de 54% da população brasileira está acima do peso.

Com esse percentual absurdo, as complicações causadas pela obesidade ficam cada vez mais aparentes, como é o caso da impotência sexual, doenças cardíacas, hipertensão e até diabetes.

A questão estética, como você pode ver, está longe de ser um dos principais fatores para que você, que sofre com sobrepeso e corre risco de desenvolver obesidade, se preocupe com a doença. Na verdade, considerando todas as doenças causadas pela obesidade, a questão estética é um dos seus menores problemas.

Mas, quais são as principais causas da obesidade? O que fazer para não sofrer com a obesidade?

A obesidade possui várias causas, as principais vamos esclarecer aqui, como você já sabe. Mas, é importante que você saiba que existem diversas causas e que envolvem diversos fatores, como, por exemplo: genética, estilo de vida, emocional e até mesmo a sua criação pode influenciar.

E não é apenas isso, você pode correr o risco de apresentar obesidade por uma condição médica, como é o caso da síndrome de Prader-Willi e/ou a síndrome de Cushing.

As principais causas da obesidade, sendo elas as mais comuns, são:

1- Estresse

Sabia que o cortisol, que é um hormônio ligado à várias regulagens de funções metabólicas no organismo, é liberado em altíssima quantidade quando você fica estressado?

O que significa que, se você é uma pessoa muito estressada, é muito comum que você acabe com sobrepeso, afinal, as tensões do dia a dia corrido faz com que você fique ansioso e seu apetite aumente consideravelmente.

Na verdade, o estresse afeta o corpo de uma maneira extremamente drástica, não só liberando o cortisol, como também provocando várias outras alterações químicas. Uma das consequências do estresse, além do AVC e aneurismas, é a obesidade.

2- Problemas Hormonais

Os problemas hormonais são apontados como um dos causadores da obesidade por uma questão simples: quando você possui resistência à leptina, conhecido como “hormônio da fome”, a tarefa de controlar sua fome e até sua saciedade acaba por ficar bem mais difícil.

Então, diferente do que você e muitas outras pessoas pensem, talvez o seu excesso de peso e risco de obesidade esteja menos relacionado ao que você consome e muito mais relacionado ao problema que você possui.

Sua ida ao médico é extremamente importante para que você equilibre os seus hormônios de forma segura e não corra o risco de sofrer com a obesidade ou com qualquer outra doença.

3- Uso de alguns medicamentos (corticosteróides)

Dentre as principais causas da obesidade, o uso de alguns medicamentos pode fazer com que você tenha um “empurrãozinho” em direção à obesidade. Claro que esse não será o principal fator, mas, se já existe o risco de desenvolver a doença, é importante deixar esses medicamentos de lado.

O uso exagerado desses medicamentos pode fazer com que você tenha problemas de saúde sérios, como diabetes, alterações de hormônios, úlcera gástrica e, claro, obesidade.

4- Irregularidade no sono

A irregularidade no sono ativa genes da obesidade. Ou seja, se você, sendo um adulto, não dorme de 7 a 9 horas por noite, como é indicado por médicos e especialistas na área, você pode estar prejudicando diversas funções do seu organismo.

Mesmo que a insônia pareça inofensiva, é importante que você considere que, para ser um adulto saudável, você precisa estar em equilíbrio. Então, se você não consegue dormir a quantidade de horas que precisa, o mau humor e a sonolência vão vir como “sinais”, mas, em longo prazo, você pode sofrer não apenas com a obesidade, mas também com várias outras doenças.

5- Metabolismo

Com o metabolismo lento, é normal que a digestão seja mais demorada e, com isso, o seu corpo acaba por receber os nutrientes e obtenção do ciclo normal e natural do corpo de forma mais lenta, interferindo no gasto calórico também.

As pessoas que sofrem com a obesidade, na sua grande maioria, apresentam o metabolismo extremamente lento. E isso é um problema, afinal, o metabolismo lento faz com que as reações catabólicas sejam aumentadas, gerando a SM (síndrome metabólica.

Essa síndrome faz com que você tende a ter obesidade abdominal com aumento da pressão arterial, maior gordura no fígado, glicemia de jejum e triglicerídeos e, para finalizar, também causa diminuição do nível de colesterol HDL, que é conhecido por ser o “colesterol bom”.

6- Fluxo intestinal

Como você mesmo já sabe, a obesidade nem sempre é causada pela falta de controle, meta ou, até mesmo, pela vontade incontrolável de comer. A obesidade é complexa e possui várias causas, como, por exemplo, o fluxo intestinal.

Mesmo que você acredite ser impossível, saiba que, quando o fluxo intestinal não é constante – tudo aquilo que é ingerido não é eliminado (fezes), o que contribui para reserva – o seu peso aumenta.

Além do fluxo intestinal inconstante, o que influencia para o aumento de peso, correndo grandes riscos de levar à obesidade, são os micróbios que estão presentes na nossa flora intestinal.

Esses micróbios podem ser manipuladores, podendo favorecer o seu corpo, como não favorecer também. Quando os interesses desses micróbios não te favorece, é normal que eles alterem o comportamento alimentar e cause compulsões.

Talvez você esteja se perguntando o motivo para isso e, claro, o que define que os micróbios presentes no seu intestino vão te favorecer ou não.

E, a resposta não podia ser mais simples, o que define é a alimentação, então, é fundamental que você pense mais sobre o que você come, assim você irá conseguir um equilíbrio de bactérias e o seu corpo será favorecido por isso.

7- Sedentarismo

O sedentarismo é a “lei do mínimo esforço” e, claro, com a internet cada vez mais presente na vida das pessoas, o quadro de sedentarismo só está se agravando. O sedentarismo já passou de ser uma preocupação estética, hoje é um problema gravíssimo de saúde pública.

E sim, o sedentarismo leva à obesidade. E é extremamente simples de entender o motivo: você realiza o mínimo de esforço, não faz atividade física, não gasta as calorias que consome no dia a dia e, consequentemente, o número da balança só aumenta.

E agora, o que fazer?

Para você que apresenta sobrepeso/obesidade, a Organização Mundial de Saúde propõe a redução moderada na ingestão de energia como estratégia para redução de massa corporal, associada a exercícios físicos e as mudanças nos hábitos cotidianos.

O tratamento inicial do indivíduo obeso ou com sobrepeso visa promover perdas de 5-10% do peso inicial em até seis meses de tratamento, com manutenção do novo peso em longo prazo. Neste caso, o esperado é uma perda média de peso de 0,5 a 1 kg por semana.

A meta do acompanhamento deve ser o entendimento do próprio indivíduo a respeito do seu próprio corpo, do autocuidado, do resgate da sua autoestima e o controle das doenças associadas.

Geralmente, as pessoas buscam programas de perda de peso rápido; entretanto, deve-se ter em mente que essas mudanças, para a busca de uma vida saudável, podem ser de médio ou longo prazo, ou seja, em prazo maior que a expectativa.

Dietas mirabolantes ou extremamente radicais não são – nem de longe – aconselhadas, pois, mesmo que levem à perda de peso, ele tende a voltar, fazendo com que você corra o risco de sofrer com o efeito sanfona, tão ou mais prejudicial que a obesidade em si.

O diagnóstico e o tratamento devem ser feitos acompanhados por um médico farmacêutico ou nutricionista, especialmente nos casos de crianças, adolescentes e gestantes obesos.

Como combater as causas da obesidade?

Você já sabe quais são as principais causas da obesidade, porém, você deve estar se perguntando como descobrir quais das causas citadas anteriormente está impedindo você de perder peso, não é mesmo?

Para isso não existe uma fórmula mágica, mas sim, consultar quem realmente entende de saúde para lhe auxiliar nesse desafio que é a perda de peso.

Aqui na Phytoart nós contamos com farmacêuticos capacitados para auxiliar você. Entre em contato conosco e solicite seu atendimento farmacêutico. Estamos esperando para poder lhe ajudar da melhor maneira possível.

Источник: https://www.phytoart.com.br/as-7-principais-causas-da-obesidade/

Obesidade infantil: as causas, os riscos e como prevenir esse problema

Principais causas da Obesidade e como combater
 

A obesidade infantil é caracterizada pelo excesso de peso em crianças com até 12 anos.

 

A obesidade infantil ganhou o status de epidemia, em decorrência do aumento do número de crianças obesas em todo o mundo. Hoje ela é considerada um grave problema de saúde pública.

 

No Brasil, segundo o IBGE, uma em cada três crianças de cinco a nove anos estão acima do peso. 

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS), em parceria com a Imperial College de Londres, concluiu em um estudo que, em 2022, existirão mais crianças obesas do que abaixo do peso no mundo.

 

A obesidade é uma doença preocupante entre os adultos — quando se fala em crianças, a situação é ainda mais grave. Isto porque a saúde começa a sofrer com os problemas causados pelo sobrepeso enquanto a criança deveria estar em pleno desenvolvimento físico. 

 

Para entender melhor sobre o que é a obesidade infantil e o que fazer para construir uma rotina de vida saudável na infância, evitando, assim, aumentar os números desta estatística, continue lendo. 

 

Neste artigo, vamos abordar: 

 

  • Obesidade infantil: um mal crônico que assola todo o mundo
  • Os riscos da obesidade infantil
  • Quais as principais causas da obesidade infantil
  • Como evitar a obesidade infantil?

 

Boa leitura!

Obesidade infantil: um mal crônico que assola todo o mundo

Quatro em cada cinco crianças obesas permanecerão obesas quando adultas. 

 

A obesidade infantil é caracterizada por um excesso de gordura corporal em crianças de até 12 anos, sendo considerado sobrepeso quando o peso da criança está, no mínimo, 15% acima do peso de referência para a sua idade. O diagnóstico também pode realizado através do IMC (índice de massa muscular). 

 

Com o passar dos anos, o número de crianças obesas tem aumentado, fazendo a saúde pública reconhecer a obesidade infantil como um grave problema, como uma epidemia.

 

Isso porque a obesidade está relacionada a diversas doenças crônicas, como diabetes, hipertensão, doenças cardíacas e má formação do esqueleto. Além disso, pode gerar  dificuldades para executar atividades e brincadeiras comuns da infância. 

 

Não é um problema de estética. Por isso, vamos entender melhor os riscos e as principais causas da obesidade infantil no Brasil e no mundo.

Os riscos da obesidade infantil

Assim como a obesidade é uma doença que pode comprometer a qualidade de vida do adulto, na criança os riscos são os mesmos. A diferença — e o que faz da obesidade infantil soar o alarme da saúde pública — é que o maior tempo de exposição ao excesso de gordura poderá desencadear doenças crônicas mais cedo, reduzindo a expectativa de vida do indivíduo.

 

Além disso, como a criança está em fase de crescimento, a obesidade infantil pode ser um impacto negativo no desenvolvimento dos ossos, músculos e articulações, prejudicando a formação do esqueleto. 

 

Entre os riscos da obesidade infantil, de curto e longo prazo, podemos citar:

 

  • Obesidade mórbida, quando adultos
  • Doenças respiratórias, como asma e apneia
  • Doenças ortopédicas, como problemas de coluna ou joelhos
  • Dores nas articulações
  • Disfunções do fígado, em função do acúmulo de gordura
  • Colesterol alto
  • Diabetes
  • Hipertensão arterial
  • Complicações metabólicas
  • Acne
  • Assaduras e dermatites
  • Enxaqueca

 

Além disso, existem os riscos de cunho social e emocional, já que a obesidade pode desencadear quadros de doenças mentais ou problemas de relacionamento, incluindo:

 

  • Depressão
  • Isolamento social
  • Solidão
  • Bullying
  • Disfunções alimentares, como bulimia ou anorexia
  • Baixa autoestima

Quais as principais causas da obesidade infantil

 

Sedentarismo, falta de alimentação saudável e problemas de sono são algumas das possíveis causas para a obesidade infantil

 

Nem sempre a obesidade infantil está relacionada ao consumo excessivo de comida, ou é culpa dos pais. Existem inúmeros possíveis fatores para a obesidade infantil. É preciso entender a rotina familiar, para diagnosticar e tratar corretamente as causas do problema. 

 

Podemos citar, como possíveis causas da obesidade infantil:

Alimentação

Com o passar dos anos, houve uma drástica mudança nos comportamentos alimentares das casas, em todo o mundo. As crianças passaram a ter contato com alimentos industrializados e hiper calóricos, e se afastaram das frutas e de outros alimentos naturais e saudáveis. 

 

Com o consumo exagerado de gorduras e açúcares, há uma mudança na produção de hormônios ligados ao prazer, como a dopamina. Assim, começa um processo de compulsão alimentar: como um vício. 

Sedentarismo

Ao lado da mudança alimentar, observamos, também, uma mudança em relação às atividades físicas. 

 

Antigamente, crianças brincavam nas ruas, correndo e pulando. Hoje, as crianças passam muito mais tempo sentadas no sofá, de olho nos televisores, laptops ou videogames, segundo o Painel Nacional de Televisão, do Ibope Media.

 

Com isso, a criança não gasta mais calorias do que come. Assim, engorda.

Falta de sono

A qualidade do sono pode ser um importante fator para a obesidade infantil. Estudo da Harvard Medical School mostra que o horário de descanso está sincronizado com o relógio biológico da criança. 

 

Assim, conforme a pesquisa, crianças que dormem tarde e acordam cedo para suas atividades escolares, apresentam maior concentração de gordura na região abdominal. 

 

Manter consistente a rotina do sono, dormindo por tempo suficiente, pode prevenir a obesidade infantil, já que o sono garante o desenvolvimento e funcionamento fisiológico adequado.

Ansiedade e/ou depressão

Problemas de saúde mental, como depressão ou ansiedade, podem alterar o comportamento da criança. Ela pode desenvolver compulsões alimentares, perder a vontade de praticar atividades físicas e desenvolver outros sintomas que prejudicam sua qualidade de vida. 

 

É importante que a criança possa ter acompanhamento psicológico, caso necessário, como parte do tratamento contra a obesidade.

 

Segundo pesquisa publicada na PEPSIC, a terapia pode ajudar no controle da compulsão alimentar, no aumento da autoestima e no manejo dos sintomas da depressão e ansiedade. 

Fatores genéticos e hormonais

Existem, ainda, as causas genéticas e hormonais. Ou seja: nem tudo é culpa da alimentação ou da televisão. 

 

Filhos de adultos obesos, por exemplo, têm maior predisposição à obesidade infantil. Quando pai e mãe são obesos, as chances do filho ser obeso também são de 70 a 80%. Variações hormonais ou até mesmo o histórico da gestação da criança podem ter influência, também, no sobrepeso. Curioso?

 

Especialistas do Hospital da Infância de Boston afirmam que crianças nascidas por cesárea têm alteração na flora intestinal, tendo maior incidência da presença de uma bactéria no intestino, comum em pessoas obesas. 

 

Você pode solicitar uma avaliação hormonal e metabólica, consultando um endocrinologista.

Como evitar a obesidade infantil?

Segundo a OMS, a obesidade infantil está diretamente ligada às mudanças comportamentais que privilegiam o sedentarismo e a alimentação inadequada. 

 

Apesar do esforço para incentivar uma alimentação saudável e informar da importância da prática de exercícios físicos para os adultos, a obesidade infantil não foi tratada da mesma maneira pela saúde pública. 

 

Assim, as diretrizes para tratamento da obesidade infantil da OMS incluem aconselhamento, dieta, análise dos hábitos alimentares (da criança e da família), além do acompanhamento das medições de peso e altura.

 

O diagnóstico e tratamento devem ser realizados por médicos especializados. No entanto, você pode promover uma mudança nos hábitos e rotinas da sua casa, buscando mais saúde e qualidade de vida para todos — incluindo seus filhos.

 

Confira as nossas sugestões:

— Amamentação

  

O Ministério da Saúde recomenda que o leite materno seja o único alimento da criança até o seu sexto mês de vida. A Organização Mundial da Saúde também recomenda que a criança seja amamentada durante seus dois primeiros anos, ou mais.

 

O leite materno é um alimento completo para o bebê e está ligado à redução de diversas infecções e doenças, como otites, doenças respiratórias, diabetes e obesidade infantil. 

 

Além de, claro, fortalecer o vínculo entre mãe e filho. Saiba como você pode se preparar para manter a amamentação mesmo depois do período de licença maternidade, lendo o artigo Como armazenar o leite materno.

— Alimentação equilibrada e saudável

 

Uma reeducação alimentar para toda a família pode ser o primeiro — e mais importante — passo para o combate à obesidade infantil.

Estar comprometido com a saúde e deixar de lado os alimentos ricos em gorduras e açúcares é fundamental para que todos consigam manter a nova rotina de uma alimentação saudável a longo prazo.

Escolha versões integrais dos cereais e farinhas, como massas, arroz e pães. Aumente o consumo de verduras e legumes, e corte do cardápio os alimentos ultraprocessados, redes de fast food e os refrigerantes.

Consulte, também, um nutricionista. Ele é o profissional adequado para orientá-los em relação à nova dieta, para que sejam consumidos os alimentos e nutrientes em sua proporção ideal. 

— Atividades físicas

 

Estimule a prática de exercícios físicos. As atividades físicas são importantes para aumentar o gasto calórico, auxiliando na redução de peso. 

 

Quanto mais cedo a criança começar alguma atividade, maiores a chances dela se tornar um adulto ativo. Busque esportes que o seu filho se identifique, para que ele assuma o compromisso como um hábito divertido. 

 

Incentive brincadeiras que movimentam o corpo, como pega-pega, pular corda, amarelinha, dança, bicicleta, entre outros. Existem várias atividades que funcionam como excelentes exercícios — teste! 

— Controle o tempo de exposição às telas

O tempo que a criança fica exposta e conecta às telas, como televisão, computador, videogame, celular, pode influenciar em um estilo de vida mais sedentário. Pode também prejudicar os hábitos alimentares. 

 

O recomendado é que crianças até cinco anos não fiquem mais de uma hora em frente às telas. Para crianças de 5 a 13 anos, a recomendação é de que se tenha no máximo duas horas de tela com fins recreativos. 

— Cuidado com o uso de medicamentos

Pesquisas afirmam que o uso de antibióticos podem interferir no metabolismo da criança, contribuindo para a obesidade infantil. 

 

Dois estudos mais recentes confirmaram os resultados de pesquisas anteriores, sobre a correlação positiva entre a exposição precoce da criança aos antibióticos (especialmente nos seis primeiros meses de vida) com a obesidade infantil.

 

Por isso, é muito importante que medicamentos só sejam administrados ao seu filho se houver prescrição médica.  

— Sono e repouso

Conforme já mencionado, a falta de sono adequado pode contribuir para a obesidade. O relógio biológico da criança pode ficar desregulado, atingindo hormônios que controlam o apetite. 

 

Assim, os pais precisam estar atentos para que as crianças tenham qualidade no sono, e descansem o tempo recomendado para cada idade. 

 

A Academia Americana de Medicina do Sono (AASM) sugere que crianças de três a cinco anos durmam de 10 a 13 horas (incluindo cochilos à tarde). Crianças na idade escolar, de 6 a 12 anos, devem dormir de 9 a 12 horas à noite.

— Dê o exemplo

Quando se fala em obesidade infantil, muitas pessoas culpam os pais pela situação dos filhos. Nem sempre isso será verdade.

 

É fundamental que a família toda estabeleça uma rotina saudável de alimentação e com a prática de exercícios físicos. É importante observar também o tempo de tela e o controle do sono. 

 

Ser o exemplo é a melhor maneira de ensinar o seu filho a cuidar de si e da sua saúde.

 

Conclusão

A OMS estabeleceu a obesidade infantil como um dos mais graves problemas da saúde pública mundial

 

A obesidade infantil é um grave problema na saúde pública mundial. Conforme a Organização Mundial da Saúde, em 2025 poderá haver 75 milhões de crianças obesas no mundo. 

 

No Brasil, cerca de 15% das crianças estão acima do peso, de acordo com o professor Hugo Tourinho Filho, da Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP) da USP. 

 

Ainda que existam muitas iniciativas para conscientizar e lutar contra a obesidade em adultos, a obesidade infantil é um problema crescente. 

 

É preciso, além das orientações e diretrizes para diagnóstico e tratamento, uma completa revisão de hábitos de vida familiar. 

 

Mudança no comportamento alimentar, incentivo à prática de exercícios físicos desde cedo e bons hábitos de sono podem ajudar a prevenir o problema. 

 

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Источник: https://www.unimed.coop.br/viver-bem/pais-e-filhos/obesidade-infantil

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Principais causas da Obesidade e como combater

A obesidade se caracteriza pelo excesso de gordura no corpo. O acúmulo de gordura ocorre quando há maior ingestão de calorias que gasto energético ao longo dos anos.

É uma doença que atinge 600 milhões de pessoas no mundo e 30 milhões no Brasil, segundo dados do último levantamento realizado pelo IBGE. Se contar a população com sobrepeso, os números sobem para quase dois bilhões de pessoas no mundo e quase cem milhões no País.

Por isso, é urgente tomar medidas de prevenção e buscar tratamentos que apresentem resultados eficientes quando os pacientes não respondem mais a dietas e medicamentos.

Quem sofre com a obesidade

A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que a obesidade é um dos maiores problemas de saúde pública atualmente, e estima que, em 2025, mais de 700 milhões de pessoas sofrerão com obesidade e 2,3 bilhões de adultos terão sobrepeso. Se não houver mudanças na política pública, principalmente das nações mais influentes, o número de crianças com sobrepeso ou obesidade pode chegar a 75 milhões em dez anos.

Principais doenças associadas à obesidade

A obesidade e o sobrepeso podem desencadear ou agravar muitas doenças, como apneia, infertilidade, problemas de coagulação, além de outras mais graves, que podem levar à morte.

Hipertensão arterial

É a principal causa de morte no mundo, com 17,3 milhões/ano. O Brasil é o sexto país com maior número de mortes por hipertensão no mundo. A doença atinge, segundo a OMS, 30% dos brasileiros.

Diabetes

É considerada uma epidemia mundial, que atinge mais de 246 milhões de pessoas adultas. No Brasil, mais de 10 milhões de pessoas sofrem com essa doença.

Problemas articulares

A estrutura óssea sofre com a sobrecarga do peso, por isso, pessoas obesas são mais propensas a apresentarem dores crônicas, hérnia de disco e desgastes nas articulações, principalmente dos membros inferiores.

Câncer

Há fortes indícios na bibliografia especializada da relação entre obesidade e o aumento do risco de tumores malignos de mama, endométrio, vesícula, próstata e intestino grosso.

Esteatose hepática e cirrose hepática

De acordo com a Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH), 80% dos pacientes com sobrepeso apresentam alguma doença no fígado.

Causas da obesidade

A obesidade surge, na maioria dos casos, da interação entre fatores genéticos, ambientais, emocionais e hábitos de vida. Entre os fatores mais comuns, estão:

– Alta ingestão de alimentos/calorias: Resumidamente, caloria é o valor energético de cada alimento, ou seja, o tanto de energia que determinado alimento fornece o organismo.

Grosso modo, quanto mais calórico for o alimento, mais esforço o organismo precisa fazer para “gastá-lo”, ou seja, a ingestão de calorias deve ser proporcional ao gasto calórico.

A energia não utilizada pelo corpo se acumula em forma de reserva de gordura.

– Sedentarismo: A falta de atividades físicas é uma das principais causas da obesidade e outras doenças graves, como diabetes e hipertensão. A prática regular de exercícios físicos é fundamental para quem necessita manter ou perder peso e deve ser acompanhada por um profissional qualificado.

– Fator genético: A relação entre fatores genéticos e obesidade é bastante forte. Pesquisas mostram que quando um dos pais é obeso, a possibilidade dos filhos serem obesos é de 50%; quando ambos os pais apresentam obesidade ou sobrepeso, esse número pode subir para 80%.

– Problemas hormonais: São muitos os hormônios que controlam, desde a vontade de comer e a sensação de saciedade, até outras funções mais complexas do metabolismo. Quaisquer alterações nas glândulas suprarrenais e tireoide, além do hipotálamo, devem ser investigadas e tratadas.

Prevenção

Conhecer os fatores que desencadeiam e estar atento aos primeiros sinais de distúrbios alimentares é importante para prevenir a obesidade. É fundamental cuidar de pessoas próximas e buscar ajuda especializada, já que quem sofre de distúrbios alimentares costuma negar ou esconder o problema.

Criar hábitos alimentares saudáveis e praticar exercícios físicos regularmente, educar e estimular as crianças para que optem por alimentos saudáveis, menos processados e pobres em gorduras e açúcares é uma forma de evitar o sobrepeso e a obesidade.

Tratamentos

Em um primeiro momento, recomenda-se tratamento clínico, com uma equipe de multiprofissional. É muito importante que a atuação seja conjunta e integrada por médicos, nutricionistas, psicólogos e educadores esportivos.

Um dos tratamentos auxiliares contra a obesidade é o balão intragástrico. Indicado para pessoas com IMC superior a 27 (clique aqui para calcular seu IMC), o balão é colocado no estômago por meio de procedimento endoscópico e funciona diminuindo o espaço da cavidade gástrica, aumentando a saciedade e diminuindo a fome.

Источник: https://gastrica.com.br/obesidade-saiba-como-se-prevenir-e-tratar/

Obesidade: 5 medidas para combater a doença

Principais causas da Obesidade e como combater

A obesidade é hoje considerada uma doença crónica com génese multifatorial, caracterizada pela acumulação de gordura em excesso, que requer esforços continuados para ser controlada, constituindo uma ameaça para a saúde e um importante fator de risco para o desenvolvimento e agravamento de outras doenças como a diabetes mellitus tipo II, doenças cardiovasculares, alguns tipos de cancro, osteoartrites, dislipidemias, hipertensão arterial (Estima-se que a hipertensão seja 2,5 vezes mais frequente nos indivíduos obesos que em pessoas com peso normal).

Ocorre normalmente quando o número de calorias ingerido é superior ao gasto: quando tal sucede, as calorias são armazenadas no organismo sob a forma de massa gorda, podendo vir a afetar toda a saúde.

Considerada pela OMS – Organização Mundial da Saúde – como uma epidemia, a obesidade afeta a longevidade e a qualidade de vida. É considerada pelas autoridades um dos mais graves problemas de saúde pública do século XXI.

Em Portugal, quase metade da população apresenta excesso de peso e perto de um milhão de adultos sofre de obesidade.

O Índice de Massa Corporal (IMC) é o padrão de medida internacional para a obesidade (traduz a noção de corpulência) e obtêm-se pela divisão do peso expresso em Kg e o quadrado da altura avaliada em metros.

Segundo a OMS, o excesso de peso corresponde a um IMC entre 25 e 30 e a obesidade surge quando o IMC é igual ou superior a 30.

Tipos de Obesidade

Do ponto de vista da distribuição da gordura, a obesidade pode ser:

Ginóide (em forma de pêra): caracteriza-se por um aumento da gordura da cintura para baixo. É a forma mais comum nas mulheres, tem menos risco cardiovascular, mas está associada, muitas vezes, ao aparecimento de varizes e doenças das articulações.

Andróide (em forma de maçã): a gordura localiza-se na zona da cintura e zona superior do tronco. É mais frequente entre os homens e tem uma estreita relação com o aparecimento de diabetes, hipertensão, aterosclerose e o aumento de risco cardiovascular.

Medidas para prevenir e combater a obesidade

A regra essencial é manter o gasto calórico do corpo igual ou superior à quantidade de calorias ingeridas.

1. Siga as proporções recomendadas pela Roda dos Alimentos

Tenha uma alimentação equilibrada e variada, rica em legumes, cereais integrais, fruta e peixe. Reduza os alimentos com açúcar e as gorduras saturadas, presentes sobretudo nas gorduras processadas industrialmente (hidrogenadas), carnes vermelhas, manteiga, e laticínios gordos.

2. Aprenda a conhecer os alimentos e os nutrientes

Quando ingere um alimento, procure saber que tipo de nutrientes está a fornecer ao seu organismo. Não precisa de transformar-se num “conta-calorias”, mas é importante ter a noção de que certos alimentos são mais calóricos do que outros.

Aprenda sobretudo a detetar as calorias escondidas nos alimentos pré-cozinhados ou processados industrialmente (muitas vezes sob a forma de gorduras invisíveis).

3. Coma cada 3 a 4 horas

Comendo várias vezes ao dia não tem demasiada fome quando chega à refeição seguinte. Coma porções suficientes para se sentir saciado. Use o seguinte truque: comece as refeições principais com uma sopa de legumes, sem batata. Para além de conter água, muitas vitaminas e sais minerais, ajuda a saciar a sensação de fome. Isto evita a ansiedade que certas dietas de emagrecimento podem causar.

4. Mantenha uma atividade física regular

Escolha uma atividade que lhe dê prazer e inclua-a na sua rotina, de preferência diária. A regularidade é importante. Sempre que possível, ande a pé nas suas deslocações e privilegie o contacto com a natureza com pequenos passeios ou caminhadas ao ar livre.

5. Emagrecer e manter um peso saudável

Muitas pessoas conseguem emagrecer em tempo recorde. No entanto, o mais comum é que estas “dietas relâmpago” resultem, pouco tempo depois, no inverso: a recuperação do peso, acompanhada, frequentemente, de um aumento superior ao peso original.

Se tem excesso de peso, procure ser acompanhado por um médico ou nutricionista e estabeleça metas razoáveis para a sua dieta. Tão importante como emagrecer é manter um peso saudável ao longo do tempo.

Nuno Gomes

Regional Master Trainer

Personal Trainer – Holmes Place

Источник: https://www.holmesplace.com/pt/pt/blog/nutricao/obesidade-5-medidas-para-combater-a-doenca

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