Principais causas para falta de ar (dispneia)

Contents
  1. Falta de ar o que fazer? 7 causas possíveis além do COVID-19
  2. O que é coronavírus e quem está no grupo de risco
  3. Falta de ar o que fazer
  4. Falta de ar: principais causas
  5. 1 – Estresse e ansiedade
  6. O que fazer para lidar com a falta de ar causada pela ansiedade
  7. 2 – Doenças respiratórias
  8. 3 – Problemas cardíacos
  9. 4 – Reação alérgica
  10. O que fazer se a falta de ar for alérgica
  11. 5 – Obesidade
  12. O que fazer para diminuir as crises de falta de ar causadas pelo sobrepeso
  13. 6 – Atividade física mal feita
  14. 7 – Gravidez
  15. Referências bibliográficas e datas de acesso
  16. Falta de ar constante: é preciso se preocupar?
  17. O que pode levar à falta de ar?
  18. O que a falta de ar constante pode significar?
  19. Quando a dificuldade para respirar pode ser Covid-19?
  20. Quais exames permitem diagnosticar o sintoma?
  21. Dispneia, um sinal de alarme
  22. As principais causas da dispneia
  23. Sintomas frequentes
  24. Tratamento é direcionado à causa
  25. DPOC: “A luta para conseguir respirar tornou-se constante”
  26. Respiração ofegante: Quais as principais causas?
  27. Atenção, caso a respiração ofegante persista…
  28. Dispineia
  29. Respiração ofegante ou Hiperventilação
  30. Outras doenças
  31. Outras situações
  32. Respiração ofegante em bebés
  33. Falta de ar: o que pode ser e o que fazer
  34. 1. Estresse e ansiedade
  35. 2. Excesso de atividade física
  36. 3. Gravidez
  37. 4. Problemas cardíacos
  38. 5. COVID-19
  39. 6. Doenças respiratórias
  40. 7. Pequeno objeto nas vias aéreas
  41. 8. Reação alérgica
  42. 9. Obesidade 
  43. 10. Doenças neuromusculares
  44. 11. Dispneia paroxística noturna
  45. Exames necessários 
  46. O que dizer ao médico

Falta de ar o que fazer? 7 causas possíveis além do COVID-19

Principais causas para falta de ar (dispneia)

O mundo está vivendo um momento delicado por causa da COVID-19, a nova mutação do coronavírus (SARS Cov2).  Embora a falta de ar seja um dos sintomas respiratórios que mais merece atenção, muitas outras condições de saúde podem ser a causa problema. Descubra o que fazer se sentir falta de ar e quando é necessário procurar uma unidade de saúde para se submeter ao teste de COVID-19.

O que é coronavírus e quem está no grupo de risco

Como explicamos no artigo anterior, o coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. A nova mutação do vírus descoberta em 2019, na China, foi batizada de COVID-19.

A maioria das pessoas infectadas com COVID-19 têm sintomas leves ou nenhum sintoma, mas para àquelas que apresentam, a doença pode causar um mal estar e fadiga, a presença de coriza, febre e tosse parecido com uma gripe forte. No entanto, a condição pode ser especialmente perigosa e em alguns casos, fatal. Em especial, quando além do quadro gripal com tosse aparece a falta de ar (dispneia).

No entanto, a condição pode ser especialmente perigosa para idosos, hipertensos, diabéticos, fumantes e pessoas que sofram de outras doenças respiratórias, além de pacientes em tratamento de câncer, podendo levar a um quadro de pneumonia (infecção do pulmão), como a síndrome respiratória aguda grave (SRAG).¹

Falta de ar o que fazer

Um episódio de falta de ar pode ser realmente assustador, especialmente em épocas de pandemia, mas no momento da crise, o mais importante é procurar manter a calma e repousar, pois a crise costuma melhorar dentro alguns minutos.

Depois disso, vale a pena investigar as possíveis causas e também se existem outros sintomas que podem indicar a presença da COVID-19, já que, nesse momento, expor-se ao pronto atendimento pode ser uma má ideia. Lembre-se que uma pessoa sem o coronavírus pode acabar se infectando, indo até os hospitais onde as pessoas infectadas estão sendo atendidas. ²

O hospital só deve ser procurado pelas pessoas no grupo de risco que apresentem sintomas graves. Como por exemplo dificuldade para respirar e falta de ar constante, e especialmente se você:

  • Não tem nenhuma outra explicação para estar sentindo falta de ar.
  • Teve contato com alguém diagnosticado com coronavírus.
  • Está com febre alta (acima de 39 graus).
  • Além da febre e falta de ar, também apresenta fadiga e tosse seca.
  • Esteve em um dos países que apresentaram surto nos últimos 14 dias.

Falta de ar: principais causas

Como comentamos, as causas para falta de ar podem ser muitas, para ajudá-lo a identificá-las, vamos listar algumas razões que frequentemente levam uma pessoa a ter dificuldades para respirar:

1 – Estresse e ansiedade

Em pessoas saudáveis, principalmente em adolescentes e adultos jovens, os problemas emocionais são as causas mais comuns de falta de ar. Pessoas que sofrem de TAG, (transtorno de ansiedade generalizada) e crises de síndrome do pânico, podem ter dificuldades para respirar. ³

Os sintomas físicos da ansiedade são bastante comuns, especialmente em nós brasileiros, pois somos o país com a maior taxa de pessoas com transtornos de ansiedade do mundo segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O que fazer para lidar com a falta de ar causada pela ansiedade

No momento da crise, pode ser muito difícil simplesmente manter-se calmo, mas alguns comportamentos podem ajudar a recuperar-se do mal estar. Procure lembrar que é uma crise de ansiedade, e que esse desconforto vai passar. Tente prestar atenção à sua respiração e imagine ela voltando ao normal, procure conversar com alguém sobre o que está acontecendo.

Lembre-se que é muito importante buscar ajuda psicológica para conseguir lidar com esses sintomas, se você ainda não faz tratamento, não precisa se preocupar com a quarentena, alguns sites possibilitam encontrar e consultar um psicólogo online, como por exemplo o ZenKlub e o Fala Freud.

Para evitar novas crises, inclua as atividades físicas na sua rotina (alguns vídeos no podem ajudar), além disso, aposte numa alimentação saudável, e numa rotina de sono regular.

2 – Doenças respiratórias

A gripe comum e o resfriado, também podem causar crises leves de falta de ar. Mas elas normalmente duram pouco tempo. Para ter certeza se é necessário ir até o postinho nesse período de quarentena, vamos repetir a dica da Liliane Ocalxuk, (CRP 08/15210) psicóloga que conversou com a gente no dia 20 de março:

“Para descobrir como seu município está lidando com casos suspeitos, a pessoa pode usar o aplicativo do Ministério da Saúde que identifica a localização e mostra a unidade de saúde mais próxima. Novamente, não é preciso ir até o local, basta ligar e seguir as recomendações dadas pelo agente”

Baixe o app do ministério da Saúde nos seguintes links: Android e IOS.

Liliane também falou conosco sobre os pacientes em grupo de risco “É importante que essas pessoas informem ao município assim que perceberem os primeiros sintomas, para que possam ser orientadas sobre como proceder e se necessário, se submeter ao teste de maneira mais segura possível”.

Lembrando que os pacientes que devem seguir essas recomendações incluem:

  • Idosos (pessoas com sessenta anos ou mais).
  • Pacientes imunodeficientes.
  • Pessoas com doenças preexistentes crônicas ou graves, como por exemplo hipertensos e diabéticos, e respiratórias como asma e bronquite.
  • Gestantes e lactantes.

Nós já falamos por aqui sobre as principais doenças respiratórias: bronquite, asma, sinusite e rinite. Para saber mais sobre os sintomas, visite nosso artigo sobre o tema, clicando aqui.

3 – Problemas cardíacos

Doenças como insuficiência cardíaca, frequentemente causam falta de ar ao fazer esforços, como levantar da cama ou subir escadas. Normalmente as pessoas com essa condição relatam piora da falta de ar ao longo do tempo de doença e o indivíduo também pode apresentar dor no peito.

Para saber o que fazer para lidar com a falta de ar causada por insuficiência cardíaca, lembre-se de dividir om o seu médico a intensidade e os momentos em que as crises aparecem.

Preste atenção aos eventos que antecedem a crise e siga o tratamento indicado pelo médico, que geralmente é feito com uso de medicamentos.

Sempre que sentir dificuldade de respirar, procure manter a calma e avisar alguém que não está se sentindo bem. ³

A hipertensão aumenta o risco de complicações no caso de infecção por COVID-19, por isso, ligue no postinho se estiver sentindo falta de ar e siga a recomendação da unidade de saúde para saber o que fazer. 4

4 – Reação alérgica

Em quadros alérgicos graves causado por medicamentos, alimentos e picadas de inseto pode ocorrer o chamado “choque anafilático” com bloqueio das vias respiratórias impedindo a respiração. Por isso, a falta de ar repentina sem nenhum precedente precisa de atenção imediata.

O que fazer se a falta de ar for alérgica

Algumas pessoas com graves quadros de alergia, já conhecem bem os sintomas desse tipo de reação, alguma inclusive já tem a recomendação médica para aplicar uma injeção de adrenalina em caso de emergência. Se este for o seu caso, aplique-a imediatamente e comunique o seu médico.

Quando a pessoa não possui essa injeção ou não sabe que tem alergia ou fez uso de algo que cause alergia sem saber, deve-se chamar uma ambulância ou levar ao pronto-socorro imediatamente, de preferência tomando todas as medidas de precaução para saídas de emergência durante a quarentena.

5 – Obesidade

O excesso de peso e a obesidade também podem causar falta de ar, as crises quase sempre acontecem quando se está deitado ou dormindo, isso porque o sobrepeso diminui a capacidade de expansão dos pulmões durante a entrada de ar. ³

O que fazer para diminuir as crises de falta de ar causadas pelo sobrepeso

Algumas estratégias podem ajudar a conseguir respirar melhor durante o sono, como por exemplo, o uso de travesseiros e almofadas para dormir, que favoreçam uma posição mais inclinada.

No médio e longo prazo a melhor forma de eliminar a dificuldade para respirar é perder peso, com o acompanhamento de um nutricionista.

Fazer exercícios físicos além de contribuir para o emagrecimento, também vai melhorar a saúde de um modo geral, diminuindo a ansiedade, e trazendo muitos outros benefícios.

6 – Atividade física mal feita

Embora os exercícios sejam excelentes para nossa saúde como um todo, pessoas sedentárias precisam começar aos poucos. Tanto para prevenir lesões, como também para evitar crises de falta de ar.

Caminhar vigorosamente, nadar, correr, dançar, e outras atividades aeróbicas exigem um bom condicionamento físico.

Pessoas com excesso de peso são as mais afetadas, mas a falta de ar também pode acontecer em pessoas dentro do peso ideal.

Mas isso não é desculpa para interromper a atividade! É importante continuar praticando exercícios, de forma gradual e regular, dessa forma o coração, os outros músculos do corpo e também o sistema respiratório irão se acostumar com o esforço físico. ³

7 – Gravidez

Mulheres grávidas podem sentir falta de ar no terceiro trimestre de gestação. Isso acontece porque a barriga comprime o diafragma, havendo menos espaço para os pulmões se expandirem.

Para melhorar o desconforto, a gestante deve se sentar recostada confortavelmente em uma cadeira. Fechar os olhos e concentrar-se na própria respiração ajuda bastante. O objetivo é conseguir retomar o controle sobre a respiração, inspirando e expirando profunda e lentamente. Usar travesseiros e almofadas também podem ser uma boa estratégia para dormir melhor. ³

A gestante também deve entrar em contato com a unidade de saúde que acompanha seu pré-natal. Especialmente se tiver outros sintomas além da falta de ar. Embora a falta de ar na fase mais avançada da gravidez seja comum, é sempre importante certificar-se de que tudo vai bem nesse período de incertezas que estamos vivendo.

Agora que você já conhece algumas das principais causa da falta de ar, compartilhe esse artigo para conscientizar mais pessoas a identificar se a dificuldade de respirar precisa ou não de atenção urgente.

Divulgar esse texto também pode ajudar as pessoas que você se importa a aprender aliviar esse sintoma tão desconfortável!

Colaboraram neste artigo:
Dr. Odair Albano – Clínico Geral – CRM SP 31101

Referências bibliográficas e datas de acesso

Источник: https://superafarma.com.br/falta-de-ar-o-que-fazer-7-causas-possiveis-alem-do-covid-19/

Falta de ar constante: é preciso se preocupar?

Principais causas para falta de ar (dispneia)

Você respira fundo, mas parece que a quantidade de ar nos pulmões é insuficiente. De fato, a falta de ar constante é desesperadora.

O sintoma costuma andar junto com o cansaço (mas não necessariamente) e prejudica as funções mais elementares do dia a dia.

Sem falar que inviabiliza a realização de qualquer prática esportiva que exija o mínimo de esforço. Ou seja, é um convite ao sedentarismo e problemas associados.

Neste artigo, saiba quais exames permitem identificar o que está provocando a falta de ar no seu organismo. Diagnosticar o problema corretamente é o primeiro passo para um tratamento eficaz!

O que pode levar à falta de ar?

A falta de ar constante pode ser devido a uma real dificuldade para oxigenar o sangue. O sintoma é manifesto por meio do aumento da frequência e da intensidade da respiração.

Se a hipótese de má oxigenação dos tecidos não for comprovada, geralmente, a dificuldade para respirar é “apenas” uma sensação. É o que ocorre nas crises de ansiedade (as quais exigem outro tipo de abordagem, na maioria das vezes, conduzida pelo psiquiatra).

Por outro lado, quando presente, a falta de oxigenação tecidual real pode ser por conta de:

  • baixo nível de oxigênio disponível nas células;
  • obstrução das vias aéreas (como no desvio de septo);
  • fraqueza no músculo cardíaco;
  • algo que esteja causando a obstrução do fluxo sanguíneo, ou seja, impedindo que o sangue oxigenado chegue aos tecidos;
  • um problema pulmonar que impeça a troca do gás carbônico e do oxigênio;
  • um distúrbio nas hemácias que não permite o transporte adequado do oxigênio (como no caso de uma anemia grave).

O que a falta de ar constante pode significar?

Algumas doenças afetam o grau de oxigenação no sangue (o que é medido pelo oxímetro de pulso). Saturações abaixo de 90% já indicam insuficiência respiratória.

Quando a falta de ar é fruto de uma crise de ansiedade, o exame de gasometria arterial pode comprovar. Isso porque, nesse caso o nível de oxigênio no sangue não se encontra baixo — o que não ocorre na dispneia real.

A seguir, veja alguns dos principais problemas de saúde relacionados à falta de ar real e contínua. Confira:

  • asma;
  • doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), como bronquite crônica e enfisema pulmonar;
  • pneumonia, tuberculose e outras infecções pulmonares;
  • derrame pleural;
  • embolia pulmonar;
  • hemorragia pulmonar;
  • hipertensão pulmonar;
  • câncer de pulmão;
  • insuficiência cardíaca;
  • infarto do miocárdio;
  • arritmia cardíaca;
  • tamponamento cardíaco;
  • obesidade mórbida;
  • asbestose (doença pulmonar devido à respiração de pó de amianto);
  • defeitos na estrutura da coluna vertebral ou do tórax;
  • anemia.

Quando a dificuldade para respirar pode ser Covid-19?

Ainda que a maioria das pessoas infectadas pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) apresente apenas sintomas leves ou sejam assintomáticas, muitas podem ficar gravemente doentes e até perderem a vida. A falta de ar ou dificuldade para respirar é um dos sintomas característicos da doença.

Em caso de suspeita, deve-se confirmar se o paciente já teve contato com o coronavírus. Isso é feito por meio do teste de anticorpo IGM e IGG (ou sorologia para o coronavírus) e pelo PCR.

Quais exames permitem diagnosticar o sintoma?

Após a análise do histórico clínico e exame físico do paciente, existe uma série de exames pneumológicos que servem para complementar os diagnósticos de distúrbios pulmonares — principal causa da falta de ar constante. São eles:

  • radiografia do tórax, que serve para mostrar a capacidade dos pulmões de movimentar o ar;
  • teste de função pulmonar, usado para determinar o tipo de distúrbio e seu grau de acometimento;
  • tomografia computadorizada do tórax; entre outros exames que também ajudam a identificar o tipo de distúrbio.

Outros exames importantes, indicados quando há suspeita de que o distúrbio pulmonar possa desencadear problemas cardiorrespiratórios, são:

Agora que você já sabe como identificar o problema da falta de ar constante, não perca tempo. Procure um especialista (como o pneumologista) para realizar o diagnóstico e dar início ao tratamento adequado. Assim, muito em breve você poderá ter o prazer de respirar fundo e se encher de energia para tocar seu dia a dia!

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Источник: https://magscan.com.br/blog/falta-de-ar-constante-e-preciso-se-preocupar/

Dispneia, um sinal de alarme

Principais causas para falta de ar (dispneia)

Caracterizada por uma respiração desconfortável ou desagradável, a dispneia, vulgarmente conhecida por falta de ar, é um problema relativamente frequente embora mal compreendido.

Entendido como uma experiência subjetiva de desconforto respiratório, a dispneia traz aos doentes sensações distintas e cuja intensidade é bastante variável.

Sensação de aperto no peito, respiração difícil ou pesada e falta de ar são algumas das características que acompanham a sua descrição.

As principais causas da dispneia

A dispneia é sempre um indício de que algo de errado se passa com o nosso organismo.

Ela pode surgir por exemplo, quando algo obstrói as vias aéreas, quando a concentração do oxigénio no sangue está baixa ou quando o sangue não consegue transportar oxigénio adequadamente (tal como acontece em caso de anemia), quando o coração está fraco ou há alguma obstrução ao fluxo sanguíneo e não é possível levar sangue oxigenado para os tecidos, e na presença de doença respiratória.

Entre as causas mais frequentes, encontram-se as doenças respiratórias – como a Asma e a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica – e a Insuficiência Cardíaca.

Em caso de doença pulmonar obstrutiva (onde se inclui a Asma e a DPOC), a dispneia ocorre quando grandes quantidades de ar permanecem nos pulmões após a inspiração.

O que acontece é que, nestes doentes, o estreitamento das vias aéreas impede o ar de ser expulso dos pulmões à velocidade normal, tornando a respiração difícil. (Ao contrário do que se possa pensar, o problema não reside na entrada de ar nos pulmões mas sim na sua saída).

Para além de a respiração se tornar mais pesada é normal estes doentes apresentarem sibilos – uma espécie de assobio que ocorre quando há bloqueio parcial das vias aéreas.

Nos doentes com Insuficiência Cardíaca (em que a capacidade de bombear o sangue através dos pulmões está reduzida), pode haver acúmulo de fluido nos pulmões (um distúrbio conhecido como edema pulmonar) provocando falta de ar. Não raras as vezes, a dispneia é, nestes casos, acompanhada com sensação de asfixia ou aperto no peito.

Não obstante, a dispneia pode surgir ainda associada a doenças do sangue e do metabolismo (como a anemia ou acidose metabólica), distúrbios que afetam os nervos e os músculos da respiração (como a Esclerose Lateral Amiotrófica, Esclerose Múltipla ou a Miastenia, entre outras) ou por restrição do volume do toráx, frequentemente relacionado com doenças como Espondilite Anquilosante, Cifose ou Escoliose que podem limitar os movimentos da caixa torácica.

Sintomas frequentes

Habitualmente, os doentes apresentam respiração acelerada, sentindo-se incapazes de respirar com a profundidade e velocidade necessárias.

Durante uma crise podem ainda notar que a expiração exige mais esforço do que é normal e que, durante a inspiração, o tórax fica mais expandido

Aperto ou pressão no peito, náuseas, tosse ou dor torácica são outros dos sintomas associados à dispneia.

Em alguns casos, o doente pode sentir falta de ar durante o repouso, ter palpitações, apresentar agitação ou confusão. Nestas situações, devem procurar o hospital imediatamente, sobretudo, se a estes sintomas se juntar as extremidades do corpo, assim como os lábios, com uma cor azulada ou arroxeada – isto significa que o oxigénio não está a chegar aos tecidos.

Tratamento é direcionado à causa

O tratamento da dispneia depende da causa que lhe está associada, podendo por isso incluir o uso de medicamentos administrados por via oral, injeção ou inalação, uso de oxigénio, ventilação mecânica, ou em situações de maior gravidade, a intubação.

Tratando-se este de um sintoma que pode ser muito debilitante, impedindo o doente de realizar as suas atividades diárias, é essencial que se identifique o que o provoca de modo a realizar um tratamento adequado.

Sobretudo nos doentes com doença pulmonar obstrutiva crónica, a Reabilitação Respiratória tem demonstrado inúmeros benefícios: melhor qualidade de vida, aumento de tolerância ao esforço, redução de sintomas como a dispneia ou a tosse, redução de crises, de consultas e hospitalizações.

Após o diagnóstico, o doente deve ser acompanhado por uma equipa multidisciplinar.

DPOC: “A luta para conseguir respirar tornou-se constante”

Источник: https://www.atlasdasaude.pt/artigos/dispneia-um-sinal-de-alarme

Respiração ofegante: Quais as principais causas?

Principais causas para falta de ar (dispneia)

Certamente que alguma vez na sua vida já achou que lhe faltava ar e que o simples facto de respirar se tornava uma ação difícil. Nesse momento, provavelmente estaria com a respiração ofegante, na tentativa de levar oxigénio aos pulmões e garantir o funcionamento normal do seu organismo. Apesar de incómoda, em geral essa situação é desencadeada por razões pontuais e tende a passar logo.

Atenção, caso a respiração ofegante persista…

Existem vários distúrbios respiratórios que estão relacionados com a respiração ofegante, tais como dispneia, alterações no ritmo respiratório (ex: taquipneia – respiração rápida; hiperpnéia – respiração rápida e profunda; apneia – ausência de movimento respiratório) e hiperventilação.

Esses distúrbios podem ser causados por atividade física mais intensa (subir escadas e correr, por exemplo), obesidade, má condição física, e por doenças como a asma, anemia, bronquite, Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC), insuficiência cardíaca ou respiratória, e pneumonia.

Além disso, situações de stress, medo e ansiedade também influenciam o ritmo da nossa respiração.

Mas devemos referir que ter uma respiração ofegante não é necessariamente um problema. As pessoas devem preocupar-se, sim, se ela não voltar ao normal ou demorar a fazê-lo. Nesse caso, recomenda-se procurar um médico.

Vamos saber mais sobre as síndromes e doenças relacionadas com a respiração ofegante…

Dispineia

A palavra dispneia, ainda na sua origem grega, significa “respiração difícil”.

Deste modo, as várias definições médicas descrevem-na como uma experiência de desconforto respiratório, uma respiração dificultada ou desagradável. Bastante frequente nos pacientes com doenças pulmonares, cardíacas, metabólicas ou psicogénicas, a dispneia é uma condição incapacitante.

Estima-se que a maioria das pessoas que supostamente sofrem de dispneia e procuram atendimento médico apresentem alguma das seguintes situações: doença cardiovascular, doença pulmonar, refluxo grastroesofágico, quadros psicogénicos ou má forma física.

Essa condição está associada a uma elevada morbilidade e mortalidade, causando grande interferência na realização de atividades sociais e físicas. Sendo assim, muitas vezes a causa da dispneia pode ser não só uma experiência subjetiva de desconforto respiratório, mas também uma resposta a sinais físicos.

Respiração ofegante ou Hiperventilação

A hiperventilação é a situação em que os movimentos respiratórios (inspiração e expiração) ocorrem mais rapidamente do que o metabolismo do organismo.

Com isso, há uma retirada excessiva de dióxido de carbono do sangue (diminuição de CO2) resultando na alcalose (aumento do pH), que por sua vez compromete a circulação sanguínea cerebral e pode resultar em sintomas como formigueiro nas extremidades corporais, tonturas e, em casos severos, até na perda temporária da consciência.

O transtorno de ansiedade, sobretudo por meio da síndrome do pânico, é a principal causa associada à hiperventilação, apesar de haver outras causas decorrentes de outros fatores psicogénicos (psicológicos) ou fisiológicos.

Outras doenças

Os asmáticos também podem ter momentos de respiração ofegante, principalmente nas crises da doença, quando as vias respiratórias se inflamam e se estreitam, dificultando o fluxo de ar.

A DPOC – Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica é, na verdade, um grupo de várias doenças que resultam em problemas respiratórios e causam bloqueio do fluxo de ar. Essa condição evolui com os anos, e torna a dispneia mais intensa.

A pneumonia pode ser causada tanto por vírus como por bactérias. Febre, tosse e respiração curta são sintomas gerais da pneumonia, sendo que a viral começa com um resfriado e vai piorando, enquanto na bacteriana os sintomas aparecem repentinamente, e envolvem uma respiração ofegante e curta, além de tosse e febre alta. 

Outra condição que pode tornar a respiração mais difícil é a anemia.

Com o número de glóbulos vermelhos ou a concentração de hemoglobina menor do que deveria, o transporte de oxigénio do sangue para as células é menor, o que pode resultar, entre outros sintomas, em falta de ar, tontura, fadiga e fraqueza. Essa condição é um problema global e a Organização Mundial da Saúde estima que mundialmente 40% das mulheres grávidas e 42% das crianças menores de cinco anos sejam anémicas.

Outras situações

A atividade física, sobretudo a mais intensa ou mesmo aquela que a pessoa não costuma realizar (longas caminhadas, subir escadarias), pode levar a uma respiração mais rápida e curta, a dita respiração ofegante. Isso acontece principalmente a quem não possui uma boa condição física, mesmo para realizar essas atividades.

Respiração ofegante em bebés

O desconforto respiratório é geralmente associado à internação de recém-nascidos em Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) Neonatais.

Uma dificuldade respiratória em recém-nascidos reporta-se a um sistema respiratório que trabalha mais, resultando no alargamento nasal, taquipneia, grunhidos ou retrações torácicas.

Na taquipneia, a frequência respiratória tende a aumentar de 30 a 60 respirações /minuto, normais para um recém-nascido, até mais de 60 respirações/minuto (adultos em repouso têm 8 a 14 respirações/minuto).

A dificuldade respiratória de um recém-nascido, quando relacionada ao pulmão, pode estar associada ao processo de formação desses órgãos ou à adaptação à vida fora do útero. Nesses casos é imprescindível um tratamento rápido e cuidadoso para que o bebé não sofra uma insuficiência respiratória ou uma paragem cardiopulmonar.

A pneumonia e a bronquite também podem acometer crianças e bebés e, consequentemente, causar a respiração ofegante. Em bebés (de até 2 anos), a bronquiolite é uma infeção dos bronquíolos, equivalente à bronquite para os adultos e geralmente causada por um vírus. Entre os sintomas estão a febre, chiado, tosse e uma respiração rápida.

Deve estar-se atento aos sintomas de falta de ar e à frequência com que se regista a respiração ofegante, especialmente agora, tempo em que a Covid-19, que tem como sintoma a falta de ar, ainda é uma ameaça à saúde mundial.

Источник: https://blog.airfree.pt/respiracao-ofegante-causas/

Falta de ar: o que pode ser e o que fazer

Principais causas para falta de ar (dispneia)

A falta de ar é caracterizada pela dificuldade do ar chegar aos pulmões, que pode acontecer devido ao excesso de atividade física, ansiedade, nervosismo, bronquite ou asma, além de outras situações mais graves que devem ser investigadas pelo médico. 

Quando a falta de ar surge, sentar e tentar se acalmar são os primeiros passos a serem seguidos, mas se a sensação de falta de ar não melhorar dentro de meia hora ou, caso piore, deve-se ir ao pronto-socorro. 

Algumas das principais causas ou doenças que podem causar falta de ar incluem: 

1. Estresse e ansiedade

As causas emocionais são as mais frequentes causas de falta de ar em pessoas saudáveis, principalmente em adolescentes e adultos jovens. Assim, em caso de ansiedade, excesso de estresse ou até mesmo numa crise de síndrome do pânico, o indivíduo pode apresentar dificuldade para respirar.

O que fazer: é importante buscar ajuda psicológica para conseguir lidar com os problemas, sem prejudicar sua saúde. Além de praticar atividades físicas e ter uma alimentação saudável, assim como tomar um chá calmante como o de camomila, ou cápsulas de valeriana são boas opções. Confira algumas receitas de chás para acalmar. 

2. Excesso de atividade física

Pessoas que não estão habituadas a praticar atividade física, podem sentir falta de ar ao iniciar qualquer tipo de atividade, mas principalmente ao caminhar ou correr, devido a falta de condicionamento físico. Pessoas com excesso de peso são as mais afetadas, mas a falta de ar também pode acontecer em pessoas dentro do peso ideal.

O que fazer: nesse caso, basta continuar praticando atividade física regularmente para que o coração, os outros músculos do corpo e a respiração se acostumem com o esforço físico. 

3. Gravidez

A falta de ar é comum após as 26 semanas de gestação devido ao crescimento da barriga, que comprime o diafragma, havendo menos espaço para os pulmões.

O que fazer: Deve-se sentar recostada, confortavelmente em uma cadeira, fechando os olhos e concentrando-se na própria respiração, tentando inspirar e expirar profunda e lentamente. Usar travesseiros e almofadas podem ser uma boa estratégia para dormir melhor. Confira mais causas e saiba se a falta de ar prejudica o bebê.

4. Problemas cardíacos

As doenças cardíacas, como insuficiência cardíaca, causam falta de ar ao fazer esforços, como levantar da cama ou subir escadas. Normalmente as pessoas com essa condição relatam piora da falta de ar ao longo do tempo de doença e o indivíduo também pode apresentar dor no peito, tipo angina. Confira mais sintomas de problemas no coração. 

O que fazer: Deve seguir o tratamento indicado pelo médico, que geralmente é feito com uso de medicamentos.

5. COVID-19

A COVID-19 é uma infecção causada por um tipo de coronavírus, o SARS-CoV-2, que pode atingir as pessoas e levar ao desenvolvimento de sintomas que podem variar desde uma simples gripe até uma infecção mais grave, podendo inclusive haver sensação de falta de ar em algumas pessoas.

Além da falta de ar, as pessoas com COVID-19 podem também apresentar dor de cabeça, febre alta, mal estar, dor muscular, perda do olfato e do paladar e tosse seca. Conheça outros sintomas de COVID-19.

Os sintomas mais graves da COVID-19 são mais frequentes em pessoas que possuem doenças crônicas ou que possuem alterações do sistema nervoso devido a doenças ou à idade, no entanto pessoa saudáveis podem também ser infectadas pelo vírus e desenvolver sintomas graves e, por isso, é importante adotar medidas que ajudem a prevenir a infecção.

O que fazer: No caso de suspeita de COVID-19, ou seja, quando a pessoa apresenta sintomas sugestivos de infecção pelo coronavírus, é importante informar ao serviço de saúde para que assim possa ser feito o teste e confirmar o diagnóstico.

No caso de resultado positivo, é recomendado que a pessoa permaneça em isolamento e comunique às pessoas com quem esteve em contato para que possam também fazer o exame. Veja mais dicas sobre o que fazer para se proteger o coronavírus.

Confira também, no vídeo a seguir, mais informações sobre o coronavírus e como prevenir a infecção:

6. Doenças respiratórias

A gripe e o resfriado, especialmente quando  indivíduo está com muito catarro pode causar falta de ar e tosse. Mas certas doenças como asma, bronquite, pneumonia, edema pulmonar, pneumotórax também podem causar sensação de falta de ar. Indicamos a seguir as características das principais doenças respiratórias que causam esse sintoma:

  • Asma: a falta de ar inicia de repente, pode se sentir sufocado ou com aperto no peito, e podem estar presentes sinais como tosse e expiração prolongada;
  • Bronquite: a falta de ar está diretamente relacionada com o catarro nas vias aéreas ou nos pulmões; 
  • DPOC: a falta de ar começa muito devagar e vai piorando com o passar dos dias, normalmente afeta pessoas com bronquite ou enfisema. Há tosse forte com catarro e expiração prolongada;
  • Pneumonia: a falta de ar começa de forma gradual e vai piorando, há também dor nas costas ou no pulmão ao respirar, febre e tosse;
  • Pneumotórax: a falta de ar começa de forma repentina e há também dor nas costas ou no pulmão ao respirar;
  • Embolia: a falta de ar começa repentinamente, afetando especialmente pessoas que fizeram cirurgia recente, que ficaram de repouso ou nas mulheres que tomam a pílula. Podem surgir também tosse, dor no peito e desmaio.

O que fazer:  Em caso de gripe ou resfriado pode tomar xaropes para melhorar a tosse e lavagens nasais com soro e assim conseguir respirar melhor, no caso de doenças mais graves, deve seguir o tratamento indicado pelo médico, que pode ser feito com uso de medicamentos e fisioterapia respiratória.

7. Pequeno objeto nas vias aéreas

A falta de ar começa de forma repentina, ao comer ou com sensação de algo no nariz ou na garganta. Geralmente ouve-se algum som ao respirar ou pode ser impossível falar ou tossir. Os bebês e as crianças são os mais afetados, embora também possa acontecer em pessoas acamadas.

O que fazer: Quando o objeto encontra-se no nariz ou pode ser removido facilmente da boca, pode-se tentar retirar, com muito cuidado, usando uma pinça. No entanto, é mais seguro deitar a pessoa de lado para desobstruir suas vias aéreas e quando não é possível identificar o que está dificultando a respiração, deve-se ir ao pronto-socorro.

8. Reação alérgica

Nesse caso, a falta de ar começa de forma repentina depois de tomar algum remédio, comer algo que tenha alergia ou ao ser picado por algum inseto. 

O que fazer: Muitas pessoas com graves quadros de alergia tem uma injeção de adrenalina para ser usada em caso de emergência.

Se for o caso, esta deve ser aplicada imediatamente, e o médico deve ser avisado.

Quando a pessoa não possui essa injeção ou não sabe que tem alergia ou fez uso de algo que cause alergia sem saber, deve-se chamar uma ambulância ou levar ao pronto-socorro imediatamente.

9. Obesidade 

O excesso de peso e a obesidade também podem causar falta de ar quando se está deitado ou dormindo porque o peso diminui a capacidade de expansão dos pulmões durante a entrada de ar. 

O que fazer: Para conseguir respirar melhor, com menos esforço, pode-se usar travesseiros ou almofadas para dormir, tentando ficar numa posição mais inclinada, mas é muito importante perder peso, sendo acompanhado por um nutricionista. Veja as opções de tratamentos para obesidade e como não desistir. 

10. Doenças neuromusculares

A Miastenia gravis e a Esclerose lateral amiotrófica também podem causar sensação de falta de ar devido a fraqueza dos músculos da respiração. 

O que fazer: Seguir o tratamento indicado pelo médico, que é feito com uso de medicamentos e mantê-lo sempre informado sobre a frequência em que a falta de ar surge, porque pode ser preciso alterar o medicamento, ou ajustar a sua dose.

11. Dispneia paroxística noturna

Esta é uma das causas comuns de sensação de falta de ar à noite, durante o sono, com dificuldade para dormir, que geralmente é causada por problemas cardíacos ou doenças respiratórias, como bronquite crônica ou asma. 

O que fazer: Nestes casos, recomenda-se uma consulta médica, pois pode ser necessário realizar alguns exames para identificar a doença e assim iniciar o tratamento adequado.

Em caso de falta de ar, o primeiro passo é manter a calma e sentar-se confortavelmente, fechando os olhos de modo a conseguir concentrar-se na própria respiração. Depois disso, deve focar a atenção na entrada e saída do ar dos pulmões, de forma a regular a respiração.

Se a falta de ar estiver a ser causada por alguma doença passageira como gripe ou resfriado, as nebulizações feitas com vapor do chá de eucalipto podem ajudar a desobstruir as vias aéreas, facilitando a passagem de ar e diminuindo o desconforto.

Porém, se a falta de ar estiver sendo causada por doenças como asma ou bronquite por exemplo, neste casos pode ser necessária utilização de remédios específicos para desobstruir as vias aéreas, como Aerolin ou Salbutamol por exemplo, indicados pelo médico. 

Exames necessários 

Nem sempre são necessários exames para identificar a causa da falta de ar, porque alguns casos são óbvios, como cansaço, obesidade, estresse, gravidez ou quando a pessoa já possui asma, bronquite ou outra doença cardíaca ou respiratória que já tenha sido descoberta anteriormente.

Mas, por vezes, os exames são necessários, e por isso pode ser preciso realizar raio-x de tórax, eletrocardiograma, espirometria, hemograma, glicemia, TSH, ureia e eletrólitos. 

O que dizer ao médico

Algumas informações que podem ser úteis para o médico descobrir a causa e indicar o tratamento necessário são:

  • Quando a falta de ar surgiu, se foi repentina ou piorando aos poucos;
  • Qual época do ano, e se pessoa estava fora do país ou não;
  • Se fez atividade física ou algum esforço antes de iniciar esse sintoma;
  • Com que frequência surge e os momentos mais difíceis;
  • Se existem outros sintomas ao mesmo tempo, como tosse, catarro, uso de medicamentos.

Também é muito útil para médico saber se a sensação de falta de ar que possui se parece com a sensação de esforço para respirar, de se sentir sufocado ou aperto no peito. 

Источник: https://www.tuasaude.com/falta-de-ar/

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