Principais sintomas de alergia ao sol, opções de tratamento e como se proteger

Alergia ao sol: conheça os sintomas e aposte na prevenção

Principais sintomas de alergia ao sol, opções de tratamento e como se proteger

O sol, como fonte de luz, é conhecido e exaltado pelas suas propriedades e efeitos antidepressivos e síntese de vitamina D. É ainda importante a sua função reguladora no ritmo circadiano e hormonal.

No entanto, a alergia ao sol ou a sugestão de episódios em que são atribuídas queixas à exposição solar são extremamente comuns. Assim, será mais correto empregarmos o termo de fotossensibilidade à luz solar, que pode decorrer de um período de exposição de minutos, horas ou dias, podendo persistir durante semanas ou meses.

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Queimadura solar

Dentro dos tipos de fotossensibilidade, a mais frequente é a chamada “queimadura solar”, resultante de uma exposição aguda e prolongada, com o desenvolvimento de lesões avermelhadas, com rubor, edema e bolhas, chegando a provocar dor nas áreas atingidas.

Indivíduos com tipos de pele mais clara (fotótipos I, II e III) têm maior dificuldade no bronzeamento e são fator de risco para episódios mais exuberantes e sintomas mais incomodativos.

Reações fotoalérgicas

Noutras situações, em que os pacientes referem o termo alergia, são reportados sintomas de prurido intenso (comichão) nas áreas expostas, como a face, região do tórax e abdómen, membros inferiores e costas. Surgem ainda lesões avermelhadas na pele, por vezes com relevo, tipo picada de inseto.

Estas crises podem ter caráter periódico anual, associadas aos episódios iniciais de maior exposição solar, como acontece com a chegada do bom tempo e com as temperaturas mais elevadas, convidativas para idas à praia, caminhadas e exercícios ao ar livre.

São reações fotoalérgicas, de causa ainda desconhecida, como por exemplo a erupção polimorfa à luz. Pode atingir entre 10% a 20% da população, com maior prevalência nas mulheres. Ocorre até um período de 18 a 24 horas após a exposição e pode prolongar-se até 10 dias.

É aconselhável uma exposição gradual ao sol, evitando as horas de maior radiação, entre as 11h e as 17h, o uso de roupa mais leve e clara, assim como acessórios de proteção como óculos e chapéu

Fotorreações inflamatórias retardadas

Existem ainda fotorreações inflamatórias retardadas em consequência do contacto com agentes fotossensibilizantes, como determinados alimentos (limão, figo, aipo), medicamentos, plantas ou cosméticos.

Após a exposição à radiação UV, vão induzir lesões cutâneas como as descritas anteriormente.

Urticária solar

No caso de urticária solar, trata-se de uma condição extremamente rara. As características clínicas típicas incluem o aparecimento de lesões de urticária (pápulas) alguns minutos após a exposição à luz.

O diagnóstico é feito com base numa história clínica detalhada e pode ser utilizada radiação, de forma controlada, para a sua confirmação.

Este tipo de doença pode requerer tratamento específico no caso de formas mais severas.

Cuidados a ter em caso de alergia ao sol

Não obstante, ao final de exposições repetidas e crónicas durante anos, teremos alterações estruturais da pele com mudanças permanentes da pigmentação, resultantes do fotoenvelhecimento, como os lêntigos solares (manchas de envelhecimento) e a queratose actínica (lesão descamativa e áspera), que pode ser pré-cancerosa.

Com vista a prevenir todas estas manifestações descritas, é aconselhável uma exposição gradual ao sol, evitando as horas de maior radiação, entre as 11h e as 17h, o uso de roupa mais leve e clara, assim como acessórios de proteção como óculos e chapéu.

Crianças com menos de 6 meses de idade não devem ser expostas ao sol e crianças com menos de 3 anos devem evitar exposição direta.

Em casos muito pontuais existe a possibilidade de reação alérgica aos próprios protetores solares, devendo esses pacientes consultar um especialista

A importância da proteção

O papel dos protetores solares antirradiação UVA e UVB é bastante importante, pois protegem a pele mais sensível da radiação solar, assim como promovem a hidratação da barreira cutânea.

Existe uma vasta gama de protetores solares, com vários modos de aplicação, adequados à pele da face, couro cabeludo, de acordo com a idade e o tipo de pele.

Deve ser reaplicado frequentemente ao longo do dia, sendo estas as principais medidas preventivas. Em casos muito pontuais existe a possibilidade de reação alérgica aos próprios protetores solares, devendo esses pacientes consultar um especialista.

O uso de medicamentos como antihistamínicos e a hidroxicloroquina podem estar indicados em indivíduos mais suscetíveis.

Caso estes episódios de maior sensibilidade à luz solar se tornem mais frequentes, com impacto negativo na vida das pessoas, é aconselhado procurar um especialista para que se possa encontrar uma alternativa segura e adequada para contornar o problema, evitando, por exemplo, que o verão ou o período de férias seja um motivo de ansiedade face a estas situações.

Источник: https://www.saberviver.pt/bem-estar/saude/alergia-ao-sol-sintomas-prevencao/

Alergia aos pólens

Principais sintomas de alergia ao sol, opções de tratamento e como se proteger

Os pólens são os alergénios mais importantes do ambiente exterior que induzem sintomas de doença alérgica.

A gravidade das manifestações alérgicas depende da quantidade de pólen libertado e da exposição do indivíduo durante a estação do ano específica; por isso, podem variar de ano para ano, sendo mais graves quando há níveis de pólens elevados.

No último século assistimos a um progressivo e surpreendente aumento da prevalência da rinite alérgica a pólenes, tendo passado de uma doença rara (descrita pela primeira vez em 1819 – designando-se na altura “febre dos fenos”, com apenas alguns casos identificados nos anos seguintes) para se tornar a condição imunológica mais frequente no ser humano, hoje em dia. De facto, a rinite é a mais prevalente das
doenças alérgicas e afeta atualmente cerca de 30% dos portugueses.

É comum a ocorrência de sintomas (mais frequentemente rinite e/ou conjuntivite, mas em cerca de 40% dos afetados também asma) em indivíduos sensibilizados ao pólen quando este se encontra em elevada quantidade no ar, tal como acontece em plena primavera. O termo “polinose” possui o mesmo significado clínico que a alergia aos pólens.

Tipos de pólens

Os pólens são grãos de pequeníssimo tamanho, microscópicos e, por isso, invisíveis ao olho humano, produzidos pelo aparelho reprodutor masculino das flores.

A polinização consiste precisamente na libertação desses grãos para a atmosfera e se espalharem de forma a iniciarem o cultivo dessa espécie de plantas em outras localizações e dessa forma assegurar a manutenção e sobrevivência das espécies vegetais.

Por isso, podemos encontrar pólens em quase todos os locais de ambiente exterior, uma vez que eles viajam muitos quilómetros com o vento e com as abelhas para propagar as sementes da espécie. Além disso, cada planta produz milhares e milhares de grãos de pólen.

As condições atmosféricas são determinantes para a maior agressividade dos pólens. A temperatura e humidade mais propícias à polinização ocorrem durante os meses de primavera e início de verão para a maioria das plantas.

O vento, a temperatura elevada e o tempo seco favorecem maior gravidade de sintomas. Por outro lado, os períodos de chuva reduzem drasticamente os níveis de pólen.

No entanto, é fundamental ter noção que nem todas as plantas polinizam ao mesmo tempo, nos mesmos meses.

Os principais indutores de sintomas de alergia são algumas espécies de árvores (como é o caso da oliveira, plátano, bétula), ervas (como é o caso da parietária, artemísia, plantago) e arbustos. O pólen das gramíneas, também conhecidas como fenos, é de longe o principal responsável por alergias respiratórias.

Os pólens em Portugal existem todo o ano, mas são mais frequentes nos meses de fevereiro a outubro, sendo os picos mais elevados nos meses de maio a julho. Nos meses de outono e inverno observam-se contagens mais modestas, e de algumas espécies específicas como é o caso do cipreste.

Ao contrário do que muitas vezes se pensa, o pólen de plantas com flores muito coloridas, ou de dimensões grandes (como é o caso do pinheiro) raramente estão implicados já que o seu tamanho dificulta a dispersão aérea e o atingimento das vias aéreas. Muitas vezes o que acontece é que o odor muito ativo de algumas destas plantas é que provoca sintomas, e que são interpretados como alergia. O pólen que provoca alergia é de tamanho microscópico, por isso, invisível ao olho humano

É muito importante o doente ter conhecimento de quais os pólens que lhe provocam alergia, para prever quais os meses em que terá sintomas, uma vez que a concentração de pólens de cada espécie tem épocas próprias, que dependem do seu ciclo de polinização influenciado por condições atmosféricas favoráveis.

Outros alergénios

É frequente ter alergia a mais do que um tipo de pólen. Não existem dados exatos em Portugal, mas por exemplo em Espanha cerca de 50% dos doentes com alergia a pólens no norte do país e mais de 80% no sul do país têm alergia a mais de uma espécie.

Por vezes, também existe combinação com outras alergias como por exemplo ácaros do pó, ou animais de estimação como gato ou cão.

Saiba, aqui, tudo sobre alergia aos ácaros.

Os fungos são outros dos alergénios frequentes do ambiente exterior. Porém, são muitos menos as pessoas afetadas por esta alergia. Também no caso dos fungos as condições atmosféricas interferem, havendo alturas do ano de maiores e menores concentrações.

Os fungos que mais frequentemente provocam alergia são a Alternaria, o Cladosporium, Aspergillus e algumas espécies de Penicillium.

Alguns fungos também podem estar presentes no interior das habitações, vulgarmente conhecidos como mofo ou fazer parte da poeira do interior das casas.

Os doentes com alergia a pólen podem apresentar alergias alimentares por reatividade cruzada.

Saiba, aqui, tudo sobre alergia alimentar.

Alergia aos pólens – sinais e sintomas

Os sinais e sintomas das reações alérgicas são muito semelhantes aos que ocorrem nos quadros de constipação ou infeção vírica das vias aéreas superiores e consistem em múltiplos espirros, pingo no nariz e congestão nasal, comichão no nariz e olhos e ocasionalmente tosse ou outros sintomas respiratórios.

As diferenças principais prendem-se com o facto de que nos casos de alergia, não surgir febre e, muitas vezes, estão presentes também os sintomas oculares (olhos vermelhos, olhos a lacrimejar, etc.); a tosse normalmente é seca, sem expetoração. Além disso, se apresenta sintomas que se repetem frequentemente no tempo ou com duração de muitos dias, é mais provável que se trate de alergia.

Algumas pessoas apresentam também alergia na pele, por exemplo se tiverem alergia às gramíneas e tocarem em relva ficam com manchas na pele e prurido (comichão); esta situação denomina-se urticária de contacto alérgica, mas não é muito frequente.

Em que idade se manifesta a alergia?

Os sintomas de alergia a pólens podem aparecer em qualquer idade, ainda que sejam mais frequentes a partir da infância (na criança em idade escolar) e juventude.

A alergia a pólens é muito rara no recém nascido ou no bebé de meses. Habitualmente, vai-se desenvolvendo ao longo dos anos seguintes.

Também podem aparecer de novo em adultos, ou mesmo ocorrer como uma alergia tardia numa fase mais avançada da vida.

Diagnóstico da alergia aos pólens

Quando um doente sofre de sintomas de rinite e/ou conjuntivite e/ou asma em dias de sol, sobretudo com vento, e melhora nos dias de chuva, é muito provável que sofra de alergia a pólens! Se os sintomas se repetem sempre na mesma época do ano, o diagnóstico é mesmo muito provável.

Para o comprovar e para saber qual o(s) polén(es) envolvido(s), é fundamental recorrer a um médico alergologista (especialista em alergologia) onde será feito o teste cutâneo. Este exame é a forma mais sensível e rápida de detetar alergia e podem ser avaliados de uma só vez vários pólens.

Em algumas circunstâncias, o médico poderá optar por realizar análises de sangue, por exemplo se o doente se encontra a tomar anti-histamínicos ou se o teste realizado na pele deixou ficar algumas dúvidas, ou em algumas situações para decidir os melhores constituintes para uma vacina (imunoterapia específica).

Saiba, aqui, o que são vacinas para alergia.

A alergia aos pólens tem cura?

Uma vez que se começam a manifestar, os sintomas clínicos tendem a persistir crónica e indefinidamente ao longo do tempo, ou mesmo a agravar-se (entre 30-60% dos doentes com rinite alérgica a pólens pode acabar por desenvolver asma).

Uma percentagem muito pequena de doentes (cerca de 8%) pode apresentar remissão clínica espontânea, ou seja, passa a deixar de ter sintomas sem precisar de tratamento – mas estes casos são considerados raros.

A maioria dos doentes, especialmente a partir da sexta década de vida, vão diminuindo os seus os sintomas lentamente, embora não aconteça em todos os casos.

Saiba, de seguida, como tratar a alergia aos pólens.

Alergia aos pólens – tratamento

Existe tratamento para impedir o aparecimento dos sintomas, ou tratamento para aliviar os sintomas quando estes já estão instalados. A opção depende da opinião do Médico Alergologista, que pondera cada situação caso-a-caso e, por isso, é fundamental a consulta.

O tratamento medicamentoso preventivo depende de conhecer a época de polinização dos pólens a que o doente é alérgico e consiste em tomar medicamentos ou remédios anti-alérgicos (anti-histamínicos, sprays nasais, etc) durante essa fase, de forma a impedir o aparecimento dos sintomas. Esta solução é temporária e não cura a doença, mas permite o conforto do doente.

Se a doença é mais grave, ou de forma a eliminar a necessidade de medicamentos constantes, pode-se decidir por fazer vacinas.

Saiba, aqui, tudo sobre vacinas (imunoterapia específica).

Não existe nenhum remédio caseiro ou natural com eficácia comprovada no tratamento, pelo que o doente nunca deve automedica-se sob pena de poder agravar o seu estado de saúde. Contudo, existem diversas medidas preventivas que permitem reduzir ou minimizar o problema, conforme veremos de seguida.

Como prevenir as alergias?

Não é possível uma completa prevenção ou evicção dos pólens nas épocas em que estão dispersos no meio ambiente exterior (iria acabar fechado alguns meses sempre dentro de casa!). No entanto, algumas medidas ajudam a proteger de quantidades maiores:

  • Conhecer o boletim polínico que divulga as previsões de quantidades de pólen em cada semana em Portugal, e evitar zonas de maior concentração polínica;
  • Evitar estar ao ar livre nas primeiras horas da manhã em que há maior quantidade de pólen, sobretudo em dias de muito vento e sol, e evitar abrir as janelas de casa nesse horário (preferir arejar a casa da parte de tarde);
  • Ao chegar a casa tomar um duche e mudar de roupa;
  • Não estender a roupa a secar no exterior, preferir o interior de casa ou usar a máquina de secar;
  • Ir para o trabalho ou para a escola preferencialmente de carro mantendo as janelas fechadas e usar filtros anti-pólens para o ar condicionado;
  • Quando viajar de mota utilizar capacete integral;
  • Evitar cortar a relva;
  • Utilizar óculos escuros para combater os sintomas oculares;
  • Atenção aos desportos de ar livre, campismo, caminhadas na natureza, quando são previsíveis maiores contagens de pólens;
  • São preferíveis atividades e férias de praia se for uma época de polinização.

Источник: https://www.saudebemestar.pt/pt/medicina/alergologia/alergia-aos-polens/

Perfumes e cosméticos | Perfumaria Online Notino

Principais sintomas de alergia ao sol, opções de tratamento e como se proteger

Surgiram pequenas borbulhas acompanhadas de prurido na pele exposta ao sol? A pele está vermelha e endurecida? Eis alguns dos sintomas mais frequentes da alergia ao sol que afeta cerca um quinto da população. Há pessoas cuja pele nunca manifesta sintomas de alergia solar, mas há outras que, antes de sair de casa, devem sempre tomar as medidas necessárias para prevenir a alergia.

O que provoca a alergia solar?

Geralmente, as alergias ao sol ocorrem por causa do excesso de raios UVA, bem como dos raios UVB que penetram a pele e afetam as células cutâneas. O sistema imunológico da pele começa a proteger-se contra os raios UV e provoca automaticamente o processo de inflamação da pele.

Além disso, vários ingredientes usados em produtos cosméticos e medicamentos com agentes fotossensíveis aumentam a sensibilidade da pele.

Como resultado, é necessário ter cuidado com alguns tipos de antibióticos, medicamentos usados para a quimioterapia, fármacos para baixar a hipertensão ou contracetivos orais.

Se toma medicamentos e pretende expor-se ao sol, leia sempre e com muita atenção o seu folheto informativo.

A alergia ao sol manifesta-se através de vermelhidão da pele, prurido intenso ou pequenas vesículas ou bolhas nas costas, ombros, braços, decote ou costas dos pés. Ocorre mais vezes no género feminino entre os 20 e os 40 anos e com pele clara e sensível, mas pode afetar pessoas de qualquer idade.

Conforme a intensidade dos raios UV e outros fatores, podem manifestar-se várias formas de reação cutânea à luz solar: as mais frequentes são a erupção polimorfa solar, acne Mallorca ou reação fotoalérgica.

As reações cutâneas mais frequentes à exposição solar

É a reação alérgica mais frequente à luz solar, normalmente apelidada de alergia ao sol ou alergia solar.

Ocorre principalmente durante a primavera, quando a pele começa a estar exposta ao sol com mais frequência.

Esta reação tende a desaparecer quando a pessoa começa a expor-se mais vezes e de forma gradual ao sol, no fim de verão a pele já está habituada ao sol e a reação manifesta-se raramente.

Os sinais mais frequentes da EPS são rubor da pele, borbulhas ou vesículas acompanhadas de prurido, aparecendo geralmente umas horas ou até uns dias após a exposição solar. Varia consoante cada pessoa. No entanto, quando ocorre, manifesta-se sempre da mesma forma, facilitando a deteção e o tratamento da alergia.

Devido às borbulhas inflamadas que surgem na pele é parecida com a acne vulgar ou EPS, porém a causa desta reação não são apenas raios solares, mas também agentes emulsificantes e conservantes utilizados nos produtos cosméticos.

Reações fotoalérgicas e fototóxicas

Podem ocorrer devido à toma de certos medicamentos, por exemplo, antibióticos, antidepressivos que contêm hipericão, ou consumo de vários alimentos (citrinos, aipo, sumo de figo, entre outros). Os sintomas são vermelhidão, inflamação ou bolhas na pele.

O que ajuda mais a evitar a alergia ao sol? A prevenção!

Os raios solares têm muitos benefícios, são indispensáveis para um bom funcionamento do nosso corpo (aliás, a exposição solar é imprescindível para a síntese da vitamina A). Todavia, é recomendável proteger a pele contra os raios solares em excesso, principalmente na primavera. Eis algumas sugestões:

  • Antes da exposição solar, aplique protetores solares com índice de proteção elevado contra os raios UVA e UVB. Aposte nos cremes protetores especialmente desenvolvidos contra alergia solar das marcas conceituadas La Roche-Posay, Eucerin, Avène ou Bioderma, que foram testados por dermatologistas.
  • Renove a aplicação do creme para alergia ao sol de duas em duas horas. Mas atenção! Não se esqueça de que a água pode reduzir a função protetora do creme.
  • Aplique igualmente cuidados after sun e hidrate bem a pele. Os mais adequados são os produtos que contêm aloé vera ou pantenol.
  • Ingira alimentos ricos em cálcio, selénio, zinco e betacaroteno ou tome suplementos à base dessas substâncias.
  • Não subestime a hidratação! Use produtos hidratantes com aloé vera e beba bastantes líquidos, especialmente água, ao longo do dia.
  • Evite a exposição solar entre as 11 e 16 horas.
  • Privilegie as exposições temporárias e progressivas. A pele vai acostumar-se gradualmente à luz solar.
  • Vista roupa de proteção contra o sol: roupa de manga comprida, mais escura, mas não muito fina.
  • Para mimar-se com um bronzeamento bonito, use produtos com caroteno, vitamina E ou C.

Os sintomas de alergia, como borbulhas, vermelhidão ou prurido, podem ser recorrentes e são muito desconfortáveis. Gostaria de saber como combater a alergia sol? Experimente umas dicas que podem ajudar a aliviar a pele com a reação:

  • Coloque compressas húmidas nas zonas afetadas.
  • Espalhe pó de bebé em cima das zonas afetadas.
  • Proteja as áreas afetadas com roupa.
  • Após o banho no mar, lave a pele com água doce.
  • Quem prefere recorrer ao tratamento com medicamentos pode comprar medicamentos que não são sujeitos a receita médica, como Zyrtec, ou consultar um especialista sobre os sintomas da erupção cutânea para tentar perceber a origem do problema.

Источник: https://www.notino.pt/alergia-ao-sol/

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