Remédios para os 7 tipos de dor mais comuns

Ibuprofeno: o que é, para que serve e quais as indicações de uso

Remédios para os 7 tipos de dor mais comuns

O ibuprofeno é um anti-inflamatório não esteroidal (AINE). Trata-se de um princípio ativo que age contra inflamações não tão intensas, sendo comumente indicado contra febre e dores diversas. Ele está disponível em remédios com diferentes nomes, de marcas distintas.

“Os AINEs são menos potentes que os esteroidais, como os corticóides, em bloquear o processo inflamatório. Esses são capazes até de alterar os glóbulos brancos”, diferencia o farmacêutico Leonardo Pereira, da Associação Brasileira de Ciências Farmacêuticas (ABCF).

Para que serve o ibuprofeno e quando deve ser usado

O ibuprofeno faz parte dos medicamentos isentos de prescrição, os MIPs. Portanto, você pode comprá-lo na farmácia sem uma receita.

“Na maioria das vezes, são remédios utilizados para tratar o que chamamos de transtornos menores ou problemas de saúde autolimitados”, informa Pereira, que também é professor da Universidade de São Paulo (USP).

Nessa lista, estão inclusos febre, dores musculares, cólicas menstruais e dor de garganta, cabeça e dente.

Só que o ibuprofeno tem uma capacidade anti-inflamatória um pouco mais intensa que outros AINEs. Por isso, às vezes os médicos o indicam para aliviar a dor de cirurgias pequenas, como a extração de um dente, e o incluem no tratamento de artrite.

Alguns remédios que têm ibuprofeno na composição

  • Advil
  • Alivium
  • Ibuflex
  • Buscofem
  • Novalfem
  • Doraplax
  • Lombalgina

Diferença de ibuprofeno e paracetamol

Apesar de ambos terem ação analgésica e agirem contra a febre, o ibuprofeno e o paracetamol são princípios ativos diferentes.

O paracetamol sequer é um anti-inflamatório propriamente. Por isso, não é tão útil quando a raiz da dor é uma inflamação. Além disso, ele demora mais para fazer efeito. Como escolher entre um e outro? Converse com um profissional de saúde.

Quanto tempo leva para fazer efeito

Ele precisa de 15 a 30 minutos para agir. O alívio dos sintomas dura entre quatro e seis horas, a depender da causa e da intensidade.

Tipos de ibuprofeno e diferença entre eles

Ele é encontrado em gotas, cápsulas e comprimidos. O princípio ativo, claro, segue o mesmo. A única diferença é que a forma líquida começa a surtir efeito mais rapidamente.

“Para um medicamento agir, ele precisa ser absorvido pelo trato gastrointestinal e cair na corrente sanguínea. Por isso a forma líquida é mais rápida que a sólida”, explica o farmacêutico. Ora, as cápsulas e os comprimidos demoram mais para serem digeridos e absorvidos pelo organismo.

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Quais são as contraindicações

Entre outros grupos, o ibuprofeno não deve ser utilizado por bebês menores de 6 meses, grávidas, lactantes e pessoas que sofrem com úlcera gastroduodenal e sangramento gastrointestinal. Idosos e crianças com menos de 2 anos só podem ingerir sob orientação médica. Pessoas com asma também não devem recorrer a esse fármaco para evitar broncoespasmos.

Além disso, ele não é recomendado em caso de suspeita de dengue e outras doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti. “Os AINEs interferem na formação das plaquetas, que é justamente onde essas enfermidades agem”, avisa o especialista. Ingerir essa classe de medicações quando você está com dengue aumenta o risco de hemorragias perigosas.

Claro, não tome se você for alérgico a qualquer componente da fórmula. Se tiver dúvidas, fale com um especialista. E sempre leia a bula.

É possível que o ibuprofeno provoque reações adversas. As mais comuns são tontura, coceira, enjoo, diarreia ou constipação, entre outras. Se notar qualquer sintoma suspeito, suspenda a medicação e fale com um médico.

Interações medicamentosas com o ibuprofeno

Há uma lista de remédios que devem ser evitados enquanto o ibuprofeno é administrado. Por isso, é importante ler a bula e informar o médico se você toma alguma outra droga, principalmente de uso contínuo.

Caso compre sem receita, vale a pena bater um papo com o farmacêutico antes.

Dose recomendada

Ela varia de acordo com a faixa etária e o peso. Essa informação também é encontrada na bula — e pode ser discutida com um especialista.

Abusos podem trazer consequências sérias. Se você ultrapassar a dosagem máxima diária, procure o Centro de Informação e Assistência Toxicológica (Ciat) mais próximo.

Precauções e advertências

Interrompa o consumo de bebidas alcoólicas enquanto estiver usando o remédio e fique atento a eventuais sinais de alergia. Se eles aparecerem, busque ajuda médica.

No mais, é importante ter bom senso. “Lembre-se que o ibuprofeno é indicado para transtornos menores. Se você continuar com febre ou dor por mais de dois ou três dias, então tem algo errado. Aí é necessário ir ao médico”, finaliza o professor.

Tomar remédio frequentemente, sem descobrir a causa por trás do incômodo, pode favorecer a evolução de doenças graves.

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  • Analgésicos
  • Anti-inflamatórios
  • Dengue
  • Dores
  • Febre
  • Medicamentos

Источник: https://saude.abril.com.br/medicina/ibuprofeno/

Tipos de analgésicos: reconheça as diferenças

Remédios para os 7 tipos de dor mais comuns

Os medicamentos analgésicos são todos aqueles capazes de reduzir ou aliviar a dor. Estes fármacos organizam-se em 2 grupos: analgésicos opiáceos (associados à morfina) e analgésicos não opiáceos (classe composta por medicamentos que atuam contra a dor e/ou febre mas sem capacidade de combater a inflamação e medicamentos anti-inflamatórios não esteroides).

Analgésicos opiáceos

São medicamentos sujeitos a receita médica. Todos os analgésicos opiáceos estão quimicamente relacionados com a morfina (substância que deriva do ópio). Muito eficazes no controlo da dor, podem ser obtidos de forma natural ou sintetizados laboratorialmente.

A grande desvantagem do uso dos opiáceos reside no risco de dependência. Os efeitos secundários mais comuns são obstipação, sonolência, náuseas, estados de euforia/disforia (sensação de ansiedade e de desânimo), prurido, hipotensão e broncoconstrição.

O consumo excessivo de opiáceos poderá levar a uma depressão respiratória grave, que pode conduzir ao coma ou à morte.

A toma destes medicamentos envolve várias precauções. Estes medicamentos podem interagir com outros, o que pode comprometer o seu efeito e conduzir a reações indesejadas. Deverá ler sempre o folheto informativo do medicamento e, em caso de dúvida ou persistência dos sintomas, deve consultar o seu médico ou farmacêutico.

Analgésicos não opiáceos

O ácido acetilsalicílico, o paracetamol e o ibuprofeno, que integram o grupo de analgésicos não opiáceos, são, de acordo com a consultora norte-americana IMS Health, os medicamentos de venda livre mais consumidos em Portugal. Contudo, segundo o Infarmed, a partir de determinadas dosagens, os 2 últimos só deverão ser vendidos mediante a apresentação de receita médica.

Os analgésicos não opiáceos são eficazes ao nível da dor muscular, dor óssea, dor de dentes e dor de cabeça, mas nem todos combatem a inflamação, nomeadamente o paracetamol (analgésico e antipirético).

Analgésicos e antipiréticos

Usados em caso de febre e no alívio de dores, como dor de dentes, cefaleias ligeiras ou dores musculares. Um exemplo é o paracetamol, analgésico não opiáceo menos agressivo, estando nomeadamente recomendado a pessoas com doença gástrica. Pode atuar contra a febre mas não combate a inflamação. Em doses excessivas pode provocar danos hepáticos, pelo que a dose diária máxima é 4 gramas.

Anti-Inflamatórios Não Esteroides (AINEs)

Constituem uma das classes de medicamentos mais utilizadas em todo o mundo, sendo o principal tratamento para a dor leve a moderada. Atuam contra a dor, a febre e a inflamação, sendo a osteoartrose, a artrite reumatoide e a dismenorreia (dores menstruais) os principais motivos da sua utilização.

Incluem-se nesta classe de medicamentos o ácido acetilsalicílico (o anti-inflamatório não esteroide mais consumido mundialmente) e o ibuprofeno.

O ácido acetilsalicílico está indicado em casos de febre e síndromes dolorosos agudos (cefaleias, dores de dentes, dores artríticas e reumáticas, nevralgias, gripes e constipações). Combate a agregação de plaquetas sanguíneas que formam coágulos nas artérias, sendo por isso utilizado na prevenção secundária de acidentes trombóticos vasculares, como o Acidente Vascular Cerebral – AVC.

O ibuprofeno atua contra a febre, a dor e a inflamação e é usado em doenças do foro reumatológico, em dor pós traumática (como entorses e fraturas), dor resultante de uma cirurgia e dor ligeira a moderada.

A toma prolongada de anti-inflamatórios não esteroides provoca o aumento dos valores tensionais, pelo que, quando a toma excede os período indicado (entre 7 a 10 dias) a tensão arterial deve ser vigiada.

Estes medicamentos podem também agravar o quadro clínico de doentes renais, insuficientes cardíacos, diabéticos e doentes com cirrose hepática.

Dado que estes fármacos afetam os mecanismos de proteção natural da parede gástrica, a principal limitação são os seus efeitos gastrointestinais: náuseas, dor abdominal e úlceras gástricas.

Dor de garganta: causas, como aliviar e remédios

Remédios para os 7 tipos de dor mais comuns

Dor de garganta é um sintoma que indica, na maioria dos casos, doenças infecciosas (virais ou bacterianas) ou inflamações leves – quadros que cessam sem tratamento médico ou então com o uso de anti-inflamatórios.

Getty Images

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), alguns pacientes infectados pelo novo coronavírus podem se queixar de dor na garganta.

Se a dor vier acompanhada de tosse seca, febre ou algum outro sintoma de COVID-19, é recomendado que se busque orientação médica.

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Causas

Em geral, as causas mais comuns para a dor de garganta são:

A dor de garganta pode ser ocasionada por uma infecção causada por vírus. Entre as doenças virais mais comuns que levam ao sintoma estão:

  • Gripe ou resfriado: tipos mais comuns de infecções virais
  • Laringite : geralmente viral, há dor para engolir e falar
  • Amigdalite : inflamação viral nas amígdalas, com vermelhidão, inchaço ou secreções no local
  • Mononucleose
  • Parotidite infecciosa
  • Herpangina
  • Faringoamigdalite

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Uma infecção bacteriana pode também levar a uma forte dor de garganta, e as principais causas são:

  • Faringite: quando bacteriana, costuma apresentar pus
  • Amigdalite:quando bacteriana, costuma apresentar pus
  • Epiglotite
  • Uvulite
  • Faringoamigdalite
  • Doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), em casos como gonorreia ou clamídia

Uma dor de garganta que dura mais de uma semana também pode ser causada por substâncias irritantes ou lesões, como:

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  • Baixa umidade
  • Tabagismo
  • Poluição do ar
  • Forçar a voz
  • Drenagem nasal posterior
  • Respirar pela boca
  • refluxo gastroesofágico
  • Machucado físico (como um corte, causado ao engolir algo pontiagudo)
  • Síndrome da fadiga crônica

Dor de garganta: conheça as principais causas

As infecções de ouvido e garganta são mais freqüentes nos bebês porque os agentes que as causam são os mais comuns.

Nosso sistema imunológico funciona a partir da memória do organismo; como os bebês não foram expostos a muitos, não possuem uma resposta adequada contra tais agentes, fazendo a dor de garganta ser um sintoma comum nessa fase.

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Saiba mais: Bebê com infecção de ouvido e garganta exige mais do que tratamento médico

Na consulta médica

Se a dor de garganta persistir por mais de uma semana, você deve buscar atendimento médico para investigar as causas e fazer o tratamento adequado.

O médico pode pedir que você abra a boca para que examine a existência de pus ou inflamação. Ele também pode medir a sua temperatura para identificar se você tem febre.

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Seu médico pode fazer as seguintes perguntas a você durante a consulta. Esteja pronto para respondê-las e ajude-o a descobrir o seu diagnóstico:

Tratamento de Dor de garganta

O tratamento para dor de garganta depende da causa. Se estiver relacionada a uma doença viral, como gripe, é importante não usar antibióticos para tratá-la, pois eles eliminam apenas as bactérias, e não os vírus.

Por outro lado, alguns produtos naturais podem ser utilizados para aliviar a dor de garganta, como mel, própolis, gengibre, limão e papaína. Entretanto, eles são apenas paliativos e não tratam a raiz do problema.

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O que é sempre mais indicado é que a pessoa procure seu médico para que ele faça o acompanhamento e receite o remédio ou tratamento mais preciso.

Veja quais são os remédios caseiros para dor de garanta

Medicamentos para Dor de garganta

Uma dor de garganta pode ter diversas causas, de modo que o tratamento varia de acordo com o diagnóstico estabelecido pelo médico.

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Por isso, somente um especialista capacitado pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento.

Os medicamentos e remédios mais comuns no tratamento de dor de garganta são:

  • AAS
  • Alivium
  • Azitromicina
  • Benalet
  • Cataflam
  • Coristina D
  • Diclofenaco Colestiramina
  • Diclofenaco Potássico
  • Diclofenaco Resinato
  • Dipirona
  • Fenaflan D
  • Flanax 550mg
  • Flogoral
  • Ibupril (gotas)
  • Ibuprofeno
  • Nimesulida
  • Naldecon Dia
  • Naldecon Noite
  • Nisulid
  • Paratram
  • Paracetamol Bebê
  • Paracetamol
  • Toragesic

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Atenção: siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

É importante ressaltar a diferença entre a garganta inflamada causada por infecções virais ou bacterianas. Isso porque os remédios caseiros são indicados apenas em casos de infecções virais na proposta de aliviar e tratar os sintomas apresentados.

  • Gargarejos com água morna e sal
  • Mel quente com limão
  • Própolis
  • Gengibre

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Veja quais são os remédios caseiros para dor de garanta

De acordo com o médico Paulo José Moreno, nesse caso, é necessário procurar um médico para saber a justificativa da dor. É importante lembrar que a utilização de medicamentos durante a gravidez deve ser mais criteriosa e indicada por um especialista.

Referências

Médico clínico geral Flavio Fernandes Naves, CRM 133733

Gustavo Korn, médico otorrinolaringologista, CRM 101458 SP

Источник: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/dor-de-garganta

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