Saiba o que pode causar e como tratar a tontura no idoso

Vertigens

Saiba o que pode causar e como tratar a tontura no idoso

A vertigem é um sintoma caracterizado pela ilusão de movimento. Alguns percebem este sintoma como sendo o próprio a movimentar-se e outros como sendo o meio ambiente. Quase toda a gente já experienciou esta sensação após rodar várias vezes sobre si mesmo.

A sensação de vertigem mais comum é a rotatória, mas a vertigem pode também ser uma sensação de “balançar” ou de “queda” dependendo do doente e do síndrome vertiginoso.

Dependendo da patologia de base, a vertigem pode ocorrer em qualquer posição (de pé, deitado, sentado, …) ou iniciar-se/agravar com movimentos ou posições específicas.

A vertigem afeta ambos os sexos (homens e mulheres) e todos os grupos etários (adultos e crianças). No entanto, é mais frequente nas mulheres e acima dos 60 anos de idade.

Tonturas vs vertigens

Muitas vezes, o significado de vertigem e de tontura são confundidos pelos doentes, pelo que importa esclarecer as suas diferenças.

A vertigem é a sensação de movimento do próprio indivíduo ou do meio externo, que implica um défice real ou aparente no equilíbrio do corpo. A tontura é um termo menos específico que engloba uma gama de sensações, como fraqueza, desfalecimento, entorpecimento ou instabilidade.

Vertigem – causas

A vertigem é um sintoma e abrange diversas doenças e síndromas. Pode ser causada por um variado número de patologias (ou doenças) que podem afetar o sistema vestibular periférico ao nível do ouvido interno (vertigem periférica) ou o sistema nervoso central (vertigem central).

Genericamente, as causas de vertigem dividem-se em agudas, agudas recorrentes ou crónicas. São apresentados, seguidamente, alguns exemplos mais comuns de cada uma:

1 – Vertigens agudas

1.1 – Agudas com défice auditivo:

  • Cerumen no CAE;
  • Otite média: infecção no ouvido médio (Serosa, supurada, Colesteatomatosa);
  • Labirintite: viral, bacteriana ou auto-imune;
  • Traumatismo crânio-encefálico (fractura petrosa, fístula perilinfática);
  • Ingestão medicamentosa / substâncias tóxicas.

1.2 – Agudas sem défice auditivo:

  • Nevrite Vestibular: é a 3ª causa mais comum de vertigem. Geralmente é incapacitante e associada a náuseas e vómitos. Tem a duração de 3 a 5 dias e poderá ser precedida de infecção viral. O prognóstico é bom;
  • AVC cerebeloso;
  • Doenças desmielinizantes como, por exemplo, a esclerose múltipla. Pode ser o1º sintoma em 5-12% dos casos;
  • Cerebelite aguda;
  • Tumor de fossa posterior;
  • Vertigem central posicional.

2 – Vertigens agudas recorrentes

2.1 – Duração de segundos a minutos:

  • Vertigem posicionalparoxística benigna (VPPB): Há deslocação de otólitos (frequentemente chamados “cristais” do ouvido) para os canais semicirculares (que são “sensores de movimento”). O canal mais frequentemente afetado é o posterior. Os episódios são curtos, por vezes, com desequilíbrio residual durante horas. Não há perda auditiva;
  • Pré-sincope: causa tontura e não vertigem e pode ter múltiplas causas sistémicas;
  • Epilepsia;

2.2 – Duração de minutos a horas:

  • Equivalentes migranosos;
  • Ansiedade / Ataques de Pânico;
  • “MotionSickness”: Tem maior prevalência na enxaqueca e ocorre quando há um conflito de aferências sensoriais vestibulares e visuais;

2.3 – Duração de horas a dias:

  • Síndrome de Meniére: Doença idiopática associada ao aumento da pressão endolinfática. O seu diagnóstico é clínico e é caracterizado por crises vertiginosas com duração de horas, hipoacúsia flutuante geralmente nas baixas frequências e acufenos com agudização nas crises. Pode haver sensação de plenitudeaural. A sua história natural é imprevisível.
  • Fístula perilinfática;
  • Doenças metabólicas.

3 – Vertigens crónicas (desequilíbrio)

3.1 – Centrais (neoformações, deformidades congénitas, doenças metabólicas, …)

3.2 – Periféricas (presbiestasis, ototóxicos, radiação, meningite, labirintite, malformações hereditárias, …)

Diagnóstico nas vertigens

A história clínica ajuda ou permite ao médico distinguir entre vertigem e outras formas de tontura ou perturbação do equilíbrio. O diagnóstico é feito pela clínica (sinais e sintomas do doente) com auxílio de exames auxiliares de diagnóstico.

1. História Médica Prévia

  • Antecedentes Otorrinolaringológicos ou Neurológicos;
  • Doenças crónicas endócrinas ou metabólicas;
  • Factores de risco cardiovasculares;
  • Infeções prévias;
  • Traumatismos;
  • Medicação habitual.

2. História da doença atual

É de extrema importância a caracterização precisa dos sintomas e a sua temporalidade:

  • Início súbito ou insidioso das queixas;
  • Episódio inicial ou recorrente;
  • Duração das queixas (segundos, minutos, horas ou dias). A vertigem nunca é permanente ou contínua. Mesmo numa lesão vestibular permanente, o sistema nervoso central é capaz de se adaptar ao “defeito”de forma a que a vertigem vá desaparecendo ao fim de dias ou semanas. As vertigens ou tonturas constantes que duram meses não são de causa vestibular. Podem sim existir episódios frequentes de vertigem/tontura ao longo de meses;
  • Fatores de agravamento ou desencadeantes como por exemplo determinados movimentos (por exemplo, deitar na cama para dormir ou levantar da cama ao acordar) ou ansiedade, stress ou fatores emocionais…
  • Sintomas acompanhantes como a hipoacusia, acufeno (zumbido no ouvido), náuseas(enjoo), vómitos, cefaleias (ou dores de cabeça) ou outros sintomas.

3. Exame Físico

  • Otoscopia;
  • Exame Neurológico (Pares cranianos, Postura, Coordenação, Marcha, Propriocepção, Nistagmo, …);
  • Exame Vestibular (Nistagmo, Reflexo Vestibulo-Ocular..);

4. Exames Auxiliares de Diagnóstico

Os exames auxiliares de diagnóstico devem ser usados criteriosamente, a saber:

  • Audiometria;
  • Testes Sanguíneos (Serologia, bioquímica, …);
  • Imagiologia (tomografia computorizada (TAC) e ressonância magnética (RM), etc..);
  • Testes vestibulares – os testes vestibulares não são diagnósticos mas auxiliam nesse mesmo diagnóstico. Alguns dos exames realizados são a Videonistagmografia, Electrococleografia, VHIT, Posturografia Dinâmica, entre outros.

O médico responsável pelo diagnóstico da vertigem é o Otorrinolaringologista (especialista em otorrinolaringologia).

Complicações das vertigens

As complicações da vertigem dependem da patologia de base. Nas causas otorrinolaringológicas algumas das complicações são a surdez e/ou acufeno (zumbidos) permanentes.

As quedas e facturas são outra complicação potencialmente grave sobretudo no idoso.

Como prevenir a vertigem?

A prevenção da vertigem depende da patologia de base. A prevenção não é possível em alguns casos.

Em outras patologias podem ser importantes alguns cuidados alimentares, bem como a evicção de stress e uma boa higiene de sono.

Em algumas patologias pode ser necessária medicação diária para melhor controlo sintomático e prevenção de crises.

Vertigem tem cura?

A vertigem pode ter cura mas pode também ser uma doença progressiva e incapacitante dependendo da patologia (doença) em questão.

Na maioria dos casos com o tratamento adequado é possível um bom controlo sintomático.

Saiba, de seguida, como tratar a vertigem.

Vertigem – tratamento

Na vertigem, o tratamento depende das causas subjacentes, que como vimos anteriormente podem ser inúmeras. Veja mais informação em causas da vertigem e seu tratamento em cada uma das patologias relacionadas.

Existem alguns medicamentos ou remédios que permitem fazer um controlo sintomático (aliviar os sintomas). Genericamente, o tratamento medicamentoso sintomático baseia-se em medicamentos como os supressores vestibulares, os anti-histamínicos, as benzodiazepinas e os antieméticos. Esta medicação ajuda no controlo dos sintomas, ou seja, são “medicamentos antivertiginosos”.

Após um síndrome vertiginoso por uma lesão vestibular periférica vai haver compensação central desse défice. A reabilitação vestibular auxilia na recuperação em doentes com hipofunção vestibular periférica uni ou bilateral. Pensa-se que também tem utilidade nas causas centrais.

Um doente com vertigem prefere ficar em repouso, no entanto a reabilitação vestibular vai obriga-lo a realizar exercícios que constituem um desafio promovendo a adaptação e substituição estratégica contrariando desta forma a inatividade que tem efeitos secundários adversos (perda da condição física e psicológica que constituem o principal obstáculo à sua recuperação).

O tempo de resolução da doença, ou seja, o tempo que demora a passar, é muito variável entre patologias podendo ser mais célere com o recurso à terapêutica (mais uma vez dependendo da patologia).

O doente nunca deve automedicar-se ou tentar qualquer tipo de tratamento caseiro ou natural sem consultar primeiro o médico otorrinolaringologista, sob pena de poder agravar o seu quadro clínico. A medicação referida deve ser sempre prescrita pelo seu médico assistente que deverá tomar sempre de acordo com a receita médica.

Источник: https://www.saudebemestar.pt/pt/clinica/otorrino/vertigem/

Tontura: causas, tratamento e remédios

Saiba o que pode causar e como tratar a tontura no idoso

O termo tontura (CID 10 – R42) pode ser usado para definir duas situações diferentes: pode ser a sensação de estar prestes a desmaiar ou perder a consciência; ou pode definir a vertigem, que é a sensação de que o entorno está girando ou a pessoa está se movendo, quando na realidade não está.

A tontura também pode vir acompanhada de perda de equilíbrio, náuseas ou vômito. Com ela, é possível ter dificuldade para andar ou manter a postura ereta, bem como sentir sonolência e sensações como flutuar ou nadar. O sintoma, muitas vezes, desaparece ou melhora ao se deitar.

Nos casos de tontura constante, o ideal é buscar a ajuda de um especialista para investigar a causa do problema e se ele está relacionado a outra condição de saúde mais grave.

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Apesar da tontura ocorrer em pessoas de qualquer idade, é mais comum entre os adultos mais velhos. Geralmente, ela é causada por uma queda momentânea da pressão arterial e fluxo sanguíneo para a cabeça, que ocorre quando a pessoa se levanta muito rapidamente de uma posição sentada ou deitada.

Causas

As causas de tontura relacionada à vertigem podem incluir:

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Raramente, a tontura com vertigem pode ser sintoma de um problema neurológico mais grave, tal como um AVC, hemorragia cerebral ou esclerose múltipla. Nesses casos, outros sintomas neurológicos estão normalmente presentes, como visão dupla, fala enrolada, fraqueza facial ou dormência, falta de coordenação dos membros ou severos problemas de equilíbrio.

As causas de tontura relacionada à sensação de desmaio e perda de equilíbrio podem incluir:

  • Queda da pressão arterial
  • Condições que comprometem o fluxo de sangue do coração, como miocardiopatia ou arritmias
  • Síndrome vasovagal
  • Anormalidades no ouvido interno
  • Distúrbios sensoriais
  • Problemas articulares e musculares
  • Condições neurológicas
  • Efeito colateral de alguns medicamentos, tais como anticonvulsivos, sedativos e tranquilizantes.

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Outras formas de tontura, como a sensação de flutuar ou nadar, podem ser causadas por:

  • Efeito colateral de medicamentos
  • Distúrbios do ouvido interno
  • Transtornos de ansiedade
  • Anemia ferropriva
  • Hipoglicemia
  • Infecções de ouvido
  • Superaquecimento do corpo e desidratação
  • Tontura subjetiva crônica, síndrome caracterizada por vertigem inespecífica persistente que não tem uma causa médica evidente.

Tontura pode ser gravidez?

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Uma tontura de intensidade mais leve também pode ser sintoma de gravidez nas mulheres – especialmente se vier acompanhada de enjoo e vômito, de acordo com a ginecologista e obstetra Bárbara Murayama. O quadro é comum e surge desde as primeiras semanas de gestação, podendo durar até o parto.

O sintoma ocorre, em geral, por conta das alterações hormonais na gestante, que provocam a diminuição da pressão arterial. Entretanto, quando este incômodo aparece junto com sinais de desidratação, como urina de cor escura, é importante buscar ajuda profissional.

A tontura ao deitar tem múltiplas causas possíveis e deve ser analisada por um especialista. Uma das razões mais comuns é a labirintite, uma inflamação do ouvido interno que faz com que a pessoa sinta o mundo girando à sua volta, o que piora quando a pessoa se deita. No entanto, quadros psicológicos também podem provocar o sintoma.

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Pessoas com quadros de ansiedade, frequentemente, sentem tontura, com sensações como se fossem cair, como se estivessem flutuando ou andando sobre as nuvens. Isto pode ocorrer em qualquer posição, inclusive com a pessoa deitada.

Quando a pessoa sente tontura ao levantar, pode significar alterações na circulação. Um exemplo seria a hipotensão postural, que é a queda de pressão súbita, normalmente causada pela gravidade, e que faz com que o sangue se acumule nas pernas.

Também pode significar uma VPPB (Vertigem Postural Paroxístico Benigna), desencadeada pelos movimentos da cabeça.

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Já a tontura sentida após uma refeição pode ocorrer por alguns motivos. Uma delas é a hipotensão pós-prandial, que é a queda da pressão arterial depois da alimentação. Outra é a hipoglicemia reativa, em que a glicemia diminui após a pessoa comer. Pacientes que passaram por cirurgias no estômago também podem sentir o sintoma.

Buscando ajuda médica

Marque uma consulta médica se você sente tontura frequentemente sem causa aparente. Procure um serviço de emergência se a tontura ou vertigem aparecer juntamente com um ou mais dos seguintes problemas:

  • Traumatismo craniano
  • Dor de cabeça grave ou diferente de todas que você já teve
  • Pescoço rígido
  • Visão turva
  • Dificuldade para falar
  • Fraqueza na perna ou braço
  • Perda de consciência
  • Dificuldade para caminhar
  • Dor no peito
  • Batimentos cardíacos mais rápidos ou mais lentos que o normal.

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Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar as causas de tontura são:

  • Clínica médica
  • Neurologista
  • Otorrinolaringologista

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

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  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram, mesmo que eles pareçam não ter relação entre si
  • Faça um diário. Escreva a forma como tonturas fazem você se sentir, se está relacionada com outras atividades, quanto tempo as crises duram e se há alguma maneira de aliviar o sintoma
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade

Cuidados

Enquanto a consulta médica não acontece, você pode adotar algumas medidas para aliviar o sintoma, como:

  • Tente fazer alterações na postura, especialmente se você tende a sentir-se tonto quando está de pé
  • Beba bastante líquidos para evitar a desidratação, o que pode causar ou agravar a tontura
  • Se você já teve episódios de tontura enquanto dirigia, busque transportes alternativos até a data da consulta
  • Evite o consumo de açúcar em excesso, que pode levar a inflamações e tontura
  • Reduza o consumo de bebidas estimulantes e energéticas, como: chá mate, chá verde, chimarrão e bebidas ricas em cafeína no geral
  • Se você tem a sensação de que vai cair, tente reduzir o risco mantendo a casa bem iluminada e tomando outras medidas como evitar fios elétricos expostos e tapetes escorregadios.

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Medicamentos para Tontura

Uma tontura pode ter diversas causas, de modo que o tratamento varia de acordo com o diagnóstico estabelecido pelo médico. Por isso, somente um especialista capacitado pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Os medicamentos mais comuns no tratamento de tonturas são:

  • Betaserc
  • Clopam
  • Clonazepam
  • Cinarizina
  • Dramin B6
  • Dramin B6 DL
  • Engov
  • Equilid 50mg
  • Labirin
  • Meclin
  • Nootropil
  • Pentoxifilina
  • Rivotril
  • Vertix.

Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Como a tontura pode ter várias causas, o ideal é entender a origem do sintoma antes de tomar alguma ação. A nutróloga Cristiane Molon explica que é possível se beneficiar de alguns chás quando o sintoma tem algumas causas específicas, como labirintite ou estresse.

Chá de ginkgo biloba

Conhecido pelo consumo em cápsula, o ginkgo biloba pode ser adquirido também na forma de chá. É recomendado contra a labirintite ou tontura por estresse, porque tem propriedades importantes para a circulação na parte interna do ouvido, que é responsável pelo equilíbrio do ser humano.

Modo de preparo

Aqueça meio litro de água em um recipiente que possa ser tampado, de preferência. Adicione, então, uma colher de sopa cheia do chá de ginkgo biloba. Deixe aquecer em infusão e tome ao longo do dia.

Chá de erva doce

O chá de erva doce pode ser um grande aliado contra a tontura, porque melhora toda a parte da digestão, que é muitas vezes a origem do problema.

Modo de preparo

Aqueça um litro de água filtrada no fogão, sem ferver. Depois, acrescente 8 colheres de sopa de folhas de erva doce e deixe ferver por cerca de 30 segundos, com o recipiente tampado.

Chá de gengibre

O gengibre pode estimular o fluxo sanguíneo no corpo, que é umas das constantes causas da tontura. Ele também pode ser consumido em forma de chá ou mastigado in natura.

Modo de preparo

Em uma caneca metálica, rale de 25 a 35 gramas de gengibre. Em seguida, insira 500ml de água e leve ao fogo por, aproximadamente, 15 minutos, até ferver. Ao final desse tempo, coe o chá e beba, preferencialmente sem açúcar.

Referências

Ministério da Saúde

Ivan Mario Braun, médico psiquiatra – CRM 57449 SP

Eduardo Antonio André, médico gastroenterologista – CRM 33682 SP

Cristiane Molon, médica nutróloga – CRM 11384 SC

Bárbara Murayama, médica especialista em Ginecologia e Obstetrícia – CRM 112527/SP

Márcio Freitas, médico otorrinolaringologia, membro da Academia Brasileira de Otorrino e Cirurgia Cérvico-Facial e da Academia Brasileira de Cirurgia Plástica da Fac – CRM 15134

Источник: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/tontura

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