Sintomas que podem ser confundidos com diabetes

Hipoglicemia

Sintomas que podem ser confundidos com diabetes

Hipoglicemia é um distúrbio provocado pela baixa concentração de glicose no sangue e que pode afetar pessoas portadoras ou não de diabetes.

A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que promove a entrada da glicose nas células. Quando há muita insulina no sangue, muita glicose entra nas células e pouca permanece na corrente sanguínea, o que caracteriza a hipoglicemia.

O problema também pode ocorrer também quando diminui a quantidade dos hormônios de contrarregulação (glucagon, hormônio do crescimento, adrenalina e cortisol).

Esses hormônios ajudam a liberar o glicogênio armazenado no fígado, necessário quando se esgota o estoque disponível de glicose no sangue.

Veja também: Dr. Drauzio explica como funciona a insulina

Tipos e causas de hipoglicemia

Geralmente, define-se a hipoglicemia quando a quantidade de açúcar no sangue vai para baixo de 70mg/dL. Existem dois tipos principais de hipoglicemia: a hipoglicemia de jejum e a pós-prandial (ou reativa), que ocorre depois das refeições.

Entre as causas da hipoglicemia de jejum destacam-se:

  • Produção excessiva de insulina pelo pâncreas;
  • Uso incorreto de medicamentos utilizados no tratamento de diabetes (por exemplo, ao tomar doses maiores que as indicadas);
  • Insuficiência hepática, cardíaca ou renal;
  • Tumores pancreáticos;
  • Consumo de álcool;
  • Excesso de atividade física sem compensação na alimentação;
  • Deficiência dos hormônios que ajudam a liberar glicogênio.

A hipoglicemia pós-prandial ou reativa ocorre por volta de 3 a 5 horas depois das refeições, como resultado do desequilíbrio entre os níveis de glicose e de insulina no sangue. Em geral, ela se manifesta em pessoas predispostas depois da ingestão de alimentos ricos em açúcar, nos pacientes submetidos à cirurgia do estômago e naqueles em fase inicial da resistência à insulina.

Sintomas

Sinais da hipoglicemia por conta de hormônios de contrarregulação:

  • Tremores;
  • Tonturas;
  • Palidez;
  • Suor frio;
  • Nervosismo;
  • Palpitações;
  • Taquicardia;
  • Dor de cabeça;
  • Pesadelos (hipoglicemia pode ocorrer também durante o sono);
  • Náuseas;
  • Vômitos;
  • Sonolência;
  • Fome.

Sinais de hipoglicemia devido à redução da quantidade de glicose no cérebro:

  • Confusão mental;
  • Alterações do nível de consciência;
  • Perturbações visuais e de comportamento que podem ser confundidas com embriaguez, cansaço, fraqueza, sensação de desmaio e convulsões.

Identificar os sintomas é muito importante, pois o próprio paciente, conhecendo a si mesmo, pode agir rapidamente para evitar a progressão do quadro. Veja abaixo como proceder.

Tratamento

Uma vez instalada a crise hipoglicêmica, o paciente deve consumir de 15 g a 20 g de carboidratos simples. Essa medida equivale, por exemplo, a:

  • Uma colher de sopa de mel (exceto em casos de crianças menores de 1 ano);
  • Um copo de 200 mL de suco de laranja ou de refrigerante não dietético;
  • Uma colher de sopa de açúcar dissolvido em meio copo de água.

O efeito será mais rápido se esses alimentos forem ingeridos junto com carboidratos de longa duração, como pães, pipocas, biscoitos etc.

No caso de quem tem diabetes, é recomendado medir a glicemia 15 minutos após a ingestão e, se ela continuar baixa, consumir mais uma porção de algum desses alimentos. Quando a glicemia se restabelecer, faça um lanche saudável (como uma porção de amêndoas e castanhas ou uma tapioca com queijo magro) se sua próxima refeição principal estiver muito distante (dali 1 ou 2 horas).

Se o nível de consciência estiver comprometido, o paciente deve ser encaminhado para atendimento médico a fim de receber a medicação adequada. Quando existe alto risco de crises de hipoglicemia, o médico pode prescrever kits de glucagon injetável, que pode ser aplicado por acompanhantes do paciente em caso de emergência. Não se esqueça de reportar a ocorrência na próxima consulta.

A partir do restabelecimento, a abstinência de álcool em jejum e um novo esquema medicamentoso são importantes para encaminhar um tratamento mais eficaz.

É importante lembrar que nem sempre a hipoglicemia tem relação com o manejo do diabetes, como é o caso de tumores, por exemplo.

Recomendações

  • Refeições menores e mais próximas umas das outras ajudam a prevenir a queda da glicose no sangue;
  • Antes de dormir, uma refeição leve à base de carboidratos e proteínas ajuda a prevenir crises noturnas de hipoglicemia;
  • A prática de exercícios físicos pode exigir o consumo de carboidratos extras para evitar a queda brusca dos níveis de glicose no sangue.

Источник: https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/hipoglicemia/

Saiba tudo sobre a diabetes

Sintomas que podem ser confundidos com diabetes

Importa vigiar os doentes para que sejam detectadas e tratadas de imediato. Para além das infecções e outras complicações, são consideradas como agudas a hipoglicemia e a hiperglicemia. A hiperglicemia grave pode ocasionar coma hiperosmolar, situação que coloca a vida em risco, assim como a hipoglicemia não tratada ou tratada tardiamente.

Hipoglicemia

Surge quando a glicemia é 126mg/dl.

Esta condição pode ser assintomática quando não muito grave. As principais causas para a hiperglicemia são a falta de diagnóstico da diabetes, alimentação excessiva, erros no tratamento, stress metabólico, infecções, doenças agudas e gravidez. Em consequência, e na diabetes tipo 2, pode desenvolver-se coma hiperosmolar e na diabetes tipo 1 pode desencadear cetoacidose metabólica.

Complicações Crónicas

Para evitar as complicações crónicas da diabetes, que se consideram irreversíveis, é fundamental a prevenção da manutenção dos valores da diabetes. As principais complicações podem resumir-se nos seguintes tipos: neuropáticas e vasculares (macroangiopatia e microangiopatia).

Entre as complicações cónicas também se observa hipertensão e anomalias lipoproteicas (lípidos e proteínas). Os doentes com diabetes correm risco acrescido de desenvolverem doença cardiovascular, vascular cerebral e arterial periférica. Outra das complicações frequentes e graves da diabetes é o pé diabético como consequência de alterações ao nível da neuropatia, vasculopatia e infecções.

Tratamento da diabetes

Diabetes tipo 1 – Os doentes podem ter uma vida saudável, plena e sem grandes limitações, bastando que façam o tratamento prescrito pelo médico correctamente.

O objectivo do tratamento é manter o açúcar (glicose) no sangue o mais próximo possível dos valores considerados normais (bom controlo da diabetes) para que se sintam bem e sem nenhum sintoma da doença.

Serve ainda para prevenir o desenvolvimento das manifestações tardias da doença e ainda para diminuir o risco das descompensações agudas, nomeadamente da hiperglicemia e da cetoacidose (acidez do sangue).

O tratamento, que deve ser acompanhado obrigatoriamente pelo médico, engloba três vertentes fundamentais: adopção de uma dieta alimentar adequada, prática regular de exercício físico e o uso da insulina.

Diabetes tipo 2 – O tratamento é semelhante ao do tipo 1 mas, devido à menor perigosidade da doença, a maioria das vezes basta que a alimentação seja adequada e que o exercício físico passe a fazer parte da rotina diária para que, com a ajuda de outros medicamentos específicos (que não a insulina), a diabetes consiga ser perfeitamente controlada pelo doente e pelo médico.

Os medicamentos usados no tratamento deste tipo de diabetes são geralmente fármacos (comprimidos) que actuam no pâncreas, estimulando a produção de insulina.

Seguindo uma alimentação correcta e adequada, praticando exercício físico diário e respeitando a toma dos comprimidos indicada pelo médico, um doente com diabetes tipo 2 garante a diminuição do risco de tromboses e ataques cardíacos; a prevenção de doenças nos olhos e nos rins e da má circulação nas pernas e nos pés, factor que diminui significativamente o risco de amputações futuras.

Recomendações nutricionais

As recomendações nutricionais destinam-se a prevenir ou atrasar o desenvolvimento de diabetes, a reduzir o peso e o índice de massa corporal (IMC) e a melhorar o controlo glicémico e lipídico para redução da glucose da lipotoxicidade. Para a obtenção dos melhores resultados, os doentes devem ser seguidos por um nutricionista.

Desde a publicação do estudo Diabetes Control and Complications Trial (DCCT) conduzido pelo United States National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases (NIDDK) em 1993, a alimentação passou a ser considerada como a parte central da terapêutica da diabetes para o controlo glicémico, tendo havido múltiplos avanços quanto a alterações comportamentais dos indivíduos com diabetes.

1. Redução de peso: nos indivíduos com excesso de peso, obesos ou com insulinorresistência, a redução ponderal, ainda que não marcada, melhora a resistência à insulina;
2.

Ingestão calórica para redução ponderal: redução da ingestão em hidratos de carbono e em gorduras por um período até 1 ano sendo mantido se necessário;
3.

Monitorização dos doentes com baixo teor calórico: perfil lipídico, função renal e ingestão proteica (para os doentes com nefropatia) e ajustar as necessidades de terapêutica hipoglicemiante;
4.

Actividade física e modificação comportamental: para auxílio na perda de peso e melhoria da insulinorresistência;
5. Medicamentos para perda de peso: pode ser adequada auxiliando a perda de 5-10% do seu peso;
6. Cirurgia bárica: pode ser considerada na diabetes tipo 2 com IMC> 35 kg/m2, o que pode melhorar o controlo glicémico.

Apesar da necessidade de individualização da alimentação há regras recomendadas que se podem sumarizar quanto ao teor diário a ingerir:– Calorias em hidratos de carbono de 50 a 60 por cento do total;- Calorias proteicas de 12 a 20 por cento do total;- Calorias lipídicas em 30 por cento ou menos do total, com

Источник: https://www.atlasdasaude.pt/publico/content/diabetes

Diabetes no idoso exige cuidados especiais e atenção redobrada

Sintomas que podem ser confundidos com diabetes

Nos últimos dez anos, o diabetes cresceu 60% no Brasil. E a maior parte desse exército de 14 milhões de portadores está na terceira idade. Para se ter ideia, segundo o último Vigitel, pesquisa realizada regularmente pelo Ministério da Saúde, quase um terço dos diabéticos têm 65 anos ou mais.

?O tipo 2 da doença, que é o mais prevalente, está relacionado ao envelhecimento, ao sedentarismo e à obesidade, sendo que esses dois últimos fatores, por sua vez, se intensificam com o avançar da idade?, comenta João Salles, endocrinologista da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo e vice-presidente eleito da Sociedade Brasileira de Diabetes.

Esse ambiente tão favorável torna o idoso mais sujeito não só ao surgimento do problema, mas também às suas consequências mais graves. ?O risco de ter uma doença cardiovascular ou um infarto é maior, e as complicações como amputações, cegueira e insuficiência renal ficam mais evidentes nessa faixa?, explica o médico.

Sem contar que a glicemia descompensada acentua dificuldades frequentes nessa fase da vida. ?Ela pode incapacitar o idoso, pois eleva o risco de demências como o Alzheimer, além da neuropatia diabética, que faz com que a pessoa perca a firmeza no andar, o uso de muitos medicamentos e outros problemas que impactam a qualidade de vida e aumentam o risco de morte?, aponta João.

O bom é que com acompanhamento, e especialmente com prevenção, dá para driblar o perigo e viver bem mesmo com o diagnóstico de diabetes.

Músculos para que te quero

Uma das justificativas para o aumento da incidência da doença nessa população é que, com o tempo, a fabricação de insulina cai. Como esse é o hormônio responsável por colocar a glicose dentro das células, a falta dele resulta em mais açúcar circulante e em uma sobrecarga do pâncreas, que precisa fazer ainda mais insulina para dar conta do recado.

Há ainda outro facilitador nessa história. ?É preciso destacar aqui a sarcopenia, diminuição da massa muscular que acontece na terceira idade e se acentua com maus hábitos de vida e mudanças alimentares. O indivíduo perde músculos enquanto ganha massa gorda, e esse é um dos principais fatores para o surgimento do diabetes tipo 2 nesse período?, ressalta Salles.

Para combater a sarcopenia, o ideal é misturar exercícios aeróbicos, como a própria caminhada, com os resistidos, como a musculação

Imagem: iStock

Isso é um problema porque os músculos consomem glicose, então ajudam a regular os níveis dela no sangue. Ao mesmo tempo, mais gordura quer dizer maior resistência à insulina, outro quadro que abre caminho não só para que a doença se instale, mas para que as complicações apareçam.

Com medidas simples já é possível barrar essa queda natural da massa muscular. ?Idosos tendem a ficar mais tempo em casa, fazer menos atividade física ou então apenas uma caminhada. E para combater a sarcopenia, o ideal é misturar exercícios aeróbicos, como a própria caminhada, com os resistidos, como a musculação?, explica Salles.

Outro ponto é o cardápio. ?Nessa fase, comemos menos fontes de proteína, como a carne, e mais carboidratos, como o pão, seja por alterações no apetite ou porque eles são mais fáceis de mastigar e preparar?, explica o médico. Ou seja, trocar o almoço por um café e pão com manteiga não ajuda em nada os músculos —e consequentemente a saúde.

Tratamento não permite recaídas

Por conta desses fatores, o estilo de vida é fundamental não só para a prevenção, mas para controlar bem a doença. Até mesmo porque ela evolui progressivamente se dieta e exercícios não entram na jogada.

Logo, os hábitos devem ser cobrados e prescritos no consultório tanto quanto os remédios.

?Só que isso demanda espaço, aparelhos, educadores físicos, e o Brasil não está preparado para oferecer uma estrutura desse porte a um número tão grande de pessoas?, expõe Salles.

Além disso, é preciso monitorar constantemente se há alguma complicação à espreita. Entram aí os exames regulares para verificar o estado dos olhos, rins e coração.

No dia a dia, o cuidado é especialmente para evitar o pé diabético, condição em que qualquer micose, calo ou ferida não sara e pode levar a amputações.

?Tem que examinar muito bem os pés, e se não conseguir ver tudo sozinho, pedir para alguém, além de andar com calçados que protegem e sejam feitos de material confortável?, aponta Salles.

Vale ficar de olho também na hipoglicemia, nível baixo de açúcar em circulação.

?Alguns remédios distribuídos no Sistema Único de Saúde favorecem o quadro, que é menos reconhecido e mais perigoso no idoso?, explica Salles.

Esse desequilíbrio precisa ser flagrado e revertido rapidamente. Os sinais de alerta aqui são escurecimento da visão, suor excessivo, sensação de fome, tremores e coração acelerado.

Vale ficar de olho também na hipoglicemia, nível baixo de açúcar em circulação

Imagem: iStock

Para subir o índice de glicose na medida certa, uma dica é tomar 100 a 150ml de suco de laranja ou um copo de água com duas colheres de sopa de açúcar. ?Mas não recomendamos que a pessoa coma muito doce ou carboidrato para corrigir a glicemia, porque o índice subirá muito e rapidamente, o que não é nada bom?, completa o endocrinologista.

Como diagnosticar o diabetes

Infelizmente, ele costuma ser descoberto só quando já está bem instalado, o que dificulta seu controle. Por isso, além da atenção aos sintomas da doença (aumento de fome, mais sede e produção intensa de xixi), é até mais importante fazer o exame de glicemia regularmente.

Lembrando que também existe o diabetes tipo 1 nessa faixa etária. ?É menos frequente, mas acontece. Nesse caso, os sintomas são mais agressivos, a frequência urinária aumenta bastante e o quadro pode até ser confundido com a incontinência urinária comum dos idosos?, aponta Salles. Essa variedade do transtorno é autoimune e tratada com insulina.

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Источник: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2018/05/02/diabetes-no-idoso-exige-cuidados-especiais-e-atencao-redobrada.htm

Diabetes Mellitus – tipos, causas, sintomas, tratamento

Sintomas que podem ser confundidos com diabetes

Diabetes Mellitus é uma doença comum, caracterizada pela elevação da glicose no sangue (hiperglicemia). No corpo humano, a insulina possui a função metabolizar a glicose para produção de energia. Ela é produzida pelo pâncreas.

A glicose é um monossacarídeo que provem da quebra dos carboidratos. Ela chega na corrente sanguínea e depende da insulina para conseguir entrar dentro das células e participar do processo de produção da energia, juntamente com o oxigênio, dentro de uma organela celular denominada mitocôndria.

Existem alguns tipos de diabetes, mas são utilizadas duas grandes classificações, sendo elas: Diabetes tipo 1 e diabetes tipo 2.

A diabetes tipo 1 é mais frequente em crianças e é o resultado da destruição das células beta pancreáticas, que pode ocorrer por um processo imunológico, por isso pode ser considerada uma doença autoimune. Esse tipo de diabetes não está associado ao excesso de peso e obesidade e é um quadro crônico.

A diabetes tipo 2, mais frequente em pessoas mais velhas e associada com aumento de peso e obesidade, é a mais comum, sendo uma condição frequente na população brasileira.

Nesse caso a insulina é produzida pelas células beta pancreáticas, porém, sua ação está dificultada, caracterizando um quadro de resistência insulínica.

A diabetes tipo 2 tem uma associação com fatores hereditários, quem tem histórico familiar da doença pode ter uma maior predisposição para desenvolve-la.

Existe ainda a diabetes gestacional, que ocorre durante a gestação. Nesses casos, a doença pode ser transitória e terminar ao final da gravidez.

Sintomas

Os sintomas podem ter uma evolução rápida e incluem sede, boca seca, manchas na pele, que podem ser confundidas com uma dermatite, aumento da diurese, fome excessiva, emagrecimento, cansaço e fraqueza, mudanças de humor e feridas que demoram para cicatrizar.

Os sintomas podem evoluir ainda para desidratação severa, sonolência, vômitos, dificuldades respiratórias e coma. A cetoacidose diabética, distúrbio metabólico, é a complicação mais importante, que requer internação.

Outros sintomas como alterações visuais e dores nas articulações também são frequentemente relatados.

Em ambos os casos, podem surgir complicações futuras como cegueira, insuficiência renal, doenças cardíacas, AVC e amputação de pés e pernas.

Diagnóstico

O exame mais comum para detectar a diabetes, é o destro, baseado em uma gota de sangue em uma fitinha e analisada em um aparelho. O resultado é rápido, em minutos.

Em casos onde se detecta as alterações de glicose, outros exames são indicados, como a chamada glicemia de jejum, que deve estar entre 70 a 110 mg por 100 ml de sangue e a curva glicêmica.

Tratamento

O tratamento da diabetes depende do tipo associado. Nos casos do tipo 1 é utilizada a aplicação de insula, várias vezes por dia. A insulina humana (NPH e Regular) utilizada no tratamento, atualmente é desenvolvida em laboratório, a partir da tecnologia de DNA recombinante.

A insulina chamada regular é idêntica à humana na sua estrutura e deve ser administrada em casos de urgência, quando as taxas glicêmicas estão elevadas. Já a NPH é associada a duas substâncias (protamina e o zinco) que promovem um efeito mais prolongado.

Já no tipo 2, o mais é indicado a medicação oral, sendo poucos os casos onde é necessário a aplicação de insula injetável.

Em ambos os casos, deve se fazer um controle da dieta, com alimentos diet e controle do consumo de carboidratos e açúcar e exercícios físicos que são importantes para reduzir o nível de glicose. Os diabéticos devem medir a glicose diariamente em casa, para fazer o controle.

Prevenção

A diabetes tipo 2, mais frequente na população está associadas com hábitos de vida, então a melhor forma de preveni-la é o consumo de alimento saudáveis, pratica de exercícios físicos e controle do peso.

As taxas da doença vêm aumentando nos últimos anos, principalmente nas populações mais jovens, devido ao aumento do consumo de gorduras e carboidratos.

Infelizmente não existe nenhuma forma de prevenir a Diabetes tipo 1. Porém, alguns hábitos saudáveis podem ajudar a prevenir ou a reduzir as complicações associadas à doença.

Fontes:

http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/diabetes#prevencao

https://www.endocrino.org.br/o-que-e-diabetes/

https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/diabetes/

https://www.diabetes.org.

br/publico/diabetes/diagnostico-e-tratamentoAVISO LEGAL: As informações disponibilizadas nesta página devem apenas ser utilizadas para fins informacionais, não podendo, jamais, serem utilizadas em substituição a um diagnóstico médico por um profissional habilitado. Os autores deste site se eximem de qualquer responsabilidade legal advinda da má utilização das informações aqui publicadas.

Texto originalmente publicado em https://www.infoescola.com/doencas/diabetes-mellitus/

Источник: https://www.infoescola.com/doencas/diabetes-mellitus/

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