Teste ergométrico: Quando fazer e Como se preparar

Teste Ergométrico: o que é, preparo, indicações e como funciona

Teste ergométrico: Quando fazer e Como se preparar
13 min. de leitura

12/07/2019

O teste ergométrico, também conhecido como teste de exercícios, é o exame médico que verifica as respostas clínica, hemodinâmica, autonômica, eletrocardiográfica, metabólica e eventualmente ventilatória do paciente submetido a uma atividade que requer esforço físico em uma esteira ou cicloergômetro.

A combinação dos resultados colhidos no teste ergométrico permite o diagnóstico de doenças cardiovasculares, além de acompanhar resultados de tratamentos, avaliar a capacidade funcional e condição aeróbica de atletas, entre outros. Para tanto, equipamentos são acoplados no paciente para monitorar como a pressão arterial e a frequência cardíaca se comportam durante os exercícios.

Confira a seguir quais as indicações para este exame, o passo a passo de como deve ser feito, que tipo de orientações o profissional da medicina deve passar ao paciente e a que parâmetros deve estar atento. Veja também como é possível otimizar recursos e ter maior facilidade de acesso a especialistas em laudos deste exame por meio da telemedicina.

Quais doenças o teste ergométrico detecta

A médica cardiologista Ana Rachel Zollner explica que o teste ergométrico avalia a função cardiorrespiratória e o comportamento do sistema cardiocirculatório durante o esforço físico. Ele verifica se há presença de arritmias, anormalidades da pressão arterial, surgimento de sopros, falência do ventrículo esquerdo e é capaz de detectar isquemia miocárdica.

Serve também para avaliação da capacidade funcional e acompanhamento da evolução e prognóstico de doenças cardíacas já diagnosticadas. De acordo com diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), por meio deste exame é possível:

  • Detectar isquemia miocárdica;
  • Reconhecer arritmias cardíacas e distúrbios hemodinâmicos induzidos pelo esforço;
  • Avaliar a capacidade funcional e a condição aeróbica de atletas ou pessoas que precisam medir o seu condicionamento físico;
  • Diagnosticar e estabelecer o prognóstico de determinadas doenças cardiovasculares;
  • Prescrever exercício;
  • Avaliar objetivamente os resultados de intervenções terapêuticas;
  • Demonstrar ao paciente e aos seus familiares as suas reais condições físicas e fornecer dados para perícia médica.

Segundo Ana Rachel, o exame traz mais evidências quando recomendado a pacientes com probabilidade intermediária (acima de 40 anos com dor torácica típica ou atípica), diabéticos e assintomáticos (com mais de 40 anos, no caso dos homens, ou 55, entre as mulheres) que desejam iniciar atividade física ou que ocupam profissões de risco.

Equipamentos para realização do exame ergométrico

O teste ergométrico necessita de uma série de equipamentos com sistemas interligados e conectados a um computador central que faz o controle de toda a operação. Veja quais são os aparelhos necessários, de acordo com a Normatização de técnicas e equipamentos para realização de exames em ergometria.

Ergômetros

Os ergômetros podem ser de dois tipos: esteira rolante ou cicloergômetro. Ambos devem ser, preferencialmente, eletrônicos ou eletromagnéticos para enviar dados de velocidade, inclinação, ciclos, entre outros, para o sistema de computador central.

As esteiras costumam ser o tipo de ergômetro mais utilizado, embora tenham custo mais elevado.

Elas precisam cumprir alguns requisitos obrigatórios, como ter capacidade para pacientes de até 157,5 quilos, oferecer programação automática de velocidade, inclinação e uma plataforma de, no mínimo, 127 cm de comprimento e 40.64 cm de largura.

Já o cicloergômetro é uma alternativa para realização do teste em pacientes com limitações de locomoção e quando se deseja adquirir ecocardiograma ou imagens cintilográficas para estudar a função ventricular. Também é indicado para avaliação de ciclistas. A qualidade do traçado eletrocardiográfico e da medida da pressão arterial tendem a ser melhores neste tipo de aparelho.

Como escolher o tipo de ergômetro

A escolha do tipo de ergômetro a ser utilizado deve ser feita de acordo com a situação de cada paciente e objetivo do exame, levando em conta que a resposta fisiológica é diferente para a esteira e para a bicicleta. O protocolo, a carga e inclinação da esteira variam de paciente para paciente e são aplicadas de acordo com a capacidade do indivíduo, com base na pré-avaliação do médico.

Cicloergômetro de braço

O Cicloergômetro de braço é um aparelho que funciona como alternativa para pacientes paraplégicos ou com dificuldade de locomoção dos membros inferiores. Este tipo de exame pode ser indicado também para trabalhadores que precisam movimentar basicamente os membros superiores durante as atividades.

Monitor de pressão arterial

O aparelho mais recomendado é o manômetro de coluna de mercúrio, que deverá ser colocado na altura do coração do paciente.
Também precisam fazer parte do conjunto de equipamentos para realização do teste ergométrico:

  • Monitor para observação contínua do ECG e avaliação do comportamento da frequência cardíaca;
  • Sistema para registro em papel do traçado eletrocardiográfico;
  • Esfigmomanômetro calibrado;
  • Estetoscópio;
  • Cronômetro (se esse não fizer parte do sistema específico computadorizado);
  • Monitor/ desfibrilador;
  • Carrinho de emergência com medicamentos e materiais a serem utilizados em uma situação de urgência/emergência.

Como toda a execução do teste é controlada por uma central de computador, averiguar a qualidade do software adquirido é tão importante quanto pesquisar sobre a qualidade dos equipamentos utilizados no exame antes de comprá-los.

O programa de computador para o teste ergométrico deve permitir novas configurações e atualizações, oferecer assistência técnica acessível, além de disponibilizar pelo menos os recursos mínimos necessários para a realização de um exame confiável.

Parâmetros avaliados pelo médico para emissão do laudo de teste ergométrico

Uma boa interpretação do teste ergométrico requer uma aprofundada análise clínica do paciente antes, além de avaliações do histórico do mesmo. Fatores como idade, gênero, probabilidade genética de ter alguma doença cardíaca e ligação com fatores de risco são importantes para o contexto da avaliação.

Ana Rachel Zollner diz que os parâmetros avaliados durante o exame são:

  • Pressão arterial;
  • Frequência cardíaca;
  • Traçado eletrocardiográfico;
  • Sinais e sintomas de alerta.

Segundo a médica cardiologista, as variáveis clínicas avaliadas envolvem: dor precordial e suas características, sintomas como cianose, falta de ar e esgotamento dos membros inferiores.

“A própria capacidade física é uma variável importante, sendo possível avaliar o cansaço pela escala de Borg, uma vez que essa avaliação é bem subjetiva”, completa.

– Ana Rachel Zollner, médica cardiologista.

Contraindicações do exame ergométrico

O teste ergométrico não é recomendado a pacientes com embolia pulmonar, enfermidade aguda, febril ou grave, limitação física ou psicológica, intoxicação medicamentosa e com distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos não corrigidos.

Há também situações em que há contra-indicações relativas, como em casos de insuficiências valvares graves, taquiarritmias, bradiarritmias e arritmias ventriculares complexas. Caberá ao médico avaliar a situação do paciente e decidir se o exame é ou não indicado.

Orientações que o médico deve repassar ao paciente

Antes da realização do teste ergométrico, o médico deve explicar ao paciente todas as informações relativas a justificativa do exame, quais os riscos e como será a recuperação do paciente.

Todas estas informações devem ser documentadas em um Termo de Consentimento Esclarecido que o paciente deve assinar para mostrar que, após receber todas as informações necessárias, aceita fazer o exame.

Alguns cuidados pré-exame são importantes, como evitar o uso de cremes que possam dificultar a fixação dos eletrodos no tórax do paciente ou dificultar a leitura do equipamento. Também é importante que o médico oriente o paciente a:

  • Utilizar roupas confortáveis e tênis, como se estivesse indo à academia;
  • Evitar consumir produtos com cafeína até 2 horas antes do exame;
  • Evitar fumar 2 horas antes;
  • Não ir em jejum;
  • Evitar comer alimentos pesados antes do exame;
  • Homens com muitos pelos no peito devem fazer depilação antes do exame (é indicado que isso seja feito pela própria equipe de atendimento para evitar cortes), já que isso dificulta a colocação dos eletrodos;
  • Evitar passar pomadas ou gel na região torácica no dia do exame.

Passo a passo para a realização de um teste ergométrico

O teste ergométrico deve ser acompanhado por um médico especialista neste tipo de exame e equipe técnica devidamente preparada tanto para a realização do procedimento como para atuar em casos de emergência.

É recomendado que o exame seja realizado em ambiente hospitalar devido ao risco de complicações, mas também pode ser feito em clínicas, desde que atendam a todas as recomendações relacionadas à infraestrutura e tenham medicamentos e equipamentos para procedimentos de suporte básico e avançado de vida disponíveis.

Antes do início da prova, o médico deve fazer uma breve entrevista com o paciente com base nas informações repassadas pelo médico que solicitou o exame, além de um exame físico para que possa classificar o risco pré-teste e se há alguma contraindicação.

Para fazer o teste também é preciso que o paciente tenha passado por um eletrocardiograma de 12 derivações em repouso imediatamente antes do início do esforço para que sejam comparados os traçados. O teste ergométrico só tem sequência se o paciente não tiver apresentado nenhuma alteração que possa ser arriscada para o exame.

Como funciona o teste ergométrico

Cumpridas todas estas etapas, o médico que aplicará o teste ergométrico conduzirá o paciente até o equipamento (esteira ou cicloergômetro).

O tempo de preparação para o exame dura em média 20 minutos e o período no exercício 13 minutos.

A intensidade da atividade física é elevada de forma gradativa e sempre adaptada à vontade do paciente, por isso é importante que o médico conduza o processo com muito diálogo de forma a transmitir tranquilidade.

A atividade pode ser interrompida a qualquer momento pelo profissional que está fazendo o acompanhamento caso ele identifique algum fator de risco para a continuidade do exame.

O paciente segue sob monitoramento em período de aproximadamente oito minutos após a atividade física, já que o exame só é concluído após os batimentos cardíacos voltarem ao estado de repouso.

O médico responsável pelo acompanhamento do paciente durante o teste deve observar e anotar quaisquer sinais e sintomas do paciente frente ao esforço realizado durante o exame, como palidez, tontura, estafa física e dispnéia.

Como a telemedicina pode ajudar na emissão de laudos de teste ergométrico

Como foi possível analisar neste artigo, o teste ergométrico deve ser realizado sempre com a presença de um médico e um resultado de qualidade depende de um bom equipamento e condução do exame e uma análise aprofundada das variáveis.

Por isso, a recomendação é que um profissional cardiologista faça a emissão de laudos. Uma forma de otimizar esta etapa e garantir acesso a bons profissionais, principalmente em clínicas ou hospitais com dificuldade de acesso a especialistas, é a telemedicina.

Além de garantir laudos detalhados e completos feitos por profissionais referência neste exame, a utilização deste método ajuda na otimização de recursos. Se você ainda tem dúvidas de como isso funciona e de que forma pode beneficiar a sua clínica médica, entre em contato com a Portal Telemedicina e fale com um de nossos consultores.

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Источник: https://portaltelemedicina.com.br/blog/teste-ergometrico-o-que-e-indicacoes-como-funciona

Teste Ergométrico: tudo o que atletas precisam saber – Micromed Antecipando Tecnologias

Teste ergométrico: Quando fazer e Como se preparar

17.07.2020

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“Do ponto de vista médico-terapêutico, pode significar o tratamento otimizado, trazendo resultados brilhantes baseados na informação do teste cardiopulmonar ou do teste ergométrico.” – Dr. Nabil Ghorayeb, cardiologista do esporte.

Qual o caminho para se tornar um atleta de alto rendimento?

Além de muito treino e disciplina, é preciso conhecer o próprio corpo e os próprios limites – só assim será possível ultrapassá-los. A tecnologia permite que a medicina do esporte processe, avalie e centralize todas as informações, nos mínimos detalhes, a respeito do organismo. Isso é possível graças ao teste ergométrico.

O teste ergométrico, popularmente conhecido como teste de esforço, é um exame que existe há mais de 50 anos. Ele foi sendo aperfeiçoado conforme os avanços da cardiologia. Hoje, um único aparelho é capaz de fornecer dados sobre pressão, batimentos cardíacos, respiração, análise clínica e possibilidade de arritmias e infarto – de crianças a idosos.

A partir desses dados, o cardiologista poderá estabelecer o melhor tratamento para o paciente e o melhor treinamento para o atleta. São esses dados, também, que podem transformar um atleta comum em atleta de alto rendimento e melhorar a performance de um atleta de elite para chegar o mais próximo da perfeição.

Quem pode realizar o teste ergométrico?

Qualquer pessoa pode realizar o teste de esforço, principalmente quem tem problemas relacionados ao coração. Mas o teste ergométrico é fundamental para qualquer atleta que procura desenvolvimento e resistência, independente da modalidade.

Os jogadores do Santos Futebol Clube, por exemplo, fizeram o teste para se preparar para a próxima temporada. O teste de esforço do time foi realizado durante dois dias, com os equipamentos de última geração da Micromed.

Assista ao vídeo na íntegra:

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Confira a entrevista completa com o cardiologista esportivo que realizou os exames dos jogadores do Santos, Dr. Nabil Ghorayeb.

O que é, para que serve e como funciona o teste ergométrico?

O teste ergométrico é um exame que foi inventado no século XX, um pouco antes dos anos 1970, para detectar doenças que aparecem durante uma atividade física. Nos primórdios do teste ergométrico, era feita uma escadinha de três degraus e o paciente tinha que subir e descer. Enquanto isso, fazia-se o eletrocardiograma dele. As informações eram boas mas não eram perfeitas.

Foi se evoluindo e aí inventou-se uma bicicleta ergométrica para fazer os exercícios usando graduação de intensidade.

Além do eletrocardiograma, faz-se também uma avaliação da pressão, dos batimentos cardíacos e dos pulmões, e da parte clínica.

Tudo isso foi sendo aperfeiçoado e hoje já há um teste ergométrico feito em esteira ou em bicicleta, usando padrões pré-estabelecidos – os protocolos.

Com isso, a gente foi aprendendo o que é normal, o que é anormal, o que é indício de infarto, o que é indício de arritmia, o que é falta de ar causada pelo exercício e assim por diante. Hoje é um exame que, quando bem feito, se torna extremamente útil e informativo.

O paciente precisa fazer algum preparativo para realizar o teste ergométrico? Se sim, quais?

Ele tem que ter algumas condições prévias, por exemplo: não pode estar em jejum, não pode estar tomando determinados medicamentos, não pode ter certos sintomas que impedem de fazer um bom teste e assim por diante.

É recomendado que qualquer pessoa faça o teste de esforço?

Hoje ele é feito desde crianças até idosos e para cada um deles tem um protocolo. E por que a gente faz? 

Existem crianças que têm doenças congênitas do coração – as chamadas cardiopatias congênitas e com isso, pode-se programar uma atividade física recuperadora.

Já para atletas que necessitam muito da informação, doentes que vão realizar transplante de coração e doentes graves de todas as doenças, nós temos protocolos para cada tipo de problema.

Com isso, a gente aproveita o teste ergométrico para determinar se o tratamento está indo bem ou não.

Qual a importância de realizar o teste de esforço?

Ele tem que ser realizado pelo menos uma vez ao ano nos indivíduos que têm alguma doença. E para aqueles que vão fazer exercício físico competitivo, que vão praticar esporte na academia ou que vão correr na rua, é importante saber qual o limite que eles conseguem atingir para programar uma melhoria da capacidade física baseada no teste ergométrico.

Qual a relação entre teste ergométrico e atletas de alto rendimento? E para um atleta que ainda almeja ser de alto rendimento?

Tem uma variante do teste ergométrico chamada teste cardiopulmonar, onde as medidas dos gases que a pessoa inspira e expira dão informações.

É muito importante para o atleta de elite porque ele depende de pequenos detalhes para ser o melhor. E esses pequenos detalhes são analisados durante o teste cardiopulmonar.

Para um indivíduo que é cardíaco, o teste cardiopulmonar dá muita informação importantíssima para saber realmente o tratamento.

Então a gente consegue ajustar os tratamentos baseado no que a gente popularmente chama de consumo do oxigênio. Dá para saber se a falta de ar que esse indivíduo sente é do pulmão, por conta de uma bronquite, por exemplo, ou é do coração, por ser cardiopata.

O que os resultados do teste podem significar?

Do ponto de vista médico-terapêutico, pode significar o tratamento otimizado, trazendo resultados brilhantes baseados na informação do teste cardiopulmonar ou do teste ergométrico.

Já o atleta poderá saber que tem capacidade de vencer determinadas dificuldades através do teste ergométrico cardiopulmonar, que vai trazer algumas informações que fazem toda a diferença em uma competição esportiva de alto nível.

Com os resultados, é possível melhorar a performance do atleta?

Sem dúvida, ainda mais na forma do teste cardiopulmonar ou ergoespirométrico. É impressionante os detalhes que a gente pode colher, informar e treinar para superar aqueles problemas.

É necessário um acompanhamento ou o teste é feito apenas uma vez?

O teste é feito em uma primeira vez para saber como o paciente está e, depois, para saber se a gente atingiu o resultado que queríamos.

Tanto o teste ergométrico como o ergoespirométrico tem que ter um médico presente, porque podem acontecer situações que só um médico consegue diagnosticar. E para o atleta, precisa? Em geral, não. Mas é importante porque o médico vai medir a pressão, vai saber se a pessoa precisa de tratamento, se o remédio fez algum efeito, se houve piora ou melhora e assim por diante.

É importante que tenha um médico com assessoria de um educador físico ou de uma enfermeira. E mais um dado importante: não adianta fazer duas esteiras, por exemplo, com um médico só, porque se os dois estão fazendo exercício e os dois passam mal, quem o médico atende primeiro? Isso é proibido por lei e é considerado uma irregularidade que tem que ser denunciada, porque traz riscos de vida.

Quais profissionais estão aptos a realizar o teste de ergométrico?

Por lei, qualquer médico pode fazer esse exame. Do ponto de vista ideal, um cardiologista que conhece o eletrocardiograma, as suas alterações e as suas dificuldades.

Dr. Nabil Ghorayeb , especialista em cardiologia do Esporte, Doutor em Cardiologia pela FMUSP, Chefe da Seção Médica de Cardiologia do Exercício e do Esporte do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, Especialista em Medicina do Esporte pela SBME-AMB, Membro do corpo clínico do HCor – Hospital do Coração, Hospital Sírio Libanês e BP – Mirante.

Источник: https://micromed.ind.br/site/teste-ergometrico-para-atletas/

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