Tipos de dieta que ajudam a emagrecer

21 alimentos que ajudam a emagrecer com saúde

Tipos de dieta que ajudam a emagrecer

Alimentos que ajudam a emagrecer, remédio para emagrecer, dieta para emagrecer e até mesmo receitas para emagrecer que circulam na internet, às vezes, são uma cilada.

Dietas que se apresentam como milagrosas podem trazer riscos à saúde como alterações nos hormônios, fraqueza, taquicardia, mal-estar e até o indesejado “efeito sanfona” – a pessoa emagrece numa semana mas, na semana seguinte, ganha todo o peso de novo ou até mais do que tinha antes de começar a dieta.

Se não forem mantidos bons hábitos alimentares e prática de exercícios físicos regulares a longo prazo, fica difícil manter o peso ideal com saúde. Se o desejo é emagrecer, é preciso investir nos alimentos naturais, evitar alimentos refinados, processados, doces, açúcares e frituras.

O ideal é consumir alimentos que aceleram o metabolismo, trazem sensação de saciedade, combatem retenção de líquidos e melhoram o funcionamento do intestino. Confira uma lista de 21 alimentos que ajudam a emagrecer com saúde; mas lembre-se: estes são apenas exemplos, para montar uma dieta ideal e completa consulte um nutricionista.

  • O que são alimentos in natura, processados e ultraprocessados

Tapioca

A grande vantagem da tapioca para quem está buscando a ajuda dos alimentos para emagrecer é a sensação de saciedade que a fécula da mandioca, a base da massa de tapioca, proporciona – o que ajuda a evitar as perigosas “beliscadas”. Além disso, a tapioca não possui a gliadina, uma proteína presente no glúten (que está no pão e em outras massas de farinha de trigo) que colabora para o aumento da inflamação do organismo e aumento da gordura abdominal.

A tapioca é uma ótima fonte de energia e, por ser um carboidrato, é melhor ser recheada com acompanhamentos proteicos e fibrosos. Você pode recheá-la com azeite, pimentão, cenoura, azeitona preta, páprica, alho cru, sal, gergelim, orégano, folhas e tomate, por exemplo.

Você também pode recheá-la com baba ganoush (receita que leva purê de berinjela assada, pasta de gergelim, sal e suco de limão), de hommus (receita de grão-de-bico) e por aí vai. O importante é usar a imaginação e equilibrar os alimentos necessários.

Mas também é preciso considerar a tapioca (em conjunto com seus recheios) como uma refeição, e não como um “lachinho”, e consumi-la de manhã, na hora do almoço ou da janta, pois apesar de causar sensação de saciedade, um aspecto que ajuda a emagrecer, a tapioca é bastante calórica.

Para conhecer mais sobre esse alimento, confira a matéria “Tapioca: benefícios e como fazer receitas fáceis”.

Café com cacau

Quando ingerido moderadamente, pela manhã, de estômago cheio e junto do cacau em pó, o café pode ser benéfico para quem está buscando alimentos que ajudam a emagrecer. Ele ajuda a acelerar o metabolismo e traz sensação de saciedade, disfarçando a vontade de comer.

Quando ingerido com o cacau (puro ou 70%) há menos riscos de aumento da ansiedade, como seria normalmente se o café fosse ingerido sozinho.

Além disso, a feniletilamina presente no cacau estimula a produção de dopamina e serotonina, hormônios relacionados à sensação de prazer e bem-estar, o que evita as comilâncias atípicas dos momentos de depressão. Mas lembre-se, para aproveitar os benefícios emagrecedores desses alimentos, dispense o chantilly, o leite e o açúcar.

Para saber mais sobre o café, o cacau e a mistura deles, confira as matérias “Tudo sobre cafeína: dos efeitos terapêuticos aos riscos”, “O que é o cacau e quais benefícios à saúde estão associados ao seu consumo?” e “Mistura de cacau com cafeína ajuda na concentração e alivia ansiedade, diz estudo”.

Arroz integral

O arroz integral é constituído basicamente de carboidratos.

Com outros alimentos, o arroz integral é uma ótima fonte de energia e fornece também proteínas, fibras, fósforo, potássio, magnésio e pequenas concentrações de ferro e zinco.

Por ser rico em fibras, ele ajuda a promover a saciedade e, além disso, previne doenças cardiovasculares e diabetes, que tendem a trazer problemas no sistema circulatório e estão relacionadas à obesidade.

  • Alimentos limpadores do sistema circulatório: mitos e verdades

Vinagre de cidra de maçã

O vinagre de cidra de maçã, popularmente usado como tempero, também é um dos alimentos que ajudam a emagrecer. Um estudo feito com japoneses obesos mostrou que 15 mL ou 30 mL de vinagre de maçã ingeridos diariamente durante 12 semanas, reduziu de 1,2 kg a 1,7 kg do peso corporal dos participantes do estudo.

Azeite

O azeite é uma das fontes de gordura mais saudáveis. Um estudo mostrou que o óleo de oliva baixa os níveis triglicerídeos, aumenta o colesterol HDL e estimula a liberação de GLP-1, um dos hormônios que ajudam a manter a sensação de saciedade.

Além disso, alguns estudos mostraram que o azeite pode aumentar a taxa metabólica e promover a perda de gordura.

Um pequeno estudo, feito com 12 mulheres pós-menopáusicas com obesidade abdominal, mostrou que ingerir azeite extravirgem como parte de uma refeição normal aumentou significativamente o número de calorias queimadas pelas mulheres participantes do estudo.

Batata-doce

A batata-doce, além de ser nutritiva, possui várias propriedades que as tornam um alimento perfeito, tanto para ajudar emagrecer, quanto para a nutrir.

Ela é rica em potássio, um nutriente que a maioria das pessoas não tem o suficiente e desempenha um papel importante no controle da pressão arterial.

Estudos mostram que a batata é capaz de proporcionar significativa sensação de saciedade. E, se você fervê-la e deixar esfriar por um tempo, ela formará grandes quantidades de amido resistente, uma substância semelhante a uma fibra que demonstrou ter vários benefícios para a saúde, incluindo perda de peso. O cuidado é apenas evitar a batata-doce na forma frita.

Folhosos

Os vegetais folhosos são ótimos alimentos que ajudam a emagrecer. Isso porque eles ajudam a aumentar o volume das refeições e a ingestão de minerais essenciais sem aumentar as calorias.

Estudos mostram que o consumo de alimentos com baixa densidade de energia (kcal/g) diminui a ingestão de energia ao longo de vários dias.

A couve, o agrião, a chicória, a catalônia e até mesmo folhas de Pancs são carregadas de fibras, ricas em minerais, vitaminas e antioxidantes, incluindo cálcio e ferro.

Chá-verde

O chá-verde é uma ótima escolha para emagrecer. Estudos sugerem que além de ser uma fonte moderada de cafeína, o chá-verde é uma excelente fonte de galato de epigalocatequina, um antioxidante que promove a queima de gordura da região abdominal.

  • Chá verde reduz drasticamente perda de importante proteína em diabéticos

Grão-de-bico

O grão-de-bico, assim como todos outros feijões (lentilha, ervilha, feijão, etc.), além de ser uma ótima fonte de proteína, é uma leguminosa que também serve como um dos alimentos que ajudam a emagrecer com saúde.

Isto porque as leguminosas são ricas em fibras solúveis, cuja principal função é formar géis no estômago, formando bolos alimentares mais viscosos, que influenciam as respostas nervosas dizendo ao organismo que está saciado.

Essa saciedade leva também à redução da ingestão de outros alimentos, durante e mesmo um tempo após a refeição.

Laranja-amarga

Por ser rica em água e fibras, a laranja-amarga hidrata o intestino, as fezes e fornece muito bagaço, auxiliando o bom funcionamento intestinal. A melhor forma de aproveitar seus benefícios para emagrecer é consumi-la na forma de gomos, pois seu suco praticamente não tem fibra.

A laranja-amarga (Citrus aurantium) é um alimento especial que ajuda a emagrecer principalmente porque possui sinefrina, um estimulante com propriedades similares às da cafeína e da efedrina, que atua aumentando o metabolismo, o gasto energético e suprime o apetite.

A polpa da laranja-amarga é tônica e alcalinizante, o que a torna benéfica para pessoas com problemas no fígado; porém os diabéticos devem ter cautela ao consumi-la.

Pimenta

Além de possuírem poderosos antioxidantes que reduzem inflamações e protegem as células de danos, as pimentas possuem capsaicina.

Um estudo mostrou que a capsaicina diminui o desejo de comer. Outros estudos mostraram que a ingestão dos capsioides das pimentas está associada à perda de gordura da região abdominal, à perda de peso e à prevenção de ganho de peso.

Aveia

Um estudo, publicado pelo American Journal of Clinical Nutrition, mostrou que a aveia é um ótimo alimento para emagrecer. O estudo mostrou que, em 12 semanas, indivíduos que ingeriram aveia perderem peso.

O detalhe é que embora todos grupos tenham perdido a mesma quantidade de peso, aquele que consumiu os grãos inteiros conseguiu eliminar gordura abdominal.

O problema é que algumas aveias vêm contaminadas com glúten (proteína que colabora para o aumento da inflamação do organismo e aumento da gordura abdominal), então é sempre bom checar na embalagem se há certificação gluten-free.

Nozes

Um estudo publicado pelo Archives of Internal Medicine mostrou que, desde que não sejam consumidas em excesso, as nozes têm efeitos benéficos sobre o humor e podem promover a eliminação de gordura abdominal.

As nozes são alimentos que ajudam a emagrecer devido, principalmente, à presença de fibras, proteína e teor de gordura de boa qualidade, o que ajuda a aumentar a sensibilidade do corpo à insulina e contribui para a eliminação de gordura.

Linhaça

O consumo dessas pequenas sementes brilhantes e aromatizadas tem sido associado a menores índices da massa corporal, principalmente em mulheres na pós-menopausa. Para usufruir de seus benefícios é recomendado consumir uma colher de sopa de linhaça moída todos os dias, adicionando-a a cereais, pratos e saladas.

  • Menopausa: sintomas, efeitos e causas

Abacate

Além de serem deliciosos nas opções doce e salgada, os abacates são fonte de ácido oleico monoinsaturado, o mesmo tipo de gordura benéfica encontrada no azeite. Eles também são fonte de fibras e nutrientes como potássio, e o melhor, são alimentos que ajudam a emagrecer.

De acordo com um estudo, as pessoas que consomem abacate se sentem mais saciadas e têm menos desejo de comer nas cinco horas seguintes à refeição; um ótimo motivo para incluir o abacate na sua lista de alimentos para emagrecer.

Veja receitas na matéria: “Receitas com abacate: oito preparos fáceis e deliciosos” e confira outros benefícios do abacate na matéria: “Os benefícios do abacate”.

Gengibre

O gengibre é ótimo para dar sabor aos pratos, esquentar o corpo num dia frio na forma de chá, aromatizar a casa e tratar da dor de garganta. Mas o que nem todo mundo sabe é que o gengibre também pode aumentar o metabolismo em cerca de 20%, o que ajuda a emagrecer. Para conhecer outros benefícios do gengibre, confira a matéria “Benefícios do gengibre e seu chá”.

Chá de hibisco

Além de saboroso, o chá de hibisco é uma bebida que ajuda a emagrecer. Isso porque ele é baixo em calorias e diurético, o que ajuda a liberar toxinas e excesso de fluidos no corpo.

Um estudo publicado na revista Food & Function mostrou que o consumo do extrato de hibisco pode reduzir obesidade, a gordura abdominal e melhorar danos causados ao fígado em indivíduos obesos.

Pesquisas publicadas na revista Medical Hypotheses também sugerem que o chá de hibisco pode ser uma alternativa natural de perda de peso. Para saber mais sobre esse tema, confira a matéria “Chá de hibisco: benefícios e contraindicações”.

Banana

Sabor único e textura suave, a banana é rica em carboidratos e possui um pouco mais de calorias do que outras frutas (105 para uma banana de tamanho médio). No entanto, essas calorias são quase completamente livres de gordura. Uma fruta ótima para quem está buscando emagrecer.

O potássio que elas contêm pode ser suficiente para cobrir as necessidades diárias.

Estas famosas e deliciosas frutas amarelas estão cheias de magnésio, um mineral que também ajuda a regular a pressão sanguínea.

Além disso, ao contrário de outras frutas, que geralmente são uma fraca fonte de vitamina B6, as bananas podem cobrir mais de 30% da ingestão diária recomendada em uma única dose. A vitamina B6 desempenha um papel crucial no funcionamento do sistema imunológico e estudos recentes demonstraram que ele também desempenha um papel protetor contra a doença cardiovascular.

Finalmente, graças à sua fibra e a seus antioxidantes, as bananas também ajudam a prevenir os riscos de diabetes, obesidade e certos tipos de câncer.

A banana também é uma boa fonte de vitamina C e suas fibras auxiliam a regularização do trânsito intestinal.

Já pensou em trocar aquela sobremesa gordurosa por uma banana? É só descascar.

Pera e maçã

A pera e a maçã são ricas em flavonoides, substâncias capazes de alterar os níveis de gordura corporal. De acordo com um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition, as mulheres que consumiram a maior quantidade de flavonoides viram seu índice de massa corporal aumentar significativamente menos no período de 14 anos do que aquelas que consumiram menos flavonoides.

Em estudos com animais, esses flavonoides demonstraram aumentar o gasto de energia (calorias), a absorção de glicose pelos músculos e a queima de gordura. Por isso também é uma boa ideia incluir pera e maçã na sua lista de alimentos que ajudam a emagrecer com saúde. Para saber mais sobre os benefícios da maçã, confira a matéria “Maçã: conheça a longa lista de benefícios que ela proporciona”.

Brócolis

O brócolis é um ótimo alimento para emagrecer. Esse vegetal é rico em nutrientes essenciais (cálcio, vitamina C, etc.), fibras, proteínas e ao mesmo tempo possui baixíssimas calorias. Suas fibras proporcionam sensação de saciedade, seus micronutrientes auxiliam a perda de peso e seus fitoquímicos ajudam a eliminar gorduras.

Veja também:

Cadastre-se e receba nosso conteúdo em seu email. Comunicar erro

Источник: https://www.ecycle.com.br/6104-alimentos-q-ajudam-a-emagrecer

Dieta do metabolismo rápido faz perder até 10 quilos em 28 dias

Tipos de dieta que ajudam a emagrecer

Quando alimentação equilibrada e exercício não surtem efeito na balança, o diagnóstico é quase certo: metabolismo lento. Característica genética? Pode ser. Ou, então, sinal de que seu organismo está se defendendo das dietas restritivas às quais já foi submetido.

O fato é que, nos dois casos, ele queima o mínimo de calorias para armazenar o máximo. A Dieta do Metabolismo Rápido – escolha da atriz e cantora Jennifer Lopez – promete virar esse jogo ao fazer você incinerar gordura 24 horas por dia (e a promessa é animadora: menos 10 quilos em 28 dias).

“Mas, para atingir essa meta, as regras da dieta devem ser seguidas à risca”, disse a criadora do método, a nutricionista norte-americana Haylie Pomroy, à BOA FORMA. Isso significa fazer cinco refeições por dia, comer 30 minutos (no máximo) depois de acordar, beber bastante água e consumir só os alimentos permitidos nas listas.

Você precisa enxugar só 2 ou 3 quilos? Ainda assim deve cumprir as mesmas recomendações por quatro semanas — é o tempo considerado necessário para qualquer pessoa sair do modo queima-lenta-de-gordura.

“O resultado não é só uma aparência mais magra. Mas também mais saúde”, afirma Haylie.

Isso porque, segundo ela, além de restaurar e acelerar o metabolismo, a dieta aumenta o ganho de músculos e equilibra os hormônios.

Alimentando o fogo

George Coppock/Getty Images

Contagem de calorias e porções mirradas não existem. Na Dieta do Metabolismo Rápido, você pode comer verduras à vontade e carnes magras em doses generosas até mesmo na etapa mais radical, a fase 2. Em uma mesma semana, você passa por outras duas fases, a 1 e a 3 – cada uma com um objetivo diferente (confira a seguir).

Funciona assim: “A cada dois dias, três no máximo, a pessoa deve mudar a proporção de carboidrato, proteína e gordura saudáveis no cardápio”, explica Kátia Vieira, coaching oficial do método no Brasil. Ou seja, você não passa fome e nem cai na monotonia.

Mas prepare-se para abrir mão dos produtos muito industrializados e daqueles com um potencial de provocar processos inflamatórios no organismo, como leite de vaca e derivados (queijo, iogurte), milho, soja e cereais com glúten (trigo, cevada, malte e aveia) e batata-inglesa.

Também ficam de fora doces, sucos de fruta, frutas secas, café, refrigerante (normal e zero) e bebida alcoólica. Finalizadas as quatro semanas, esses alimentos podem voltar devagar ao cardápio.

Mas, segundo Haylie, é bem possível que você prefira abrir mão de alguns deles para manter o peso certo e o bem-estar conquistados com a dieta.

Mais: Dieta do chá de hibisco elimina até 4 quilos em 15 dias

Em tempo: para facilitar o resultado, a autora da dieta sugere associar exercícios às diferentes fases. Então, bora lá incinerar as gordurinhas?

1ª fase da Dieta do Metabolismo Rápido: relaxar as glândulas suprarrenais

O objetivo é reduzir a secreção do hormônio cortisol que, em excesso, aumenta os estoques de gordura. Nessa fase, que dura dois dias, o cardápio tem uma dose maior de carboidrato e, por isso, o índice glicêmico é alto. Para relaxar, o organismo precisa acreditar que não vai ser submetido a mais uma dieta restrita em calorias.

Alimentos permitidos

Verduras e legumes (à vontade, exceto batata-doce e cenoura, em porções moderadas). Abóbora, aipo, abobrinha, alcachofra, alface crespa, aspargo, berinjela, beterraba, brócolis, broto de feijão, cogumelo, couve-flor, inhame, mandioquinha, pepino, rúcula, tomate e vagem.

Frutas (três ou quatro porções). Abacaxi, amora, mirtilo, goiaba, kiwi, laranja, limão (taiti e siciliano), maçã, mamão, manga, melancia, melão, morango, pera, tangerina.

Proteína animal (porções controladas, veja o cardápio). Carne vermelha magra (patinho, alcatra, filé-mignon), rosbife e linguiça de frango sem nitrato, frango sem pele, peixe (atum em água, linguado, pescada, sardinha em molho de tomate) e clara de ovo.

Proteína vegetal (porções controladas). Feijão, grão-de-bico e lentilha.

Grãos e amidos. Arroz integral, aveia laminada sem glúten, leite de arroz sem açúcar, quinua e tapioca

Alimentos proibidos

Gordura. Mesmo as boas.

Exercício: pelo menos um dia, faça uma atividade aeróbica (andar, nadar).

2ª fase da Dieta do Metabolismo Rápido: destravar a gordura armazenada

É a etapa mais restritiva. Não permite frutas, grãos e leguminosas. Mas dura dois dias apenas e as porções de proteína são generosas. Além disso, você vai adorar o objetivo: livrá-la dos estoques antigos de gordura, aqueles que resistiram a todas as outras dietas. O cardápio tem um índice glicêmico baixo.

Alimentos permitidos

Verduras e legumes (à vontade). Acelga, agrião, alface roxa, rúcula, alho-poró, endívia, erva-doce, espinafre e pimentão.

Fruta (à vontade). Só limão (siciliano e taiti).

Proteína animal (porções controladas). As mesmas opções da fase 1, mais carne de porco light, carne-seca, cordeiro, tilápia, ostra, peru, salmão defumado e sardinha em molho de tomate.

Alimentos proibidos

Proteína vegetal, amidos, grãos e gordura. Todos os tipos.

Exercício: pelo menos um dia, faça uma atividade com peso.

3ª fase da Dieta do Metabolismo Rápido: queimar os estoques de gordura

Os alimentos fonte de gordura saudável voltam para o cardápio. É o momento em que as gorduras estocadas e mobilizadas na fase anterior serão usadas mais intensamente na forma de energia. Essa etapa dura três dias e tem um índice glicêmico médio.

Alimentos permitidos

Verduras e legumes. As mesmas das fases 1 e 2, mas procure variar ao máximo as escolhas.

Frutas. Ameixa, amora, coco, água-de-coco, limão, mirtilo, morango, pêssego, pitanga.

Proteína animal. As mesmas das fases 1 e 2, mais atum em azeite, camarão, carne de porco (lombo), cordeiro, lagosta, lula, ostra, salmão, sardinha em azeite e truta.

Proteína vegetal. Feijão, grão-de-bico, lentilha, leite de amêndoa ou castanha de caju sem açúcar.

Grãos e amidos. Arroz selvagem, aveia laminada sem glúten, quinua e pão ou torrada sem glúten.

Continua após a publicidade

Gorduras saudáveis. Abacate, azeitona, homus com azeite, pasta de oleaginosas (amêndoa, nozes, pecã), óleo de coco, azeite extravirgem, sementes cruas (abóbora, girassol, linhaça, chia), tahine (pasta de gergelim).

Exercício: pelo menos um dia, faça alongamento, ioga ou outra modalidade que promova o relaxamento, como meditação e massagem.

Menos 10 quilos em 28 dias

George Coppock/Getty Images

Comece na segunda-feira. Assim, fica mais fácil encaixar as três fases na mesma semana. Inspire-se nestes exemplos de cardápio e consulte as listas de alimentos permitidos para montar os outros dias. As três fases devem ser repetidas toda semana até você completar os 28 dias da dieta

1ª fase

SEGUNDA E TERÇA-FEIRA

Café da manhã: Vitamina de aveia (sem glúten) com frutas vermelhas ou tapioca recheada com pasta de grão-de-bico (sem azeite)

Lanche da manhã: 1 laranja (ou outra fruta da lista)

Almoço: Salada de verduras e legumes à vontade + 1 porção de frango com brócolis + 1/2 xíc. (chá) de quinua em grão cozida (prepare da mesma maneira que o arroz) + 1 rodela de abacaxi

Lanche da tarde: 1/2 xíc. (chá) de melancia cortada em cubos (coloque 1 col./chá de suco de limão-siciliano e 1 pitada de pimenta caiena, opcional)

Jantar: Salada de folhas e legumes à vontade + 1 filé (120 g) de filé-mignon grelhado + 4 xíc. (chá) de arroz integral com abobrinha ralada

2ª fase

QUARTA E QUINTA-FEIRA

Café da manhã: 3 claras mexidas ou cozidas (sugestão: separe a gema e coloque a clara com cuidado na água quase fervendo, deixe cozinhar por 5 minutos. Retire da água com uma escumadeira e tempere com sal, orégano e salsa picada)

Lanche da manhã: 2 fatias de salmão defumado (ou atum em água) + talos de erva-doce à vontade

Almoço: Salada de rúcula, alface roxa e cogumelo + 1 pimentão recheado com carne moída

Lanche da tarde: 3 fatias de rosbife (sem nitrato) + palitos de pepino à vontade

Jantar: 1 prato (fundo) de sopa de frango com hortaliças (veja receita)

3ª fase

SEXTA, SÁBADO E DOMINGO

Café da manhã: 1 torrada sem glúten com 1 ovo mexido com orégano e pouco sal + 1 copo (200 ml) de leite de amêndoa batido com 3 col. (sopa) de abacate

Lanche da manhã: 1 maçã assada com canela em pó (ou cacau em pó) + 1/4 de xíc. (chá) de castanhas cruas sem sal (amêndoa, castanha-do-pará)

Almoço: Salada de verduras e legumes à vontade + 1 porção de salmão assado com batata-doce + 1 pêssego

Lanche da tarde: 1 copo (200 ml) de água de coco + 1/4 de xíc. (chá) de castanhas cruas sem sal (nozes, amêndoas)

Jantar: Salada de alface crespa, cogumelo, tomate e azeitona + 1/2 xíc. (chá) de quinua em grão cozida + 4 col. (sopa) de carne moída refogada com azeitona e ovo cozido

Caldos, especiarias e condimentos

Fase 2

Estévia, caldo de frango ou legumes sem corante e conservantes (use no lugar do óleo para refogar, assar e grelhar os alimentos), chás de ervas sem cafeína, ervas, gengibre, picles sem açúcar e mostarda.

Fases 1 e 3

Todos os da fase 2, mais cacau em pó (sem açúcar), canela, cúrcuma, vinagre e pimenta-do-reino e vermelhas (dedo-de-moça, caiena).

Água: Beba pelo menos 2 litros por dia, entre as refeições, além de chá de ervas sem cafeína (se quiser adoçar, use apenas estévia).

Tempero para salada: Nas fases 1 e 2, use limão, gengibre e pimenta (dedo-de-moça, do-reino, caiena) à vontade – são ingredientes que ajudam a desinflamar o organismo, facilitando a queima de gordura. Acrescente azeite somente na fase 3.

A Dieta do Metabolismo Rápido virou um best-seller nos Estados Unidos. Em 2013, o livro ficou por 21 semanas seguidas na lista dos mais vendidos do jornal The New York Times. Compre aqui.

Continua após a publicidade

  • como acelerar o metabolismo
  • dieta para perder 10 kg
  • Jennifer Lopez

Источник: https://boaforma.abril.com.br/dieta/dieta-do-metabolismo-rapido-da-pra-perder-ate-10-quilos-em-28-dias/

Tipos de dieta que ajudam a emagrecer

Tipos de dieta que ajudam a emagrecer

Para indivíduos obesos, perder peso não é só uma questão de estética, mas sim uma necessidade do ponto de vista de saúde. A redução da gordura corporal é importante para reduzir o risco de diabetes tipo 2, bem como controlar os níveis de colesterol e da pressão arterial.

Não é necessária a normalização do peso para se atingir estes objetivos. É importante conscientizar o paciente obeso que mesmo perdas pequenas, como 5% do peso corporal, já trazem grandes benefícios em termos de saúde.

O tratamento da obesidade requer uma combinação de três fatores: dieta, exercícios físicos e mudanças nos hábitos de vida. Eventualmente, faz-se necessário o uso de remédios para perder peso. Nos casos mais graves, cirurgia bariátrica pode ser indicada.

Neste texto vamos fazer um resumo sobre o papel da alimentação e as opções de dietas para emagrecer.

Como explicado em outros artigos desta série sobre perder peso, emagrecer ou engordar pode ser previsto por uma simples conta aritmética: calorias gastas – calorias ingeridas.

Se o balanço de calorias for positivo, ou seja, se ingerimos mais calorias do que gastamos, iremos engordar.

Se o balanço for negativo, isto é, se gastarmos mais calorias do que consumimos, iremos emagrecer. Simples assim.

O gasto de calorias depende do nosso grau de atividade física. Já o consumo de calorias depende do tipo de dieta. Portanto, o papel da dieta no emagrecimento deve ser o de fornecer a melhor qualidade de alimentos com a menor quantidade de calorias, de modo que, no final do dia, o paciente tenha gastado mais calorias do que consumiu.

Dietas para emagrecer

Você pode se sentir tentado por dietas da moda que prometem emagrecimento rápido e fácil. A realidade, porém, é que não existem alimentos mágicos ou dietas rápidas. Dietas da moda podem ajudar no curto prazo, mas os resultados a longo prazo não são satisfatórios, fazendo com que você apresente o famoso efeito sanfona.

Uma dieta para ser eficaz deve fornecer menos calorias diárias do que o paciente gasta, mantendo-se, entretanto, um limite de no mínimo 800 calorias por dia. Você pode até perder peso em uma dieta radical, mas é provável que vá recuperá-lo quando a dieta for suspensa. Para perder peso, e mantê-lo, você tem que adotar hábitos alimentares saudáveis​​, que consiga manter ao longo do tempo.

É muito difícil perder peso a longo prazo apenas com dieta. Conforme emagrecemos, menos calorias o nosso corpo precisa gastar ao longo do dia. Se o paciente não aumentar seu gasto de calorias com exercícios, a dieta sozinha não vai levá-lo a muito longe.

Vamos falar a seguir de alguns tipos de dieta recomendadas pelos médicos.

Dieta com poucas calorias

Quando se planeja uma dieta para emagrecer é preciso primeiro estabelecer a quantidade de calorias desejadas para depois selecionar uma gama de alimentos que atendam essa proposta. É importante cortar nas calorias, porém é essencial comer alimentos com nutrientes adequados, como proteínas, carboidratos e gorduras (sim, há gorduras boas.).

Pensando em cortar calorias sem cortar a qualidade da refeição, dietas para redução de peso devem eliminar o álcool, refrigerantes e doces, porque estes são hipercalóricos e não contêm quantidades adequadas de outros nutrientes.

Alguns alimentos, como sobremesas, doces, gorduras e alimentos processados, apresentam uma alta densidade energética. Isto significa que um pequeno volume de comida contém um grande número de calorias.

Em contraste, outros alimentos, como frutas e vegetais, possuem baixa densidade energética. Estes alimentos mesmo em porções maiores apresentam um menor número de calorias.

Isso significa que é possível comer porções maiores, saciar a fome e ainda assim ingerir poucas calorias.

O consumo diário de calorias indicado nestas dietas é de 1000 a 1200 para mulheres e 1200 a 1600 para homens. Para se planejar uma dieta com baixa caloria é preciso a ajuda de um nutricionista e/ou endocrinologista.

A maioria das pessoas não sabe e não consegue controlar o consumo de calorias sem ajuda. Trabalhos com paciente obesos mostram que os mesmos sempre subestimam em mais de 20% a quantidade de calorias que comem ao longo dia.

Não é incomum encontrar pessoas obesas que juram comer muito pouco.

Entretanto, sempre que um nutricionista consegue fazer um relatório sobre a dieta destes paciente, fica claro que há diversos erros na alimentação e um consumo exagerado de calorias.

Dietas com pouca gordura

Dieta com pouca gordura é outra estratégia comum para ajudar os pacientes a perder peso.

Atualmente é recomendada uma redução na ingestão diária de gordura, de modo a que no máximo 30% das calorias tenham origem em gorduras.

Isso significa aproximadamente 30g de gorduras em cada 1000 calorias ingeridas. Mais uma vez, a ajuda profissional é necessária para um cálculo correto das porções.

É importante lembrar que existem gorduras mais saudáveis, como as gorduras poli e monoinsaturadas. Deve-se sempre evitar gorduras não saudáveis, como as gorduras saturadas e a gordura trans.

Dietas com pouco carboidrato

O tipo de carboidrato consumido influencia muito na perda de peso. Há carboidratos menos saudáveis, ricos em gordura e calorias, como os doces, sobremesas e refrigerantes. Já os carboidratos das frutas, vegetais e grãos são saudáveis pois contém pouca concentração de gorduras e calorias. Estes últimos são considerados carboidratos com baixo índice glicêmico.

Dietas com baixa e muito baixa concentração de carboidratos são mais eficazes a curto prazo para perda de peso do que dietas com baixo teor de gordura, embora a longo prazo não haja grande diferença.

Uma observação importante é que a redução drástica na ingestão de carboidratos diminui a retenção de líquidos, fazendo com que o paciente perca peso sem necessariamente ter emagrecido nos primeiros dias.

Dietas pobres em carboidratos podem ter outros efeitos benéficos, como redução do risco de desenvolver diabetes mellitus tipo 2 e doenças cardíacas.

Se uma dieta pobre em carboidratos é a opção, escolhas saudáveis ​​para a gordura (mono e polinsaturadas) e proteína (peixe, nozes, legumes e frango) devem ser incentivadas por causa da associação entre a ingestão de gordura saturada e risco de doença cardiovascular.

Dieta com alto teor de proteínas

Alguns dietas populares recomendam uma elevada ingestão de proteínas associado a baixa ingestão de carboidratos e gorduras. A curto prazo esse tipo de dieta é eficaz para a perda de peso. A dieta de proteínas mais famosa no momento é a chamada dieta Dukan (leia: PERIGOS DA DIETA DUKAN).

O alto consumo de proteínas na dieta aumenta a produção de ácidos pelo organismo, o que por sua vez aumenta a excreção urinária de cálcio, com potencial risco de perda óssea e formação de cálculos de cálcio.Essa dieta também traz um risco de aumento do colesterol (leia: COLESTEROL HDL | COLESTEROL LDL | TRIGLICERÍDEOS).

Conclusões

Cerca de 39% das mulheres e 21% dos homens nos países ocidentais já tentou perder peso e aproximadamente 24% das mulheres e 8% dos homens relatam que atualmente estão “em dieta”.

Dietas hipocalóricas são atualmente a mais usadas para induzir a perda de peso.

Independente do tipo de dieta escolhido, o paciente deve ter em mente que é preciso mudar os hábitos alimentares. Ninguém consegue se manter “em dieta para emagrecer” por muito tempo.

Por isso, é preciso que uma alimentação saudável se torne a dieta natural do paciente.

Alimentos com alta densidade calórica, carboidratos com alto teor glicêmico e gorduras trans e saturadas devem ser eliminados da dieta habitual do paciente.

O mais importante é aprender a ter uma dieta balanceada, sem excessos de calorias, e praticar exercícios físicos.

Источник: https://www.mdsaude.com/obesidade/dieta-emagrecer/

10 alimentos que ajudam a emagrecer

Tipos de dieta que ajudam a emagrecer

Os alimentos que ajudam a emagrecer são aqueles que melhoram o trânsito intestinal, combatem a retenção de líquidos, aceleram o metabolismo ou ajudam a queimar calorias como a melancia, a aveia e a berinjela, por exemplo.

Esses alimentos devem ser consumidos diariamente ao longo do dia, juntamente com a prática de atividade física regular e uma alimentação saudável pobre em açúcar, doces, gordura, frituras e alimentos processados. Além disso, é importante também praticar atividade física diariamente, como por exemplo caminhada 3 vezes por semana por cerca de 1 hora.

1. Pêra

A pêra é rica em água e contém 71% de fibras insolúveis, garantindo maior sensação de saciedade e melhora do trânsito intestinal. Além disso, o açúcar natural da fruta tira a vontade por doces e aumenta gradualmente o açúcar do sangue, o que ajuda a reduzir a fome e a evitar o consumo de alimentos açucarados.

Como consumir: Para ajudar a emagrecer, ela deve ser consumida cerca de 20 minutos antes das refeições principais.

2. Canela

A canela é um condimento aromático que pode causar um efeito termogênico no organismo, podendo aumentar o metabolismo e aumentar o processo de queima de gordura corporal.

Além disso, a canela também ajuda a reduzir os picos de açúcar no sangue, aumentar a sensibilidade à insulina e diminuir a resistência à insulina, o que também favorece a perda de peso. Outros alimentos que possuem propriedades termogênicas são o gengibre, a pimenta vermelha, o café e o chá de hibisco. Conheça mais sobre os alimentos termogênicos.

Como consumir: Pode-se adicionar a canela facilmente em diversas preparações, como frutas, sucos, batidos, café, chá, bolo e bolachas, por exemplo.

3. Berinjela

A berinjela, além de ser uma fruta baixa em calorias, já que 100 gramas possuem apenas 24 calorias, também é rica em fibras, ajudando no bom funcionamento do intestino, no combate ao mau colesterol e à má digestão, produzindo sensação de saciedade.

Além disso, ela é rica em água, vitaminas e minerais, e pobre em calorias, ajudando a combater a retenção de líquidos e a desinchar o corpo.

Como consumir: É possível preparar a água de berinjela e beber ao longo do dia em substituição à água. Também é possível adicionar a berinjela em saladas e prepará-la em forma de chips, por exemplo. Veja algumas receitas para emagrecer comendo berinjela.

4. Arroz integral

O arroz integral, diferentemente do arroz branco, é rico em fibras, ajudando a aumentar a saciedade e fazendo com que a quantidade de alimentos ingeridos seja menor. Também é rico em vitaminas do complexo B, zinco e selênio, que são nutrientes antioxidantes que melhoram a circulação sanguínea, a concentração e a memória.

Como consumir: É importante que a quantidade a ser consumida seja controlada, porque apesar de ser um alimento integral, quando se come em excesso passa a ter o efeito contrário.

No caso de se desejar saber qual é a porção adequada, o ideal é procurar orientação de um nutricionista para que seja realizada uma avaliação e seja indicado um plano nutricional adaptado às necessidades da pessoa.

5. Aveia

A aveia é rica em fibras solúveis e proteínas, que dão saciedade e regulam o intestino. Além disso, seu consumo também ajuda a regular a glicemia e controlar o colesterol alto, fazendo com que a fome demore mais tempo a chegar.

Como consumir: A aveia é bastante versátil, podendo ser consumida na forma de mingau ou acrescentada em frutas picadas, vitaminas, bolos e biscoitos.

6. Farelo de trigo

O farelo de trigo é muito rico em fibras, possuindo 12,5 gramas de fibras por cada 100 gramas do alimento, e tem poucas calorias, podendo ser utilizado para combater a prisão de ventre, ajudar no controle da glicemia e aumentar a saciedade.

Como consumir: Como ele praticamente não altera o sabor dos alimentos, pode ser adicionado em todas as preparações para diminuir a absorção de gordura no intestino. Saiba como utilizar o farelo de trigo.

7. Morango

O morango, além de possuir poucas calorias, é rico em fibras, ajudando a controlar os níveis de açúcar no sangue e aumentar a sensação de saciedade, diminuindo as quantidades de calorias diárias ingeridas e promovendo a perda de peso. Também é rica em vitamina C, folato e outros compostos fenólicos que proporcionam efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios.

Como consumir: Esta fruta pode ser consumida inteira ou em sucos, podendo inclusive ser utilizada na preparação de sucos detox para melhorar o metabolismo. Confira algumas receitas de suco detox.

8. Chá verde

O chá verde possui propriedades termogênicas, acelerando o metabolismo e favorecendo a queima de gordura. Isso acontece porque é rico em cafeína, um estimulante que ajuda a queimar gordura durante o exercício. Além disso, é rico em catequinas, que são potentes antioxidantes que ajudam a melhorar o metabolismo. Veja outros benefícios do chá verde.

Como preparar: O chá verde deve ser consumido sob orientação de um médico ou nutricionista e para prepará-lo deve-se adicionar 1 colher da erva em 1 xícara de água fervente, deixando repousar por cerca de 10 minutos.

9. Linhaça

A linhaça é rica em antioxidantes e ômega-3, um tipo de gordura boa que ajuda no controle do colesterol e que diminui a inflamação no organismo, facilitando o processo de emagrecimento. Além disso, é rica em fibras que melhoram a digestão e aumentam a saciedade. Conheça mais sobre os benefícios da linhaça.

Como consumir: O ideal é consumir os grãos de linhaça triturados ou em forma de farinha, podendo ser adicionada 1 ou 2 colheres de sopa nos cereais, saladas, sucos e iogurtes. Também pode ser acrescentada na preparação de pães, tortas e bolos.

10. Leguminosas

As leguminosas como feijão, ervilha, lentilha e grão-de-bico são fontes de proteínas e fibras alimentares, que aumentam a saciedade e combatem a prisão de ventre.

Como consumir: Consumir 4 colheres de sopa por dia é o suficiente para obter seus benefícios, especialmente quando é consumido juntamente com o arroz integral, pois a combinação forma uma proteína de elevada qualidade.

Confira ainda outras dicas da nossa nutricionista para combater a fome durante a dieta:

Источник: https://www.tuasaude.com/alimentos-que-ajudam-a-emagrecer/

O melhor (e o pior) de 12 tipos diferentes de dietas

Tipos de dieta que ajudam a emagrecer

As dietas mais populares não ganham esse título à toa, certo? Seja pela perda de peso, pela melhora na disposição e até mesmo de quadros de saúde, elas têm algumas vantagens que podem ser benéficas para você. O que depende do seu objetivo, claro!

1. Dieta Ravenna

“A dieta Ravenna é dividida em duas fases: a de redução e a de manutenção. No primeiro momento acontece a restrição de carboidratos e a consequente perda de peso, que pode levar mais ou menos tempo de acordo com o metabolismo de cada um.

E o período de manutenção é para a vida toda, pois consiste na reintrodução de todos os alimentos, com acompanhamento nutricional e reeducação alimentar”, ensina Viviane Christina de Oliveira, endocrinologista e metabologista da Clínica MedPrimus.

Vantagens

– Na fase de manutenção não exclui nenhum grupo alimentar, apenas alimentos feitos com farinha e açúcares refinados – os famosos carboidratos simples;

– A preferência, então, fica para os chamados carboidratos complexos, ricos em fibras e que melhoram o funcionamento do intestino, além de proporcionar mais saciedade;

– Existem grupos terapêuticos de acompanhamento psicológico para quem está na dieta – e isso pode ser tanto uma vantagem quanto uma desvantagem. Se a rotina é muito corrida, talvez você não consiga estar presente em todas elas.

Desvantagens

– Em seu período de restrição, a ingestão fica limitada à míseras 800 calorias por dia. A recomendação da Organização Mundial da Saúde é de pelo menos 1.000 calorias por dia;

– Por isso mesmo ela pode ficar difícil de seguir e você se sentir tentada a “burlar” a dieta;

– Além disso, as muitas opções de pratos e receitas requerem tempo e antecedência para serem preparados – o que nem sempre se encaixa na rotina do dia a dia;

– “São feitas apenas quatro refeições ao dia e elas precisam seguir um ritual rígido de ordem para cada alimento que será ingerido”, ressalta Paula Pires, endocrinologista da Clinica Essenza. Só se levar marmita para o trabalho e esquecer de jantar com as amigas!

2. Dieta Dukan

Tanto a nova quanto a versão antiga do método criado pelo médico francês Pierre Dukan pregam que a alimentação deve ser baseada em proteínas, com redução considerável de carboidratos e também frutas, legumes e verduras.

Vantagens

– As proteínas são nutrientes de digestão lenta, o que contribui para prolongar a sensação de saciedade;

– E também é muito fácil encontrar boas opções nas refeições feitas fora de casa;

– O consumo das proteínas ajuda a preservar a massa magra do corpo.

Desvantagens

– A Dra. Paula alerta que a quantidade de gordura saturada e de colesterol ingerida é muito elevada, o que contribui para aumentar os níveis do chamado “colesterol ruim” (LDL);

– Pelo fato de ser muito restritiva, há a privação de vitaminas, sais minerais e fibras para o organismo;

– O baixo consumo de carboidratos pode resultar na falta de energia e também a constipação pelo pouco consumo de fibras;

– Há quem sinta um desconforto gástrico maior, pois as proteínas têm um processo de digestão mais lento.

3. Dieta Paleolítica

Alex Silva

O segredo é tentar seguir uma alimentação como tinham nossos ancestrais há milhões de anos: carne vermelha, sementes, castanhas e carboidratos (provenientes desses ingredientes).

Vantagens

– Alta ingestão de antioxidantes, fibras, vitaminas e baixa ingestão de sal;

– Mudança do estilo de vida como um todo: elimina o tabagismo (e o alcoolismo) e incentiva a prática de exercícios físicos como os nossos ancestrais.

Desvantagens

– A exclusão de leites e derivados pode levar à deficiência de cálcio, por estes serem as principais fontes;

– As opções bem restritas dificultam o convívio social, então, será difícil levá-la para fora de casa.

4. Dieta DASH

Criada para ajudar pacientes com problemas de pressão alta, a DASH tem uma escolha de alimentos mais balanceada e não prega a restrição absoluta de nenhum ingrediente.

Vantagens

– Ajuda a reduzir a quantidade de sódio na dieta – a padrão aceita até 2.300mg/dia, enquanto a reduzida indica no máximo 1.500mg, que é a recomendação da OMS;

– Os alimentos escolhidos são ricos em nutrientes que ajudam a baixar a pressão arterial (os resultados podem aparecer em apenas duas semanas);

– Permite a ingestão, ainda que moderada, de doces. “Ao restringir o consumo de açúcar por muito tempo, as pessoas ficam mais propensas a furar a dieta e perdem o controle com facilidade quando dão a primeira mordida”, explica Viviane.

– Além disso, a alimentação também é rica em fibras e ajuda a reduzir os níveis de colesterol, resultando na perda de peso.

Desvantagens

– “É muito importante ressaltar que a dieta DASH não é um programa de perda de peso, então a pessoa pode realmente perder alguns quilos não desejados, pois ajuda a guiá-la para refeições e lanches mais saudáveis e, por consequência, menos calóricos. A dieta DASH original tem cerca de 2.000 calorias por dia. Para redução de peso, ela pode ser ajustada de acordo com as circunstâncias individuais”, alerta Viviane.

– Por ter como objetivo a redução da pressão arterial, quem já tem predisposição à pressão baixa pode apresentar sintomas como tontura e mal-estar.

5. Dieta dos 22 dias de Beyoncé (ou Dieta da Cabala)

Essa dieta consiste em eliminar, durante 22 dias, qualquer tipo de carne, bebidas alcoólicas, alimentos processados, glúten e laticínios. Dessa maneira, o cardápio fica distribuído com 80% de carboidratos, 10% de gordura e 10% de proteínas.

Vantagens

– Restrição dos alimentos processados, normalmente ricos em sódio, gorduras e açúcares;

– Restrição das bebidas alcoólicas: elas já não têm nutrientes para o nosso organismo e possuem ainda quantidades elevadas de calorias;

– Restrição do glúten: por um lado, você elimina boa parte dos alimentos que tenham farinha branca e são altamente calóricos. “É muito importante salientar que as restrições de glúten e lactose, que estão muito em evidência, devem ser adotadas apenas por quem tem motivos de saúde para fazê-las”, alerta a endocrinologista e metabologista.

Desvantagens

– Basicamente não há um programa para após os 22 dias, então, você pode ficar meio “órfã” de instruções;

Continua após a publicidade

– Essa dieta não é nutricionalmente equilibrada, pois a quantidade de carboidratos é elevada, enquanto a de gorduras e proteínas é reduzida;

– Pela grande restrição a chance de desistência é bem grande, além do efeito sanfona;

– É indicado que se procure um profissional para indicar a melhor forma de suprir a necessidade proteica do corpo para quem quer abdicar do consumo de carnes.

6. Dieta genética (ou do DNA)

Nesse caso, é difícil estabelecer vantagens específicas, pois é algo criado em caráter único para uma pessoa. Ela pode ser uma combinação de diferentes dietas, usando o que melhor favorece o organismo de quem a seguir. A principal desvantagem é que os exames para entender melhor as demandas custam bem caro, além de a dieta não ter comprovação científica definida.

7. Dieta low-carb

O termo em inglês define a redução dos carboidratos e aumento subsequente de proteínas e gorduras.

Vantagens

– A perda de peso é rápida devido ao consumo limitado de carboidratos;

– Essa mesma limitação também pode ajudar a melhorar graves condições de saúde como diabetes, pressão alta, síndrome metabólica e doenças cardiovasculares;

– Bem como as dietas à base de proteínas, a low-carb sacia por mais tempo após a refeição;

Desvantagens

– Há a perda de músculo junto com a gordura, o que deixa o metabolismo mais lento;

– A maioria dos alimentos existentes possuem carboidratos, então, eliminar esse grupo do cardápio torna as escolhas escassas.

8. Dieta cetogênica

A base dessa dieta é a cetose, processo de quebra de células de gordura pelo fígado, que são transformadas em energia.

Vantagem

– Há a perda de peso rápida com preservação de massa magra, ao contrário da low-carb e dietas como a Dukan e Atkins. “A cetose diminui a fome e ajuda na queima de gordura”, explica a endocrinologista Paula Pires.

Desvantagens

– O problema é que ela é bem restritiva e muitas pessoas podem não se adaptar;

– Tem um custo alto;

– Exige disciplina militar de não ingerir nada que não esteja nas recomendações para não cortar o processo de cetose.

9. Dieta mediterrânea

Quem não iria amar se alimentar de peixes e frutos do mar, azeite, castanhas e vinho?

Vantagens

– Tem um cardápio que aceita bem ingredientes brasileiros;

– Ajuda a enfrentar problemas cardíacos, o colesterol alto e também a hipertensão por reduzir a quantidade de gordura saturada da alimentação;

– Conta com laticínios, ricos em cálcio;

– Vinho com moderação faz bem!

Desvantagens

– Deve-se ficar atenta à quantidade dos alimentos mais calóricos ingeridos, como azeite, castanhas e o próprio vinho para não ter o efeito contrário.

10. Dieta Atkins

 A primeira vez que uma dieta proteica apareceu foi a do Dr. Atkins: altamente restritiva, não permite nem manteiga ou azeite para cozinhar.

Vantagem

– Como já mencionado antes, a grande quantidade (ilimitada) de proteína nesse tipo de dieta ajuda a manter a saciedade;

Desvantagens

– As proteínas normalmente têm alto de teor de gordura, o que piora condições cardiovasculares e níveis de colesterol no sangue;

– Os legumes são muito restritos;

– Essas duas limitações podem levar à quadros de tontura, fraqueza, desmaios e também constipação intestinal pelo baixo consumo de fibras.

11. Dieta vegana

Stepan Popov / Thinkstock

É a dieta que não inclui nenhum alimento de origem animal ou que possa conter ingredientes na sua formulação.

Vantagens

– Diz respeito à um estilo de vida maior que não comer carne, mas evitar qualquer produto de origem animal;

– Aumenta o consumo de frutas, verduras, legumes e outros vegetais, principalmente para repor as proteínas obtidas de fontes animais;

Desvantagem

– Se não for feita de maneira correta, o não-consumo de carne pode levar a uma deficiência de vitamina B12 e ferro, possivelmente um quadro de anemia. O ideal é que seja acompanhado por um profissional e que se faça a suplementação se necessário.

Leia também: Cientistas ingleses afirmam que dieta vegana pode salvar 8 milhões de pessoas até 2050

12. Dietas que cortam glúten e/ou lactose

Magone/ Thinkstock/ Getty Images

Para quem tem problemas de intolerância tanto à lactose quanto ao glúten, eliminá-los da dieta pode ser uma boa para ter mais qualidade de vida. E quem não tem, pode até se beneficiar da perda de peso, pois cortando esses dois ingredientes você elimina praticamente tudo aquilo que “engorda”.

“Porém, vale ressaltar que não existe nenhuma evidência científica que comprove a eficácia da dieta em pessoas que não possuem intolerância ao glúten ou doença celíaca.

E ao retirar totalmente alimentos fontes de lactose, a pessoa corre o risco de retirar um grupo alimentar importante para a saúde”, afirma a nutricionista e personal trainer Nat Barros.

Continua após a publicidade

Источник: https://claudia.abril.com.br/dieta/o-melhor-e-o-pior-de-12-tipos-diferentes-de-dietas/

Sobre a Medicina
Deixe uma resposta

;-) :| :x :twisted: :smile: :shock: :sad: :roll: :razz: :oops: :o :mrgreen: :lol: :idea: :grin: :evil: :cry: :cool: :arrow: :???: :?: :!: