Tratamento da Queloide e da Cicatriz Hipertrófica

Contents
  1. Queloide:
  2. Problemas aumentavam no calor
  3. A busca pelo tratamento
  4. Ninguém está livre de cicatrizes 
  5. Por que umas cicatrizes são quase imperceptíveis e outras não?
  6. Como evitar os sinais          
  7. Receitas caseiras nunca são bem-vindas 
  8. VivaBem no Verão
  9. 4 pomadas para queloide (e como usar)
  10. 2. Kelo-cote
  11. 3. Cicatricure gel
  12. 4. C-Kaderm 
  13. Queloide: tem cura? O que é? Descubra as causas, sintomas e os tratamentos para o problema de pele
  14. 1. O que é queloide?
  15. 1.1. Queloide x cicatriz hipertrófica
  16. 2. O que causa queloide?
  17. 2.1. Causas do queloide
  18. 2.2. Como o queloide se manifesta
  19. 3.1 Maneiras de prevenir as cicatrizes:
  20. 4. Existe tratamento para queloide?
  21. 5.1. Toda cicatriz pode virar queloide?
  22. 5.2. A pele com a cicatriz não pode pegar sol?
  23. 5.3. A alimentação pode ajudar na cicatrização adequada?
  24. 5.4. Roupas apertadas podem atrapalhar a cicatrização?
  25. Cirurgia de Correção de Cicatriz
  26. a) Queloides
  27. b) Cicatriz Hipertrófica
  28. c) Cicatrizes Alargadas
  29. d) Cicatrizes discrômicas
  30. QUAIS SÃO OS TRATAMENTOS PARA A CORREÇÃO DE CICATRIZ?
  31. b) Cicatrizes hipertróficas:
  32. c) Cicatrizes Alargadas:
  33. COMO É FEITA A CIRURGIA PARA A CORREÇÃO DE CICATRIZ?
  34. QUAL O TIPO DE ANESTESIA É USADA NA CORREÇÃO DE CICATRIZ?
  35. É NECESSÁRIO ALGUM TIPO DE REPOUSO APÓS A CORREÇÃO DE CICATRIZ?
  36. SÃO NECESSÁRIOS OUTROS TRATAMENTOS PARA A CORREÇÃO DE CICATRIZ?
  37. POSSO TOMAR SOL APÓS A CORREÇÃO DE CICATRIZES?
  38. EXISTEM RISCOS DE COMPLICAÇÕES NESTE TIPO DE CIRURGIA DE CORREÇÃO DE CICATRIZ?
  39. QUANDO TEREI O RESULTADO DEFINITIVO APÓS A CORREÇÃO DE CICATRIZ?
  40. Conheça quais as diferenças entre as cicatrizes e opções de tratamento para correção de cicatriz inestética.
  41. 1. Quais são as cicatrizes inestéticas e as diferenças entre as cicatrizes?
  42. a) Queloides
  43. b) Cicatriz hipertrófica
  44. c) Cicatrizes alargadas
  45. d) Cicatrizes discrômicas
  46. 2. Qual a diferença entre cicatriz hipertrófica e queloide?
  47. 3. Quais são os tratamentos para a correção de cicatriz?
  48. Correção dos queloides
  49. Tratamentos para cicatrizes hipertróficas
  50. Correção de cicatrizes alargadas
  51. 4. Como é feita a remoção cirúrgica da correção?
  52. 5. Qual o tipo de anestesia é usada no procedimento?
  53. 6. É necessário algum tipo de repouso pós-cirúrgico?
  54. 7. O pós-operatório da correção de cicatriz dói?
  55. 8. São necessários outros tratamentos para a correção de cicatriz?
  56. 9. Posso tomar sol após o tratamento?
  57. 10. Existem riscos de complicações nesse tipo de cirurgia?
  58. 11. Quando terei o resultado definitivo após a correção de cicatriz?
  59. Cicatrizes Hipertróficas e Quelóides
  60. 1. Dados Pessoais
  61. 2. Responsável pelo Tratamento de Dados Pessoais
  62. 3. Finalidade do Tratamento de Dados Pessoais
  63. 4. Conservação dos Dados Pessoais
  64. 5. Direito de acesso, rectificação, apagamento, limitação do tratamento e direito de portabilidade dos Dados Pessoais
  65. 6. Segurança no Tratamento de Dados Pessoais
  66. 7. Comunicação dos Dados Pessoais a Entidades Terceiras
  67. 8. Direito ao Esquecimento
  68. 9. Direito a apresentar reclamação
  69. 10. Acesso a websites de terceiros
  70. 11. Protecção de Privacidade relativa a Crianças
  71. 12. Alterações à Política de Privacidade

Queloide:

Tratamento da Queloide e da Cicatriz Hipertrófica

Quando entrou na puberdade, a professora de inglês Rebecca Correa, 37 anos, teve uma surpresa. De uma hora para outra, percebeu que seu rosto e pescoço estavam cheios de acne.

Ela acreditava que as espinhas iam desaparecer, mas em vez disso começaram a se espalhar pelos ombros, tórax e costas.

As do rosto foram embora com o tempo, deixando depressões no lugar, mas nas outras regiões elas ficavam cada vez mais vermelhas e endurecidas.

Aos 15, Rebecca procurou o médico e se assustou com o que ouviu. “Fui ao dermatologista. Ele me falou que eram queloides e que não tinha cura. Foi devastador. Aquilo para mim, na época, era muito feio”, conta.

O queloide cresce sobre a pele de maneira desordenada, como se fosse um tumor, mas benigno

Imagem: Arquivo pessoal O problema é causado pelo excesso de colágeno na pele durante o processo de uma cicatrização –de um ferimento provocado por acne ou corte de uma cirurgia, por exemplo. As cicatrizes podem causar desconfortos físicos e emocionais e, depois do diagnóstico, a rotina da professora de inglês mudou.

Ela se desfez de blusas, vestidos decotados e quando ia à praia nunca tirava a camiseta. Parou de usar roupas com rendas, bordados, apliques e botões. Para sair de casa, se cobria de protetor solar e evitava ambientes abertos quando o sol estava muito forte.

Rebecca fazia de tudo para que ninguém visse os queloides que se uniam uns aos outros, formando grandes cicatrizes que nenhuma maquiagem era capaz de disfarçar.

Apesar do esforço para escondê-los, os do pescoço ficavam à mostra, o que dava margem à curiosidade e comentários de conhecidos e estranhos.

Muitas pessoas só queriam ajudar, mas deixavam Rebecca profundamente incomodada. 

Problemas aumentavam no calor

As regiões mais problemáticas para os queloides são as que têm maior tração de pele, como tórax, ombros e rosto

Imagem: Arquivo pessoal Embora vivesse insegura com sua aparência, não era apenas a estética que a fazia se sentir mal. No calor ela suava, tinha muita coceira e sensação de ardência. Durante o inverno não conseguia dormir à noite, porque a pele encolhia, repuxava e dava pontadas.

Os queloides limitavam tanto o dia a dia de Rebecca que até sua vida pessoal foi prejudicada. Ela se sentia péssima quando os namorados viam as cicatrizes. O preconceito que tinha de si mesma chegou a impedir que alguns relacionamentos amorosos fossem adiante. Mas a questão não era só psicológica e também física.

Não suportava que namorados tocassem nos queloides quando eles estavam inflamados, tamanha era a sensibilidade.” 

A busca pelo tratamento

Imagem: Arquivo pessoal Ainda adolescente, Rebecca começou uma jornada para por um fim nas cicatrizes. Queria melhorar sua autoestima e acabar com as dores e coceiras.

Por 16 anos ela tentou todos os tratamentos que apareceu pela frente, dos caseiros aos experimentais. Nada adiantou. “Uma época eu desisti porque não aguentava mais.

Era muito sofrimento e não tinha um resultado palpável”, relata.

A solução só foi encontrada quando ela estava com 31 anos. “Procurei uma clínica por indicação. Era a minha última cartada. Como eu já tinha feito vários tratamentos, estava desesperada”, lembra.

Por orientação do médico ela cortou alimentos gordurosos do cardápio e começou a ingerir vitaminas.

Foi submetida a uma combinação de procedimentos que incluía aplicações de corticoide (com sedativos para suportar a dor), uso de malhas compressivas, placas de silicone e sessões de fisioterapia.

Aos poucos, os queloides foram desinflamando, o relevo foi diminuindo, as pontadas e coceira começaram a desaparecer.

Quando me dei conta, estava vestindo roupas que não podia usar antes. Passei a me olhar no espelho sem rejeitar minha a própria imagem” 

Rebecca controla o problema mantendo uma boa alimentação e não abre mão do protetor solar

Imagem: Arquivo pessoal Hoje, Rebecca mantém uma alimentação equilibrada, usa protetor solar ou sombrinha com filtro solar regularmente.

As marcas continuam no seu corpo, mas estão menos visíveis. Quando sai de casa, faz uma maquiagem no pescoço e se sente bem. E se percebe que os queloides estão começando a inflamar de novo, realiza algumas sessões de manutenção do tratamento. Fora isso, leva uma vida normal.

Ninguém está livre de cicatrizes 

As marcas surgem em situações felizes ou tristes. Pode ser uma cesárea ou qualquer outra cirurgia, um acidente, um corte mais profundo ou uma queimadura. Em todos os casos, resultam de um processo fisiológico da pele que tem por objetivo curar a ferida. A má notícia é que na maioria das vezes essa reparação não é perfeita a ponto de deixar a pele como era antes.

“Um arranhão, por exemplo, desencadeia um processo chamado epitelização, sem o tecido de cicatriz. Mas toda cicatriz é para sempre”, explica Felipe Isoldi, pesquisador da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e cirurgião plástico da Clínica Prof. Dr. Bernardo Hochman, em que Rebecca fez o tratamento.

Assim que um corte, uma queimadura, uma acne severa ou uma catapora acontecem, começa o processo de cicatrização, que passa por três fases e dura cerca de um ano e meio:

– A primeira é a inflamatória, quando o organismo e o sistema imunológico entram em ação para defender a região de sujeiras e bactérias. O corte fica vermelho, inchado e dolorido e um tampão de plaquetas e fibrinas se forma, a famosa casquinha. É por baixo dela que a cicatriz vai se desenvolvendo;

– A segunda é a fase proliferativa. Nesse momento, o corte é preenchido por um novo tecido e o colágeno (principal proteína da cicatrização) é produzido;

– A terceira e última fase é a remodelação, na qual o colágeno é remodelado e amadurecido. 

Por que umas cicatrizes são quase imperceptíveis e outras não?

A resposta está nessas três fases, quando alguma coisa não ocorre como deveria. Se tudo der certo, a queimadura, a acne ou o corte serão substituídos por uma cicatriz normotrófica. É a que fica com o aspecto mais próximo ao da pele original, com textura e cor bem semelhantes.

Se não der, podem se formar, por exemplo, cicatrizes atróficas, como as de acne, e as retraídas, comuns em quem faz cirurgias, como a de abdome, e depois engorda.

A pele fica fina, funda e alargada, pois não foi produzido tecido suficiente na segunda fase de cicatrização e falta gordura debaixo da derme.

Ao contrário das atróficas e das retraídas, as hipertróficas cicatrizam demais, apresentam relevo, ficam avermelhadas e provocam coceira. A diferença entre elas e os queloides é que eles costumam se espalhar além da lesão.

O queloide cresce sobre a pele de maneira desordenada como se fosse um tumor de cicatriz, mas benigno. Em quem tem queloide por acne, eles começam a se juntar e formar um queloide maior.

Cresce na vertical e na horizontal.

Se estiver em algum lugar que tem pelos, o pelo pode encravar no queloide e isso aumenta o processo infamatório, formando um ciclo vicioso de manutenção dessa cicatriz”, explica Isoldi.

Segundo o cirurgião plástico, as regiões mais problemáticas são as que têm maior tração da pele, como os ombros, abdome, tórax e rosto (na parte da mandíbula). Cortes feitos num sentido contrário às linhas de tração da pele também ficam mais evidentes. 

Como evitar os sinais          

A inflamação é a maior inimiga de quem quer manter a pele a salvo de cicatrizes inestéticas, e Isoldi alerta que o sol tende a inflamar a pele. Portanto, aquele bronzeado que você gosta de ostentar no verão não é uma boa ideia se a sua cicatriz for recente.

Outra dica é manter distância de alimentos gordurosos como carnes, principalmente de porco e vermelha, frutos do mar, comida industrializada e temperos fortes, pois eles são alimentos inflamatórios.

Entenda por que esses alimentos são inflamatórios e prejudicam sua saúde.

 No lugar deles, beba bastante água e aposte em alimentos ou suplementos que tenham nutrientes importantes para a cicatrização, como vitamina C, vitamina D, zinco e ômega 3. 

O mesmo vale para quem tem um procedimento médico invasivo marcado. “Antes de fazer uma cirurgia é interessante preparar a pele para ter uma melhor cicatrização.

Pelo menos uns 30 dias antes, não se deve tomar muito sol, é bom ter uma alimentação saudável, hidratar bastante a pele e, se possível, fazer uma depilação definitiva ou limpeza de pele caso a região tenha pelos.

Procure ainda evitar o estresse e a ansiedade, que tem repercussão infamatória sobre a pele”, aconselha o médico.

Receitas caseiras nunca são bem-vindas 

Passar creme dental ou borra de café em uma queimadura pode agredir ainda mais a pele, principalmente na hora que esses produtos forem removidos.

O ideal é colocar a região queimada dentro de um recipiente com água fria. Se houver substâncias como ácido na pele, é importante lavá-la com água corrente.

E no caso de um corte ou acidente, estancar o sangramento e ir imediatamente para o hospital.

Existem tratamentos para todos os tipos de cicatrizes, tanto as recentes quanto as antigas.

Entre as técnicas mais usadas, há o laser de CO2, infiltração de corticoide, preenchimento com ácido hialurônico, enxerto de gordura, luz pulsada, fita de silicone, fonoforese, hidratação com massagem cicatricial e cirurgia de correção de cicatriz. Busque sempre orientação de um dermatologista para saber qual a melhor para seu caso.

VivaBem no Verão

O UOL VivaBem está no litoral paulista com o VivaBem no Verão. Um espaço com atividades para você se exercitar, mas também curtir e relaxar na entrada da Riviera de São Lourenço. Venha nos visitar!

Data: até dia 03 de fevereiro de 2019, de quinta a domingo Horário: das 16h às 00hEndereço: Avenida da Riviera, ao lado do shopping, na praia de Riviera de São Lourenço

Entrada: gratuita

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Источник: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2019/01/20/queloides-levei-16-anos-para-tratar-cicatrizes-que-me-abalavam-muito.htm

4 pomadas para queloide (e como usar)

Tratamento da Queloide e da Cicatriz Hipertrófica

A queloide é uma cicatriz mais saliente do que o normal, que apresenta um formato irregular, cor avermelhada ou escura e que vai aumentando de tamanho pouco a pouco devido a uma alteração na cicatrização, que faz com que haja um produção exagerada de colágeno. Este tipo de cicatriz pode aparecer depois de fazer um piercing na orelha ou no nariz, após uma cirurgia ou um ferimento, por exemplo.

Para normalizar a cicatrização e prevenir o aparecimento de queloide, existem algumas pomadas que podem ser usadas na região e diminuir a sua aparência.

O Contractubex em gel é indicado para o tratamento de cicatrizes, porque melhora a cicatrização e previne o aparecimento de cicatrizes hipertróficas, que são cicatrizes de tamanho aumentado, e queloides, devido à sua composição, rica em Cepalin, alantoína e heparina.

O Cepalin atua como anti-inflamatório, antibacteriano e antialérgico, que são propriedades que estimulam a reparação da pele e previnem a formação de cicatrizes anormais. A heparina possui propriedades anti-inflamatórias, antialérgicas e antiproliferativas e promove a hidratação do tecido endurecido, causando um relaxamento das cicatrizes.

A alantoína possui propriedades cicatrizantes, queratolíticas, hidratantes, anti-irritantes e ajuda na formação do tecido da pele. Além disso, possui ainda um efeito suavizante, que diminui a coceira muitas vezes associada à formação de cicatrizes. 

Como usar:

Este gel deve ser aplicado no local, 2 vezes ao dia, ou conforme indicado pelo médico, com massagem moderada sobre a pele, até o gel ser completamente absorvido. Caso se trate de uma cicatriz antiga ou endurecida, o produto pode ser aplicado utilizando-se uma gaze de proteção durante a noite.

Dependendo do tamanho da cicatriz, pode ser necessário realizar o tratamento durante várias semanas. Caso se trate de uma cicatriz recente, deve-se evitar qualquer irritação na pele, como frio extremo, luz ultravioleta ou massagens fortes e a utilização do produto deve ser iniciada 7 a 10 dias após a retirada dos pontos cirúrgicos, ou conforme indicado pelo médico.

2. Kelo-cote

O Kelo-cote é um gel que serve para tratar a cicatriz queloide e aliviar a coceira e o desconforto associado.

Este gel seca rapidamente para formar uma folha permeável a gases, flexível e à prova de água, criando uma barreira protetora contra químicos, agentes físicos ou micro-organismos no local da cicatriz. Além disso, também auxilia na hidratação, criando um ambiente que permite que a cicatriz amadureça com ciclos normalizados de síntese de colágeno e melhora a aparência da cicatriz.

Existe um produto, muito semelhante ao Kelo-cote, chamado de Skimatix, que também forma uma folha sobre a pele e deve ser utilizado da mesma forma.

Como usar:

Antes de utilizar, a pessoa deve-se certificar de que a área afetada esteja limpa e seca. O gel deve ser aplicado em uma camada muito fina, 2 vezes ao dia, para que o produto possa estar em contacto com a pele 24 horas por dia.

É importante deixar secar o produto antes de vestir roupas ou entrar em contacto com objetos ou outros produtos. Depois disso, pode ser coberto com roupas de pressão, protetor solar ou cosméticos.

3. Cicatricure gel

O Gel Cicatrizante Cicatricure, também pode ser usado no combate às marcas de cicatrizes. Este produto tem na sua composição ingredientes naturais como folha de nogueira, babosa, camomila, tomilho de conchas marinha, extrato de cebola e óleo de bergamota, que são substâncias que promovem uma melhora gradual na aparência das cicatrizes.

Como usar:

Este produto deve ser aplicado generosamente na pele, cerca de 3 vezes ao dia, por um período de 3 a 6 meses. A aplicação sobre cicatrizes recentes deve ser feita somente sob recomendação médica. Além de cicatrizes, o uso contínuo de Cicatricure Gel também reduz estrias. Aplique generosamente com uma leve massagem.

4. C-Kaderm 

O C-Kaderm é um gel que tem na sua composição rosa mosqueta, vitamina E e silicone e é indicado na prevenção e tratamento de cicatrizes hipertróficas e queloides. Este produto ajuda a aliviar a coceira e melhora a tonalidade das cicatriz.

Como usar:

Antes de utilizar o produto, deve-se limpar a região com água e sabão neutro e de seguida deve-se secar bem. Depois disso, deve-se aplicar o produto em uma fina camada, espalhar suavemente e esperar secar antes de a pessoa se vestir ou utilizar outros produtos. O C-Kaderm não deve ser aplicado sobre a pele irritada ou lesionada ou em mucosas.

Qualquer uma destas pomadas para queloide deve ser indicada pelo dermatologista. Além destas pomadas, o tratamento também pode ser feito com injeções de corticoides, uso de laser, radioterapia e cirurgia. Saiba quais os melhores tratamentos para reduzir queloide.

Источник: https://www.tuasaude.com/pomada-para-queloide/

Queloide: tem cura? O que é? Descubra as causas, sintomas e os tratamentos para o problema de pele

Tratamento da Queloide e da Cicatriz Hipertrófica

Queloide é uma cicatriz volumosa de cor vermelha ou escura, que pode surgir em qualquer parte do corpo que passou por algum trauma, como, por exemplo, cirurgias, queimaduras, perfurações de vacinas, cortes profundos e até mesmo tatuagens. Você sabe tudo sobre essa marca incômoda na pele? A fim de esclarecer todas as dúvidas, o DermaClub conversou com um grupo de dermatologistas que desvendou as causas, tratamentos e mitos referentes a estas cicatrizes. Veja só!

1. O que é queloide?

De acordo com a Dra.

Christiane Gonzaga, do Rio de Janeiro, o queloide ou cicatriz queloidiana é uma protuberância causada pelo excesso de proteína (colágeno) na pele que acontece devido a um processo demasiado de cicatrização – como se as células não soubessem o momento certo de parar de produzir um novo tecido para a pele. “Essa marca volumosa aparece depois de um ferimento ou problema ter sido curado, como uma incisão cirúrgica ou acne”, explicou. Entretanto, também é muito frequente aparecer nas orelhas após a colocação de brincos e piercing.

1.1. Queloide x cicatriz hipertrófica

Existem dois principais tipos de cicatrizes indesejáveis: as hipertróficas e os queloides.

De acordo com a dermatologista Nicole Perim, de Belo Horizonte, “ambas são reflexos de um processo exagerado de cicatrização que formam marcas elevadas, avermelhadas ou acastanhadas – dependendo do tom da pele – que podem ser acompanhadas de coceira local”. Embora sejam similares, a médica destaca algumas diferenças entre as lesões:

Cicatriz hipertrófica: esse tipo não ultrapassa os limites da lesão, ou seja, não cresce além da linha do corte, atingindo apenas a pele ao redor. São cicatrizes elevadas, mas que não se tornam mais largas que a lesão inicial.

Quelóide: ocorre uma elevação nos tecidos ao redor da cicatriz inicial, acometendo uma área onde antes não havia cicatriz. Um exemplo comum de lesões queloideanas são os nódulos que ocorrem no lóbulo da orelha após colocação de brincos.

2. O que causa queloide?

A Dra. Flávia Addor, de São Paulo, afirma que existem muitos fatores que podem causar o queloide e que essa cicatriz costuma afetar pessoas mais predispostas ao problema: “Pacientes negros e orientais possuem maiores chances de desenvolver queloide”, explicou.

2.1. Causas do queloide

– Cortes de cirurgias- Acne severa- Queimaduras- Furos nas orelhas- Tatuagens- Feridas traumáticas

– Marcas de vacinas

2.2. Como o queloide se manifesta

– Cicatrizes com relevo elevado;- Em alguns casos, podem ocorrer nódulos na pele;

– Mudança de tonalidade local da pele para vermelho ou castanho.

É possível evitar a formação do queloide em alguns casos. Segundo a dermatologista Daniela Pimentel, de São Paulo, essa prevenção funciona, principalmente, durante a realização de alguns procedimentos cirúrgicos.

Mas, para que isso aconteça, é importante o paciente avisar ao médico sobre a existência do caso no histórico pessoal ou familiar.

“Assim, o dermatologista pode tomar as medidas necessárias para diminuir o risco da lesão”, disse.

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3.1 Maneiras de prevenir as cicatrizes:

– Radiação pré-operatória: se não for possível evitar o queloide durante a cirurgia, a radiação após o procedimento é uma forma eficaz de prevenir a ferida.

– Curativos à base de silicone: de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), 34% das cicatrizes de queloide tiveram melhora após os pacientes usarem esse curativo diariamente durante seis meses.

4. Existe tratamento para queloide?

Algumas cicatrizes queloidianas reduzem lentamente ao longo dos anos, mas, podem voltar a aparecer com o tempo. Por isso, a melhor saída é tratar o problema com um dermatologista. O tipo de terapia vai depender de alguns fatores que o médico levar em consideração, como tamanho, local e a origem dessa cicatriz. Conheça algumas opções:

1) Tratamento com laser: a técnica pode reduzir a altura do queloide e fazer com que a diferença de cor da lesão para o resto da pele fique imperceptível. Entretanto, para que seja eficaz, é importante que o procedimento seja feito em conjunto com outro tratamento, como injeções de corticosteroide ou compressão.

2) Roupas de compressão: por diminuir a vascularização, vão inibir a evolução do queloide. Essas roupas são indicadas, principalmente, para pacientes com lesões extensas.

3) Crioterapia: procedimento que usa nitrogênio líquido para congelar o queloide de dentro para fora, reduzindo a firmeza e o tamanho da lesão. Funciona melhor em cicatrizes pequenas.

4) Radiação: essa opção pode ser realizada de duas maneiras – de forma isolada, para reduzir o tamanho do queloide; ou após a remoção cirúrgica da cicatriz, para prevenir o retorno da lesão.

5) Remoção cirúrgica: muitas vezes, essa se torna a única opção de tratamento, mas é importante considerar que pode haver recidiva, ou seja, o reaparecimento da lesão. Os melhores resultados em cirurgia são aqueles que removem parte do queloide e em que as incisões são realizadas não atingindo a pele ao redor da lesão – evitando o surgimento de uma nova cicatriz.

5.1. Toda cicatriz pode virar queloide?

Mito! Nem toda cicatriz acaba virando um queloide. A cicatrização da lesão se tornará mais elevada, dependendo da profundidade, tamanho e gravidade da lesão. Além disso, é importante levar em conta se o paciente possui alguma tendência genética para esse quadro de cicatriz.

5.2. A pele com a cicatriz não pode pegar sol?

Verdade! É muito importante proteger a pele com queloide da radiação com o uso do filtro solar a fim de evitar o escurecimento do local. Para isso, é necessário apostar em um produto de amplo espectro e com FPS 30, no mínimo. Dependendo da parte do corpo lesionada, também é essencial apostar nas barreiras físicas, como chapéus, óculos escuros e roupas com proteção UV.

5.3. A alimentação pode ajudar na cicatrização adequada?

Verdade! A cicatrização da pele acontece de dentro para fora. Por isso, é ideal adotar uma alimentação saudável para que o processo ocorra normalmente.

Pessoas que se alimentam de muito doce e gordura geralmente têm mais dificuldades na cicatrização.

Sendo assim, é importante apostar em nutrientes ricos em colágeno, antioxidantes e água, como: laranja, morango, kiwi, ovo, carnes, peixes e pimentão verde.

5.4. Roupas apertadas podem atrapalhar a cicatrização?

Mito! Roupas mais apertadas na pele não prejudicam o processo de cicatrização. Existem até faixas elásticas que ajudam a reduzir o queloide.

Para maiores dúvidas sobre o problema de pele, não deixe de consultar seu dermatologista.

Publicada em: 26 de Abril de 2018
Modificada em: 10 de Setembro de 2020

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Источник: https://www.dermaclub.com.br/blog/noticia/queloide-tem-cura-o-que-e-descubra-as-causas-sintomas-e-os-tratamentos-para-o-problema-de-pele_a6919/1

Cirurgia de Correção de Cicatriz

Tratamento da Queloide e da Cicatriz Hipertrófica

O processo de reparo de uma lesão na pele (corte, incisão cirúrgica, queimaduras, escoriações…) é chamado de cicatriz, onde há formação de colágeno. O resultado deste reparo pode ser de melhor ou de pior qualidade dependendo de inúmeros fatores como etnia, sexo, idade, local do corpo, presença de infecções, tensão da pele…

Nem toda cicatriz ruim pode ser chamada de queloide

a) Queloides

São “cicatrizes que não param de crescer”, onde há uma produção exagerada de colágeno.São cicatrizes endurecidas que aumentam progressivamente.Tem como característica ultrapassar as margens da cicatriz. Ela é firme, avermelhada e muitas vezes, vem acompanhada de prurido (coceira).Geralmente não diminui de espessura.

Acontece mais frequentemente em negros e asiáticos e é mais comum em regiões de pele espessa como tórax (anterior e posterior).

b) Cicatriz Hipertrófica

Cicatriz também espessa, porém não ultrapassa as margens da lesão. As fibras de colágeno nesta cicatriz estão desordenadas.Frequentemente melhora com o tempo, reduzindo sua espessura, porém não melhora sua largura.Existem tratamentos que ajudam a acelerar esse processo.

c) Cicatrizes Alargadas

São semelhantes a estrias. Tem a pele bem fina e frouxa e podem estar abaixo do nível da pele (rasa).
Acontecem mais comumente em áreas de maior tensão de pele.

d) Cicatrizes discrômicas

Cicatrizes com cor diferente da tonalidade da pele.Podem ser hipercrômicas (quando escuras) ou hipocrômicas (quando mais claras).

É importante que não sejam confundidas com fases precoces da cicatrização, onde geralmente as cicatrizes se apresentam mais escuras que a pele (até 1 ano e meio).

QUAIS SÃO OS TRATAMENTOS PARA A CORREÇÃO DE CICATRIZ?

A prevenção ainda é o melhor tratamento.A identificação dos motivos que levaram à cicatriz inestética,aumenta a chance da eficácia do tratamento.Mas os resultados são variáveis.

Opções de tratamento:

b) Cicatrizes hipertróficas:

1. Curativos Compressivos2. Placas de silicone3. Produtos tópicos e massagens4. Cirurgia de reparo da cicatriz. Neste caso muitas vezes é associada a outros tipos de tratamentos com o intuito de diminuir o aparecimento de uma nova cicatriz hipertrófica.

5. Injeções de corticoides: são aplicadas no interior da cicatriz a cada 15 dias.

c) Cicatrizes Alargadas:

Cirurgia de reparo, associada a curativos contensores.

COMO É FEITA A CIRURGIA PARA A CORREÇÃO DE CICATRIZ?

A cicatriz é retirada completamente e novamente refeita com pontos internos.

QUAL O TIPO DE ANESTESIA É USADA NA CORREÇÃO DE CICATRIZ?

Utilizamos anestesia local. Em cicatrizes muito extensas ou em pacientes de condição especial a sedação venosa pode ser associada à anestesia local.

É NECESSÁRIO ALGUM TIPO DE REPOUSO APÓS A CORREÇÃO DE CICATRIZ?

Interrupção de atividades físicas por 7 dias, não sendo necessário o afastamento do trabalho ou de atividades rotineiras.
Mas cada caso deve ser avaliado isoladamente.

SÃO NECESSÁRIOS OUTROS TRATAMENTOS PARA A CORREÇÃO DE CICATRIZ?

Dependendo do tipo de cicatriz que será retirada indicaremos a associação de um ou mais tratamentos citados no texto acima.

POSSO TOMAR SOL APÓS A CORREÇÃO DE CICATRIZES?

Somente após 30 dias da cirurgia e é imprescindível a utilização de filtro solar.

EXISTEM RISCOS DE COMPLICAÇÕES NESTE TIPO DE CIRURGIA DE CORREÇÃO DE CICATRIZ?

Este procedimento é normalmente seguro, porém complicações fazem parte de qualquer procedimento cirúrgico. Podem acontecer infecções, sangramentos, algum tipo de reação à anestesia e até mesmo o aparecimento de uma nova cicatriz inestética.

QUANDO TEREI O RESULTADO DEFINITIVO APÓS A CORREÇÃO DE CICATRIZ?

O resultado definitivo poderá ser observado após 1 ano, onde a cicatriz geralmente atinge seu resultado definitivo.

Conheça quais as diferenças entre as cicatrizes e opções de tratamento para correção de cicatriz inestética.

O processo de reparo de uma lesão na pele (corte, incisão cirúrgica, queimaduras, escoriações etc.) é chamado de cicatriz, na qual há formação de colágeno. Em alguns casos, no entanto, a cicatrização não é bem-sucedida, exigindo a realização de técnicas de correção de cicatriz.

O processo de cicatrização é influenciado por inúmeros fatores como etnia, sexo, idade, local do corpo, presença de infecções, tensão da pele, entre outros. Dessa forma, a correção de cicatriz pode apresentar-se como uma necessidade, principalmente quando a cicatriz inestética está em um lugar mais visível ou é incomoda.

Uma dúvida comum refere-se à diferença entre cicatriz hipertrófica e queloide, visto que muitas pessoas acreditam que a cicatriz inestética sempre será chamada de queloide. A seguir conheça a diferença entre as cicatrizes e as opções de correção de cicatriz inestética. Acompanhe!

1. Quais são as cicatrizes inestéticas e as diferenças entre as cicatrizes?

Existem diferenças entre as cicatrizes que também se devem aos diversos tipos de cicatrizes inestéticas que podem resultar de um processo de cicatrização mal sucedido. A seguir apresentamos as principais, incluindo a diferença entre cicatriz hipertrófica e queloide que consiste em uma dúvida recorrente.

a) Queloides

São “cicatrizes que não param de crescer”, nas quais há uma produção exagerada de colágeno. Elas são endurecidas e aumentam progressivamente. Em geral, uma característica é ultrapassar as margens da cicatriz. Ela é firme, avermelhada e, muitas vezes, vem acompanhada de prurido (coceira).

Geralmente não diminui de espessura. Tem maior tendência em acontecer entre pacientes negros e asiáticos e é mais comum em regiões de pele espessa como o tórax (anterior e posterior).

b) Cicatriz hipertrófica

A cicatriz hipertrófica também é espessa, porém não ultrapassa as margens da lesão. As fibras de colágeno nessa cicatriz são desordenadas.

Em geral, uma diferença entre cicatriz hipertrófica e queloide é que essa cicatriz frequentemente melhora com o tempo, reduzindo a espessura, porém não melhora a largura. Existem tratamentos que ajudam a acelerar esse processo, consistindo em opções de correção de cicatriz.

c) Cicatrizes alargadas

São semelhantes às estrias, com a presença de uma pele bem fina e frouxa que pode estar abaixo do nível da pele (rasa). Acontecem mais comumente em áreas de maior tensão de pele.

d) Cicatrizes discrômicas

São cicatrizes com cor diferente da tonalidade da pele. Podem ser hipercrômicas (quando escuras) ou hipocrômicas (quando mais claras). É importante que não sejam confundidas com fases precoces da cicatrização, nas quais, geralmente, as cicatrizes apresentam-se mais escuras que a pele, o que ocorre até 1 ano e meio após o procedimento cirúrgico.

2. Qual a diferença entre cicatriz hipertrófica e queloide?

Uma dúvida comum dos pacientes que relatam a ocorrência é a diferença entre cicatriz hipertrófica e queloide. Uma das distinções para auxiliar na identificação é que a cicatriz hipertrófica não ultrapassa as margens da lesão, ocorrência presente em queloides.

Outro diferença entre cicatriz hipertrófica e queloide é que na primeira pode ocorrer uma diminuição da espessura ao longo do tempo, o que não ocorre na outra.

3. Quais são os tratamentos para a correção de cicatriz?

A prevenção é o melhor tratamento para evitar uma cicatrização mal sucedida. Inicialmente, é preciso identificar os motivos que levaram à cicatriz inestética, dessa forma é possível aumentar as chances de sucesso do tratamento.

Ainda assim, devido às diferenças entre as cicatrizes e os próprios procedimentos de correção de cicatriz os resultados são variáveis. Confira as opções de tratamento para cada tipo de cicatriz inestética.

Correção dos queloides

Os queloides apresentam a maior variedade de tratamentos possíveis para fazer a correção da cicatriz. Entre os métodos podem ser destacados:

  • curativos compressivos;
  • placas de silicone;
  • produtos tópicos e massagens;
  • cirurgia de reparo da cicatriz, sendo que nesse caso, muitas vezes, a técnica é associada a outros tipos de tratamentos com o intuito de diminuir o aparecimento de um novo queloide;
  • injeções de corticoides aplicadas internamente na cicatriz em intervalos de 15 dias;
  • crio cirurgia, utilizando nitrogênio em temperatura muito baixa;
  • radioterapia (beta terapia) que consiste em uma radioterapia superficial, com efeito apenas na pele. São realizadas, em média, dez sessões, iniciando entre 24 a 48 horas após a retirada da cicatriz.

Tratamentos para cicatrizes hipertróficas

Apesar da diferença entre cicatriz hipertrófica e queloide, alguns procedimentos de correção delas são semelhantes, como:

  • curativos compressivos;
  • placas de silicone;
  • produtos tópicos e massagens;
  • cirurgia de reparo da cicatriz, podendo ser associada a outros métodos para minimizar as chances de recorrência da cicatriz hipertrófica;
  • injeções de corticoides que são aplicadas no interior da cicatriz a cada 15 dias.

Correção de cicatrizes alargadas

Em geral, o método utilizado para correção de cicatriz alargada consiste em uma cirurgia reparatória associada ao uso de curativos contensores.

4. Como é feita a remoção cirúrgica da correção?

Na remoção cirúrgica da cicatriz toda a extensão da cicatriz é retirada. Para alcançar esse objetivo são feitas incisões em toda a extensão dela, podendo ser um milímetro dentro ou fora da cicatriz, de acordo com o caso.

Em seguia, o cirurgião plástico retira toda a cicatriz utilizando bisturi ou tesoura delicada, removendo, em geral, apenas a fibrose e tecido cicatricial propriamente dito. São dados pontos internos absorvíveis, garantindo uma estética mais agradável, independente das diferenças entre as cicatrizes.

5. Qual o tipo de anestesia é usada no procedimento?

Utilizamos anestesia local. Em cicatrizes muito extensas ou em pacientes de condição especial a sedação venosa pode ser associada à anestesia local para proporcionar mais conforto durante a realização da técnica.

6. É necessário algum tipo de repouso pós-cirúrgico?

Em geral, o profissional responsável indica a interrupção de atividades físicas por sete dias, não sendo necessário o afastamento do trabalho ou de atividades rotineiras. No entanto, cada caso deve ser avaliado isoladamente pelo cirurgião plástico visando melhores resultados.

7. O pós-operatório da correção de cicatriz dói?

Em geral, o pós-operatório da cirurgia de correção de cicatriz não é dolorido, no entanto, depende das diferentes entre as cicatrizes, extensão da área a ser corrigida e também cuidados adequados, incluindo repouso, após a realização da técnica.

8. São necessários outros tratamentos para a correção de cicatriz?

Dependendo das particularidades do caso, incluindo a identificação da diferença entre as cicatrizes, visando um diagnóstico mais correto, poderão ser indicados outros tratamentos como os citados anteriormente.

9. Posso tomar sol após o tratamento?

Quase todos os procedimentos estéticos e cirúrgicos tem como recomendação médica evitar a exposição solar. O mesmo vale para o pós-operatório da correção de cicatriz, no qual o paciente só deve tomar sol após 30 dias da cirurgia e é imprescindível a utilização de filtro solar.

10. Existem riscos de complicações nesse tipo de cirurgia?

Esse procedimento é normalmente seguro, porém complicações fazem parte de qualquer procedimento cirúrgico. Podem acontecer infecções, sangramentos, algum tipo de reação à anestesia e até mesmo o aparecimento de uma nova cicatriz inestética.

11. Quando terei o resultado definitivo após a correção de cicatriz?

O resultado final poderá ser observado após um ano, período no qual a cicatriz, geralmente, atinge seu resultado definitivo.

Esse conteúdo trouxe informações úteis sobre a correção de cicatriz e esclareceu dúvidas frequentes de pacientes, como a diferença entre as cicatrizes e, principalmente, a diferença entre cicatriz hipertrófica e queloide. Para mais informações, entre em contato com a nossa clínica!

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Источник: https://www.lucianapepino.com.br/cirurgia-plastica/correcao-de-cicatrizes/

Cicatrizes Hipertróficas e Quelóides

Tratamento da Queloide e da Cicatriz Hipertrófica

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