Tratamento natural para Síndrome do Pânico

Síndrome do pânico: o que é, sintomas e tratamento

Tratamento natural para Síndrome do Pânico

A síndrome do pânico é um tipo de transtorno de ansiedade no qual ocorrem crises inesperadas de desespero e medo intenso de que algo ruim aconteça, mesmo que não haja motivo algum para isso ou sinais de perigo iminente.

Quem sofre do Transtorno de Pânico sofre crises de medo agudo de modo recorrente e inesperado. Além disso, as crises são seguidas de preocupação persistente com a possibilidade de ter novos ataques e com as consequências desses ataques, seja dificultando a rotina do dia a dia, seja por medo de perder o controle, enlouquecer ou ter um ataque no coração.

Síndrome do pânico: transtorno de ansiedade gera ataques de medo intenso

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Qual a diferença entre síndrome do pânico e ansiedade?

Síndrome do pânico pode matar?

Causas

As causas exatas da síndrome do pânico são desconhecidas, embora a Ciência acredite que um conjunto de fatores possa desencadear o desenvolvimento deste transtorno, como:

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  • Genética
  • Estresse
  • Temperamento forte e suscetível ao estresse
  • Mudanças na forma como o cérebro funciona e reage a determinadas situações.

Alguns estudos indicam que a resposta natural do corpo a situações de perigo esteja diretamente envolvida nas crises de pânico. Apesar disso, ainda não está claro por que esses ataques acontecem em situações nas quais não há qualquer evidência de perigo iminente.

Fatores de risco

As crises de síndrome do pânico geralmente começam entre a fase final da adolescência e o início da idade adulta. Apesar disso, podem ocorrer depois dos 30 anos e durante a infância, embora no último caso ela possa ser diagnosticada só depois que as crianças já estejam mais velhas.

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A síndrome do pânico costuma afetar mais mulheres do que homens e pode ser desencadeada por alguns fatores considerados de risco, como:

  • Situações de estresse extremo
  • Morte ou adoecimento de uma pessoa próxima
  • Mudanças radicais ocorridas na vida
  • Histórico de abuso sexual durante a infância
  • Ter passado por alguma experiência traumática, como um acidente.

Algumas pesquisas indicam que se um gêmeo idêntico tem síndrome do pânico, o outro gêmeo também desenvolverá o problema em 40% das vezes. Pode acontecer, no entanto, de a doença se manifestar sem que haja histórico familiar dela.

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Especialista responde: crises de síndrome do pânico são comuns em homens ou só nas mulheres?

Sintomas de Síndrome do pânico

Ataques de pânico característicos da síndrome geralmente acontecem de repente e sem aviso prévio, em qualquer período do dia e também em qualquer situação, como enquanto a pessoa está dirigindo, fazendo compras no shopping, em meio a uma reunião de trabalho ou até mesmo dormindo.

O pico das crises de pânico geralmente dura cerca de 10 a 20 minutos, mas pode variar dependendo da pessoa e da intensidade do ataque. Além disso, alguns sintomas podem continuar por uma hora ou mais. É bom ficar atento, pois muitas vezes um ataque de pânico pode ser confundido com um ataque cardíaco.

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As crises de pânico geralmente manifestam os seguintes sintomas:

Uma complicação frequente é o medo do medo, ou seja, o medo ter outro ataque de pânico. Esse medo pode ser tão grande que a pessoa, muitas vezes, evitará ao máximo situações em que essas crises poderão ocorrer novamente.

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Os ataques de pânico podem alterar o comportamento em casa, na escola ou no trabalho. As pessoas portadoras da síndrome muitas vezes se preocupam com os efeitos de seus ataques de pânico e podem, até mesmo, despertar problemas mais graves, como alcoolismo, depressão e abuso de drogas.

Não há como prever as crises de pânico. Pelo menos nos estágios iniciais do transtorno, parece não haver nada específico capaz de desencadear o ataque. Mas há indícios de que lembrar-se de ataques de pânico anteriores possam contribuir e levar a uma nova crise.

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Síndrome do pânico pode causar sensação de irrealidade?

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Síndrome do pânico causa cansaço físico?

Quem tem síndrome do pânico consegue ficar em locais com muitas pessoas ou som alto?

Buscando ajuda médica

Se você teve qualquer sintoma típico de crises de pânico, procure ajuda médica o quanto antes. Os ataques são difíceis de controlar por conta própria e podem piorar se não houver acompanhamento médico e tratamento adequados. Você deve procurar ajuda médica.

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Na consulta médica

Não tenha medo ou vergonha de procurar ajuda médica. O trabalho de um especialista é importante para encontrar meios seguros para tratar a síndrome do pânico.

É interessante que o paciente vá à consulta acompanhado de uma pessoa confiança, seja parente ou amigo, tanto para dar apoio moral quanto para ajudar a descrever o problema, já que a ansiedade pode dificultar o relato dos sintomas. Além disso, durante a consulta, o paciente deve descrever detalhadamente todos os sintomas, para que o diagnóstico possa ser realizado corretamente.

Esteja preparado, também, para responder às perguntas que o médico deverá fazer. Veja alguns exemplos:

  • Quais são seus sintomas? Quando você os notou pela primeira vez?
  • Com que frequência os ataques de pânico acontecem? Quanto tempo eles costumam durar, aproximadamente?
  • Há alguma situação ou comportamento específicos que possam desencadear um ataque de pânico?
  • Você evita contatos sociais ou determinadas atividades por medo de ter outro ataque?
  • O quanto os sintomas e o medo de ter outro ataque atrapalham sua vida pessoal, profissional e social?
  • Você passou por algum evento traumático na infância ou em qualquer outro momento da vida?
  • Passou por situação traumática, como assalto ou violência? Há quanto tempo?
  • Como você descreveria sua relação com os membros mais próximos da família?
  • Você ou sua família têm histórico médico de síndrome do pânico ou de algum outro transtorno?
  • Você já foi diagnosticado com outro problema de saúde?
  • Você consome cafeína, bebidas alcóolicas e drogas recreativas? Com que frequência?
  • Você pratica exercícios físicos? Com que frequência?

Diagnóstico de Síndrome do pânico

Para realizar o diagnóstico, o médico poderá pedir vários exames e testes. Para começar, o especialista realizará um exame físico no paciente. Em seguida, pedirá exames de sangue, a fim de checar o funcionamento da tireoide, e um eletrocardiograma, para verificar como está o coração.

Além da avaliação física, uma avaliação psiquiátrica também é necessária para que o diagnóstico seja finalizado. Esta deverá ser feita por um psiquiatra.

Durante a conversa, o profissional falará a respeito dos sintomas, situações que podem ter desencadeado momentos de estresse intenso, medos e preocupações, problemas de relacionamento e outras questões que possam estar prejudicando o paciente.

O diagnóstico será positivo para a síndrome do pânico se:

  • A pessoa sofrer de ataques de pânico inesperados e frequentes
  • Pelo menos um dos ataques tenha sido acompanhado de medo e angústia pela recorrência de um novo ataque e pelas consequências dessa nova crise, como perda de controle, ataque cardíaco ou mudanças súbitas de comportamento
  • A pessoa evitar situações que possam desencadear em uma nova crise
  • As crises de pânico não forem causados por abuso de substâncias.

Especialista responde: Síndrome do pânico tem tratamento, mas diagnóstico é difícil

Tratamento de Síndrome do pânico

O principal objetivo do tratamento da síndrome do pânico é reduzir o número de crises, assim como sua intensidade e recuperação mais rápida. As duas principais formas de tratamento para esse transtorno é por meio de psicoterapia e medicamentos.

Ambos têm se mostrado bastante eficientes.

Dependendo da gravidade, preferência e do histórico do paciente, o médico poderá optar por um deles ou até mesmo por ambos, já que a combinação dos dois tipos de tratamento têm se mostrado ainda mais eficaz do que um ou outro operando isoladamente.

A psicoterapia é geralmente a primeira opção para o tratamento de síndrome do pânico.

Existem diversas formas de psicoterapia, sendo a mais estudada e que comprovadamente tem efeitos benéficos nesse transtorno a chamada de Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC).

Ela poderá ajudar o paciente a entender os ataques de pânico, a como lidar com eles no momento em que acontecerem e como ter uma vida cotidiana normal sem medo de ter um novo ataque.

Já o tratamento à base de medicamentos inclui antidepressivos, como os inibidores seletivos da recaptação da serotonina, como por exemplo a Paroxetina ou citalopran. Benzodiazepinas também podem ser prescritos pelos médicos.

Os sintomas devem reduzir progressivamente em algumas semanas. Se não melhorarem, converse com seu médico. Não suspenda a medicação sem antes consultar seu médico.

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Existe cura para a síndrome do pânico?

Existem alimentos que possam controlar a ansiedade na síndrome do pânico?

O que fazer durante uma crise de ansiedade?

Medicamentos para Síndrome do pânico

Os remédios mais usados para o tratamento dos sintomas de síndrome do pânico são:

  • Alprazolam
  • Alenthus XR
  • Anafranil
  • Apraz
  • Assert
  • Clomipramina
  • Clonazepam
  • Citalopram
  • Clopam
  • Diazepam
  • Efexor XR
  • Escitalopram
  • Exodus
  • Frontal
  • Lexapro
  • Paroxetina
  • Rivotril
  • Sertralina.

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Convivendo/ Prognóstico

O tratamento ajuda o paciente a se recuperar da síndrome do pânico, mas algumas medidas auxiliares podem tornar o resultado ainda melhor que o esperado. Veja alguns exemplos:

  • Siga à risca o tratamento e as orientações médicas
  • Faça parte de um grupo de apoio e compartilhe suas experiências sobre a síndrome do pânico
  • Evite o consumo exacerbado de cafeína e bebidas alcoólicas
  • Corte as drogas recreativas
  • Pratique exercícios de relaxamento, como alongamentos, yoga, respiração profunda e relaxamento muscular
  • Pratique exercícios físicos regularmente, principalmente atividades aeróbicas
  • Vá dormir cedo e descanse. Horas regulares de sono podem ajudar a controlar o medo e ansiedade.

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Como ajudar o parceiro que está com síndrome do pânico?

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Complicações possíveis

Síndrome do pânico não tratada pode levar a complicações que podem comprometer seriamente a qualidade de vida social, profissional e de relacionamento. Entre as complicações que podem ser provocadas estão:

  • Desenvolvimento de algumas fobias específicas, como agorafobia
  • Pessoas com síndrome do pânico têm mais probabilidade de ficar desempregadas, ser menos produtivas no trabalho e de ter relações pessoais difíceis, inclusive problemas matrimoniais
  • Depressão
  • Suicídio
  • Alcoolismo e abuso de drogas
  • Problemas financeiros.

A dependência de medicamentos contra ansiedade é uma possível complicação do tratamento. A dependência envolve a necessidade de um medicamento para poder agir normalmente e para evitar sintomas de abstinência. Não é o mesmo que vício.

Síndrome do pânico tem cura?

Os ataques de pânico podem durar muitos anos e ser de difícil tratamento. Algumas pessoas com essa síndrome podem não se curar totalmente com o tratamento. Entretanto, a maioria das pessoas obtém grande melhora com uma combinação de medicamentos e psicoterapia.

Referências

Revisado por: Cyro Masci, psiquiatra e Diretor da Clínica Masci, em São Paulo (CRM/SP 39126)

Associação Brasileira de Psiquiatria – entidade sem fins lucrativos, representativa dos psiquiatras no país. Defende um sistema que dê à população um atendimento de qualidade e informações necessárias à compreensão dos transtornos mentais para seus portadores e familiares.

Источник: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/sindrome-do-panico

8 maneiras de aliviar os sintomas de um ataque de pânico

Tratamento natural para Síndrome do Pânico

Palpitação, suor excessivo, tremor, sensação de falta de ar, náusea, tontura, dor no peito, calafrio e medo de morrer… Esses são alguns dos sintomas de quem está tendo um ataque de pânico, crise aguda de ansiedade com sensação intensa de medo que alcança seu pico em poucos minutos, durando, em média, de 10 a 15 minutos.

A maior parte das pessoas –cerca de 90% da população mundial — irá experimentar, em algum momento da vida, um ataque de pânico, sem que isso seja diagnosticado como uma doença”, esclarece Guilherme Spadini, psiquiatra, psicoterapeuta e especialista em transtorno de pânico pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). De qualquer modo, o ideal é buscar ajuda médica principalmente na primeira vez que tiver essas sensações, pois elas podem também indicar uma síndrome do pânico, ainda mais se ocorrerem repetidamente.

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O que fazer durante um ataque de pânico?

O primeiro passo para conseguir controlar o ataque de pânico é perceber que se está passando por uma crise momentânea.

Depois disso, a melhor coisa a se fazer é se afastar do local em que se estava, sentar, respirar fundo, tentar controlar os pensamentos (racionalizando sobre eles, pensando, por exemplo, que isso é apenas um ataque de pânico, que irá passar, eu não vou morrer, etc), até que os sintomas passem.

Além disso, existem outras estratégias que também podem ajudar a controlar a crise. Veja só!

1. Respire fundo e feche os olhos

Imagem: iStock

Durante a crise de pânico é comum respirar rapidamente (a chamada hiperventilação), porém, isso pode piorar os sintomas, já que reduz a taxa de gás carbônico no sangue. O certo é concentrar-se em inspirar e expirar profundamente pela boca, da seguinte forma:

  • Puxe o ar lentamente contando até quatro;
  • Segura a respiração por um segundo
  • Solte o ar novamente, contando de novo até quatro.

Fechar os olhos também é uma ótima tática, pois irá ajudar a focar a atenção no que você deseja, que no caso é se acalmar e racionalizar sobre o que está ocorrendo, conseguindo amenizar os sintomas aos poucos até que passe.

2. Foque nas sensações físicas familiares

Imagem: iStock

Como os ataques de pânico podem causar um sentimento de distanciamento ou separação da realidade, é interessante concentrar-se em sensações físicas com as quais está familiarizado, como sentir a textura de um objeto em suas mãos (pode ser a roupa que esteja usando no momento, por exemplo). Essas percepções específicas ancoram o indivíduo na realidade e fornecem um objetivo para ser focado, o que pode combater o ataque de pânico.

3. Concentre a sua atenção em um objeto

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Durante a crise de pânico, tudo perde o sentindo e o medo fica intenso. Por isso, a habilidade de focar em um objeto que esteja mais próximo ajuda retirar a atenção sobre os sintomas corporais, o que faz acalmar até que todas as sensações desapareçam. Então, procure por um objeto próximo e descreva para si a cor, a forma e o tamanho dele.

4. Mindfulness e o aqui e agora

Imagem: iStock

A técnica de meditação, cuja tradução significa “atenção plena”, busca manter a mente no momento presente, sem preocupação com o passado e o futuro, que muito contribui para a ansiedade e o pânico. Uma prática do mindfulness que pode ser bastante utilizada é a chamada aqui e agora. Na hora da crise do pânico, para conseguir se acalmar, você deve pensar em:

  • Cinco coisas que possa ver;
  • Quatro coisas que possa tocar;
  • Três coisas que possa ouvir;
  • Duas coisas que possa cheirar;
  • Uma que possa experimentar o sabor.

Isso fará com que você tire totalmente o foco das sensações ruins e mantenha atenção nesses elementos que está imaginando.

Praticar a atenção plena no dia a dia ajuda o efeito no momento da crise a ser mais rápido e pode até mesmo evitar que os ataques aconteçam. Veja como começar a fazer mindfulness aqui.

5. Imagine um local que lhe traga felicidade

Imagem: Getty Images

Durante o ataque de pânico, a pessoa tem um sentimento de angústia e hostilidade em relação ao ambiente em que está, por isso, pode-se usar a estratégia de imaginar um lugar familiar e acolhedor, que leve à sensação de tranquilidade. Isso faz com que as regiões do sistema límbico do cérebro liberem substâncias prazerosas para combater as sensações ruins.

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6. Use técnicas de relaxamento muscular

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O bom e velho alongamento pode ser um aliado quando você perceber que está começando a ter um ataque de pânico.

Isso porque, durante o ataque, o corpo fica em estado de alerta, e isso se reflete na rigidez muscular.

As técnicas de relaxamento não só ajudam a reduzir a tensão dos músculos como a tirar o foco dos pensamentos catastróficos. E para que o alongamento tenha mais efeito, o ideal é pratica-lo sempre, independentemente do momento.

7. Sinta essência de lavanda

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Ela é bastante conhecida por seu efeito calmante, além de aliviar o estresse. Por isso, pode ser indicada como uma alternativa na hora do ataque de pânico. Quando estiver tendo os sintomas, você pode cheirar o perfume direto no frasco ou passar no braço.

8. Tenha a medicação na bolsa

Imagem: mermaidb/Istock

Caso não seja seu primeiro ataque de pânico e você já foi ao psiquiatra, ele pode receitar os benzodiazepínicos, que são remédios ansiolíticos que agem rapidamente no combate ao ataque de pânico, isto é, diminuem a ansiedade e acalmam o paciente.

A única ressalva é que esses medicamentos podem ocasionar dependência física e psicológica, por isso devem ser usados durante pouco tempo e também evitados em pacientes com histórico conhecido de abuso de substâncias ou alcoolismo. Ou seja, siga à risca a orientação de seu médico.

Já para o tratamento de longo prazo é recomendado o uso de antidepressivos.

Bônus: em longo prazo, invista em exercícios físicos

Imagem: iStock

Suar a camiseta, principalmente com atividades aeróbicas, contribui para a liberação de hormônios como endorfina, dopamina e serotonina, que levam à sensação de bem-estar, além de reduzir a ansiedade, o que pode contribuir para que os episódios de ataques de pânico diminuam.

“A sensação física de fazer exercício, quando eles são exaustivos, é muito parecida aos sintomas da crise de pânico (taquicardia, falta de ar, formigamento, sudorese, tremor etc), e isso funciona como uma terapia de dessensibilização, ou seja, a pessoa experimenta as mesmas percepções físicas em um contexto prazeroso, não ameaçador, o que ajuda a controlar melhor os sintomas no contexto do pânico”, explica Guilherme Spadini.

Como ajudar quem tem ataques de pânico

Imagem: iStock

Se você presenciar alguém que esteja passando por um ataque de pânico, a primeira coisa a fazer é manter a calma e buscar um ambiente tranquilo e seguro. Isso feito, oriente a pessoa a ter o controle da respiração, tente modular a voz para não gerar mais ansiedade e valide o sofrimento do indivíduo.

O acompanhante deve permanecer empático, tranquilizando a outra pessoa. Entenda que você jamais será capaz de dimensionar o sofrimento de um portador do transtorno a menos que também sofra ou já tenha tido ataque de pânico alguma vez.

Afirmações como “não é nada sério” e “isso está relacionado ao estresse”, podem ser mal interpretadas como uma falta de compreensão e preocupação. Também é importante ajudá-lo a reconhecer que está tendo um ataque de pânico em vez de um ataque cardíaco, que isso é temporário, passará e ele ficará bem.

E após o evento, estimule o tratamento com psiquiatra e psicólogo. A cada sucesso na superação do problema, reconheça-o. Críticas devem ter como intuito apenas estimular os cuidados com a saúde construtivamente. 

Fontes: Guilherme Spadini, psiquiatra, psicoterapeuta e especialista em transtorno de pânico pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP); Luciana Sarin, psiquiatra do Programa de Distúrbios Afetivos (PRODAF) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); Luiz Scocca, psiquiatra pelo Hospital das Clínicas da USP, membro da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e da Associação Americana e Psiquiatria (APA); Mario Louzã, psiquiatra, doutor em medicina pela Universidade de Würzburg, na Alemanha e membro do Instituto de Psicanálise da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo; Roney Vargas Barata, psiquiatra do Hospital de Apoio de Brasília e da Aliança Instituto de Oncologia, ambos no Distrito Federal; Yuri Busin, psicólogo e doutor em neurociência do comportamento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo.

Источник: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2018/10/17/8-maneiras-de-aliviar-os-sintomas-de-um-ataque-de-panico.htm

Síndrome do pânico: os 10 melhores remédios naturais – GreenMe

Tratamento natural para Síndrome do Pânico

Desespero, medo e sudorese são apenas alguns dos sintomas mais comuns de uma das condições mais comuns da sociedade ocidental moderna – a Síndrome do Pânico.

Comum em ambos os sexos, a Síndrome do Pânico pode fazer parte da vida de pessoas que, geralmente, têm de 25 a 45 anos de idade – a idade em que o estresse no trabalho, a pressão familiar e, até mesmo, medos cotidianos estão mais presentes.

Embora a Síndrome do Pânico possa se manifestar esporadicamente, é importante que você identifique os sintomas e procure por apoio médico – e isso terminantemente não significa ter de tomar remédios agressivos ou, até mesmo, caros.

Existem remédios e técnicas naturais que podem aliviar e até mesmo curar a Síndrome do Pânico.

Pronto para descobrir estes pequenos milagres naturais?

1 – Curtir a natureza

Pode parecer banal, mas curtir a natureza não só pode como irá melhorar os sintomas da Síndrome do Pânico.

Como a maioria das pessoas que sofrem dessa condição passam grande parte de seus dias dentre quatro paredes em enormes complexos empresariais e em minúsculos apartamentos depois do expediente, é importante sair ao ar livre e aproveitar o que a natureza tem de melhor.

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2 – Meditação

Praticar meditação é uma prática saudável de conhecer o corpo e a alma de forma intensa. É perfeito para aprender a respirar melhor e aliviar as crises mais intensas de Síndrome do Pânico. Por meio da ajuda de profissionais qualificados, quem medita aprende a se livrar de medos e de problemas do cotidiano.

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3 – Exercícios

Se você não é muito fã de meditação pode, então, fazer exercícios – de preferência ao ar livre. Quem faz exercícios físicos regularmente – cinco vezes por semana e durante, ao menos, 20 minutos – irá dormir melhor, respirar melhor e ter uma saúde mental excelente, reduzindo e às vezes eliminado por completo a Síndrome do Pânico.

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4 – Relaxar com um animal de estimação

Ter um bichinho de estimação não é apenas responsabilidade, mas sim diversão e amor garantidos.

Ter um cachorro, um ratinho ou qualquer outro animal de estimação alivia o estresse e ajuda qualquer pessoa, independentemente da idade, a ter uma vida mais leve e feliz.

Mas lembre-se, ter um bichinho de estimação não é o mesmo que ter um brinquedo, ele precisa de cuidados e de muito amor, como uma criança.

5 – Cortar o Fast Food

Sabemos que o dia a dia pode ser caótico, no entanto sua alimentação não deve ser prejudicada por isso. Se alimentar de produtos processados, puramente químicos como fast food não trará nada de bom, apenas mais problemas de saúde.

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6 – Aprenda a dizer não

Esta dica pode parecer estranha mas, na verdade, faz muito sentido. Quando você põe a sua vida à frente de tudo, você com certeza será mais feliz.

Não estamos falando em faltar no trabalho aleatoriamente, mas sim de dizer não àquela reunião extra, ou até mesmo àquele jantar de negócios, que, na verdade é apenas uma obrigação.

Se você é pago até às 18 horas, trabalhe até às 18 horas e aproveite sua família!

7 – Dinheiro não é tudo

Nem sempre ficar a mais no trabalho lhe recomepensará. Aproveite para viver coisas realmente memoráveis com sua família e amigos. Sabe aquele feriado? Esqueça o trabalho e viva a vida! Seus níveis de estresse irão diminuir muito!

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8 – Dê valor ao que realmente importa

Sua saúde está em primeiro lugar, não deixe para amanhã. Se você não se sente bem e desconfia que tem Síndrome do Pânico não pense que não irá acontecer com você amanhã. Episódios que são esporádicos podem se tornar constantes. Aplique nossas dicas e mude sua vida para melhor!

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9 – Alimentação equilibrada

Inclua sementes, ervas e produtos naturais na sua alimentação. Agrotóxicos, gorduras e hormônios são muito prejudiciais não apenas para o seu físico mas para a sua mente também.

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10 – Evite remédios

Tomar remédios não naturais muitas vezes não é a saída, pense duas vezes antes de tomá-los pois todos os medicamentos têm contraindicações e podem provocar reações adversas, ou seja, talvez resolvam paliativamente um mal causando outro, ou outros, males.

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