Tudo sobre Bronquite: Tipos, Causas, Sintomas e Tratamento

Tipos de bronquite: entenda quais são os 3 existentes!

Tudo sobre Bronquite: Tipos, Causas, Sintomas e Tratamento

A bronquite é uma inflamação dos brônquios, que sãos tubos encarregados de levar o oxigênio aos pulmões. Independentemente dos tipos de bronquite, elas podem se apresentar em sua forma aguda ou crônica.

Na primeira, os sintomas, como dificuldade para respirar, tosse e chiado no peito persistem por algumas semanas. No entanto, quando se trata de doença crônica, ela pode se manifestar por três meses ou mais e persistir por pelo menos dois anos.

A forma aguda da doença afeta principalmente as crianças e os idosos, por serem mais suscetíveis ao ataque de bactérias e vírus. Em alguns casos, ela pode surgir como consequência de uma gripe.

Mas os indivíduos alérgicos também fazem parte do grupo de risco quando se expõem a substâncias irritantes. Entre elas, podemos citar pólen, ácaro, fumaça e poeira doméstica.

Neste artigo, vamos apresentar os 3 tipos de bronquite existentes e comentar sobre suas principais características, sintomas, diagnóstico e tratamentos indicados para cada uma delas. Acompanhe!

Aprenda sobre os 3 tipos de bronquite

Embora a bronquite seja classificada, principalmente, como uma doença aguda, devido a sua duração — que normalmente não ultrapassa três meses —, ela pode ser identificada como asmática, crônica ou alérgica. As diferenças podem estar também em suas causas e sintomas.

Os principais responsáveis pelo desenvolvimento da doença são algumas bactérias e vírus, bem como partículas suspensas no ar que irritam os brônquios. Nesse sentido, o tabagismo também é um importante agente causador do agravo. Conheça, a seguir, os 3 diferentes tipos de bronquite.

1. Bronquite asmática

A bronquite asmática é o nome popular da asma. Essa é uma doença crônica, que provoca a inflamação dos brônquios e deixa-os obstruídos com uma produção de muco consistente, que gera espasmos musculares e dificulta a passagem do ar.

Ela ocorre quando a pessoa tem contato com substâncias ou partículas irritantes, como agentes químicos, poeira e baixas temperaturas. Embora possa ser desencadeada por fatores genéticos, não é uma doença transmissível entre pessoas.

2. Bronquite crônica

Apesar da possibilidade de essa doença se instalar como uma extensão da bronquite aguda, ela é causada, principalmente, pelo tabagismo. Pelo fato de ser rara entre as pessoas que não fumam, ela também é conhecida por “tosse dos fumantes”.

Esse tipo de bronquite aumenta o risco para a ocorrência de outras infecções respiratórias. Por isso, as pessoas com bronquite crônica devem ser vacinadas contra a pneumonia e a gripe. Uma das mais graves consequências da bronquite crônica, em especial quando ela se encontra associada ao enfisema, é a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC).

3. Bronquite alérgica

Esse tipo de bronquite também não é contagioso e tem uma relação direta com alergia respiratória. Embora ela tenha cura, o uso de vacinas pode ser muito útil para o controle das reações alérgicas. Em geral, ela é diagnosticada na infância, mas pode surgir em qualquer idade, inclusive durante a gravidez.

Saiba os sintomas da bronquite

Tanto a bronquite aguda quanto a crônica têm a tosse como principal sintoma. Além disso, o paciente pode ter falta de ar, chiado ao respirar, febre e calafrios (mais raros). Na forma aguda, a tosse pode ser seca ou produtiva (com catarro).

Já na forma crônica, ela se apresenta sempre produtiva, com uma expectoração que muda a sua coloração, sendo clara no início e amarelada com o avanço da enfermidade. Outros sintomas podem incluir:

  • cansaço;
  • desconforto no peito;
  • inchaço nos tornozelos, pés e pernas;
  • infecções respiratórias frequentes, como gripes ou resfriados;
  • lábios roxos por causas do baixo nível de oxigênio.

Preste atenção aos fatores de risco

Além do tabagismo, os principais fatores de risco para a bronquite crônica, são:

  • baixa imunidade — em geral, é uma consequência de doença aguda, como a gripe, ou de uma condição crônica, como a Aids;
  • exposição a agentes irritantes — pessoas que trabalham em ambientes poluídos com gases ou outras substâncias que causam irritação nos pulmões;
  • idade — crianças e idosos têm maior probabilidade;
  • refluxo gástrico e azia — as doenças que provocam esses sintomas podem levar ao desenvolvimento da bronquite.

Entenda o diagnóstico da bronquite

O diagnóstico da bronquite considera os sinais e sintomas, assim como o histórico do paciente e seu exame clínico com um estetoscópio para auscultar os pulmões durante a respiração. No entanto, nos primeiros dias da doença, pode ser difícil distinguir entre uma bronquite e um resfriado comum.

Em alguns casos, a prova de função pulmonar auxilia na identificação da enfermidade e checa sinais de asma ou de enfisema. O médico pode, ainda, sugerir um raio-X do peito ou um exame de escarro, que detecta possíveis bactérias e fungos no muco, testando a presença de doença passível de ser curada com antibióticos.

Nos casos de bronquite aguda, os sintomas costumam cessar de sete a dez dias. Mas uma tosse seca e cortada pode persistir por alguns meses. Em pessoas com bronquite crônica avançada, a probabilidade de recuperação é muito baixa.

A bronquite em crianças, especialmente em bebês menores de dois anos, apresenta inflamação dos bronquíolos, que é uma característica da bronquiolite. Além disso, ela é identificada pelos seus principais sintomas, como tosse, respiração rápida e febre.

Veja os tratamentos para a bronquite

Quando aguda, a bronquite é uma doença autolimitada, não havendo um tratamento específico para combater as crises provocadas por vírus. Mas com uma boa hidratação, uso de analgésicos, vaporizadores e descongestionantes, bem como a não exposição aos fatores de risco, é possível aliviar os sintomas e prevenir as crises.

O tratamento para a bronquite asmática é feito por meio de medicamentos e vacinas para alergias, que reduzem os sintomas e controlam os eventos. Já no caso da bronquite crônica, a medida mais importante para o seu tratamento é parar de fumar.

A forma crônica requer um tratamento de longo prazo, com os pacientes afastados dos fatores irritantes, como poluição, fumaça do cigarro e outros alérgenos. Os medicamentos indicados, como broncodilatadores, mucolíticos, antibióticos e anti-inflamatórios só devem ser administrados sob orientação médica.

Também são necessárias sessões de fisioterapia, com exercícios respiratórios que visam a melhorar a capacidade pulmonar. Nos casos de agravamento, como o DPOC, pode ser necessária a oxigenoterapia, com o uso de oxigênio para conseguir respirar.

Como vimos, há três tipos de bronquites, podendo se apresentar em sua forma aguda ou crônica. É fundamental a busca por ajuda médica logo aos primeiros sintomas para identificação e tratamento precoce, a fim de evitar o agravamento da doença e suas complicações e melhorar a qualidade de vida.

Agora que você já conhece os tipos de bronquite, saiba mais sobre as doenças respiratórias no inverno para se prevenir!

Источник: https://conteudo.omronbrasil.com/tipos-de-bronquite/

Bronquite

Tudo sobre Bronquite: Tipos, Causas, Sintomas e Tratamento

Inflamação dos brônquios, a bronquite pode ser tanto aguda quanto crônica, dependendo da duração e do agravamento das crises e dos sintomas. 

Bronquite é uma inflamação dos brônquios, canais que conduzem o ar inalado até os alvéolos pulmonares.

Ela se instala quando os minúsculos cílios que revestem o interior dos brônquios param de eliminar o muco presente nas vias respiratórias.

Esse acúmulo de secreção faz com que eles fiquem permanentemente inflamados e contraídos, provocando, principalmente, tosse.

A bronquite pode ser aguda ou crônica. A diferença consiste na duração e agravamento das crises, que são mais curtas (uma ou duas semanas) na bronquite aguda, enquanto, na crônica, não desaparecem, pioram pela manhã e se manifestam por três meses ou mais durante pelo menos dois anos consecutivos.

Causas da bronquite

A bronquite aguda é causada geralmente por vírus, embora, em alguns casos, possa ser resultado de uma infecção bacteriana. As crises também podem ser desencadeadas pelo contato com poluentes ambientais e químicos (poeira, inseticidas, tintas, ácaros etc.). O cigarro é o principal responsável pelo agravamento da doença.

A bronquite crônica, por sua vez, aumenta o risco de outras infecções respiratórias, particularmente o da pneumonia. A doença pode instalar-se como extensão da bronquite aguda, mas a principal causa da doença é a fumaça do cigarro. Por ser uma enfermidade rara entre os não fumantes, é conhecida também por “tosse dos fumantes”.

Sintomas de bronquite

Tanto na forma aguda quanto na crônica, a tosse é o principal sintoma da bronquite. Na bronquite aguda, ela pode ser seca ou produtiva. Na crônica, é sempre produtiva e a expectoração clara no início, pode tornar-se amarelada e espessa com a evolução da enfermidade. Outros sintomas incluem:

  • Falta de ar;
  • Chiado ao respirar;
  • Febre e calafrios(menos frequentes).

Diagnóstico de bronquite

O diagnóstico leva em conta os sinais e sintomas, o histórico do paciente e o exame clínico. Em algumas situações, a prova de função pulmonar, ou espirometria, ajuda a estabelecer o diagnóstico diferencial.

Vídeo: Dr. Drauzio explica a diferença entre asma e bronquite

Tratamento da bronquite

A bronquite aguda é uma doença autolimitada, que dura no máximo 10, 15 dias. Não existe tratamento específico para combater os episódios provocados por vírus. Boa hidratação, uso de vaporizadores, de analgésicos, de descongestionantes e evitar a exposição aos fatores de risco são recursos úteis para aliviar os sintomas e prevenir as crises.

A medida mais importante no tratamento da bronquite crônica é parar de fumar. Também é importante não permanecer em ambientes em que haja pessoas fumando. Medicamentos broncodilatadores, antibióticos, mucolíticos e anti-inflamatórios só devem ser utilizados sob orientação médica depois de uma avaliação criteriosa.

Portadores da bronquite crônica devem ser vacinados contra a gripe e contra a pneumonia.

Recomendações para evitar a bronquite

  • Reúna todas as forças e tente parar de fumar. Se não conseguir, tente fumar menos e evite locais onde haja pessoas fumando;
  • Beba bastante água, pois ela ajuda a diluir as secreções brônquicas e facilita a expectoração;
  • Respire profundamente o vapor do banho também para fluidificar o muco;
  • Lave as mãos com frequência;
  • Utilize máscara ou outro equipamento protetor, se você está sujeito à inalação de elementos irritantes;
  • Evite contato com pessoas resfriadas, gripadas ou com outras doenças transmissíveis por via respiratória;
  • Não iniba a tosse produtiva;
  • Evite permanecer muito tempo em ambientes com ar condicionado ou em locais com ar seco demais.

Perguntas frequentes sobre bronquite

Bronquite é contagiosa?

Se for provocada por vírus ou bactérias, sim. Nesses casos, a transmissão é como a da gripe, por gotículas expelidas em espirros, tosse ou contato.

Como identificar bronquite em bebês?

Geralmente, quando bebês menores de 2 anos têm inflamação dos bronquíolos, o que caracteriza a bronquiolite. Os principais sintomas são respiração rápida, tosse e febre.

Vídeo: Assista à entrevista sobre rinite, sinusite e bronquite

Источник: https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/bronquite/

O que é bronquite, dos sintomas ao tratamento

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A bronquite pode aparecer por várias razões.

 Ilustração: Lucas Kazakevicius/SAÚDE é Vital

A bronquite é a inflamação dos brônquios, tubos que levam o oxigênio até os pulmões.

Existe na forma aguda, quando sintomas como tosse, chiado no peito e dificuldade para respirar permanecem por no máximo algumas semanas, e na forma crônica, quando o problema acompanha o indivíduo pela vida toda.

A versão aguda atinge especialmente crianças e idosos, que estão mais suscetíveis ao ataque de vírus e bactérias — em algumas situações, ela é consequência de uma gripe, por exemplo. Pessoas alérgicas também estão no grupo de risco quando entram em contato com substâncias irritantes, como ácaro, pólen, poeira doméstica e fumaça.

No quadro crônico enquadram-se alguns portadores de asma e indivíduos com a doença pulmonar obstrutiva crônica, a DPOC, fortemente associada ao cigarro. Ela seria a união entre a bronquite e o chamado enfisema pulmonar.

Seja agudo, seja crônico, o problema dá as caras quando os brônquios se inflamam, incham e ficam mais contraídos, além de produzir maior quantidade de muco na tentativa de limpar a área.

Tudo isso dificulta ou emperra o trânsito de oxigênio até os pulmões. Os cílios, minúsculos pelos responsáveis por varrer a secreção para fora, também passam a não funcionar direito.

E eis que a passagem de ar corre risco de ficar entupida.

Sinais e sintomas

– Falta de ar– Irritação na garganta– Pigarro constante– Tosse com secreção– Chiado no peito– Dor no peito

– Febre

Fatores de risco

– Tabagismo– Ambientes poluídos– Locais fechados, que favorecem a contaminação por micróbios– Ar condicionado, que resseca as vias aéreas

– Refluxo gastroesofágico

– Contato com pessoas gripadas ou resfriadas

– Contato com substâncias que despertam reações alérgcias

A prevenção

Como o tabagismo é um dos principais responsáveis pela bronquite, seja ela aguda ou crônica, largar o cigarro de vez (ou evitar contato com a fumaceira) é condição indispensável para escapar do problema.

Lavar as mãos com frequência, por sua vez, diminui o risco de levar vírus e bactérias para as vias respiratórias. Para os alérgicos, além de manter distância das substâncias que servem de gatilho às complicações respiratórias, aconselha-se caprichar na hidratação nos meses mais secos. E isso pode ser feito com inalação e soro fisiológico.

Ficar longe de inseticidas, spray de cabelo e outros itens livra as vias aéreas de outros fatores irritantes. Quem trabalha em ambiente infestado de partículas nocivas, poeira, fumaça e gases não pode abrir mão da proteção de máscara de proteção.

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Tomar a vacina contra gripe fortalece as defesas e, não por acaso, a medida é oferecida todo ano prioritariamente a quem já tem uma doença crônica nos pulmões.

O diagnóstico

Na consulta, o médico vai perguntar sobre os sintomas, especialmente a frequência e duração dos períodos de tosse, falta de ar e dor ou chiado no peito. Ele precisa ser informado sobre hábitos como fumar e trabalhar exposto a fumaça, pó de madeira, cimento, fiapos minúsculos de algodão, entre outros poluentes.

O profissional vai auscultar os pulmões com o estetoscópio para detectar ruídos respiratórios anormais.

Ele poderá também solicitar uma radiografia do tórax, que mostra as condições das estruturas do pulmão e ajuda a excluir outras doenças, como a pneumonia. Exames de sangue apontam se há infecção.

Outro recurso é a oximetria, usada para medir o nível de oxigenação no sangue por meio de um aparelho similar a um pregador de roupa colocado no pulso ou na orelha.

Para completar a análise, é possível lançar mão de um teste específico para avaliar a quantas anda a função pulmonar: a espirometria. O paciente inspira e expira em um tubo ligado a um equipamento, o espirômetro, que indica a velocidade e o volume de ar produzido pelo sopro.

O tratamento

Para dar fim aos episódios de bronquite aguda, a recomendação é hidratar as vias respiratórias com inalação e soro fisiológico. O uso de umidificadores de ar ou vaporizadores ajuda a soltar o muco e facilita a respiração.

Para os períodos críticos, os especialistas receitam anti-inflamatórios, broncodilatadores e, nas infecções por bactéria, antibióticos. Lembrando que essa medicação não é útil quando a contaminação é viral e usá-la indiscriminadamente atrapalha sua eficácia quando ela é de fato necessária.

Já a bronquite crônica exige um tratamento de longo prazo. Para começar, o paciente precisa permanecer longe dos fatores irritantes, incluindo aí a fumaça do cigarro dos outros, porque o fumante passivo também está propenso a encarar a doença.

Medicamentos à base de corticoides, em doses controladas pelo médico, são receitados para conter a inflamação e dar alívio aos sintomas. E sessões de exercícios respiratórios orientados por um fisioterapeuta são de grande valia para promover a melhora no desempenho do pulmão.

Nos estágios mais avançados da bronquite crônica, particularmente na DPOC, pode ser necessário recorrer à oxigenoterapia, o uso de oxigênio em casa.

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  • Asma
  • Cigarro
  • Doenças respiratórias
  • Gripe
  • Malefícios do cigarro

Источник: https://saude.abril.com.br/medicina/o-que-e-bronquite-dos-sintomas-ao-tratamento/

Bronquite: o que é, sintomas e tratamentos

Tudo sobre Bronquite: Tipos, Causas, Sintomas e Tratamento

A bronquite (CID 10 – J20) é um processo inflamatório dos brônquios – as estruturas que levam o ar para os pulmões. Os principais sinais da bronquite são tosse com produção de muco e falta de ar.

A bronquite pode ser aguda ou crônica. A forma aguda da bronquite é muito comum e, geralmente, vem acompanhada de outras condições, como a gripe ou outro problema respiratório. No entanto, se você tiver crises repetidas de bronquite, você pode ter bronquite crônica, o que requer atenção médica.

Tipos

A bronquite pode ser dividida em dois tipos:

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A bronquite aguda é um processo inflamatório agudo (ou seja, pontual) dos brônquios, em geral, associado a um processo infeccioso viral ou bacteriano. A bronquite aguda, também chamada de resfriado torácico, geralmente melhora em uma semana a 10 dias, sem efeitos duradouros, embora a tosse possa durar semanas.

É um processo inflamatório crônico dos brônquios, em geral, secundário ao uso do tabaco ou processo alérgico (a chamada bronquite asmática). A bronquite crônica pode durar às vezes por meses ou anos.

O termo “bronquite asmática” é popular, entretanto, é incorreto. Trata-se de uma confusão entre asma e bronquite, por terem sintomas semelhantes.

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Causas

De acordo com Alexandre Okamori, alergologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, o termo bronquite comumente é usado para denominar a asma, que é uma doença caracterizada por uma inflamação das vias aéreas, com limitação reversível de fluxo aéreo, com sintomas como tosse, falta de ar, chiado e pressão no peito. As causas podem variar entre os diferentes tipos:

Bronquite é geralmente causada por vírus. A doença costuma estar acompanhada de uma outra infecção viral respiratória, como gripes e resfriados. No início, ela afeta o nariz, a garganta e, depois, se espalha para os pulmões. Às vezes, pode-se contrair uma infecção bacteriana secundária nas vias respiratórias. Isso significa que uma bactéria infectou as vias respiratórias, além do vírus.

O fumo é o principal responsável pelo desenvolvimento da bronquite crônica. Poluição e a emissão de gases tóxicos no meio ambiente ou no ambiente de trabalho também estão entre as prováveis causas. A bronquite crônica é um tipo de Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Fatores alérgicos, como os desencadeados pela asma, também pode causar bronquite crônica.

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Bronquite crônica: cigarro é a principal causa da doença pulmonar

Fatores de risco

Alguns fatores são considerados de risco por médicos. Segundo eles, eles podem ajudar no desenvolvimento de bronquite. Confira:

  • Fumo: o hábito de fumar pode elevar os riscos de uma pessoa desenvolver tanto a bronquite aguda quanto a crônica
  • Imunidade baixa: este fator de risco costuma ser uma consequência de outra doença aguda, como a gripe, ou ainda de uma condição crônica, como Aids
  • Idade: idosos, crianças pequenas e bebês têm mais riscos de contrair a infecção
  • Exposição a agentes irritantes: as chances de contrair a doença é maior se você trabalha com gases ou outros agentes que possam causar irritação nos pulmões
  • Refluxo gástrico: doenças que causam refluxo gástrico e azia podem aumentar as chances de a pessoa desenvolver bronquite.

Sintomas de Bronquite

Os sintomas da bronquite, tanto aguda quanto crônica, são:

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  • Tosse com presença de muco
  • Ronco ou chiado no peito
  • Fadiga
  • Dificuldade para respirar e falta de ar
  • Febre e calafrios
  • Desconforto no peito.

Mesmo após o desaparecimento da bronquite aguda, você ainda pode ter uma tosse seca e incômoda que se estende por várias semanas.

Outros sintomas de bronquite crônica consistem em:

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  • Inchaço nos tornozelos, pés e pernas
  • Lábios roxos devido ao nível baixo de oxigênio
  • Infecções respiratórias frequentes, como resfriados ou gripes.

Buscando ajuda médica

Procure um especialista se:

  • Tossir quase todos os dias ou tiver tosse que vai e volta com frequência
  • Estiver tossindo sangue
  • Tiver febre ou calafrios
  • Tiver febre baixa por três dias ou mais
  • Apresentar muco espesso e esverdeado, especialmente se tiver mau cheiro
  • Sentir falta de ar ou dor no peito
  • Se você tiver uma doença crônica subjacente, como doença cardíaca ou pulmonar.

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Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar as alergias são:

  • Clínico geral
  • Pediatra
  • Alergista
  • Imunologista.

Diagnóstico de Bronquite

Durante os primeiros dias de sintomas, pode ser difícil para o médico determinar a causa. Isso acontece porque os sintomas iniciais da bronquite são muito parecidos com os da gripe.

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No entanto, o diagnóstico pode ser realizado a partir de uma boa história da doença, verificando os sintomas e seu início, história de alergia na família e outros quadros alérgicos e resposta aos tratamentos, e também com exames que possam auxiliar na confirmação do diagnóstico.

Exames

Além de um exame físico tradicional, o especialista poderá solicitar que você realize os seguintes exames:

  • Raio X torácico, onde fica o pulmão
  • Tomografia de tórax
  • Exame de expectoração
  • Testes de funcionamento do pulmão
  • Oximetria do pulso.

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Tratamento de Bronquite

Os principais objetivos do tratamento da bronquite aguda e crônica são aliviar os sintomas e facilitar a respiração. Uma das melhores maneiras de tratar a bronquite aguda e crônica é remover a fonte de irritação e danos aos pulmões.

Se os sintomas da bronquite não desaparecerem, seu médico pode prescrever a você um inalador para abrir as vias respiratórias, caso você esteja com chiado no peito.

Se você tiver bronquite aguda, seu médico pode recomendar repouso, muitos líquidos e aspirina (para adultos) ou paracetamol para tratar a febre.

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Antibióticos geralmente não são prescritos para bronquite aguda. Isso ocorre porque eles não funcionam contra vírus – a causa mais comum de bronquite aguda. No entanto, se o seu médico achar que você tem uma infecção bacteriana, ele ou ela pode prescrever antibióticos.

Se você tem bronquite crônica e também foi diagnosticado com DPOC pode precisar de medicamentos para abrir as vias aéreas e ajudar a eliminar o muco. Estes medicamentos incluem broncodilatadores (inalados) e esteróides (inalados ou comprimidos).

Se você tem bronquite crônica, seu médico pode prescrever oxigenoterapia, este tratamento pode ajudá-lo a respirar mais facilmente e fornece ao seu corpo o oxigênio necessário.

Saiba mais: Entenda tudo que você precisa saber sobre broncodilatadores

Medicamentos para Bronquite

Os medicamentos mais usados para o tratamento de bronquite são:

  • Acebrofilina
  • Acetilcisteina
  • Aires
  • Aerolin
  • Aminofilina
  • Amoxicilina + Clavulanato de Potássio
  • Antux
  • Ares
  • Asmofen
  • Astro
  • Atrovent
  • Azitromicina
  • Bactrim
  • Bisolvon
  • Broncho-Vaxom
  • Bacteracin e Bacteracin-F
  • Bamifix
  • Betatrinta
  • Bricanyl
  • Brometo de Ipratrópio
  • Bromidrato de Fenoterol
  • Clavulin
  • Clindamicina
  • Cefanaxil
  • Claritromicina
  • Clindamin-C
  • Clocef
  • Diprospan
  • Duoflam
  • Flanax
  • Fluimucil
  • Fenergan Expectorante
  • Fluimucil (xarope)
  • Fluitoss
  • Foraseq
  • Franol
  • Koide D
  • Ipratropio
  • Leucogen
  • Levofloxacino
  • Loxonin
  • Meticorten
  • Mucosolvan
  • Novamox 2x
  • Predsim

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Bronquite tem cura?

Na bronquite aguda, os sintomas costumam desaparecer de sete a dez dias. Entretanto, uma tosse seca e cortada pode se arrastar por vários meses.

A chance de recuperação é muito baixa em pessoas com bronquite crônica avançada, por isso a detecção e o tratamento precoces, combinados com a interrupção do hábito de fumar, melhoram significantemente a chance de um excelente resultado no tratamento.

Complicações possíveis

Tanto a bronquite aguda quanto a crônica podem originar uma pneumonia. Se você sofre de bronquite crônica, tem mais chances de apresentar infecções respiratórias recorrentes. Você também pode desenvolver:

  • Crises de chiado (broncoespasmo)
  • Evolução para DPOC
  • Enfisema
  • Insuficiência cardíaca no lado direito do coração
  • Hipertensão pulmonar.

Convivendo/ Prognóstico

Algumas medidas podem ajudar o paciente a lidar melhor com a doença, podendo lhes trazer alívio também. Veja:

  • Não fume
  • Beba bastante líquido
  • Repouse
  • Faço uso de medicamentos que não precisam de receita médica em caso de febre
  • Use um umidificador ou vaporizador no banheiro.

Inalação: técnica é usada para tratar doenças respiratórias como asma e bronquite

Referências

Alexandre Okamori, médico alergologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, CRM SP 82373

João Geraldo Houly, médico pneumologista do Hospital Santa, CRM SP 54815

Mayo Clinic. Disponível em: https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/bronchitis/symptoms-causes/syc-20355566

National Heart, Lung and Blood Institute. Disponível em: https://www.nhlbi.nih.gov/health-topics/bronchitis

Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Disponível em: https://sbpt.org.br/portal/publico-geral/doencas/

Источник: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/bronquite

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